Experiência. Bocal convergente
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- Martim Marinho Peres
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1 Experiência Bocal convergente
2 O inesquecível Professor Azevedo Neto em seu livro Manual de Hidráulica editado pela Editora Edgard Blücher Ltda na 7ª edição página 66) define de uma forma clara os bocais: Os bocais ou tubos adicionais são constituídos por peças tubulares adaptadas aos orifícios. Servem para dirigir o jato. O seu comprimento deve estar compreendido entre vez e meia (1,5) e três (3,0) vezes o seu diâmetro. De um modo geral, consideram-se comprimentos de 1,5 a 3,0D como bocais, de 3,0 a 500D como tubos muito curtos; de 500 a 4000D (aproximadamente) como tubulações curtas; e acima de 4000D como tubulações longas. Os bocais geralmente são classificados em : cilindros (interiores ou reentrantes) e exteriores - cônicos (convergentes e divergentes).
3 A dimensão do nosso bocal se enquadra na definição do Azevedo Netto...comprimentos de 1,5 a 3,0D como bocais...
4 Então por que é denominada de experiência do bocal convergente? Nesta experiência temos um bocal cônico convergente acoplado a uma válvula esfera, esta acoplada a um tubo muito curto e este a um orifício.
5 Você poderia sintetizar todos os objetivos? É porque desejamos obter os seus coeficientes, bem como as curvas relacionadas com os mesmos.
6 Obrigada! Claro e os apresento no próximo slide.
7 Através dos resultados obter a representação gráfica de Cv, Cd e Cc em função do Re real e teórico e a representação da perda do conjunto em função da vazão real.
8 Não esquecer das condições: escoamento incompressível e em regime permanente. Neste caso a massa específica e o peso específico permanecem praticamente constantes ao longo do escoamento e as propriedades em uma dada seção não mudam com o tempo, para isto o nível do reservatório tem que permanecer constante.
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12 Esquematicamente temos:
13 Determinação da velocidade média teórica no bocal, ou simplesmente velocidade teórica
14 Aplica-se a equação da energia entre (0) e (1) 1 p p p p0 1 0 f pi final m áquina inicial H 19,6 v h H 19,6 v h seo PHR no eixo do orifício Ado tando H 2g v p Z 2g v p Z H H H H H H H
15 Uma equação com duas incógnitas e agora?
16 Para sair desta, vamos supor o fluido como ideal (viscosidade igual a zero), isto transforma a equação da energia na equação de Bernoulli onde se tem H p 0-1 = 0, o que nos permite determinar a velocidade média teórica do escoamento, isto porque não consideramos as perdas.
17 Portanto: h v ,6 H p 01 h v ,6 v 1 v teórica h 19,6
18 Analisando novamente a figura observa-se um lançamento inclinado no jato lançado! Através dele determinamos a velocidade real
19 Evocando os conceitos abordados nos estudos do lançamento inclinado dividimos o movimento em outros dois:
20 No eixo y temos uma queda livre: 1 2 y g t 2 Como são dados m g 9,8 e y 2 s determinamos t 2 y g t : :
21 Já no eixo x temos um movimento uniforme com a velocidade igual a velocidade real Importante observar que o que une os dois movimentos é o tempo, ou seja, o tempo para percorrer y em queda livre é igual ao tempo para percorrer x em movimento uniforme com velocidade real.
22 Determinação do x
23 Logo x v v r r v r x x t t g 2y
24 Determinação da vazão real após se ter a certeza que o nível permaneceu constante e se registrou x e h L.
25 Fecha-se o bocal e o nível do tanque sobe Dh em Dt, logo: Q real Volume tempo Q real A tan que t Dh
26 Vamos partir para o cálculo da vazão teórica.
27 Q Q teórica t v v teórica teórica A D 4 2 o orifício Tendo-se a velocidade teórica e a área do orifício é possível calcular a vazão teórica, já que:
28 Até este ponto, calculou-se: Q r ; Q t ; v r e v t O que faremos com todos estes parâmetros calculados?
29 Vamos calcular: 1. Coeficiente de vazão C d 2. Coeficiente de velocidade C v 3. Coeficiente de contração C c 4. A área contraída A c 5. O diâmetro contraído D c 6. O Re real e o Re teórico C d vazão real vazão teórica Q Q r t ;C v velocidade real velocidade teórica v v r t C c Re real C C d v ; A v c real D C c c A ; Re o D teórico c v A teórica 4 ; c D o
30 E ainda dá para se calcular a perda no bocal + válvula esfera + tubo + saída do reservatório Vamos resolver exemplos numéricos. h v r H vr 2g p 2 x H p g 2y saídavalv.esferatubobocal saídavalv.esferatubobocal h 2 x 4 y
31 Com as grandezas anteriores nós construímos os gráficos dos coeficientes em função do Reynolds real e teórico e da perda em função da vazão real.
32 Perda (m) Q real (L/s) C d C v C c C d C v C c Re teórico Re real
33 Para a construção das curvas anteriores, iniciamos com a tabela de dados especificada no slide seguinte
34 A tan que temperatura d' água ; D bocal Ensaio h L (cm) sugerido h L (cm) real x(cm) h c (cm) y (cm) Dh (cm) t(s) Tabela de dados
35 Vamos estudar esta experiência através da solução dos exercícios que proponho a seguir
36 1 Um orifício de diâmetro 23 mm é instalado na parede lateral de um reservatório. O eixo do orifício fica 20 cm acima do piso. Ajustase a alimentação de água do reservatório para que o nível se estabilize a 80 cm acima do eixo do orifício. O jato de água que sai do orifício, alcança o piso a 64 cm do plano vertical que contém o orifício. Sendo, a área da seção transversal do reservatório, num plano horizontal, igual a 0,3 m 2 e sabendo-se que quando o orifício é fechado com uma rolha o seu nível, anteriormente estável, sobe 10 cm em 30 segundos, pedese determinar os coeficientes de velocidade, de descarga (ou vazão), de contração e a perda no orifício.
37 Área da seção transversal do reservatório= 0,3 m² Orifício com diâmetro igual a 23 mm
38 2 O nível de água do reservatório esquematizado a seguir é mantido constante. Para esta situação pede-se: 1. o coeficiente de velocidade; 2. o número de Reynolds teórico; 3. ao fechar o bocal, determinar o tempo para que o nível suba 10 cm; 4. pressurizando o reservatório a uma pressão igual a 0,2 kgf/cm², determinar o novo alcance do jato; 5. determinar o coeficiente de perda singular do bocal. 1,5 m H2O m Dados : g 10 ; C c 0, 9; s 2 A, m 2 ; A, cm 2 res 0 6 bocal 314 ; kgf -6 m e 10 m 3 s 2,2 m Re spostas : 1m a) 0,898; b) 1,110 5 ; c) d) 3,36 m; e) 0,24 43,2 s;
39 3 Para a situação descrita abaixo, pede-se calcular: 1. A pressão da água no ponto 3 dentro do tubo de Pitot. 2. A velocidade real e teórica da água na seção A vazão real de água que saí do tanque. Dados: C C = 0,92; diâmetro do bocal = 4 cm; água = 1000 kgf/m³; Hg = kgf/m³ e g = 9,8 m/s²
40 4
41 5 Água a 15 0 C: = 999,1 kg/m³; = 1,14*10-6 m²/s
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