Daniel Wildt
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- Anderson de Andrade Affonso
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1 Orientação a Objetos 1 Daniel Wildt
2 Agenda 2 Orientação a Objetos Classe x Objeto Representação classe Atributos / operações Construtores e Destrutores Liberando memória de objetos Abstração Encapsulação
3 Agenda 3 Relacionamentos Herança Associação Agregação Composição Polimorfismo Classes abstratas e métodos abstratos Visibilidade Interfaces
4 Orientação a Objetos 4 Programação Estruturada Uso do Goto / Estruturas para saltos dentro da programação. Código monolítico Programação Modular Divisão em módulos (procedures e funções). Quebra do sistema em pedaços menores.
5 Orientação a Objetos 5 Programação Orientada a Objetos (POO) Novos conceitos são inseridos na programação Herança: conceitos de classe pai e classe filha Abstração: abstrações do mundo real para mundo computacional Encapsulação: proteger acesso a informações Polimorfismo: facilidades para reuso de código, simplificações de programação.
6 Orientação a Objetos 6 Programação Orientada a Objetos (POO) Histórico Simula, início da aplicação de conceitos OO. Voltada para processos de Simulação Simula I (62): Linguagem orientada a processos Simula 67: versão OO Link de apoio: Antecedeu o Smalltalk
7 Orientação a Objetos 7 Programação Orientada a Objetos (POO) Histórico Smalltalk Linguagem OO desenvolvida na Xerox. Programas são compilados para bytecodes e executados em uma máquina virtual. Criação do conceito de Garbage Collector No Smalltalk-80 o código de bytecodes era compilado para a arquitetura nativa. Idéias que Java e.net hoje implementam. Conceito de dynamictranslation.
8 Orientação a Objetos 8 Programação Orientada a Objetos (POO) Histórico Smalltalk Tudo é um objeto (everything is a object) Links interessantes: talkhistoryhopl.pdf %20programming%20language
9 Orientação a Objetos 9 Programação Orientada a Objetos (POO) Coesão e Acoplamento: conceitos importantes Exemplo: Construir classe Calculadora com operação de somar, que deve retornar o resultado da soma
10 Orientação a Objetos 10 Programação Orientada a Objetos (POO) Coesão Código não coeso é: implementação do módulo Calculadora e da operação somar. Além de somar envia para o usuário com o resultado da operação e mostra mensagem na tela com o resultado. Problema: manda e mostra mensagem em tela, desnecessário para o requisitado
11 Orientação a Objetos 11 Programação Orientada a Objetos (POO) Coesão Perguntar sempre: Cada entidade e cada funcionalidade realizam o seu trabalho? Ou fazem mais do que devem? Buscar: código mais coeso possível (mais simples possível) Código sendo coeso, facilita a reutilização
12 Orientação a Objetos 12 Programação Orientada a Objetos (POO) Acoplamento Código acoplado é: programador implementa o módulo calculadora no mesmo arquivo da tela de entrada de dados Problema: a calculadora pode ser reutilizada em outro projeto, mas acaba levando uma tela de entrada de dados desnecessária. Buscar: código menos acoplado possível Codigo menos acoplado facilita a reutilização
13 Classe x Objeto 13 Classe Representação, abstração do mundo real. Exemplo: Carro, Computador, Caneta, Pessoa. É a representação de uma entidade do sistema real em um modelo computacional Objeto Abstração que se torna realidade. Caneta -> BIC, Carro -> Fusca, Pessoa -> José Silva
14 Representação de Classe 14 Atributos e operações Para cada representação que definimos, podemos informar atributos (variáveis) e operações (métodos ou ações) que esta representação possui e executa. Exemplo (Pessoa) Atributos: nome, cpf, datanascimento, corolhos, corcabelo. Representam o estado do objeto. Operações: andar, falar, pular, trabalhar, pensar. Representam comportamento.
15 Representação de Classe 15 Atributos e operações
16 Construtores e Destrutores 16 Construtor: método de inicialização do objeto. Destrutor: método chamado no momento da liberação do objeto da memória.
17 Liberando memória de 17 Objetos Diferenciar processos de memória gerenciada e não gerenciada
18 Abstração 18 Trazer a representação de uma entidade do mundo real para o mundo computacional Ex: Pessoa Nome DataNascimento Altura Peso
19 Encapsulação 19 Exemplo: Implementação de uma calculadora Pessoa1: Como funciona a função de somar? Pessoa2: Você passa dois parâmetros e eu te retorno o resultado Pessoa1: Mas como é implementado internamente? Pessoa2: Você não precisa saber disto.
20 Encapsulação 20 Ocultar as especificades de funcionalidades Disponibilizar apenas as informações necessárias para o andamento do trabalho Menor complexidade de entendimento e uso.
21 Relacionamentos Herança 21 Conceito: Classe A é base de B Conceitos de generalização / especialização Ver exemplos de herança disponíveis na linguagem! Verificar como identificar se um objeto é de determinada classe ou se ele herda de determinada classe Compatibilidade de uso de classes em declarações de objetos
22 Relacionamentos 22 Associação Associação existente entre duas entidades Cliente possui Pedidos. Um pedido é referente a um cliente.
23 Relacionamentos 23 Agregação Considerar algo maior pensando na relação todo-parte. Um Carro C possui um Motor M. Se o carro for removido do sistema, o motor que estava sendo desenvolvido pode ser reaproveitado em outro carro.
24 Relacionamentos 24 Composição Também baseado na relação todo-parte. Neste caso, se o objeto maior for removido, as suas partes filhas serão removidas também. Imagine o caso de um Carro C que possui uma Placa P registrada. Se o carro deixa de existir, a placa não tem mais utilidade dentro do sistema.
25 Relacionamentos 25 Pensamentos em exemplos: Herança: Pessoa física é um tipo de Pessoa. Associação: Um pedido usa um cliente dentro da sua estrutura. Agregação: Um carro é composto de um Motor, etc.
26 Polimorfismo 26 Um exemplo: Capacidade de objetos derivados de uma mesma base reagirem de forma diferente Ex: Classe Animal possui operação andar Classe Pessoa derivada de animal, quando andar, vai andar da sua forma Classe Cachorro derivada de animal, quando andar, vai andar da sua forma
27 Classes abstratas e métodos 27 abstratos Classes base para outras classes Características: Alguns métodos não possuem implementação (filhos devem implementar) Ajuda bastante em processos de polimorfismo Facilita o reuso de código Facilita a padronização de funcionamento
28 Visibilidade 28 Privado, público e protegido: Público (public): operação e/ou atributo pode ser acessado de outras entidades. Protegido (protected): operação e/ou atributo pode ser acessado pela entidade onde foi definido e pelos filhos. Privado (private): operação e/ou atributo pode acessado apenas pela entidade onde foi definido. Ver visibilidades específicas de linguagem!
29 Interfaces 29 Contratos que classes podem assinar Imagine a situação: Sistema possui Classes Professor, Aluno. Cliente quer permitir que um professor seja aluno. Como fazer isto no sistema, se muitas linguagens não possuem conceitos de herança múltipla? Solução: Contratos!
30 Interfaces 30 Solução: Criar um contrato com as operações que um aluno implementa. Criar uma classe derivada de Professor que assina o contrato de aluno. Desta forma se consegue usar conceitos de polimorfismo para resolver o problema. Mais reuso de código Maior padronização
31 Finalizando Revisão de conteúdo... Classe vs objeto, tradução do problema de mundo real para o ambiente computacional. Visibilidade de informações. Associações entre objetos
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