Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:
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- Rita Ribeiro Pereira
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1 Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO
2 Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para planejar as operações de uma organização. Diferencial pela forma de fazer e não pelo que faz.
3 Evolução da produção para atender o comércio Relação fabricar e entregar em épocas mais remotas:
4 Consequências A inexistência de um sistema de transporte e armazenamento fazia com que as pessoas fossem obrigadas a viver próximas aos locais das fontes de produção, limitando, assim, o consumo.
5 Evolução
6 Logística integrada Logística empresarial é um campo relativamente novo no estudo da gestão integrada, como finanças, marketing e produção. Nas últimas décadas, o papel logístico dentro das organizações tornou-se fator decisivo e de vantagem competitiva.
7 Função da logística Nova visão da logística
8 Logística integrada O que é a integração logística? levantar necessidade; programar produção; comprar; receber; processar; enviar para o mercado. Cada etapa é realizada por um departamento na empresa. Essas etapas podem ser de entrada, internas ou de saída.
9 Logística integrada Envolve: fornecedor; empresa e clientes; compreendendo tanto o suprimento físico de matéria-prima, como também a distribuição física do produto.
10 Logística integrada Integração
11 Exemplo de evolução na Ford Modelo vertical de empresa: controle de todos os itens produzidos. Linha de produção rápida: caiu o tempo de processo. A tinta que secava mais rápida era a preta. Com o passar do tempo, desenvolveu parceiros para focar no que era principal. Não é possível uma empresa ter competência em todos os segmentos.
12 Logística integrada Não pode ser somente movimentação de materiais. Deve envolver: departamentos, fornecedores, clientes e informação. Daí o nome de cadeia de suprimento.
13 Logística integrada Confiança. Relações de longo prazo. Compartilhamento de informações. Forças individuais da organização.
14 Interatividade O conceito de logística integrada possibilitou entre outras coisas: I. Redução dos custos das operações. II. Facilidades de relacionamento com fornecedores. III. Atuação em parcerias na cadeia. Assim, podemos dizer que: a) Somente a I está errada. b) Somente a II está errada. c) Somente a III está errada. d) Somente a II e a III estão corretas. e) Somente a I e a II estão corretas.
15 Gerenciamento da cadeia de suprimento O que é gerenciar as cadeias? Nenhuma empresa vive sozinha. A competição se dá pela cadeia da qual faz parte e não por unidades de negócios isoladas.
16 Elementos da cadeia de abastecimento integrada Planejamento. Compras. Produção. Distribuição.
17 Planejamento Desenvolvimento de canais. Planejamento de estoque, produção e distribuição envolvendo transporte. Estimativa de vendas e o planejamento da demanda. O lançamento de produtos. Promoções.
18 Compras O comprador hoje é um analista de suprimentos e um negociador. Deve buscar alianças. Buscar relacionamentos de longo prazo. O menor preço nem é o melhor.
19 Produção Produção para atender níveis de estoque: empurrada. Produção para atender um pedido específico: puxada. Montagem. Projetos sob medida. Combinação de sistemas de produção.
20 Distribuição É uma atividade que envolve as funções de: gestão e controle de estoque; manuseio de materiais ou produtos acabados; transporte; armazenagem; administração de pedidos; análises de locais e redes de distribuição etc.
21 Divisão da cadeia de suprimento Cadeia de suprimentos total. Cadeia de suprimentos imediata. Cadeia de suprimentos local.
22 Graficamente
23 Graficamente
24 Tecnologias que auxiliam nessa integração Código de barras Intercâmbio eletrônico de dados EDI Rastreamento de frotas Inteligência empresarial BI Programas de reposição contínua CRP Sistema de gerenciamento de transporte t TMS
25 Tecnologias que auxiliam nessa integração Identificação por rádiofrequência RFID Sistema integrado de gestão ERP Sistema de planejamento de cadeia de suprimentos SCP Sistema de gestão do relacionamento com os clientes CRM Sistema de gestão de armazém WMS
26 Interatividade A escolha de um processo produtivo deve considerar como queremos atender o mercado. Nesse sentido, uma empresa de componentes eletrônicos escolheu atender seus clientes em pronta-entrega. Para atingir esse objetivo, a empresa deve: a) Utilizar modelo de produção puxado. b) Utilizar modelo de produção empurrado. c) Utilizar modelo de produção de grande escala. d) Utilizar modelo de produção sob medida. e) NDA.
27 Vamos conhecer algumas aplicações CRM mantém um cadastro atualizado de clientes; permite que esse cadastro seja acessado de qualquer local; permite que os clientes sejam monitorados.
28 E-procurement É um processo de negócio entre empresas, em que compradores e fornecedores efetuam transações comerciais. É um serviço on-line na área de business to-business, que apresenta oportunidades de grandes reduções de custos em todas as transações para aquisição de materiais e serviços.
29 Ferramentas estratégicas utilizadas no e-procurement Solicitação de cotação de preço RFQ Exibe requisição de cotação de preços, em que os fornecedores cadastrados têm acesso e rapidamente apresentam suas ofertas no portal e a empresa compradora pode se decidir pela melhor oferta. Leilão reverso: permite aos fornecedores cadastrados e convidados participarem de um leilão, em que durante um determinado tempo, eles podem dar lances na busca de melhores ofertas.
30 Benefícios da integração Não beneficia apenas grandes empresas; as pequenas e as médias empresas também podem participar, desde que incorporem em suas rotinas a integração com toda a cadeia de suprimentos. Exemplos: Projeto piloto liderado pela Capri, fornecedora de infraestrutura para empresas especializadas em beleza e estética. Pela internet, 50 salões de beleza concentram seus pedidos de produtos em comum, entre eles: tinturas, xampus, cremes, toalhas, equipamentos e outros.
31 Classificação e codificação de materiais Os supermercados estocam inúmeros itens diferentes. Isso exige controle do que tem no estoque: Como era feito esse controle e como é hoje? Informação importante para melhor atender a demanda, reduzir custos e aumentar competitividade.
32 Classificação e codificação de materiais Almeja estabelecer um processo de identificação, codificação, cadastramento e catalogação dos materiais da empresa. Para a identificação, é necessário: nome básico do material; nome modificador (nome complementar); característica física de cada material; aplicação (local em que o material é utilizado); a embalagem e as referências comerciais que contêm o nome ou o código de referência e cada fabricante.
33 Classificação e codificação de materiais A fase da codificação consiste em atribuir uma série de números ou letras, de tal forma que esse conjunto numérico ou alfanumérico possa representar as características de cada material em particular. Sistema alfabético. Sistema alfanumérico. Sistema numérico.
34 Código de barras Fácil utilização. Grande capacidade de captura dos dados via reconhecimento ótico das barras. Baixo custo operacional. Implantação relativamente simples. Uso de equipamentos compactos na leitura dos dados.
35 Aplicação No Brasil, a introdução e o gerenciamento do uso e da aplicação dos códigos de barras têm a supervisão da EAN Brasil Europe Article Number Associação Brasileira de Automação Comercial. Criada pelo decreto /84 e portaria 143 do Ministério de Indústria e Comércio. A leitura dos códigos de barras é realizada por equipamentos denominados como scanner, pistolas laser e canetas ópticas.
36 Aplicação O padrão seguido é administrado pela organização norte-americana Uniform Code Council UCC, chamado de EAN- 13. Dos treze números que aparecem nas embalagens, os seis primeiros são emitidos por essa organização. Os três seguintes indicam o país em que o objeto foi produzido. Os quatro números finais determinam o fabricante.
37 Exemplo Identificação do produto.
38 Outros exemplos Chile 780. Paraguai 784. Equador 786. Brasil 789.
39 EAN/UCC-14 Outro modelo de código de barras é o EAN/UCC-14. O EAN/UCC-128 é um código de barras projetado para conter um maior número de informações sobre os produtos. Esse código permite incluir dados adicionais, tais como: data de fabricação; data de validade; município; outros.
40 Modelo É composta por identificadores de aplicação (que possibilita dados fixos e variáveis e o uso em uma mesma estrutura).
41 Identificação por radiofrequência A identificação por radiofrequência é uma tecnologia mais recente que vem sendo expandida na coleta automática de dados.
42
43 Funcionamento
44 Interatividade Observe as frases: I. O RFID agiliza as trocas de informações entre os participantes da cadeia. II. O RFID reduz erros nas operações de movimentação de mercadorias. as III. Um dos atrativos para a aplicação do RFID é o baixo custo da implantação. Assim, podemos dizer que: a) Somente a I está correta. b) Somente a II está errada. c) Somente a III está errada. d) Somente a I e a II estão erradas. e) Somente a II e a III estão corretas.
45 EDI Eletronic Data Interchange Permite que as informações passem a fluir ao longo da cadeia de suprimentos, de forma segura, sem qualquer interferência, propiciando, dessa forma, a obtenção de dados importantes sobre as transações realizadas.
46 Para que ocorra o EDI, é necessária uma tecnologia chamada VMI Value Added Network, rede de valor adicionado, que tem como finalidade permitir a comunicação entre as empresas.
47 ECR Efficient Consumer Response Objetiva maior integração da cadeia. De um lado, os consumidores esperam variedade, qualidade, conveniência e preços baixos. De outro lado, novos canais de distribuição de produtos alimentícios e não alimentícios como lojas de conveniência, depósitos de descontos e outros tipos de varejos mistos têm aumentado as pressões competitivas, causando impacto nas margens.
48 ECR As empresas são obrigadas a agregar valor ao consumidor ao mesmo tempo em que devem manter seus negócios lucrativos.
49 O produto da cadeia de suprimentos O produto da cadeia de suprimentos/logística é um conjunto de características que o profissional de logística tem para criar condições de adaptar aos seus objetivos.
50 Natureza do produto logístico/cs O produto é composto por uma parte física e outra intangível, que juntas completam a oferta total de produtos de uma empresa. A parte física da oferta de produtos é composta por características como peso, volume e forma, além de aspectos de desempenho e durabilidade. A parte intangível da oferta de produtos tanto pode ser o suporte pós-vendas, a reputação da empresa, a comunicação destinada d a proporcionar informação correta e atualizada, como a flexibilidade na adaptação às necessidades individuais dos clientes, ou mesmo a disposição de reconhecer e retificar erros.
51 Classificando produtos Produtos de consumo. Produtos de conveniência. Produtos de concorrência. Produtos de especialidade. Produtos industriais. O ciclo de vida dos produtos: exige estratégia de distribuição física e é diferente em cada um dos estágios.
52 Interatividade Especialistas chegaram a uma classificação dos produtos em três ramos principais e entre eles qual resulta em menor custo de distribuição em comparação a outras categorias? a) Concorrência. b) Conveniência. c) Especialidades. d) Produtos industriais. e) NDA.
53 ATÉ A PRÓXIMA!
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