Método dos Deslocamentos
|
|
|
- Esther Amaro Santana
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Método dos Desocamentos formuação matemática do método das forças e dos desocamentos é bastante semehante, devendo a escoha do método de anáise incidir num ou noutro conforme seja mais vantajoso O método dos desocamentos pode ser apicado quer as estruturas isostáticas quer a hiperestáticas sendo especiamente úti na anáise das segundas, nomeadamente, quando o grau de indeterminação estático é eevado Este método é mehor adaptáve à programação automática que o método das forças, porque neste todos desocamentos são restringidos ao contrário do que acontece no método das forças em que apenas agumas iberações são introduzidas para se obter a estrutura isostática Mas antes de se proceder a descrição do método vejamos o que se entende por grau de indeterminação cinemática - Noção de indeterminação cinemática Designaremos por indeterminação cinemática o número de restrições (víncuos) necessárias para eiminar os desocamentos dos nós da estrutura or outras paavras, diremos que o grau de indeterminação cinemática é a soma dos graus de iberdade (rotações e transações) independentes, de todos os nós da estrutura, incusive os apoios (não é mais do que o número de graus de iberdade da estrutura) Refere-se que um sistema de desocamentos dos nós é independente se cada desocamento puder variar arbitrariamente e independentemente de todos os outros Vejamos aguns exempos eucidativos do grau de indeterminação cinemática : grau (D, D e D ) ou grau (D e D ) se desprezada a deformação axia
2 grau (D, D, D e D ) ou grau (D e D ) desprezados os efeitos dos esforços normais - Descrição do método a) Numa primeira fase determina-se o grau de indeterminação cinemática e
3 escohe-se um sistema de coordenadas de modo a poder-se identificar a posição e a direcção dos desocamentos dos nós Em seguida são introduzidas forças de restrição (em número igua ao grau de indeterminação cinemática) que impedem os desocamentos dos nós (as forças são do mesmo tipo, sentido e direcção dos desocamentos impedidos) b) Depois determinam-se as forças de restrição somando as forças de fixação dos extremos das barras convergentes nos nós (um a um) Tais forças devem impedir os desocamentos para quaquer tipo de acção externa quer sejam cargas, variações de temperatura, pré-esforços, etc) Estas acções podem ser consideradas separadamente ou em conjunto Se na estrutura que está a ser anaisada existir aí agum desocamento prescrito, por exempo, um assentamento de apoio, as forças de restrição correspondentes ao impedimento deste(s) desocamento(s) devem ser considerados nesta etapa Determina-se ainda nesta fase os esforços internos nas barras correspondentes as forças de restrição (nos impedidos de movimentarem-se) c) estrutura considerada deformada de ta modo que numa das coordenadas generaizadas o desocamento seja aí unitário e nuo em todas as outras s forças necessárias para evar a estrutura a esta configuração são então cacuadas sendo o procedimento repetido para cada uma das restantes coordenadas as generaizadas (restrições impostas iniciamente) d) Os desocamentos necessários para eiminar as forças de restrição (obtida em b)) são determinados apicando a sobreposição dos efeitos para os diversos desocamentos impostos e iguaando às forças de restrição e) Os esforços na estrutura origina são obtidos adicionando aos esforços na estrutura restringida os esforços originados peos desocamentos determinados em d) robema : Determinar os esforços nas barras da estrutura representada na figura devido a acção combinada ) da carga extrema e ) do aongamento no comprimento da barra (motivado por acréscimo de temperatura nesta barra)
4 Resoução O grau de indeterminação estático é, as transações segundo os eixos xx e yy de sentidos positivos arbitrários ara ) o desocamento do nó é impedido introduzindo em uma força igua e oposta a, de componentes F e F nas direcções e (o segundo índice indica a causa, neste caso )) ara ) o aongamento da barra pode ser impedido por uma força ta que apicada em origina na barra um encurtamento da mesma grandeza O vaor da força de compressão correspondente será serão (o segundo índice indica o caso ) E cujas componentes nas direcções e F F E E cos sin
5 força tota de restrição do nó terá as componentes F = F + F ; F = F + F odemos também concuir que quando os desocamentos são restringidos, em ) não há esforços internos em quaquer das barras e em ) aparece somente o esforço de compressão E na barra Representando por { r } os esforços axiais nas barras nas condições de restrição teremos r = r = = r =, r E ; r+ = = rm = Devido ao desocamento unitário de, gera-se na barra genérica i uma força de compressão ie i i cos i e para manter o nó nesta posição teremos de apicar as forças De um modo simiar na hipótese D = e D = teremos de apicar as forças Mas na estrutura rea não existem só forças de restrição, para aém disso sabemos que o nó D experimenta um desocamento determinado de componentes D e D Então a
6 sobreposição das forças de restrição introduzidas e das correspondentes aos desocamentos reais deve ser nua F + D + D = F + D + D = Estas equações podem ser escritas na forma matricia {F} + []{D} = []{D} = {F} em que o vector couna {F} depende do carregamento da estrutura; os eementos da matriz [] são as forças correspondentes a desocamentos unitários e são chamados coeficientes de rigidez matriz [] é a chamada matriz de rigidez Os eementos do vector {D} são os desocamentos desconhecidos {D} = [] {F} Num caso gera de n restrições, a ordem das matrizes {D}, [] e {F} são n, nn e n, respectivamente matriz [] é uma matriz quadrada simétrica O esforço fina em quaquer barra i pode ser obtido por sobreposição do esforço nessa barra nas condições de restrição e dos correspondentes aos desocamentos dos nós i = ri + ( ui D + ui D + + uin D n ) reaização da sobreposição para todas as barras na forma matricia {} m = { r } m + [ u ] mn {D} n onde os eementos de são os esforços finais nas barras; os eementos de r são os esforços nas barras nas condições de restrição e os eementos de u são os esforços nas barras correspondentes aos desocamentos unitários Especificamente os eementos da couna j de [ u ] são os esforços nas barras correspondentes ao desocamento D j =, enquanto todos os outros desocamentos são nuos ara o caso em estudo é fáci de concuir que
7 u E E cos sin E E cos sin me m me m cosm sin m m m Notemos que num pórtico de nós rígidos podemos pretender os esforços em quaquer secção ou as reacções dos apoios or esta razão, consideramos que a rotação representa quaquer acção, podendo ser o esforço axia, transverso, momento fector, torção numa secção genérica ou uma reacção num apoio robema : Trace o diagrama dos momentos fectores na estrutura indicada admitindo que são desprezáveis as variações dos comprimentos da barras devido ao esforço axia Resoução O grau de indeterminação cinemática é correspondente aos desocamentos indicados na figura e as forças de restrição são a soma das forças de fixação nas extremidades das barras
8 F Os vaores dos momentos fectores nas extremidades,,, são r nas condições de restrição Os eementos da matriz de rigidez são as forças necessárias (correspondentes às coordenadas, e ) para manter as deformações a seguir apresentadas
9 ) ( ) ( ) ( ortanto e da equação,5,55,7 D F D É fáci concuir que u O vaor dos momentos finais
10 u O diagrama de momentos virá : robema : Trace o diagrama dos momentos na estrutura indicada desprezando as deformações devidas ao esforço axia e admitindo constante
11 Resoução O grau de indeterminação cinemática é sendo as incógnitas as indicadas, assim como as forças de fixação dos extremos devido às cargas apicadas s forças nas extremidades das barras correspondentes a cada um dos desocamentos unitários dos nós estão indicados nas figuras seguintes
12 Obtidos os eementos da matriz de rigidez, da equação []{D} = {F} 5 57 {D} 5 7 {D} ara traçar o diagrama de momentos fectores precisamos de conhecer os momentos,,, nas extremidades
13 {} Donde o diagrama de momentos fectores robema : Determinar as três componentes da reacção na extremidade da greha horizonta da figura quando submetida a uma carga uniforme q em C Considerar que todas têm a mesma secção e que a reação das rigidezas de torção e de fexão é 5 GY
14 Resoução : O grau de indeterminação cinemática é, correspondente às incógnitas, e indicadas E com faciidade se concui que : 7 q } { ; ; q {F} r Donde : {D} } { de e q {D} r
15 5 {} q q 97 q 5 - náise duma estrutura para diferentes hipóteses de carga Os eementos da matriz de rigidez da estrutura é independente das cargas, depedendo unicamente das propriedades da estrutura (constantes eásticas e geometria) Então para um número p de hipóteses de cargas podemos obter as souções correspondentes a partir da equação matricia [D] np = [] [F] np em que cada couna de [D] e [F] corresponde a uma dada hipótese de carga Vimos já o estudo da estrutura peo método das forças quando as estruturas são submetidas a acções como variações de temperatura, fahas no comprimento das peças, retracção ou pré-esforço, etc equação {D}= [ ][F] é iguamente apicáve no estudo da estrutura submetida a este tipo de acções mas agora {F} representa as forças necessárias para impedir os desocamentos dos nós devido aos efeitos anotados Quando se tratar de um movimento de apoios ainda a referida equação pode ser apicada, mesmo que o movimento de apoio não corresponda a um dos desocamentos desconhecidos da indeterminação cinemática Caro que nesta hipótese é necessário proceder a necessária adaptação robema : Trace o diagrama de momentos fectores quando : () ocorre um assentamento vertica no apoio () ocorre uma rotação no sentido inverso em B
16 Resoução : () O grau de indeterminação cinemática é, correspondentes às incógnitas D e D em B e C s forças de restrição necessárias para manter D = D = Os momentos nas extremidades das barras nas condições de restrição dos nós são : r r r r Os eementos da matriz de rigidez
17 Os momentos fectores nas secções consideradas originados por cada um dos desocamentos unitários (D e D ) são : u Da equação {D}= [] {F} D ou seja : 5 D 5 D forma deformada da viga correspondente ao assentamento : Os momentos correspondentes
18 {} ara o equiíbrio dos nós B e C a soma dos momentos nos extremos que concorrem nesses nós deve ser nuo, donde pode-se utiizar este facto como via de verificação dos resutados O diagrama de momentos será : () Esta hipótese ocorria se a viga BCD estivesse rigidamente igada em B a uma viga transversa horizonta que sofresse uma torção definida peo ânguo em B ara produzir esta rotação deve actuar em B uma força } {F, donde à deformada indicada corresponde as forças externas F } {F
19 Os desocamentos e as forças estão reacionados por : F D D Os eementos da matriz de rigidez já foram determinados em (); D = e D é desconhecido Resovendo : D + D = D = D = Os momentos nos extremos serão obtidos atendendo a que { r } = e a { n } determinado em () 5 5 {} - Efeito de desocamentos prescritos O método usado em () será considerado agora em reação ao caso gera de uma estrutura com um grau de indeterminação cinemática n onde ocorrem m desocamentos,,, m em m pontos Na matriz de rigidez podemos escrever os esforços nas secções correspondentes aos desocamentos conhecidos nas primeiras m inhas e counas
20 m (m) n m (m) n m mm (m)m nm (m) m(m) (m)(m ) n(m ) n mn (m)n nn ou onde os [ ji ] são as submatrizes de [] s ordens de [ ], [ ], [ ] e [ ] são respectivamente mm; m(nm); (nm) m e (nm )(nm) ara produzir desocamentos,,, m devem ser apicadas as forças externas F,, F m nas coordenadas,,, m respectivamente (nas restantes coordenadas não actuam forças) Como consequência daquees desocamentos ocorrem nas restantes coordenadas os desocamentos D m+,, D n equação que reaciona as forças e os desocamentos é : F, {D } {F } {D } {} onde {D } é o vector de desocamentos conhecidos e {D } é o vector de desocamentos desconhecidos D m+,, D n O vector { F } é o vector das forças desconhecidas nas coordenadas,,, m Da ª inha da equação matricia tira-se que : {D } = [ ][ ]{D }
21 Conhecidos os desocamentos das n incógnitas, os esforços em quaquer secção poderão ser determinados por : {} = [ u ]{D} onde {} é quaquer acção e [ u ] é a mesma acção correspondente a um desocamento unitário numa só coordenada Esta equação é a mesma que : {} = { r } + [ u ]{D} com { r } = porque as acções compreendidas são devidas unicamente aos efeitos dos desocamentos {D} s forças { F } são dadas por : {D } {F } equação obtida da ª inha da equação matricia anteriormente escrita entrando com os vaores já determinados de D
ENTECA 2003 IV ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA
4 ENTECA RESOLUÇÃO DE PÓRTICOS PLANOS ATRAVÉS DA ANÁLISE MATRICIAL DE ESTRUTURAS Marcio Leandro Micheim Acadêmico Engenharia Civi Universidade Estadua de Maringá e-mai: micheim_eng@hotmaicom Ismae Wison
Profª Gabriela Rezende Fernandes Disciplina: Análise Estrutural 2
rofª Gabriea Rezende Fernandes Discipina: náise Estrutura INCÓGNIS ROÇÕES E DESLOCMENOS LINERES INDEENDENES DOS NÓS Nº OL DE INCÓGNIS d n º de desocabiidades grau de hipergeometria da estrutura d d e +
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. PME Mecânica dos Sólidos II 13 a Lista de Exercícios
ESCOL OLITÉCNIC D UNIVERSIDDE DE SÃO ULO DERTMENTO DE ENGENHRI MECÂNIC ME-311 - Mecânica dos Sóidos II 13 a Lista de Exercícios 1) Determine as duas primeiras cargas críticas de fambagem (auto-vaores)
10. CARGAS ACIDENTAIS E MÓVEIS; LINHAS DE INFLUÊNCIA
10. CARGA ACIDENTAI E MÓVEI; LINHA DE INFLUÊNCIA 10.1. Introdução Diversas estruturas são soicitadas por cargas móveis. Exempos são pontes rodoviárias e ferroviárias ou pórticos industriais que suportam
3 Estática das estruturas planas
STÁTI 3674 27 3 stática das estruturas panas 3.1 ácuo das reações vincuares - apoios 3.1.1 ondições de equiíbrio estático O equiíbrio estático de uma estrutura bidimensiona (a estrutura considerada, as
ANÁLISE DE ESTRUTURAS I Ano lectivo de 2014/2015 2º Semestre
Exercício - Método das Forças NÁLISE DE ESTRUTURS I no lectivo de 20/205 2º Semestre Problema (28 de Janeiro de 999) onsidere a estrutura representada na figura. a) Indique qual o grau de indeterminação
Aula 04 MÉTODO DAS FORÇAS. Classi cação das estruturas quanto ao seu equilíbrio estático. ² Isostática:
Universidade Federal do Ceará Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Estrutural e Construção Civil Disciplina: Análise Matricial de Estruturas Professor: Antônio Macário Cartaxo de Melo Aula 04
ANÁLISE DE ESTRUTURAS I Ano lectivo de 2015/2016 2º Semestre
Exercício - Método das Forças NÁLISE DE ESTRUTURS I no lectivo de 05/06 º Semestre Problema (5 de Novembro de 000) onsidere a estrutura representada na figura. ssuma que todas as barras apresentam a mesma
ANÁLISE DE ESTRUTURAS I Ano lectivo de 2018/2019 2º Semestre
Exercício 6 - Método dos Deslocamentos ANÁLISE DE ESTRUTURAS I Ano lectivo de 018/019 º Semestre Problema 1 (1 de Janeiro de 000) Considere o pórtico e a acção representados na figura 1. 1.a) Indique o
PME Mecânica dos Sólidos I 5 a Lista de Exercícios
ESCOL POLITÉCNIC D UNIVERSIDDE DE SÃO PULO DEPRTMENTO DE ENGENHRI MECÂNIC PME-00 - Mecânica dos Sóidos I 5 a Lista de Eercícios 1) estrutura treiçada indicada abaio é formada por barras de mesmo materia
2 MÉTODO DIRETO 2.2 ELEMENTO DE MOLA 1-D. Escola Engenharia Universidade Presbiteriana Mackenzie Departamento de Engenharia Civil
Escola Engenharia Universidade Presbiteriana Macenzie MÉTODO DIRETO. ELEMENTO DE MOLA -D Escola Engenharia Universidade Presbiteriana Macenzie. ELEMENTO DE MOLA -D HIPÓTESES BÁSICAS Material elástico-linear
APOSTILA ELEMENTOS DE MÁQUINAS
FACUDADE DE TECNOLOGIA APOSTILA ELEMENTOS DE MÁQUINAS Eaborado: Avaro Henrique Pereira DME Data: 31/03/005 Revisão: 0 Contato: te: 4-33540194 - e-mai: [email protected] 1 1 - OBJETIVO Desse curso é transmitir
Podemos utilizar o cálculo do determinante para nos auxiliar a encontrar a inversa de uma matriz, como veremos à seguir.
O cácuo da inversa de uma matriz quadrada ou trianguar é importante para ajudar a soucionar uma série probemas, por exempo, a computação gráfica, na resoução de probemas de posicionamento de juntas articuadas
Turma/curso: 5º Período Engenharia Civil Professor: Elias Rodrigues Liah, Engº Civil, M.Sc.
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS I Código: ENG2032 Tópico: ENERGIA DE DEFORMAÇÃO E PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA Turma/curso:
Emerson Marcos Furtado
Emerson Marcos Furtado Mestre em Métodos Numéricos pea Universidade Federa do Paraná (UFPR). Graduado em Matemática pea UFPR. Professor do Ensino Médio nos estados do Paraná e Santa Catarina desde 199.
CIV 1127 ANÁLISE DE ESTRUTURAS II 2º Semestre Primeira Prova Data: 17/09/2007 Duração: 2:30 hs Sem Consulta
CIV 1127 ANÁLISE DE ESTRUTURAS II 2º Semestre 2007 Primeira Prova Data: 17/09/2007 Duração: 2:30 hs Sem Consulta 1ª Questão (5,5 pontos) Determine pelo Método das Forças o diagrama de momentos fletores
Aula 05. Conteúdo. 1. Introdução 1.1 Grau de indeterminação cinemática: ² Exemplo:
Universidade Federal do Ceará Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Estrutural e Construção Civil Disciplina: Análise Matricial de Estruturas Professor: Antônio Macário Cartaxo de Melo Aula 05
A função f(x) = x é a função modular, cujo gráfico. A função g(x) = 1 - x é a função f(x) transformada.
Q uestão 6 - C O número 100.000.000.000 é uma potência inteira de dez igua a 10 11 ; pois 10 10 10... 10 = 100.000.000.000 11 fatores 10 Q uestão 7 - B Todos os números inteiros com o agarismo das unidades
Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências e Tecnologia 2001/02 Estruturas II (aulas teóricas)
Sumário da 1ª lição: Sumário da 2ª lição: - Apresentação. - Objectivos da Disciplina. - Programa. - Avaliação. - Bibliografia. - Método dos Deslocamentos. - Introdução. - Grau de Indeterminação Cinemática.
ANÁLISE DE ESTRUTURAS I Ano lectivo de 2015/2016 2º Semestre
NÁISE DE ESTRUTURS I no lectivo de 015/016 º Semestre Exercício 5 - Simetria Problema 1 (7 de Janeiro de 1997) Trace os diagramas de esforços da estrutura reresentada na figura 1.a, com base nos esforços
ϕ ( + ) para rotações com o Flechas e deflexões
Fechas e defeões Seja uma barra reta, em euiíbrio, apoiada em suas etremidades, submetida a uma feão norma. Esta barra fetida, deia de ser reta assumindo uma forma, como a mostrada na figura. figura barra
9 Proposta de dimensionamento de elementos de concreto armado à flexão simples em situação de incêndio
9 Proposta de dimensionamento de eementos de concreto armado à fexão simpes em situação de incêndio 9.1 Introdução Com ase nos resutados otidos pea modeagem computaciona, a autora desta tese propõe um
Resistência dos Materiais, MA, IST,
11ª Aula Flexão Flexão elástica recta Define-se barra ou peça linear como todo o corpo cujo material se confina à vizinhança de uma linha do espaço a que se chama eixo. Segundo o Vocabulário de Teoria
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II FLEXÃO PARTE I
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II FLEXÃO PARTE I Prof. Dr. Danie Caetano 2014-1 Objetivos Conceituar forças cortantes e momentos fetores Capacitar para o traçado de diagramas de cortantes e momento fetor em
MÉTODOS BÁSICOS DA ANÁLISE DE ESTRUTURAS
MÉTODOS BÁSICOS DA ANÁLISE DE ESTRUTURAS Luiz Fernando Martha Pontifícia Universidade Catóica do Rio de Janeiro PUC-Rio Departamento de Engenharia Civi Rua Marquês de São Vicente, 5 - Gávea CEP 45-9 Rio
Capítulo 5 Carga Axial
Capítulo 5 Carga Axial Resistência dos Materiais I SIDES 05 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] Objetivos do capítulo Determinar a tensão normal e as deformações em elementos
TEORIA DAS ESTRUTURAS II PROF.: VICTOR MACHADO
TEORIA DAS ESTRUTURAS II PROF.: VICTOR MACHADO APRESENTAÇÃO Contatos: [email protected] victormsilva.com PLANO DE AULA Apresentação do Plano de Aula Forma de Avaliação Faltas e Atrasos UNIDADE
Relações diferenciais de equilíbrio para vigas
Reações diferenciais de euiíbrio para vigas Já foi visto ue o euiíbrio de vigas pode ser imposto gobamente, o ue resuta na determinação das reações de apoio (para vigas isostáticas), ou em porções isoadas,
ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL. Curso de ENGENHARIA CIVIL 1º Ciclo Diurno FOLHAS DE PROBLEMAS AULAS PRÁTICAS ESTÁTICA
UNIVERSIE O LGRVE ESOL SUPERIOR E TENOLOGI ÁRE EPRTMENTL E ENGENHRI IVIL urso de ENGENHRI IVIL 1º iclo iurno FOLHS E PROLEMS ULS PRÁTIS E ESTÁTI N SOFI SILV RREIR FRO 2008 / 09 Problema 1 barra de 1,00m
APLICAÇÃO DO MÉTODO DA RIGIDEZ DIRETA NA ANÁLISE MATRICIAL DE TRELIÇAS PLANAS INDETERMINADAS ESTATICAMENTE
APLICAÇÃO DO MÉTODO DA RIGIDEZ DIRETA NA ANÁLISE MATRICIAL DE TRELIÇAS PLANAS INDETERMINADAS ESTATICAMENTE Luís F. dos Santos Ribeiro¹ (EG), Eliana Carla Rodrigues¹ (PQ), Lucas Silveira F. Silva¹ (EG),
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA. Guia do ensaio de laboratório para as disciplinas:
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA Guia do ensaio de aboratório para as discipinas: Transmissão de Caor e Transmissão de Caor e Massa I Anáise da transferência de caor em superfícies
plano da figura seguinte. A rótula r expressa que não háh
Método das Forças Sistema Principal Consideremos o pórtico p plano da figura seguinte. A rótula r em D expressa que não háh transmissão de momento fletor da barra CD para a extremidade D das barras BD
RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2012 DA FUVEST-FASE 2. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA
RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 0 DA FUVEST-FASE POR PROFA MARIA ANTÔNIA C GOUVEIA QUESTÕES DO DIA : Q5 Considere uma progressão aritmética cujos três primeiros termos são dados por a +
MECÂNICA DOS SÓLIDOS VIGAS PARTE II
MECÂNICA DOS SÓLIDOS VIGAS PARTE II Prof. Dr. Danie Caetano 2019-1 Objetivos Conceituar cargas distribuídas e sistemas mecanicamente equivaentes Compreender uma das técnicas para cácuos com cargas distribuídas
Na figura abaixo, a balança está em equilíbrio e as três melancias têm o mesmo peso. Nessas condições, qual é o peso (em kg) de cada melancia?
A UUL AL A 5 Introdução à ágebra Na figura abaixo, a baança está em equiíbrio e as três meancias têm o mesmo peso. Nessas condições, qua é o peso (em ) de cada meancia? Para pensar 3 Uma barra de rapadura
XXVII Olimpíada Brasileira de Matemática GABARITO Segunda Fase
XXVII Oimpíada Brasieira de Matemática GBRITO Segunda Fase Souções Níve 3 Segunda Fase Parte CRITÉRIO DE CORREÇÃO: PRTE Na parte serão atribuídos 4 pontos para cada resposta correta e a pontuação máxima
A linguagem matemática
A UUL AL A A inguagem matemática Observe o texto abaixo. Ee foi extraído de um ivro de geometria chinês. Veja se, mesmo sem saber chinês, você consegue entender o tema do texto, ou seja, sobre o que o
Apoio Simples. Apoio Duplo
Apoio Simples O apoio simples impede o movimento do corpo na direcção da força de reacção (normal ao plano de apoio), e permite a translação segundo este plano e a rotação do corpo. Rolete Suporte basculante
MOVIMENTO DE ROTAÇÃO: O ROTOR RÍGIDO
MOVIMENTO DE ROTAÇÃO: O ROTOR RÍGIDO Prof. Harey P. Martins Fiho o Rotação em duas dimensões Partícua de massa m descrevendo trajetória circuar no pano xy: Momento anguar da partícua: J z = rp = mrv Ser
Teoria das Estruturas - Aula 02
Teoria das Estruturas - Aula 02 Modelagem Estrutural Introdução à Modelagem Estrutural Reações de Apoio em Estruturas Isostáticas Planas (Revisão) Modelos Estruturais Planos Usuais Determinação Estática
ESTÁTICA ENUNCIADOS DE PROBLEMAS PARA AS AULAS PRÁTICAS
ivil Secção de Mecânica strutural e struturas STÁTI NUNIOS PROLMS PR S ULS PRÁTIS PROLM 1 onsidere a placa em forma de L, que faz parte da fundação em ensoleiramento geral de um edifício, e que está sujeita
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS AULAS 02
Engenharia da Computação 1 4º / 5 Semestre RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS AULAS 02 Prof Daniel Hasse Tração e Compressão Vínculos e Carregamentos Distribuídos SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, SP Aula 04 Vínculos Estruturais
PROCESSO DOS ESFORÇOS. Profa. Dra. Rosilene de Fátima Vieira
PROCESSO DOS ESFORÇOS Profa. Dra. Rosilene de Fátima Vieira 2015 Processo dos Esforços Aplicado a vigas A solução de estruturas hiperestáticas é feita através de uma superposição de efeitos e estabelecimento
CAPÍTULO 7 INÉRCIA DE SUPERFÍCIES
CPÍTULO 7 NÉRC DE SUPERFÍCES MOMENTO DE NÉRC DE SUPERFÍCES Considere uma viga simpesmente apoiada e soicitada por dois momentos iguais e opostos apicados em suas etremidades, está em um estado de soicitação
TEORIA DAS ESTRUTURAS I HIPERESTATICIDADE. Prof. DSc. Renata Machado Soares TEORIA I
TEORIA DAS ESTRUTURAS I HIPERESTATICIDADE Prof. DSc. Renata Machado Soares TEORIA I Teoria das Estruturas - Idéia Básica Estudar métodos de análise de estruturas hiperestáticas e sua aplicação no projeto
A linguagem matemática
Acesse: http://fuvestibuar.com.br/ A UUL AL A A inguagem matemática Observe o texto abaixo. Ee foi extraído de um ivro de geometria chinês. Veja se, mesmo sem saber chinês, você consegue entender o tema
1 o Relatório Parcial de Iniciação Científica
UNIVERSIDADE FEDERA DE SÃO CAROS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVI 1 o Relatório Parcial de Iniciação Científica DESENVOVIMENTO DE PROGRAMA IVRE AUTOMÁTICO PARA DETERMINAÇÃO
CIV Estruturas Hiperestáticas I -1992/1. P1-27/04/92 - Duração: 2 horas - Sem Consulta
CIV 22 - Estruturas Hiperestáticas I -992/ P - 27/04/92 - Duração: 2 horas - Sem Consulta a Questão (4.5 pontos) Descreva toda a metodologia do Método das Forças através da resoluçao do quadro hiperestático
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II FLEXÃO PARTE I
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II FLEXÃO PARTE I Prof. Dr. Danie Caetano 2013-1 Objetivos Conceituar forças cortantes e momentos fetores Capacitar para o traçado de diagramas de cortantes e momento fetor em
CIR CIR CIR m CIR 12 CIR 1. Estruturas reticuladas simples Problema
Estruturas reticuladas simples roblema C B 4 A 3 4 m Calcule todas as reacções externas. As forças aplicadas actuam no meio das barras. Resolução (verificação da estatia: Estática) H A: libertação e a
PROBLEMA 1. Considere a estrutura plana representada na figura submetida ao carregamento indicado.
PROBLEMA 1 Considere a estrutura plana representada na figura submetida ao carregamento indicado. E=00GPa a) Determine os esforços instalados na estrutura, indicando todos os valores necessários à sua
CIV 1127 ANÁLISE DE ESTRUTURAS II 2º Semestre Terceira Prova 25/11/2002 Duração: 2:30 hs Sem Consulta
CIV 1127 ANÁISE DE ESTRUTURAS II 2º Semestre 02 Terceira Prova 25/11/02 Duração: 2:30 hs Sem Consulta 1ª Questão (4,0 pontos) Para uma viga de ponte, cujo modelo estrutural é apresentado abaixo, calcule
Aula 5 Equilíbrio de um corpo rígido
Aula 5 Equilíbrio de um corpo rígido slide 1 Condições de equilíbrio do corpo rígido Como mostra a Figura, este corpo está sujeito a um sistema externo de forças e momentos que é o resultado dos efeitos
MÓDULO 4 Esforços Solicitantes Internos
ÓDULO 4 Esforços oicitantes Internos OJETIO o fina deste móduo o auno deverá ser capaz de: conhecer, identificar e quantificar os tipos de cargas atuantes em uma estrutura; compreender os mecanismos de
Resistência dos Materiais
- Flexão Acetatos e imagens baseados nos livros: - Mechanics of Materials - Beer & Jonhson - Mecânica e Resistência dos Materiais V. Dias da Silva - Resistência dos Materiais, R.C. Hibbeler Índice Flexão
Elementos Finitos 2014/2015 Colectânea de trabalhos, exames e resoluções
Curso de Mestrado em Engenharia de Estruturas 1. a Edição (014/015) Elementos Finitos 014/015 Colectânea de trabalhos, exames e resoluções Lista dos trabalhos e exames incluídos: Ano lectivo 014/015 Trabalho
ECV 5220 - ANÁLISE ESTRUTURAL II
UNIVERSIDDE FEDERL DE SNT CTRIN CENTRO TECNOLÓGICO DEPRTMENTO DE ENGENHRI CIVIL ECV 5 - NÁLISE ESTRUTURL II Prof a Henriette Lebre La Rovere, Ph.D. Prof a Poiana Dias de Moraes, Dr Forianópois, fevereiro
UC: STC 6 Núcleo Gerador: URBANISMO E MOBILIDADES Tema: Construção e Arquitectura Domínio de Ref.ª:RA1 Área: Ciência
UC: STC 6 Núcleo Gerador: URBANISMO E MOBILIDADES Tema: Construção e Arquitectura Domínio de Ref.ª:RA1 Área: Ciência Sumário: Betão armado armadura aplicações Equilíbrio estático de um ponto material Momento
MÓDULO VIGAS ISOSTÁTICAS
ÓDULO IGS ISOSTÁTICS OJETIOS o fina deste móduo o auno deverá ser capaz de: conhecer, identificar e quantificar os tipos de cargas atuantes em uma estrutura; compreender os mecanismos de funcionamento
VIGAS HIPERESTÁTICAS - EQUAÇÃO DOS 3 MOMENTOS
TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONSTRUÇÕES EM CONCRETO ARMADO VIGAS HIPERESTÁTICAS - EQUAÇÃO DOS MOMENTOS Apostia orgaizada peo professor: Ediberto Vitorio de Borja 6. ÍNDICE CÁLCULO DE MOMENTOS
4 DEFINIÇÃO DA GEOMETRIA, MALHA E PARÂMETROS DA SIMULAÇÃO
4 DEFINIÇÃO DA GEOETRIA, ALHA E PARÂETROS DA SIULAÇÃO 4.1 Fornaha experimenta A fornaha experimenta utiizada como caso teste por Garreton (1994), era de 400kW aimentada com gás natura. Deste trabaho, estão
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II - Notas de Aulas
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II - Notas de Aulas Prof. José Junio Lopes BIBLIOGRAFIA BÁSICA HIBBELER, Russell Charles. Resistência dos Materiais ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. 1 - CONCEITOS FUNDAMENTAIS
Carga axial. Princípio de Saint-Venant. Princípio de Saint-Venant
Capítulo 4: Carga axial Adaptado pela prof. Dra. Danielle Bond Princípio de Saint-Venant Anteriormente desenvolvemos os conceitos de: Tensão (um meio para medir a distribuição de força no interior de um
Teoria das Estruturas - Aula 17
Teoria das Estruturas - Aula 17 Análise Matricial de Treliças via Método da Rigidez Fundamentos da Análise Matricial; Matriz de Rigidez Elementar de Barra de Treliça; Matrizes de Transformação de Deslocamentos
Anexo 4. Resistência dos Materiais I (2º ano; 2º semestre) Objetivos. Programa
Resistência dos Materiais I (2º ano; 2º semestre) Objetivos O aluno deverá ficar apto a conhecer os fundamentos do comportamento mecânico de sólidos deformáveis sujeitos a acções exteriores e, em particular
Parábola. Sumário Parábola com vértice V = (x o, y o ) e reta focal. paralela ao eixo OX... 7
7 aráboa Sumário 7.1 Introdução....................... 2 7.2 aráboa........................ 3 7.3 ormas canônicas da paráboa............ 4 7.3.1 aráboa com vértice na origem e reta foca coincidente com
