As bases da Dinâmica Molecular - 8
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- Ayrton Barreto Klettenberg
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1 As bases da Dinâmica Molecular - 8 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel
2 Hipóteses fundamentais da teoria cinética Qualquer porção pequena do gás contém um número N enorme de moléculas. Número de de Avogadro Volume ocupado por por um um mol mol de de gás gás ideal ideal a K e 1 atm atm 22.4 litros Neste volume existem cerca de N A moléculas do gás O grande número de partículas é fundamental para que as propriedades estatísticas sejam verificadas. IDMSF2017 2
3 Hipóteses fundamentais da teoria cinética As moléculas do gás são esferas perfeitas com diâmetro entre 2 e 3Å e movimento aleatório permanente, A única interação entre as moléculas do gás ideal são encontradas nas colisões binárias elásticas entre elas: não existem forças de atração ou repulsão entre as moléculas. As colisões entre as moléculas e as paredes do recipiente que as contém são do tipo elásticas. As moléculas estão distribuídas uniformemente dentro do recipiente que as contém. Não existe uma direção preferencial para a velocidade de qualquer molécula: o sistema é isotrópico. IDMSF2017 3
4 Hipóteses fundamentais da teoria cinética Nem todas as moléculas tem a mesma velocidade: as velocidades das moléculas seguem uma dada distribuição de velocidades. TEORIA CINÉTICA DOS DOS GASES IDEAIS Dado o número grande de moléculas, é o comportamento coletivo do gás que define as propriedades do sistema. Função distribuição de de velocidades do do sistema Número de moléculas que num dado tempo possuem posição entre e e velocidade entre e Elemento de volume no espaço de posição x velocidade IDMSF2017 4
5 Hipóteses fundamentais da teoria cinética Nem todas as moléculas tem a mesma velocidade: as velocidades das moléculas seguem uma dada distribuição de velocidades. TEORIA CINÉTICA DOS DOS GASES IDEAIS Dado o número grande de moléculas, é o comportamento coletivo do gás que define as propriedades do sistema. Função distribuição de de velocidades do do sistema Número de moléculas que num dado tempo possuem posição entre e e velocidade entre e Condição de normalização IDMSF2017 5
6 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Equação de Boltzmann (1872) Equação de evolução temporal da função distribuição de velocidades até o equilíbrio termodinâmico do sistema. Limite assintótico da função distribuição No equilíbrio termodinâmico, a função distribuição do gás é função apenas das velocidades da moléculas. função distribuição de equilíbrio do gás Uma indicação da obtenção do equilíbrio em MD seria a independência da função distribuição de velocidades com o tempo. IDMSF2017 6
7 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Função distribuição de velocidades de Maxwell-Boltzmann no equilíbrio Constante de Boltzmann IDMSF2017 7
8 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico O valor médio das componentes das velocidades das partículas é zero. IDMSF2017 8
9 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico IDMSF2017 9
10 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Densidade de probabilidade dos MÓDULOS das velocidades moleculares Probabilidade de encontrarmos uma molécula com módulo da velocidade entre e Número de moléculas com módulo da velocidade entre e IDMSF
11 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Aumento de de T ou ou diminuição da da massa das das moléculas Distribuição de de velocidades mais mais larga larga IDMSF
12 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Velocidade mais provável Valor médio IDMSF
13 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Valor médio Variância Valor Valor esperado (média) do do quadrado da da dispersão de de uma uma variável aleatória em em torno torno do do seu seu valor valor médio. Dispersão IDMSF
14 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Valor médio Variância Valor Valor esperado (média) do do quadrado da da dispersão de de uma uma variável aleatória em em torno torno do do seu seu valor valor médio. IDMSF
15 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Valor médio Variância Valor Valor esperado (média) do do quadrado da da dispersão de de uma uma variável aleatória em em torno torno do do seu seu valor valor médio. IDMSF
16 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Valor médio Variância Valor Valor esperado (média) do do quadrado da da dispersão de de uma uma variável aleatória em em torno torno do do seu seu valor valor médio. IDMSF
17 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Valor médio Desvio padrão Raiz Raiz quadrada da da variância de de uma uma variável aleatória. IDMSF
18 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico IDMSF
19 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico Velocidade de rms Nitrogênio à temperatura ambiente T = 300 K IDMSF
20 Função distribuição no equilíbrio termodinâmico IDMSF
21 Princípio de equipartição da energia Existe uma uma energia média de de associado à cada cada grau grau de de liberdade do do sistema. Caso o sistema tenha algum vínculo interno, por exemplo, a velocidade do CM igual à zero, o número de vínculos deve ser descontado do número de graus de liberdade. Para um sistema de N átomos monoatômicos (apenas movimento de translação nas 3 direções), existem 3N graus de liberdade. Se este sistema tem N c vínculos internos, o número de graus de liberdade será dado por: A partícula monoatômica não tem dimensão IDMSF
22 Princípio de equipartição da energia Existe uma uma energia média de de associado à cada cada grau grau de de liberdade do do sistema. Caso o sistema tenha algum vínculo interno, por exemplo, a velocidade do CM igual à zero, o número de vínculos deve ser descontado do número de graus de liberdade. Para um sistema de N átomos diatômicos, além dos graus de liberdade de translação (em geral associados ao CM da molécula), devemos somar os graus de liberdade de rotação (R) e vibração (V), caso permitido. Se este sistema tem N c vínculos internos, o número de graus de liberdade será dado por: Molécula diatômica rígida (sem vibração): R = 2 IDMSF
23 Princípio de equipartição da energia Existe uma uma energia média de de associado à cada cada grau grau de de liberdade do do sistema. Usando o princípio da equipartição da energia, temos que a energia cinética total de um sistema com N moléculas monoatômicas será dada por: IDMSF
24 Temperatura cinética instantânea Se e Para cada instante de tempo em MD podemos definir a chamada temperatura cinética instantânea do sistema: IDMSF
25 Temperatura cinética instantânea Em MD, a temperatura termodinâmica do sistema será igual, em média, a temperatura cinética instantânea, no limite de longos tempos de simulação: Princípio da ergodicidade do sistema IDMSF
26 Temperatura cinética instantânea A equipartição de de energia não não está está sendo verificada. A temperatura cinética pretendida não não está está sendo obtida. Partículas com com módulo da da velocidade inicial igual igual a 1 IDMSF
27 Temperatura cinética instantânea Devemos controlar a temperatura instantânea em MD: No tempo t = 0 devemos usar a temperatura pretendida T para o sistema na definição do módulo das velocidades iniciais. Fator Fator de de escala para para as as velocidades Componentes x, x, y e z da da velocidade aleatória da da molécula ii IDMSF
28 Temperatura cinética instantânea A equipartição de de energia não não está está sendo verificada. Partículas com com módulo da da velocidade inicial inicial igual igual a f s f s A temperatura cinética pretendida não não está está sendo obtida. IDMSF
29 Temperatura cinética instantânea Devemos controlar a temperatura instantânea em MD: Durante a evolução temporal (especialmente durante a termalização) devemos ajustar o valor da temperatura cinética instantânea com o valor pretendido da temperatura T. Isto é feito através de uma reescala nas velocidades instantâneas das velocidades das partículas, usando um parâmetro, calculado a partir do valor da temperatura cinética instantânea: IDMSF
30 Temperatura cinética instantânea Devemos controlar a temperatura instantânea em MD: Durante a evolução temporal (especialmente durante a termalização) devemos ajustar o valor da temperatura cinética instantânea com o valor pretendido da temperatura T. Isto é feito através de uma reescala nas velocidades instantâneas das velocidades das partículas, usando um parâmetro, calculado a partir do valor da temperatura cinética instantânea: IDMSF
31 Temperatura cinética instantânea Devemos controlar a temperatura instantânea em MD: Durante a evolução temporal (especialmente durante a termalização) devemos ajustar o valor da temperatura cinética instantânea com o valor pretendido da temperatura T. Isto é feito através de uma reescala nas velocidades instantâneas das velocidades das partículas, usando um parâmetro, calculado a partir do valor da temperatura cinética instantânea: Devemos multiplicar a velocidade de cada partícula pelo fator com uma dada periodicidade, sempre que percebermos que o valor da temperatura cinética instantânea difere do valor pretendido de temperatura T. IDMSF
32 Temperatura cinética instantânea Partículas com com módulo da da velocidade inicial inicial igual igual a f s f s Reescala das das velocidades a cada cada passos de de MD MD IDMSF
33 TAREFA 6: Considere um sistema com N partículas monoatômicas, que interagem através de um potencial do tipo WCA. Tomando o parâmetro de distância ij = 1.0 e de energia ij = 1.0, analise as propriedades cinéticas do sistema para uma dada temperatura T: 1) Obtenha os valores médios do módulo das velocidades e da velocidade de rms das partículas e compare com os valores teóricos. 2) Obtenha o valor médio da temperatura cinética instantânea do sistema e compare com o valor pretendido T. 3) Obtenha o valor médio da energia cinética por partícula e verifique se o princípio de equipartição da energia do sistema é obtido. 4) Obtenha a distribuição do módulo das velocidades das partículas e compare com a distribuição teórica do tipo Maxwell-Boltzmann. 5) Verifique, usando a distribuição do módulo das velocidades das partículas obtida no item 4) se os valores médios calculados em 1) e 2) são razoáveis. Os resultados acima (gráficos, tabelas, valores obtidos, etc) devem ser apresentados num texto em PDF, na forma de um relatório. Figuras devem ser preparadas com legendas, identificação de eixos, etc. A análise dos resultados é livre. Data limite de de entrega: 25/06/2017 (mandar o arquivos do do programa e o PDF PDF do do texto texto para para o [email protected]) IDMSF
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