defi departamento de física
|
|
|
- Gabriela Batista Bandeira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 def deparameno de físca Laboraóros de Físca Equações de Fresnel Insuo Superor de Engenhara do Poro Deparameno de Físca Rua Dr. Anóno Bernardno de Almeda, Poro. Tel Fax:
2 Laboraóros de Físca Les de Fresnel Objecvos: Les de Fresnel Compreender o conceo de polarzação da luz; Deermnar o ângulo de Brewser; Traçar expermenalmene as les de Fresnel. Inrodução eórca Segundo as les da reflexão e da refracção, quando um fexe lumnoso ncde na superfíce de separação enre dos meos com dferenes caraceríscas, uma pare desse fexe é reflecdo numa drecção smérca em relação à normal da superfíce, com um ângulo gual ao ângulo de ncdênca Le da Reflexão. O resane fexe é refracado, propagando-se no segundo meo com índce de refracção n, numa drecção que obedece à le da refracção desgnada por Le de Snell (1): n snθ 1 = n snθ (1) A nensdade dos város fexes é deermnada a parr dos coefcenes de reflexão e de ransmssão (), que correspondem à razão enre as ampludes dos campos elécrcos dos fexes reflecdo e ransmdo (ou refracado) relavamene à amplude do fexe ncdene, respecvamene. Sabendo que qualquer po de polarzação pode ser sempre decomposo em duas componenes perpendculares enre s, dever-se-ão dsngur esas duas suações quano ao fexe ncdene, pos as condções fronera mposas na zona de separação enre os meos esão condconadas pela drecção de osclação do campo elécrco ncdene. Assm, dsnguem-se os coefcenes de reflexão e de ransmssão para os dos casos (Fgura 1). E r = E r E = E () Fgura 1 Indcação do plano de ncdênca e das drecções de polarzação para os dferenes fexes: ncdene, reflecdo e refracado. Deparameno de Físca Págna /6
3 Laboraóros de Físca Les de Fresnel a) Quando o fexe ncdene em polarzação perpendcular ao plano de ncdênca, er-se-á: r n1cosθ ncosθ = n cosθ + n cosθ 1 n1 cos = θ n cosθ + n cosθ 1 (3) b) Quando o fexe ncdene em polarzação paralela ao plano de ncdênca, er-se-á: ncosθ n1cosθ r = n cosθ + n cosθ 1 n1 cosθ = n cosθ + n cosθ (4) 1 A nensdade dos fexes reflecdo e ransmdo é deermnada a parr das suas poêncas relavamene ao fexe ncdene. As quandades assm deermnadas são desgnadas por Reflecânca R e Transmânca T. Sendo a reflecânca R a razão enre as respecvas nensdades, esa será gual ao quadrado do coefcene de reflexão, r (5), uma vez que o meo de propagação é o mesmo para os fexes reflecdo e ncdene. Em conraparda, o fexe ransmdo ao propagar-se num meo com índce de refracção dferene numa drecção de propagação ambém dferene, va sofrer expansão,.e., o dâmero do fexe no segundo meo é maor (se n > n 1 ). Nese caso, a ransmânca T é proporconal ao quadrado do coefcene de ransmssão,, com um facor de proporconaldade desgnado por facor de expansão do fexe e represenado em (6). R I I r = = r (5) T I I n n = = 1 cosθ cosθ (6) De acordo com as duas suações de polarzação do campo elécrco ncdene, ambém se dsnguem as reflecâncas e as ransmâncas em função dessa polarzação, conforme as expressões segunes ndcam: R I = = = = I sen ( θ r θ ) Ir g ( ) R θ θ sen ( θ + θ) I g ( θ + θ) (7) T nwi n cosθ 4sen θ cos θ = = nwi 1 n1 cosθ sen ( θ+ θ) wi n cosθ 4sen θ cos θ T = = wi θ θ θ θ θ n1 cos sen cos ( + ) ( ) (8) onde, w w represenam respecvamene, as larguras dos fexes ncdene e ransmdo. Deparameno de Físca Págna 3/6
4 Laboraóros de Físca Les de Fresnel Ângulo de Brewser Quando θ + θ = 90º, a onda reflecda va emergr lnearmene polarzada, apenas com a componene do campo elécrco perpendcular ao plano de ncdênca, pos a sua componene paralela anula-se. O ângulo de ncdênca para o qual se verfca esa suação é desgnado por ângulo de Brewser, podendo ser calculado a parr da le de Snell, resulando em: g B n n θ = (9) 1 Incdênca normal Quando o fexe ncde com drecção normal à superfíce,.e., θ θ 0º e perpendcular são dêncas e as equações de Fresnel escrevem-se como: = =, as componenes paralela n n 1 = = e n1+ n R R R 4nn 1 T = T T = ( n + n ) (10) 1 Nesa suação a reflexão é mínma. A reflexão aumena com a amplude do ângulo de ncdênca. Para θ = 90º a reflexão é oal para ambas as componenes da onda,.e., R = 1. Na Fgura esão represenados dos gráfcos referenes às reflecâncas observadas em função do ângulo de ncdênca, para dferenes meos, nas duas suações de polarzação. A parr deses gráfcos pode-se deermnar o valor do ângulo de Brewser para os nerfaces represenados. Verfca-se que para meos de ransmssão com índces de refracção maores, o ângulo de Brewser aumena. Fgura - Coefcenes de reflexão para n 1 =1 e n = 1.3 (cma) e para n 1 =1 e n = (baxo) em função do ângulo de ncdênca (θ). Deparameno de Físca Págna 4/6
5 Laboraóros de Físca Les de Fresnel Maeral Necessáro Laser Foodíodo Volímero Polarod Transferdor Placa espessa ransparene Procedmeno expermenal 1. Verfque se a monagem expermenal esá de acordo com o esquema represenado na Fgura 3.. Coloque a placa espessa ransparene em cma do ransferdor graduado. Faça ncdr a luz laser rasane ao ransferdor e aponada para o cenro do mesmo de forma a ler a escala correcamene. Laser Polarod Foodíodo Fgura 3 Esquema de monagem. Deermnação do ângulo de Brewser 3. Com a ajuda do Polarod, orene o fexe laser de forma a er o exo de polarzação paralelo ao plano de ncdênca. 4. Vá rodando a placa de plásco sobre o ransferdor de forma ao fexe laser ncdr com um ângulo cada vez maor. Procure o ângulo de Brewser,.e., procure a ncdênca para a qual o fexe reflecdo pela placa ransparene ver um mínmo de nensdade. ATENÇÃO: Exsem pelos menos dos fexes reflecdos na placa, orgnados pela reflexão em cada uma das suas superfíces. Deve consderar somene o fexe reflecdo na prmera superfíce. Deparameno de Físca Págna 5/6
6 Laboraóros de Físca Les de Fresnel 5. Use o valor obdo para deermnar o índce de refracção da placa ransparene, consderando que o índce de refracção do ar é n ar = 1. Verfcação das equações de Fresnel 6. Ajuse o Polarod à saída do laser e rode o laser de forma ao fexe er polarzação horzonal. 7. Coloque o foodíodo orenado para o fexe reflecdo na superfíce da frene da placa (reflexão prncpal ou prmára). 8. Deve er cudado para usar correcamene a fenda que proege o foodíodo da radação ambene. Verfque ambém se o fexe laser esá a ncdr no cenro do foodíodo. NOTA IMPORTANTE: O foodíodo possu uma resposa aproxmadamene lnear de 4mV/lux. A sauração é angda para 450 mv. 9. Faça varar os ângulos de ncdênca, começando por um valor baxo (~10º) aé 90º, em nervalos de 10º. Com o volímero lgado ao foodíodo e usando a escala mas baxa de ensão DC, regse os valores de ensão para cada ângulo. 10. Repa o procedmeno aneror mas com a luz do laser polarzada vercalmene. 11. Represene grafcamene as reflecâncas obdas expermenalmene, comparando-as com as curvas eórcas, usando o índce de refracção meddo anerormene. 1. Represene grafcamene a reflecânca oal R = R + R T. 13. Represene grafcamene a curva da ransmânca para cada uma dos casos de polarzação, a parr dos resulados expermenas. Verfque se exse conservação de energa. Ouras nformações Deverá regsar odas as medções que efecuar, bem como as caraceríscas dos aparelhos de medda ulzados. Todos os cálculos deverão esar ndcados de forma clara, ulzando undades conssenes para as váras grandezas. Referêncas Bblográfcas Physcs Laboraory Expermens (5h edon), Jerry D. Wlson, 1998, Houghon Mffln Company, U.S.A. Laboraory Expermens n College Physcs (7h edon), Ccero H. Bernard & Chrold D. Epp, 1995, John Wley & Sons, Inc. Deparameno de Físca Págna 6/6
7 Laboraóros de Físca Les de Fresnel Anexo A Curso: Les de Fresnel Anexo A Dscplna: Ano: Turma: Grupo #: Daa da realzação: Daa de enrega: Tabelas Tabela 1: Regso dos Aparelhos de Medção Aparelhos Undades Resolução Erro de Leura Tabela : Meddas do fexe reflecdo polarzação horzonal polarzação vercal Ângulo θ V // [mv] R // V [mv] R 10º 0º 30º 40º 50º 60º 70º 80º <90º - -
8 Laboraóros de Físca Les de Fresnel Anexo B Quesões sobre os conceos de: Conceo de polarzação da luz; Ângulo de Brewser; Les de Fresnel. Les de Fresnel Anexo B Quesões - -
Física Experimental IV Polarização por Reflexão ângulo de Brewster. Prof. Alexandre Suaide Prof. Manfredo Tabacniks
Físca xpermenal IV - 008 Polarzação por Reflexão ângulo de Brewser Prof. Alexandre Suade Prof. Manfredo Tabacnks Reflexão e Refração da Luz fsca.ufpr.br/edlson/cap34.pdf fsca.ufpr.br/edlson/cap34.pdf prsma
AGG-232 SÍSMICA I 2011 SÍSMICA DE REFLEXÃO ANÁLISE DE VELOCIDADES
AGG-3 SÍSMICA I 0 SÍSMICA DE REFLEXÃO AÁLISE DE ELOCIDADES O objevo da análse de velocdades é deermnar as velocdades sísmcas das camadas geológcas em subsuperfíce. As velocdades sísmcas são ulzadas em
2. FUNDAMENTOS DE CORRENTE ALTERNADA
Fundamenos de CA 14. FUNDAENTOS DE CORRENTE ALTERNADA Aé o momeno nos preocupamos somene com ensões e correnes conínuas, ou seja, aquelas que possuem módulo e sendo consanes no empo, conforme exemplos
1 Equações de Maxwell. Corrente de deslocamento.
1 Equações de Maxwell. Correne de deslocameno. 1.1 Inrodução As equações de Maxwell que formam a base da Teora Elecromagnéca clássca escrevem-se sob a forma (em undades gaussanas): No vácuo [] 1 no S.I.
Módulo I Ondas Planas. Reflexão e Transmissão com incidência normal Reflexão e Transmissão com incidência oblíqua
Módulo I Ondas Planas Reflexão e Transmssão com ncdênca normal Reflexão e Transmssão com ncdênca oblíqua Equações de Maxwell Teorema de Poyntng Reflexão e Transmssão com ncdênca normal Temos consderado
Iluminação e FotoRealismo: Radiosidade
Ilumnação e oorealsmo: Radosdade Luís Paulo Pexoo dos Sanos hp://gec.d.umnho.p/mcgav/fr Premssas Todas as neracções da luz com os obecos são dfusas L x Θ L x, Θ Ω Expressa em ermos de radosdade W/m 2 r
F-128 Física Geral I. Aula exploratória-10a UNICAMP IFGW
F-8 Físca Geral I Aula exploraóra-a UNICAMP IFGW [email protected] Varáves roaconas Cada pono do corpo rígdo execua um movmeno crcular de rao r em orno do exo. Fgura: s=r Deslocameno angular: em radanos
Física I. 2º Semestre de Instituto de Física- Universidade de São Paulo. Aula 5 Trabalho e energia. Professor: Valdir Guimarães
Físca I º Semesre de 03 Insuo de Físca- Unversdade de São Paulo Aula 5 Trabalho e energa Proessor: Valdr Gumarães E-mal: [email protected] Fone: 309.704 Trabalho realzado por uma orça consane Derenemene
É a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas.
1 INTRODUÇÃO E CONCEITOS INICIAIS 1.1 Mecânca É a pare da Físca que esuda os movmenos dos corpos. 1. -Cnemáca É a pare da mecânca que descreve os movmenos, sem se preocupar com suas causas. 1.3 - Pono
MECÂNICA CLÁSSICA. AULA N o 3. Lagrangeano Princípio da Mínima Ação Exemplos
MECÂNICA CÁSSICA AUA N o 3 agrangeano Prncípo da Mínma Ação Exemplos Todas as les da Físca êm uma esruura em comum: as les de uma parícula em movmeno sob a ação da gravdade, o movmeno dado pela equação
CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013. Padrão. Padrão. max i. I - F = fator estabelecido no art. 4º da Resolução nº 4.
CIRCULAR Nº 3.634, DE 4 DE MARÇO DE 2013 Esabelece os procedmenos para o cálculo da parcela dos avos ponderados pelo rsco (RWA) referene às exposções sueas à varação de axas de uros prefxadas denomnadas
Nota Técnica sobre a Circular nº 2.972, de 23 de março de 2000
Noa Técnca sobre a rcular nº 2.972, de 23 de março de 2000 Meodologa ulzada no processo de apuração do valor da volaldade padrão e do mulplcador para o da, dvulgados daramene pelo Banco enral do Brasl.
Projeto de Inversores e Conversores CC-CC
eparameno de Engenhara Elérca Aula. onversor Buck Prof. João Amérco lela Bblografa BAB, vo. & MANS enzar ruz. onversores - Báscos Não-solados. ª edção, UFS,. MOHAN Ned; UNEAN ore M.; OBBNS Wllam P. Power
Laboratório de Mecânica Aplicada I Estática: Roldanas e Equilíbrio de Momentos
Laboratóro de Mecânca Aplcada I Estátca: Roldanas e Equlíbro de Momentos 1 Introdução O conhecmento das condções de equlíbro de um corpo é mprescndível em númeras stuações. Por exemplo, o estudo do equlíbro
3.1 Método Ground Penetrating Radar GPR
Capíulo 3 Para abordar nosso problema em esudo empregamos o GPR e a sísmca de refração. Aqu apresenamos os prncpas ópcos dos fundamenos eórcos e nsrumenas deses méodos. Como exse uma asa bblografa sobre
ÓPTICA GEOMÉTRICA ÓPTICA REFLEXÃO MEIOS DE PROPAGAÇÃO DA LUZ. Estuda os fenômenos luminosos, sem se interessar com sua natureza.
12. Num calorímetro de capacdade térmca 8,0 cal/ o C ncalmente a 10º C são colocados 200g de um líqudo de calor específco 0,40 cal/g. o C. Verfca-se que o equlíbro térmco se estabelece a 50º C. Determne
CAPÍTULO 1 REPRESENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS. Sistema monovariável SISO = Single Input Single Output. s 1 s 2. ... s n
1 CAPÍTULO 1 REPREENTAÇÃO E CLAIFICAÇÃO DE ITEMA 1.1. Represenação de ssemas 1.1.1. semas com uma enrada e uma saída (IO) e sema monovarável IO = ngle Inpu ngle Oupu s e = enrada s = saída = ssema 1.1..
CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS ) Para o circuito da figura, determinar a tensão de saída V out, utilizando a linearidade.
FISP CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 00 CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS 00 Para o crcuo da fgura, deermnar a ensão de saída V ou, ulzando a lneardade. Assumremos que a ensão de saída seja V ou
PROF. DR. JACQUES FACON LIMIARIZAÇÃO POR ENTROPIA DE WULU
1 PUCPR- Ponfíca Unversdade Caólca Do Paraná PPGIA- Programa de Pós-Graduação Em Informáca Aplcada PROF. DR. JACQUES FACON IMIARIZAÇÃO POR ENTROPIA DE WUU Resumo: Uma nova écnca de marzação baseada em
Análise de Projectos ESAPL / IPVC
Análse de Proecos ESAPL / IPV Tempo, apal, Juro e Taxa de Juro Juros Smples e Juros omposos apalzação e Facor de apalzação Descono e Facor de Acualzação As aplcações do rendmeno onsumo Não Geram Rendmenos
MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Potências e raízes Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Potêncas e raízes Propostas de resolução Exercícos de exames e testes ntermédos 1. Smplfcando a expressão de z na f.a., como 5+ ) 5 1 5, temos: z 1 + 1 ) + 1 1 1
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Interferómetro de Michelson Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
MEDIDA DO TEMPO DE RESPOSTA DOS MEDIDORES DE PRESSÃO DO SPR DA U.N.A. A. A. - UNIDADE I UTILIZANDO O MÉTODO DE MEDIDA DIRETA
MEDIDA DO TEMPO DE RESPOSTA DOS MEDIDORES DE PRESSÃO DO SPR DA U.N.A. A. A. - UNIDADE I UTILIZANDO O MÉTODO DE MEDIDA DIRETA Sergo Rcardo Perera Perllo *, Irac Maríne Perera Gonçalves *, Robero Carlos
PME 2556 Dinâmica dos Fluidos Computacional. Aula 9 - Modelo k-ε Standard
ME 556 Dnâmca dos Fldos Compaconal Ala 9 - Modelo - Sandard Decomposção de Reynolds Decomposção de Reynolds Eqações de Reynolds (1) ( ) ( ) p Eqação de Naver-Soes na forma conservava para m fldo ncompressível:
EN2607 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Lista de Exercícios Suplementares 1 2 quadrimestre 2011
EN67 Transformadas em Sinais e Sisemas Lineares Lisa de Exercícios Suplemenares quadrimesre Figura Convolução (LATHI, 998) (N) (HAYKIN; VEEN,, p 79) O pulso rapezoidal x( ) da figura a seguir é aplicado
Resistores. antes de estudar o capítulo PARTE I
PARTE I Undade B 6 capítulo Resstores seções: 61 Consderações ncas 62 Resstênca elétrca Le de Ohm 63 Le de Joule 64 Resstvdade antes de estudar o capítulo Veja nesta tabela os temas prncpas do capítulo
ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE AERAÇÃO PARA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SUZANO
ESTUDO COMPARATIVO DE SISTEMAS DE AERAÇÃO PARA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SUZANO Roque Passos Pvel Escola Polécnca da Unversdade de São Paulo - EPUSP Pedro Alem Sobrnho Escola Polécnca da Unversdade
Capítulo 24: Potencial Elétrico
Capítulo 24: Potencal Energa Potencal Elétrca Potencal Superfíces Equpotencas Cálculo do Potencal a Partr do Campo Potencal Produzdo por uma Carga Pontual Potencal Produzdo por um Grupo de Cargas Pontuas
Experiência V (aulas 08 e 09) Curvas características
Experênca (aulas 08 e 09) Curvas característcas 1. Objetvos 2. Introdução 3. Procedmento expermental 4. Análse de dados 5. Referêncas 1. Objetvos Como no expermento anteror, remos estudar a adequação de
F-128 Física Geral I. Aula exploratória-10b UNICAMP IFGW
F-18 Físca Geral I Aula exploratóra-10b UNICAMP IFGW [email protected] O teorema dos exos paralelos Se conhecermos o momento de nérca I CM de um corpo em relação a um exo que passa pelo seu centro de
SC de Física I Nota Q Nota Q2 Nota Q3 NOME: DRE Teste 1
SC de Físca I - 2017-2 Nota Q1 88888 Nota Q2 Nota Q3 NOME: DRE Teste 1 Assnatura: Questão 1 - [3,5 pontos] Uma partícula de massa m se move sobre uma calha horzontal lsa com velocdade constante de módulo
LISTA DE EXERCÍCIOS ENGENHARIA DE RESERVATÓRIOS
PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL LISTA DE EXERCÍCIOS ENGENHARIA DE RESERVATÓRIOS 1. Consdere o esquema de searação FLASH mosrado na fura a seur que reresena o rocesso que ocorre em
2ª PARTE Estudo do choque elástico e inelástico.
2ª PARTE Estudo do choque elástco e nelástco. Introdução Consderemos dos corpos de massas m 1 e m 2, anmados de velocdades v 1 e v 2, respectvamente, movmentando-se em rota de colsão. Na colsão, os corpos
Página 293. w1 w2 a b i 3 bi a b i 3 bi. 2w é o simétrico do dobro de w. Observemos o exemplo seguinte, em que o afixo de 2w não
Preparar o Exame 0 0 Matemátca A Págna 9. Se 5 5 é o argumento de z, é argumento de z e 5 5. Este ângulo é gual ao ângulo de ampltude 5 é argumento de z.. Resposta: D w w a b b a b b. a b a a b b b bem
Curso de extensão, MMQ IFUSP, fevereiro/2014. Alguns exercício básicos
Curso de extensão, MMQ IFUSP, feverero/4 Alguns exercíco báscos I Exercícos (MMQ) Uma grandeza cujo valor verdadero x é desconhecdo, fo medda três vezes, com procedmentos expermentas dêntcos e, portanto,
Instituto de Física USP. Física Moderna. Aula 23. Professora: Mazé Bechara
Insiuo de Física USP Física Moderna Aula 3 Professora: Mazé Bechara Aula 3 Bases da Mecânica quânica e equações de Schroedinger: para odos os esados e para esados esacionários. Aplicação e inerpreações.
MATEMÁTICA LISTA DE EXERCÍCIOS NÚMEROS COMPLEXOS
MATEMÁTICA LISTA DE EXERCÍCIOS NÚMEROS COMPLEXOS PROF: Claudo Saldan CONTATO: [email protected] PARTE 0 -(MACK SP/00/Janero) Se y = x, sendo x= e =, o valor de (xy) é a) 9 9 9 9 e) 9 0 -(FGV/00/Janero)
