doc. SAPscript
|
|
|
- Ian de Carvalho Neiva
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SAPscript O Que é SAPscript e quando utilizar...2 Limitações e Problemas da Ferramenta...2 Programa de Povoamento de SAPscript...3 Abertura de formulário...3 Inicialização de um formulário...4 Seleção dos dados...5 Impressão dos dados nas janelas...5 O Formulário Header Parágrafos Caracter String Janelas...7 MAIN...7 VAR...8 CONST Páginas Page Windows Text Elements...9 Manutenção de formulários Criar um formulário novo Copiar formulários em outro idioma (Tradução) Copiar um formulário de outro cliente Inclusão de logos no formulário...10 Alterção de Programas / Layout Standards Pág.: 1/11
2 O Que é SAPscript e quando utilizar SAPscript é a ferramenta do SAP para criação de relatórios mais elaborados, chamados de formulários. A opção pela utilização da ferramenta geralmente se dá pela necessidade de alguns recursos que não podem ser obtidos através de código ABAP comum, como nos chamados reports, tais como inserção de logotipos, fontes de tamanhos ou tipos diferentes, et... Muitas vezes, também, dependendo da necessidade do relatório, pode compensar mais utilizar o desenvolvimento de um relatório convencional sobre um formulário pré-impresso, que já contenha o layout e logotipo desejados. Limitações e Problemas da Ferramenta Embora seja a ferramenta de geração de formulários mais poderosa do SAP, o SAPscript ainda apresenta uma série de limitações, principalmente no que diz respeito a verificação de erros e análise de debug. Um comando escrito na grafia errada dentro do formulário, jamais será detectado pelo mesmo. Somente a não funciopnalidade esperada do comando poderá levar ao programador descobrir se próprio erro. O modo debug no ambiente de SAPscript pode ser ativado na transação SE71 (Ferramentas -> Processamento de Texto -> Layout Set), através do menu Utilitátios -> Ativar Debug. O método correto consiste em se preencher o nome do formulário e idioma nos campos da tela, antes de percorrer o caminho do menu. Algumas vezes, no entanto, principalmente para um processamento em backgroubd, o formulário não permite ser debugado, embora percorrendo o caminho acima citado, nenhuma mensagem de impossibilidade seja exibida. Simplesmente, nenhuma tentativa de debug funciona. Nesses casos, o programador deve utilizar de artifícios como imprimir o conteúdo dos campos a serem checados em pontos estratégicos do formulário, para observar seu comportamento. O comportamento de um formulário SAPscript pode também ser muitas vezes irritante, principalmente quando se desconhece alguns de seus detalhes. Um dos problemas mais comuns do formulário SAPscript é quanto a utilização de logotipos nos relatórios gerados. Sua filosofia pode parecer bastante simples e é,mas essa operação é bastant sensível, e devem ser salientados alguns pontos: 1. O objeto com o logotipo deve ser gerado a partir de um programa ABAP, através da transação SE38, chamado RX.... O modo como o arquivo com o logotipo é tratado, deve ser cuidadosamente verificado, pois implicará no sucesso ou fracasso da exibição do logotipo esperado. Inicialmente, deve ser ressaltado que o arquivo deve estar no foramto.tif. Observado esse ponto, assegurar que o arquivo não apresente mais do que 16 cores e por último o seu tamanho não apresenta uma relação direta com o tamanho que será obtido dentro do formulário SAPscript. Até onde se tem notícias, ninguém nunca descobriu uma relação correta e geral para o tamanho de um logo em pixels e seu tamanho dentro do formulário. Geralmente essa relação só é observada caso a caso, após algumas tentativas de erro e acero. 2. Nessa hora entra a segunda dificuldade de se trabalhar com logotipos em SAPscript. Ao se executar o formulário, em uma visualização na tela, o usuário nunca irá conseguir enxergar o logotipo. Esse somente irá aparecer na impressão em papel (ainda que impressão do layout do formulário, e não seu conteúdo final Utilitários -> Imprimir Layout). Essas duas características podem tomar algumas horas do programador, ainda que bem experiente no trabalho com SAPscript. É importante se observar também que os formulários são client dependent, o que significa dizer que devem ser transportados a todos os clientes em que se deseja executa-lo, independentemente de estar na mesma instância que já o tenha. Isso não pareceria ser muito complicado se não fosse um trabalho a mais controlar a versão de todos no momento que uma alteração feita. Pior do que eles, são os objetos gerados como os logotipos, que além de dependentes do cliente, não estão vinculados a nenhuma request, não podendo nem ser transportados de um cliente para outro. Por falar em transporte, é sempre bom reforçar que no momento do transporte de um formulário SAPscript, é necessário assegurar que todas as estruturas utilizadas por ele, tenham Pág.: 2/11
3 sido transportadas anteriormente. O objetivo é assegurar que tudo que será utilizado pelo formulário já esteja no cliente, no momento em que este for introduzido, para que não haja erros. A ordem mais aconselhada para esses transportes seria: 1. Estrutura 2. Layout 3. Programa de povoamento Também vale a pena chamar a atenção para que essas 3 classes de objetos estejam em requests separadas no desenvolvimento de um projeto, o que pode evitar problemas quando algum deles não estiver no desenvolvimento propriamente e necessitar ser reparado. Programa de Povoamento de SAPscript O programa de povoamento é o programa responsável pelo controle da impressão do formulário. É através dele que o formulário é aberto, que os dados são enviados para as janelas corretas, que é feito o controle de quebra de páginas, que é feito o fechamento do formulário, etc..., é feita nele. O formulário é apenas um dispositivo para output dos dados. A construção de um programa de povoamento deve ser a seguinte estrutura: Abertura de um formulário Inicialização de um formulário Seleção dos dados do formulário Impressão dos dados nas janelas do formulário Fechamento do formulário Abertura de formulário O primeiro passo para a impressão de um SAPscript através de um programa é a abertura de um formulário para que se possa fazer o povoamento. Para que se possa inicializar um formulário é necessário que este esteja aberto. Portanto, é obrigatória a presença de um comando de abertura num programa de povoamento. A abertura de um formulário gera automaticamente a inicialização de um formulário. O comando para a abertura de um formulário é a seguinte função: Call function OPEN_FORM exporting * APPLICATION = TX * ARCHIVE_INDEX = * ARCHIVE_PARAMS = DEVICE = PRINTER * DIALOG = X FORM = (nome do formulário) LANGUAGE = (idioma do formulário) * OPTIONS = ITCPO * importing * language = * new_archive_params = * result = exceptions canceled = 1 device = 2 form = 3 options = 4 unclosed = 5 others = 6. Pág.: 3/11
4 Os parâmetros mais importantes a serem passados para a função são: DEVICE - Dispositivo onde será gerado o formulário (geralmente PRINTER) FORM - Nome do formulário a ser aberto LANGUAGE - Idioma a ser utilizado Dois outros parâmetros também muitas vezes utilizados são o dialog e o options. No primeiro, indica-se se a caixa de diálogo para confirmação da impressão deve ou não ser apresentado. Caso este deva ser omitido, os dados para impressão serão tomados de uma estrutura a ser colocada no segundo parâmetro. Nessa estrutura são passados os dados tais como número de cópias e nome da impressora. A opção de não exibição da caixa de diálogo está diretamente ligada a utilização do segundo parâmetro. Se a exibição estiver desabilitada (DIALOG= ), mas a estrutura ITCPO não estiver preenchida, a caixa de diálogo será exibida. Alguns dos campos mais importantes e que normalmente são utilizados na estrutura ITCPO são: TDCOPIES - Número de cópias TDDEST - Dispositivo de saída TDPREVIEW - Print Preview TDIMMED - Saída imediata Exemplo de abertura do formulário ZSCR_CURSO. Call function OPEN_FORM exporting * APPLICATION = TX * ARCHIVE_INDEX = * ARCHIVE_PARAMS = DEVICE = PRINTER DIALOG = FORM = ZSCR_CURSO LANGUAGE = P OPTIONS = ITCPO * importing * language = * new_archive_params = * result = exceptions canceled = 1 device = 2 form = 3 options = 4 unclosed = 5 others = 6. Neste exemplo, o formulário ZSCR_CURSO no idioma português está aberto, sem a exibição da caixa de diálogo de impressão, utilizando a impressora IMP1 e executando a impressão imediata de 2 cópias. Inicialização de um formulário A abertura de um formulário automaticamente gera a inicialização do mesmo. Mas, imagine por exemplo que estejamos gerando relatórios para uma empresa de computadores onde, para cada novo computador vendido, deve ser gerado um novo relatório, e esse relatório deve conter todos os componentes presentes no computador em questão. A abertura de um formulário inicia o primeiro, mas para cada novo computador vendido um novo formulário deve ser gerado. Pág.: 4/11
5 Para isso utilizados o comando de inicialização. Este comando permite que, numa mesma impressão, sejam gerados vários formulários diferentes, como se estivéssemos abrindo um novo para cada computador vendido. Este comando não é obrigatório e pode não ser utilizado caso não haja necessidade da quebra e criação de vários formulários para uma só seleção de dados. O comando para inicialização de um formulário é a seguinte função: Call function START_FORM exporting * ARCHIVE_INDEX = FORM = LANGUAGE = * STARTPAGE = * PROGRAM = * importing * language = exceptions form = 1 format = 2 unended = 3 unopened = 4 unused = 5 others = 6. A função é muito similar á função OPEN_FORM, e novamente mais importante são o nome (FORM) e o idioma (LANGUAGE) do formulário. Para que se possa utilizar um comando START_FORM é obrigatório que um comando de OPEN_FORM tenha sido executado. Seleção dos dados A seleção dos dados é feita normalmente com comando SELECT e demais comandos ABAP, como já foi visto em tópicos anteriores. Um ponto importante que deve ser observado é que não é possível utilizar tabelas internas e variáveis do programa para a impressão dos dados SAPscript. Portanto, se algum dado que deva ser impresso estiver numa tabela interna ou variável, este deve ser copiado para uma estrutura para que possa ser enviado ao SAPscript. Impressão dos dados nas janelas A impressão dos dados nas janelas na maioria das vezes é feita simultaneamente com a seleção dos dados, ou seja, a medida que os dados são selecionados, são enviados imediatamente para o formulário. O comando para impressão dos dados é a seguinte função: Call function WRITE_FORM exporting ELEMENT = * FUNCTION = SET * TYPE = BODY WINDOW = MAIN * importing * pending_lines = exceptions element = 1 function = 2 Pág.: 5/11
6 type = 3 unopened = 4 unstarted = 5 window = 6 others = 7. Dois parâmetros são os mais importantes: ELEMENT - Determina qual Data Element será utilizado dentro do SAPscript WINDOW - janela na qual os dados devem ser impressos Neste ponto fica evidente a diferenciação entre os tipos de janela MAIN e demais janelas. Para as janelas do tipo MAIN, cada comando de escrita (write_form) significa uma nova linha no formulário e o valor a ser impresso é o valor que o campo armazena no momento do comando de impressão. Por exemplo, digamos que o campo MARA-MATNR tenha o valor 1234 e que um comando de impressão seja dado para a janela MAIN que irá imprimir este campo. Logo em seguida uma nova seleção da tabela MARA é feita e o campo MATNR agora vale Se uma nova impressão na janela MAIN for executada o resultado será o seguinte: Já as janelas que não forem do tipo MAIN imprimem os dados uma única vez, no final da impressão do formulário ou na quebra de página, com os valores armazenados nos campos no momento do encerramento ou no momento da quebra, e não no momento da escrita (write_form), ou seja, se no exemplo anterior fosse utilizada uma janela não-main, o resultado final seria somente Na realidade, a utilização de um comando WRITE_FORM numa janela não-main é utilizada para a escolha de qual elemento de texto será utilizado para a impressão dos dados. Exemplo: Uma janela HEADER não-main contém dois elementos de texto chamados FRASE1 e FRASE2 da seguinte forma: /E FRASE1 &MARA-MATNR& Teste de Frase 1 /E FRASE2 &MARA-MATNR& Teste de Frase 2 Se um comando WRITE_FORM for executado para a janela HEADER utilizando o elemento de texto FRASE1, Call function WRITE_FORM exporting ELEMENT = FRASE1 * FUNCTION = SET * TYPE = BODY WINDOW = HEADER... estará sendo indicado ao programa que, ao se escrever o formulário, deve ser impresso o elemento de texto FRASE1 para a janela HEADER (somente um elemento de texto é utilizado para cada janela não-main). No caso do exemplo, se o campo MATNR for igual a 1234 no encerramento do formulário, seria impressa a seguinte frase: 1234 Teste de Frase 1 O elemento de texto a ser impresso será sempre o último a ser selecionado antes do final ou da quebra de página. Pág.: 6/11
7 Se nenhum for selecionado, ao encerrar o formulário ou mudar de página serão impressos os dados que não pertençam a nenhum elemento de texto. Portanto, no caso de um campo que deva ser impresso sempre em todas as páginas, como número de página por exemplo, basta coloca-lo fora de qualquer elemento de texto e não selecionar nenhum elemento de texto para a janela que, automaticamente, este dado será impresso em todas as páginas. O Formulário Trabalhar com um formulário SAPscript não é complicado, desde que se entenda seus componentes da maneira correta. Um layout é composto por vários componentes, dentre os quais podemos citar: 1. Header Informações gerais do formulário, como formato e orientação da página em que será utilizado, parágrafo e fontes default do mesmo (quando não for especificado nenhuma dentro do form). Nesse tópico aparece também o título do formulário, a classe de desenvolvimento do mesmo e os idiomas do formulário original e o corrente. 2. Parágrafos São elementos que podem ser criados pelo usuário e apresentam informações dos textos de uma determinada janela. Nesses parágrafos são determinados tipos de fontes, tabulações, negrito ou sublinhado, etc... Para criar um parágrafo novo, utilizar o caminho do menu Processar -> Create Element, lembrando que em um formulário standard, somente se pode alterar o layout no idioma original. 3. Caracter String São informações semelhantes às do parágrafo, no que diz respeito a formatação de textos, no entanto podem ser aplicados a trechos e não necessariamente a linhas do formulário. Sua sintaxe de utilização se assemelha a programação HTNL, conforme exemplo a seguir. Imagine um Caracter string definido com o nome B, cuja formatação de texto seja o incremento do modelo negrito a uma determinada fonte. Sua utilização seria: <B>Texto</> E o resultado seria: Texto 4. Janelas As janelas são a base da construção do layout. As janelas podem ser criadas sem limites e tem por finalidade dividir espacialmente as regiões de um formulário para operações independentes. Essas janelas podem ser criadas basicamente em 3 tipos distintos: MAIN Janelas do tipo MAIN são as mais importantes do relatório (janela pela qual o formulário se guia). Somente é permitido um tipo de janela MAIN por formulário, e é a única janela obrigatória em uma página. Pode-se criar mais de uma janela MAIN por página, no entanto essas janelas, na verdade, só são divididas fisicamente, uma vez que seus elementos e processamentos obedecem aos mesmos comandos, e não podem ter nomes diferentes. A passagem de uma janela MAIN para outra pode ser automática ou forçada pelo usuário. Quando o espaço físico de uma janela MAIN está tomado e necessita-se de mais dados na mesma, o formulário automaticamente passa à próxima janela MAIN do formulário. É através desse princípio que um relatório ganha número de páginas automaticamente quando da Pág.: 7/11
8 execução de um relatório desse tipo, conforme os dados são preenchidos. Para forçar a passagem de uma janela MAIN para outra, o usuário poderá utilizar o comando: /: NEXT-WINDOW A lógica de seqüência das janelas MAIN de um formulário segue a um critério. Dentro de um a página a navegação de uma MAIN para outra segue de acordo com os índices dessas janelas dentro do formulário, e quando uma nova página é gerada, a contagem segue a mesma disposição, continuamente. O exemplo abaixo, figura a situação de uma diagramação conforme uma página de jornal. A seqüência de preenchimento dos dados na página através do povoamento segue: Pág. 1 Pág. 2 VAR Essa janela apresenta uma característica própria, que necessita de verificação constante do formulário com seus dados, que podem variar durante a execução do relatório. Esse tipo de janela deve ser utilizada quando se pretende trabalhar com textos que variam, como exemplos de mensagens que podem mudar durante o decorrer da execução do formulário. CONST São janelas que não merecem muita preocupação de processamento por parte do formulário, uma vez que seus dados devem ser mantidos os mesmos desde seu primeiro preenchimento até o fechamento do formulário. Geralmente nesse tipo de janela são incluídos objetos e textos que permanecem os mesmos durante todo o relatório, independente do número de páginas, como logo e rodapés. Na atual versão do SAP, esta distinção de atenção de processamento do formulário é só teórica, mas deve ser levada em conta, pois deve ser tratada por versões mais novas do sistema. 5. Páginas As páginas são elementos responsáveis pelo agrupamento das janelas durante certos momentos do relatório. Geralmente só são definidas duas páginas, que acabam em processo reflexivo, por formulário. Geralmente uma página FIRST, que apresenta um layout de apresentação dos documentos e outra NEXT, que contém os layouts das outras páginas subseqüentes do documento. Isso acontece, por exemplo, quando se quer obter um relatório com o logotipo da empresa na primeira página, mas as seguintes, devem ocupar a folha inteira com os dados do relatório até o final. Cada uma das páginas criadas devem conter um nome (FIRST, NXT,...) e pode conter um parágrafo default e um link para a próxima página. Esse link serve para formar a seqüência em que as páginas do relatório devem ser geradas. Seguindo o exemplo anterior, deveríamos informar: FIRST -> NEXT NEXT -> NEXT Pág.: 8/11
9 Após a primeira página, seria chamada a segunda, com um layout diferente (sem o logotipo). A partir dessa, todas apresentariam o mesmo tipo de layout (com dados do relatório aproveitando a página inteira). 6. Page Windows As page windows podem ser entendidas pelo nosso conceito de layout propriamente dito. São os elementos responsáveis pelo aparecimento ou não das janelas dentro de uma determinada página, bem como seus posicionamentos em relação à folha a ser impressa. É também através das page windows que o programador terá acesso aos Text Elements de cada uma das janelas, responsáveis pelo tratamento dos dados em tempo de execução do formulário. 7. Text Elements Corresponde à lógica de processamento e comportamento de uma janela durante a execução do formulário. É responsável pelos valores que serão impressos no mesmo, bem como seu posicionamento dentro da janela e seu tipo de caracter. De dentro de uma Page Window, é possível selecionarmos qualquer uma das janelas existentes em uma determinada página, simplesmente clicando o mouse sobre o seu nome e apertando o botão selecionar, ou memso dando um doublé-click diretamente sobre o nome da janela desejada. Uma vez selecionada a janela, se apertarmos o botão Text Element, uma tela semelhante a do editor de ABAP/4 do SAP irá se abrir, com as linhas onde a lógica da janela será introduzida. Nesses elementos do SAPscript, o programador poderá utilizar alguns comandos semelhantes ao do ABAP/4, com a indicação de que se trata de uma linha de comando para o formulário (/:, à esquerda da linha). Abaixo, alguns dos comandos que podem ser utilizados de dentro dos elementos de texto de uma janela em SAPscript: IF...ELSE ENDIF CASE WHEN DEFINE PERFORM USING CHANGING BOX FRAME INCLUDE O comando INCLUDE dentro de uma janela de um formulário SAPscript serve para inserir um objeto no mesmo. Esse objeto pode ser desde um logo, até um texto com várias linhas. A sintaxe é bastante simples, e somente deve-se ter um cuidado bastante especial com o idioma que se trata esse objeto. Independentemente do idioma do formulário, deve-se sempre utilizar o idioma em que o objeto foi criado. Manutenção de formulários A maioria dos formulários é feita pela mesma transação citada anteriormente (SE71). Nessa ela o nome do formulário e o idioma do mesmo são parâmetros obrigatórios. Nessa tela são feitas praticamente todas as operações com os formulários do SAP. 1. Criar um formulário novo Um formulário pode ser criado inteiramente a partir dessa transação. Preenchendo um nome do formulário, que comece por Z ou Y, não diretamente seguidos por caracteres especiais, como o _, o usuário poderá apertar o botão Criar ou ir ao menu Layout -> Criar. O idioma preenchido será entendido como idioma original do formulário. A partir daí, outros formulários Pág.: 9/11
10 poderão ser traduzidos a partir desse original, nas mais diferentes línguas, porém todos manterão as características do formulário original. Ao mesmo tempo que uma alteração desse original, implica na imediata alteração de todos os seus filhos. 2. Copiar formulários em outro idioma (Tradução) Uma vez criado um formulário (conforme descrito acima), poderá ser copiado sobre ele, as informações de um outro formulário do mesmo client, através do menu Layout -> Copy form, já de dentro da primeira tela do formulário criado (Header). Atenção que essa cópia é fiel ao formulário copiado, e não poupa nenhuma informação que já existisse no formulário que recebe a cópia. 3. Copiar um formulário de outro cliente Um formulário pode também ser copiado de um outro client na mesma instância, através do menu Utilitários -> Copy from client, da primeira janela da transação SE71, fora de qualquer formulário específico. Essa opção irá abrir uma outra janela que recebe basicamente 3 informações. Nome do formulário a ser copiado Cliente em que se encontra o original Nome da cópia no client corrente Os outros dois campos de check Box geralmente não são alterados, pois tratam de informações como cópia do formulário somente no idioma original e exibição ou não de um log de erros ao final da execução da cópia. Uma vez entrados os parâmetros, deve-se apertar o botão Executar e obter uma cópia com sucesso em todos os idiomas existentes do formulário. O cliente de origem do formulário, quando for cópia de forms standards, deve ser mantido 000, uma vez que o repositório dos formulários originais do SAP encontram-se todos no 000, e podem ser lidos de todos os outros. Inclusão de logos no formulário Utilizar logotipos em formulários SAPscript, não é das tarefas mais simples que se possa ter. Teoricamente falando, o processo é bastante simples e consiste em gerar no sistema um objeto no formato hexadecimal, que possa ser interpretado pelo SAPscript, originando a inclusão de uma imagem. No entanto, devido as limitações expostas no começo deste documento, isso pode levar um certo tempo até reproduzir o resultado desejado. Para gerarmos o objeto no client desejado (lembre-se que esse objeto não pode ser transportado...), devemos executar o programa standard RSTXLDMC, com um arquivo no formato.tif. (A figura não pode ter mais de 16 cores) Preencher o primeiro campo (file name), com o path complexo do arquivo da imagem do logotipo. Esse caminho pode ser no servidor ou local. O segundo campo (type) determina se o logotipo deve ser gerado monocromático (default) ou colorido. O último parâmetro que exige ser preenchido é o Text Name, onde é feita a atribuição do nome do objeto que será referenciado de dentro do formulário (padrão: ZHEX-MACRO-...). A geração desse logo está intimamente ligado ao formato do arquivo TIF. Isso quer dizer que o seu tamanho obtido no formulário está relatório ao tamanho da imagem geradora do objeto. Tomar cuidado com o número de cores da imagem (16 cores) e lembrar na hora de fazer os testes, que o logotipo não aparece na tela, somente em impressões no papel. Pág.: 10/11
11 Alterção de Programas / Layout Standards Na maioria das vezes o trabalho a ser realizado com SAPscript é alterar os originais do SAP, pois estes raramente atendem às exigências do cliente. O procedimento para alteração depende muito das características do programa de povoamento standard e das características das funções do SAP que irão utilizar tal SAPscript. No entanto, alguns procedimentos são padrão, e outros são utilizados na grande maioria das alterações. 1. Fazer uma cópia do programa standard e dos includes (se existirem) que necessitam de alteração 2. Fazer uma cópia do layout standard 3. Não DELETAR janelas, elementos de textos, etc. na cópia do, layoutset. Mesmo que alguns (ou todos) os dados e janelas do standard não sejam utilizados, o programa de povoamento continuará tentando executar escritas em janelas e elementos de dados específicos, já que é uma cópia do standard. Os novos dados e janelas devem ser apenas adicionados. 4. Encontrar as posições idéias para alterações no programa de povoamento. Quando os novos dados devem ser impressos na MAIN, procurar por comandos WRITE_FORM dentro do programa e colocar as alterações o mais próximo possível do WRITE_FORM correto. Se devem ser impressos em outras janelas, procurar pelo comando CLOSE_FORM / END_FORM e colocar as alterações imediatamente antes destes comandos (sempre que possível) 5. Colocar todas as alterações juntas sempre que possível, identificando visivelmente, através de comentários, o bloco de alterações. Isso facilita a manutenção e visualização do código, além de facilitar a busca por possíveis erros, visto que, na sua grande maioria, os programas standard da SAP são bastante complicados. Pág.: 11/11
1º No módulo de Gestão Contábil é possível acessar o relatório através do menu Relatórios Diário.
Relatório Diário Produto : TOTVS Gestão Contábil 12.1.1 Processo : Relatórios Subprocesso : Diário Data publicação da : 05/02/2014 Migração do relatório Diário para.net com base no relatório já existente
Serviço Público Federal Universidade Federal do Pará - UFPA Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação - CTIC S I E
Serviço Público Federal Universidade Federal do Pará - UFPA Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação - CTIC S I E SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA O ENSINO (*) Módulo CONTROLE ACADÊMICO Guia de Referência
Crystal Reports - Gerando seus relatórios.
Crystal Reports - Gerando seus relatórios. O Crystal Reports é o gerador de relatórios do Visual Basic e com ele desenhamos os relatórios de nossos aplicativos. Embora possua um objeto chamado Printer
220 ATALHOS DE TECLADO DO EXCEL
220 ATALHOS DE TECLADO DO EXCEL para aumentar sua produtividade Torne-se um expert no Excel! Desenvolvido por Marcos Rieper, fundador do Guia do Excel ÍNDICE ARQUIVO FAIXA DE OPÇÕES ARRASTAR E SOLTAR ATIVAR
Apostila de impressão em AUTOCAD
Apostila de impressão em AUTOCAD Parte 1.- Configurar penas por cores Parte 2.- Configurar impressora (plotter) Parte 3.- Imprimir Parte 1.- Configurar penas por cores A partir do Autocad 2000 foi introduzido
Apostila Impress 01. Partes da Janela Principal do Impress
1 Apostila Impress 01 Partes da Janela Principal do Impress A janela principal do Impress tem três partes: - o Painel de Slides; - Área de Trabalho; - e Painel de Tarefas. Adicionalmente, diversas barras
Uso do auto preenchimento para inserir dados
Uso do auto preenchimento para inserir dados Página - 1/7 Uso do auto preenchimento para inserir dados O auto preenchimento é mais um dos poderosos recursos que o Excel oferece de modo a facilitar o trabalho.
MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA GERENCIADOR DE SENHAS VERSÃO SERVIDOR
MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA GERENCIADOR DE SENHAS VERSÃO 22.4.0 SERVIDOR SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 3 2. INSTALAÇÃO DO SOFTWARE 4 3. UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE 6 ANEXO 1 GUIA DE REFERÊNCIA RÁPIDA 17 ANEXO 2 SOLUÇÕES
Na seqüência, será aberta uma página de login de acesso ao ambiente de gerenciamento do portal, conforme ilustrado na figura 01, abaixo: Figura 01
Tutorial Versão1.0 O Manual Tutorial do Apae em Rede pretende orientá-los no gerenciamento de conteúdos do portal. Para darmos início a essa orientação, é preciso acessá-lo. Para tanto, basta digitar intranet.apaebrasil.org.br
08. A figura seguinte representa uma tela do Excel XP.
INFORMÁTICA A figura acima mostra uma janela do Windows XP, contendo informações acerca de uma lista de arquivos. Com relação a essa janela e ao Windows XP, responda a questão 01. 01. Ao se clicar o menu,
INFORMÁTICA (PC-SP / ESCRIVÃO / VUNESP / 2014)
INFORMÁTICA (PC-SP / ESCRIVÃO / VUNESP / 2014) 81. No sistema operacional Windows 7, em sua configuração padrão, deseja-se organizar os arquivos de maior interesse, de modo que eles possam ser vistos a
MANUAL DE PUBLICAÇÃO NO PORTAL CAMPUS MATÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS MATÃO MANUAL DE PUBLICAÇÃO NO PORTAL CAMPUS MATÃO AUTOR: COORDENADORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAMPUS MATÃO MATÃO 2016 SUMÁRIO
MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS MOORE.
MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS MOORE. Uma marca de sucesso da 1 CONTEÚDO 3 3 3 4 4 5 5 6 6 6 6 7 7 7 7 8 9 9 10 10 10 11 11 11 11 12 12 13 SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS
Editor de Texto. Microsoft Word 2007
Editor de Texto Microsoft Word 2007 Conteúdo O ambiente de trabalho do Word 2007 Criação do primeiro documento O trabalho com arquivos Edição do texto Formatação e impressão do documento Cabeçalho e rodapé
Trabalhando com Editor de Textos MS-WORD
Trabalhando com Editor de Textos MS-WORD MS-WORD - Iniciando Iniciar o MS-WORD: Utilizando o atalho na área de trabalho; Utilizando o botão Iniciar (Iniciar - Programas). Ao ser iniciado, o MS-WORD apresenta
Prof. Sergio Koch. Sistema Operacional. Aula 02
Prof. Sergio Koch Sistema Operacional Aula 02 Identificando Componentes de uma Janela no S.O. Ao abrir uma janela no Sistema Operacional Windows, encontramos algumas ferramentas as quais auxiliam na Navegação
Microsoft Word Informática Instrumental Profe: Regiane Klidzio Curso: Ed. Física. Seção 2
Microsoft Word 2007 Informática Instrumental Profe: Regiane Klidzio Curso: Ed. Física 1 Microsoft Word O Microsoft Word é um processador de textos, utilizado para criar e editar diversos tipos de documentos
Writer. Interface e Formatação de Estilos
Writer Interface e Formatação de Estilos INTERFACE É composta pela organização dos menus e atalhos que compõem o programa, que dão acesso às suas funcionalidades. É interessante conhecer a interface de
MANUAL DO PROFESSOR AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAEGEM
MANUAL DO PROFESSOR AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAEGEM MANUAL DO PROFESSOR AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Ana Amélia de Souza Pereira Christien Lana Rachid Maio/2017 LISTA DE FIGURA Figura 1 - Página
Manual de Utilização do software Colacril Office para criação e impressão de etiquetas. Manual de Utilização
Manual de Utilização do software Colacril Office para criação e impressão de etiquetas. Manual de Utilização Conteúdo Colacril Office... 3 Instalação do Colacril... 3 Inicialização do Colacril Office...
Bloco G - Registros 0500 e Janeiro/ 2011
Bloco G - Registros 0500 e 0600 Janeiro/ 2011 2 Bloco G Plano de Contas e Centros de Custos A partir da referência Janeiro de 2011 será incluído ao layout do arquivo EFD o Bloco G (Controle de Crédito
Apostila de Excel 2007
1 Apostila de Excel 2007 Índice 1-Guias do excel... 3 1.1 Início... 3 1.2 Inserir... 4 1.3 Layout de Página... 5 1.4 Formulas... 6 1.5 Dados... 7 1.6 Revisão... 8 1.7 Exibição... 9 2 Conceito de células...
Manual SISTEMA GERENCIADOR DE SENHAS Versão SERVIDOR
Manual SISTEMA GERENCIADOR DE SENHAS Versão 22.4.0 SERVIDOR Índice I INTRODUÇÃO... 3 II INSTALAÇÃO DO SOFTWARE... 4 III UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE... 6 ANEXO 1 GUIA DE REFERÊNCIA RÁPIDA... 16 ANEXO 2 SOLUÇÕES
2017/07/25 19:38 1/10 DocFix
2017/07/25 19:38 1/10 DocFix DocFix O DocFix é um Gerenciador de Documentos Fiscais. Ele centraliza toda infraestrutura de comunicação entre o GigaERP e os órgãos responsáveis pela emissão fiscal. Estão
INFORMÁTICA PARA CONCURSO MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARÁ Cargo: AUXILIAR DE ADMINISTRAÇÃO.
INFORMÁTICA PARA CONCURSO MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARÁ 2019. Cargo: AUXILIAR DE ADMINISTRAÇÃO. CONCEITOS BÁSICOS E UTILIZAÇÃO DE APLICATIVOS PARA EDIÇÃO DE TEXTOS, PLANILHAS ELETRÔNICAS E APRESENTAÇÕES:
Microsoft Word 2010 NORMA ABNT para Trabalhos Acadêmicos Conceitos Básicos
Microsoft Word 2010 NORMA ABNT para Trabalhos Acadêmicos Conceitos Básicos [email protected] SUMÁRIO Iniciando o Word... 1 Conhecendo a Ferramenta... 1 Menu Layout da Página... 2 Capa... 3 Folha
Usando recursos de impressão especiais
Usando recursos de impressão especiais Os recursos de impressão especiais incluem: Imprimindo várias páginas em uma única folha de papel. Impressão de pôsteres. Imprimindo livretos. Imprimindo em ambos
Sobre a nova minha UFOP
Sobre a nova minha UFOP A minha UFOP está com um novo visual. Foi criada uma nova interface, mais bonita, ágil e intuitiva para facilitar a utilização de nossos usuários. Esse tutorial visa mostrar as
MANUAL PARA APLICAR NOTAS
MANUAL PARA APLICAR NOTAS Criar os Grupos de Autorização na transação SE54 Em tabela/visão informar ZYCE Marcar Grupos de Autorização Clicar em Criar/modificar Como Criar um Grupo de Autorização Informar:
Backup do Banco Sybase Passo a Passo
Backup do Banco Sybase Passo a Passo O backup do Sybase é feito por meio da execução de um utilitário do próprio Sybase. Os parâmetros que controlam o funcionamento deste utilitário podem ser definidos
Manual de Instruções de Uso do Sistema de Solicitações. Área do Cliente
Manual de Instruções de Uso do Sistema de Solicitações Área do Cliente FORTALEZA 2016 SUMÁRIO 1 Acessando o Sistema... 3 2 Abrindo Chamados... 3 2.1 Preenchendo sua Solicitação... 4 3 Meus Chamados...
FAQ SPED Auditor. SPED Auditor FAQ. Perguntas Frequentes QUIRIUS Soluções Fiscais QUIRIUS Soluções Fiscais 1
SPED Auditor FAQ Perguntas Frequentes 2015 QUIRIUS Soluções Fiscais 2015 - QUIRIUS Soluções Fiscais 1 SUMÁRIO FAQ 001 O status da auditoria fica como Aguardando... 3 FAQ 002 Running 64 bit mode with the
Introdução ao IDE Netbeans (Programação Java)
Universidade Federal do ABC Disciplina: Processamento da Informação (BC-05045) Assunto: Introdução ao IDE Netbeans Introdução ao IDE Netbeans (Programação Java) Conteúdo 1. Introdução... 1 1.1. Programas
Tela do MS Word 2010 Barra de Título Régua Horizontal Menu Arquivo Grupo Janela de Documento Guia Barra de Ponto de Ferramentas Inserção de Acesso
1 Tela do MS Word 2010 Título Menu Arquivo Ferramentas de Acesso Rápido Guia Grupo Régua Horizontal Janela de Documento Ponto de Inserção Régua Vertical Rolagem Vertical Zoom Status Botões de Visualização
Processador de Textos
Processador de Textos Processadores de Texto WYSIWYG (What You See Is What You Get) MSWord, Lotus Word Pro, Open Office Writer (aberto) WYSIWYM (What You See Is What You Mean) Tex, Latex O que é o Word?
Serviço Público Federal Universidade Federal do Pará - UFPA Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação - CTIC S I E
Serviço Público Federal Universidade Federal do Pará - UFPA Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação - CTIC S I E SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA O ENSINO (*) Módulo CONTROLE ACADÊMICO Guia de Referência
Vejamos agora as ferramentas mais utilizadas para criação de imagens:
Vejamos agora as ferramentas mais utilizadas para criação de imagens: Lápis: Apenas mantenha pressionado o botão do mouse sobre a área em branco, e arraste para desenhar. Pincel: Tem a mesma função do
Introdução à Informática. Aula 07 MS WORD. Prof. Fábio Nelson
Aula 07 MS WORD Tabelas Tabela é um recurso do Word, que nos permite criar uma tabela mais limitada que a do Excel, mas possuindo ampla aplicação. 2 Para inserir uma tabela, clique no botão tabela na barra
Manual Pedido Eletrônico Orgafarma
Manual Pedido Eletrônico Orgafarma Versão do manual: 1.0 Data: 15/12/2017 Autor: Vitor Souza Sumário Apresentação... 3 Primeiro acesso... 3 Tela principal... 6 Inclusão de pedidos... 6 Importação de pedidos...
Configuração Layout CNAB. Sumário
Configuração Layout CNAB Sumário Configuração Layout CNAB... 1 Sumário... 1 Descrição do Processo... 2 Módulos envolvidos... 2 Parâmetros... 2 Passo a Passo... 2 1. Cadastro do Banco utilizado... 2 2.
Prof. Rafael Araújo. O Word 2007 apresenta uma série de alterações em sua estrutura gráfica, alterações estas que visam facilitar sua utilização.
WORD 2007 Prof. Rafael Araújo O Word 2007 apresenta uma série de alterações em sua estrutura gráfica, alterações estas que visam facilitar sua utilização. O AMBIENTE DE TRABALHO DO WORD 03 04 02 01 05
Copyright by Monica Alvarez Rimoli, Dados para Catalogação. Alvares Rimoli, Monica. Microsoft PowerPoint Campinas: Editora Komedi, 2008.
Microsoft PowerPoint 2007 K O M E D I Copyright by Monica Alvarez Rimoli, 2008 Dados para Catalogação Alvares Rimoli, Monica Microsoft PowerPoint 2007 PPTC1.0 Campinas: Editora Komedi, 2008. 94 p. Diretor:
INFORMÁTICA. 02. Com relação à figura abaixo e ao Word, marque a opção correta:
INFORMÁTICA 01. Todos os aplicativos abaixo são usados para edição de texto, EXCETO a) WordPad b) NotePad c) MS Word d) Windows Media Player e) BrOffice.org Writer 01. D Comentário: Os aplicativos que
INFORMÁTICA 15/04/2016. Com o Professor: Rene Maas. Considere a figura abaixo, que ilustra uma planilha do LibreOffice Calc em edição:
INFORMÁTICA Considere a figura abaixo, que ilustra uma planilha do LibreOffice Calc em edição: Com o Professor: Rene Maas Caso a célula G20 desta planilha apresente a fórmula =SE(A1A2;MAIOR(A1:B2;2);MÍNIMO(B2:C3)),
CENTRO PAULA SOUZA ETEC PADRE JOSÉ NUNES DIAS APLICATIVOS INFORMATIZADOS WORD 2007 PROFESSORA: ALINE PRISCILA SCHMIDT ALUNO:
CENTRO PAULA SOUZA ETEC PADRE JOSÉ NUNES DIAS APLICATIVOS INFORMATIZADOS WORD 2007 PROFESSORA: ALINE PRISCILA SCHMIDT ALUNO: Monte Aprazível 2011 O Word 2007 é o processador de texto mais conhecido e utilizado
Do Amanha! Uso do run.codes
Do Amanha! Uso do run.codes Objetivos 1. Esse documento tem como objetivo guiá-lo no uso do run.codes; 2. Para melhor desenvolvimento do aprendizado, os exercícios foram separados em duas turmas. Todos
Tutorial Word 2007 FONTE: UNICAMP
Tutorial Word 2007 FONTE: UNICAMP Índice: Apresentação _ 3 O que é o Word 3 Iniciando o Word _ 3 Representação Gráfica de Interface do Word _ 4 Abrindo um documento _ 5 Formatação de Texto _6 Inserindo
Manual de utilização do CSPSNet Versão 3.0
Manual de utilização do CSPSNet Versão 3.0 Para melhor utilizar esse manual, o mesmo está dividido nos seguintes tópicos: TÓPICO DESCRIÇÃO 01 Criar o Atalho do Sistema Web 02 Orientação sobre o USUÁRIO
Sumário 1. Inicializando o Sistema Arquitetura do Sistema Consulta Rápida de Veículos Informações Gerais...
1 Sumário 1. Inicializando o Sistema... 3 2. Arquitetura do Sistema... 5 2.1. Menu... 5 2.1.1. Detalhamento do Menu e Submenu... 5 2.2. Barra de Ferramentas... 6 2.2.1. Ações... 6 2.2.2. Crédito Disponível...
São tantas funções e possibilidades que é bem provável que você esteja perdendo mais tempo do que gostaria para fazer uma planilha bem feita.
Se você já usou ou usa o Excel, sabe que ele tem uma infinidade de funcionalidades. São tantas funções e possibilidades que é bem provável que você esteja perdendo mais tempo do que gostaria para fazer
BIBLIOMETRIA ANEXO I COMO EXPORTAR DADOS NAS BASES SCOPUS E EBSCOHOST
BIBLIOMETRIA ANEXO I COMO EXPORTAR DADOS NAS BASES SCOPUS E EBSCOHOST Os repositórios digitais também podem servir de ferramentas para análise bibliométrica (produtividade de autores, de periódicos, palavras-chave,
Word. Introdução. Introdução. Introdução. Interface padrão Margem esquerda da página. Interface padrão
Introdução Word Prof. Leandro Tonietto Cursos de Informática Unisinos Março-2008 É um editor de textos... ou processador de textos. Editores de texto X processadores de texto. Editor Notepad Kwrite Textpad
Ambiente de Programação, rastreamento e entrada de dados. MCG114 Programação de Computadores I. Interpretador de Comandos. Interpretador de Comandos
MCG114 Programação de Computadores I Profa. Ambiente de Programação, rastreamento e entrada de dados 1 2 Ambiente Python para Programação Ambiente Python para Programação Até agora... Comandos e funções
INTRODUÇÃO AO USO DO DEV C++ Disciplina: Introdução à Ciência da Computação Prof. Modesto Antonio Chaves Universidade estadual do Sudoeste da Bahia
INTRODUÇÃO AO USO DO DEV C++ Disciplina: Introdução à Ciência da Computação Prof. Modesto Antonio Chaves Universidade estadual do Sudoeste da Bahia Tela inicial do Editor de programas do DEV C++ Dicas
Integração com o Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle
Integração com o Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle Sumário 1. Apresentação... 3 1.1. O Moodle... 3 1.2. Objetivo da integração... 3 1.3. Recursos da integração... 3 2. plugins de integração no Moodle...
Na parte superior do site, temos um menu com botões que utilizaremos para a navegação do site.
MANUAL DO USUÁRIO Esta á a tela inicial da aplicação. Nesta tela podemos efetuar o cadastro, autenticar-se, encontrar os eventos que estão disponíveis para inscrição. Tendo a opção de seleção de eventos
A CASA DO SIMULADO DESAFIO QUESTÕES MINISSIMULADO 14/360
1 DEMAIS SIMULADOS NO LINK ABAIXO CLIQUE AQUI REDE SOCIAL SIMULADO 14/360 INFORMÁTICA INSTRUÇÕES TEMPO: 30 MINUTOS MODALIDADE: CERTO OU ERRADO 30 QUESTÕES CURTA NOSSA PÁGINA MATERIAL LIVRE Este material
NOÇÕES BÁSICAS DE INFORMÁTICA
NOÇÕES BÁSICAS DE INFORMÁTICA 20 QUESTÕES DE PROVAS DA VUNESP SOLDADO 2ª CLASSE PM-SP POR ASSUNTOS COM GABARITOS Edição março 2018 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. É vedada a reprodução total ou parcial deste
Manual de Utilização Autorizador Web 3.1
Manual de Utilização Autorizador Web 3.1 Principais mudanças: A numeração da carteirinha, anteriormente 14 dígitos no formato xxxx.xx.xxxxx.xx-x, passará a ter 11 dígitos, no formato xxxx-xxxxx-xx. Para
Manual do painel administrativo. Site Instituto de Oncologia do Vale IOV
Manual do painel administrativo Site Instituto de Oncologia do Vale IOV 1. Dashboard Essa é a interface do sistema administrativo. Assim que acessar o sistema pede para que o usuário autentique uma conta
Word 2010 Avançado Plano de Aula 24 Aulas (aulas de 1 Hora)
5546 - Word 2010 Avançado Plano de Aula 24 Aulas (aulas de 1 Hora) Aula 1 Capítulo 1 - Introdução aos Recursos Avançados do Word 1.1. Configurar as Margens e a Página do Documento......22 1.2. Alterar
Informática - Processadores de Texto- - Microsoft Word - Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa
- Processadores de Texto- - Microsoft Word - Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa [email protected] [email protected] 1 Processadores de Texto São um dos softwares aplicativos utilizados em
Como Fazer o Fechamento de Caixa no PDV-PAF? - FPF05
Como Fazer o Fechamento de Caixa no PDV-PAF? - FPF05 Sistema: Futura PDV PAF Referencia: FPF05 Versão: 2015.2.20 Como funciona: O fechamento do caixa no PDV- PAF é um procedimento muito importante, pois
Para visualizar corretamente configurar a tela para 1024 x 768 pixels. Tabelas
Para visualizar corretamente configurar a tela para 1024 x 768 pixels Tabelas Sumário Alinhamento de conteúdo Autoformatação Barra suspensa Como criar uma tabela Como excluir elementos Como inserir elementos
Manual de Utilização
Manual de Utilização Versão 1.0 Sumário 1 Funções do Emissor... 3 1.1 Aba Inicial... 4 1.2 Aba Sistema... 5 1.2.1 Mensagem Sistema... 5 1.2.2 Modo de Emissão... 6 1.2.3 Execução... 6 1.3 Aba Retornos...
OBJETIVOS: Esta apostila apresenta de forma simples, objetiva e eficiente alguns recursos de uma ferramenta para Apresentações Multimídia.
OBJETIVOS: Esta apostila apresenta de forma simples, objetiva e eficiente alguns recursos de uma ferramenta para Apresentações Multimídia. TEXTO: A idéia é facilitar o aprendizado através das telas capturadas,
Introdução a Tecnologia da Informação
Introdução a Tecnologia da Informação Informática Básica Software de apresentação Prof. Jonatas Bastos Power Point p Faz parte do pacote Microsoft Office; p Software com muitos recursos para construção
Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação EESC-USP. Guia de Projetos VHDL utilizando o QUARTUIS II. Profa. Luiza Maria Romeiro Codá
Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação EESC-USP Guia de Projetos VHDL utilizando o QUARTUIS II Profa. Luiza Maria Romeiro Codá 1. Criando um novo projeto: 1.1 Iniciando o Quartus II, criando
DISTRIBUINDO SUA APLICAÇÃO
DISTRIBUINDO SUA APLICAÇÃO Depois de pronta sua aplicação precisa ser distribuida para todos que querem ou precisam usá-la. Para usar a sua aplicação, o único requisito para o computador do cliente é que
NEW BIRD INFORMÁTICA PDV MANUAL DO USUÁRIO Versão
NEW BIRD INFORMÁTICA PDV MANUAL DO USUÁRIO Versão 1.0.1.2 ÍNDICE APRESENTAÇÃO...3 SOBRE ESTE MANUAL...4 INTRODUÇÃO...5 NOÇÕES INICIAIS...5 ACESSANDO O PDV...6 MENUS DO SISTEMA...8 OPERAÇÕES DO PDV...10
Seja bem vindo a sua AMP! AULA MODELO PROFESSOR- AMP
Seja bem vindo a sua AMP! AULA MODELO PROFESSOR- AMP Vamos conhecer a estrutura da sua disciplina: A Tela inicial (Home) contém as suas disciplinas. Para acessa-la, basta selecionar uma disciplina, nesse
Icon Chamamos este processo de Efetuar Login no Sistema, pois com usuário e senha cadastrados é possível acessar o Automidia Service Management.
Cliente Introdução Icon Este documento tem como objetivo apresentar as funcionalidades do módulo Automidia Service Management um aplicativo que permite a abertura e acompanhamento dos chamados abertos
Sistema de Gestão do Processo de Certificação ABNT (CERTO) Guia do Auditor
Pag. Nº 1/23 SUMÁRIO 1 Comentários Gerais 2 Login 3 Segurança do Sistema 4 Área Principal 5 Ferramentas de comunicação 6 Solicitação de serviço: identificação da auditoria 7 Solicitação de serviço: documentos
Manual de Digitação de guia online CONSULTA Desenvolvido por: Iuri Silva Setor: Núcleo Técnico Unimed VR BEM VINDO AO SISTEMA VOXIS!
BEM VINDO AO SISTEMA VOXIS! Sumário 1. Introdução... 3 2. Endereço de acesso... 3 3. Digitação de guia de SADT... 4 a. Guia em Construção... 77 b. Guia Registrada... 8 4. Encaminhar guias para operadora...
INSTRUÇÕES PARA PROCESSAMENTO DO ARQUIVO RETORNO DAS INSCRIÇÕES PAGAS
INSTRUÇÕES PARA PROCESSAMENTO DO ARQUIVO RETORNO DAS INSCRIÇÕES PAGAS A inscrição de um candidato para um concurso público, vestibular ou seleção no IFG é feita pela internet. O candidato é cadastrado
Informática. LibreOffice Impress. Professor Márcio Hunecke.
Informática LibreOffice Impress Professor Márcio Hunecke Informática Aula XX LIBREOFFICE IMPRESS Modos de Exibição Normal Alterna para a exibição normal, na qual é possível criar e editar slides. Estrutura
Página Inicial Área do Aluno Acadêmico
Sumário Página Inicial --------------------------------- Área do Aluno -------------------------------- 1.0 Acadêmico -------------------------------- 1.1 Cronograma ---------------------- 1.2 Data de
Exercício de criação de derrotas
Importar as cartas do DHN Exercício de criação de derrotas File --> Import Map --> All BSB (ou Single BSB) explicitar onde estão (CD) e onde irão ser gravadas. File --> Configuration --> System acertar
1. ACESSO AO SISTEMA. Sistema Malote Digital Instruções de Utilização
1. ACESSO AO SISTEMA O acesso ao Sistema Malote Digital pode ser realizado através da página inicial da Intranet: a) Clicar na opção Sistemas : Página 1 de 37 b) Após, clicar em Sistema Hermes Malote Digital
MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SISTEMA LUX NF-E V
MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SISTEMA LUX NF-E V. 3.9.1 SUMÁRIO 1. CONFIGURAÇÕES DO SISTEMA... 3 1.1.CONFIGURAÇÃO DE PASTAS... 4 1.2 CONFIGURAÇÕES DE PROXY... 5 1.3 PROCESSOS AUTOMÁTICOS... 5 1.4 PROCESSOS AUTOMÁTICOS...
Tutorial SQL Server 2014 Express
Tutorial SQL Server 2014 Express Tutorial para o download: Passo 1: Faça o download do SQL Server 2014 Express acessando o link : https://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=42299. Passo 2:
GUIA DO USUÁRIO GEP Sistema de Gestão de Evolução de Prontuários Médicos
IBILCE UNESP 2014 GUIA DO USUÁRIO GEP Sistema de Gestão de Evolução de Prontuários Médicos Coordenação: Prof. Dr. Carlos Roberto Valêncio Resumo de Alterações Alteração Feita Responsável Data Documento
Este Guia fornece uma visão sobre a ferramenta enquete. Como criar, vincular e exibir resultados. Versão
O site desenvolvido pela SH3 é intuitivo, totalmente gerenciado através de um painel de administração. Nele o usuário responsável será mantenedor de todas as informações e configurações existentes, podendo
APRESENTAÇÃO ELETRÔNICA POWER POINT
1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS JOÃO CÂMARA APRESENTAÇÃO ELETRÔNICA POWER POINT Nickerson Fonseca Ferreira [email protected] Ambiente de
Manual de Operação do MGV 5. Manual de Operação do MGV5. Módulo Gerenciador de Vendas. Toledo
Manual de Operação do MGV5 Módulo Gerenciador de Vendas Toledo 1 1.0 - O QUE É O MGV5... 3 1.1 - COMO ENTRAR NO PROGRAMA... 3 2.0 - IMPORTANDO ARQUIVO DE ITENS... 4 3.0 TRANSMITINDO OS ITENS PARA AS BALANÇAS...
EGIS FUNCIONALIDADES BÁSICAS
EGIS FUNCIONALIDADES BÁSICAS 1. ACESSO AO SISTEMA 2. PORTAL 3. CADEIA DE VALORES 4. MÓDULOS HABILITADOS 5. CONSULTAS 6. GRID E SUAS FUNCIONALIDADES 7. NAVIGATOR / BARRA DE NAVEGAÇÃO 8. SELEÇÃO DO PERÍODO
Para abrir um documento deve utilizar uma das abordagens seguintes.
RESUMO O software Excel apresenta as melhores condições para se elaborar as ferramentas estratégicas de importância inigualável para o Planejamento das Estruturas, que proporcionam inclusive extrema versatilidade
INTRODUÇÃO A PROGRAMAÇÃO PARA WEB
INTRODUÇÃO A PROGRAMAÇÃO PARA WEB PROF. ME. HÉLIO ESPERIDIÃO Navegador O navegador também conhecido como web browser é um programa que habilita seus usuários a interagirem com documentos hospedados em
LibreOffice Writer. Editor de texto
LibreOffice Writer Editor de texto O Writer e um programa freeware e gratuito que faz parte do LibreOffice e possibilita a criação e edição de textos e, tambem, a criação de páginas para serem visualizadas
Carregar Documentos Fiscais - Fornecedor (Modelo 57) - Conhecimento de Transporte Eletrônico. Última Atualização 11/01/2019
Carregar Documentos Fiscais - Fornecedor (Modelo 57) - Conhecimento de Transporte Eletrônico Última Atualização 11/01/2019 Menu I. Objetivos II. Como Acessar III. Envio de Documento Fiscal Eletrônico CTE
