Morcegos Polinizadores
|
|
|
- Luiz Guilherme Teixeira Braga
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Morcegos Polinizadores Clóvis de Andrade Rocha 1 Este artigo tem como objetivo principal, passar informações claras e objetivas entre o relacionamento morcegos e plantas, sendo seu papel como polinizador de vital importância para algumas espécies vegetais, também para desmistificar o medo em algumas pessoas com relação aos morcegos e seus hábitos alimentares. Com base em dados e informações bibliográficas, sabemos que a grande maioria destes animais são frugívoros e insetívoros, sendo os hematófagos, um pequeno número representativo na natureza. Logo observamos uma interdependência entre animais e plantas que facilmente pode ser notada e em muitos casos esse estreitamento é tão grande, que a simples mudança em um ecossistema pode afetar ou extinguir espécies tanto do reino animal quanto do reino vegetal. Introdução Os ecossistemas florestais estão cada dia mais degradados, pela ação humana direta e indireta. Esse mau comportamento nos torna verdadeiros parasitas em potencial do planeta, afetando a flora e a fauna, nos tornamos causadores de grandes desequilíbrios ecológicos. Muitas vezes por informações incoerentes e distorcidas acabamos por aniquilar espécies importantes para o meio em que vivemos, nesse artigo relato os morcegos, mas não são estes os únicos seres afetados com nosso egoísmo desproporcional. Como castigo, acabamos nos limitando a espaços de cimento e pedra, em cidades muitas vezes despreparadas, onde os dóceis de concreto que nos abrigam acabam por tirar nosso bem estar em relação a natureza e ao meio. Os morcegos por sua vez são afetados diretamente, acabando sem alimento e moradia nos visitam e acabamos dividindo nosso lar com eles, nada mais justo, uma vez que nós acabamos com sua residência natural. Muito temidos por algumas pessoas, são capturados e mortos por desinformação e crenças mentirosas a seu respeito, dentre as crenças a de que são todos portadores 1 Acadêmico do curso de Ciências Biológicas FACOS/CNEC. Página 75
2 do vírus transmissor da raiva ou hidrofobia. De fato morcegos hematófagos selvagens como o Desmodus rotundus, podem ser portadores da doença e transmissores em potencial, mas é mais comum a raiva ser transmitida ao homem por cães e gatos que por morcegos ou outros animais selvagens. A maior parte dos morcegos que temos próximos de nós são frugívoros e insetívoros, ou seja, não se alimentam de sangue como os hematófagos, portanto, não saem nos mordendo e tão pouco transmitindo doenças por aí. Uma verdade é que eles têm estreito relacionamento com a natureza e em alguns casos como veremos a seguir, a extinção de uma espécie acaba por aniquilar com a outra. Os morcegos Os morcegos são animais do Filo Chordata, Classe Mammalia e os únicos com a capacidade de voo entre todos os mamíferos, devido à transformação de seus braços em asas. Pertencem à ordem Chiroptera, palavra que significa em latim, mão transformada em asa. Existem 951 espécies de morcegos catalogados até o presente momento, mas apenas três delas são do tipo hematófago (que se alimentam de sangue), que são da subfamília Desmodontinae. Aproximadamente 138 espécies são de morcegos brasileiros. Os morcegos desempenham um papel muito importante na natureza e consequentemente para todos nós. Em sua grande maioria são agentes polinizadores de várias árvores frutíferas e comem milhares de insetos noturnos (seus hábitos têm preferência por esse turno). Também são os mais eficientes dispersores de sementes, pois chegam a transportar aproximadamente 500 sementes de plantas típicas de florestas a enormes distâncias. Os carnívoros também são importantes no controle das populações de pequenos vertebrados, inclusive de pequenos morcegos. O que é polinização? A polinização é a transferência de grãos de pólen das anteras (parte do aparelho reprodutor masculino das plantas) de uma flor para o estigma (parte do aparelho reprodutor feminino das plantas) da mesma flor ou de outra flor da mesma espécie. As anteras são os órgãos masculinos da flor e seu pólen é o gameta masculino. Página 76
3 Para que haja a formação de sementes e frutos é necessário que os grãos de pólen fecundem os óvulos existentes no aparelho reprodutor feminino. Quando essa transferência de pólen ocorre na mesma planta, se denomina autopolinização e quando é feita de uma flor para outra, chamamos polinização cruzada. Em outras palavras, a polinização é a forma que as plantas encontraram para trocar com efetividade sua carga genética e se reproduzirem. Para tanto esse processo não é completo sem um agente polinizador. A transferência de pólen pode ser através de fatores bióticos, ou seja, com o auxílio de seres vivos, ou abióticos, através de fatores ambientais, como o vento (Anemofilia), água (Hidrofilia) e no nosso caso com os morcegos (Quiropterofilia), representando o fator biótico. Para atrair os agentes polinizadores bióticos, as espécies vegetais oferecem ''recompensas'': pólen, néctar, óleos ou mesmo odores, utilizados na alimentação ou reprodução dos animais. Contudo, nem todos os animais que procuram as recompensas atuam como polinizadores efetivos, muitos visitantes são apenas pilhadores oportunistas, que roubam a recompensa sem exibir um comportamento adequado para realizar uma polinização eficiente. Anos de co-evolução entre plantas e agentes polinizadores, favoreceram adaptações morfológicas, fisiológicas e comportamentais surpreendentes, como consequência algumas tiveram uma dependência tão estreita que a extinção de um leva a do outro. Na polinização, os morcegos visitam flores para consumir néctar, e acabam por transportar o pólen de uma flor a outra da mesma espécie, ajudando assim na reprodução das plantas visitadas. A polinização dos morcegos é feita praticamente no contato dos pêlos, com a flor e se dirigindo até outra flor. Eles localizam suas fontes de alimento principalmente através do olfato e eco-localização. Embora a maioria dos morcegos do mundo seja insetívora, florestas tropicais têm uma elevada percentagem de comedores de frutas e néctar. Os morcegos nectívoros muitas vezes dependem de lugares que tem eco para localizar suas presas e possuem uma língua longa e fina chegando a (8,5cm) para chegar ao néctar como os beija-flores. Ecolocalização Uma especialidade comum aos morcegos é a eco localização. Capacidade de localizar objetos em pleno voo. Ecolocalização ou Biosonar é uma sofisticada Página 77
4 capacidade biológica de detectar a posição e ou distância de objetos (obstáculos no meio ambiente) através de emissão de ondas ultra-sônicas, no ar ou na água, e análise ou cronometragem do tempo gasto para essas ondas serem emitidas, refletirem no alvo e voltarem à fonte sobre a forma de eco (ondas refletidas). Para os morcegos essa capacidade é de importância crucial em condições onde a visão é insuficiente. Alguns também utilizam a ecolocalização para voarem em cavernas. Algumas plantas tropicais como a Marcgravia evenia (figura 1) desenvolveram capacidades em aproveitar esse eco localização para fins de polinização efetiva. A M. evenia desenvolveu um tipo de folha de forma côncava capaz de enviar de volta sinais emitidos por morcegos polinizadores. O estudo foi publicado na revista Science. A pesquisa conduzida por cientistas da Escola de Ciências Biológicas de Bristol descobriu que este formato de folha permitia que os morcegos encontrassem a flor duas vezes mais rápido do que as demais. De acordo com eles, as propriedades de reflexo acústico da folha, que serve como um eco-sinalizador manda de volta ecos fortes, multidirecionais facilmente reconhecíveis e com características acústicas que não mudam o que facilita o encontro da flor pelos morcegos. O papel das cores na flora é bem conhecido no processo de atração dos polinizadores, mas pouco estudo já foi feito sobre a utilidade de sinais acústicos para o processo de dispersão do pólen. Este sinal de eco, gera benefícios para ambos, planta e morcego (figura 2). Por um lado, ele aumenta a eficiência dos morcegos polinizadores, o que é particularmente importante porque eles têm que visitar centenas de flores todas as noites para se reabastecerem. Por outro lado, a Marcgravia evenia é tão pouco abundante que necessita de polinizadores que se movimentam muito. Apenas um detalhe parece ser ruim neste novo formato de folha, ela reduz o rendimento fotossintético se comparada com as folhas de formato comum, no entanto, os pesquisadores dizem que o ganho com um agente polinizador mais eficiente compensa o problema. Conclusão Os morcegos são polinizadores magistrais (figuras 3, 4 e 5), suas estratégias em algumas flores que só abrem à noite e têm um forte aroma os nutre e os mantêm por sua vez as plantas produzem néctar abundante, por exemplo, muitos tipos de cactos Página 78
5 (figura), paineiras e outras. Os morcegos mais especializados em se alimentar de néctar geralmente têm poucos dentes e algumas espécies possuem uma língua extremamente comprida, o que ajuda a alcançar o fundo dos tubos florais. São animais que devem ser respeitados como fortes vetores de dispersão das matas. Não devíamos temê-los, pois em sua grande maioria não nos fazem mal algum e mesmo aqueles que se alimentam de sangue, é certo que têm mais medo do homem que o contrário. Todos os seres vivos têm seu papel na natureza e todos são responsáveis por aquilo que produzem. O nosso papel como únicos seres com capacidade de raciocínio lógico é de atuar perante nosso planeta com mais respeito e coerência. Animais como os morcegos estão na Terra para interagir com outros seres vivos e um deles somos nós. É com prazer que concluo esse artigo sabendo que posso ter quebrado alguns falsos paradigmas sobre esses animais e seu papel como importantes polinizadores. Figura 1. Planta tropical Marcgravia evenia, com sua adaptação foliar para receber a eco localização..(fonte: Internet Imagens polinização morcegos) Página 79
6 FIGURA 2. Ilustração da eco localização na planta M. evenia.(fonte: Internet Imagens polinização morcegos FIGURA 3. Imagem de um morcego polinizando uma flor (A), mostrando o tamanho da língua (B) e com focinho cheio de pólen (C)..(Fonte: Internet Imagens polinização morcegos). Página 80
7 FIGURA 4. Imagem de um morcego polinizando uma flor.(fonte: Internet Imagens polinização morcegos). FIGURA 5. Imagem de um morcego polinizando uma flor.(fonte: Internet Imagens polinização morcegos). Morcego com focinho cheio de pólen (acima). Selo proteja os polinizadores (abaixo). (Fonte: Internet Imagens polinização morcegos). Página 81
8 REFERÊNCIAS F. HARVEY POUGH, CRISTINE M. JANIS, JOHN B. HEISER A Vida dos Vertebrados. São Paulo: Editora Atheneu. 4ed. REIS NL, PERACCHI AL, PEDRO WA, LIMA IP Mamíferos do Brasil. Londrina: Editors. 439 p. MELLO MAR, PASSOS FC Frugivoria em morcegos brasileiros. In: PACHECO SM, ESBERARD CEL, MARQUES RV, editors. Morcegos no Brasil: biologia, sistemática, ecologia e conservação. Porto Alegre: Editora Armazém Digital. p 574. SIMMONS NB Ordem Chiroptera. In: Wilson DE, Reeder DM, editors. Mammal species of the world: a taxonomic and geographic reference. Baltimore: Johns Hopkins University Press. p BERNARD E Morcegos vampiros: sangue, raiva e preconceito. Ciência Hoje 36(44-49). BERNARD E Ecos na escuridão: O fascinante sistema de orientação dos morcegos. Ciência Hoje 32(14-20). Página 82
EXTINÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA. Djenicer Alves Guilherme 1, Douglas Luiz 2
37 EXTINÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA Djenicer Alves Guilherme 1, Douglas Luiz 2 Resumo: Com a urbanização, o tráfico nacional e internacional de espécies e exploração dos recursos naturais de maneira mal planejada
Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas
Unidade 8 Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Ciclos Biogeoquímicos Os elementos químicos constituem todas as substâncias encontradas em nosso planeta. Existem mais de 100 elementos químicos,
ECOLOGIA GERAL ECOLOGIA DE POPULAÇÕES (DINÂMICA POPULACIONAL E DISPERSÃO)
Aula de hoje: ECOLOGIA GERAL ECOLOGIA DE POPULAÇÕES (DINÂMICA POPULACIONAL E DISPERSÃO) Aula 07 Antes de iniciarmos os estudos sobre populações e seus componentes precisamos conhecer e conceituar as estruturas
ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA. CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4
ATIVIDADE INTERAÇÕES DA VIDA CAPÍTULOS 1, 2, 3 e 4 Questão 1) Abaixo representa uma experiência com crisântemo, em que a planta foi iluminada, conforme mostra o esquema. Com base no esquema e seus conhecimentos,
Atividade extra. Questão 1. Questão 2. Ciências da Natureza e suas Tecnologias Biologia
Atividade extra Questão 1 O pesquisador Carlos Lineu nasceu na Suécia, em 1707. Ele descreveu milhares de espécies, incluindo a espécie humana. Fonte: Ciências da natureza e suas tecnologias Biologia 1.
muito gás carbônico, gás de enxofre e monóxido de carbono. extremamente perigoso, pois ocupa o lugar do oxigênio no corpo. Conforme a concentração
A UU L AL A Respiração A poluição do ar é um dos problemas ambientais que mais preocupam os governos de vários países e a população em geral. A queima intensiva de combustíveis gasolina, óleo e carvão,
Figura 1. Habitats e nichos ecológicos diversos. Fonte: UAN, 2014.
Ecologia de Comunidades e Ecossistemas Habitat e nicho ecológico Para entendermos o funcionamento da vida dos seres vivos em comunidade (dentro de um ecossistema) se faz necessário abordarmos dois conceitos
Unidade IV Os seres vivos e o meio ambiente.
CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Unidade IV Os seres vivos e o meio ambiente. CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL
Grupo de Ecologia Ambiental
Grupo de Ecologia Ambiental Queremos nosso planeta feliz! LUCAS MARTINS MIRANDA MATEUS MARQUES DOS SANTOS ORIENTAÇÃO: ELIAS ALVES DE SOUZA Goianésia, 2014 INTRODUÇÃO Atualmente, no planeta, o ser humano
INVESTIGAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA VISÃO DOS TRABALHADORES DO ATERRO SANITÁRIO DE AGUAZINHA
INVESTIGAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA VISÃO DOS TRABALHADORES DO ATERRO SANITÁRIO DE AGUAZINHA RODRIGUES, Ângela, Cristina, Lins; SILVA, Isabel, Gomes da; CUNHA,
INTRODUÇÃO DA ATIVIDADE BIOLOGIA ITINERANTE: ARTRÓPODES E SUA IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA EM ESCOLAS PÚBLICAS DE FORTALEZA.
INTRODUÇÃO DA ATIVIDADE BIOLOGIA ITINERANTE: ARTRÓPODES E SUA IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA EM ESCOLAS PÚBLICAS DE FORTALEZA. Jessica Sousa Silva (Universidade Estadual do Ceará) Isabela de Abreu Rodrigues Ponte
Aquecimento Global: uma visão crítica sobre o movimento ambiental mais discutido de todos os tempos
Aquecimento Global: uma visão crítica sobre o movimento ambiental mais discutido de todos os tempos Amanda Cristina Graf Alves, 6º período Desde o lançamento do polêmico filme A verdade inconveniente do
D) Presença de tubo digestivo completo em anelídeos, e incompleto em cnidários.
QUESTÓES DE ESPECÍFICA BIOLOGIA PROFª: THAÍS ALVES/ DATA: 15/07/14 01. Critérios anatômicos, fisiológicos e embrionários servem também de base para estabelecer o grau de parentesco entre os seres e, consequentemente,
A Era dos Mosquitos Transgênicos
A Era dos Mosquitos Transgênicos Depois das plantas geneticamente modificadas, a ciência dá o passo seguinte - e cria um animal transgênico. Seus inventores querem liberá-lo no Brasil. Será que isso é
Amanda Aroucha de Carvalho. Reduzindo o seu resíduo
Amanda Aroucha de Carvalho Reduzindo o seu resíduo 1 Índice 1. Apresentação 2. Você sabe o que é Educação Ambiental? 3. Problemas Ambientais 4. Para onde vai o seu resíduo? 5. Soluções para diminuir a
PNEUMONIA ATÍPICA? O QUE É A
O QUE É A PNEUMONIA ATÍPICA? A pneumonia atípica, essa doença que tanto ouves falar na televisão, é causada por um vírus. Um vírus é um microrganismo que, para sobreviver, ataca e mata algumas células
Ensino Fundamental II
Ensino Fundamental II Valor da prova: 2.0 Nota: Data: / /2015 Professora: Angela Disciplina: Geografia Nome: n o : Ano: 9º 3º bimestre Trabalho de Recuperação de Geografia Orientações: - Leia atentamente
Escola Estadual Dr. Martinho Marques PROJETO PANTANAL: SANTUÁRIO ECOLÓGICO
Escola Estadual Dr. Martinho Marques PROJETO PANTANAL: SANTUÁRIO ECOLÓGICO Taquarussu/MS Outubro 2009 Escola Estadual Dr.Martinho Marques PROJETO PANTANAL: SANTUÁRIO ECOLÓGICO Projeto de formação e ensino
REDE DE EDUCAÇÃO SMIC COLÉGIO SANTA CLARA SANTARÉM-PARÁ RESUMO DOS PROJETOS
REDE DE EDUCAÇÃO SMIC COLÉGIO SANTA CLARA SANTARÉM-PARÁ RESUMO DOS PROJETOS PROJETO SEMEANDO VIDAS: PLANTAS QUE ALIMENTAM BABY CLASS A e B Cristiane Repolho dos Santos¹ Talita Rocha de Aguiar² A escola
A sua respiração é feita através da pele, daí a necessidade do seu espaço se encontrar sempre húmido.
A minhoca pertence ao filo Annelida. Este filo é constituído aproximadamente por 8700 espécies, agrupados em 3 classes: Polychaeta, Oligochaeta e Hirundinea. Consomem diariamente, aproximadamente metade
Corte seletivo e fogo fazem Floresta Amazônica perder 54 milhões de toneladas de carbono por ano
Corte seletivo e fogo fazem Floresta Amazônica perder 54 milhões de toneladas de carbono por ano Perda equivale a 40% da produzida pelo desmatamento total. Pesquisa cruzou dados de satélites e de pesquisas
Classificação dos processos sucessionais
SUCESSÃO ECOLÓGICA A SUCESSÃO ECOLÓGICA PODE SER DEFINIDA COMO UM GRADUAL PROCESSO NO QUAL AS COMUNIDADE VÃO SE ALTERANDO ATÉ SE ESTABELECER UM EQUILÍBRIO. AS FASES DISTINTAS DA SUCESSÃO ECOLÓGICA SÃO:
Educação Patrimonial Centro de Memória
Educação Patrimonial Centro de Memória O que é história? Para que serve? Ambas perguntas são aparentemente simples, mas carregam uma grande complexidade. É sobre isso que falarei agora. A primeira questão
Quais as diferenças entre os formatos de imagem PNG, JPG, GIF, SVG e BMP?
Quais as diferenças entre os formatos de imagem PNG, JPG, GIF, SVG e BMP? 66.393 Visualizações Por Daniele Starck Disponível em: www.tecmundo.com.br/imagem/5866 quais as diferencas entre os formatos de
Vida no passado. Materiais folha de atividade tesoura fita crepe (ou cola bastão) GUIA DO ALUNO PÁGINA 1 DE 7 CIÊNCIAS BIOLOGIA GEOLOGIA
Vida no passado PÁGINA 1 DE 7 CIÊNCIAS BIOLOGIA GEOLOGIA Há muitos milhões de tipos de criaturas vivas hoje todos os diferentes pássaros, cobras, plantas, cogumelos, peixes, etc. Cada tipo é conhecido
Programação Anual. 6 ọ ano (Regime 9 anos) 5 ạ série (Regime 8 anos) VOLUME VOLUME
Programação Anual 6 ọ ano (Regime 9 anos) 5 ạ série (Regime 8 anos) 1. Astronomia: estudando o céu Estrelas e constelações Estudo do Universo Sistema Solar 2. Movimentos da Terra e da Lua Dia e noite Estações
Dia 4. Criado para ser eterno
Dia 4 Criado para ser eterno Deus tem [...] plantado a eternidade no coração humano. Eclesiastes 3.11; NLT Deus certamente não teria criado um ser como o homem para existir somente por um dia! Não, não...
Sistema Circulatório Comparado
Anatomia e Fisiologia Comparadas Sistema Circulatório Comparado Ana Luisa Miranda Vilela Cleonice Miguez Dias da Silva Braga DEMONSTRAÇÃO (PÁGINAS INICIAIS) Para aquisição somente na Bioloja. Direitos
CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 7º ANO
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 7º ANO 2010 PROVA DE CIÊNCIAS 7º ANO Questão 1 A idade
Blandina Felipe Viana Coordenadora da Rede POLINFRUT
Essa série de cartilhas, voltadas para estudantes do ensino fundamental, que tratam da importância dos serviços de polinização e de suas ameaças, foram produzidas pela equipe de estudantes e professores
os testículostí onde são produzidos os espermatozóides (gâmetas masculinos), femininos).
A reprodução sexuada apresenta uma multiplicidade de estratégias de reprodução, tal comonareprodução assexuada. Os gâmetas são produzidos em estruturas especializadas. ili Nos animais i essas estruturas
Lista de Exercícios de Recuperação do 3 Bimestre
Instruções gerais: Lista de Exercícios de Recuperação do 3 Bimestre Resolver os exercícios à caneta e em folha de papel almaço ou monobloco (folha de fichário). Copiar os enunciados das questões. Entregar
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 Índice 1. Introdução...3 1.1. O que é um Computador?... 3 1.2. Máquinas Multiníveis... 3 2 1. INTRODUÇÃO 1.1 O QUE É UM COMPUTADOR? Para estudarmos como um computador
Questões ambientais do Brasil
Questões ambientais do Brasil Ao longo da história do Brasil, o desmatamento esteve presente em todos os ciclos econômicos responsáveis pela construção do país, o que reduziu bastante a biodiversidade
Título do Case: Diversidades que renovam, transformando novas realidades
Título do Case: Diversidades que renovam, transformando novas realidades Categoria: Práticas Internas. Temática: Pessoas. Resumo: A motivação dos funcionários é importante para incentivar o trabalho e
3) As afirmativas a seguir referem-se ao processo de especiação (formação de novas espécies). Com relação a esse processo é INCORRETO afirmar que
Exercícios Evolução - parte 2 Professora: Ana Paula Souto Nome: n o : Turma: 1) Selecione no capítulo 7 duas características de defesa de plantas. a) DESCREVA cada característica. b) Para cada característica,
MARIA INÊZ DA SILVA, MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES, CRISTIANE CIDÁLIA CORDEIRO E SUELLEN ARAÚJO. Introdução
1 TRABALHANDO AS BORBOLETAS E AS ABELHAS COMO INSETOS POLINIZADORES NAS AULAS PRÁTICAS DE DUCAÇÃO AMBIENTAL E ZOOLOGIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA MARIA INÊZ DA SILVA, MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES,
Que ambiente é esse?
A U A UL LA Que ambiente é esse? Atenção Leia o texto abaixo: (...) Florestas bem verdes, cortadas por rios, lagos e corixos. Planícies extensas, que se unem ao horizonte amplo, cenário para revoadas de
Cadeias e Teias Alimentares
Cadeias e Teias Alimentares O termo cadeia alimentar refere-se à seqüência em que se alimentam os seres de uma comunidade. Autotróficos x Heterotróficos Seres que transformam substâncias minerais ou inorgânicas
Jesus declarou: Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo. (João 3:3).
Jesus declarou: Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo. (João 3:3). O capítulo três do Evangelho de João conta uma história muito interessante, dizendo que certa noite
APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Aula: 22.2 Conteúdo: Seres vivos e o ambiente II
A A Aula: 22.2 Conteúdo: Seres vivos e o ambiente II 2 A A Habilidades: Relacionar habitat e o nicho ecológico com os seres vivos em um ecossistema 3 A A Habitat e nicho ecológico: O habitat é o lugar
Desvios de redações efetuadas por alunos do Ensino Médio
Desvios de redações efetuadas por alunos do Ensino Médio 1. Substitua as palavras destacadas (ou mesmo aquelas que não estejam), de forma que os fragmentos abaixo fiquem mais elegantes, conforme à língua
Energia Eólica. Atividade de Aprendizagem 3. Eixo(s) temático(s) Ciência e tecnologia / vida e ambiente
Energia Eólica Eixo(s) temático(s) Ciência e tecnologia / vida e ambiente Tema Eletricidade / usos da energia / uso dos recursos naturais Conteúdos Energia eólica / obtenção de energia e problemas ambientais
GRUPO VIII 3 o BIMESTRE PROVA A
A GERAÇÃO DO CONHECIMENTO Transformando conhecimentos em valores www.geracaococ.com.br Unidade Portugal Série: 6 o ano (5 a série) Período: TARDE Data: 15/9/2010 PROVA GRUPO GRUPO VIII 3 o BIMESTRE PROVA
Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de
Recomendada Por quê? A coleção apresenta eficiência e adequação metodológica, com os principais temas relacionados a Ciências adequados a cada faixa etária, além de conceitos em geral corretos. Constitui
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 59 Discurso em ato comemorativo do
1 EDUCAÇÃO INFANTIL NATUREZA E SOCIEDADE O TEMPO PASSA... Guia Didático do Objeto Educacional Digital
Guia Didático do Objeto Educacional Digital NATUREZA E SOCIEDADE 1 EDUCAÇÃO INFANTIL O TEMPO PASSA... Este Objeto Educacional Digital (OED) está relacionado ao tema da Unidade 4 do Livro do Aluno. NATUREZA
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS Nome: Nº 7º Ano Data: / / 2015 Professor(a): Nota: (Valor 1,0/2,0) 3º e 4º Bimestres A - Introdução Neste semestre, fizemos um estudo sobre os invertebrados e sua ampla
JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena.
JUQUERIQUERÊ Resumo Neste breve documentário, um índio faz uma retrospectiva de como ele vivia na região do Rio Juqueriquerê, localizada no litoral norte do Estado de São Paulo. Em seu relato, compara
ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS
- Folha 1 Barbeiro - Triatoma infestans O nome cientifico do inseto barbeiro é Triatoma infestans, mas no Brasil sao conhecidas mais de 30 especies que transmitem a doença de Chagas. O genero como o proprio
Exercícios de Cadeias, Pirâmides e Teias Tróficas
Exercícios de Cadeias, Pirâmides e Teias Tróficas 1. (ENEM) Os personagens da figura estão representando situação hipotética de cadeia alimentar. A figura representa um exemplo de cadeia alimentar Suponha
Solução Comentada Prova de Biologia
11. Em relação à importância dos organismos autotróficos na modificação da atmosfera na Terra primitiva, analise as proposições abaixo e marque com V as verdadeiras e com F as falsas. 1 ( ) Com a liberação
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO DA ESCOLA ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB Nelson Leal dos Santos Júnior 1 Universidade Federal de Campina Grande
SENSO COMUM X CIÊNCIA: O AVANÇO DO CONHECIMENTO AO LONGO DA HISTÓRIA. Palavras chave: Conhecimento, Ciência, Senso Comum, Pesquisa Científica.
SENSO COMUM X CIÊNCIA: O AVANÇO DO CONHECIMENTO AO LONGO DA HISTÓRIA Alexandre Dantas de Medeiros 1 Aline Cândida Dantas de Medeiros 2 Norma Danielle Silva Barreto 3 Resumo: Para que chegássemos ao nível
Ensino Médio 2º ano classe: Prof. Gustavo Nome: nº. Lista de Exercícios 1ª Lei de Mendel, exceções e Sistema ABO e Rh
. Ensino Médio 2º ano classe: Prof. Gustavo Nome: nº Lista de Exercícios 1ª Lei de Mendel, exceções e Sistema ABO e Rh. 1- Em um experimento, preparou-se um conjunto de plantas por técnica de clonagem
Conteúdo: Aula: 12 assíncrona. Ciclo da água e dos nutrientes. Ciclo do nitrogênio, carbono e oxigênio. CONTEÚDO E HABILIDADES
CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Aula: 12 assíncrona Conteúdo: Ciclo da água e dos nutrientes. Ciclo do nitrogênio, carbono e oxigênio. 2 CONTEÚDO E
o hemofílico. Meu filho também será?
A U A UL LA Sou hemofílico. Meu filho também será? Nas aulas anteriores, você estudou alguns casos de herança genética, tanto no homem quanto em outros animais. Nesta aula, analisaremos a herança da hemofilia.
4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades de Ciências Nome:
4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades de Ciências Nome: 1) Observe esta figura e identifique as partes do vegetal representadas nela. Posteriormente, associe as regiões identificadas às funções
Áudio. GUIA DO PROFESSOR Síndrome de Down - Parte I
Síndrome de Down - Parte I Conteúdos: Tempo: Síndrome de Down 5 minutos Objetivos: Auxiliar o aluno na compreensão do que é síndrome de Down Descrição: Produções Relacionadas: Neste programa de Biologia
PLANO DE TRABALHO DOCENTE CIÊNCIAS 3º ANO Professor Vitor
PLANO DE TRABALHO DOCENTE CIÊNCIAS 3º ANO Professor Vitor CELESTE: PRODUÇÃO DO UNIVERSO 1. Componentes básicos do Universo matéria e energia: - Matéria e energia dos astros luminosos e iluminados; - Sol:
Top Guia In.Fra: Perguntas para fazer ao seu fornecedor de CFTV
Top Guia In.Fra: Perguntas para fazer ao seu fornecedor de CFTV 1ª Edição (v1.4) 1 Um projeto de segurança bem feito Até pouco tempo atrás o mercado de CFTV era dividido entre fabricantes de alto custo
UM CURSO DE GEOBIOLOGIA 8: AS MIL E UMA NOITES: A INTERAÇÃO HOMEM E NATUREZA A BUSCA DA UNIDADE NA DIVERSIDADE
UM CURSO DE GEOBIOLOGIA 8: AS MIL E UMA NOITES: A INTERAÇÃO HOMEM E NATUREZA A BUSCA DA UNIDADE NA DIVERSIDADE Marcos Alves de Almeida (www.geomarcosmeioambiente.com.br) Em 1995, trabalhando no IPT Instituto
Súmula Teoria Energética. Paulo Gontijo
Súmula Teoria Energética Paulo Gontijo O Universo Chama-se Universo ao conjunto de todas as coisas. Sua existência pressupõe a necessidade de dois conceitos anteriores a ele, que se denominam existência
Análise de Conjuntura
Análise de Conjuntura Boletim periódico da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados Os textos são da exclusiva responsabilidade de seus autores. O boletim destina-se a promover discussões sobre
INTRODUÇÃO A ROBÓTICA
INTRODUÇÃO A ROBÓTICA RODRIGO PENIDO DE AGUIAR COLÉGIO SÃO PAULO 2015 O que é robótica? A robótica é ciência que estuda a construção de robôs e computação. Ela trata de sistemas compostos por partes mecânicas
0 cosmo revela-se ao homem inicialmente do lado da Terra e do lado do mundo extra terrestre, do mundo das estrelas.
0 cosmo revela-se ao homem inicialmente do lado da Terra e do lado do mundo extra terrestre, do mundo das estrelas. 0 homem se sente aparentado com a Terra e suas forças. A própria vida instrui-o claramente
A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO
A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO Eliane Alves Leite Email: [email protected] Fernanda Cristina Sanches Email: [email protected] Helena Aparecida Gica Arantes
Ciências/15 6º ano Turma:
Ciências/15 6º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / 6ºcie302r Roteiro de Estudos- Recuperação de Ciências 6 ANO 2º trimestre Atividades para a oficina de estudo: Ciências - 6º ano 2º trimestre * Organizador-
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica A U L A 3 Metas da aula Descrever a experiência de interferência por uma fenda dupla com elétrons, na qual a trajetória destes
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO III ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 5. o ANO/EF - 2015
SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC MINAS E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO III ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 5. o ANO/EF - 2015 Caro (a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados
CARLOS RENATO PARAIZO RA 974808 ANÁLISE DO PORTAL. educarede.org.br
CARLOS RENATO PARAIZO RA 974808 www.educarede.com.br - 1 ANÁLISE DO PORTAL educarede.org.br Trabalho apresentado como aproveitamento da disciplina AM540 Multimeios e Educação, sob orientação do Prof. Dr.
MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Introdução Mídias na educação
MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Michele Gomes Felisberto; Micheli de Oliveira; Simone Pereira; Vagner Lean dos Reis Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha Introdução O mundo em que vivemos
Unidade 3 Os animais invertebrados
Sugestões de atividades Unidade 3 Os animais invertebrados 7 CIÊNCIAS 1 Cnidários 1. Os cnidários podem ocorrer na natureza sob a forma de pólipos e medusas. Esses animais apresentam um tipo de célula
AFETA A SAÚDE DAS PESSOAS
INTRODUÇÃO Como vai a qualidade de vida dos colaboradores da sua empresa? Existem investimentos para melhorar o clima organizacional e o bem-estar dos seus funcionários? Ações que promovem a qualidade
Aula 5 Reprodução das Angiospermas
Aula 5 Reprodução das Angiospermas Nas angiospermas, o esporófito é formado por raízes, caule, folhas, flores, frutos e sementes. As flores são folhas modificadas, preparadas para a reprodução das angiospermas.
4º ano. Atividade de Estudo - Ciências. Nome:
Atividade de Estudo - Ciências 4º ano Nome: 1- Imagine que o quadriculado abaixo seja uma representação da composição do ar. No total, são 100 quadradinhos. PINTE, de acordo com a legenda, a quantidade
b) Ao longo da sucessão ecológica de uma floresta pluvial tropical, restaurada rumo ao clímax, discuta o que ocorre com os seguintes fatores
Questão 1 Leia o seguinte texto: Com a oportunidade de colocar em prática a nova lei do código florestal brasileiro (lei 12.631/12) e estabelecer estratégias para a recuperação de áreas degradadas, o Ministério
O COMPORTAMENTO DE CONSUMO VIRTUAL COMO EXPRESSÃO DA SUBJETIVIDADE NA CONTEMPORANEIDADE
20 a 24 de outubro de 2008 O COMPORTAMENTO DE CONSUMO VIRTUAL COMO EXPRESSÃO DA SUBJETIVIDADE NA CONTEMPORANEIDADE Jaqueline Reinert Godoy 1, Gláucia Valéria Pinheiro de Brida 2 RESUMO: O consumo virtual
O Solo e a Nossa Saúde
O Solo e a Nossa Saúde A formação de lixo não é de hoje; Quantidades excessivas de lixo desde a Idade Média; Essa grande quantidade de lixo acaba gerando doenças e fazendo mal a nossa saúde; Atualmente,
A política e os programas privados de desenvolvimento comunitário
A política e os programas privados de desenvolvimento comunitário Por Camila Cirillo O desenvolvimento local privado O que aqui chamamos de programas de desenvolvimento comunitário são ações de promoção
4. O Comunicador da Sustentabilidade
4. O Comunicador da Sustentabilidade Segundo o professor Evandro Ouriques da Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a formação dos jornalistas deve passar necessariamente
A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS
A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Universidade Federal do Piauí [email protected] INTRODUÇÃO Diante
Sistema de Recuperação
Colégio Visconde de Porto Seguro Unidade I - 2º ano 2011 Sistema de Recuperação ATIVIDADES EXTRAS DE RECUPERAÇÃO PARALELA E CONTÍNUA FAÇA UMA CAPA PERSONALIZADA PARA SUA APOSTILA DE ESTUDOS Nome: Classe:
CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ 2010 01. A principal
Água, fonte de vida. Aula 1 Água para todos. Rio 2016 Versão 1.0
Água, fonte de vida Aula 1 Água para todos Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Analisar a quantidade de água potável disponível em nosso planeta 2 Identificar os diferentes estados da água 3 Conhecer o ciclo
Áreas degradadas. Áreas degradadas conceitos e extensão
Áreas degradadas Áreas degradadas conceitos e extensão Conceituação e caracterização de áreas degradadas O ecossistema que sofreu alterações relativas à perda da cobertura vegetal e dos meios de regeneração
Tema: evasão escolar no ensino superior brasileiro
Entrevista com a professora Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo Vice- presidente do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, Ciência e Tecnologia e Sócia- diretora da Lobo & Associados Consultoria.
www.elesapiens.com GLOSSÁRIO DE QUÍMICA ADUBO: É qualquer substância orgânica ou inorgânica que melhora a qualidade da terra.
GLOSSÁRIO DE QUÍMICA ADUBO: É qualquer substância orgânica ou inorgânica que melhora a qualidade da terra. ALQUIMIA: A alquimia foi uma antiga prática que buscava encontrar o que chamavam de Pedra Filosofal,
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 3.º ANO/EF 2015
SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC Minas E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 3.º ANO/EF 2015 Caro(a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados
MATRIZ DE REFERÊNCIA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA PROVA FLORIPA CIÊNCIAS DA NATUREZA - 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
CIÊNCIAS DA NATUREZA - 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL D01 Interpretar situações de equilíbrio e desequilíbrio ambiental, provocadas pela ação humana. D02 Identificar o calor do sol como principal causa da
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS Nome: Nº 7º Ano Data: / / 2015 Professor(a): Nota: (Valor 1,0) 3º Bimestre A - Introdução Neste bimestre começamos a estudar o reino animal com toda sua fantástica diversidade.
Data: /08/14 Bimestr e: Nome: 9 ANO Nº Disciplina Biologia Valor da Prova / Atividade:
Data: /08/14 Bimestr e: 2 Nome: 9 ANO Nº Disciplina Biologia : Valor da Prova / Atividade: Professo r: Ângela Nota: Objetivo / Instruções: Lista de Recuperação 1.Explique a principal diferença entre sociedade
Reconhecer as diferenças
A U A UL LA Reconhecer as diferenças Nesta aula, vamos aprender que os solos são o resultado mais imediato da integração dos processos físicos e biológicos na superfície da Terra. A formação e o desenvolvimento
CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL
CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode
Sinais. O mundo está a mudar
Sinais O mundo está a mudar O nosso Planeta está a aquecer, do Pólo Norte ao Polo Sul. Os efeitos do aumento da temperatura estão a acontecer e os sinais estão por todo o lado. O aquecimento não só está
Identificação do projeto
Seção 1 Identificação do projeto ESTUDO BÍBLICO Respondendo a uma necessidade Leia Neemias 1 Neemias era um judeu exilado em uma terra alheia. Alguns dos judeus haviam regressado para Judá depois que os
Tópicos em Meio Ambiente e Ciências Atmosféricas
INPE-13139-PRE/8398 SENSORIAMENTO REMOTO Tania Sausen Tópicos em Meio Ambiente e Ciências Atmosféricas INPE São José dos Campos 2005 MEIO AMBIENTE E CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS 8 Sensoriamento Remoto Tania Sauzen
DESCRITORES DAS PROVAS DO 1º BIMESTRE
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO DESCRITORES DAS PROVAS DO 1º BIMESTRE CIENTISTAS DO AMANHÃ Descritores 1º Bimestre
2015 O ANO DE COLHER ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO
ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO Texto: Apocalipse 22:1-2 Então o anjo me mostrou o rio da água da vida que, claro como cristal, fluía do trono de Deus e do Cordeiro, no meio da RUA principal da cidade. De
