Diretoria Metropolitana
|
|
|
- Lorenzo Madureira Peres
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Diretoria Metropolitana Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - Sabesp Diretoria Metropolitana Unidade de Negócio Sul MS Modelo de Contrato de Performance para Redução de Perdas Reais e Eficiência Energética
2 Distribuição de Capital Social Primeira empresa de saneamento e a única companhia listada na NYSE (Bolsa de Valores de Nova Iorque) a participar do Novo Mercado da Bovespa 24,5% Listada na Bolsa de Valores de São Paulo Bovespa, desde 1997 e parte do Novo Mercado desde ,2% Ações na New York Stock Exchange - NYSE, Bolsa de Valores de Nova Iorque Sólido compromisso com os acionistas minoritários Representantes no Conselho de Administração 50,3% Atendendo requisitos da lei Sarbanes-Oxley
3 Municípios Atendidos pela Sabesp 364 municípios, mais de 67% da população urbana de São Paulo A Sabesp está entre as cinco maiores empresas de saneamento, por número de clientes
4 Perfil UN Sul (MS) Sabesp Área Territorial km 2 População Atendida Número municípios Atendimento Água % 4,340 milhões 7 + zona sul SP Tende à universalização Atendimento Esgoto % 87% Ligações Água (A/AE) Ligações Esgoto (E/AE) Área de proteção de Mananciais Extensão de rede de água (m) Extensão de rede de esgoto (m) 77% Nº funcionários MS Fontes: projeção SEADE dez/2014 e sistema CSI dez/14
5 Principais objetivos do modelo Reduzir Perdas Reais e Consumo de Energia Elétrica Sustentabilidade da Empresa Preservação dos Recursos Hídricos Riscos gerações Água para as futuras
6 Otimização dos recursos Reduzir perdas de água e consumo de energia elétrica Mudar forma de contratação (mais agilidade) Unir vários tipos de serviços em um mesmo contrato Estimular o mercado a buscar novas tecnologias e estabelecer novas parcerias
7 Contratos por performance Mudança no foco da contratação de Item / Objeto específico para Resultados / Benefícios desejados Redução de perdas de água Economia de energia elétrica
8 Tipos de contratos de performance Evolução dos contratos de performance 3º Ciclo 2015 Contratos Pregão (Perda Real, Perda Aparente e Uso Social) 2º Ciclo Contratos Pregão (Perdas Reais + Energia Elétrica) 1º Ciclo Contratos Técnica e Preço ( Perdas Reais)
9 Passos para definição do edital DEFINIÇÃO DO ESCOPO ELABORAÇÃO DO TERMO DE REFERÊNCIA ANÁLISE DE VIABILIDADE ANÁLISE JURÍDICA
10 Etapas do modelo O modelo de performance é dividido em 04 (três etapas): 1. Definição do base-line 2. Fase de pré-operação (implantação e ajustes) 3. Fase de apuração da performance ( com remuneração variável) e; 4. Fase de remuneração fixa. Base-line Exemplo para um contrato de 60 meses AS do contrato Implantação do escopo. Apuração da performance Remuneração fixa 6/12 meses 12 meses 6/12 meses 42/36 meses
11 Concepção e definição do volume a recuperar ESCOPO / INVESTIMENTO Detalhamento de Projeto Medições de Vazão e Pressão Pesquisa de Vazamento Substituição de Ramal Substituição de Rede Conserto de Redes Instalação e modernização de equip. eletromecânicos Instalação de VRPs com e sem telemetria Instalação de Macromedidores Implantação de Setorização (reservatório, adutora, EEA e redes) BENEFÍCIO / RECUPERAÇÃO m³ para Controle Ativo de Vazamentos (troca de ramal, rede e conserto de vazamentos) m³ para Controle de Pressão (vrps, instalação de equipamentos com inversores e setorização) % de venda da água recuperada Redução do consumo de energia, materiais de tratamento e manutenção de redes e ramais R$/m³ Kwh/mês VPL TIR Payback
12 Licitação PROCESSOS LICITATÓRIOS Técnica e Preço Habilitação Padrão Técnica avaliada notas de zero a dez, maior benefício em m³ Comercial VUR, menor valor maior nota Pregão Eletrônico Maior desconto no VUR (Valor Unitário de Remuneração R$/m³)
13 Resultados Contratos Encerrados 09 contratos Contratos em apuração 03 contratos Novos contratos em estudo 05 contratos de perdas reais 05 contratos de perdas aparentes
14 Resultados Contrato Chácara Flora Melhorias implantadas Pesquisado vazamento em 680 km de redes e substituído 190 ramais Recuperado um reservatório de 5 000m³ e implantado um booster de coroa Construído 5 km de redes para setorização (zonas alta e baixa) m³/mês L/lig. x dia
15 Resultados Contrato SBC Mussolini Melhorias implantadas Pesquisado vazamento em 340km de redes e substituído ramais Substituição de todos os equipamentos eletromecânicos da EEA (zona alta) m³/mês L/lig. x dia Substituído 11 km de redes e implantado 3 vrps
16 Resultados Contrato SBC - Vila Cacilda Melhorias implantadas Pesquisado vazamento em 340km Substituído 780 ramais Implantado 3 vrps m³/mês L/lig. x dia
17 Resultados Contrato Vila do Encontro Melhorias implantadas Pesquisado vazamento em 556km de redes Substituído ramais Implantado 14 VRPs / DMCs m³/mês L/lig. x dia
18 Resultados Contrato Americanópolis Zona Alta Melhorias implantadas Substituição de todos os equipamentos eletromecânicos da EEA (zona alta) implantado um booster de coroa Implantado macromedidor ultrassônico na zona alta m³/mês L/lig. x dia Energia Elétrica kwh/mês
19 Resultados Contrato Americanópolis ZB1 Melhorias implantadas Instaladas 3 VRPs sendo uma de 700mm na entrada da alça implantado um booster de coroa e 820 m de rese para setorização m³/mês L/lig. x dia Pesquisado 690km de rede e substituídos 150 ramais
20 Resultados Contrato Batistini Melhorias implantadas Implantação de 3 VRPs e otimização das existentes e implantação de 3.500m de redes Modernização dos boosters existentes com instalações de conversores de frequência Pesquisa de vazamentos em 920km de redes e substituição de ramais m³/mês L/lig. x dia
21 Resultados Contrato Campo Belo Melhorias implantadas Recuperação do reservatório 5.000m³ e implantação de 17 VRPS e 7 DMCs. Substituição de 5.600m de redes antigas e com vazamentos. Pesquisa de vazamentos em 630km de redes e substituição de ramais m³/mês - 74 L/lig. x dia
22 Resultados Contrato Grajau ZA Melhorias implantadas Substituição de todos os equipamentos eletromecânicos da EEA (zona alta) implantado um booster de coroa e pesquisado vazamento em 495km de redes Implantadas 11 VRPs e 3.400m de redes para setorização m³/mês L/lig. x dia
23 Contrato de Performance São Luiz Abrangência: Unidade de Negócio Sul Unidade de Negócio Oeste
24 ZA São Luiz - MS ZA ZB m³ São Luiz MO ligações IPDT 402 l/lig.xdia ZB ZA ZA ZB m³ 5.000m³ Via Socorro São Luiz MS ligações IPDT 596 l/lig.xdia Jd. Ângela - MS m³ m³ Represa Guarapiranga
25 Escopo executado Serviços de Engenharia Implantação de 16 VRPs com telemetria; Pesquisa de Vazamento em 2.000km de redes, encontrados vazamentos Modernização da EEA São Luiz ZA (4 conjs. X 175cv, painéis e barrilete) Implantação de 2,5km de redes (75mm a 200mm) para setorização. Obras Serviço Social Implantação de 5km de adutora 800mm Construção de reservatório de m³ Construção de EEA Capão Redondo ZA (3 conjs.x175cv) Ações socioeducativas para redução do consumo de água em 3 comunidades (Bordalo, Ajuruetê e Pederneiras) Comunicação ao longo da obra: Vistorias, divulgação e contato direto com o clientes.
26 Resultados Início do Contrato -51% IPDT -380 l/s
27 Maycon Rogerio de Abreu Gerente de Planejamento e Relações Comerciais Unidade de Negócio Sul [email protected] Fone:
Distribuição de Capital Social
Sabesp - Unidade de Negócio Sul MS Agosto/2014 Distribuição de Capital Social Primeira empresa de saneamento e a única companhia listada na NYSE (Bolsa de Valores de Nova Iorque) a participar do Novo Mercado
Programa de Redução de Perdas de Água e Eficiência Energética ÍNDICE Visão Geral das Perdas na SABESP Programa de Redução de Perdas de Água e Eficiência Energética Benefícios do Programa Visão Geral das
Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água da Sabesp
Workshop Inovação e Tecnologias Globais em Saneamento Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água da Sabesp Eric C Carozzi 29.07.2014 Visão geral das Perdas de Água na Sabesp - Balanço Hídrico Balanço
CON O TR T AT A O T : O C : SS 2 SS.2.
: CONTRATO: CSS 2.213/03 Prestação de Serviços Técnicos Especializados de Engenharia para o desenvolvimento do Programa de Redução das Perdas Globais e Avaliação da Sua Eficiência e Viabilidade Econômica
COPASA COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS
COPASA COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS Apresentação A Companhia de Saneamento de Minas Gerais, COPASA, criada em 1963, é uma empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Regional e Política
COSEMA - FIESP Programas e Ações A para os grandes problemas da RMSP. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp
COSEMA - FIESP Programas e Ações A da Sabesp para os grandes problemas da RMSP Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp Evolução Populacional - RMSP Reversão da centrifugação Menor pressão
Controle Operacional à Distância Ferramenta Operacional
Controle Operacional à Distância Ferramenta Operacional MÁRCIO MARTINEZ KUTSCHER [email protected] Responsável pela automação e manutenção de sistemas eletromecânicos. Eng Eletricista formado pela
Programa de Redução de Perdas na Baixada Santista Eng. Joaquim Hornink Filho
Programa de Redução de Perdas na Baixada Santista Eng. Joaquim Hornink Filho Unidade de Negócio Baixada Santista População Fixa 1800.000 habitantes População Alta Temporada 4.000.000 habitantes Domicílios
Audiência Pública. Piedade. 20 de Junho de 2013
Audiência Pública Piedade 20 de Junho de 2013 Objetivo do Encontro Audiência Pública sobre o Convênio com o Governo do Estado, Contrato de Programa com a Sabesp e Plano Municipal de Saneamento do município
Gestão da Demanda de Água Através de Convênios e Parcerias com o Governo do Estado de São Paulo e Prefeitura da Cidade de São Paulo SABESP
Gestão da Demanda de Água Através de Convênios e Parcerias com o Governo do Estado de São Paulo e Prefeitura da Cidade de São Paulo SABESP R. R. Chahin a a. Companhia de Saneamento Básico do Estado de
As Tecnologias no Controle de Perdas. Julho 2015 Water Brazil
As Tecnologias no Controle de Perdas Julho 2015 Water Brazil A nossa identidade 35,7% 7,2% 4,1% 53,0% 2 I A nossa presença UK América central América do norte Espanha França Índia Chile Brasil África Austrália
XVIII Congresso Brasileiro de Recursos Hídricos
SECRETARIA DE SANEAMENTO E ENERGIA XVIII Congresso Brasileiro de Recursos Hídricos Mesa redonda: Marco Regulatório do Setor Saneamento Desafios do Saneamento e Regulação dos Serviços no Estado de São Paulo
Sistema de de Gerenciamento, Automação e Economia de Água PROJETO 3T (SCADA + GIS + MODELAGEM) "UM MUNDO NOVO EM SUAS MÃOS"
Sistema de de Gerenciamento, Automação e Economia de de Água ABINEE TEC - Minas Gerais 2006 PROJETO 3T (SCADA + GIS + MODELAGEM) "UM MUNDO NOVO EM SUAS MÃOS" COPASA DIRETORIA METROPOLITANA AGOSTO / 2006
Metas de Infraestrutura - Contrato de Programa - Duque de Caxias
PRAZO EXECUÇÃO META A SER EXECUTADA DESCRITIVO DA META FÍSICO EXECUTADO 2008 2009 2010 2011 Ampliação e complementação do sistema de produção de água tratada para as localidades de Imbariê e Taquara, na
PLANO DIRETOR PARA COMBATE ÀS PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA
PLANO DIRETOR PARA COMBATE ÀS PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA A PERDA DE ÁGUA NO ABASTECIMENTO PÚBLICO O índice de perdas é um dos principais indicadores da eficiência da operação dos
CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005
CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005 EXTREMA EXTREMO SUL DE MINAS. SERRA DA MANTIQUEIRA. 480 KM BH E 100 KM DA CIDADE DE SP. POPULAÇÃO 24.800 HABITANTES. CONTINUIDADE ADMINISTRATIVA DE 20 ANOS
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE PROGRAMA Nº- 148
PROGRAMA Nº- 148 GESTÃO E CONTROLE DE PERDAS FUNÇÃO: 17 SANEAMENTO SUB-FUNÇÃO: 512 SANEAMENTO BÁSICO URBANO - Reduzir perdas de água reais e aparentes; reduzir os custos de exploração, produção e distribuição
Gestão Operacional Total
Gestão Operacional Total Melhoria da Imagem perante aos Clientes e Mercado Melhoria de Produtos e Processos Preservação dos Recursos Hídricos Roberto Teruya Aurélio Fiorindo Filho Alessandra Pavaneli Sorza
SUMÁRIO EXECUTIVO. 1. INDICADORES - Perdas de água: produção x distribuição - Relação da energia necessária para produção de 1 m³ de água
SUMÁRIO EXECUTIVO 1. INDICADORES - Perdas de água: produção x distribuição - Relação da energia necessária para produção de 1 m³ de água 2. CENÁRIO ATUAL DO SETOR - Problemas diagnosticados - Investimento
Seminário Nacional AESBE 30 anos
Experiências de Sucesso nas Empresas Estaduais de Saneamento TELEMETRIA 26/08/2015 Silvana Corsaro Candido da Silva de Franco, Gerente do Departamento de Planejamento, Gestão e Operação da Produção Seminário
PLANO DE REDUÇÃO DE PERDAS FÍSICAS NO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE GUARULHOS
PLANO DE REDUÇÃO DE PERDAS FÍSICAS NO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE GUARULHOS TEMA I: ABASTECIMENTO DE ÁGUA AUTORES: Silvano Silvério da Costa: Ex-Diretor de Manutenção e Operação do SAAE de Guarulhos.
I-132 - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E REDUÇÃO DE PERDAS DE ÁGUA NO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA TRATADA
I-132 - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E REDUÇÃO DE PERDAS DE ÁGUA NO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA TRATADA Alex Orellana (1) Engenheiro de Produção Mecânica pelo Centro Universitário Nove de Julho. Pós-graduado
Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A Diretoria Técnica
TÍTULO: PLANO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA PARA REDES DE ÁGUA E ESGOTO NUMA CIDADE DE 01 MILHÃO DE HABITANTES. TEMA: Organização e Gestão dos Serviços de Saneamento. Nome dos Autores: 1 - Engº Marco Antonio
Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento. Metodologia de Priorização Gestão de Ações no Combate às Perdas Reais de Água
Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Metodologia de Priorização Gestão de Ações no Combate às Perdas Reais de Água Setembro/2010 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL A. A OPORTUNIDADE A.1 Qual foi a oportunidade
SABESP - Unidade de Negócio Leste - ML
SABESP - Unidade de Negócio Leste - ML Sabesp a Partir de 1995 Reestruturação dos processos críticos para reduzir: Satisfação do cliente e qualidade de vida Aumento da qualidade dos serviços Custo Tempo
Perdas em Sistemas de Abastecimento de Água
Universidade Mackenzie Perdas em Sistemas de Abastecimento de Água Dante Ragazzi Pauli Presidente ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental S. Paulo, fevereiro 2014 Conceitos Sistema
Investimentos O desafio da Universalização. 11 de dezembro de 2013
Investimentos O desafio da Universalização 11 de dezembro de 2013 Estado de São Paulo 248.196.960 km 2 População total: 41.262.199 População urbana: 39.585.251 645 municípios Fonte: IBGE, Censo Demográfico
I-036 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE UBATUBA, ESTADO DE SÃO PAULO
I-036 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE UBATUBA, ESTADO DE SÃO PAULO Milton Tomoyuki Tsutiya (1) Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da USP (1975). Mestre em Engenharia
Desafios e metas do Estado de São Paulo
1º Seminário Saneamento Básico Universalização do Saneamento: Desafios e Metas para o Setor 07 de novembro de 2011 Desafios e metas do Estado de São Paulo Edson Giriboni Secretário de Saneamento e Recursos
- RJ O Gerenciamento dos Recursos HídricosH nas grandes Cidades. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp
III Pré-ENCOB - RJ O Gerenciamento dos Recursos HídricosH nas grandes Cidades Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - Sabesp 5ª Maior
CORSAN DIRETORIA DE OPERAÇÕES DOP. Diálogos do Saneamento 02/12/2015
CORSAN DIRETORIA DE OPERAÇÕES DOP Diálogos do Saneamento 02/12/2015 DIRETORIA DE OPERAÇÕES DOP Informações Gerais da CORSAN em 2015 Universalização de Serviços DIRETORIA DE OPERAÇÕES DOP Informações Gerais
Fórum de Eficiência Energética em Edificações 12º CONGRESSO BRASILEIRO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA - COBEE
Fórum de Eficiência Energética em Edificações 12º CONGRESSO BRASILEIRO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA - COBEE Orientações para a implementação de EE em edifícios públicos Paula Baratella, arq. MSc. Analista
DISTRITOS DE MEDIÇÃO E CONTROLE COMO FERRAMENTA DE GESTÃO DE PERDAS EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA. José do Carmo de Souza Júnior
DISTRITOS DE MEDIÇÃO E CONTROLE COMO FERRAMENTA DE GESTÃO DE PERDAS EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA José do Carmo de Souza Júnior AUTORES José do Carmo de Souza Júnior Companhia de Saneamento Básico do
Contratualização do Serviço de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário RMSP. Paulo Massato Yoshimoto - Diretor Metropolitano Sabesp
Contratualização do Serviço de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário RMSP Paulo Massato Yoshimoto - Diretor Metropolitano Sabesp Região Metropolitana de São Paulo São Paulo 39 municípios - 20,1
No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas:
11. ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA O presente capítulo consiste da avaliação econômica do Plano Estadual de Recursos Hídricos. Esta avaliação objetiva quantificar e demonstrar os impactos da implementação
2ª Conferência Latinoamericana de Saneamento LATINOSAN 2010. Fernando Pinto Dias Perrone Gerente do Departamento de Projetos de Eficiência Energética
2ª Conferência Latinoamericana de Saneamento LATINOSAN 2010 Fernando Pinto Dias Perrone Gerente do Departamento de Projetos de Eficiência Energética Março de 2010 O PROCEL SANEAR Objetivos Promover o uso
Atual situação de perdas em Indaiatuba. Situação pretendida nos próximos 4 anos - Meta
Atual situação de perdas em Indaiatuba Dez / 2011-36,9% de índice de perdas na distribuição 370 litros / ligação / dia de perdas Dez / 2012-33,30% de índice de perdas na distribuição 334 litros / ligação
Gestão de Recursos Hídricos no Complexo da Penitenciária Feminina de Santana
Gestão de Recursos Hídricos no Complexo da Penitenciária Feminina de Santana Autor Edson Geraldo Vitorino de Souza SABESP Superintendência de Gestão de Empreendimentos da Metropolitana Disponibilidade
ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS ESTATAIS
ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS ESTATAIS Agência de Fomento e Desenvolvimento do Estado do Piauí S.A PIAUÍ FOMENTO Águas e Esgotos do Piauí S/A AGESPISA Companhia Administradora da Zona de Processamento
Quem Somos. Energy Service Company ou CONCEITO ESCO. Empresa de Serviços de Conservação de Energia
Quem Somos ESCO QUEM SOMOS CONCEITO Energy Service Company ou Empresa de Serviços de Conservação de Energia Empresa de engenharia multidisciplinar cujo foco é a realização de projetos de eficiência energética
Programa Consumo Responsável. Julho 2015
Programa Consumo Responsável Julho 2015 PORTO ALEGRE - BRASIL População (2014): 1.472.482 habitantes PIB Brasil (2014): R$ 5,52 trilhões PIB Brasil (2012) per capita: R$ 22,6 mil PIB Rio Grande do Sul
Luiz Celso Pinto Gerente de Controle de Perdas CAGECE Brasil. 28 a 30 de Setembro de 2010 Centro de Convenções Frei Caneca São Paulo BRASIL
Luiz Celso Pinto Gerente de Controle de Perdas CAGECE Brasil 28 a 30 de Setembro de 2010 Centro de Convenções Frei Caneca São Paulo BRASIL Desenvolvimento Interno de Soluções AMI/AMR Advanced Metering
Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos
SEMINÁRIO REGIONAL DE SANEAMENTO RURAL Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos Campinas(SP), 23 de Junho 2015 Mobilização
Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí
Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí O que é? O Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí é uma associação de direito privado, sem
Agenda. A Companhia. Nossa Operação. 3 Nossa Performance Financeira
APIMEC RIO Resultados do 1T12 Diretoria Econômico-Financeira e de Relações com Investidores Aviso Esta apresentação pode conter considerações futuras referentes às perspectivas do negócio, estimativas
Redes de águas inteligentes e a gestão de perdas. Glauco Montagna Gerente de Contas Estratégicas - Saneamento
Redes de águas inteligentes e a gestão de perdas Glauco Montagna Gerente de Contas Estratégicas - Saneamento ABIMAQ / SINDESAM ABIMAQ Fundada em 1937, com 4.500 empresas representadas em 26 Câmaras Setoriais.
SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO
01 DEZEMBRO 2005 SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO SCAI Automação Ltda. INSTRUMENTAÇÃO NÍVEL PRESSÃO VAZÃO GRANDEZAS
Programa de Eficiência Energética Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente do Município de Araras SP
Programa de Eficiência Energética Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente do Município de Araras SP Evandro Romanini, Norberto Duarte e Lucas Rafacho Resumo A Elektro dentro do Programa de Eficiência Energética,
Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG
Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Roberto Proença da Silva Carlos Alberto Moura Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG Superintendência de Tecnologia da Informação - TI Gerência de
Infraestrutura de Saneamento na Região Metropolitana de São Paulo
IV Congresso Brasileiro de MND II No-Dig Edição Latino Americana Infraestrutura de Saneamento na Região Metropolitana de São Paulo Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp Números da Diretoria
CEMEO - A INOVAÇÃO NO MONITORAMENTO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E COLETA COM FOCO NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO
PNQS 2012 Categoria IGS Inovação da Gestão em Saneamento RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão CEMEO - A INOVAÇÃO NO MONITORAMENTO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E COLETA COM FOCO NA GESTÃO DA
EFICIÊNCIA HIDRÁULICA E ENERGÉTICA EM SANEAMENTO
HEBER PIMENTEL GOMES EFICIÊNCIA HIDRÁULICA E ENERGÉTICA EM SANEAMENTO Análise Econômica de Projetos 2ª Edição Revisada e Ampliada Editora Universitária - UFPB João Pessoa 2009 2ª Edição: 2009 Editora Universitária
Utilização de Inversores de Freqüência para Diminuição de Consumo de Energia Elétrica em Sistemas de Bombeamento
VI SEREA Seminário Iberoamericano sobre Sistemas de Abastecimento Urbano de Água EFICIÊNCIA HIDRÁULICA E ENERGÉTICA EM SANEAMENTO Utilização de Inversores de Freqüência para Diminuição de Consumo de Energia
REDUÇÃO DE PERDAS REAIS NA ÁREA PILOTO DO PARQUE CONTINENTAL.
REDUÇÃO DE PERDAS REAIS NA ÁREA PILOTO DO PARQUE CONTINENTAL. TEMA DO TRABALHO: ABASTECIMENTO DE ÁGUA Nome dos Autores: Luiz Eduardo Mendes Divisão de Manutenção e Operação Cargo: Engenheiro Civil - Formação:
ASSEMBLÉIA GERAL DA RELOB AS ESTRUTURAS DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NAS BACIAS PCJ
ASSEMBLÉIA GERAL DA RELOB AS ESTRUTURAS DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NAS BACIAS PCJ Dalto Favero Brochi Consórcio PCJ Rio de Janeiro Novembro / 2008 LOCALIZAÇÃO DAS BACIAS PCJ CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E OPERACIONAL EM EMPRESAS DE SANEAMENTO
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E OPERACIONAL EM EMPRESAS DE SANEAMENTO MARCOS ANTONIO DANELLA Quem Somos Engenheiro, Administrador, professor PUC Campinas Gerente Regional de Operações no Setor Elétrico (29 anos)
Medição Individualizada Qualidade e Custos compatíveis - Direito do Cliente -
Medição Individualizada Qualidade e Custos compatíveis - Direito do Cliente - Regina Ap. A. Siqueira Superintendente de Planejamento e Desenvolvimento da Metropolitana Sabesp São Paulo - Brasil A Sabesp
Diretoria Técnica Gerência de Controle de Perdas e Sistemas
Título: Gestão da Pesquisa de vazamentos não visíveis AUTORES: Claudio Luiz Tiozzi Rubio Cargo Atual: Coordenador Macromedição e Pesquisas Formação: Engenharia Mecânica Área de Atuação: Controle de Perdas,
A experiência de Belo Horizonte:
A experiência de Belo Horizonte: a construção de uma capital sustentável Vasco de Oliveira Araujo Secretário Municipal de Meio Ambiente Prefeitura de Belo Horizonte Junho 2012 Belo Horizonte e RMBH (34
PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE
PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE Companhia Pernambucana de Saneamento Compesa Economia Mista de Direito Privado 42 anos de existência
USO ESTRATÉGICO DA ÁGUA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES
USO ESTRATÉGICO DA ÁGUA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES Pontos Principais... A Sabesp tem compromisso com a política pública e com critérios de eficiência de mercado O novo marco regulatório do saneamento encerra
SANEAMENTO - DESAFIOS ÀREAS: RURAL e URBANA
SANEAMENTO - DESAFIOS ÀREAS: RURAL e URBANA Caxias do Sul Rio Grande do Sul 96 km POA região nordeste, altitude média 760 m População: 404.187 hab.ibge 2010 território: 165.731,00 ha; urbano: 13.344,00
PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DO MUNICÍPIO DE ITAPOÁ NAS ÁREAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO
PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DO MUNICÍPIO DE ITAPOÁ NAS ÁREAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E O QUE É? POR QUE ELABORAR O PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO? É o principal instrumento para o planejamento
Perdas de água Experiências e Tecnologias do Japão
Seminário do Planejamento à Prática: Uso Sustentável dos Recursos Hídricos Perdas de água Experiências e Tecnologias do Japão Renata Sayuri Muranaka TOR-Departamento de Gestão do Programa Corporativo de
ENGENHARIA DE PROJETO
ENGENHARIA DE PROJETO TORKE ENGENHARIA Nossa empresa é especializada na execução de projetos industriais. Grandes e pequenas companhias confiam em nós para realizar seus projetos de novas fábricas, ampliações
AS/DEURB. 2 Seminário de Trólebus. Instituto de Engenharia SP. 14 de maio de 2013
AS/DEURB 2 Seminário de Trólebus Instituto de Engenharia SP 14 de maio de 2013 Carlos Malburg Gerente Setorial de Mobilidade Urbana [email protected] Transporte (recentes) Principais Contratações Metro
GESTÃO OPERACIONAL NO CONTROLE DE PERDAS NA CORSAN
GESTÃO OPERACIONAL NO CONTROLE DE PERDAS NA CORSAN 1º Seminário Nacional de Gestão e Controle de Perdas Porto Alegre/RS 13 e 14 de julho de 2015 REDUÇÃO DE PERDAS SOB A PERSPECTIVA FINANCEIRA 01) Garantir
Eficiência Energética na Indústria Indústria +Eficiente
Eficiência Energética na Indústria Indústria +Eficiente Rogerio Iannaccaro Gerente Joinville, 19 de Outubro de 2014 0 1 VISÃO GERAL DA TUPY Líder no mercado de blocos e cabeçotes de motor em ferro fundido
Norma Técnica Interna SABESP NTS 024
Norma Técnica Interna SABESP NTS 024 REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Elaboração de Projetos Procedimento São Paulo Maio - 1999 NTS 024 : 1999 Norma Técnica Interna SABESP S U M Á R I O 1 RECOMENDAÇÕES DE
Departamento de Águas e Energia Elétrica
13 de Novembro de 2012 Departamento de Águas e Energia Elétrica O DAEE foi criado há 60 anos, em 12/12/1951, tendo como principais competências, no âmbito do Estado de SP: Elaborar o planejamento, os estudos,
PROGRAMA DE TRABALHO PARA ESTRUTURAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS LOCALIDADES BENEFICIADAS PELO SISTEMA PRODUTOR SUL- PIRAPAMA
PROGRAMA DE TRABALHO PARA ESTRUTURAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS LOCALIDADES BENEFICIADAS PELO SISTEMA PRODUTOR SUL- PIRAPAMA SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO; 2. OBJETIVO; 3. LOCALIDADES BENEFICIADAS;
CDHU Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano CBCS Conselho Brasileiro da Construção Sustentável
CDHU Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano CBCS Conselho Brasileiro da Construção Sustentável Seminário i Eficiência Energética e HIS no Estado de São Paulo Sistemas Prediais e a Medição Individualizada
Fontes de Financiamento para o segmento de Saneamento junto à Caixa Econômica Federal
Fontes de Financiamento para o segmento de Saneamento junto à Caixa Econômica Federal Piracicaba, 07 de Agosto de 2013 Atuação da CAIXA Missão: Atuar na promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável
P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O
P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O V o l u m e V R E L A T Ó R I O D O S P R O G R A M A S, P R O J E T O S E A Ç Õ E S P A R A O A L C A N C E D O C E N Á R I O R E F E R
2ª Conferência Internacional do Projeto DESAFIO. Valeria Melo
2ª Conferência Internacional do Projeto DESAFIO Valeria Melo Rio de Janeiro(RJ), 28 de Julho de 2015 Fatores e processos facilitadores e obstáculos que contribuem para explicar os sucessos, fracassos e
Gestão de Projetos. Aula 6. Organização da Aula 6. Variáveis Tamanho. Contextualização. Fator Administrativo. Instrumentalização. Variáveis do projeto
Gestão de Projetos Aula 6 Organização da Aula 6 Variáveis do projeto Fatores importantes ao projeto Avaliação do projeto Profa. Dra. Viviane M. P. Garbelini Dimensionamento e horizonte de planejamento
INTRODUÇÃO E CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO INTRODUÇÃO E CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Prof. Hugo Alexandre Soares
XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil
XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil cristian sippel Diogo Angelo Stradioto Rio Grande Energia SA APS Engenharia de Energia
II SEMINÁRIO ESTADUAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL Painel IV: Saneamento Básico Palestra: Florianópolis, 13 de agosto de 2010
II SEMINÁRIO ESTADUAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL Painel IV: Saneamento Básico Palestra: Controle e redução de perdas de água e uso eficiente de energia em sistemas de abastecimento de água Eng. Airton Gomes
MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA
A MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA COMO UM INSTRUMENTO PARA A DETECÇÃO DE PERDAS Empresa Baiana de Águas e Saneamento S. A. Diretoria Financeira e Comercial - DF O QUE É A MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA? Solução que visa
Diálogos do PES. Pesquisa socioambiental e Diagnóstico socioambiental do TJDFT
Diálogos do PES Pesquisa socioambiental e Diagnóstico socioambiental do TJDFT Cenário Histórico 2009 AGENDA SOCIOAMBIENTAL (REUNIÃO DAS AÇÕES EXISTENTES) 2010 CRIAÇÃO PROGRAMA VIVER DIREITO META 6 DO PODER
1º Seminário Nacional de Gestão e Controle de Perdas de Água ABES-RS. Eng. Gustavo Lamon
1º Seminário Nacional de Gestão e Controle de Perdas de Água ABES-RS Eng. Gustavo Lamon JULHO DE 2015 TÓPICOS ABORDADOS NESTA APRESENTAÇÃO PRINCIPAIS NÚMEROS NO BRASIL PITOMETRIA SETORIZAÇÃO MACROMEDIDOR
Gestão de Perdas. Glauco Montagna
Gestão de Perdas Glauco Montagna Agenda 1. A perda de água 2. Gestão de perda de água 3. Redes de água inteligentes 4. Caso de Sucesso Componentes (1) Componentes (2) A perda de água é a somatória de:
Importância dos Indicadores Técnicos no Controle da Gestão do Modelo SISAR Ceará
Importância dos Indicadores Técnicos no Controle da Gestão do Modelo SISAR Ceará 12 de Novembro de 2014 Objetivos Supervisão técnica GESAR; Atividades Supervisão técnica; Indicadores técnicos. Objetivos
Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195
Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195 Manutenção e Operacionalização da Administração SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL Prover o SAAE de recursos materiais e humanos para o bom desenvolvimento
O Desafio da Sustentabilidade no Setor Petroquímico
Seminário Nacional de Gestão Sustentável nos Municípios Relato de Experiências O Desafio da Sustentabilidade no Setor Petroquímico Porto Alegre, 28 de Março de 2008 Roteiro Empresa Cenários Conceitos Dimensão
1 - Obras programadas
1 - Obras programadas 1.1 - Região Metropolitana Local: São Gonçalo Recuperação e melhoria na ETE São Gonçalo II com intervenções que visam: otimizar o processo de tratamento, bem como revisão dos equipamentos
Unindo Forças em busca da excelência PAULA MORETTI
Unindo Forças em busca da excelência PAULA MORETTI CONCEITO Unificação da setorização comercial e a manutenção operacional, se consistindo em uma estrutura operacional composta por equipes multifuncionais,
Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras
Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão. Objetivo Geral
Curso: ENGENHARIA ELÉTRICA SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar engenheiros com sólidos e atualizados conhecimentos científicos
SISAR - Sistema Integrado de Saneamento Rural GESTÃO NOS ESTADOS DO: CEARÁ, BAHIA E PICOS.
SISAR - Sistema Integrado de Saneamento Rural GESTÃO NOS ESTADOS DO: CEARÁ, BAHIA E PICOS. Campinas(SP), 23 de junho 2015 APRESENTANDO CENTRAL SEABRA: Central de Associações Comunitárias para Manutenção
SANEAMENTO EM PORTO ALEGRE
SANEAMENTO EM PORTO ALEGRE Julho/2015 Antônio Elisandro de Oliveira Diretor-Geral do Dmae PORTO ALEGRE -RS População (2014): 1.472.482 habitantes PIB Brasil (2014): R$ 5,52 trilhões PIB Brasil (2012) per
