As bases da Dinâmica Molecular - 1
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- Bernardo de Sequeira Garrau
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1 As bases da Dinâmica Molecular - 1 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel
2 Um pouco de história... IDMSF2017 2
3 Um pouco de história... A pré-história da Dinâmica Molecular A ideia da Dinâmica Molecular (MD) de sistemas físicos é introduzida... J. Chem. Phys. 27, 1208 (1957) IDMSF2017 3
4 Um pouco de história... A pré-história da Dinâmica Molecular J. Chem. Phys. 31, 459 (1959) Um algoritmo de MD é proposto... IDMSF2017 4
5 Um pouco de história... A pré-história da Dinâmica Molecular Phys. Rev. 136, A405 (1964) Um sistema físico realista é estudado por MD... IDMSF2017 5
6 A ideia básica de MD Um algoritmo simples: O sistema é constituído de partículas (pontuais) e as interações entre elas. Uma configuração inicial (posições, velocidades) para as partículas do sistema é proposta. As equações de movimento (EDO) clássicas das partículas são resolvidas de forma iterativa, usando um método de diferenças finitas. IDMSF2017 6
7 A ideia básica de MD Um método simples: Resolver a EDO, para obter a posição e velocidade como função do tempo, usando uma expansão temporal do tipo Taylor: Erro EULER IDMSF2017 7
8 A ideia básica de MD Um método simples: Incremento de tempo EULER O incremento de tempo é pequeno. A pergunta é: qual valor deve ser usado? 1.O valor não pode produzir instabilidades numéricas no método de integração das EDOs. 2. O valor deve permitir que colisões sucessivas entre as partículas sejam observadas. 3.Deve ser tal que a evolução temporal do sistema seja observada num tempo físico razoável. IDMSF2017 8
9 A ideia básica de MD Um método mais confiável: Condições que devem ser observadas 1. De fácil implementação. 2. Rápido no processamento computacional. 3. Seja estável para incrementos de tempo grandes, a fim de que tempos de computação mais longos sejam atingidos. 4. As trajetórias das partículas sejam reprodutíveis (inversão temporal, por exemplo). 5. Deve conservar energia (nem todos os casos), conservar momento linear e momento angular. IDMSF2017 9
10 O método de Verlet Um método mais confiável: O algoritmo de VERLET Phys. Rev. 159, 98 (1967) IDMSF
11 O método de Verlet Expansão em Taylor Expansão em Taylor Quando somadas, obtemos a equação de evolução da posição: IDMSF
12 O método de Verlet Expansão em Taylor Expansão em Taylor Quando subtraídas, obtemos a equação de evolução da velocidade: IDMSF
13 O método de Verlet Expansão em Taylor Expansão em Taylor Quando subtraídas, obtemos a equação de evolução da velocidade: IDMSF
14 O método de Verlet Equações de evolução para Verlet Vantagens do método de Verlet Evolução das posições mais precisa do que o método de Euler. Estável para longos tempos de interação. Reversível no tempo. Apresenta boa conservação de energia para tempos longos. IDMSF
15 O método de Verlet Equações de evolução para Verlet Desvantagens do método de Verlet As equações de evolução têm problemas para tempo zero. A equação da velocidade tem problemas numéricos (divisão de números pequenos). O erro na velocidade é grande. A posição e a velocidade são avaliadas a tempos distintos. IDMSF
16 O método de Verlet Equações de evolução para Verlet IDMSF
17 O método de Verlet Equações de evolução para Verlet IDMSF
18 O método de Verlet A cada ciclo de integração das EDOs 1. Com as posições no tempo t, calculamos as acelerações neste tempo, usando as expressões derivadas a partir do potencial de interação. 2. Com as acelerações, avançamos as posições para um incremento de tempo, usando a equação de Verlet: 3. Com as novas posições, calculamos as velocidades, caso necessário, usando a equação de Verlet. Repetimos o ciclo, avançando as posições e velocidades para cada novo incremento de tempo. IDMSF
19 O método de Verlet A cada ciclo de integração das EDOs IDMSF
20 O método de Verlet Rotina de integração das EDOs Dimensão do espaço de simulação IDMSF
21 O método de leap-frog Derivado a partir da equação de Verlet que pode ser reescrita como (1) R. W. Hockney. Methods Comput. Phys. 9, 136 (1970) IDMSF
22 O método de leap-frog Derivado a partir da equação de Verlet que pode ser reescrita como (2) IDMSF
23 O método de leap-frog Derivado a partir da equação de Verlet Subtraindo (2) de (1) teremos IDMSF
24 O método de leap-frog Derivado a partir da equação de Verlet Subtraindo (2) de (1) teremos IDMSF
25 O método de leap-frog Derivado a partir da equação de Verlet Com isto, a equação de evolução da posição se escreve como onde IDMSF
26 O método de leap-frog Derivado a partir da equação de Verlet Para obter a evolução da velocidade somamos (1) e (2) IDMSF
27 O método de leap-frog Derivado a partir da equação de Verlet Para obter a evolução da velocidade somamos (1) e (2) Vantagem de leap-frog: velocidade obtida sem o problema numérico de Verlet. IDMSF
28 O método de leap-frog Equações de evolução para leap-frog Caso necessário Desvantagem de leap-frog: Posição e velocidade obtidas a tempos distintos. IDMSF
29 O método de leap-frog A cada ciclo de integração das EDOs 1. Com as posições no tempo t, calculamos as acelerações neste tempo, usando as expressões derivadas a partir do potencial de interação. 2. Com as acelerações, avançamos as velocidades até uma metade do incremento de tempo, usando a equação de leap-frog: 3. Com estas velocidades, avançamos as posições por um incremento de tempo, usando a equação de leap-frog: Repetimos o ciclo, avançando as posições e velocidades para cada novo incremento de tempo. IDMSF
30 O método de leap-frog A cada ciclo de integração das EDOs IDMSF
31 O algoritmo de leap-frog Rotina de integração das EDOs IDMSF
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