COLORAÇÕES HISTOPATOLÓGICAS ESPECIAIS
|
|
|
- Elias Ramires da Costa
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 COLORAÇÕES HISTOPATOLÓGICAS ESPECIAIS As preparações histopatológicas envolvem etapas de coloração cujo propósito baseia-se em permitir a distinção morfológica do material celular presente na amostra. Esta etapa é considerada fundamental porque promove a diferenciação das estruturas que apresentam o mesmo grau de refringência durante a avaliação realizada por microscopia óptica. Os corantes podem ser classificados de acordo com a origem de sua matéria prima em naturais (de origem animal ou vegetal) e artificiais (compostos orgânicos da série aromática). Em relação à natureza química, os corantes classificam-se em ácidos, básicos e neutros. Os corantes básicos, derivados do composto anilina, são sais cujos radicais são alcalinos. Por este motivo, são capazes de corar os tecidos com ph ácido, também conhecidos como basofílicos, como por exemplo os ácidos nucléicos (DNA e RNA), polissacarídeos sulfurosos, polissacarídeos dos ácidos urônico e siálico, e proteínas que contêm mais radicais do grupo carboxílico do que do grupo amino. Alguns sais que apresentam predomínio de ânions (sulfonato ácido de Na e K ou um ácido carboxílico) podem ser utilizados como corantes ácidos. Estes sais possuem a capacidade de corar os tecidos de natureza alcalina que são constituídos, na sua maior parte, por proteínas que contêm excesso de aminoácidos alcalinos, como por exemplo a arginina, a lisina, a hidroxilisina e a histidina. Um exemplo de corante neutro é o picrato do azul de metileno. Neste tipo de corante o ânion e o cátion encontram-se corado. Há ainda os corantes descritos como indiferentes. Estas substâncias não são ácidas nem básicas, e tão pouco possuem a capacidade de formar sais. Normalmente estas substâncias são insolúveis na água e solúveis no álcool, éter e óleos. Exemplo: Sudan III. Figura 1.Canino, fibroleimioma uterino. Coloração especial de Tricrômio de Masson. Tecido conjuntivo abundante (azul) em mais de 50% das células neoplásicas. Obj. 40x. Fonte: /Poster_12326 Figura 2. Canino, fibroma uterino. Imuno-histoquímica antivimentina com marcação citoplasmática acentuada, complexo estreptovidina- biotina-peroxidase, cromógeno DAB e contracoloração com Hematoxilina de Harris. Fonte: /Poster_12326
2 HEMATOXILINA A hematoxilina é considerada um corante nuclear, cuja substância ativa é a hemateína. A hemateína necessita de um mordente para que a durabilidade da cor seja assegurada. Esta mistura forma um sal que é capaz de corar os tecidos. A base utilizada como mordente pode ser o alumínio ou então um sal de cobre, de ferro, de cromo ou de tungstênio. Todas estas bases reproduzem excelente coloração nuclear. A hematoxilina e a hemateína são solúveis no álcool e na glicerina. Ao contrário da hematoxilina, a hemateína é pouco solúvel na água. Ao utilizar a hematoxilina para realizar a coloração nuclear na amostra, existem duas opções de métodos para se alcançar a nitidez nuclear ideal. O método regressivo (Ex: Aquele que utiliza a hematoxilina de Harris) consiste em corar todas as estruturas tissulares concomitantemente e após essa etapa realizar uma descoloração controlada até atingir a coloração nuclear desejada. No método progressivo (Ex: Aquele que utiliza a hematoxilina de Mayer) apenas os núcleos são submetidos à coloração proveniente da hemateína e a intensidade de azul é regulada através de lavagens sucessivas em água corrente. EOSINA As eosinas são sais de sódio ou de potássio derivados da bromofluoresceína. Sua exata coloração está relacionada com o número de átomos de bromo fixados à fluoresceína. As eosinas utilizadas nas coloraçõres histológicas são solúveis em água e álcool. Sua característica tintorial é normalmente difusa apresentando uma amplitude relativamente larga de tons de rosa. Entretanto é a eosina amarela em solução aquosa a 2% a mais utilizada nas colorações em conjunto com a hematoxilina. O tempo de coloração pode variar de 1 a 7 minutos e depende do tecido a ser corado e do grau de diferenciação desejado para a amostra em questão. PERIODIC ACID-SCHIFF (PAS) Esta técnica é considerada muito útil, pois confere uma reação positiva com todo material constituído por polissacarídeos complexos, incluindo o glicogênio, o ácido hialurônico, as mucoproteínas e glicoproteínas, os glicolipídeos e os fosfatídeos. Desta forma, esta coloração permite a identificação ou detecção de glicogênio, mucinas neutras e membranas basais presentes em tecidos de origem glandular, além de evidenciar a maior parte dos fungos e parasitas. As substâncias, estruturas ou microrganismos positivos para o PAS apresentam-se coradas de vermelho a rosa. COLORAÇÃO DAS FIBRAS DO TECIDO CONJUNTIVO Estas colorações, chamadas de tricrômicas, possuem a finalidade de evidenciar o músculo, as fibras de colágeno, a fibrina e os eritrócitos. Com a finalidade de se corar o núcleo, 3 corantes são utilizados. No método de Van Gieson, um dos mais antigos, os núcleos aparecem azuis escuros a pretos, a cartilagem azulada, as fibras de colágeno e as membranas basais de vermelho e os outros tecidos aparecem tingidos de amarelo. Existem algumas colorações para demonstração dos tecidos conjuntivos, a maioria cai na categoria das colorações tricrômicas. O termo coloração tricrômica é o nome geral para técnicas que evidenciam o músculo, fibras de colágeno, fibrina e eritrócitos. São utilizados três (3) corantes um dos quais é usado como corante nuclear. Uma das colorações mais antigas é o método de van Gieson, com a qual os núcleos ficam azuis escuros a pretos, cartilagem azulada, o colágeno vermelho (fibras de colágeno e membranas basais) e os outros tecidos amarelos (fibras elásticas, citoplasma das células epiteliais e musculares).
3 Outra coloração tricrômica muito utilizada é a coloração de Masson. Com esta técnica, os núcleos ficam azuis escuros ou pretos, o músculo, os eritrócitos e o citoplasma das células tornam-se vermelhos e o colágeno, azul. COLORAÇÕES ARGENTAFINS E ARGIROFÍLICAS A reação argentafim ocorre quando existem substâncias no tecido alvo, frequentemente provenientes do grupo fenólico (Ex: catecolaminas ou indolaminas), que reduzem os sais de prata (e outros metais) Fontana-Masson. Nas reações argirofilicas é adicionado um agente redutor externo tal como a hidroquinona ou a formalina Grimelius. Nos dois tipos de colorações obtêm-se grânulos castanhos escuros ou negros. Para os demais tecidos a cor obtida dependerá do corante de contraste utilizado. Estas colorações são utilizadas para detectar células de origem neuroendócrina e melanina. COLORAÇÃO DA SUBSTÂNCIA AMILÓIDE Este método consiste na aplicação da coloração com Vermelho do Congo, seguida pela visualização da amostra através de uma luz polarizada. É considerada a técnica mais prática para detectar a substância amilóide. A observação microscópica da substância amilóide, o tecido elástico e os grânulos eosinofílicos é representada pela presença de materiais vermelhos. Os núcleos coram-se de azul. Estas preparações quando observadas com luz polarizada apresentam birrefringência exibindo uma cor verde maçã para a substância amilóide. PIGMENTOS E MINERAIS Muitas vezes encontramos, no tecido, alguns pigmentos que necessitam de uma caracterização para se definir a conclusão diagnóstica em questão. Os principais pigmentos que podem ser destacados são a melanina, a hemossiderina e a lipofuscina. O principal mineral é o cálcio. Quando se utiliza o corante conhecido como azul da Prússia ocorre a chamada reação de Perls. Desta forma a hemossiderina pode ser identificada, pois o ácido hidroclorídrico separa a proteína do ferro permitindo que o ferrocianido de potássio se ligue ao ferro na forma férrica e que se forme o ferrocianido férrico (azul da Prússia). Assim, os tecidos contendo hemossiderina e alguns óxidos e sais de ferro ficam azuis. No método de Fontana Masson para a melanina, é utilizada uma solução de prata amoniacal sem banho redutor. Apenas as substâncias capazes de reduzir diretamente os sais de prata, tais como a melanina, são evidenciadas. No final da reação, os grânulos argentafins e a melanina ficam de cor negra enquanto os núcleos e o citoplasma variam de rosa a vermelho. As lipofuscinas são uma mistura heterogênea de pigmentos nos quais se incluem os ceroides. Existem algumas técnicas que nos permitem evidenciar de alguma forma estes pigmentos. Dentre elas, destacamos o método de Sudam negro B, que deixa o pigmento negro, e o método de Zielh-Neelsen modificado deixando as lipofuscinas de cor magenta. No método de von Kossa para o cálcio, sais de prata são reduzidos para prata metálica negra pelo uso de luz ou de um revelador fotográfico, obtendo-se, no final, os sais de cálcio de cor negra. Entretanto, alguns pigmentos são formados em decorrência da presença de artefatos na amostra. Estes devem ser distinguidos dos pigmentos acima referidos. O mais freqüente é o pigmento de formol que surge sob a forma de um depósito castanho ou preto nos tecidos fixados em formalina cujo ph é inferior a 6,5. Quando a fixação é muito prolongada os tecidos fixados em formalina neutralizada acabam exiibindo este pigmento. Uma alternativa para evitar que este artefato se apresente é realizar a extração do pigmento da preparação antes de aplicar a coloração escolhida.
4 COLORAÇÕES PARA MICRORGANISMOS Estes procedimentos incluem as técnicas para as bactérias gram-positivas e gram-negativas, micobactérias álcool ácido-resistentes, fungos e parasitas. A coloração de Gram permite a distinção das bactérias gram-positivas, que retêm os complexos de cristal de violeta-iodina, e gram negativas, que são descoradas pelo álcool ou acetona e coradas pela safranina ou fucsina (corantes de contraste). No final, obtemos as bactérias gram-positivas azuis escuras e as gram-negativas vermelhas. A técnica da coloração de Ziehl-Neelsen baseia-se na capacidade que alguns microrganismos possuem de reter os corantes complexos básicos (tais como arbolfucsina) após forte descoloração com ácido-álcool. A resistência aos ácidos depende do elevado conteúdo em lipídios (ácidos micólicos e ácidos graxos de cadeias longas) das paredes celulares das micobactérias. A técnica de PAS, já referida é muito utilizada para evidenciar fungos, no entanto quando estão em pequena quantidade é preferível optar pelo método de Grocott. O método de Grocott permite evidenciar fungos e leveduras e baseia-se na redução da prata pelos grupos aldeídos resultantes da oxidação pelo ácido crômico. No final, os fungos são marcados de cor negra. É o método de eleição para detecção destes microrganismos principalmente quando sua concentração na amostra é reduzida. Para a detecção de protozoários, a técnica mais popular é a que utiliza o corante Giemsa. Com este método os protozoários e outros microrganismos ficam corados de azul escuro, enquanto que o fundo fica rosa ou azul claro. Os núcleos adquirem uma coloração próxima ao azul escuro. COLORAÇÃO DE GORDURAS As técnicas que permitem a identificação de gorduras são limitadas já que este tipo de material não pode ser aplicado em parafina. Isto ocorre porque as gorduras se dissolvem no xilol ou nos outros materiais usados durante o processamento. A técnica que utiliza o corante sudan negro (ou Sudan Black ) cora os ésteres de colesterol e os triglicerídeos de azul escuro e alguns fosfolipideos de tons próximos ao cinza. MATERIAL COD/EXAMES PRAZO DIAS 650 / HISTOPATOLOGIA COM COLORACAO ESPECIAL 86 / HISTOPATOLOGIA COM COLORACAO DE ROTINA - HE 648 / IMUNOHISTOQUIMICA PARA NEOPLASIA - PAINEL GERAL 649 / IMUNOHISTOQUIMICA DE NEOPLASIA - 1 MARCADOR
5 EQUIPE DE VETERINÁRIOS - TECSA Laboratórios Primeiro Lab. Veterinário certificado ISO9001 da América Latina. Credenciado no MAPA. PABX: (31) ou FAX: (31) [email protected] RT - Dr. Luiz Eduardo Ristow CRMV MG 3708 Facebook: Tecsa Laboratorios ''Atendemos todo Brasil, resultados via internet, FAÇA SEU CONVENIO E PARTICIPE DA JORNADA DO CONHECIMENTO TECSA" INDIQUE ESTA DICA TECSA PARA UM AMIGO Você recebeu este Informativo Técnico, pois acreditamos ser de seu interesse. Caso queira cancelar o envio de futuros s das DICAS TECSA ( Boletim de Informações e Dicas ), por favor responda a esta mensagem com a palavra CANCELAMENTO no campo ASSUNTO do .
Contrastar e diferenciar Naturalmente incolor Maioria solúvel em água ou álcool
Contrastar e diferenciar Naturalmente incolor Maioria solúvel em água ou álcool COLORAÇÃO 1 2 1 minuto 1 minuto Água corrente CORANTES NATURAIS: Origem vegetal = hematoxilina, orceína, açafrão, índigo
Métodos Cito-Histoquímicos
Ciências Biomédicas Laboratoriais Métodos Cito-Histoquímicos Aula 3 2016/17 João Furtado [email protected] Gab. 2.06 na ESSUAlg Sumário Hematoxilina Introdução Tipos de hematoxilina (alumínica, férrica
Técnico de Laboratório Biomedicina. Laboratório Anatomia Patológica
Técnico de Laboratório Biomedicina Laboratório Anatomia Patológica Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 No método utilizado para demonstrar a presença de elementos infecciosos, filamentos conjuntivos,
Métodos Cito-Histoquímicos
Ciências Biomédicas Laboratoriais Métodos Cito-Histoquímicos Aula 2 2016/17 João Furtado [email protected] Gab. 2.06 na ESSUAlg Métodos Cito-Histoquímicos Evidenciação específica de estruturas celulares,
Métodos Cito-Histoquímicos
Ciências Biomédicas Laboratoriais Métodos Cito-Histoquímicos Aula 5 2016/17 João Furtado [email protected] Gab. 2.06 na ESSUAlg Sumário Tecido Conjuntivo Introdução Matriz extracelular Fibras de Colagénio
PS 31 PROFISSIONAL ASSISTENCIAL III (Profissional de Histologia) Pág. 1
Pág. 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL N.º 02/2012 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 31 PROFISSIONAL ASSISTENCIAL III (Profissional de Histologia) 01. D 11. ANULADA
Introdução à Histologia e Técnicas Histológicas. Prof. Cristiane Oliveira
Introdução à Histologia e Técnicas Histológicas Prof. Cristiane Oliveira Visão Geral Corpo humano organizado em 4 tecidos básicos: Epitelial Conjuntivo Muscular Nervoso Visão Geral - Tecidos consistem
Métodos Cito-Histoquímicos
Ciências Biomédicas Laboratoriais Métodos Cito-Histoquímicos Aula 4 2016/17 João Furtado [email protected] Gab. 2.06 na ESSUAlg Sumário Hidratos Carbono Introdução Simples e Glicoconjugados Evidenciação
20/8/2012. Raduan. Raduan
MÉTODOS DE ESTUDO: CÉLULAS E TECIDOS 1 2 3 Etapas na preparação de amostras de tecidos para estudo histológico 4 Fixação Finalidades: Evitar a autólise; Impedir a atividade e proliferação de bactérias;
HISTOLOGIA E SEUS MÉTODOS DE ESTUDO
HISTOLOGIA E SEUS MÉTODOS DE ESTUDO Histologia Estudo dos tecidos do corpo e como eles se organizam para constituir órgãos. Tecidos fundamentais tecido epitelial, tecido conjuntivo, tecido muscular e tecido
Microscopia e Método de Coloração Bacteriana 1
Microscopia e Método de Coloração Bacteriana 1 MICROSCOPIO DE LUZ: 1000 a 1500 x Até 5000 x Microscopia e Método de Coloração Bacteriana 2 MICROSCOPIO DE LUZ : Partes do Microscópio de Luz: Microscopia
Métodos de estudo e Técnicas: como estudar as células
Histologia (Enfermagem) Métodos de estudo e Técnicas: como estudar as células Prof a Dr a. Iêda Guedes Métodos de estudo e Técnicas: como estudar as células A Célula Processamento do material biológico
Métodos Cito-Histoquímicos
Ciências Biomédicas Laboratoriais Métodos Cito-Histoquímicos Aula 6 2016/17 João Furtado [email protected] Gab. 2.06 na ESSUAlg Sumário Métodos de Evidenciar Lípidos Introdução Os Métodos Corantes Lipossolúveis
Métodos de estudos COLORAÇÃO
Métodos de estudos Inclusão em resina LEICA HISTORESIN Embedding Kit (2-Hydroxyethyl)-methacrylate e dibenzolperoxido Microtomia Micrótomo automático Leica cortes de 0,5 2µm. COLORAÇÃO Corantes são moléculas
CENTRO INFANTIL BOLDRINI DEPARTAMENTO DE ANATOMIA PATOLÓGICA APARECIDO PAULO DE MORAES
CENTRO INFANTIL BOLDRINI DEPARTAMENTO DE ANATOMIA PATOLÓGICA APARECIDO PAULO DE MORAES FIXAÇÃO A Fixação é a maneira de preservar as células e manter partes de suas estruturas que tinham no organismo vivo
Microscopia e Métodos de Coloração Bacteriana 1
Microscopia e Métodos de Coloração Bacteriana 1 MICROSCOPIO DE LUZ: 1000 a 1500 x Até 5000 x Microscopia e Métodos de Coloração Bacteriana 2 MICROSCOPIO DE LUZ : Partes do Microscópio de Luz: Microscopia
MÉTODOS DE COLORAÇÃO BACTERIANA. Os Métodos de Coloração Facilitam a Visualização dos Microrganismos ao Microscópio de Luz
1 Os Métodos de Coloração Facilitam a Visualização dos Microrganismos ao Microscópio de Luz Preparação a fresco Preparação corada 2 MÉTODOS DE COLORAÇÃO DIFERENCIAIS: Método de Coloração Diferencial Morfologia
MASTITE (PARTE II) - COLETA DE AMOSTRAS PARA ACOMPANHAMENTO LABORATORIAL
MASTITE (PARTE II) - COLETA DE AMOSTRAS PARA ACOMPANHAMENTO LABORATORIAL COLETA DAS AMOSTRAS DE LEITE Preparo do coletor O ordenhador deve lavar as mãos com água e sabão, fazer a assepsia com álcool 70%
03/02/2018 MÉTODOS DE ESTUDO: CÉLULAS E TECIDOS
MÉTODOS DE ESTUDO: CÉLULAS E TECIDOS 1 2 Etapas na preparação de amostras de tecidos para estudo histológico 3 Fixação Finalidades: Evitar a autólise; Impedir a atividade e proliferação de bactérias; Endurecer
Técnico de Laboratório Biomedicina. Laboratório Patologia Bucal
Técnico de Laboratório Biomedicina Laboratório Patologia Bucal Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Um local de trabalho seguro deve conter equipamentos de segurança e utensílios protetores para
Introdução a Histologia. Profa. Dra. Constance Oliver Profa. Dra. Maria Célia Jamur
Introdução a Histologia Profa. Dra. Constance Oliver Profa. Dra. Maria Célia Jamur O QUE É HISTOLOGIA? A histologia é o estudo da estrutura do material biológico e das maneiras como os componentes individuais
SEGURANÇA ALIMENTAR NA AVICULTURA
INTRODUÇÃO SEGURANÇA ALIMENTAR NA AVICULTURA Nos dias de hoje, é indiscutível a necessidade do controle da presença de microrganismos nas rações de aves, devido principalmente às mudanças recentes nas
PROF. ROMMEL BARRETO Mestre em Morfologia (UFRJ)
Microscopia PROF. ROMMEL BARRETO Mestre em Morfologia (UFRJ) Preparação das lâminas histológicas Remoção dos fragmentos de órgãos Fixação Desidratação (Álcool etílico) Concentração crescente (70%, 80%,
Concurso Público. Prova de Múltipla Escolha Técnico de Laboratório (junto à Seção de Laboratório Histologia)
Concurso Público Prova de Múltipla Escolha Técnico de Laboratório (junto à Seção de Laboratório Histologia) Nome (Legível): RG nº Data: 23/10/2013 Este caderno contém 10 (dez) páginas, que deverão ser
Microbilogia de Alimentos I - Curso de Engenharia de Alimentos Profª Valéria Ribeiro Maitan
15 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PUC Goiás ESCOLA DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS Aula nº 3 e 4- Preparações Microscópicas Fixadas e Coradas (coloração simples e Diferencial)
MICROBIOLOGIA. Observação de bactérias - colorações
MICROBIOLOGIA Observação de bactérias - colorações Como o índice de refração do protoplasma bacteriano difere muito pouco do meio circundante, é difícil o exame direto de preparações não coradas, a não
- A energia é armazenada em suas ligações químicas e liberadas na digestão
1 IV Bioquímica de biomoléculas 1 Carboidratos ou Glicídeos - São as biomoléculas mais abundantes - São uma classe de moléculas orgânicas que possuem em sua estrutura carbono (C), hidrogênio () e oxigênio
Profa. Carmen Saramago
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE INSTITUTO BIOMÉDICO DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA Profa. Carmen Saramago
BOAS PRÁTICAS DA PRODUÇÃO DE LEITE
BOAS PRÁTICAS DA PRODUÇÃO DE LEITE INTRODUÇÃO A doença de maior relevância para o criador de bovino leiteiro é a mastite (figura 1), hoje considerada a doença de maior importância em todo o mundo quando
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA. Prof.(a):Monyke Lucena
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA CÉLULA Prof.(a):Monyke Lucena Composição Química da Célula Substâncias Inorgânicas Substâncias Orgânicas Água Sais Minerais Carboidratos Lipídios Proteínas Ácidos Nucléicos Composição
Técnicas histológicas
Técnicas histológicas Profa Simone Marcuzzo Histologia Estudo da estrutura e inter-relação dos constituintes teciduais de um organismo Células e material extracelular Tecidos Macroscopia e microscopia
Introdução à Histologia
Introdução à Histologia Prof. a Dr a. Sara Tatiana Moreira UTFPR Campus Santa Helena 1 Histórico Bichat (1771-1802) Pioneiro da histologia e pai da histologia moderna Sem o uso de microscópio, examinou
Vamos iniciar o estudo da unidade fundamental que constitui todos os organismos vivos: a célula.
Aula 01 Composição química de uma célula O que é uma célula? Vamos iniciar o estudo da unidade fundamental que constitui todos os organismos vivos: a célula. Toda célula possui a capacidade de crescer,
Mundo Microbiano. Prof. Everlon Cid Rigobelo
Mundo Microbiano Prof. Everlon Cid Rigobelo Capacidade de Visualizar os Microorganismos O Progressão da Microscopia e a Microbiologia O Princípios da Microscopia óptica O Visualização de Células Intactas
BIOQUÍMICA CELULAR. Ramo das ciências naturais que estuda a química da vida. Prof. Adaianne L. Teixeira
BIOQUÍMICA CELULAR Ramo das ciências naturais que estuda a química da vida Prof. Adaianne L. Teixeira Principais elementos químicos dos seres vivos CARBONO (C) (Essencial) HIDROGÊNIO (H) OXIGÊNIO (O) NITROGÊNIO
Introdução à Histologia Humana
Conteúdo da aula Introdução à Histologia Humana 1. Níveis de organização do corpo humano; 2. Definição de histologia e anatomia humana; 3. Visão geral, características e subdivisão dos tecidos; 4. Noções
HEMATOXILINA & EOSINA Thomas C. Allen
HEMATOXILINA & EOSINA Thomas C. Allen A hematoxilina, um corante natural, foi primeiro usada por volta de 1863. Em combinação com sais de alumínio, ferro, cromo, cobre, ou tungstênio é um excelente corante
Disciplina Biologia Celular
Disciplina Biologia Celular Profª Cristina Lacerda Soares Petrarolha Silva Curso de Biotecnologia FISMA / FEA Aula 3: Tecnologia da Biologia Celular Parte II Bio Cel Profª Cristina 1 1- Citoquímica Estudo
QUESTIONÁRIO MÍDIA 2
QUESTIONÁRIO MÍDIA 2 QUESTIONÁRIO 1- Em que gêneros bacterianos e por que utilizamos a coloração de Ziehl-Neelsen? 2- Com que finalidade utilizamos a coloração de Albert- Layborn? 3- Qual o método de coloração
Composição química. Profª Maristela. da célula
Composição química Profª Maristela da célula Compostos inorgânicos Água Sais minerais Compostos orgânicos Carboidratos Lipídios Proteínas Ácidos nucleicos Vitaminas Água Solvente universal Atua no transporte
Principais funções dos sais minerais:
A Química da Vida Água Água mineral é a água que tem origem em fontes naturais ou artificiais e que possui componentes químicos adicionados, como sais, compostos de enxofre e gases que já vêm dissolvidas
TRABALHO DE RECUPERAÇÃO 1 TRIMESTRE 2017
TRABALHO DE RECUPERAÇÃO 1 TRIMESTRE 2017 ALUNO (A): TURMA: VALOR: 12,0 Nota: INSTRUÇÕES: Todas as questões devem ser respondidas a CANETA. 1. Todos os seres vivos são dotados de características em comum
É uma maneira de ampliar o estudo histopatológico. São utilizados métodos especiais de coloração para ressaltar parasitas como fungos, bactérias, ou
É uma maneira de ampliar o estudo histopatológico. São utilizados métodos especiais de coloração para ressaltar parasitas como fungos, bactérias, ou para se ressaltar estruturas das quais interessa o estudo
Catálogo Insumo
Catálogo - 2016 Insumo w w w. o p a t o l o g i s t a. c o m. b r Índice: Álcool / Xilol / Formol Alcoômetro Bandeja para microscopia Berço Bomba de líquidos Caixa arquivo Caneta marcadora Cassete plástico
Técnica Básicas para Análises de Células e Tecidos
Técnica Básicas para Análises de Células e Tecidos Visão panorâmica da célula Algumas grandezas... 1km 1.000m 1m 100 cm 1cm 10 mm 1mm 1000 µm 1 µm 1000 nm 1Å (Angstron Angstron) 10 10-10 m Visão panorâmica
Água A água é uma substância química cujas moléculas são formadas por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio (H2O). É abundante no planeta Terra,
A Química da Vida Água A água é uma substância química cujas moléculas são formadas por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio (H2O). É abundante no planeta Terra, onde cobre grande parte de sua superfície
Embriologia e Histologia Animal I
Embriologia e Histologia Animal I Professora: Daniela Brum Embriologia FASE DIVISÃO INICIAL: multiplicação céls indiferenciadas FASE EMBRIONÁRIA: rápido crescimento e diferenciação para formação tecidos,
TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA
TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA Augusto Schneider Carlos Castilho de Barros Faculdade de Nutrição Universidade Federal de Pelotas TÉCNICAS Citologia Histologia Imunohistoquímica/imunofluorescência Biologia
Biomoléculas e processos Passivos/Ativos na célula
Biomoléculas e processos Passivos/Ativos na célula ICB Dep. Mofologia Disciplina: Biologia Celular Bases moleculares e Macromoleculares Substâncias Inorgânicas/Orgânicas Processos Celulares Passivos/Ativos
Constituintes químicos dos seres vivos
REVISÃO Bioquímica Constituintes químicos dos seres vivos S A I S I N O R G Â N I C O S CARBOIDRATOS São denominados: açúcares, hidratos de carbono, glicídios ou glicosídeos Energia para o trabalho celular
Citoplasma. ocorrem as reações químicas. 1. Contém uma substância gelatinosa onde. 2. Local onde estão submersas as organelas.
CITOLOGIA Citoplasma 1. Contém uma substância gelatinosa onde ocorrem as reações químicas. 2. Local onde estão submersas as organelas. Citoesqueleto 1. Formado por proteínas que mantém a forma celular;
VISITA DIRIGIDA AO LABORATÓRIO DE HISTOTECNOLOGIA
VISITA DIRIGIDA AO LABORATÓRIO DE HISTOTECNOLOGIA MÉTODOS DE OBTENÇÃO DE PREPARAÇÕES HISTOLÓGICAS 01- COLHEITA DE MATERIAL Fragmentos de órgãos e tecidos a serem processados devem ser obtidos imediatamente
1. Elementos dos tecidos conjuntivo propriamente dito. Observação de mastócitos e de fibras elásticas
1. Elementos dos tecidos conjuntivo propriamente dito Observação de mastócitos e de fibras elásticas Material: Mesentério Técnica: azul de toluidina Obs: O mesentério é a membrana fina que prende as alças
Quais características um indivíduo precisa apresentar para ser considerado um ser vivo? - São compostos por célula; - Requerem energia;
01 Quais características um indivíduo precisa apresentar para ser considerado um ser vivo? - São compostos por célula; - Requerem energia; - A p r e s e n t a m metabolismo; - Respondem à estímulos; -
TRYPANOSOMA EVANSI EM EQUINOS
TRYPANOSOMA EVANSI EM EQUINOS INTRODUÇÃO A trypanosomose equina, também conhecida como mal-das-cadeiras ou surra é uma doença que tem uma distribuição geográfica extremamente ampla. Ela ocorre no norte
Demonstração de efeito citopático induzido por alguns vírus em células cultivadas "in vitro" e de corpúsculos de inclusão em tecido infectado
Demonstração de efeito citopático induzido por alguns vírus em células cultivadas "in vitro" e de corpúsculos de inclusão em tecido infectado As alterações morfológicas que ocorrem quando células em cultura
BASES MACROMOLECULARES CELULAR
BASES MACROMOLECULARES CELULAR BIOQUÍMICA- FARMÁCIA FIO Faculdades Integradas de Ourinhos Prof. Esp. Roberto Venerando Fundação Educacional Miguel Mofarrej. FIO [email protected] BASES MACROMOLECULARES
Biomoléculas e processos Passivos/Ativos na célula
Biomoléculas e processos Passivos/Ativos na célula ICB Dep. Mofologia Disciplina: Biologia Celular Prof: Dr. Cleverson Agner Ramos Bases moleculares e Macromoleculares Substâncias Inorgânicas/Orgânicas
Aplica-se à observação de microorganismos vivos, sem preparação prévia (coloração)
Campo Escuro Campo Escuro Constitui uma técnica especializada de iluminação que utiliza a luz oblíqua para reforçar o contraste em espécimes que não estão bem definidas sob condições normais de iluminação
DIAGNÓSTICO DE TUMORES DE MAMA: PARTE II
DIAGNÓSTICO DE TUMORES DE MAMA: PARTE II EXAME HISTOPATOLÓGICO O exame histopatológico de biópsias incisionais ou excisionais é o método de diagnóstico mais seguro. Além de facilitar a classificação da
Como as células são estudadas? Métodos de Estudo da Célula Biomoléculas:Estrutura e Função 28/03/2017. Microscópio. Robert Hooke (1665): Termo Célula
Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de Lorena Departamento de Biotecnologia Como as células são estudadas? Curso: Engenharia Ambiental Métodos de Estudo da Célula Biomoléculas:Estrutura e Função
Biólogo Patologia bucal
Biólogo Patologia bucal Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 A imuno-histoquímica tem por finalidade visualizar diretamente na célula a distribuição de moléculas utilizando: a) antígenos marcados
As bases bioquímicas da vida
As bases bioquímicas da vida Água, Sais Minerais, Carboidratos, Lipídios, Proteínas e Vitaminas 1º Ano Profª Priscila F Binatto Constituintes Bioquímicos da Célula Água e Minerais Carboidratos Lipídios
TECIDO CONJUNTIVO TECIDO CONJUNTIVO TECIDO CONJUNTIVO 25/10/2016. Origem: mesoderma Constituição: Funções:
TECIDO CONJUNTIVO TECIDO CONJUNTIVO Origem: mesoderma Constituição: Diversos tipos de células Matriz extracelular: substância fundamental e fibras TECIDO CONJUNTIVO Funções: Sustentação estrutural Preenchimento
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia. Célula Procariótica. Prof. Macks Wendhell Gonçalves, Msc.
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Célula Procariótica Prof. Macks Wendhell Gonçalves, Msc [email protected] Roteiro Células procarióticas não possuem envoltório nuclear
Bioquímica: Componentes orgânicos e inorgânicos necessários à vida. Leandro Pereira Canuto
Bioquímica: orgânicos e inorgânicos necessários à vida Leandro Pereira Canuto Toda matéria viva: C H O N P S inorgânicos orgânicos Água Sais Minerais inorgânicos orgânicos Carboidratos Proteínas Lipídios
BIOLOGIA. Moléculas, células e tecidos. Estrutura e fisiologia da Membrana Plasmática - Parte 1. Professor: Alex Santos
BIOLOGIA Moléculas, células e tecidos Estrutura e fisiologia da Membrana Plasmática - Parte 1 Professor: Alex Santos Tópicos em abordagem: Estrutura e fisiologia da Membrana Plasmática - Parte 1 Parte
Bioquímica Celular. LIVRO CITOLOGIA Capítulo 02 Itens 1 a 3 págs. 19 a 30. 3ª Série Profª Priscila F Binatto Fev/2013
Bioquímica Celular LIVRO CITOLOGIA Capítulo 02 Itens 1 a 3 págs. 19 a 30 3ª Série Profª Priscila F Binatto Fev/2013 Constituintes Bioquímicos da Célula Água e Minerais Carboidratos Lipídios Proteínas Ácidos
PS 73 - PROFISSIONAL ASSISTENCIAL III (Profissional de Histologia) Pág. 1
Pág. 1 Pág. 2 01. No Microsoft Word 2010 e no Excel 2010, é possível proteger um documento através de uma senha para evitar o acesso não autorizado ao arquivo. Qual das alternativas abaixo apresenta um
TÉCNICA EM LABORATÓRIO / ANATOMIA PATOLÓGICA
UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO TÉCNICA EM LABORATÓRIO / ANATOMIA PATOLÓGICA Parte I: MÚLTIPLA ESCOLHA 01 Assinale a opção cuja
Colorações de Bactérias: Coloração Simples e Coloração Diferencial(Coloração de Gram)
Escola Secundária com 3º Ciclo D.Manuel I Beja Acção de Formação ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DOS LABORATÓRIOS ESCOLARES Guião de actividade laboratorial versão aluno Colorações de Bactérias: Coloração Simples
MSc. Wagner Fernando Fuck Letícia Pavoni Grasselli Drª Mariliz Gutterres
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química Departamento de Engenharia Química Laboratório de Estudos em Couro e Meio Ambiente ESTADO DA ARTE E DESENVOLVIMENTO
Métodos Cito-Histoquímicos
Ciências Biomédicas Laboratoriais Métodos Cito-Histoquímicos Aula 7 2016/17 João Furtado [email protected] Gab. 2.06 na ESSUAlg Sumário Pigmentos e Minerais Introdução Substâncias Endógenas Melanina Hemoglobina
Composição química da célula
Composição química da célula Introdução Evidência da evolução Todas as formas de vida tem a mesma composição química! Substâncias inorgânicas Substâncias orgânicas Água e sais minerais Carboidratos, lipídios,
Compostos orgânicos Lipídios. Professor Thiago Scaquetti de Souza
Compostos orgânicos Lipídios Professor Thiago Scaquetti de Souza Lipídios Os lipídios são compostos orgânicos caracterizados por serem oleosos ou gordurosos, insolúveis em água e solúveis em solventes
Lipídeos. Carboidratos (Açúcares) Aminoácidos e Proteínas
BIOQUÍMICA Lipídeos Carboidratos (Açúcares) Aminoácidos e Proteínas LIPÍDEOS São ÉSTERES derivados de ácidos graxos superiores. Ex1: São divididos em: Cerídeos Glicerídeos Fosfatídeos Esteroides CERÍDEOS
Plano de Aulas. Biologia. Módulo 4 A célula e os componentes da matéria viva
Plano de Aulas Biologia Módulo 4 A célula e os componentes da matéria viva Resolução dos exercícios propostos Retomada dos conceitos 12 CAPÍTULO 1 1 b Graças ao microscópio óptico descobriu-se que os seres
TECIDO CONJUNTIVO. O tecido conjuntivo apresenta: células, fibras e sua substância fundamental amorfa.
TECIDO CONJUNTIVO FUNÇÕES: Estabelecimento e manutenção da forma corporal Conecta células e órgãos, dando suporte ao corpo Defesa e resposta imunológica Ajuda na reparação e cicatrização Faz troca de nutrientes
ESPERMOGRAMA E ESPERMOCULTURA NA BOVINOCULTURA
ESPERMOGRAMA E ESPERMOCULTURA NA BOVINOCULTURA INTRODUÇÃO O espermograma é o exame que avalia as características físicas, morfológicas e microbiológicas do sêmen e é componente essencial do exame andrológico
a) Escreva os nomes das substâncias presentes nos frascos A, B e C. A B C
PROVA DE QUÍMICA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006 (cada questão desta prova vale até cinco pontos) Questão 01 Foram encontrados, em um laboratório, três frascos A, B e C, contendo soluções incolores e sem rótulos.
NERVITON MEGA Ômega Vitaminas + 8 Minerais
M.S. 6.6969.0023.001-6 NERVITON MEGA Ômega 3 + 13 Vitaminas + 8 Minerais NERVITON MEGA é um produto inovador no Brasil, pois possui em sua fórmula o óleo de peixe ( ÔMEGA 3 ) e diversas vitaminas e minerais
a) Se uma substância apresenta moléculas, ela deve apresentar ligações iônicas.
Lista exercicios 1 ano prof: Luciano Gonçalves Aluno: Série: Turma: Data: Questão 1 O símbolo para o íon cálcio, Ca 2+, indica que I. é um ânion. II. possui dois prótons a mais que o respectivo átomo neutro.
Nutrição bacteriana. José Gregório Cabrera Gomez
Nutrição bacteriana José Gregório Cabrera Gomez [email protected] Nutrição microbiana Quais os compostos químicos que constituem uma célula? 5 Nutrição microbiana De onde as bactérias captam estes elementos?
DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO. Aprender como usar o microscópio;
MICROSCÓPIO DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO OBJETIVOS Aprender como usar o microscópio; Observar a morfologia e outras características distintas das bactérias; Ter noção do tamanho dos
Todos tem uma grande importância para o organismo.
A Química da Vida ÁGUA A água é um composto químico formado por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Sua fórmula química é H2O. A água pura não possui cheiro nem cor. Ela pode ser transformada em
Biologia Molecular - I. Prof. Fernando Belan - Classe A
Biologia Molecular - I Prof. Fernando Belan - Classe A Introdução CHONPS Carbono, Hidrogênio, Oxigênio, Nitrogênio, Fósforo e Enxofre. Moléculas Orgânicas > Proteínas e Ácidos Nucleicos; Carboidratos,
ED1- Citologia Microbiana
1. Quais os principais morfotipos procarióticos? Determinação na morfologia celular coco bacilo espirilo Parede celular: confere forma e rigidez a célula Citoesqueleto: MreB e crescentina espiroqueta Bactérias
Composição Química das Células: Água e Sais Minerais
Composição Química das Células: Água e Sais Minerais Uma das evidências da evolução biológica e da ancestralidade comum dos seres vivos é que todas as formas de vida possuem composição química semelhante.
ÓLEOS E GORDURAS (LIPÍDEOS) - TRIGLICERÍDEOS
Moléculas Orgânicas constituintes dos seres vivos (Biomoléculas Orgânicas) Gorduras ou Lipídeos (Triglicerídeos) Derivadas de ácidos graxos e podem se classificar em: Gorduras Saturadas Gorduras insaturadas
MICROBIOLOGIA - AULAS PRÁTICAS
MICROBIOLOGIA - AULAS PRÁTICAS Execução e observação microscópica de preparações coradas Objectivos: 1 - Familiarização com pincípios básicos de microscopia de campo claro. 2 Utilização de técnicas de
As seguintes estruturas somente podem ser encontradas numa célula eucariótica: Pode-se dizer, corretamente, que o teor de água nos animais superiores:
As seguintes estruturas somente podem ser encontradas numa célula eucariótica: ( ) mitocôndrias e carioteca. ( ) ribossomos e membrana plasmática ( ) mitocôndrias e parede celular ( ) membrana plasmática
CARBOIDRATOS Classificação: De acordo com o número de moléculas em sua constituição temos: I- MONOSSACARÍDEOS ( CH 2 O) n n= varia de 3 a 7 Frutose Ga
CARBOIDRATOS Os carboidratos são as biomoléculas mais abundantes na natureza. Para muitos carboidratos, a fórmula geral é: [C(H2O)]n, daí o nome "carboidrato", ou "hidratos de carbono" -São moléculas que
Cromoscopia com corantes - maio 2016 Por Felipe Paludo Salles - Endoscopia Terapêutica -
Corantes Classificação: 1- Corantes de absorção ou vitais (azul de metileno, violeta de genciana, lugol) 2- Corantes de contraste (índigo carmin) 3- Corantes químicos ou reativos (vermelho-congo, ácido
Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra
Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra MICROBIOLOGIA António Verissimo Paula Morais Coloração de Gram Esta técnica permite subdividir as bactérias em dois grandes grupos: as designadas Gram
QUÍMICA. Questão 01. Questão 02
Questão 01 QUÍMICA A fenil-etil-amina é considerada um componente responsável pela sensação do bem-estar decorrente da ingestão do chocolate, que contém, também, substâncias inorgânicas. Na tabela a seguir
Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1. fibras vegetais glícidos reguladora. plástica lípidos energética
Conteúdo: Nutrientes Alimentares: Funções Gerais FICHA DE TRABALHO 1 fibras vegetais glícidos reguladora plástica lípidos energética protetora proteínas nutrientes Nos alimentos encontramos as substâncias,
