RUP Unified Process. Profª Jocelma Rios
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- Isadora Vieira Marques
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1 RUP Unified Process Profª Jocelma Rios Nov/2012
2 O que pretendemos: Reforçar os aspectos que caracterizam o processo iterativo e incremental Identificar como atingir os objetivos dos projetos de software orientado a objetos, gerenciando tempo e recursos Refletir sobre a importância dos processos definidos e controlados para o sucesso do desenvolvimento de software Refletir sobre as possibilidades de customização do RUP para adequação aos vários tipos de software
3 Motivação para a OO
4 Surgimento da OO Cenário Crescente demanda de soluções computacionais Evolução acentuada do hardware Demanda muito superior à capacidade de desenvolvimento Distância semântica entre os modelos projetados e a realidade analisada Qualidade insuficiente dos produtos Estimativas de custo e tempo raramente cumpridas nos projetos
5 O problema da abordagem de SW orientado a funções Ênfase nas funções leva a sistemas com muita redundância Inconsistentes e difíceis de serem integrados Dados possuem existência própria nas organizações independentemente dos processos que os manipulam Dados são muito mais estáveis que as funções/processos em uma organização
6 Orientação a Objetos Estruturada Análise Estruturada vs. OO POO -> Estratégia de projeto em que o software é pensado em termo de coisas em vez de funções
7 Conceitos basilares da OO Objeto Estado Comportamento Identidade Classe Instância Método Herança Persistência Polimorfismo Encapsulamento Ligação
8 Conceitos basilares da OO
9 Conceitos basilares da OO Objeto Estado Comportamento Identidade Classe Instância Método Herança Persistência Polimorfismo Encapsulamento Ligação
10 Conceitos basilares da OO Objeto Unidade real ou abstrata Entidade que incorpora uma abstração da realidade Possui estado, exibe um comportamento bem definido e possui identidade própria
11 Conceitos basilares da OO Estado Conjunto das propriedades de um objeto Atributos e valores a ele associados Comportamento Conjunto de serviços (operações) que ele próprio ou outros objetos (clientes) podem requisitar Operações Manipulam a informação de estado de um objeto Método de uma classe Identidade Identificador único pelo qual pode ser referenciado inequivocadamente
12 Conceitos basilares da OO Classe Modelo que descreve a estrutura e o comportamento de objetos ex: ClasseFuncionário Instância Um dado objeto que se comporta da maneira especificada pela classe mãe ex: João Alfredo Ramos Método Implementação de uma operação ex: RegistraPonto(), HomologaCronograma() Herança Compartilhamento de atributos e operações entre classes baseado numa relação de hierarquia Tipos: Herança simples (de uma única classe) e herança complexa (de mais de uma classe)
13 Conceitos basilares da OO
14 Conceitos basilares da OO Persistência Propriedade que garante a existência do objeto além do tempo e espaço de sua criação Polimorfismo Quando a mesma operação possui métodos (implementação) diferentes em classes distintas Encapsulamento Interação entre objetos sem conhecimento do funcionamento interno Associação Permite que objetos de uma ou mais classes se relacionem. Pode ser do tipo agregação (menor coesão) ou composição (maior coesão) Ligação É estabelecida quando uma mensagem é trocada entre dois objetos visando a execução de um método Pode ser estática (compilação) ou dinâmica (execução)
15 UML modelagem na OO UML é uma linguagem de modelagem, não proprietária, com notação gráfica Destina-se à especificação, construção, visualização e documentação de projetos de software Não é uma metodologia de desenvolvimento, ou seja, não determina o que deverá ser feito e em qual sequência Tipos de diagramas: Comportamentais: casos de uso, transição de estados, atividade Estruturais: classes, objetos, componentes, implementação, pacotes, estrutura Interacionais: sequência, interatividade, colaboração, tempo
16 Processo de software OO O Processo Unificado RUP foi criado pela Rational, adquirida mais tarde pela IBM O RUP utiliza a abordagem da OO em sua concepção Utiliza a UML para modelagem É melhor aplicado em grandes projetos com grandes equipes É passível de customização, ou seja, é possível ser utilizado com equipes pequenas desde que seja feita a devida adequação Sua customização é apoiada por ferramentas da IBM Rational Suites
17 Processo Unificado
18 Processo Unificado
19 Processo Unificado Release x.0 Saiba mais: Metodologia RUP (espanhol) -
20 Processo Unificado
21 Fase 1: Concepção (Inception) Objetivos Diagramas UML Definir objetivos do projeto Identificar/Modelar a visão da organização para o software Identificar requisitos Comportamentais: Casos de uso, transição de estados e atividade (preliminar) e organizar Descobrir se o software é viável Planejar o desenvolvimento Disciplinas (especialistas) envolvidas Modelagem de negócios Ambiente computacional Análise de requisitos Gerência de projetos Artefatos gerados (principais) Documento de Visão (uso de diagramas) Proposta da solução computacional (preliminar) Plano de Projeto (requer algumas iterações até finalizar)
22 Vale a pena: Ruppers - Fase 1: Concepção (Inception)
23 Processo Unificado
24 Fase 2: Elaboração (Elaboration) Objetivos Detalhar documentação produzida na fase de Concepção Refinar Plano de Projeto Definir a Solução Computacional Disciplinas (especialistas) envolvidos Análise de requisitos Análise e design Implementação Gerência de projetos Diagramas UML Estruturais: classes, objetos, componentes, pacotes, implementação, estrutura Interacionais: sequência, interatividade, colaboração, tempo Artefatos gerados Especificação funcional da Solução Especificação detalhada da solução Projeto de arquitetura Projeto de implantação Plano de testes e integração
25 Fase 2: Elaboração (Elaboration)
26 Processo Unificado
27 Fase 3: Construção (Construction) Objetivos Implementar o software Realizar testes Disciplinas (especialistas) envolvidos Análise de requisitos Análise e design Implementação Diagramas UML Estruturais: objetos, classe, componentes, implementação, pacotes e estrutura Artefatos gerados Código-fonte Testes Executáveis Implantação Relatórios de testes Gerência de projetos
28 Fase 3: Construção (Construction)
29 Processo Unificado
30 Fase 4: Transição (Transiction) Objetivos Implantar o software Realizar os últimos testes Preparar o ambiente do usuário e também a ele Entregar Diagramas UML Interacionais (para possíveis consultas): interatividade, colaboração, tempo, sequência Artefatos gerados Relatórios de testes Disciplinas (especialistas) envolvidos Análise de requisitos Análise e design Implementação Gerência de projetos Manuais Avaliação do treinamento Homologação do software
31 Fase 4: Transição (Transiction)
32 Importante Por que?
33 Importante Por que?
34 Para refletir... O RUP propõe uma série de atividades baseadas nas disciplinas envolvidas na engenharia de software, que geram diversos artefatos como produto. A princípio parece ser uma carga difícil para uma equipe reduzida. Como seria possível utilizar o RUP nessas circunstâncias?
35 Referências SiteBOOCH, G.; RUMBAUGH, J.; JACOBSON, I. UML, Guia do Usuário. Rio de Janeiro: Campus,2000. FOWLER, M. UML Essencial. São Paulo: Bookman, Cap. 2 (disponível on line, parcialmente) KRUCHTEN, P. The Rational Unified Process: An Introduction. 2. ed. Massachusets: Addison-Wesley, a IBM. Rational Unified Process: best practices for software development teams. TP026B, Rev 11/01. Disponível em: /1251_bestpractices_TP026B.pdf. Acesso em 03 out LARMAN, C. Utilizando UML e Padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos. São Paulo: Bookman, (disponível on line) PRESMANN, R. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Rio de Janeiro: Mc Graw Hill, Cap. 2 SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 8. ed. Rio de Janeiro: Pearson, Cap. 4
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