MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO
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- Roberto da Mota Araújo
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1 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ RELATOR DO EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO AMAZONAS. PROCESSO N Classe 30 AUTOS: Embargos de Declaração EMBARGANTE: Wellington Lins de Albuquerque Júnior EMBARGADO: MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL PEÇA: Parecer Trata-se de Embargos de Declaração, com pedido de efeitos infringentes, opostos por Wellington Lins de Albuquerque Júnior em face do Acórdão n.º 426/2013, por meio do qual o Egrégio TRE/AM negou provimento ao recurso eleitoral interposto pelo ora embargante, mantendo a sentença de primeiro grau, que o condenou ao pagamento de multa no valor de R$ ,15, por ter excedido, no pleito de 2010, o limite de doação fixado no art. 23, 1º, da Lei n.º 9.504/97. Alega o embargante, em síntese, a existência de suposta omissão no julgado, no que diz respeito à Declaração de Imposto de Renda referente ao ano-calendário 2009, que aponta que os rendimentos brutos alcançaram o valor de R$ ,52 (duzentos e quarenta e sete mil, oitocentos e noventa e dois reais e cinquenta e dois centavos). Aduz o embargante que, tanto o ganho propriamente dito, quanto o rendimento de capital, estariam contidos no conceito de rendimento L:\GABINETES\_ELEITORAL\2013\PECAS\Recursos\Parecer\ Classe 30 - Wellington Lins - Embargos - Rejeicao.odt
2 bruto, constante da Lei n.º 7.713/98, mais especificamente em seu art. 3º, 1º, visto que ambos são produtos de capital, razão porque no ano-calendário de 2009 poderia ter doado até R$ ,25, sendo, portanto, o valor excedido de irrisórios R$ 210,74. Por tal motivo, pugna pelo conhecimento e provimento dos embargos, atribuindo-se-lhes efeitos infringentes, para afastar a pena de multa aplicada, com fundamento suplementar nos princípios da insignificância e proporcionalidade, haja vista que o valor excedido alcançou somente o valor de de R$ 210,74. É o breve relatório. Opino. Como é sabido, é firme o entendimento doutrinário e jurisprudencial no sentido de que os embargos declaratórios só devem ser admitidos quando invocarem obscuridade, contradição, omissão ou, ainda, premissa fática equivocada, a ser sanada no acórdão embargado, não cabendo atacar aspectos já discutidos em decisão antecedente, ou, ainda, questões de acórdão primitivamente embargado. No caso sub examine, não vislumbra o MPE a suposta omissão apontada pelo ora embargante que possa levar à modificação do acórdão embargado, uma vez que a questão suscitada nas razões dos presentes embargos declaratórios fora devidamente enfrentada e refutada por esse Egrégio TRE/AM, senão vejamos: Em sua defesa, na origem, a parte apresentou em juízo a sua Declaração de Ajuste Anual do Ano-Calendário 2009 (fls ). Com base nessa Declaração, o ora Recorrente alegou que. além dos rendimentos tributáveis, compõem o montante de seus rendimentos brutos a venda de um terreno no valor de RS ,00 (cem mil 2
3 reais) e ainda, a suposta variação patrimonial de um imóvel, no valor de RS ,00 (trinta mil reais) e de um veículo no valor de R$ ,00 (vinte e um mil e seiscentos reais). A matéria controvertida gira em torno apenas desses três valores. No que tange à venda do imóvel, o valor que a defesa pede seja considerado não possui respaldo na declaração de ajuste anual. De fato, às fls. 51, consta a venda de um imóvel pelo valor de R$ ,00 (noventa mil reais). Acerca dessa divergência, nada consta nos Embargos de Declaração interpostos contra a sentença ou no Recurso que ora se examina. Portanto, o valor consignado na sentença de piso deve ser mantido. Em relação aos demais valores, o Recorrente insiste na tese de que se trata de renda proveniente de capital. Contudo, não demonstra em que consiste essa renda ou quais os critérios utilizados para a referida atualização e/ou correção monetária supostamente aplicada. Dos Embargos de Declaração é possível extrair algum fundamento para a tese deduzida no recurso. Colho dos Embargos: "Todavia, ao decidir o feito, nada obstante tenha sido feita expressa remissão à Lei n /88, além do valor equivocado da alienação de um imóvel, não foram consideradas as variações patrimoniais positivas relativas a um outro imóvel e ao financiamento de um veiculo, conforme permissivo contido nos 2 e 3 do art. 1 da referida norma." (fls. 85) Do trecho transcrito conclui-se que não houve renda de capital em relação ao veículo. Tratando-se de financiamento, o valor referente à variação patrimonial de um exercício para o outro decorre do pagamento das parcelas financiadas, que devem ser oriundas dos rendimentos oferecidos à tributação e já lançados nos rendimentos 3
4 tributáveis. Fora isso, até por fundamentos econômicos, seria difícil comprovar que um veiculo sofreu valorização de um ano para outro. Outro dado curioso que se extrai da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda é que, embora o Recorrente tenha outros apartamentos no mesmo empreendimento imobiliário, apenas um sofreu a referida atualização e/ou correção monetária. Existe operação específica para o imóvel que não foi discriminada pelo Recorrente, seja na Declaração de Imposto de renda, seja na defesa em primeira instância ou no presente recurso. Ademais, ainda que se pudesse considerá-lo como variação positiva, o valor somente iria compor o total de rendimentos brutos se devidamente realizado, ou seja, caso o Recorrente tivesse alienado o imóvel e oferecido essa variação positiva para a tributação como ganho de capital. Por fim, não socorre o Recorrente a tese de que o 3 do art. 1 da Lei Federal n /98 autorizaria a inclusão dos valores como rendimentos brutos. Eis o teor do dispositivo legal: " 3 Na apuração do ganho de capital serão consideradas as operações que importem alienação, a qualquer título, de bens ou direitos ou cessão ou promessa de cessão de direitos à sua aquisição, tais como as realizadas por compra e venda, permuta, adjudicação, desapropriação, dação em pagamento, doação, procuração em causa própria, promessa de compra e venda, cessão de direitos ou promessa de cessão de direitos e contratos afins." Dentre as operações discriminadas no dispositivo legal, nenhuma autoriza o registro, como ganho de capital, de valores escriturais decorrentes de eventual atualização e/ou correção monetária de bens. 4
5 Não havendo qualquer fundamento que possa albergar o direito aduzido pelo Recorrente, a sentença de piso deve ser mantida. Na verdade, o real objetivo buscado pelo embargante através do manejo dos presentes embargos, não é integrar ou esclarecer eventual ponto que tenha deixado de ser apreciado por esse Tribunal, mas sim tentar desconstituir, por meio de recurso inadequado, o acórdão ora impugnado, conduta vedada conforme pacífica jurisprudência da Corte Superior Eleitoral, in verbis: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. AGRAVO REGIMENTAL. AUSÊNCIA DE OMISSÃO. EFEITOS INFRINGENTES. INOVAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. I - Não ocorrentes as hipóteses insertas no art. 535 do CPC, tampouco omissão manifesta no julgado recorrido, não merecem acolhida os embargos que se apresentam com nítido caráter infringente e em que se objetiva rediscutir a causa, já devidamente decidida, ou apreciar matéria nova, não agitada anteriormente nos autos. II - O mero intento de prequestionar dispositivos constitucionais não rende ensejo ao acolhimento dos embargos se não existente omissão ou obscuridade. III - Embargos rejeitados. (EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO nº 7207, Acórdão de 15/09/2009, Relator(a) Min. FERNANDO GONÇALVES, Publicação: DJE - Diário da Justiça Eletrônico, Volume -, Tomo 189/2009, Data 05/10/2009, Página 50-51) EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RECURSO ESPECIAL. ELEIÇÕES REGISTRO DE CANDIDATURA. INDEFERIMENTO. INELEGIBILIDADE. REJEIÇÃO DE CONTAS. TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO. AÇÃO DESCONSTITUTIVA. LIMINAR. APÓS O PEDIDO DE REGISTRO. 1. A omissão que enseja os declaratórios é aquela que se relaciona a tema suscitado pela parte interessada no momento oportuno e que não tenha sido apreciado pelo tribunal. Não se prestam os embargos para a discussão de matéria nova e muito menos para a reapreciação da causa. 5
6 2. Não há a contradição apontada, uma vez que foi aplicada a jurisprudência da Corte, que é no sentido de que as condições de elegibilidade e as hipóteses de inelegibilidade devem ser aferidas no momento do pedido de registro. 3. Embargos de declaração rejeitados. (Embargos de Declaração em Recurso Especial Eleitoral nº 31248, Acórdão de 12/11/2008, Relator(a) Min. MARCELO HENRIQUES RIBEIRO DE OLIVEIRA, Publicação: PSESS - Publicado em Sessão, Data 12/11/2008) Por todo o exposto, opina o MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL pela REJEIÇÃO dos presentes embargos, mantendo-se na íntegra o acórdão recorrido, declarando-os meramente protelatórios, nos termos do art. 275, 4º, do Código Eleitoral. É o parecer. PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL NO AMAZONAS, em Manaus, 11 de novembro de ORIGINAL ASSINADA JULIO JOSÉ ARAUJO JUNIOR Procurador Regional Eleitoral Substituto 6
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