Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE
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- Maria Antonieta Caldas Antunes
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1 Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE
2 Supervia Concepção Básica Órgãos de Governo Operadores Logísticos Importadores e Exportadores S u p e r v i a E l e t r ô n i c a d e D a d o s S E D Atracação Manifesto de Carga Boletim de Descarga e Embarque
3 Supervia Modelo Operacional
4 Supervia Troca de Informações
5 Supervia Troca de Informações Fase I Fase II ISPS DTE
6 Supervia Órgãos do Governo
7 Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE FASE II
8 Supervia Módulos Codesp Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Órgãos de Governo Operadores Logísticos Importadores e Exportadores Transportador S u p e r v i a E l e t r ô n i c a d e D a d o s S E D Atracação Manifesto de Carga Boletim de Descarga e Embarque Segurança ISPS Rastreabilidade
9 Supervia - Elemento Integrador Órgãos de Governo Operadores Logísticos Importadores e Exportadores S u p e r v i a E l e t r ô n i c a d e D a d o s - S E D Atracação Manifesto de Carga Boletim de Descarga e Embarque Infra-Estrutura de Comunicação de Segurança (voz dados imagens) Acesso Pessoas Acesso Veículos Acesso Cargas Supervisão Perímetro I S P S CFTV Alarmes
10 SISTEMA DE INTELIGÊNCIA PARA CONTROLE DO ISPS-CODE
11 SISTEMA DE INTELIGÊNCIA PARA CONTROLE DO ISPS-CODE Comunicação Operação Controle de Acesso: Pessoas, Veículos e Cargas CFTV CCCom
12 Sistema Nacional de Segurança Aduaneira Integração com SSPP Scanner's CCCom - Codesp SISTEMA NACIONAL DE SEGURANÇA ADUANEIRA BD BD SUPERVIA
13 Modelo Operacional Anterior Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Controles Documentais Grande volume de documentação de controle - Retrabalhos Inúmeras validações não integradas dos documentos Papel (s/ efeito) Fragilidade nos controle Dificuldade Controles Aduana Impossibilidade de auditorias sistêmicas Custos elevados nos procedimentos para Autorizações/Liberações Operações Não existe integração das Operações de Navios e Caminhões/Vagões Fluxos Logísticos Comprometidos Elevação dos Custos de Transporte - Sobrestadias Baixa Produtividade Congestionamentos Redução da Capacidade Operacional Maiores Custos de Armazenagem (Antecipação/sobrestadias)
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16 Modelo Operacional em Implementação Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Controles Documentais Interatividade Sistema e Procedimentos ISPS CODE Redução do volume de documentos de controle físico e retrabalho Validações digitais, em tempo real e de forma integrada Integradas em tempo real Aduana e demais autoridades Possibilidade de auditorias sistêmicas em tempo real Redução de Custos - Autorizações/Liberações Operações Integração programações de Navios e Caminhões Fluxos Logísticos Planejados Carga Direta Costado e Pré-staking Redução dos Custos de Transporte - Sobrestadias Alta Produtividade Fluxo Continuado Sem Congestionamentos Potencializar - Capacidade Operacional Maximização da Infra-estrutura e dos resultados operacionais Redução do transito da carga e seus custos
17 Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE FASE III
18 Proposta Disponibilização dos dados da SED à Receita Federal via WEB com certificação digital; Disponibilização dos dados da SED à ANTAQ e Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo; Disponibilização dos dados de acesso e imagens do CCCom à Fiscalização; Desenvolvimento do Sistema de Fiscalização Móvel. Especificação e Desenvolvimento de Sistema de Automação e Controle da Movimentação de Veículos
19 SISTEMA DE CONTROLE DO FLUXO OPERACIONAL CFTV _ Comunicação Operação Controle de Acesso: Pessoas, Veículos e Cargas Fiscalização - Móvel CCO-Fiscalização CCCom
20 Controle de Fluxos Logísticos Estacionamentos Identificação Credenciamento Exportadores Importadores CCO TERMINAL POTUÁRIO OCR Tag Módulo IDENTIFICAÇÃO Operad or Operad or
21 Modelo Operacional Envio de Arquivos Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Operador gera programação em formato padrão XML, TXT, etc Envia através de meio de comunicação seguro para Supervia Codesp ou Terminal Supervia valida informação programa serviços Alimenta demais sistemas Retorna confirmação ao usuário Dados disponíveis Tempo real Example # 1: 1 piece machinery kos 890x550x320cm on deck covering cells from Southampton to Singapore. N.B. Cell is 'leading cell position', because it has the lowest cellnumber.
22 Portal Acesso - Digitação Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Portal Acesso Através de um portal os usuários dos serviços podem interagir com diversas Autoridades Portuárias no Brasil, efetuando a programação de cargas e serviços de acordo com as condições estabelecidas pela Receita Federal, demais orgãos fiscalizadores e atendendo as normativas do Codigo Internacional de segurança ISPS CODE.
23 Modelo Operacional Por Digitação Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Selecione a Operação Portuária Operação 1. Entrada AZ Faixa - Carga Geral 2. Saída AZ Faixa - Carga Geral 3. Entrada Conteiner 4. Saída Conteiner 5. Embarque Direto 6. Descarga Direta 7. Descarga Graneis Agrícola 8. Fornecimento Navio 9. Ent/Ret. Material Estiva 10. Remoção de Resíduos 11. Movimentação de Carga Interna 12.Retirada Lixo 13. Movimentação Pátio Veículos
24 Modelo Operacional Por Digitação Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Entrega/Retirada AZ Faixa - Carga Geral IDENTIFICAÇÃO DA CARGA CNPJ Origem CNPJ Destino CNPJ Import/Export. Documento R.Federal Carga/Produto Marcas/Contramarcas DATA E PERIODO Data Operação Período Operação Tipo de Operação IDENTIFICAÇÃO DO VEICULO E CONDUTOR Nro Pré-cadastro Placa do Cavalo Placa do Carreta CPF Condutor CNPJ Transportador Observações
25 Modelo Operacional Por Digitação Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Entrega/Retirada de Conteineres - Autorização de Entrada IDENTIFICAÇÃO DA CARGA DATA E PERIODO CNPJ Origem CNPJ Destino CNPJ Import/Export. CNPJ/CPF Despachante CNPJ Comissária Documento R. Federal Nº Conteiner Data Operação Período Operação Navio Tipo de Operação Maquina Referência IDENTIFICAÇÃO DO VEICULO E CONDUTOR VPC Placa do Cavalo Placa do Carreta CPF Condutor CNPJ Transportador Observações
26 Sistema modular em 3 níveis: Nível Básico controle de entradas em pontos estratégico utiliza RFID passivo ou OCR Nível Intermediário é adicionado o rastreamento dos caminhões desde a entrada para o porto - utiliza sistema GPS/GPRS Nível avançado é adicionado o controle móvel e confirmação digital de descarregamento utiliza handhelds Nível Avançado Nível intermediário Nível Básico
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28 Implantação Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Controles Documentais Revisão do Mapeamento dos Fluxos Documentais (Romaneios, Notas Fiscais, Marcas da Carga, etc.) Definição do Modelo e Fluxo do Controle Digitalizado Validação Autoridades Definição do lay-out de arquivos Construção do ambiente para digitação Construção do componente de integração demais sistemas Construção das ferramentas de controle em tempo real - Autoridades Ativação, Treinamento, Implantação Operação Pesagem Rastreamento
29 Índices e Indicadores
30 Desempenho Operacional Atendimento de Embarcações Este índice deve monitorar e classificar: o tempo de espera da embarcação na barra até a sua liberação para entrada no porto; o tempo de manobra (entrada e saída); o tempo de espera da embarcação após a sua liberação para saída do porto e a saída efetiva; nível de segurança do Porto de acordo com o ISPS-Code.
31 Desempenho Operacional Movimentação de Costado O índice de eficiência de movimentação de carga deve considerar os seguintes fatores para sua composição: Tipo de carga (granel líquido, granel sólido, container ou carga geral, etc.); Tipo de navio ( RO-RO, cargueiro, porta container, etc.); Tipo de equipamento utilizado (portainer, ship-loader, guindaste de bordo, etc); Trecho de cais utilizado.
32 Desempenho Operacional Serão definidos inicialmente nove indicadores: Movimentação de Container Em terminal especializado; Em cais público ou de múltiplo uso; Ro-Ro. Movimentação de Granel Sólido: Em terminal especializado; Em cais público ou de múltiplo uso;
33 Desempenho Operacional Movimentação de Granel Líquido: Movimentação de Carga Geral Açúcar em saco Em terminal especializado; Em cais público ou de múltiplo uso; Siderúrgicos; Outros.
34 Desempenho Operacional Movimentação de Retro-área O índice de eficiência de movimentação de carga deve considerar os seguintes fatores para sua composição: Tipo de carga (granel líquido, granel sólido, container ou carga geral, etc.); Tipo de veículo utilizado (caminhão ou vagão).
35 Desempenho Operacional Movimentação de Retro-área Recebimento e despacho de caminhões: Sacaria; Container; Granel liquido; Granel sólido; Outros. Recebimento e despacho de vagões Sacaria; Container; Granel liquido; Granel sólido; Outros.
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