MANUAL DO CLIENTE. Orientações Gerais
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- João Pedro Assunção Álvaro
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1 MANUAL DO CLIENTE Orientações Gerais
2 2 Prezado Cliente: O compromisso da ESAME é oferecer a você o melhor serviço na área de Saúde e Segurança no Trabalho, assegurando a qualidade nos procedimentos médicos, na implantação das normas de segurança e em toda a assessoria que prestamos. E para isso contamos com um quadro de profissionais experientes e especializados, além de uma ampla rede credenciada para atendimento nacional. Para usufruir ainda melhor de nossos serviços, leia com atenção este manual, pois ele contém todas as orientações para o correto cumprimento das Normas e para o uso dos serviços da ESAME. Em caso de dúvidas ou sugestões, entre em contato conosco pelo telefone (11) ou pelo [email protected] Estamos sempre à disposição para melhor atendê-lo. Dr. José Carlos Dias Carneiro Diretor Médico
3 3 CONTATOS Informações sobre o PCMSO Informações sobre PPRA Informações sobre PPP Atendimento ao cliente Pagamentos...4 INFORMAÇÕES SOBRE O PPRA O que é PPRA? Como deve ser feito o PPRA? As adequações e correções indicadas no PPRA devem ser providenciadas pela minha empresa? Qual a validade do PPRA? O que o cliente ESAME deve manter em seus arquivos? Autônomos, terceirizados e cooperados devem ser incluídos no PPRA? Como fazer avaliações quantitativas? Quem pode ter acesso ao meu PPRA?...6 INFORMAÇÕES SOBRE O PCMSO O que é PCMSO? Como é feito o PCMSO? Quais tipos de exames médicos fazem parte do PCMSO? Qual a validade do PCMSO? De que forma deve ser utilizado o PCMSO? O que é o ASO? O que significa estar "apto" para o trabalho? Onde realizar as consultas médicas? Os exames periódicos podem ser realizados na minha empresa? E se alguns funcionários não estiverem presentes no dia que o médico estiver fazendo os exames periódicos? As consultas médicas serão cobradas? E os exames complementares? Quando a empresa pode deixar de fazer algum exame médico? O PCMSO precisa de relatório? O que acontece quando é constatada alguma doença no exame demissional? Quando emitir o CAT?...10 INFORMAÇÕES SOBRE TREINAMENTOS CIPA/Designado de CIPA Primeiros Socorros Brigada de Incêndio...11 Dúvidas Frequentes Qual é a validade destes cursos? Quais leis exigem estes treinamentos?...12 RELAÇÃO DE NORMAS REGULAMENTADORAS (NR s)...12 PPP E LTCAT...13 O NTEP E O FAP...14 INSTRUÇÕES PARA ENCAMINHAR SEU FUNCIONÁRIO PARA CONSULTA...15
4 4 CONTATOS Solicitamos que registrem nossos endereços eletrônicos a fim de facilitar seu contato conosco. 1. Informações sobre PCMSO: [email protected] Alterações e novas funções em sua empresa (para atualização do PCMSO); Alterações no cadastro dos empregados: Exames de Admissão, Exames de Demissão, Exames Periódicos, Exames de Retorno ao Trabalho e Exames de Mudança de Função; Comunicação de abertura de CAT para registro no PPP; Solicitações para a área médica; 2. Informações sobre PPRA: [email protected] Solicitações de visitas para alteração de função ou renovação do PPRA; Assuntos referentes à CIPA; Solicitações de treinamentos obrigatórios; Solicitações de orçamentos. 3. Informações sobre PPP: [email protected] Solicitações de formulários PPP; Soluções para dúvidas. 4. Atendimento ao cliente: [email protected] Dúvidas, sugestões, reclamações; 5. Pagamentos: [email protected] Informações a respeito de notas fiscais, faturas, boletos, etc.
5 5 INFORMAÇÕES SOBRE O PPRA 1. O que é PPRA? O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é um documento que registra todos os riscos a que os funcionários estão expostos dentro do ambiente de trabalho. O objetivo do PPRA é estabelecer uma metodologia de ação que garanta a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores frente aos riscos existentes nos ambientes de trabalho. Complementam o PPRA as avaliações quantitativas indicadas neste documento. 2. Como deve ser feito o PPRA? Nossos Engenheiros de Segurança do Trabalho inspecionarão todas as áreas da empresa, realizarão medições e acompanharão as atividades dos trabalhadores. Depois de concluída a inspeção, será elaborado o cronograma de ações, determinando as correções a serem feitas e os respectivos prazos. A visita do profissional de Segurança do Trabalho será agendada previamente e a inspeção nas áreas de trabalho será sempre acompanhada por um responsável da empresa. 3. As adequações e correções indicadas no PPRA devem ser providenciadas pela minha empresa? Sim. As medidas corretivas indicadas no cronograma de ações devem ser cumpridas para atender às Normas do Ministério do Trabalho e Emprego. O não cumprimento do cronograma de ações do PPRA poderá expor sua empresa às penalidades, que vão de multas a interdições. 4. Qual a validade do PPRA? O PPRA é válido por um ano, devendo ser alterado antes desta data sempre que novos riscos e funções forem introduzidos na empresa. A ESAME está ao seu dispor para efetuar a renovação ou atualização do PPRA antes do prazo anual em caso de mudanças do ambiente do trabalho, motivadas pela introdução de novos equipamentos, mudanças de processos, inclusão de novas matérias-primas ou alterações de layout que justifiquem nova análise.
6 6 5. O que o cliente ESAME deve manter em seus arquivos? PPRA e o PCMSO: por no mínimo 20 anos. As medições quantitativas realizadas a cada ano: por no mínimo 20 anos. C.A. - Certificado de Aprovação dos EPIs adquiridos pela empresa: por 20 anos. Protocolos de Treinamento em Segurança e Saúde Ocupacional e Entrega para uso de EPIs de cada trabalhador: por 20 anos. Análises ergonômicas das funções: manter arquivada sempre a última atualização. PPP (arquivo eletrônico): até a aposentadoria dos trabalhadores. Também devem ser arquivados os protocolos de entrega do PPP para os ex-empregados. 6. Autônomos, terceirizados e cooperados devem ser incluídos no PPRA? Não, porém, o tomador de serviços terceirizados ou cooperados tem responsabilidade civil, criminal e trabalhista sobre esses trabalhadores, solidariamente às empresas que terceirizam mão de obra e seus equiparados. Assim, recomendamos aos nossos clientes que no caso de terem estes trabalhadores em suas empresas, exijam de seus prestadores de serviços o total cumprimento das normativas de saúde e segurança do trabalho previstas nas Normas Regulamentadoras (NRs). 7. Como fazer avaliações quantitativas? As avaliações quantitativas indicadas no PPRA referentes a agentes químicos, físicos e biológicos deverão ser feitas por meio de equipamentos específicos e por empresas especializadas, que emitirão laudos de avaliação. Estas medições serão parte complementar do PPRA e necessárias para caracterizar ou não a existência de agentes nocivos. 8. Quem pode ter acesso ao meu PPRA? O PPRA é um documento de livre acesso a todos os trabalhadores, para conhecimento dos riscos de seus setores e funções. Também terá livre acesso os integrantes da CIPA, sindicatos e autoridades competentes. A antecipação, reconhecimento, controle e monitoramento dos riscos permitem que as empresas realizem melhorias contínuas em seus ambientes de trabalho, evitando prejuízos econômicos, acidentes e doenças de trabalho, autuações fiscais e passivo trabalhista.
7 7 INFORMAÇÕES SOBRE O PCMSO 1. O que é PCMSO? O PCMSO é o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e tem como objetivo a promoção e a preservação da saúde dos trabalhadores. Este Programa deverá ter caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza subclínica, além da constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores. Apesar de ser uma obrigação legal para proteção dos empregados, O Programa serve também aos empregadores, pois um PCMSO bem elaborado e administrado é uma ferramenta vital contra passivos trabalhistas e responsabilidade cível e criminal dos administradores e proprietários das empresas. De acordo com a NR 7, têm obrigação de implantar o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, independentemente do número de funcionários contratados. 2. Como é feito o PCMSO? Com base no PPRA o PCMSO é elaborado após a identificação dos riscos de cada setor/função, nos quais constam as avaliações qualitativas e quantitativas dos riscos, incluindo os efeitos atenuantes pela existência de EPCs (Equipamento de Proteção Coletiva) e EPIs (Equipamento de Proteção Individual). O PCMSO não é um programa isolado e deverá sempre levar em consideração o que dizem as demais NRs. Após a elaboração do programa de saúde de sua empresa, os trabalhadores deverão realizar os exames médicos (clínicos e laboratoriais) indicados no programa. 3. Quais tipos de exames médicos fazem parte do PCMSO? Exames: admissionais, demissionais, de mudança de função, de retorno ao trabalho e periódicos. Também integram o PCMSO os exames ocupacionais complementares de laboratório, que são aqueles vinculados a cada função de sua empresa e aos riscos que os trabalhadores estão expostos.
8 8 Consulte sempre as tabelas do PCMSO antes de encaminhar um funcionário para a consulta a fim de certificar-se que não haja exames laboratoriais exigidos para a função. 4. Qual a validade do PCMSO? O PCMSO é válido por um ano, devendo ser alterado antes dessa data quando novos riscos forem introduzidos na empresa e gerarem alterações no PPRA ou outros laudos que os identificaram. 5. De que forma deve ser utilizado o PCMSO? O PCM SO será utilizado nas seguintes situações: Para identificar e conscientizar os trabalhadores quanto à periodicidade e os tipos de exames complementares de cada função. Para organizar os processos administrativos quanto aos exames médicos admissionais, demissionais, periódicos, mudança de função e retorno ao trabalho. Para apresentá-lo à Fiscalização de Órgãos Públicos, Justiça do Trabalho ou Sindicatos. Poderá ser solicitado por algum cliente seu quando houver funcionários seus alocados nas dependências do seu cliente. 6. O que é o ASO? ASO é o Atestado de Saúde Ocupacional. Para cada exame médico realizado o médico emitirá o ASO em duas vias. A primeira via ficará arquivada no local de trabalho do trabalhador (inclusive em canteiros de obras e frentes de serviço) e a segunda via será entregue ao trabalhador. 7. O que significa estar "apto" para o trabalho? O apto ou inapto é a conclusão a que o médico chega para decidir se o empregado poderá ou não trabalhar em determinada função. Atestar que o funcionário está "apto" não quer dizer que a pessoa não tenha doença nenhuma, significa apenas que ela está apta para aquela função indicada no ASO, isto é, a pessoa está pronta para executá-la. Da mesma forma, atestar "inapto" não quer dizer
9 9 que a pessoa tenha doenças graves ou sérias, mas apenas que ela está inapta para aquela função citada no ASO. 8. Onde realizar as consultas médicas? A empresa poderá encaminhar seus trabalhadores para realizar consultas na sede da ESAME ou em qualquer Clínica Médica Credenciada nossa, dependendo do que estiver disposto no contrato de sua empresa. 9. Os exames periódicos podem ser realizados na minha empresa? Sim. O médico da ESAME poderá ir até a sua empresa realizar os exames periódicos dependendo da negociação contratual. 10. E se alguns funcionários não estiverem presentes no dia que o médico estiver fazendo os exames periódicos? Eles deverão ser encaminhados à ESAME onde o médico estará com os seus prontuários. A consulta é feita somente com hora marcada. 11. As consultas médicas serão cobradas? E os exames complementares? Para os clientes que pagam mensalidades, as consultas médicas não têm custo adicional, pois já fazem parte do custo da implantação do PCMSO. Os exames complementares indicados no PCMSO serão cobrados conforme tabela de preços da ESAME. Os clientes que pagam à vista pelo PCMSO devem pagar as consultas médicas e exames complementares. 12. Quando a empresa pode deixar de fazer algum exame médico? Empresas com Grau de Risco 1 e 2 poderão deixar de realizar exame médico demissional se o desligamento do trabalhador for feito no prazo de até 135 dias de seu último exame médico. Empresas com Grau de Risco 3 e 4 também poderão deixar de realizar o exame médico demissional, se houver algum ASO anterior com data de no máximo 90 dias. Nestes casos, a ESAME deverá ser informada de imediato através do endereço eletrônico [email protected]
10 O PCMSO precisa de relatório? Sim, ao término de cada ano de vigência do PCMSO a ESAME emitirá um Relatório anual com todas as informações pertinentes. Este Relatório será assinado pelo médico do trabalho coordenador do PCMSO de sua empresa. 14. O que acontece quando é constatada alguma doença no exame demissional? Se no exame médico demissional for constatada alguma doença, deverá ser verificado se a doença possui nexo com o trabalho. Se houver, o empregado não poderá ser demitido, sendo necessária a emissão do CAT - Comunicado de Acidente do Trabalho ao INSS. Se não houver nexo e a doença constatada não o impedir de continuar executando aquela mesma função em outros locais, o empregado poderá ser demitido normalmente. Entretanto, se a doença não possuir nexo com o trabalho, mas o empregado não estiver apto para continuar executando a mesma função em outros locais, devido à doença exigir um tratamento urgente e o afastamento do trabalho, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (antiga DRT) e o Conselho Regional de Medicina orientam que seja concedido "inapto" ao trabalhador, para que possa ser encaminhado ao INSS. Quando do retorno ao trabalho a partir da alta pelo INSS, então poderá prosseguir com a demissão. 15. Quando emitir o CAT? O CAT deve ser emitido pela empresa quando for constatado acidente de trabalho ou doença ocupacional. O prazo legal para abertura de CAT é de 24 horas a partir do acidente ocorrido. Após este período, de acordo com a legislação, o CAT deve ser acompanhado de carta do emitente justificando o atraso na comunicação.
11 11 INFORMAÇÕES SOBRE TREINAMENTOS Os treinamentos que a ESAME realiza promovem a segurança, o conhecimento e os cuidados para melhor atender ao empregador e aos trabalhadores. Todos os treinamentos são ministrados por instrutores capacitados e certificados. Conheça abaixo alguns dos treinamentos que oferecemos: 1. CIPA/Des ignado de CIPA: O objetivo deste c urso é a c apac itação, treinamento e informações gerais sobre prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a prevenção da vida e a promoção da saúde do trabalhador. Toda empresa, pela lei 6.514, prevê na Norma Regulamentadora nº. 5 (NR-5), item 5.32, o treinamento para os membros da CIPA. Dependendo da quantidade de funcionários de cada empresa é necessário que haja uma CIPA Constituída (comissão completa) ou apenas um Designado de CIPA (um único funcionário treinado). 2. Primeiros Socorros: Toda empresa está obrigada a oferecer o treinamento de Primeiros Socorros pelo menos a um funcionário de cada turno de trabalho, de acordo com o previsto na Norma Regulamentadora nº. 7 (NR-7) do Ministério do Trabalho e Emprego. 3. Brigada de Incêndio: É uma organização interna formada pelos empregados da empresa, preparada e treinada para atuar com rapidez e eficiência em casos de princípios de incêndio.a Brigada de Incêndios é formada de acordo com a Instrução Técnica nº. 017/01 - Brigada de Incêndio - prevista no Decreto Estadual nº /01 - Corpo de Bombeiros - e na Norma Regulamentadora nº. 23 (NR-23), baixada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, e normas do Seguro Incêndio das Companhias de Seguros. Dúvidas Frequentes: 1. Qual é a validade destes cursos? Estes cursos têm validade máxima de um ano, e se o funcionário treinado se desligar da empresa por qualquer motivo, a empresa deverá encaminhar outro para ser treinado imediatamente.
12 12 2. Quais leis exigem estes treinamentos? A Lei nº de 22/12/77 Portaria nº de 08/06/78 e Normas Regulamentadoras específicas também determinam sobre os respectivos treinamentos: NR-5 (CIPA) e NR-23 (Brigada de Incêndio). RELAÇÃO DE NORM AS REGULAM ENTADORAS (NR s) Consulte: ht t p://w w w.mt e.gov.b r/legis lacao/normas _regulament adoras/default.as p
13 13 PPP E LTCAT O PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário é um formulário com campos a serem preenchidos com todas as informações relativas ao empregado, como por exemplo, a atividade que ele exerce, o agente nocivo ao qual está exposto, a intensidade e a concentração do agente, exames médicos clínicos, além de dados referentes à empresa. O formulário deve ser preenchido pelas empresas que exercem atividades que exponham seus empregados a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física (origem da concessão de aposentadoria especial após 15, 20 ou 25 anos de contribuição). Além disso, todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, de acordo com Norma Regulamentadora nº. 9 da Portaria nº /78 do MTE, também devem preencher o PPP. Nota: É necessário o preenchimento do PPP, pelas empresas, para todos os empregados. De acordo com a Instrução Normativa/INSS/DC nº. 99 de 05/12/2003, após a implantação do PPP em meio magnético, pela Previdência Social, esse documento será exigido para todos os segurados, independentemente do ramo de atividade da empresa e da exposição a agentes nocivos. A comprovação da efetiva exposição a agentes nocivos será feita mediante formulário próprio do INSS, o Perfil Profissiográfico Previdenciário, que será preenchido pela empresa ou seu preposto com base em LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho, ou outros documentos como o PPRA, o PCMSO e outros Laudos de quantificação de agentes de riscos, para fins de comprovação da exposição a agentes nocivos prejudiciais à saúde ou à integridade física. As cooperativas de produção, em que seus cooperados no exercício das atividades sejam expostos a condições especiais, deverão elaborar o PPP dos cooperados conforme a Instrução Normativa/INSS/DC nº. 087, de 27 de março de O PPP das cooperativas de trabalho será elaborado com base nas informações fornecidas pela empresa contratante. Quando houver o desligamento do empregado, a empresa é obrigada a fornecer uma via autêntica do PPP ao trabalhador, sob pena de multa, caso não o faça.
14 14 Observação: De acordo com a Instrução Normativa/INSS/DC nº. 99, de 05/12/2003, a partir de 1º de janeiro de 2004 a comprovação do exercício de atividade especial será feita pelo PPP, emitido pela empresa com base em laudo técnico de condições ambientais de trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança. O PPP contemplará, inclusive, informações pertinentes aos formulários acima, os quais deixarão de ter eficácia. A empresa (ou equiparada à empresa) deverá elaborar PPP de forma individualizada para seus empregados, trabalhadores avulsos e cooperados expostos a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, considerados para fins de concessão de aposentadoria especial. E ainda, para fins de concessão de benefícios por incapacidade, a partir de 1º de janeiro de 2004, a Perícia Médica do INSS poderá solicitar o PPP à empresa, com vistas à fundamentação do reconhecimento técnico do nexo causal e para avaliação de potencial laborativo, objetivando o processo de reabilitação profissional. Entretanto, para períodos laborados até 31 de dezembro de 2003, será aceito o DIRBEN-8030 (antigo SB-40, DISES-BE 5235, DSS-8030), desde que emitido até essa data. Quando o PPP for apresentado contemplando períodos laborados até 31 de dezembro de 2003, não é necessária a apresentação do DIRBEN-8030 (antigo SB-40, DISES-BE 5235, DSS-8030). O NTEP E O FAP O Decreto altera o Regulamento da Previdência Social e estabelece algumas modificações importantes no que diz respeito à aplicação, acompanhamento e avaliação do FAP - Fator Acidentário de Prevenção e do NTEP - Nexo Técnico EPidemiológico. Em resumo, o NTEP altera o modo de classificação do grau de risco das empresas e vincula doenças que antes não eram ocupacionais ao grau de risco da atividade de cada empresa. A tabela com a relação das doenças e riscos pode ser encontrada no Anexo II do Decreto Entre tais doenças estão algumas comuns, como: estresse, anemias, arritmia e hipotireoidismo. O resultado prático para as empresas é que elas poderão ter redução ou aumento na alíquota do imposto pago à Previdência, o SAT (Seguro de Acidente de Trabalho), e
15 15 esse aumento poderá chegar a 100% em alguns casos. Entretanto, existem medidas que podem reduzir o percentual do imposto em até 50%. INSTRUÇÕES PARA ENCAMINHAR SEU FUNCIONÁRIO PARA CONSULTA 1. É necessário preencher a Guia de Encaminhamento para Consultas com todas as informações solicitadas. A falta de informação poderá fazer com que o funcionário tenha que esperar a ESAME entrar em contato com sua empresa, ou a falta de informações poderá deixar outros documentos com falhas. 2. Consulte as planilhas do PCMSO para verificar se há necessidade do funcionário realizar algum exame laboratorial. Neste caso, encaminhe o funcionário primeiro ao laboratório que realiza estes exames e quando os resultados chegarem à ESAME você será informado para que enc aminhe o func ionário para a c onsulta c línic a. 3. Lembre-se que os exames laboratoriais têm validade. Portanto, não demore a encaminhar para a consulta clínica o funcionário que já os realizou. 4. Exija sempre a via do ASO que pertence à empresa. A cada consulta clínica o funcionário recebe o ASO em duas vias, uma é dele e a outra da empresa, que deverá arquivá-lo por pelo menos 20 anos. 5. Em caso de contratação de trabalhador cuja função não esteja indicada no PCMSO nem no PPRA, comunique imediatamente a ESAME para a atualização destes documentos.
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