Teste de Software Orientado a Objeto. Ricardo Argenton Ramos
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- Nelson Varejão Canário
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1 Teste de Software Orientado a Objeto Ricardo Argenton Ramos
2 O que diferencia teste de software OO de testes Convencionais? Técnicas e abordagens são normalmente semelhantes, porém novos desafios são apresentados (Ex. herança e polimorfismo); Processos OO iterativos e incrementais nos dá a oportunidade de melhorar nossos processos de teste convencionais: Mudar a Visão de Teste como um Mal necessário Teste pode contribuir para se desenvolver o produto certo deste o início Como iniciar a atividade de teste o quanto antes e contextualizála dentro de um processo de desenvolvimento Como efetivamente escolher o que precisa ser testado e implementar de uma forma eficiente. Mudanças na forma como desenvolvemos software provoca mudanças na forma como testamos (metas, formatos, etc)
3 Impacto de OO na Testabilidade Impacto do Encapsulamento no Teste Limita a controlabilidade e a observabilidade. Teste requer... Um relatório completo do estado concreto e abstrato de um objeto. A possibilidade de alterar esse estado facilmente. Encapsulamento Falta de visibilidade dos estados. Além do comportamento, objetos também encapsulam estados. Dificuldade na inicialização dos itens de dados. Dificuldade na chamada dos métodos.
4 Impacto de OO na Testabilidade Impacto da Herança no Teste Quando retestar??? A herança pode levar à falsa conclusão de que subclasses que herdam características de superclasses não precisam ser testadas, reduzindo assim o esforço com os testes. Na verdade, a herança define um novo contexto para os métodos. O comportamento dos métodos herdados pode alterar-se em virtude dos outros métodos chamados dentro da classe herdada.
5 Impacto de OO na Testabilidade Impacto da Herança no Teste Um método testado em uma superclasse precisa ser retestado ao ser reutilizado em uma subclasse. Mesmo que um método seja herdado integralmente de uma superclasse sem nenhuma modicação (herança estrita), este deverá ser retestado no contexto da subclasse. Herança Múltipla Dificulta ainda mais a realização dos testes
6 Impacto de OO na Testabilidade Impacto do Polimorfismo e do Acoplamento Dinâmico no Teste Cada possibilidade de acoplamento de uma mensagem polimórfica é uma computação única, e requer testes separados. O fato de diversos acoplamentos polimórficos trabalharem corretamente não garante que todos irão trabalhar. Indecidibilidade ao Teste Acoplamento Dinâmico: antecipar acoplamentos.
7 Teste de Software Processo para descobrir a existência de defeitos em um software. Um defeito pode ser introduzido em qualquer fase de desenvolvimento ou manutenção como resultado de um ou mais bugs imprecisão, desentendimentos, omissões e direcionamento a soluções particulares, inconsistências, incompletude. Debugging Processo de encontrar bugs associados a um defeito. Objetivos: Mostrar que a aplicação faz o esperado Mostrar que a aplicação não faz mais do que o esperado Teste é um processo referencial: É necessário existir uma definição precisa do que se quer verificar e quais os resultados esperados.
8 Teste de Software Cont. Todas as representações de um software podem e devem ser testados. Teste não implica em garantia de qualidade: é necessário ter um conjunto de métodos para a prevenção e remoção de defeitos. Nenhuma quantidade absurda de testes pode melhorar a qualidade de um software: teste ajuda a identificar problemas que poderíamos ter evitado. Garantia de qualidade requer processos além da execução de testes. Entretanto, processos de planejamento e especificação de testes executados mais cedo podem contribuir nesta direção.
9 Fases de Teste As fases de teste são independentes do paradigma de desenvolvimento de software utilizado, seja ele procedimental ou orientado a objetos. Teste de Unidade Teste de Integração Teste de Sistema Teste de Aceitação
10 Como Fica os Testes OO Teste de Classe (substitui teste de unidade clássico) Teste de Interação (substitui teste de integração clássico) Teste de Sistema (e subsistema)
11 Teste de Unidade Teste de Unidade Um método... Uma classe... Um grupo de classes Método: menor unidade a ser testada. Classe à qual o método pertence... Driver do método Sem a classe não é possível executar um método. Teste Intra-Método Testa um método específico de uma classe.
12 Teste de Integração Teste de Integração Classe: engloba um conjunto de atributos e métodos que manipulam tais atributos. Métodos da mesma classe podem interagir entre si para desempenhar funções específicas. Teste Inter-Método Testa a integração entre métodos.
13 Teste de Integração Teste Intra-Classe Testa as interações entre métodos públicos fazendo chamada a esses métodos em diferentes seqüências. Identifica possíveis seqüências de ativação de métodos inválidas que levem o objeto a um estado inconsistente.
14 Teste de Integração Teste Inter-Classe Testa as interações entre métodos públicos. Não apenas os métodos em uma única classe, mas também aqueles em classes distintas.
15 Teste de Sistema Considera o software OO como um todo. Em geral, utilizam-se critérios funcionais. Não apresenta diferenças fundamentais entre programas procedimentais e OO.
16 Teste Procedimental Fases de Teste Teste de Unidade Teste Orientado a Objetos Sub-rotina ou função Método Teste de Integração Duas ou mais unidades Classe Teste de Sistema Toda aplicação Toda aplicação
17 Critérios Funcionais Podem ser aplicados tanto no teste de programas procedimentais como no teste de programas OO. Particionamento de Equivalência Análise do Valor Limite Método de Partição-Categoria Categorias representam as principais características do domínio de entrada da função em teste. Definir categorias, e particioná-las em classes de equivalência de entradas (choices).
18 Particionamento de Equivalência Para aplicar este critério de teste na aplicação a ser testada, deve-se seguir o seguinte roteiro: 1. Estabelecer as classes válidas (valores permitidos para o atributo) e as inválidas (valores proibidos), para cada atributo do software. 2. Verificar se o sistema permite a gravação no banco de dados de variáveis classificadas em ambas as classes.
19 Exemplo Variável de Entrada Classes de Equivalência válidas Classes de Equivalência inválidas Elementos Requeridos Saída Esperada Saída Obtida Peso da Criança (P) P>0 P<=0 1-2,4kg 2-0kg 3- -2,5kg 1-Cad 2- NCad 3-NCad 1- OK 2-ERRO 3-ERRO Data de Nascimento (DN) Data_nasc <= sysdate Data_nasc > sysdate 4-05/04/ /04/ /04/ Cad 5- Cad 6- NCad 4- OK 5- OK 6-ERRO Exemplo de Elementos Requeridos do critério Particionamento em Classes de Equivalência para o Cadastro de Crianças
20 Análise do Valor Limite Em vez de se concentrar somente nas condições de entrada, a análise de valor limite deriva os casos de teste também do domínio de saída. Para aplicar este critério, deve-se seguir o seguinte roteiro: 1. Estabelecer as classes válidas e as inválidas para cada atributo do software (caso o critério descrito anteriormente tenha sido aplicado, essa etapa não precisa ser repetida). 2. Definir os limites dos atributos, ou seja, selecionar dados com um valor inferior, igual e outro superior ao limite. 3. Verificar se o sistema permite salvar no banco essas variáveis.
21 Variável de Entrada Data de Nascimento (DN) Peso da Criança (P) 13- P= P=0 15- P=1 Exemplo Entrada ano atual ano atual 12-ano atual+1 Saída Esperada 1- NCAD 2- CAD 3- CAD 4- CAD 5- CAD 6- NCAD 7- CAD 8- CAD 9- NCAD 10- CAD 11- CAD 12- NCAD 13- NCAD 14- NCAD 15-CAD Saída Obtida 1- ERRO 2- OK 3- OK 4- OK 5- OK 6- ERRO 7- OK 8- OK 9- ERRO 10- OK 11- OK 12- ERRO 13- ERRO 14- ERRO 15- OK Exemplo de elemento requerido do critério Análise dos Valores Limites para o Cadastro de Crianças
22 Critérios Estruturais Teste de Fluxo de Dados em Classes (Harrold & Rothermel) Abordagem para testar métodos individuais e as interações entre os métodos dentro de mesma classe. Nova representação para testar os métodos que são acessíveis fora da classe e podem ser utilizados por outras classes. Grafo de Fluxo de Controle de Classe (GFCC) Diferentes níveis de teste são considerados. Teste Intra-Método Teste Inter-Método Teste Intra-Classe Teste Inter-Classe
23 Critérios Estruturais Estratégia de Teste Incremental Hierárquica (Perry & Kaiser) Identificar quais métodos herdados necessitam de novos casos de teste para serem testados. Identificar quais métodos podem ser retestados aproveitando os casos de teste elaborados para o teste da superclasse. Reduzir os custos no teste das subclasses. Teste da superclasse Teste Intra-Método Construção do GFC de cada método. Teste Intra-Classe e Inter-Classe Construção do GFCC de cada classe. Teste da subclasse
24 Ferramentas Para Testes OO JUnit (Teste unitário para programas Java) - Testes sobre o código fonte. ( JABUTI (Java Bytecode Understanding and Testing) - Os testes são feitos sobre o programa objeto, ou seja, sobre o bytecode Java e não sobre o programa fonte. (
25 Ferramenta JABUTI Ferramenta de suporte ao teste estrutural para programas Java. Estão implementados critérios baseados em fluxo de controle e critérios baseados em fluxo de dados. Java Bytecode Características Projeto de teste Importação de casos de teste Inserção e remoção de casos de teste dinamicamente Casos de teste podem ser habilitados ou desabilitados Geração de relatórios (resumo, por critério, por classe, por método, por caso de teste)
26 Tela Principal Ferramenta JaBUTi
27 Projeto de Teste Seleção da classe base Ferramenta JaBUTi
28 Ferramenta JaBUTi Visualização do Bytecode
29 Ferramenta JaBUTi Visualização do CódigoC digo-fonte
30 Ferramenta JaBUTi Visualização do CódigoC digo-fonte e do GFC
31 Ferramenta JaBUTi Seleção da Classe de Casos de Teste
32 Ferramenta JaBUTi Seleção e Importação de Casos de Teste public void testobjeto(){ Identifier i = new Identifier(); } public void testcomecaumaletra() { b = Identifier.verify("dead"); assertequals(true, b); } public void testnaocomecaumaletra() { b = Identifier.verify("2uio"); assertequals(false, b); }
33 Ferramenta JaBUTi Atualização da Cobertura
34 Ferramenta JaBUTi Cobertura Parcial (Todos( Todos-Nós ei )
35 Ferramenta JaBUTi Seleção e Importação de Casos de Teste
36 Ferramenta JaBUTi Cobertura Total (Todos( Todos-Nós ei )
37 Ferramenta JaBUTi Cobertura Parcial (Todas( Todas-Arestas ei ei )
38 Ferramenta JaBUTi Cobertura Parcial (Todos( Todos-Usos ei ei )
39 Ferramenta JaBUTi Cobertura Parcial (Todos( Todos-Pot-Usos ei ei )
40 Ferramenta JaBUTi Relatório da Cobertura por Critério rio de Teste
41 Relatório da Cobertura por Classe Todos-Nós ei Ferramenta JaBUTi
42 Relatório da Cobertura por MétodoM Todos-Nós ei Ferramenta JaBUTi
43 Relatório da Cobertura por Caso de Teste Todos-Nós ei Ferramenta JaBUTi
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