PROCESSOS ASSISTENCIAIS INTEGRADOS
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- Luiz Guilherme Carvalho
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1 Lisboa de Junho 2011 Museu do Oriente PROCESSOS ASSISTENCIAIS INTEGRADOS <<TITULO APRESENTAÇÃO>> <<Nome do Orador>> Filipa Homem Christo Departamento da Qualidade na Saúde
2 Estratégia Nacional para a Qualidade na Saúde Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde visa impulsionar cuidados de saúde de qualidade centrados nos doentes e nas suas necessidades bem como apoiar os profissionais de saúde na adopção de boas práticas baseadas no melhor conhecimento científico disponível e na procura da excelência clínica e organizacional 28 de Junho de 2011 PROCESSOS ASSISTENCIAIS INTEGRADOS FILIPA HOMEM CHRISTO Departamento da Qualidade na Saúde
3 Estratégia Nacional para a Qualidade na Saúde Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde O Departamento da Qualidade na Saúde iniciou a adaptação,elaboração,e publicação de 45 PAI - relativamente a diversas alterações do estado de saúde doenças agudas e doenças crónicas
4 - pressuposto - A continuidade assistencial e a coordenação entre diferentes níveis de cuidados São elementos essenciais para garantir que o doente recebe os melhores cuidados de saúde Disponíveis, atempados, custo-efectivos, comparáveis Colocando o cidadão no centro do sistema e fazendo-o participar nas decisões sobre a sua saúde
5 É também esse o desejo e o centro das preocupações dos profissionais de saúde que os cuidam Os profissionais de saúde necessitam de dispôr de normas e orientações clínicas Aceites e validadas pela comunidade científica Que incluam critérios de qualidade mensuráveis Comparáveis com padrões conhecidos
6 Trata-se de uma abordagem multidisciplinar integral, integrada e continuada que pressupõe a reanálise de todas as actuações de que o doente é alvo em qualquer momento e em qualquer ponto do Serviço Nacional de Saúde e do início ao fim do processo assistencial
7 Dirigidos a pessoas com problemas de saúde e doenças específicas Identificam a entrada e saída do processo e o percurso do doente Apontam e antecipam as necessidades e expectativas dos doentes Reordenam e centram toda a actividade sobre o percurso do doente Integram todas as actuações, informação, competências, e recursos
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10 para o seu desenho é necessário A identificação das expectativas dos doentes, familiares e profissionais A definição de fluxos de trabalho para todas as actividades assistenciais A identificação de normas e orientações baseadas na evidência científica N A informação que tem de ser fornecida e antecipada INF Os pontos críticos de segurança em todas as actuações As normas de qualidade aplicáveis e os resultados esperadas Q Os indicadores para a sua monitorização As competência profissionais específicas Os recursos necessários e a sua especificação
11 Porque são os PAI necessários? Incorporam ferramentas da melhoria conínua Aproximam níveis de cuidados (CSP,CSS,CCI) Potenciam a visão de cuidados integrados ao doente Asseguram uma prática de cuidados mais seguros Caracterizam os recursos mais adequados Garantem que a informação necessária é dada São um bom garante de práticas custo-efectivas Promovem e difundem o conhecimento
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