PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE
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- Cássio Bernardes Gabeira
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1 Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE Filipa Homem Christo Divisão de Qualidade Clínica e Organizacional Departamento da Qualidade em Saúde [email protected]
2 O que se pretende com o
3
4
5 NOVE Serviços Hospitalares 3 Pediatria 2 Neonatalogia 1 Ginecologia/ obstetrícia 2 Obstetrícia 1 Psiquiatria 5 ARS envolvidas CINCO novas USF 2 USF Norte 1 USF Centro 2 USF LVT 2 candidaturas recentes formalizadas
6 ACREDITAÇÃO Trata se de um processo de observação, avaliação, certificação através s do qual o DQS reconhece publicamente que uma instituição ou Unidade de Saúde
7 ACREDITAÇÃO Reune as condições necessárias e presta serviços e cuidados de saúde de qualidade custo efectivos e baseados na evidência científica e no respeito por padrões de qualidade definidos por entidades de referência e reconhecidos pelo Minist Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde
8 Modelo nacional e oficial de acreditação em saúde ACSA Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde
9 Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde Acreditação em Saúde ISQUA é um processo de autoavaliação e auditoria externa por pares usado pelas organizações de saúde para avaliarem com rigor o seu nível n de desempenho em relação a padrões pré-estabelecidos e para implementar meios de melhorar continuamente
10 MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE I O Cidadão, Centro do Sistema de Saúde II Organização da actividade centrada no utente 1. Utentes: satisfação, participação e direitos 2. Acessibilidade e continuidade assistencial 3. Documentação clínica 4. Gestão de planos e processos assistenciais integrados 5. Actividades de promoção da saúde e programas de saúde 6. Direcção III Profissionais 7. Os profissionais: desenvolvimento e formação profissional IV Áreas de Suporte 8. Estrutura, equipamentos e fornecedores 9. Sistemas e tecnologias de informação e comunicação 10. Sistema da qualidade V Resultados 11. Resultados chaves da organização 10
11 A CERTIFICAÇÃO com o Modelo ACSA
12 Direcção-Geral da Saúde A Unidade que se acredita Ministério da Saúde TEM de DEMONSTRAR Como respeita os direitos dos doentes Como promove a sua participação nas decisões Como aborda os processos assistenciais e a continuidade dos cuidados Como promove a adesão a normas de boa prática Como promove o uso racional de medicamentos e tecnologias da saúde Como assegura a gestão das competências profissionais
13 Direcção-Geral da Saúde A Unidade que se acredita Ministério da Saúde TEM de DEMONSTRAR Como faz o levantamento de riscos e gere a segurança Como gere os processos de suporte e de gestão Como garante um ambiente e instalações adequados Como assegura a manutenção dos equipamentos Como controla os fornecimentos e fornecedores Como gere e utiliza as tecnologias de informação
14 Direcção-Geral da Saúde A Unidade que se acredita Ministério da Saúde TEM de DEMONSTRAR Como regista e organiza o processo clínico Como gere e preserva toda a documentação clínica Como faz o seguimento dos compromissos e objectivos Como monitoriza e avalia o seu desempenho Como alcança a as suas metas Como divulga os resultados do seu desempenho
15 Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde A Unidade que se quiser acreditar muito em breve terá de demonstrar Como adapta à sua realidade e como consolida os PROCESSOS ASSISTENCIAIS INTEGRADOS
16 Processos Assistenciais Integrados Trata-se de uma abordagem multidisciplinar e integrada que pressupõe a reanálise de todas as actuações de que o doente é alvo em qualquer ponto do Serviço Nacional de Saúde do início ao fim do processo assistencial, colocando-o com as suas necessidades e expectativas no centro do sistema
17 Processos Assistenciais Integrados PNAS e ENQS edição de 45 PAI Dirigidos à reorganização da prestação de cuidados a pessoas com problemas de saúde específicos, doenças agudas e doenças crónicas
18 Processos Assistenciais Integrados Neles se descrevem todas as actividades normas, informação, recursos, competências que têm de estar presentes ao longo de todo o processo assistencial dessa pessoa em todos os níveis de cuidados e em qualquer momento para satisfazer as suas necessidades e expectativas e para se obter os melhores resultados de saúde
19 Processos Assistenciais Integrados Trata-se de uma abordagem multidisciplinar e integrada que pressupõe a reanálise de todas as actuações de que o doente é alvo em qualquer ponto do Serviço Nacional de Saúde do início ao fim do processo assistencial, colocando-o com as suas necessidades e expectativas no centro do sistema
20 Processos Assistenciais Integrados Utilizam a metodologia da abordagem por processos
21 Processos Assistenciais Integrados QUEM FAZ? O QUÊ? PROCESSO ACTIVIDADES sequência? QUANDO COM QUÊ? COMO ONDE
22 Processos Assistenciais Integrados a clara identificação das expectativas dos doentes e profissionais a definição de fluxos de trabalho (1) a identificação de normas e orientações baseada em evidência científica N e na segurança a informação que tem de ser fornecida (INF) os indicadores para a sua monitorização (I)? as competências mínimas esperadas para os profissionais envolvidos
23 Processos Assistenciais Integrados VANTAGENS Incorporam ferramentas de melhoria organizativa Aproximam todos os níveis de cuidados Potenciam a visão integrada dos cuidados ao doente Asseguram uma prática de cuidados mais seguros Caracterizam os recursos mais adequados Garantem que informação necessária édada São um bom garante de práticas custo efectivas PROMOVEM e difundem o CONHECIMENTO
24 Processos Assistenciais Integrados Onde estamos? PAI da Diabetes mellitus tipo 2 em fase final de validação pelas sociedades científicas e peritos PAI do Risco cardiovascular em fase adiantada de elaboração Grupos de Trabalho criados para diversos PAI Normas definidas e aprovadas Caracterização das competências específicas Caracterização dos recursos necessários PAI da pré obesidade a iniciar Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde
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