CONJUNTO DOS NÚMEROS INTEIROS
|
|
|
- Flávio Varejão Alves
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Fundamentos de Álgebra Moderna Profª Ana Paula CONJUNTO DOS NÚMEROS INTEIROS Os números inteiros formam um conjunto, que notaremos por, no qual estão definidas duas operações, que chamaremos de adição e multiplicação e denotaremos por e. Notação: 0, 1, 2, 3, conjunto dos números inteiros 1, 2, 3,, 3, 2, 1, 1, 2, 3, 0 0, 1, 2, 3, conjunto dos números inteiros não-negativos., 3, 2, 1, 0 conjunto dos números inteiros não-positivos. 1, 2, 3, conjunto dos números inteiros positivos ou estritamente positivos., 3, 2, 1 conjunto dos números inteiros negativos ou estritamente negativos. 2n k /k 2n, n conjunto dos inteiros pares. 2n 1 k /k 2n 1 ou k 2n 1, n conjunto dos inteiros ímpares. Os axiomas que passaremos a detalhar descreverão algumas das propriedades básicas das operações, que tomaremos como base para desenvolver a teoria. Qualquer outra propriedade, mesmo que intuitivamente óbvia, poderá ser demonstrada a partir dessas. O primeiro grupo de axiomas descreverá algumas propriedades da adição: Propriedades da adição: A.1 Associativa: Para toda a terna a, b, c de inteiros tem-se que: a b c a b c. A.2 Existência de Neutro: Existe um único elemento, denominado neutro aditivo ou zero, que indicaremos por 0, tal que a 0 0 a a, para todo. A.3 Existência de Oposto: Para cada inteiro a existe um único elemento que chamaremos oposto de a e indicaremos por a, tal que a a 0. A.4 Comutativa:Para todo par a, b de inteiros tem-se que a b b a. 1
2 O outro grupo de axiomas explicita algumas das propriedades da multiplicação: Propriedades da multiplicação: A.5 Associativa: Para toda a terna a, b, c de inteiros tem-se que: a bc ab c. A.6 Existência de Neutro: Existe um único elemento, diferente de zero, denominado neutro multiplicativo, que indicaremos por 1, tal que a a a, para todo a. A.7 Lei do cancelamento: Para toda a terna a, b, c de inteiros, com a 0, tem-se que, se ab ac, então a b. A.8 Comutativa:Para todo par a, b de inteiros tem-se que ab bc. Definição: Sejam a, b. Definimos a b a b. Proposição 1 (Propriedade cancelativa da adição): Para toda a terna a, b, c de inteiros tem-se que, se a b a c, então b c. Propriedade 2: :Para toda a terna a, b, c de inteiros, com a 0, tem-se que, a b c ab ac. Proposição 3: Para todo inteiro a, tem-se que a Proposição 4: Sejam a, b inteiros, tais que a. b 0. Então, a 0 ou b 0. Proposição 5 (Regra dos Sinais): Sejam a, b inteiros. Então vale: i) a a ii) a b ab a b. iii) a b ab Definição 1: O valor absoluto, a, de um número inteiro a é definido por: a se a 0 a a se a 0 Logo, a. 2
3 Definição 2: Seja a. Definem-se 1. a a a 0 1 k 1. a k. a a a k 1 a k. a sempre que ka e a k, para k, estão definidas. Propriedades: Sejam a, b e quaisquer m, n : 1) ma na m n a 2) m na m. n a 3) a m. a n a m n 4) a n m a n.m 5) na nb n a b 6) a n. b n ab n Definição 3: Dados dois conjuntos, A e B, não vazios. O produto cartesiano de A por B é o conjunto formado por todos os pares ordenados x, y, com x A e y B. A B x, y /x A e y B Exemplo: Sejam os conjuntos A 0, 1, 2, 3 e B 4, 5, 6. O produto cartesiano de de A por B é dado por E F Definição 4: Uma relação R é um conjunto de pares ordenados, isto é, R a, b A B/p a, b Se a propriedade p a, b é verdadeira, então dizemos que "a está relacionado com b mediante a R", arb. Se a propriedade p a, b é falsa, então dizemos que "a não está relacionado com b mediante a R", aŕb. Seja R uma relação e sejam os conjuntos A e B. Dizemos que R é uma relação sobre A desde que R A A; e dizemos que R é uma relação de A para B se R A B. Como, formalmente, uma relação é um conjunto, todas as operações sobre conjuntos se aplicam às relações. Exemplo: 1) Sejam os conjuntos E 0, 1, 2, 3 e F 4, 5, 6. São exemplos de relações: R 1 x, y E F/x y 6 R 2 R 3 0, 4, 0, 5, 0, 6 R 4 2, 5, 3, 6 3
4 Propriedades de relação: 1) Reflexiva Dizemos que R é reflexiva quando todo elemento de A se relaciona consigo mesmo, isto é, x A, vale xrx Considerando A a, b, c e R uma relação sobre A. a) R a, a, b, b, c, c, a, b, b, c é reflexiva. b) R a, a, a, b, b, a, b, b, b, c não é reflexiva. 2) Simétrica Dizemos que R é simétrica se vale yrx sempre que vale xry, isto é, x, y A, se xry, então yrx. Contrapositiva: Considerando A a, b, c e R uma relação sobre A. a) R a, a, a, b, b, a, c, c é simétrica. b) R a, a, a, b, b, b, b, c não é simétrica. 3) Transitiva. Dizemos que R é transitiva se vale xrz sempre que vale xry e yrz, isto é, x, y, z A, se xry e yrz, então xrz. Contrapositiva: Considerando A a, b, c e R uma relação sobre A. a) R a, b, b, b, b, c, a, c, c, c é transitiva. b) R a, b, a, a, b, c, c, c não é transitiva. 4) Anti-simétrica. Dizemos que R é anti-simétrica se vale x y sempre que vale xry e yrx, isto é, x, y A, se xry e yrx, então x y. Contrapositiva: Considerando A a, b, c e R uma relação sobre A. a) R a, a, a, b, b, c, c, a é anti-simétrica. b) R a, a, b, b, c, c, b, c, c, b não é anti-simétrica. Considerando A uma família de conjuntos e seja R a relação em A definida por "X é um subconjunto de Y". R é anti-simétrica. 4
5 Definição 5: Uma relação R sobre um conjunto A é chamada de relação de equivalência sobre A se, e somente se, R é reflexiva, simétrica e transitiva. Ou seja, R deve cumprir, respectivamente, as seguintes propriedades: 1) Se x A, xrx 2) Se x, y A e xry, então yrx. 3) Se x, y, z A e xry e yrz, então xrz. São relações de equivalência: 1) A a, b, c com R a, a, b, b, c, c, a, b, b, a. 2) A a, b, c com R a, a, b, b, c, c, a, b, b, a, a, c, c, a. Contra-exemplo: Não é uma relação de equivalência: A com R x, y 2 /mdc x, y 1. Definição 6: Seja R uma relação de equivalência sobre A. Dado a A. Chama-se classe de equivalência determinada por a, módulo R, o subconjunto a A constituído pelos elementos x tais que xra. a x A/xRa 1) R a, a, b, b, c, c, a, b, b, a de A a, b, c. R é uma relação de equivalência de A. São classes de equivalência: a a, b, b a, b, c c. Definição 7: O conjunto das classes de equivalência módulo R será indicado por E R e chamado conjunto-quociente de E por R. Exemplos 1) R a, a, b, b, c, c, a, b, b, a de E a, b, c. R é uma relação de equivalência de E. E R a, b, c Definição 8: Uma relação R sobre um conjunto A é chamada de relação de ordem parcial sobre A se, e somente, se R é reflexiva, antissimétrica e transitiva. Ou seja, R deve cumprir respectivamente as seguintes propriedades: 1) Se x A, xrx 2) Se x, y A e xry e yrx, então x y. 3) Se x, y, z A e xry e yrz, então xrz. 5
6 Como R é uma relação de ordem parcial sobre A, para exprimir que a, b R, usaremos a notação a b R, que se lê "a precede b na relação R" ou "b segue a na relação R". Para exprimir que a, b R e a b, usaremos a notação a b R, que se lê "a precede estritamente b na relação R" ou "b segue estritamente a na relação R". Outra notação que se poderá usar para exprimir que "a precede b " é a b. Mas isso pressupõe o entendimento de que, nesse caso, " " não significa necessariamente "menor ou igual a", no sentido numérico usual. O sentido é aquele definido pelo contexto da questão em foco. Analogamente, a notação "a b" poderá ser usada para exprimir que "a precede estritamente b", com um sentido que não o usual. 1) A relação R a, a, b, b, c, c, a, b, b, c, a, c é uma relação de ordem sobre E a, b, c. 2) A relação R sobre definida por xry se, somente se, x y ( : "menor ou igual a") é uma relação de ordem, denominada ordem usual, pois: i) Reflexiva: Para todo x, tem-se que x x. ii) Anti-simétrica: Dados x, y, se x y e y x, então x y. iii) Transitiva:Dados x, y, z,se x y e y z, então x y. 3) A relação de inclusão sobre o conjunto das partes P E de um dado conjunto E é uma relação de ordem. Contra-exemplo: 1) A relação R sobre definida por xry se, somente se, x y não é uma relação de ordem e nem de equivalência. Enunciaremos a seguir os axiomas referentes à relação "menor ou igual". Propriedades: i) Tricotomia: Dados a, b, tem-se que ou a b ou a b ou b a. (Aqui a b significa que a b, com a b. ii) Dados a, b, c,se a b, então a c a c. ii) Dados a, b, c,se a b e 0 c, então c bc. Proposição 6: Seja a um inteiro. Então i) Se a 0, então 0 a. ii) Se 0 a, então a 0. iii) 0 a 2 (isto é, todo quadrado é não negativo). iv)
7 Definição 9: Um conjunto parcialmente ordenado é um conjunto sobre o qual se definiu uma certa relação de ordem parcial. Definição 10: Seja R uma relação de ordem parcial sobre A. Os elementos a, b A se dizem comparáveis mediante R se a b ou b a. Definição 11: Se dois elementos quaisquer de A forem comparáveis mediante R, então R será chamada relação de ordem total sobre A. Nesse caso, o conjunto A é dito conjunto totalmente ordendado por R. 1) A relação R a, a, b, b, c, c, a, b, b, c, a, c é uma relação de ordem sobre E a, b, c. E é um conjunto totalmente ordenado por R. 2) A relação R sobre definida por xry se, somente se, x y ( : "menor ou igual a") é uma relação de ordem, denominada ordem usual. Podemos dizer que é um conjunto totalmente ordenado pela relação de ordem usual. 3) A relação de inclusão sobre o conjunto das partes P E de um dado conjunto E é uma relação de ordem. Então P E não é um conjunto totalmente ordenado pela relação de inclusão. 4) A relação R sobre definida por: xry se e, somente se, x é divisor de y. é uma relação de ordem. Mas o conjunto é parcialmente ordenado por essa relação. Essa ordem não ordena totalmente porque há elementos de não comparáveis por divisibilidade, como, por exemplo o 2 e 3. 2 não é divisor de 3 e 3 não é divisor de 2. Representação gráfica simplicada. Para representar uma relação de ordem sobre um conjunto finito E, podemos utilizar um esquema simplicado que substitui o esquema de flechas já visto. É assim: 1º) quando arb, ligamos o elemento a ao elemento b por meio de um traço ascendente; 2º) deixamos de desenhar os laços em torno de cada elemento de E (não expomos a propriedade reflexiva); 3º) quanto existe um traço ligando a com b e um outro traço ligando b com c, deixamos de desenhar um traço ligando a com c (não expomos a propriedade transitiva). 1) E 1, 2, 3, 4, 6, 12. R é ordem habitual. 2) E 1, 2, 3, 4, 6, 12.S é a ordem por divisibilidade. 7
8 Definição 12: Seja E um conjunto parcialmente ordenado mediante a relação.seja A um subconjunto de E, com A.Diz-se que um subconjunto A de números inteiros é limitado à direita ou limitado superiormente se existe um número d tal que a d para todo a A. Diz-se que um subconjunto A de números inteiros é limitado à esquerda ou limitado inferiormente se existe um número c tal que c a para todo a A. Definição 13: Um número d A é o elemento máximo do conjunto A quando a d para todo a A. Um número c A é o elemento mínimo do conjunto A quando c a para todo a A. Notação: maxa d mina c 1) Se E, A x /0 x 10 e a ordem é a habitual. 2) Se E 1, 2, 3, 4, 6, 9, 12, 18, 36, A 2, 4, 6 e a ordem é a divisibilidade. Princípio da Boa Ordem: Todo conjunto não-vazio de inteiros não-negativos contém um elemento mínimo. Proposição 7: Não existe a tal que 0 a 1. Proposição 8 (Propriedade Arquimediana): Sejam a e b inteiros positivos. Então, existe um inteiro positivo n tal que na b. Proposição 9: Todo conjunto não-vazio de inteiros limitados inferiormente tem mínimo. 8
9 Exercícios 1. Sejam a, b inteiros. Mostrar que: a) 1 a a b) Se a 2 0, então a 0. c) Se a 2 a, então a 0 ou a Prove que a subtração não é comutativa nem associativa,mas é válida a distributiva da multiplicação em relação à subtração. 3. Demonstre que para todos a, b, c : a) a b c ab ac b) a b a b 4. Sejam a, b, tais que a b. Provar que a b. 5. Mostre que para todos a, b, a b a b Prove que para todos a, b, a) a a a b) a b a b c) a b a b d) a b a b e) a b a b f) a. b a. b 7. Mostre que se a e b são números inteiros tais que a. b 1, então a e b são ambos iguais a 1 ou a Para cada uma das seguintes relações definidas no conjunto A 1, 2, 3, 4, 5, determine se a relação é reflexiva, anti-simétrica e/ou transitiva. a) R 1, 1, 2, 2, 3, 3, 4, 4, 5, 5 b) R 1, 2, 2, 3, 3, 4, 4, 5 c) R 1, 1, 1, 2, 1, 3, 1, 4, 1, 5 d) R 1, 1, 1, 2, 2, 1, 3, 4, 4, 3 e) R 1, 2, 3, 4, 5 1, 2, 3, 4, 5 9. Digamos que dois inteiros estão próximos um do outro se sua diferença for no máximo 2 (isto é, os números estão a uma distância de no máximo 2). Por exemplo, 3 9
10 está próximos de 5, 10 está próximo de 9, mas 8 não está próximo de 4. Representemos por R está relação estar próximo de. a) Escreva R como um conjunto de pares ordenados. Sua resposta deve apresentar-se como segue: R x, y / Prove ou refute: b) R é reflexiva c) R é simétrica d) R é anti-simétrica e) R é transitiva 10. Seja R uma relação tem o mesmo tamanho que definida sobre todos os subconjuntos finitos de (isto é, ARB se e somente se A B ). Quais das 4 propriedades (reflexiva, simétrica, anti-simétrica e transitiva) R possui? Prove suas respostas. 11. Quais dos seguintes conjuntos são relações de equivalência? a) R 1, 1, 1, 2, 2, 1, 2, 2, 3, 3 no conjunto 1, 2, 3. b) R 1, 2, 2, 3, 3, 1 no conjunto 1, 2, 3. c) em. d) 1, 2, 3 1, 2, 3 no conjunto 1, 2, 3. e) 1, 2, 3 1, 2, 3 no conjunto 1, 2, 3, Para cada relação de equivalência, ache a classe de equivalência pedida. a) R 1, 1, 1, 2, 2, 1, 2, 2, 3, 3, 4, 4 no conjunto 1, 2, 3, 4. Ache 1. b) R 1, 1, 1, 2, 2, 1, 2, 2, 3, 3, 4, 4 no conjunto 1, 2, 3, 4. Ache 4. c) R é tem-os-mesmos-pais-que no conjunto de todos os seres humanos. Ache você. d) R é tem-a-mesma-data de-aniversário-que no conjunto de todos os seres humanos. Ache você. 13) Há apenas uma relação de equivalência possível em um conjunto de um elemento: se A 1, então R 1, 1 é a única relação de equivalência possível. Há exatamente duas relações de equivalência possíveis em um conjunto de dois elementos: A 1, 2, então R 1 1, 1, 2, 2 e R 2 1, 1, 1, 2, 2, 1, 2, 2 são as únicas relações equivalência em A. Quantas relações de equivalência diferentes são possíveis em um conjunto de três elementos? Em um conjunto de quatro elementos? Exercícios 14 a 17 estão em outra folha. 18) Faça o diagrama simplicado das seguintes ordens no conjunto E 1, 2, 4, 5, 10, 20 : a) ordem habitual 10
11 b) ordem por divisibilidade. 19) Faça o diagrama simplicado da relação de ordem por inclusão em E P a, b. 20) Faça o diagrama simplicado da relação de ordem por divisibilidade no conjunto E 2, 3, 5, 6, 10, 15, ) Faça o diagrama simplicado da relação de ordem por inclusão no conjunto E a, b, a, b, c, a, b, d, a, b, c, d, a, b, c, d, e. 11
Notas de aulas. álgebra abstrata
1 Notas de aulas de álgebra abstrata UEMA LICENCIATURA EM MATEMATICA Elaborada por : Raimundo Merval Morais Gonçalves Licenciado em Matemática/UFMA Professor Assistente/UEMA Especialista em Ensino de Ciências/UEMA
Relações binárias. Laura Goulart. 7 de Março de 2018 UESB. Laura Goulart (UESB) Relações binárias 7 de Março de / 1
Relações binárias Laura Goulart UESB 7 de Março de 2018 Laura Goulart (UESB) Relações binárias 7 de Março de 2018 1 / 1 Produto Cartesiano Dados E, F conjuntos quaisquer não vazios, denimos o produto cartesiano
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática MAT Introdução à Álgebra 2015/I
1 Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática MAT 131 - Introdução à Álgebra 2015/I Tópico: Produto Cartesiano 1. Dados os conjuntos M = {1, 3, 5} e N = {2, 4},
Introdução aos números inteiros
Introdução aos números inteiros Laura Goulart UESB 19 de Dezembro de 2017 Laura Goulart (UESB) Introdução aos números inteiros 19 de Dezembro de 2017 1 / 18 Adição Laura Goulart (UESB) Introdução aos números
Sejam A e B conjuntos não vazios. Chama-se produto cartesiano de A por B o conjunto
RELAÇÕES 1. PRODUTO CARTESIANO Sejam A e conjuntos não vazios. Chama-se produto cartesiano de A por o conjunto xy com x A e y. Notação: de todo os pares ordenados (, ) A ( x, y) x A e y Exemplo 1: Sejam
A ordem em que os elementos se apresentam em um conjunto não é levada em consideração. Há
1 Produto Cartesiano Par Ordenado A ordem em que os elementos se apresentam em um conjunto não é levada em consideração. Há casos entretanto em que a ordem é importante. Daí a necessidade de se introduzir
Algebra Sandro Marcos Guzzo Cascavel 1 de abril de 2019
Álgebra Sandro Marcos Guzzo Cascavel 1 de abril de 2019 Sumário Introdução 4 1 Relações, aplicações e operações 5 1.1 Terminologia básica dos conjuntos.......................... 5 1.2 Números inteiros....................................
Universidade Federal de Viçosa Departamento de Matemática III LISTA DE MAT INTRODUÇÃO À ÁLGEBRA
Universidade Federal de Viçosa Departamento de Matemática III LISTA DE MAT 131 - INTRODUÇÃO À ÁLGEBRA 1. Seja A = {1, 3, 5, 7, 11}. Verifique quais das seguintes proposições são verdadeiras ou falsas.
Números Reais. Jairo Menezes e Souza 19/09/2013 UFG/CAC
UFG/CAC 19/09/2013 Iniciamos com o conjunto dos números naturais N = {0, 1, 2, 3, 4, 5,...} Iniciamos com o conjunto dos números naturais N = {0, 1, 2, 3, 4, 5,...} Chamamos de Z o conjunto dos números
complemento para a disciplina de Matemática Discreta versão 1 - Jerônimo C. Pellegrini Relações de Equivalência e de Ordem
Relações de Equivalência e de Ordem complemento para a disciplina de Matemática Discreta versão 1 Jerônimo C. Pellegrini 5 de agosto de 2013 ii Sumário Sumário Nomenclatura 1 Conjuntos e Relações 1 1.1
ENFOQUE USANDO CORTES DE DEDEKIND
Universidade Estadual de Maringá - Departamento de Matemática Cálculo Diferencial e Integral: um KIT de Sobrevivência c Publicação eletrônica do KIT http://www.dma.uem.br/kit CONSTRUÇÃO DOS REAIS: UM ENFOQUE
Relações Binárias, Aplicações e Operações
Relações Binárias, Aplicações e Operações MAT 131-2018 II Pouya Mehdipour 6 de dezembro de 2018 Pouya Mehdipour 6 de dezembro de 2018 1 / 24 Referências ALENCAR FILHO, E. Teoria Elementar dos Conjuntos,
Números Reais. Víctor Arturo Martínez León b + c ad + bc. b c
Números Reais Víctor Arturo Martínez León ([email protected]) 1 Os números racionais Os números racionais são os números da forma a, sendo a e b inteiros e b 0; o conjunto b dos números racionais
Produto Cartesiano. Exemplo: Dados os conjuntos A = {5,6} e B = {2,3,4}, vamos determinar o produto cartesiano AXB;
Produto Cartesiano Par ordenado: são dois elementos em uma ordem fixa, (x,y) Produto Cartesiano: Dados dois conjuntos A e B, não vazios, chamamos de produto cartesiano de A por B o conjunto indicado por
AXB = {(x, y) x A e y B}
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE PAULISTA LÓGICA E MATEMÁTICA DISCRETA 2010 1 Produto Cartesiano Par ordenado: são dois elementos em uma ordem fixa, (x,y) Produto Cartesiano: Dados dois conjuntos A e B, não
Axioma dos inteiros. Sadao Massago
Axioma dos inteiros Sadao Massago setembro de 2018 Sumário 1 Os Números 2 1.1 Notação......................................... 2 1.2 Números naturais não nulos (inteiros positivos)................... 2
Números Reais. Gláucio Terra. Departamento de Matemática IME - USP. Números Reais p. 1/2
Números Reais Gláucio Terra [email protected] Departamento de Matemática IME - USP Números Reais p. 1/2 Corpos DEFINIÇÃO Seja K um conjunto munido de duas operações, denotadas por + e. Diz-se que (K,
Dado um inteiro positivo n, definimos U(n) como sendo o conjunto dos inteiros positivos menores que n e primos com n. Não é difícil ver que a
Exemplo (U(n)) Dado um inteiro positivo n, definimos U(n) como sendo o conjunto dos inteiros positivos menores que n e primos com n. Não é difícil ver que a multiplicação módulo n é uma operação binária
4.1 Preliminares. No exemplo acima: Dom(R 1 ) = e Im(R 1 ) = Dom(R 2 ) = e Im(R 2 ) = Dom(R 3 ) = e Im(R 3 ) = Diagrama de Venn
4 Relações 4.1 Preliminares Definição 4.1. Sejam A e B conjuntos. Uma relação binária, R, de A em B é um subconjunto de A B. (R A B) Dizemos que a A está relacionado com b B sss (a, b) R. Notação: arb.
Curso: Ciência da Computação Disciplina: Matemática Discreta RELAÇÕES. Prof.: Marcelo Maraschin de Souza
Curso: Ciência da Computação Disciplina: Matemática Discreta RELAÇÕES Prof.: Marcelo Maraschin de Souza [email protected] Considere o conjunto S={1,2,3}, descreva o conjunto dos pares ordenados
Teoria Elementar dos Conjuntos
Teoria Elementar dos Conjuntos Última revisão em 27 de fevereiro de 2009 Este texto é uma breve revisão sobre teoria elementar dos conjuntos. Em particular, importam-nos os aspectos algébricos no estudo
Aula 1 Conjuntos. Meta. Introduzir as noções básicas de conjunto e produto cartesiano de. conjuntos. Objetivos
Conjuntos AULA 1 Aula 1 Conjuntos Meta conjuntos. Introduzir as noções básicas de conjunto e produto cartesiano de Objetivos Ao final desta aula, você deve ser capaz de: Definir as noções básicas de conjunto
Par ordenado [ordered pair]. É uma estrutura do tipo x, y. Se x y x,y y,x.
Matemática Discreta ESTiG\IPB Cap2. Relações. Funções pg 4 Par ordenado [ordered pair]. É uma estrutura do tipo x, y. Se x y x,y y,x. então Produto cartesiano do conjunto A pelo conjunto B [cartesian product].
Axiomas de corpo ordenado
Axiomas de corpo ordenado 2 a lista de exercícios Análise real A abordagem axiomática dos números reais previne erros que a intuição pode ocasionar e torna mais rigoroso o processo de demonstração matemática,
Capítulo 1. Os Números. 1.1 Notação. 1.2 Números naturais não nulos (inteiros positivos) Última atualização em setembro de 2017 por Sadao Massago
Capítulo 1 Os Números Última atualização em setembro de 2017 por Sadao Massago 1.1 Notação Números naturais: Neste texto, N = {0, 1, 2, 3,...} e N + = {1, 2, 3, }. Mas existem vários autores considerando
Teoria Elementar dos Conjuntos
Teoria Elementar dos Conjuntos Este capítulo visa oferecer uma breve revisão sobre teoria elementar dos conjuntos. Além de conceitos básicos importantes em matemática, a sua imprtância reside no fato da
n. 28 RELAÇÕES BINÁRIAS ENTRE CONJUNTOS
n. 28 RELAÇÕES BINÁRIAS ENTRE CONJUNTOS Uma relação é um conjunto de pares ordenados, ou seja, um subconjunto de A B. Utilizando pares ordenados podemos definir relações por meio da linguagem de conjuntos.
Teoria dos anéis 1 a parte 3
A U L A Teoria dos anéis 1 a parte 3 Meta da aula Descrever a estrutura algébrica de anel como uma generalização de determinadas propriedades dos números inteiros. objetivos Ao final desta aula, você deverá
Geometria Analítica. Cleide Martins. Turmas E1 e E3. DMat - UFPE Cleide Martins (DMat - UFPE ) VETORES Turmas E1 e E3 1 / 22
Geometria Analítica Cleide Martins DMat - UFPE - 2017.1 Turmas E1 e E3 Cleide Martins (DMat - UFPE - 2017.1) VETORES Turmas E1 e E3 1 / 22 Objetivos 1 Entender a denição de VETOR 2 Aprender a somar dois
ANÉIS. Professora: Elisandra Bär de Figueiredo
Professora: Elisandra Bär de Figueiredo ANÉIS DEFINIÇÃO 1 Um sistema matemático (A,, ) constituído de um conjunto não vazio A e duas leis de composição interna sobre A, uma adição: (x, y) x y e uma multiplicação
Matemática D s r t i c e a
Matemática D s r t i c e a A B A B q A B A B u t f p g n h a b m e c d i l j k s r Maria do Rosário Fernandes Departamento de Matemática Faculdade de Ciências e Tecnologia UNL Índice i Capítulo 1 CONJUNTOS
OPERAÇÕES - LEIS DE COMPOSIÇÃO INTERNA
Professora: Elisandra Figueiredo OPERAÇÕES - LEIS DE COMPOSIÇÃO INTERNA DEFINIÇÃO 1 Sendo E um conjunto não vazio, toda aplicação f : E E E recebe o nome de operação sobre E (ou em E) ou lei de composição
MATEMÁTICA I. Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari
MATEMÁTICA I Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari [email protected] www.fcav.unesp.br/amanda MATEMÁTICA I AULA 1: PRÉ-CÁLCULO Profa. Dra. Amanda L. P. M. Perticarrari CONJUNTOS NUMÉRICOS
A DEFINIÇÃO AXIOMÁTICA DO CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS.
A DEFINIÇÃO AXIOMÁTICA DO CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS. SANDRO MARCOS GUZZO RESUMO. A construção dos conjuntos numéricos é um assunto clássico na matemática, bem como o estudo das propriedades das operações
Fundamentos de Álgebra Moderna Profª Ana Paula CONJUNTOS
Fundamentos de Álgebra Moderna Profª Ana Paula CONJUNTOS O conjunto é um conceito fundamental em todos os ramos da matemática. Intuitivamente, um conjunto é uma lista, coleção ou classe de objetods bem
Curso Satélite de. Matemática. Sessão n.º 1. Universidade Portucalense
Curso Satélite de Matemática Sessão n.º 1 Universidade Portucalense Conceitos Algébricos Propriedades das operações de números reais Considerem-se três números reais quaisquer, a, b e c. 1. A adição de
Reticulados e Álgebras de Boole
Capítulo 3 Reticulados e Álgebras de Boole 3.1 Reticulados Recorde-se que uma relação de ordem parcial num conjunto X é uma relação reflexiva, anti-simétrica e transitiva em X. Um conjunto parcialmente
A2. Cada operação é distributiva sobre a outra, isto é, para todo x, y e z em A, x (y + z) = (x y) + (x z) e x + (y z) = (x + y) (x + z)
Álgebra Booleana Nesta parte veremos uma definição formal de álgebra booleana, que é baseada em um conjunto de axiomas (ou postulados). Veremos também algumas leis ou propriedades de álgebras booleanas.
Álgebra Moderna Profª Ana Paula OPERAÇÕES
Álgebra Moderna Profª Ana Paula OPERAÇÕES Definição 1: Sendo E. Toda aplicação f : E E E recebe o nome de operação sobre E (ou em E) ou lei de composição interna sobre E (ou em E). Notação: f : E E E fx,
19 AULA. Princípio da Boa Ordem LIVRO. META Introduzir o princípio da boa ordem nos números naturais e algumas de suas conseqüências.
LIVRO Princípio da Boa Ordem META Introduzir o princípio da boa ordem nos números naturais e algumas de suas conseqüências. OBJETIVOS Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Aplicar o princípio
Matemática Elementar. Matemática Elementar por Inaldo Barbosa de Albuquerque
Matemática Elementar i Matemática Elementar por Inaldo Barbosa de Albuquerque Matemática Elementar ii COLLABORATORS TITLE : Matemática Elementar ACTION NAME DATE SIGNATURE WRITTEN BY Inaldo Barbosa de
Capítulo 1. Os Números. 1.1 Notação. 1.2 Números naturais (inteiros positivos)
Capítulo 1 Os Números 1.1 Notação Números naturais: N = {1, 2, 3,...}, mas existem vários autores considerando N = {0, 1, 2, 3,...}. Por isso, é recomendado dizer números positivos, números não negativos,
MAT Resumo Teórico e Lista de
MAT 0132 - Resumo Teórico e Lista de Exercícios April 10, 2005 1 Vetores Geométricos Livres 1.1 Construção dos Vetores 1.2 Adição de Vetores 1.3 Multiplicação de um Vetor por um Número Real 2 Espaços Vetoriais
Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Matemática Curso de Verão Lista 1. Números Naturais
Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Matemática Curso de Verão 01 Lista 1 Números Naturais 1. Demonstre por indução as seguintes fórmulas: (a) (b) n (j 1) = n (soma dos n primeiros ímpares).
ESTRUTURAS ALGÉBRICAS FICHA DE EXERCÍCIOS
FACULDADE DE CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA Campus de Lhanguene, Av de Moçambique, km 1, Tel: +58 1401078, Fa: +58 140108, Maputo ESTRUTURAS ALGÉBRICAS -01 FICHA DE EXERCÍCIOS
Cálculo Diferencial e Integral I
Cálculo Diferencial e Integral I Texto de apoio às aulas. Amélia Bastos, António Bravo Dezembro 2010 Capítulo 1 Números reais As propriedades do conjunto dos números reais têm por base um conjunto restrito
MA14 - Aritmética Unidade 1 Resumo. Divisibilidade
MA14 - Aritmética Unidade 1 Resumo Divisibilidade Abramo Hefez PROFMAT - SBM Julho 2013 Aviso Este material é apenas um resumo de parte do conteúdo da disciplina e o seu estudo não garante o domínio do
INE0003 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE0003 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/3 6 - RELAÇÕES DE ORDENAMENTO 6.1) Conjuntos parcialmente
Teoria intuitiva de conjuntos
Teoria intuitiva de conjuntos.................................... 1 Relação binária............................................ 10 Lista 3................................................. 15 Teoria intuitiva
Aula 3 Vetores no espaço
MÓDULO 1 - AULA 3 Aula 3 Vetores no espaço Objetivos Ampliar a noção de vetor para o espaço. Rever as operações com vetores e sua representação em relação a um sistema ortogonal de coordenadas cartesianas.
Conjuntos. Notações e Símbolos
Conjuntos A linguagem de conjuntos é interessante para designar uma coleção de objetos. Quando os estatísticos selecionam indivíduos de uma população eles usam a palavra amostra, frequentemente. Todas
3.4 Álgebra booleana, ordens parciais e reticulados
Notas de aula de MAC0329 (2003) 23 3.4 Álgebra booleana, ordens parciais e reticulados Seja A um conjunto não vazio. Uma relação binária R sobre A é um subconjunto de A A, isto é, R A A. Se (x, y) R, denotamos
Álgebra Linear e Geometria Analítica Bacharelados e Engenharias Parte I - Matrizes
Álgebra Linear e Geometria Analítica Bacharelados e Engenharias Parte I - Matrizes Prof.a Tânia Preto Departamento Acadêmico de Matemática UTFPR - 2014 Importante Material desenvolvido a partir dos livros
GRUPOS CÍCLICOS. Professora: Elisandra Bär de Figueiredo
Professora: Elisandra Bär de Figueiredo GRUPOS CÍCLICOS Potências e Múltiplos DEFINIÇÃO 1 Seja G um grupo multiplicativo. Dado a G dene-se a potência m-ésima de a, para todo inteiro m, ˆ se m 0, por recorrência
Números Inteiros Axiomas e Resultados Simples
Números Inteiros Axiomas e Resultados Simples Apresentamos aqui diversas propriedades gerais dos números inteiros que não precisarão ser provadas quando você, aluno, for demonstrar teoremas nesta disciplina.
MATEMÁTICA I. Ana Paula Figueiredo
I Ana Paula Figueiredo Números Reais IR O conjunto dos números Irracionais reunido com o conjunto dos números Racionais (Q), formam o conjunto dos números Reais (IR ). Assim, os principais conjuntos numéricos
Fundamentos de Matemática Curso: Informática Biomédica
Fundamentos de Matemática Curso: Informática Biomédica Profa. Vanessa Rolnik Artioli Assunto: sequências e matrizes 05 e 06/06/14 Sequências Def.: chama-se sequência finita ou n-upla toda aplicação f do
O espaço das Ordens de um Corpo
O espaço das Ordens de um Corpo Clotilzio Moreira dos Santos Resumo O objetivo deste trabalho é exibir corpos com infinitas ordens e exibir uma estrutura topológica ao conjunto das ordens de um corpo.
CÁLCULO I. 1 Número Reais. Objetivos da Aula
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida EMENTA: Conceitos introdutórios de limite, limites trigonométricos, funções contínuas, derivada e aplicações. Noções introdutórias sobre a integral
Chama-se conjunto dos números naturais símbolo N o conjunto formado pelos números. OBS: De um modo geral, se A é um conjunto numérico qualquer, tem-se
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA Conjuntos Numéricos Prof.:
Relações. Antonio Alfredo Ferreira Loureiro. [email protected] http://www.dcc.ufmg.br/~loureiro. UFMG/ICEx/DCC MD Relações 1
Relações Antonio Alfredo Ferreira Loureiro [email protected] http://www.dcc.ufmg.br/~loureiro MD Relações 1 Introdução O mundo está povoado por relações: família, emprego, governo, negócios, etc. Entidades
Números - Aula 03. Alexandre Nolasco de Carvalho Universidade de São Paulo São Carlos SP, Brazil
Números - Aula 03 Alexandre Nolasco de Carvalho Universidade de São Paulo São Carlos SP, Brazil 28 de Fevereiro de 2014 Primeiro Semestre de 2014 Turma 2013106 - Engenharia Mecânica Corpos Vimos que o
Matemática I. 1 Propriedades dos números reais
Matemática I 1 Propriedades dos números reais O conjunto R dos números reais satisfaz algumas propriedades fundamentais: dados quaisquer x, y R, estão definidos a soma x + y e produto xy e tem-se 1 x +
GRUPOS ALGUNS GRUPOS IMPORTANTES. Professora: Elisandra Bär de Figueiredo
Professora: Elisandra Bär de Figueiredo GRUPOS DEFINIÇÃO 1 Sejam G um conjunto não vazio e (x, y) x y uma lei de composição interna em G. Dizemos que G é um grupo em relação a essa lei se (a) a operação
Notas de aula: Cálculo e Matemática Aplicados às Notas de aula: Ciências dos Alimentos
Notas de aula: Cálculo e Matemática Aplicados às Notas de aula: Ciências dos Alimentos 1 Conjuntos Um conjunto está bem caracterizado quando podemos estabelecer com certeza se um elemento pertence ou não
(Ciência de Computadores) 2005/ Diga quais dos conjuntos seguintes satisfazem o Princípio de Boa Ordenação
Álgebra (Ciência de Computadores) 2005/2006 Números inteiros 1. Diga quais dos conjuntos seguintes satisfazem o Princípio de Boa Ordenação (a) {inteiros positivos impares}; (b) {inteiros negativos pares};
Relações Binárias, Aplicações e Operações
Relações Binárias, Aplicações e Operações MAT 131-2018 II Pouya Mehdipour 19 de outubro de 2018 Pouya Mehdipour 19 de outubro de 2018 1 / 7 Referências ALENCAR FILHO, E. Teoria Elementar dos Conjuntos,
Notas de Aula de Fundamentos de Matemática
Universidade Estadual de Montes Claros Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Departamento de Ciências Exatas Notas de Aula de Fundamentos de Matemática Rosivaldo Antonio Gonçalves Notas de aulas que
MATEMÁTICA DISCRETA CONCEITOS PRELIMINARES
MATEMÁTICA DISCRETA CONCEITOS PRELIMINARES Newton José Vieira 21 de agosto de 2007 SUMÁRIO Teoria dos Conjuntos Relações e Funções Fundamentos de Lógica Técnicas Elementares de Prova 1 CONJUNTOS A NOÇÃO
INTRODUÇÃO À TEORIA DOS CONJUNTOS
1 INTRODUÇÃO À TEORIA DOS CONJUNTOS Gil da Costa Marques 1.1 Introdução 1.2 Conceitos básicos 1.3 Subconjuntos e intervalos 1.4 O conjunto dos números reais 1.4.1 A relação de ordem em 1.5 Intervalos 1.5.1
Os n umeros inteiros. 1.1 Propriedades b asicas
1 Os n umeros inteiros 1.1 Propriedades b asicas Nesta se»c~ao exploraremos propriedades b asicas dos n umeros inteiros, ponto de partida para um estudo sistem atico de suas propriedades. Assumiremos axiomaticamente,
Sumário. 1 CAPÍTULO 1 Revisão de álgebra
Sumário 1 CAPÍTULO 1 Revisão de álgebra 2 Conjuntos numéricos 2 Conjuntos 3 Igualdade de conjuntos 4 Subconjunto de um conjunto 4 Complemento de um conjunto 4 Conjunto vazio 4 Conjunto universo 5 Interseção
INE Fundamentos de Matemática Discreta para a Computação
INE5403 - Fundamentos de Matemática Discreta para a Computação 5) Relações 5.1) Relações e Dígrafos 5.2) Propriedades de Relações 5.3) Relações de Equivalência 5.4) Manipulação de Relações 5.5) Fecho de
Notas para o Curso de Algebra Linear Il Dayse Haime Pastore 20 de fevereiro de 2009
Notas para o Curso de Álgebra Linear Il Dayse Haime Pastore 20 de fevereiro de 2009 2 Sumário 1 Matrizes e Sistemas Lineares 5 11 Matrizes 6 12 Sistemas Lineares 11 121 Eliminação Gaussiana 12 122 Resolução
ÁLGEBRA LINEAR I - MAT Em cada item diga se a afirmação é verdadeira ou falsa. Justifiquei sua resposta.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA Instituto Latino-Americano de Ciências da Vida e Da Natureza Centro Interdisciplinar de Ciências da Natureza ÁLGEBRA LINEAR I - MAT0032 2 a Lista de
Lista 1. 9 Se 0 < x < y e n N então 0 < x n < y n.
UFPR - Universidade Federal do Paraná Departamento de Matemática CM095 - Análise I Prof. José Carlos Eidam Lista 1 Em toda a lista, K denota um corpo ordenado qualquer. Corpos ordenados 1. Verifique as
Matemática Discreta Parte 11
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta Parte 11 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] - www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
Cálculo Diferencial e Integral Química Notas de Aula
Cálculo Diferencial e Integral Química Notas de Aula João Roberto Gerônimo 1 1 Professor Associado do Departamento de Matemática da UEM. E-mail: [email protected]. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO Esta notas de aula
ALGEBRA I Maria L ucia Torres Villela Instituto de Matem atica Universidade Federal Fluminense Junho de 2007 Revis ao em Fevereiro de 2008
ÁLGEBRA I Maria Lúcia Torres Villela Instituto de Matemática Universidade Federal Fluminense Junho de 2007 Revisão em Fevereiro de 2008 Sumário Introdução... 3 Parte 1 - Preliminares... 5 Seção 1 - Noções
Relações binárias. Relações binárias. Discrete Mathematics with Graph Theory Edgar Goodaire e Michael Parmenter, 3rd ed 2006.
Relações binárias Relações binárias. Referência: Capítulo: 2 Discrete Mathematics with Graph Theory Edgar Goodaire e Michael Parmenter, 3rd ed 2006 1 RELAÇÕES BINÁRIAS Conjuntos-2 Combinar conjuntos C
Roteiro da segunda aula presencial - ME
PIF Enumerabilidade Teoria dos Números Congruência Matemática Elementar Departamento de Matemática Universidade Federal da Paraíba 29 de outubro de 2014 PIF Enumerabilidade Teoria dos Números Congruência
Já falamos que, na Matemática, tudo se baseia em axiomas. Já estudamos os números inteiros partindo dos seus axiomas.
Teoria dos Conjuntos Já falamos que, na Matemática, tudo se baseia em axiomas. Já estudamos os números inteiros partindo dos seus axiomas. Porém, não é nosso objetivo ver uma teoria axiomática dos conjuntos.
ÁLGEBRA LINEAR. Espaços Vetoriais. Prof. Susie C. Keller
ÁLGEBRA LINEAR Espaços Vetoriais Prof. Susie C. Keller Introdução Com doze andares de altura e pesando 75 toneladas, o US Columbia partiu majestosamente de sua plataforma de lançamento numa manhã fresca
Teoria dos Conjuntos MATEMÁTICA DISCRETA CONCEITOS PRELIMINARES. Fundamentos de Lógica Técnicas Elementares de Prova A NOÇÃO DE CONJUNTO
SUMÁRIO MATEMÁTICA DISCRETA CONCEITOS PRELIMINARES Teoria dos Conjuntos Relações e Funções Fundamentos de Lógica Técnicas Elementares de Prova Newton José Vieira 21 de agosto de 2007 1 A NOÇÃO DE CONJUNTO
Para Computação. Aula de Monitoria - Miniprova
Para Computação Aula de Monitoria - Miniprova 1 2013.1 Roteiro Provas e Proposições Conjuntos Provas e Proposições Proposição - Sentença que ou é verdadeira ou é falsa. ex: Hoje é sábado. -> É uma proposição.
Programa Combinatória Aritmética Racional MATEMÁTICA DISCRETA. Patrícia Ribeiro. Departamento de Matemática, ESTSetúbal 2018/ / 52
1 / 52 MATEMÁTICA DISCRETA Patrícia Ribeiro Departamento de Matemática, ESTSetúbal 2018/2019 2 / 52 Programa 1 Combinatória 2 Aritmética Racional 3 Grafos 3 / 52 Capítulo 1 Combinatória 4 / 52 Princípio
