As bases da Dinâmica Molecular - 9
|
|
|
- Lucinda Freire Quintão
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 As bases da Dinâmica Molecular - 9 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel
2 Termostato de Berendsen [J. Chem. Phys. 81, 3684 (1984)] Não simula o sistema em contato com um banho térmico (temperatura constante). Não simula o chamado ensemble canônico da Mecânica Estatística. A reescala das velocidades é feita de forma similar à reescala usando a energia cinética: IDMSF2017 2
3 Termostato de Berendsen [J. Chem. Phys. 81, 3684 (1984)] Não simula o sistema em contato com um banho térmico (temperatura constante). Não simula o chamado ensemble canônico da Mecânica Estatística. A reescala das velocidades é feita de forma similar à reescala usando a energia cinética: IDMSF2017 3
4 Termostato de Berendsen [J. Chem. Phys. 81, 3684 (1984)] O termostato de Berendsen assume que as velocidades serão reescaladas admitindo que a taxa de variação na temperatura é proporcional à diferença entre o valor da temperatura instantânea e a temperatura desejada: Parâmetro de de acoplamento do do sistema com com o banho térmico Termostato é aplicado (H (H 2 O 2 líquida) líquida) (fase (fase condensada) IDMSF2017 4
5 Termostato de Berendsen [J. Chem. Phys. 81, 3684 (1984)] O termostato de Berendsen assume que as velocidades serão reescaladas admitindo que a taxa de variação na temperatura é proporcional à diferença entre o valor da temperatura instantânea e a temperatura desejada: Parâmetro de de acoplamento do do sistema com com o banho térmico Termostato nulo Maior mais demorado será será a obtenção da da temperatura pretendida. IDMSF2017 5
6 Termostato de Berendsen [J. Chem. Phys. 81, 3684 (1984)] O termostato de Berendsen assume que as velocidades serão reescaladas admitindo que a taxa de variação na temperatura é proporcional à diferença entre o valor da temperatura instantânea e a temperatura desejada: como IDMSF2017 6
7 Termostato de Berendsen [J. Chem. Phys. 81, 3684 (1984)] O termostato de Berendsen assume que as velocidades serão reescaladas admitindo que a taxa de variação na temperatura é proporcional à diferença entre o valor da temperatura instantânea e a temperatura desejada: IDMSF2017 7
8 Termostato de Berendsen [J. Chem. Phys. 81, 3684 (1984)] O termostato de Berendsen assume que as velocidades serão reescaladas admitindo que a taxa de variação na temperatura é proporcional à diferença entre o valor da temperatura instantânea e a temperatura desejada: IDMSF2017 8
9 Termostato de Berendsen [J. Chem. Phys. 81, 3684 (1984)] O termostato de Berendsen deve ser aplicado como na reescala pela energia cinética, multiplicando as velocidades por com uma dada periodicidade. O valor da constante de acoplamento deve ser testado, a fim de verificar quão rápido o sistema converge para a temperatura pretendida. Embora simples, os termostatos com a reescala da velocidade usando a energia cinética (isocinético) ou Berendsen não simulam a temperatura corretamente. IDMSF2017 9
10 Termostato de Andersen [J. Chem. Phys. 72, 2384 (1980)] Neste termostato o sistema está acoplado com um reservatório térmico. O acoplamento é representado através de colisões aleatórias das moléculas do sistema com o reservatório a uma dada temperatura. Neste sentido, simula o chamado ensemble canônico da Mecânica Estatística. As moléculas que sofrem estas colisões são selecionadas de forma aleatória com uma dada periodicidade, ou frequência, separadas por um intervalo entre colisões dado por = 1/. Uma vez selecionadas as moléculas, as velocidades são modificadas de acordo com uma distribuição do tipo Maxwell-Boltzmann com a temperatura que define o reservatório térmico: IDMSF
11 Termostato de Andersen [J. Chem. Phys. 72, 2384 (1980)] Algoritmo para aplicação do termostato de Andersen Durante a dinâmica, integre as equações de movimento a cada intervalo de tempo t. A cada intervalo de tempo, selecione um dado número de partículas de forma aleatória para sofrerem uma colisão (contato com o reservatório). A probabilidade que uma partícula seja escolhida num intervalo t é dada por t. Uma vez selecionada, a partícula sofre uma colisão, tal que a sua nova velocidade é determinada por uma distribuição do tipo Maxwell-Boltzmann (MB) com média zero e variância 2 dada por: IDMSF
12 Termostato de Andersen [J. Chem. Phys. 72, 2384 (1980)] Algoritmo para aplicação do termostato de Andersen O parâmetro, que define a frequência de colisões, deve ser fornecido pelo usuário. Para cada partícula, uma variável aleatória e uniforme entre 0 e 1 deve ser calculada (usando rotina ran2). Se esta variável aleatória for menor do que t a velocidade da partícula deve ser redefinida, usando a distribuição de MB com a temperatura pretendida. A intensidade do acoplamento com o reservatório é dada pela frequência colisões infrequentes: as flutuações na energia serão lentas e o termostato não funcionará de forma apropriada colisões frequentes: flutuações dominadas por colisões, como esperado. IDMSF
13 Termostato de Andersen [J. Chem. Phys. 72, 2384 (1980)] Algoritmo para aplicação do termostato de Andersen As colisões podem ser feitas dentro da rotina de integração de velocity-verlet: gasdev: gerador de números aleatórios com distribuição normal (gaussiana), com variância unitária e média zero (Numerical Recipes). IDMSF
14 Produz dois números aleatórios, com distribuição uniforme, num quadrado de -1 a +1 Transformação Box-Muller para obter duas distribuições normais a partir de distribuições uniformes IDMSF
15 Uso da rotina GASDEV, para diferentes números de chamadas (calls) IDMSF
16 Uso da rotina GASDEV, para diferentes números de chamadas (calls) IDMSF
17 Uso da rotina GASDEV, para diferentes números de chamadas (calls) IDMSF
18 Cálculo de propriedades termodinâmicas Capacidade térmica e calor específico (V constante) Capacidade térmica 1 a Lei de Termodinâmica V constante = 0 Calor específico IDMSF
19 Cálculo de propriedades termodinâmicas Capacidade térmica e calor específico (V constante) Capacidade térmica Relação da Mecânica Estatística Variância ou ou dispersão em em energia interna Média do do observável A, A, calculada numa numa simulação com com N, N, V e T constantes IDMSF
20 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema Teorema do virial da Mecânica Estatística: 2 a equação do virial Força total: externas e internas ao sistema IDMSF
21 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema Teorema do virial da Mecânica Estatística: 2 a equação do virial Força total: externas e internas ao sistema Pressão do do sistema IDMSF
22 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema Teorema do virial da Mecânica Estatística: 2 a equação do virial Força total: externas e internas ao sistema IDMSF
23 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema Teorema do virial da Mecânica Estatística: 2 a equação do virial Força total: externas e internas ao sistema Pressão do do sistema IDMSF
24 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema 3 a lei de Newton: IDMSF
25 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema 3 a lei de Newton: IDMSF
26 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema Usando equipartição da energia: Forças de de pares, derivadas a partir partir do do potencial de de interação de de pares IDMSF
27 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema Supondo um potencial do tipo Lennard-Jones (LJ): IDMSF
28 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema Supondo um potencial do tipo Lennard-Jones (LJ): IDMSF
29 Cálculo de propriedades termodinâmicas Pressão do sistema Supondo um potencial do tipo Lennard-Jones (LJ): IDMSF
30 Cálculo de propriedades termodinâmicas TAREFA 7: Considere um sistema com N partículas monoatômicas, que interagem através de um potencial do tipo LJ. Tomando o parâmetro de distância ij = 1.0 e de energia ij = 1.0, obtenha o que se pede: 1) Calcule a capacidade térmica a volume constante, para diferentes temperaturas do sistema, e compare com o valor esperado para um gás ideal. 2) Calcule a pressão do sistema, para uma dada temperatura, e compare com o resultado esperado para um gás ideal. A análise acima deve ser feita usado os termostatos de Berendsen e Andersen. Os resultados acima (gráficos, tabelas, valores obtidos, etc) devem ser apresentados num texto em PDF. Figuras devem ser preparadas com legendas, identificação de eixos, etc. A análise dos resultados é livre. Data limite de de entrega: 15/08/2017 (mandar o arquivos do do programa e o PDF PDF do do texto texto para para o [email protected]) IDMSF
As bases da Dinâmica Molecular - 8
As bases da Dinâmica Molecular - 8 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Hipóteses fundamentais da teoria cinética Qualquer porção pequena do gás contém um número N enorme de moléculas. Número
As bases da Dinâmica Molecular - 7
As bases da Dinâmica Molecular - 7 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Considere um sistema com N partículas monoatômicas, que interagem através de um potencial do tipo Lennard-Jones (LJ). Tomando
As bases da Dinâmica Molecular - 3
As bases da Dinâmica Molecular - 3 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel x sistemas macroscópicos Sistemas finitos e sistemas macroscópicos em MD Sistemas finitos O número de partículas é pequeno.
As bases da Dinâmica Molecular - 6
As bases da Dinâmica Molecular - 6 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Sistemas finitos x sistemas macroscópicos Sistemas finitos e sistemas macroscópicos em MD Sistemas finitos O número de
As bases da Dinâmica Molecular - 1
As bases da Dinâmica Molecular - 1 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Um pouco de história... IDMSF2017 2 Um pouco de história... A pré-história da Dinâmica Molecular A ideia da Dinâmica Molecular
As bases da Dinâmica Molecular - 2
As bases da Dinâmica Molecular - 2 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel J. Chem. Phys. 76, 637 (1982) IDMSF2017 2 Derivação, usando as equações de Verlet (1) (2) Da equação (2) temos Que substituída
Fundamentos da modelagem Molecular - 1
Fundamentos da modelagem Molecular - 1 Departamento de Física UFPel ufpellogo Introdução Rotas para a pesquisa Conexão entre experimento, simulação e teoria Sistema real Fazer modelos do sistema Fazer
Mecânica Estatística - Exercícios do EUF Professor: Gabriel T. Landi
Mecânica Estatística - Exercícios do EUF Professor: Gabriel T. Landi (2016-2) Sólido cristalino Num modelo para um sólido cristalino podemos supor que os N átomos sejam equivalentes a 3N osciladores harmônicos
As bases da Dinâmica Molecular - 2
As bases da Dinâmica Molecular - 2 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Um pouco de história... SCEF 2 Um pouco de história... A pré-história da Dinâmica Molecular A ideia da Dinâmica Molecular
Instituto de Física USP. Física Moderna I. Aula 4. Professora: Mazé Bechara
Instituto de Física USP Física Moderna I Aula 4 Professora: Mazé Bechara Aula 04 Modelos de estrutura da matéria e a mecânica estatística clássica 1. Uma teoria para a dinâmica de um sistema de muitas
Aula 4. - exemplos: gás de rede ideal, gás de rede de van der Waals
Aula 4 - exemplos: gás de rede ideal, gás de rede de van der Waals - funcionamento da mecânica estatística de equilíbrio - Silvio Salinas - IFUSP Blumenau, agosto de 2018 Lei de Boyle (Século XVII,...
Capítulo 11 - Teoria Cinética dos Gases. O número de Avogrado é número de moléculas contido em 1 mol de qualquer substãncia
Capítulo 11 - Teoria Cinética dos Gases Em 1811, o italiano Amedeo Avogrado enunciou 2 hipóteses: 1) As moléculas de um gás podem ser compostas por mais de um único átomo. 2) Nas mesmas condições de temperatura
Neste modelo o gás é estudado de uma forma microscópica, onde a temperatura, a pressão e a. o resultado do movimento dos átomos e moléculas.
TEORIA CINÉTICA Neste modelo o gás é estudado de uma forma microscópica, onde a temperatura, a pressão e a energia interna são interpretadas como o resultado do movimento dos átomos e moléculas. Pressão
Fundamentos da modelagem Molecular - 1
Fundamentos da modelagem Molecular - 1 Departamento de Física UFPel Introdução Rotas para a pesquisa Conexão entre experimento, simulação e teoria Sistema real Fazer modelos do sistema Fazer experimentos
1 Termodinâmica: Modelos e Leis 1. 2 Princípio da Conservação da Energia: A 1.ª Lei da Termodinâmica 13
Prefácio Lista de Símbolos xiii xvii 1 Termodinâmica: Modelos e Leis 1 1.1 Introdução 1 1.2 Modelo do Gás Perfeito 3 1.3 Mistura de Gases Perfeitos: Lei de Dalton 6 1.4 Leis da Termodinâmica 7 1.5 Expansão
Métodos Computacionais em Física
Métodos Computacionais em Física Tatiana G. Rappoport [email protected] 2014-1 Integração usando o método da rejeição Queremos calcular a integral Definimos um retângulo de altura H que contenha a
ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE UM GÁS POR DINÂMICA MOLECULAR.
ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE UM GÁS POR DINÂMICA MOLECULAR. João Paulo Smykaluk (ICV-UNICENTRO), Eduardo Vicentini (Orientador), e-mail: [email protected]. Universidade Estadual do Centro-Oeste, Setor
Formalismo microcanônico ( ensemble microcanônico) Formalismo canônico ( ensemble canônico)
Formalismo microcanônico ( ensemble microcanônico) sist(j) estado j f j = Ω j Ω Formalismo canônico ( ensemble canônico) reservatório de temperatura tot res sistema f j = Ω res+sist(j) Ω tot sist(j) Física
ÍNDICE. INTRODUÇÃO À FÍSICA ESTATÍSTICA xiii 1 PASSEIO ALEATÓRIO 1
ÍNDICE INTRODUÇÃO À FÍSICA ESTATÍSTICA xiii 1 PASSEIO ALEATÓRIO 1 1.1 Probabilidades: definições elementares 3 1.2 Variáveis aleatórias e funções de distribuição 5 1.3 Passeio aleatório simples 9 1.3.1
FIS-14 Mecânica I. Ronaldo Rodrigues Pela
FIS-14 Mecânica I Ronaldo Rodrigues Pela Objetivos Visão geral: Termodinâmica e Mecânica Velocidade rms Equipartição da Energia e calor específico Origem microscópica da distribuição de Maxwell-Boltzmann
Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785
Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 [email protected] www.ief.ita.br/~rrpela Mecânica Mecânica: estuda o estado de movimento (ou repouso) de corpos sujeitos à ação
O que é um transição de fase?
Transição de Fase O que é um transição de fase? Fases são estados macroscópicos específicos da Matéria em equilíbrio termodinâmico. Exemplo: estado sólido, líquido ou gasoso. Transição de fase é uma transformação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Química e Biologia. Aula Interlúdio molecular
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Química e Biologia Aula Interlúdio molecular Energia Interna somatório de energias (cinética + potencial) Energia cinética relacionada
Termodinâmica 7. Alexandre Diehl. Departamento de Física - UFPel
Termodinâmica 7 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Robert Boyle (1627-1691) Experimentos com tubo manométrico mercúrio 2 Robert Boyle (1627-1691) Experimentos com tubo manométrico 3 Robert
As bases da Dinâmica Molecular - 3
As bases da Dinâmica Molecular - 3 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Sistemas finitos x sistemas macroscópicos Sistemas finitos O número de partículas é pequeno. Sistemas finitos em MD O sistema
Instituto de Física USP. Física V - Aula 18. Professora: Mazé Bechara
Instituto de Física USP Física V - Aula 18 Professora: Mazé Bechara Aula 28 Discussão da 1ª prova e Apresentação do Tópico III 1. Soluções das questões da prova com comentários. Critérios de correção.
Prefácio. Lista de Símbolos. Modelo do Gás Perfeito 2 Mistura de Gases Perfeitos. Lei de Dalton 4 Problemas 6
Índice Geral Prefácio xv Lista de Símbolos xvii 1 Modelo do Gás Perfeito 1 Modelo do Gás Perfeito 2 Mistura de Gases Perfeitos. Lei de Dalton 4 Problemas 6 2 Princípio da Conservação da Energia. A 1.ª
A teoria Cinética dos Gases
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA II A teoria Cinética dos Gases Prof. Bruno Farias Gases Um gás é formado de átomos (isolados
Resolução das questões objetivas* da 1ª e da 2ª Prova de Física II Unificada do Período UFRJ
Resolução das questões objetivas* da ª e da ª Prova de Física II Unificada do Período 0.-UFRJ *Assuntos: Termodinâmica, Hidrodinâmica e Hidrostática. Resolução: João Batista F. Sousa Filho (Graduando Engenharia
AULA 8 Teoria Cinética dos Gases II
UFABC - BC0205 Prof. Germán Lugones AULA 8 Teoria Cinética dos Gases II James Clerk Maxwell 1831-1879 A Distribuição de Velocidades Moleculares A velocidade média quadrática V rms nos fornece uma ideia
Física II-P1 INTRODUÇÃO 1 ENTROPIA
Física II-P1 INTRODUÇÃO Fala, galera!! Fizemos aqui um resumão com o que mais tem caído nas P1s de Física II, abordando os temas de entropia, reversibilidade, cinética dos gases e distribuição de Maxwell.
25/Fev/2015 Aula 2. 20/Fev/2015 Aula 1
/Fe/15 Aula 1 Temperatura e a Lei Zero da Termodinâmica Sistema Termodinâmico Termómetros e Escalas de Temperatura Descrição macroscópica dos gases ideais Equação dos gases ideais 5/Fe/15 Aula Teoria Cinética
BIK0102: ESTRUTURA DA MATÉRIA. Crédito: Sprace GASES. Professor Hugo B. Suffredini Site:
BIK0102: ESTRUTURA DA MATÉRIA Crédito: Sprace GASES Professor Hugo B. Suffredini [email protected] Site: www.suffredini.com.br Pressão Atmosférica A pressão é a força atuando em um objeto por
Problemas de Física Estatística e Termodinâmica
1 Problemas de Física Estatística e Termodinâmica Todas as grandezas físicas se supõem expressas no Sistema Internacional de Unidades. 1. Uma variável aleatória y pode tomar valores no conjunto {1,2,3,4,5}
Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA. Teoria Cinética do Gases
Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA Teoria Cinética do Gases Introdução A descrição de um gás por inteiro (descrição macroscópica) pode ser feito estabelecendo as grandezas macroscópicas que caracterizam
Teoria Cinética dos Gases
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA II Teoria Cinética dos Gases Prof. Bruno Farias Introdução Termodinâmica é o estudo das transformações
ESTUDOS EXATOS DA CONDUÇÃO TÉRMICA NA CADEIA HARMÔNICA UNIDIMENSIONAL
ESTUDOS EXATOS DA CONDUÇÃO TÉRMICA NA CADEIA HARMÔNICA UNIDIMENSIONAL Aluno: Diogo Gaia Orientador: Welles Antônio Martinez Morgado Introdução O problema da condução térmica baseada em dinâmicas microscópicas,
Lista de Exercícios 9 Teoria cinética dos gases, Primeira e Segunda leis da Termodinâmica
Lista de Exercícios 9 Teoria cinética dos gases, Primeira e Segunda leis da Termodinâmica Exercícios Sugeridos (14 de novembro de 2008) A numeração corresponde ao Livro Texto. 16.19 Um balão de ar quente
Programa da cadeira Termodinâmica e Teoria Cinética
Programa da cadeira Termodinâmica e Teoria Cinética Cursos: Engenharia Civil, Engenharia de Instrumentação e Electrónica Ano lectivo 2004-05, 2º semestre Docentes: Prof. Dr. Mikhail Benilov (aulas teóricas,
Termodinâmica 25. Alexandre Diehl. Departamento de Física - UFPel
Termodinâmica 25 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Equações TdS Substância pura Sistema termodinâmica com uma única componente química, em geral com massa constante (número de partículas ou
Exame de Ingresso na Pós-graduação
Exame de Ingresso na Pós-graduação Instituto de Física - UFF Profissional - 09 de Junho de 009 Resolva 6 (seis) questões, com pelo menos uma questão de cada uma das seções. A duração da prova é de 3 (três)
Sexta Lista: Geração de Números Pseudo-Aleatórios e Método de Monte Carlo
Sexta Lista: Geração de Números Pseudo-Aleatórios e Método de Monte Carlo Antônio Carlos Roque da Silva Filho e Cristiano R. F. Granzotti 26 de junho de 2017 Os exercícios desta lista devem ser resolvidos
SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL DA DINÂMICA MOLECULAR DE UM SISTEMA BIDMENSIONAL DE PARTÍCULAS INTERAUANDO ATRAVÉZ DO POTENCIAL DE LENNARD-JONES
SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL DA DINÂMICA MOLECULAR DE UM SISTEMA BIDMENSIONAL DE PARTÍCULAS INTERAUANDO ATRAVÉZ DO POTENCIAL DE LENNARD-JONES Nome dos autores: André Martins dos S. de Sá 1 ; Liliana Yolanda
Termodinâmica - 2. Alexandre Diehl. Departamento de Física - UFPel
Termodinâmica - 2 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Caracterizado por estados de equilíbrio termodinâmico. Num estado de equilíbrio todas as propriedades macroscópicas físicas do sistema (definem
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO. Exercício Escolar 1 - Solução
FIS 715 Mecânica Estatística - 016.1 - Lista de Exercícios 1 1 CENRO DE CIÊNCIAS EXAAS E DA NAUREZA DEPARAMENO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO Exercício Escolar 1 - Solução Questão 1: Pistão em uma
Rotação de Wick para o tempo Euclideano
Teoria Quântica de Campos I 81 só temos a parte de aniquilação no futuro livre é autovalor de Como verificamos que isto é o mesmo que as condições 75.1. O que ganhamos fazendo de novo este caminho? Para
4. Propriedades dos gases experimentos e modelo microscópico simples para a temperatura
PV T = nr, onde R é um número (a constante dos gases). Repare que esta é uma lei universal para qualquer gás em pressão e temperatura próxima da atmosférica: não aparece nenhuma dependência de características
Introdução à Termodinâmica
Introdução à Termodinâmica Definição de Termodinâmica De maneira sucinta, Termodinâmica é definida como a ciência que trata do calor e do trabalho, e daquelas propriedades das substâncias relacionadas
Resolução das questões objetivas* da 1ª e da 2ª Prova de Física II Unificada do Período UFRJ
Resolução das questões objetivas* da 1ª e da 2ª Prova de Física II Unificada do Período 2013.2-UFRJ *Assuntos: Termodinâmica, Hidrodinâmica e Hidrostática. Resolução: João Batista F. Sousa Filho (Graduando
Termodinâmica II - FMT 259
Termodinâmica II - FMT 259 Diurno e Noturno, primeiro semestre de 2009 Lista 3 GABARITO (revisado em 22/04/0). Se as moléculas contidas em,0 g de água fossem distribuídas uniformemente sobre a superfície
FÍSICA TÉRMICA. Prof. Neemias Alves de Lima Instituto de Pesquisa em Ciência dos Materiais Universidade Federal do Vale do São Francisco 1
FÍSICA TÉRMICA Prof. Neemias Alves de Lima Instituto de Pesquisa em Ciência dos Materiais Universidade Federal do Vale do São Francisco 1 Domínio da Física Térmica Como pode água aprisionada ser ejetada
Exercícios de programação
Exercícios de programação Estes exercícios serão propostos durante as aulas sobre o Mathematica. Caso você use outra linguagem para os exercícios e problemas do curso de estatística, resolva estes problemas,
= 6, mol de moléculas de um gás possui aproximadamente 6, moléculas deste gás, ou seja, seiscentos e dois sextilhões de moléculas;
TEORIA CINÉTICA DOS GASES PROF. LEANDRO NECKEL NÚMERO DE AVOGADRO Mol é a quantidade de substância de um sistema que contém tantas entidades elementares quanto são os átomos contidos em 0,012 quilograma
O peso do carrinho vale: P = m g = 1,0 10 (N) P = 10 N a) No ponto A, o esquema das forças que agem no carrinho está dado abaixo:
FÍSICA 1ª QUESTÃO Na figura seguinte, um carrinho de massa 1,0 Kg descreve movimento circular e uniforme ao longo de um trilho envergado em forma de circunferência de 2,0 m de raio. A velocidade do carrinho
Licenciatura em Física
- CCT EMENTA: Introdução aos métodos estatísticos. Ensembles. Gases quânticos. Introdução ao magnetismo. OBJETIVO GERAL: Estudo da Mecânica Estatística, seus postulados e aplicações. OBJETIVO ESPECÍFICO:
Física Estatística Computacional
Física Estatística Computacional Tereza Mendes IFSC USP http://lattice.ifsc.usp.br/cbpf.html Física Estatística Computacional Vamos trabalhar com sistemas estocásticos, em que um grande número de integrantes
Notas de aula - Profa. Zélia Aulas 07,08,09 e 10. Capítulo 3 Relações formais e sistemas amostrais (exemplares)
Notas de aula - Profa. Zélia Aulas 07,08,09 e 10 Livro texto: Thermodynamics and an Introduction to Thermostatistics (2nd edition) H. B. Callen. Capítulo 3 Relações formais e sistemas amostrais (exemplares)
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 X 39,0 39,5 39,5 39,0 39,5 41,5 42,0 42,0 Y 46,5 65,5 86,0 100,0 121,0 150,5 174,0 203,0 A tabela acima mostra as quantidades, em milhões
Instituto de Física USP Física V - Aula 04
Instituto de Física USP Física V - Aula 04 Professora: Mazé Bechara Aula 04 Mecânica estatística clássica. Estimativa dos do calor específico molar a volume constante em gases mono e poliatômicos e nos
Exame Unificado EUF. 1º Semestre/2013 Parte 1 16/10/2012
Exame Unificado das Pós-graduações em Física EUF 1º Semestre/2013 Parte 1 16/10/2012 Instruções: NÃO ESCREVA O SEU NOME NA PROVA. Ela deverá ser identificada apenas através do código (EUFxxx). Esta prova
Transporte Iônico e o Potencial de Membrana
Transporte Iônico e o Potencial de Membrana Até o momento, consideramos apenas o transporte de solutos neutros (sem carga elétrica) através da membrana celular. A partir de agora, vamos passar a estudar
Capítulo 21 Temperatura
Capítulo 21 Temperatura 21.1 Temperatura e equilíbrio térmico Mecânica: lida com partículas. Variáveis microscópicas: posição, velocidade, etc. Termodinâmica: lida com sistemas de muitas partículas. Variáveis
2007 3ª. fase Prova para alunos do 3º. Ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Essa prova destina-se exclusivamente a alunos do 3º. ano.
007 3ª. fase Prova para alunos do 3º. Ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Essa prova destina-se exclusivamente a alunos do 3º. ano. 0) A prova contém oito (8) questões e TODAS DEVEM SER RESOLVIDAS.
CINÉTICA QUÍMICA. Profa. Loraine Jacobs DAQBI.
CINÉTICA QUÍMICA Profa. Loraine Jacobs DAQBI [email protected] http://paginapessoal.utfpr.edu.br/lorainejacobs Estudo da velocidade das reações químicas. REAGENTES PRODUTOS Cinética Tempo necessário
Fenômenos de Transporte Departamento de Engenharia Mecânica Angela Ourivio Nieckele
Fenômenos de Transporte 2014-1 Departamento de Engenharia Mecânica Angela Ourivio Nieckele sala 163- L ramal 1182 e-mail: [email protected] Site: http://mecflu2.usuarios.rdc.puc-rio.br/fentran_eng1011.htm
Unidade A: Introdução À Termologia Capítulo 1: Conceitos fundamentais de termologia Controlar as variações de temperatura no ambiente onde vivem é
Unidade A: Introdução À Termologia Capítulo 1: Conceitos fundamentais de termologia Controlar as variações de temperatura no ambiente onde vivem é uma preocupação dos seres humanos desde quando habitavam
Campus de Botucatu PLANO DE ENSINO. DISCIPLINA: Termodinâmica e Mecânica Estatística. DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof. Dr. José Luiz Rybarczyk Filho
PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO CURSO: Física Médica MODALIDADE: Bacharelado DISCIPLINA: Termodinâmica e Mecânica Estatística (X) OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA DEPARTAMENTO: Física e Biofísica DOCENTE RESPONSÁVEL:
Instituto de Física USP. Física V - Aula 03. Professora: Mazé Bechara
Instituto de Física USP Física V - Aula 03 Professora: Mazé Bechara Aula 03 AVISOS 1. Página da disciplina: se organize e use os mecanismos de apoio para o seu bom aproveitamento e desenvolvimento nos
Pró-Reitoria de Graduação. Plano de Ensino XX Quadrimestre de 20XX. Caracterização da disciplina Código da NHT3013 Nome da disciplina: Física Térmica
Caracterização da disciplina Código da NHT3013 Nome da disciplina: Física Térmica disciplina: Créditos (T-P-I): (4-0 - 4) Carga horária: 48 horas Aula prática: 0 Câmpus: SA Código da Turma: Turno: Quadrimestre:
Termodinâmica O que significa?
Termodinâmica O que significa? TERMODINÂMICA calor força, movimento No início, ocupou-se do estudo dos métodos que permitiam converter calor em trabalho Máquina a vapor de Thomas Newcomen (663 79), para
Segunda Prova - Questões objetivas (0,7 pontos)
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Disciplina: Física II-A (FIT122) 2018.2 Data: 03/10/2018 Segunda Prova - Questões objetivas (0,7 pontos) 1. Um cilindro fechado por um êmbolo
CINÉTICA QUÍMICA. Prof. Gabriel P. Machado
CINÉTICA QUÍMICA Prof. Gabriel P. Machado Conceito de velocidade média (v m ) em Química O conceito de velocidade é uma taxa de variação de algum determinado parâmetro por intervalo de tempo. Na Física,
GASES. https://www.youtube.com/watch?v=wtmmvs3uiv0. David P. White. QUÍMICA: A Ciência Central 9ª Edição Capítulo by Pearson Education
GASES PV nrt https://www.youtube.com/watch?v=wtmmvs3uiv0 David P. White QUÍMICA: A Ciência Central 9ª Edição volume, pressão e temperatura Um gás consiste em átomos (individualmente ou ligados formando
Física Moderna I Período: noturno
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA Física Moderna I - 4300375 Período: noturno 1o Semestre de 01 --------------------------------------------------------------------------------------- Guia
EUF. Exame Unificado
EUF Exame Unificado das Pós-graduações em Física Para o primeiro semestre de 015 14 outubro 014 Parte 1 Instruções Não escreva seu nome na prova. Ela deverá ser identificada apenas através do código (EUFxxx).
Físico-Química I. Profa. Dra. Carla Dalmolin. Gases. Gás perfeito (equações de estado e lei dos gases) Gases reais
Físico-Química I Profa. Dra. Carla Dalmolin Gases Gás perfeito (equações de estado e lei dos gases) Gases reais Gás Estado mais simples da matéria Uma forma da matéria que ocupa o volume total de qualquer
4. Dinâmica Molecular
54 4. Dinâmica Molecular Neste capitulo será descrita a metodologia de dinâmica molecular utilizada neste trabalho, com inclusão de solvente explícito e controle de temperatura e pressão. 4.1 Simulação
Física Estatística ??? Representação macroscópica. Representação microscópica. sistema U (S, V, N) S (U, V, N)
Física Estatística sistema Representação macroscópica U (S, V, N) S (U, V, N) Representação microscópica??? Física Estatística - Prof. Paulo Suzuki 1 Física Estatística Formalismo microcanônico S (U, V,
