Capítulo 8. Termoquímica
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- Edite Sabrina Affonso Aranha
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1 Caítulo 8 Temoquímica
2 Objetivos Desenvolve uma visão geal sobe combustíveis e combustão Alica o Pincíio de Consevação da Massa a sistemas com eações químicas Defini gandezas utilizadas na análise da combustão, como a azão A/C, o ecentual de a teóico e a temeatua de onto de ovalo e o ode caloífico Alica o Pincíio da Consevação da Enegia a sistemas com eações químicas
3 8.1. Combustíveis e combustão Todo mateial que ode se queimado aa libea enegia témica é denominado combustível. Combustíveis de idocabonetos: C n H m fómula geal Comonentes eesentativos: A maioia dos combustíveis de idocabonetos é obtida a ati do etóleo buto o meio de destilação Gasolina: C 8 H 18 (octano) Diesel: C 1 H 6 (dodecano) Álcool: CH 3 OH (metanol) CH 3 CH OH (etanol) Gás natual: CH 4 (metano)
4 8.1. Combustíveis e combustão
5 8.1. Combustíveis e combustão Uma eação química em que um combustível é oxidado e uma gande quantidade de enegia é libeada é denominada combustão. O a atmosféico (o azões óbvias) é o oxidante mais utilizado. A seco: 1% O + 79% (base mola) Cada mol de O que enta numa câmaa de combustão é acomanado o 3,76 moles de (que se comota como um gás inete) (3,76 0,79/0,1) Muitas vezes, o a atmosféico contém umidade (H O), que também é inete.
6 8.1. Combustíveis e combustão uma eação química, eagentes são tansfomados em odutos. C + O CO a eação de combustão do cabono mostada acima, o cabono e o oxigênio são os eagentes e o dióxido de cabono é o oduto.
7 8.1. Combustíveis e combustão Aenas o contato do combustível com o oxigênio não é suficiente aa inicia o ocesso de combustão. É necessáio que o combustível seja levado a uma temeatua acima de sua temeatua de ignição. Gasolina 60 o C Cabono 400 o C Hidogênio 580 o C Monóxido de Cabono 610 o C Metano 630 o C É necessáio que as ooções ente a e combustível estejam dento de um intevalo adequado aa que a combustão se inicie.
8 8.1. Combustíveis e combustão Pincíio da consevação da massa uma eação química, a massa total de cada elemento é consevada. O mesmo ode se dito sobe o númeo de átomos de cada elemento. O númeo de mols dos eagentes e odutos, entetanto, não se conseva!
9 8.1. Combustíveis e combustão Razão a/combustível (AC) É uma azão ente massas: AC m m a fuel
10 8.. Exemlo: Balanço da Equação da Combustão Um kmol de octano (C 8 H 18 ) é queimado com a que contém 0 kmol de O. Admitindo que os odutos contenam aenas CO, H O, O e, detemine o númeo de moles de cada gás dos odutos e a azão a-combustível deste ocesso de combustão Solução: C ( O + 3,76 ) x CO + yh O + z + w H + 0 O 8 18 (1 kmol de O é acomanado de 3,76 kmol de ) As incógnitas (x, y, z e w) são deteminadas via consevação da massa de cada elemento: (massa dos eagentes massa dos odutos)
11 8.. Exemlo: Balanço da Equação da Combustão C ( O + 3,76 ) x CO + yh O + z + w H + 0 O 8 18 Montando e esolvendo o sistema de equações: Substituindo, temos: ( O ) + 3,76 8CO + 9HO + 7,5O 75, C + 8H18 + 0
12 8.. Exemlo: Balanço da Equação da Combustão A mistua a/combustível é calculada a ati de: AC m m a fuel C am M + C a H M H ( 0 4,76 kmol)( 8,97 kg/kmol) ( 8kmol)( 1 kg/kmol) + ( 9 kmol)( kg/kmol) 4, kg kg (a) (fuel) ou seja, são necessáios 4, kg de a aa queima 1 kg de combustível.
13 8.3. Pocessos de combustão téoicos e eais Um ocesso de combustão é dito comleto quando todo o cabono é queimado a CO, todo o idogênio é queimado a H O e todo o enxofe é queimado a SO (como o do exemlo anteio). Da mesma foma, um ocesso é dito incomleto quando á nos odutos algum combustível não queimado, como C, H, CO ou OH.
14 8.3. Pocessos de combustão téoicos e eais Que motivos levam a uma combustão incomleta? Oxigênio insuficiente (aesa da combustão incomleta ocoe mesmo com excesso de O ) Mistua insuficiente: cuto temo de contato ente o combustível e o oxidante O O tem uma tendência muito maio de se combina ao H do que ao cabono. Mesmo quando á O insuficiente, o H é gealmente queimado de foma comleta. Assim, ate do cabono acaba como CO ou C (fuligem) nos odutos.
15 8.3. Pocessos de combustão téoicos e eais A estequiomético ou a teóico É a quantidade mínima de a necessáia aa a comleta combustão de um dado combustível ão á O live nos odutos ão á combustível não queimado (100% a teóico)
16 8.3. Pocessos de combustão téoicos e eais Excesso de a os ocessos de combustão eais, é comum usa mais a do que a quantidade estequiomética aa aumenta as cances de uma combustão comleta (e também aa contola a T duante a combustão) O excesso de a é a quantidade de a acima da estequiomética Po exemlo: 100% de a teóico (estequiomético) 0% de excesso de a 150% de a teóico 50% de excesso de a 90% de a teóico 10% de deficiência de a Razão de equivalência: β AC AC eal esteq
17 8.3. Pocessos de combustão téoicos e eais a ática, os ocessos de combustão eais quase nunca são comletos (mesmo com excesso de a) Potanto, é imossível eve a comosição dos odutos aenas com a alicação de um balanço de massa A única altenativa é a deteminação exeimental (medição) da quantidade de cada comonente dietamente nos odutos Há váias técnicas disoníveis, como a comatogafia gasosa e a análise de Osat.
18 8.4. Exemlo: T d dos odutos de combustão Etano (C H 6 ) é queimado com 0% de excesso de a. Admitindo combustão comleta e uma essão de 100 kpa, detemine: (a) a azão A/C e (b) a temeatua de ovalo dos odutos. C Solução: ( O ) ( ) + 3,76 xco + yho + 0, ato + 1, 3,76 at H6 + 1, at a t coeficiente estequiomético do a Balanceando a equação, temos: x y 6 y 3 1, at + 15, + 0, at at 3, 5
19 8.4. Exemlo: T d dos odutos de combustão Assim: ( O ) + 3,76 CO + 3HO + 0,7O 15,79 C + H6 + 4, (a) A azão a-combustível é dada o AC m m a fuel C ( 4, 4,76 kmol)( 8,97 kg/kmol) ( kmol)( 1 kg/kmol) + ( 3kmol)( kg/kmol) 19,3 am M + C kg kg (a) (fuel) a H M H
20 8.4. Exemlo: T d dos odutos de combustão (b) A temeatua de ovalo dos odutos é aquela na qual o vao d água esente nos odutos começa a se condensa à medida que estes são esfiados a essão constante. A essão acial do vao é dada o (assumindo gás ideal): s s ys od ( 15,79 + 0, ) 13,96 kpa 3kmol 100 kpa kmol ( ) o Da tabela de satuação da água: T d T 13,96kPa 5,3 C sat
21 8.5. Exemlo: Combustão com a úmido Um deteminado gás natual tem a seguinte comosição volumética: 7% de CH 4, 9% de H, 14% de, % de O e 3% de CO. O gás é queimado com a quantidade estequiomética de a, que enta na câmaa de combustão a 0 o C, 1 atm e 80% de umidade elativa. Consideando a combustão comleta e a uma essão total de 1 atm, detemine a T d dos odutos. Solução: (consideando 1 kmol de combustível) combustível a seco 0,7CH 4 + 0,09H + 0,14 xco + + 0,0O yh O + + 0,03CO z + a t ( O + 3,76 )
22 8.5. Exemlo: Combustão com a úmido combustível a seco 0,7CH 4 + 0,09H + 0,14 xco + + 0,0O yh O + + 0,03CO z + a t ( O + 3,76 ) Os coeficientes são conecidos elo balanço de massa:
23 8.5. Exemlo: Combustão com a úmido A quantidade de umidade que acomana o a seco é dada ela definição de essão acial: s y s s + s a s a s s onde s a 4,76 a φ sat ( o 0 C) 101,35kPa t 4,76 1,465 6,97 kmol 0,8,339 kpa 1,871kPa Substituindo, temos: s 0,131kmol A equação balanceada contendo a umidade fica, então:
24 8.5. Exemlo: Combustão com a úmido combustível a seco 0,7CH 4 + 0,09H + 0,131H O + 0,14 0,75CO + 0,0O + 1,661H + 0,03CO O + 5, ,465 O ( + 3,76 ) umidade nos eagentes umidade nos odutos A temeatua de ovalo é calculada a ati da essão acial do vao nos odutos s, od s, od ys, od + s, od 1,661 0,75 + 1,661+ 0,88 kpa a, od 101,35kPa 5,648 Tab. Sat. água: T d 60,9 o C
25 8.6. Entalias de fomação e de combustão Em uma eação química, ligações atômicas se omem e novas ligações se fomam (dando oigem a novos comostos) Em geal, a enegia química associada às ligações é difeente aa os eagentes e odutos Potanto, as vaiações de enegia ente eagentes e odutos devem se levadas em conta em um balanço de enegia
26 8.6. Entalias de fomação e de combustão Duante uma eação, a vaiação da enegia de um sistema se deve a uma mudança de estado e a uma alteação na comosição química ΔE sist ΔE estado + ΔE quim Se o estado dos odutos (ex.,t) fo o mesmo que o dos eagentes: ΔE estado 0 Então, a vaiação da enegia do sistema é decoente aenas das vaiações na comosição química
27 8.6. Entalias de fomação e de combustão O calo libeado duante uma combustão (ocesso exotémico) é dado elo balanço de enegia no ocesso (base mola) Q H H od eag C (entalia de combustão de 1 kmol de combustível) A entalia de combustão é a difeença ente a entalia dos odutos em um estado esecificado e a entalia dos eagentes no mesmo estado, aa uma eação comleta (em um ocesso em egime emanente) (ode se deteminada exeimentalmente)
28 8.6. Entalias de fomação e de combustão A entalia de fomação é a enegia libeada (ou absovida) à medida que um comosto é fomado a ati de seus elementos estáveis em um dado estado. Este conceito ode se usado aa se estima a entalia de combustão Paa calcula a entalia de fomação de um oduto, atibuímos o valo de efeência zeo à entalia de fomação de todos os elementos estáveis (O,, H, C e S) a 5 o C e 1 atm
29 8.6. Entalias de fomação e de combustão ote que a entalia de combustão do C é igual à entalia de fomação do CO (oque são nulas as entalias de fomação do C e do O ) ote o sinal negativo indicando que kj são libeados quando 1 kmol de C 1 kmol de O são combinados aa foma 1 kmol de CO Valoes de entalia de fomação são tabelados aa váias substâncias
30 8.6. Entalias de fomação e de combustão
31 8.6. Entalias de fomação e de combustão
32 8.6. Entalias de fomação e de combustão ote a esença de dois valoes aa a entalia de fomação da água: (g) e (l). O valo (g) coesonde à fomação de água no estado gasoso a 5 o C e 1 atm (-4180 kj/kmol) O valo (l) coesonde à fomação de água no estado líquido a 5 o C e 1 atm ( kj/kmol) A difeença ente as duas entalias de fomação é a entalia de vaoização da água a 5 o C: ~44000 kj/kmol Ou seja, mais calo é libeado quando a água é condensada na sua fomação a ati de H e O.
33 8.7. Pode Caloífico O ode caloífico de um combustível é a entalia de combustão em kj/kg (é a quantidade de calo libeada o unidade de massa quando o combustível é queimado comletamente e os odutos voltam ao estado dos eagentes) PCI (LHV): Pode caloífico infeio Quando a água dos odutos se enconta no estado vao PCS (HHV): Pode caloífico sueio Quando a água dos odutos se enconta no estado líquido A difeença ente os dois é o calo de vaoização da água que sai nos odutos PCI e PCS também são tabelados
34 8.8. Exemlo: Entalia de combustão Detemine a entalia de combustão do octano líquido (C 8 H 18 ) a 5 o C e 1 atm, usando dados tabelados da entalia de fomação. Admita que a água dos odutos se enconta na fase líquida. Solução: C ( O ) ( ) + 3,76 8CO + 9HO 3,76at 8H18 + a t + Como os eagentes e os odutos estão no estado de efeência adão (5 o C e 1 atm), as entalias de fomação dos elementos estáveis e O são nulas. A entalia de combustão é dada elo balanço de enegia C H od H eag
35 8.8. Exemlo: Entalia de combustão C H od f, ( ) ( + ) ( ) f H CO eag ( 8kmol)( kj/kmol) + ( 9kmol)( kj/kmol) ( 1kmol)( 4995 kj/kmol) kJ/kmol kJ/kg f ( C H ) 8 H 18 O f, ( C H ) 8 18 f C 8 H 18
36 8.9. Análise de 1ª lei dos sistemas eagentes Refeência aa a entalia A fim de leva em conta as vaiações de enegia química nos balanços de enegia em sistemas eagentes, é eciso eve o conceito de estado de efeência aa a entalia Entalia f + ( ) (kj/kmol) A entalia (mola) de um comosto em um estado qualque é definida como a entalia sensível (com elação a um estado de efeência a 5 o C e 1 atm) mais a entalia de fomação a 5 o C e 1 atm. ( ) f entalia sensível entalia sensível no estado de efeência (5 o C e 1 atm) entalia de fomação no estado de efeência (5 o C e 1 atm)
37 8.9. Análise de 1ª lei dos sistemas eagentes Cuidado: Em inglês o onto seaa as unidades dos decimais!
38 8.9. Análise de 1ª lei dos sistemas eagentes Exemlos Entalia f + ( ) (kj/kmol) Entalia do CO a 57 o C (330K) kj/kmol Entalia do CO a -13 o C (60K) kj/kmol Entalia do H O a 5 o C (98K) kj/kmol Entalia do O a 5 o C (98K) kj/kmol
39 Sistemas abetos (eg. emanente) 1ª Lei aa um sistema abeto (foma de taxa) (kw) + out in out in n n W W Q Q onde: ( ) ( ), vazões molaes nos odutos e eagentes + + f f n n n n n n
40 Sistemas abetos (eg. emanente) 1ª Lei aa um sistema abeto (o kmol de combustível) Q in Q out + W in W out (kj/kmol fuel ) onde: ( + ) ( + ) f f, númeo de moles dos odutos e eagentes o mol de combustível
41 8.9.. Exemlo Poano líquido (C3H8) enta numa câmaa de combustão a 5 o C com uma vazão de 0,05 kg/min, onde é mistuado e queimado com 50% de excesso de a, que enta na câmaa de combustão a 7 o C. Uma análise dos gases de combustão evela que todo o idogênio do combustível queima em H O, mas que aenas 90% do cabono queima em CO, com os 10% estantes fomando CO. Se a temeatua de saída dos gases de combustão é de 1500K, detemine (a) a vazão mássica de a e (b) a taxa de tansfeência de calo da câmaa de combustão. Solução: Pimeio, devemos detemina a quantidade de a estequiomética aa deois esceve a eação com excesso de a e combustão incomleta onde: C ( ) + a ( ) t O + 3,76 xco + yho + 3,76at 3H8 x 3, y 4 e a t (x + y)/ 5
42 8.9.. Exemlo Com 50% de excesso de a e CO nos odutos, a equação balanceada fica ( ) + 7,5( O ) + 3,76,7CO + 0,3CO + 4H O +,65O 8, C + 3H8 (a) A azão a-combustível do ocesso de combustão é: AC m m a fuel C 5,53 A vazão de a é então am M + C m kg kg a (a) (fuel) a H 1,18 M kg H AC m fuel (a) min ( 7,5 4,76 kmol)( 8,97 kg/kmol) ( 3kmol)( 1 kg/kmol) + ( 4kmol)( kg/kmol) 5,53 kg kg (a) (fuel) 0,05 kg (fuel) min
43 8.9.. Exemlo (b) A tansfeência de calo o kmol de combustível é dada o: Q out onde: (kj/kmol fuel ) ( + ) f ( ) f + A ati das tabelas de oiedades, montamos a mini-tabela ao lado: (note que a vígula seaa os milaes!) + f C3H8 ) f ( C3H8 v) lv( C H ( o 3 8,5 C)
44 8.9.. Exemlo Efetuando os cálculos: (kj/kmol fuel ) out Q ( ) ( ) f f + + onde:
45 8.9.. Exemlo Paa cada kg de oano temos q out (kJ/kmol M (kg/kmol ) fuel ) fuel 870(kJ/kg fuel ) Finalmente: Q out mqout 0,05(kgfuel/min)870(kJ/kg fuel ) 413,5 kj/min 6,89 kw
46 Sistemas fecados Em um sistema fecado, isto é, em que não á o intecâmbio de massa com a vizinança, o balanço de enegia ode se escito na foma: Q in Q out + W in W out u u (kj/kmol fuel ) onde u é a enegia intena mola (calculada aa odutos e eagentes) Paa evita a definição de uma nova oiedade (a enegia intena de fomação), calculamos a enegia intena com base na definição de entalia. Assim: u u ( ) ( v + v ) ( v ) ( ) f + v f
47 Sistemas fecados Paa gases ideais, o temo devido ao tabalo de escoamento ode se calculado o ( v ) ( R T ) u ( v ) ( ) RuT Paa líquidos e sólidos, ele é gealmente muito equeno e ode se desezado
48 Exemlo: Combustão em uma bomba Um tanque de volume constante contém 1 kmol de gás metano (CH 4 ) e 3 kmol de O a 98 K e 1 atm. O conteúdo do tanque é inflamado e o gás metano queima comletamente. Se a temeatua final é 1000 K, detemine (a) a essão final no tanque, (b) a tansfeência de calo duante este ocesso. 1 kmol 3 kmol 5 o C 1000 K Solução: Como a queima é comleta, a equação balanceada é: ( g) + 3O CO + HO CH + 4 O (a) A 1000 K, a água existe no estado gasoso. Admitindo comotamento de gás ideal: V V R T u R T u T T
49 3,35 atm 98K 1000 K 4kmol 4kmol atm 1 T T Exemlo: Combustão em uma bomba Substituindo, temos: (b) Alicando a 1ª Lei a um sistema fecado: ( ) ( ) ) (kj/kmol fuel + + f f out v v Q Como os eagentes e os odutos são gases ideais e os eagentes estão a 5 o C e 1 atm: ( ) ( ) ) (kj/kmol fuel 98K 1000K + u f u f out T R R T Q Montando uma mini-tabela, temos:
50 Exemlo: Combustão em uma bomba Substância f [kj/kmol] 98K [kj/kmol] CH O CO H O(g) K [kj/kmol] Q out + ( 1kmolCH )[( ) ] , kj/kmol CH 4 ( 3kmolO )[( ) ] 0 8, kj/kmol O ( 1kmolCO )[( ) ] , kj/kmol CO ( kmolh O) [( , ) kj/kmol H O] + ( 1kmolO )[( , ) kj/kmol O ] (kj/kmol CH4 )
51 Exemlo: Combustão em uma bomba Em temos de massa (M CH4 16 kg/kmol), a tansfeência de calo é de: Q out (kj/kmol 16(kg/kmol ) CH4 CH4 ) 4481kJ/kg CH4
52 8.10. Temeatua de cama adiabática A temeatua téoica, ou de cama adiabática, é a temeatua máxima atingida duante a combustão quando a queima é comleta, estequiomética e nenum calo é edido aa a vizinança Tata-se de um aâmeto de ojeto imotante aa câmaas de combustão, tubinas a gás e bocais, uma vez que a seleção dos mateiais deende da temeatua do ocesso
53 8.10. Temeatua de cama adiabática A temeatua máxima encontada em uma câmaa de combustão é mais baixa do que a temeatua téoica devido a não-idealidades a ática, a temeatua máxima de uma câmaa de combustão é contolada elo ajuste da quantidade de a em excesso
54 8.11. Exemlo: Temeatua Teóica Octano líquido enta na câmaa de combustão de uma tubina a gás a 5 o C e 1 atm, e é queimado com o a que enta na câmaa no mesmo estado. Detemine a temeatua teóica da cama aa (a) uma combustão comleta com 100% de a teóico, (b) uma combustão comleta com 400% de a teóico, (c) uma combustão incomleta (CO nos odutos) com 90% de a teóico. Solução: Paa uma queima comleta, com 100% a teóico, a equação balanceada é: ( ) + 1,5( O ) + 3,76 8CO + 9HO C + 8H18 47 A elação aa a combustão adiabática é dada o: ( ) ( ) f + f +
55 8.11. Exemlo: Temeatua Teóica este caso: ( ) ( ) f + f, f C 8 H18 A ati das tabelas de oiedades, montamos a mini-tabela ao lado: (note que a vígula seaa os milaes!)
56 8.11. Exemlo: Temeatua Teóica Substituindo os valoes da tabela: ( ) ( ) f + f, f C 8 H18 ou [ kj/kmol CO ] [( 9904) kj/kmol H ] O [ kj/kmol ] ( 8kmolCO )( ( ) ) CO T ( 9kmolHO) H ( ) O T + ( 47 kmol )( ( ) ) 0 + T 8669 ( 1kmolC8H18)( 49950) kj/kmol C8H18 ( T) + 9 ( T) + 47 ( T) kJ 8CO HO
57 8.11. Exemlo: Temeatua Teóica ( T) + 9 ( T) + 47 ( T) kJ 8CO HO A eq. acima aa se detemina T é imlícita. Devemos ocede com um método de solução iteativo. A estimativa inicial é obtida dividindo kj o (8+9+47) kmol. O esultado, 8800 kj/kmol coesonde a ceca de 650K aa o, 100K aa o H O e 1800K aa o CO. Obsevando que a maioia dos moles é de, tomamos o valo inicial como 400 K. essa temeatua: ( 400K) 9 ( 400K) + 47 ( 400K) kJ 8CO + HO o que é um ouco maio que kj. Tomando 350 K ( 350K) 9 ( 350K) + 47 ( 350K) kJ 8CO + HO
58 8.11. Exemlo: Temeatua Teóica Fazendo uma inteolação linea ente os dois valoes, obtemos: T~395 K. (b) A equação balanceada aa 400% a teóico é: ( ) + 50( O ) + 3,76 8CO + 9HO + 37,5O C + 8H Adotando o mesmo ocedimento de cálculo do item (a), calculamos: T~96 K (c) A equação balanceada aa o ocesso de combustão incomleta é: ( ) + 11,5( O ) + 3,76 5,5CO +,5CO + 9HO 4,3 C + 8H18 Adotando o mesmo ocedimento de cálculo dos itens (a) e (b), calculamos: T~36 K
59 8.11. Exemlo: Temeatua Teóica
Caldeiras Flamotubulares. Não apropriadas para combustíveis sólidos
Reações Químicas Caldeiras Flamotubulares Não apropriadas para combustíveis sólidos Caldeiras Aquatubulares Ciclo Termodinâmico de Geração de Eletricidade Combustíveis Todo material que pode ser queimado
Equações de Conservação
Equações de Consevação Equação de Consevação de Massa (continuidade) Equação de Consevação de Quantidade de Movimento Linea ( a Lei de Newton) Equação de Benoulli Equação de Enegia (1 a Lei da temodinâmica)
+, a velocidade de reação resultante será expressa
3. - Velocidade de eação velocidade de eação ou taxa de eação de fomação de podutos depende da concentação, pessão e tempeatua dos eagentes e podutos da eação. É uma gandeza extensiva po que tem unidades
( ) ρ = ( kg/m ) ρ = 1000 kg/m 4ºC CAPÍTULO 5 MECÂNICA DOS FLUIDOS
CAPÍTULO 5 MECÂNICA DOS LUIDOS luidos são substâncias que odem flui, escoa-se com maio ou meno facilidade oque as suas moléculas: movem-se umas em edo das outas com equeno atito, como nos líquidos e estão
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