Revisão de Alguns Conceitos Básicos da Física Experimental
|
|
|
- Victor Belmonte Teixeira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Revião de Algun Conceito Báico da Fíica Experimental Marcelo Gameiro Munhoz Lab. Pelletron, ala 245, r. 6940
2 O que é uma medida? Medir ignifica quantificar uma grandeza com relação a algum padrão tomado como unidade; Por exemplo, ao medir o tamanho de um objeto com uma régua, etamo comparando a marcação calibrada da régua com o objeto endo medido Revião 2
3 Uma medida pode er feita em deixar dúvida? 2 3 Por exemplo, medida da largura da folha de ulfite 2 3 Por exemplo, medida da epeura da mea Revião 3
4 O que io ignifica? A cada medida repetida, ou cada experimentador diferente que realizar a medida ou cada intrumento diferente que uarmo, o reultado da medida pode er diferente! Ma, o que io ignifica? Revião 4
5 Conceito envolvido em uma medida experimental Supondo que exite um valor verdadeiro aociado à grandeza que etá endo medida, nunca iremo obter ee valor em noa mediçõe. Io ocorre devido a caracterítica da própria grandeza endo medida ou limitaçõe intríneca e inevitávei do noo intrumento e técnica de medida Revião 5
6 Conceito envolvido em uma medida experimental efinindo: Erro = valor verdadeiro - valor medido pode-e afirmar que toda medida experimental apreenta um erro, que precia er etimado e compreendido. Incerteza = etimativa etatítica do valor do erro Portanto: Uma medida empre terá uma incerteza Revião 6
7 Como repreentar uma medida? Toda medida deve er repreentada com ua incerteza: (alor ± incerteza) onde: a incerteza terá apena um ou doi algarimo ignificativo. Por que? a incerteza determina o número de algarimo ignificativo do valor medido da grandeza. Como? Revião 7
8 Algarimo ignificativo Regra geral: Só faz entido colocar um ou doi algarimo ignificativo na incerteza. E a incerteza é que determina o número de algarimo ignificativo da medida. Forma correta: (2,74 ± 0,05) cm Revião 8
9 Por que temo dúvida obre o valor deta medida? 2 3 Se eu repetir vária veze eta medida, devo encontrar valore diferente? Provavelmente, NÃO. Porém, quanto podemo confiar na marcação da régua? Ela é perfeita? Qual eria uma boa etimativa para ua imperfeição? Revião 9
10 Incerteza intrumental Quando a menor divião do meu equipamento de medida é muito maior do que a definição da grandeza que etou medindo (por exemplo, largura e epeura da folha ulfite), a incerteza da medida reide na incerteza do equipamento. Qual é uma boa etimativa para a incerteza do equipamento? Incerteza = Metade da menor divião Por que uar ea fórmula? Quai o fatore que determinam a incerteza intrumental? Revião 10
11 Incerteza intrumental A incerteza intrumental tem origem na fabricação e qualidade do intrumento. Sua avaliação também é etatítica. Média = 11,814 cm evio padrão = 0,039 cm Revião 11
12 Por que temo dúvida obre o valor deta medida? 2 3 Se eu repetir vária veze eta medida, devo encontrar valore diferente? Provavelmente, SIM. Como etimar a incerteza nete cao? Revião 12
13 Incerteza Etatítica Quando a menor divião do equipamento é muito menor que variaçõe na medida devido a dificuldade de e definir a própria grandeza que etamo medindo (por exemplo, altura da mea) ou limitaçõe no procedimento experimental, a incerteza deve er determinada a partir de vária medida da grandeza. A variação na medida deve refletir a incerteza intríneca da própria grandeza e/ou do procedimento experimental uado Revião 13
14 Incerteza Etatítica Erro Etatítico ou Aleatório: Reultam de variaçõe aleatória no reultado da medição devido a fatore que não podem er controlado; A etimativa dee erro é chamada de incerteza etatítica; Ea incerteza é obtida por método etatítico, como o devio padrão da média Revião 14
15 Incerteza Etatítica Se o reultado experimental varia a cada nova medida, como repreentá-lo? Quantitativamente, preciamo: do valor que repreenta o reultado da medida e da incerteza da medida. Como calcular ee valore a partir de um conjunto de medida? Revião 15
16 Incerteza Etatítica Se o reultado experimental varia a cada nova medida, como repreentá-lo? Quantitativamente: Reultado da medida Média: N = x i i x = 1 N onde N medida x i foram realizada Revião 16
17 Incerteza Etatítica Quantitativamente: Incerteza Flutuação do dado evio Padrão: N N i= 1 2 d i= 1 i = = N 1 ( x x) Revião 17 N onde N medida x i foram realizada Repreenta a média do módulo da diferença entre a medida e a média da medida. i 2
18 Incerteza Etatítica Ma, ao aumentar o número de medida, noo reultado não deveria er melhor? Será que o devio padrão é a incerteza da medida? Incerteza da média evio Padrão da Média: m = N onde N medida x i foram realizada Revião 18
19 Erro Etatítico ou Aleatório Inicialmente, que caracterítica devemo eperar para a ditribuição do dado obtido? Simétrica em torno de um certo valor, e decrece ao e afatar dee valor Revião 19
20 Incerteza Intrumental e Etatítica Medida do período de ocilação do pêndulo uando um relógio analógico; Nete cao, toda a medida (ou quae toda) reultaram no memo valor. Por quê? Io ocorre poi a precião do equipamento de medida (1 ) é maior que a flutuaçõe do dado (~0,2 ). Portanto, nete cao, devemo uar a incerteza intrumental (0,5 ) Revião 20
21 Incerteza Intrumental e Etatítica E e a incerteza intrumental e etatítica tiverem valore próximo, qual da dua devemo coniderar? Por exemplo, na medida do período de ocilação do pêndulo com o relógio analógico: incerteza relógio ( intrumental ) = 0,5 ; incerteza etatítica ( etatitico ). Nee cao, combinamo a dua com uma oma quadrática: ( ) ( ) 2 etatitic = + o 2 intrumental Revião 21
22 Incerteza Sitemática Incerteza itemática ão aquela que, ao invé de cauar uma flutuação no dado, ela alteram o dado empre para a mema direção; Por exemplo, e o zero do micrômetro etiver delocado de 0,5 mm, toda a ua medida etarão 0,5 mm maior; Incerteza itemática, quando encontrada, podem er uada para corrigir o dado Revião 22
23 Como interpretar o ignificado da incerteza? O que ignifica dizer que minha medida, é 2,74 ± 0,02 mm? Eu tenho confiança que o valor verdadeiro da grandeza medida etá entre (2,74-0,02) e (2,74 + 0,02): 2,72 2,73 2,74 2,75 2, Revião 23
24 Como comparar o reultado de dua medida? É precio e levar em conideração empre a incerteza de medida. Como devemo coniderar a incerteza, no perguntamo e a medida ão compatívei ao invé de iguai ; Por exemplo, 2,74 ± 0,02 mm é compatível com 2,80 ± 0,05 mm? 2,70 2,75 2,80 2, Revião 24
25 Média (alor da Medida) e evio Padrão da Média (Incerteza) Quae Impoível Muito Pouco Provável Pouco Provável Provável Muito Provável Provável Pouco Provável Muito Pouco Provável Quae Impoível Revião 25
26 Uma medida obtida de outra medida tem incerteza? SIM!!! A incerteza de uma medida (nete cao, a incerteza na areta do cubo) e propaga para a medida obtida da mema (o volume do cubo). O volume de um cilindro é dado por: = π (/2) 2 h onde, é o diâmetro do cilindro e h a ua altura. ±Δ h ±Δh Revião 26
27 Propagação de incerteza Nete cao iremo calcular a incerteza no volume devido a incerteza no raio e a incerteza no volume devido a incerteza na altura e depoi combinar a dua incerteza. Incerteza no volume devido a incerteza no raio: max (devido a Δ) = π[(+δ)/2)] 2 h min (devido a Δ) = π[(-δ)/2] 2 h Δ devido a Δ = ( max - min )/2 -Δ +Δ h h h Revião 27
28 Propagação de incerteza Partindo da dependência do volume de um cilindro com o diâmetro: = π 2 h é fácil perceber que: = Revião 28
29 Revião 29 Propagação de incerteza ( ) ( ) df dx f x x f x x x x = + ʹ ʹ ʹ ʹ lim Δ Δ Δ Δ 0 2 ( ) ( ) + = 2 Alguma emelhança entre a dua expreõe abaixo? ( ) ( ) + = 2 =
30 Propagação de incerteza Nete cao iremo calcular a incerteza no volume devido a incerteza no raio e a incerteza no volume devido a incerteza na altura e depoi combinar a dua incerteza. Incerteza no volume devido a incerteza na altura: max (devido a Δh) = π(/2) 2 (h+δh) min (devido a Δh) = π(/2) 2 (h-δh) Δ devido a Δh = ( max - min )/2 h-δh h h+δh Revião 30
31 Propagação de incerteza E combinamo a dua incerteza com uma oma quadrática. Fazemo io poi aumimo que a incerteza devido ao diâmetro é independente da incerteza devido à altura: Δ 2 = (Δ devido a Δ ) 2 + (Δ devido a Δh ) 2 ±Δ h ±Δh Revião 31
32 Propagação de incerteza A incerteza do volume do cilindro ( ) é dada pela propagação da incerteza do diâmetro ( ) e da altura ( h ), ou eja, a incerteza em devido a incerteza em e a incerteza em devido a incerteza em h: ( ) ( ) 2 h 2 = + E como calcular e h? Revião 32
33 Revião 33 Propagação de incerteza ( ) ( ) h h h h h h h + = 2 h h h = Portanto: ( ) ( ) h h h + = + = ( ) ( ) + = 2 =
34 Revião 34 Propagação de incerteza Expreão geral: ada uma grandeza f que depende de outra grandeza x, y,..., z, tem-e que: z y x f z f y f x f + + =
35 Repreentação Gráfica A repreentação gráfica de dado é uma ferramenta muito poderoa durante a análie de um experimento amo tomar como exemplo o etudo de um corpo em queda livre. Medimo a poição em função do tempo, obtendo a velocidade do objeto em queda em função do tempo Revião 35
36 Repreentação Gráfica Repreentaremo graficamente a velocidade (eixo-y ou variável dependente) em função do tempo (eixo-x ou variável independente). Não e equeça ao fazer o gráfico de: Ecolher uma ecala adequada para o eixo, ito é, a relação entre egundo (no cao do eixo-x) ou cm/ (no cao do eixo-y) e o centímetro do papel devem facilitar a leitura do gráfico; Não equecer de colocar legenda e unidade no eixo; Repreente a incerteza na velocidade (como?) Revião 36
37 Eixo em um gráfico eve-e ecolher a ecala que melhor e adapte ao tamanho do papel utilizado IMPORTANTE: Não ue ecala difícei de e compreender. Sempre utilize ecala múltipla de 1, 2 ou 5 Gradue o eixo de 1 em 1 cm (ou 2 em 2). Evite ecala muito epaçada ou muito comprimida t() t() 0 0,5 11,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 5 5,5 6 6,5 7 7,5 8 8,5 9 9,510 t() t() PRÓXIMA AFASTAA Revião 37
38 Eixo em um gráfico eenhe o eixo. Não utilize o eixo e ecala pré-deenhada no papel Coloque legenda em cada um do eixo NUNCA ecreva o valore do ponto no eixo nem deenhe traço indicando o ponto 0 1,3 3,1 5,4 8,9 t () Não! Revião 38
39 Repreentação do ponto no gráfico Utilize marcadore viívei Repreente a barra de incerteza em y e x (quando houver) de forma clara NUNCA LIGUE OS PONTOS Conjunto de dado diferente devem er repreentado com ímbolo (ou core) diferente. Barra de incerteza Marcador Correto Errado Revião 39
40 Ajute de função Uma vez com o gráfico, como podemo verificar e a velocidade (v(t) ) apreenta uma dependência linear com o tempo (t ), ito é, v(t)=v 0 +g t? Podemo tentar ajutar uma reta ao dado, ito é, no perguntar e pode exitir uma reta que decreva bem o noo dado v(cm/) Gráfico v v t Compatível com modelo Não compatível 0, t () Revião 40
41 Ajute de função Em cao afirmativo, como encontrar a reta que decreve bem o dado? Ela erá a reta que mai e aproxima de todo o ponto experimentai coniderando-e a incerteza como peo ,0 5 v(cm/) Gráfico v v t v= v0 + gt Reta ajutada t () Revião 41
42 Repreentação Gráfica Utilizando o gráfico de v(t) t, podemo encontrar a reta que mai e aproxima do ponto, ou eja, a reta que e ajuta ao noo dado; Uma vez encontrada a reta, podemo extrair o eu parâmetro: y = a + b x onde, a é o coeficiente linear da reta e b é o coeficiente angular da reta Revião 42
43 Análie Gráfica Como extrair ee parâmetro da reta ajutada? O coeficiente linear (a ) erá o ponto em y que a reta cruza o eixo vertical (x=0 ); O coeficiente angular (b ) é dado pela inclinação da reta (tan(θ) ): b = tan(θ) = cateto opoto/cateto adjacente Revião 43
44 Análie Gráfica y b = tan(θ) = cateto opoto/cateto adjacente 2 ponto quaiquer θ cateto opoto a cateto adjacente x Revião 44
45 Análie Gráfica Qual é a interpretação que podemo dar ao parâmetro da reta? Se o ponto e comportam de maneira linear, io erá uma indicação que o modelo da queda livre é bom para repreentar noo dado; Portanto, a interpretação do parâmetro é: y = a + b x v(t) = v 0 + g t Revião 45
46 Análie Gráfica Se o modelo de queda livre é adequado, e y = v(t), x = t, temo: a = v 0 e b = g Será que o valore obtido ão razoávei? Como avaliar io? Preciamo da incerteza de a (v 0 ) e b (g) Revião 46
47 Análie Gráfica Qual é a incerteza de a (v 0 ) e b (g)? Como podemo etimá-la? Também o faremo graficamente: tomando a reta de maior inclinação poível que ainda decrevem o ponto, o que determina o parâmetro máximo a max e mínimo b min ; e a reta de menor inclinação poível que ainda decrevem o ponto, o que determina o parâmetro mínimo a min e máximo b max ; Revião 47
48 Análie Gráfica v(cm/) Gráfico v v t Reta máxima: a max e b min v= v0 + gt Reta mínima: a min e b max , t () Revião 48
49 Análie Gráfica A incerteza de a (v 0 ) e b (g) ão dada por: Δa = (a max a min )/2 e Δb = (b max b min )/2 Uma vez com a incerteza calculada, podemo avaliar e o reultado etá de acordo com o modelo da queda livre, ito é, e o valore do parâmetro etão compatívei com o valore eperado egundo o modelo Revião 49
Física I. Oscilações - Resolução
Quetõe: Fíica I Ocilaçõe - Reolução Q1 - Será que a amplitude eacontantenafae de um ocilador, podem er determinada, e apena for epecificada a poição no intante =0? Explique. Q2 - Uma maa ligada a uma mola
Módulo III Movimento Uniforme (MU)
Módulo III Moimento Uniforme (MU) Em moimento retilíneo ou curilíneo em que a elocidade ecalar é mantida contante, diz-e que o móel etá em moimento uniforme. Nete cao, a elocidade ecalar intantânea erá
Considere as seguintes expressões que foram mostradas anteriormente:
Demontração de que a linha neutra paa pelo centro de gravidade Foi mencionado anteriormente que, no cao da flexão imple (em eforço normal), a linha neutra (linha com valore nulo de tenõe normai σ x ) paa
MOVIMENTOS VERTICAIS NO VÁCUO
Diciplina de Fíica Aplicada A 1/ Curo de Tecnólogo em Getão Ambiental Profeora M. Valéria Epíndola Lea MOVIMENTOS VERTICAIS NO VÁCUO Agora etudaremo o movimento na direção verticai e etaremo deprezando
Física Atómica e Nuclear Capítulo 7. Átomos Multilelectrónicos.
132 7.6. Acoplamento do Momento Angular. A informação dada atravé da ditribuição electrónica no átomo não é uficiente para decrever completamente o etado do átomo, uma vez que não explica como o momento
Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Medidas de Dispersão
Univeridade Cruzeiro do Sul Campu Virtual Unidade I: Unidade: Medida de Diperão 010 0 A medida de variação ou diperão avaliam a diperão ou a variabilidade da equência numérica em análie. São medida que
INTERVALO DE CONFIANÇA
INTERVALO DE CONFIANÇA Supoha que etejamo itereado um parâmetro populacioal verdadeiro (ma decohecido) θ. Podemo etimar o parâmetro θ uado iformação de oa amotra. Chamamo o úico úmero que repreeta o valor
FÍSICA 2º ANO DIFERENÇA DE DOIS VETORES Duas grandezas vetoriais são iguais quando apresentam o mesmo módulo, a mesma direção e o mesmo sentido.
FÍSICA º ANO I- ETOES - GANDEZA ESCALA E ETOIAL a) G Ecalar: é aquela que fica perfeitamente definida quando conhecemo o eu valor numérico e a ua unidade de medida Ex: maa, tempo, comprimento, energia,
Intervalo de Confiança para a Variância de uma População Distribuída Normalmente. Pode-se mostrar matematicamente que a variância amostral,
Etatítica II Antonio Roque Aula 8 Intervalo de Confiança para a Variância de uma População Ditribuída Normalmente Pode-e motrar matematicamente que a variância amotral, ( x x) n é um etimador não envieado
Introdução à Expressão de Resultados Experimentais.
U n i v e r i d a d e d e S ã o P a u l o I N S T I T U T O D E F Í S I C A Introdução à Epreão de Reultado Eperimentai. Prof. Manfredo H Tabacnik Ee é um reumo operacional do principai conceito uado para
Introdução às Medidas em Física a Aula. Nemitala Added Prédio novo do Linac, sala 204, r. 6824
Introução à Meia e Fíica 430015 4 a Aula Neitala Ae [email protected] Préio novo o Linac, ala 04, r. 684 Objetivo Experiência II eniae e Sólio Meia inireta Meia a eniae e ólio Noçõe e Etatítica Propagação
Probabilidade e Estatística
Probabilidade e Etatítica Material teórico Medida de Diperão ou Variação Reponável pelo Conteúdo: Profª M. Roangela Maura C. Bonici MEDIDAS DE DISPERSÃO OU VARIAÇÃO Introdução ao Conteúdo Cálculo da
1 Inferência Estatística - Teoria da Estimação
1 Inferência Etatítica - Teoria da Etimação 1.1 Introdução Nete capítulo abordaremo ituaçõe em que o interee etá em obter informaçõe da população com bae em amotra. Como exemplo, conidere a eguinte ituaçõe.
e-física IFUSP 08 Movimento dos Projéteis Exercícios Resolvidos
e-fíica Enino de Fíica Online Inituto de Fíica da USP 8 Moimento do Projétei Eercício Reolido Eercício Reolido 8.1 A figura ilutra a ituação na ual em um determinado intante um projétil de maa m = kg ai
TRANSFORMADA DE LAPLACE. Revisão de alguns: Conceitos Definições Propriedades Aplicações
TRANSFORMADA DE LAPLACE Revião de algun: Conceito Deiniçõe Propriedade Aplicaçõe Introdução A Tranormada de Laplace é um método de tranormar equaçõe dierenciai em equaçõe algébrica mai acilmente olucionávei
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) ªFASE
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) 013 ªFASE 1. 1.1. Aplicando o método de Hondt, o quociente calculado ão o eguinte: Lita A B C D Número de voto 13 1035
Introdução às Medidas em Física 3 a Aula *
Introdução às Medidas em Física 3 a Aula * http://fge.if.usp.br/~takagui/fap015_011/ Marcia Takagui Ed. Ala 1 * Baseada em Suaide/ Munhoz 006 sala 16 ramal 6811 1 Experiência II: Densidade de Sólidos!
Disciplina de Física Aplicada A 2012/2 Curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora Ms. Valéria Espíndola Lessa MECÂNICA
Diciplina de Fíica Aplicada A 212/2 Curo de Tecnólogo em Getão Ambiental Profeora M. Valéria Epíndola Lea MECÂNICA Neta aula etudaremo a primeira parte da Fíica Cláica: a Mecânica. A Mecânica divide-e
Cálculo Diferencial e Integral II. Lista 8 - Exercícios/ Resumo da Teoria
Cálculo Diferencial e Integral II Lita 8 - Exercício/ Reumo da Teoria Derivada Direcionai Definição Derivada Direcional. A derivada da função f x, no ponto P x, na direção do veror u u 1, u é o número
CAPÍTULO 4. Movimento Variado. Introdução. 2-Aceleração Escalar Média
CAPÍTULO 4 Movimento Variado Introdução O movimento do corpo no dia-a-dia ão muito mai variado do que propriamente uniforme, até porque, para entrar em movimento uniforme, um corpo que etava em repouo,
Medida do Tempo de Execução de um Programa. Bruno Hott Algoritmos e Estruturas de Dados I DECSI UFOP
Medida do Tempo de Execução de um Programa Bruno Hott Algoritmo e Etrutura de Dado I DECSI UFOP Clae de Comportamento Aintótico Se f é uma função de complexidade para um algoritmo F, então O(f) é coniderada
Ww Ws. w = e = Vs 1 SOLO CONCEITOS BÁSICOS
1 SOLO CONCEITOS BÁSICOS O olo, ob o ponto de vita da Engenharia, é um conjunto de partícula ólida com vazio ou poro entre ela. Ete vazio podem etar preenchido com água, ar ou ambo. Aim o olo é : - eco
2 Cargas Móveis, Linhas de Influência e Envoltórias de Esforços
2 Carga óvei, Linha de Influência e Envoltória de Eforço 21 Introdução Para o dimenionamento de qualquer etrutura é neceário conhecer o eforço máximo e mínimo que ela apreentará ao er ubmetida ao carregamento
1 Iluminação e Sombreamento
1 luminação e Sombreamento 1.1 ntrodução Para er poível obter a imagem de uma cena eta terá que er iluminada por uma ou mai fonte de luz e têm que er definida a propriedade de interacção entre o objecto
Bioestatística e Computação I
Bioetatítica e Computação I Intervalo de confiança Maria Virginia P Dutra Eloane G Ramo Vania Mato Foneca Pó Graduação em Saúde da Mulher e da Criança IFF FIOCRUZ Baeado na aula de M. Pagano e Gravreau
Aula 7 Resposta no domínio do tempo - Sistemas de segunda ordem
FUNDAMENTOS DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Aula 7 Repota no domínio do tempo - Sitema de egunda ordem Prof. Marcio Kimpara Univeridade Federal de Mato Groo do Sul Sitema de primeira ordem Prof. Marcio Kimpara
8 Equações de Estado
J. A. M. Felippe de Souza 8 Equaçõe de Etado 8 Equaçõe de Etado 8. Repreentação por Variávei de Etado Exemplo 4 Exemplo 8. 4 Exemplo 8. 6 Exemplo 8. 6 Exemplo 8.4 8 Matriz na forma companheira Exemplo
Aula 20. Efeito Doppler
Aula 20 Efeito Doppler O efeito Doppler conite na frequência aparente, percebida por um oberador, em irtude do moimento relatio entre a fonte e o oberador. Cao I Fonte em repouo e oberador em moimento
Introdução às Medidas em Física 5 a Aula *
Introdução às Medidas em Física 5 a Aula * http://fge.if.usp.br/~takagui/4300152_2011/ Marcia Takagui Ed. Ala 1 * Baseada em Suaide/ Munhoz 2006 sala 216 ramal 6811 1 ! Instrumental Vimos: Tipos de incerteza
Ondas e Óptica. No espelho côncavo, se o objeto está colocado entre o foco e o vértice ( s < f ) do espelho a imagem é virtual e direita.
Onda e Óptica Epelho eférico V = Vértice do epelho = entro de curatura do epelho F = Foco do epelho = Ditância do objeto ao értice de epelho = Ditância da imagem ao értice do epelho f = Foco do epelho
2. FLEXO-TORÇÃO EM PERFIS DE SEÇÃO ABERTA E PAREDES DELGADAS.
2. FLEXO-TORÇÃO EM PERFIS DE SEÇÃO BERT E PREDES DELGDS. Nete capítulo ão apreentado, de forma concia, com bae no trabalho de Mori e Munaiar Neto (2009), algun conceito báico neceário ao entendimento do
2.3 Simetrias cinemáticas e geradores infinitesimais
.3 Simetria cinemática e geradore infiniteimai O método de contruir uma repreentação de um itema diretamente a partir da freqüência relativa medida, como exemplificado no pin, eria completamente inviável
Introdução às Medidas em Física a Aula. Nemitala Added Prédio novo do Linac, sala 204, r. 6824
Introdução às Medidas em Física 4300152 3 a Aula Nemitala Added [email protected] Prédio novo do Linac, sala 204, r. 6824 Experiência I: Medidas de Tempo e o Pêndulo Simples Objetivos: Realizar medidas
Simulações de Pêndulo Simples e Invertido 1
Simulaçõe de Pêndulo Simple e Invertido André Pereira da Cota, Valnyr Vaconcelo Lira 3, Samuel Alve da Silva 4 Parte do trabalho de concluão de curo do primeiro autor. Graduando em Tecnologia em Automação
Transformada de Laplace
Sinai e Sitema - Tranformada de Laplace A Tranformada de Laplace é uma importante ferramenta para a reolução de equaçõe diferenciai. Também é muito útil na repreentação e análie de itema. É uma tranformação
Experimento MRU Construindo Gráficos Propagação de Erros
Universidade Federal de Lavras Departamento de Física Experimento MRU Construindo Gráficos Propagação de Erros Laboratório de Física A e I Objetivos e Materiais Objetivos: Estudar os conceitos básicos
Teste para Médias: duas amostras independentes
Etatítica II.09.07 UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL Etatítica I - UNIR Etatítica II Tete para Média: dua amotra independente Profa. Renata Gonçalve
1 Jogos Estáticos de Informação Incompleta
Nota de Aula - Teoria do Jogo - FCE/UERJ 016. Verão preliminar - favor não circular) Profeor Pedro Hemley Horário: xxxx Sala: xxxx Ementa e informaçõe relevante: página do curo 1 Jogo Etático de Informação
Miloje / Shutterstock. Matemática B. CP_18_GAIA_MB1.indd 1 12/01/ :44
Miloje / Shuttertock Matemática _18_GI_M1.indd 1 1/01/018 14:44 Matemática aula 1 é ietriz de Ô Ô Ô Soma de ângulo adjacente Quanto ao valor, a oma de doi ângulo adjacente pode er claificada em trê categoria:
MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Agregados determinação da absorção e da densidade de agregado graúdo
Método de Enaio Página 1 de 6 RESUMO Ete documento apreenta o procedimento para a determinação da denidade aparente de agregado graúdo e da aborção d água. Apreenta definiçõe, aparelhagem, amotragem, enaio
Projeto do compensador PID no lugar das raízes
Projeto do compenador PID no lugar da raíze 0 Introdução DAELN - UTFPR - Controle I Paulo Roberto Brero de Campo Neta apotila erão etudado o projeto do compenadore PI, PD e PID atravé do lugar da raíze
Motores de Indução Trifásicos Parte I
Motore de Indução Trifáico Parte I 1 Tópico da Aula de Hoje Neceidade de etudar o motore, do ponto de vita de eficiência energética Conceito báico envolvendo o funcionamento do motore de indução trifáico
Princípios de Modelagem Matemática Aula 08
Princípios de Modelagem Matemática Aula 08 Prof. José Geraldo DFM CEFET/MG 06 de maio de 2014 1 A validação de um modelo matemático não se resume apenas em verificar suas predições com o comportamento
Matemática. Resolução das atividades complementares ( ) M19 Geometria Analítica: Pontos e Retas. ( ) pertence à bissetriz dos quadrantes pares.
Reolução da atividade complementare Matemática M9 Geometria nalítica: Ponto e Reta p. 08 (MK-SP) Identifique a entença fala: a) O ponto (0, ) pertence ao eio. b) O ponto (4, 0) pertence ao eio. c) O ponto
Lista 4 Prof. Diego Marcon
Lita 4 Prof. Diego Marcon Método Aplicado de Matemática I 6 de Junho de 07 Lita de exercício referente ao retante da primeira área da noa diciplina: Exponencial de matrize Tranformada de Laplace Delocamento
Para ajudar em sua organização dos estudos, vale lembrar quais foram os conteúdos trabalhados durante o bimestre:
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO 2 - MATEMÁTICA Nome: Nº 9ºAno Data: / / Profeore: Diego, Deny e Yuri Nota: (Valor 1,0) 2º Bimetre Apreentação: Prezado aluno, A etrutura da recuperação bimetral paralela do Colégio
Introdução às Medidas em Física 4 a Aula *
Introdução às Medidas em Física 4 a Aula * http://fge.if.usp.br/~takagui/4300152_2011/ Marcia Takagui Ed. Ala 1 * Baseada em Suaide/ Munhoz 2006 sala 216 ramal 6811 1 Experiência II: Densidade de Sólidos
IMPLEMENTANDO E SIMULANDO ANALOGICAMENTE SISTEMAS LITC
IMPLEMENTANDO E SIMULANDO ANALOGICAMENTE SISTEMAS LITC Orlando do Rei Pereira, Wilton Ney do Amaral Pereira Abtract É apreentada uma técnica para imular analogicamente um itema LITC tanto por diagrama
Controle de Sistemas. Estabilidade. Renato Dourado Maia. Universidade Estadual de Montes Claros. Engenharia de Sistemas
Controle de Sitema Etabilidade Renato Dourado Maia Univeridade Etadual de Monte Claro Engenharia de Sitema Etabilidade: Uma Idéia Intuitiva... Etável... Neutro... Intável... 2/5 Etabilidade Ma o que é
NOTA 1: 7,0. Medidas Físicas de volume
1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA BAHIA IFBA - CAMPUS PAULO AFONSO UNIDADE ACADÊMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA FÍSICA EXPERIMENTAL I NOTA 1: 7,0 Experimento:Teoria do erro
Unidade Símbolo Grandeza
Unidade Prefixo Noe Síbolo Fator Multiplicador Noe Síbolo Fator Multiplicador exa E 10 18 deci* d 10-1 peta P 10 15 centi* c 10 - tera T 10 1 ili* 10-3 giga* G 10 9 icro* 10-6 ega* M 10 6 nano n 10-9 quilo*
4. CONTROLE PID COM O PREDITOR DE SMITH
4 CONTROLADOR PID COM O PREDITOR DE SMITH 28 4. CONTROLE PID COM O PREDITOR DE SMITH 4.1 SINTONIA DO CONTROLADOR PID Nete capítulo erá apreentada a metodologia para a intonia do controlador PID. Reultado
Erros e Medidas. Professor: Carlos Alberto Disciplina: Física Geral e Experimental. Profº Carlos Alberto
Erros e Medidas Professor: Carlos Alberto Disciplina: Física Geral e Experimental Medindo grandezas Físicas Medir é comparar duas grandezas sendo uma delas previamente definida como padrão e a outra desconhecida.
Carregamentos de Amplitudes Variável. Waldek Wladimir Bose Filho, PhD NEMAF Núcleo de Ensaio de Materiais e Análise de Falhas
Carregamento de Amplitude Variável Waldek Wladimir oe Filho, PhD EMAF úcleo de Enaio de Materiai e Análie de Falha Tenão Repetição ou Variação de Carga Carregamento em vôo Vôo médio Carga em olo Média
Cinemática Exercícios
Cinemática Exercício Aceleração e MUV. 1- Um anúncio de um certo tipo de automóvel proclama que o veículo, partindo do repouo, atinge a velocidade de 180 km/h em 8. Qual a aceleração média dee automóvel?
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva Medidas de grandezas físicas Valor numérico e sua incerteza, unidades apropriadas Exemplos: - Velocidade (10,02 0,04) m/s - Tempo (2,003 0,001) µs - Temperatura (273,3
SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I
SEM52 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Aula 7 Planificação, deenvolvimento de ólido, interecção 7.2 PLANIFICAÇÃO Planificação é uma repreentação em um plano que quando dobrada gera forma tridimenionai. Na
Tabela Periódica Princípio de Exclusão de Pauli
Fíica IV Poi Engenharia Eétrica: 18ª Aua (3/10/014) Prof. Avaro Vannucci Na útima aua vimo: Grandeza fíica reacionada com o número quântico: (i) Número quântico orbita (azimuta) Momento Anguar Orbita L
APOSTILA DE MOVIMENTO CIRCULAR Uniforme - MCU
Prof. Dr.Claudio Sergio Sartori e Prof. Dr. Irval C. de Faria 1 APOSTILA DE MOVIMENTO CIRCULAR Uniforme - MCU 1 S de 2017 Prof. Dr.Claudio Sergio Sartori e Prof. Dr. Irval Cardoo de Faria. Prof. Dr.Claudio
Lista de revisão para a prova
Turma: Licenciatura em Física Período: 1º Disciplina: Introdução à Física Experimental Profª Marcia Saito Lista de revisão para a prova I) Leitura de equipamentos 1) Fazer a leitura dos seguintes instrumentos:
Física Experimental I
Medidas em Física Teoria do Erro Física Experimental I Medidas Físicas Diretas: leitura de uma magnitude mediante o uso de instrumento de medida, ex: Comprimento de uma régua, a corrente que passa por
