Alessandra Comparotto de Menezes IHOC-2013
|
|
|
- Isaac Braga Sabrosa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Alessandra Comparotto de Menezes IHOC-2013
2 DEFINIÇÃO: - Proliferação neoplásica clonal de uma linhagem de células do sistema hematopoético
3 Representam um grupo heterogêneo de desordens hematopoéticas malignas As leucemias agudas são compostas principalmente por: - leucemia mielóide aguda (LMA) - leucemia linfoblástica aguda (LLA)
4 Diferem entre si pela epidemiologia, biologia, curso clínico e prognóstico A etiologia ainda é desconhecida. Exposição à produtos químicos mutagênicos e à radiação ionizante aumentam a incidência de desenvolvimento de leucemia A maioria das leucemias exibem aberrações cromossômicas e/ou mutações gênicas
5
6 Expansão clonal de células mielóides imaturas na medula óssea, sangue periférico ou outros órgãos Grupo de doenças heterogênias morfológica, clinica e geneticamente Incidência: ± 2,5 3 casos/100 mil hab/ano Todas as idades, com pico em torno dos 65 anos, principalmente em homens Abaixo dos 15 anos corresponde a 15-20% de todas as leucemias, com pico entre 3-4 anos
7
8 Apresentação Clínica: - Sinais e sintomas diversos e não específicos, geralmente relacionados à infiltração leucêmica de medula óssea que resulta em citopenias - Fadiga, hemorragias, infecções e febre - Hepatomegalia, esplenomegalia, infiltração de pele, linfadenomegalias, dor óssea, sintomas neurológicos - Hiperleucocitose: leucoestase
9 Diagnóstico: - Identificação morfológica de mieloblastos leucêmicos em sangue periférico e/ou medula óssea - Hemograma - citopenias: anemia leucopenia trombocitopenia - leucocitose com blastos
10
11 - Mielograma - Células com irregularidade nuclear, cromatina nuclear dispersa, nucléolo evidente, pouco citoplasma, grânulos finos em citoplasma, e/ou bastonetes de Auer - Presença de 20% de blastos - Estudo citogenético - Importância prognóstica: alterações classificadas em bom, intermediário e pobre
12
13 - Imunofenotipagem - Processo de classificação de células do sistema imune baseado nas diferenças estruturais e funcionais. O processo é comumente utilizado para analisar e classificar as células em subgrupos baseados em antígenos CD pela técnica de citometria de fluxo - Definição do subtipo da leucemia - Importância prognóstica
14 WHO: (nova classificação, mais atualizada) Leucemia mielóide aguda com mielodisplasia - Achados morfológicos de mielodisplasia, ou história prévia de SMD ou SMP, ou alterações citogenéticas próprias de SMD - Prognóstico pobre Leucemia mielóide aguda com anormalidades genéticas recorrentes: - Grupo caracterizado por alterações cromossômicas recorrentes e com prognóstico bem definido
15 t(15;17)(q22;q12); PML- RARA # Leucemia Promielocítica aguda (M3) - Predomínio de promielócitos anormais - 5-8% das LMA - Típica: hiperleucocitose, associação com CIVD - Prognóstico mais favorável de todas as LMA
16 Neoplasia mielóide relacionada à terapias - Complicação tardia de quimioterapia citotóxica e/ou radioterapia prévia % casos Panmielose aguda com mielofibrose - Proliferação panmielóide com aumento de blastos, acompanhada de fibrose de MO - Perda peso, fadiga, dor óssea, pancitopenia evolução rápida Leucemia Mielóide aguda não especificada
17 - Leucemia mielóide aguda com mínima diferenciação (M0)
18 - Leucemia mielóide aguda sem maturação (M1)
19 Leucemia mielóide aguda com maturação (M2)
20 - Leucemia mielomonocítica aguda (M4)
21 - Leucemia monoblástica e monocítica aguda (M5) Freqüentemente associada a desordens hemorrágicas, massas extramedulares, infiltração cutânea, gengival e de SNC
22 - Leucemia eritróide aguda (M6) Eritroleucemia Leucemia eritróide pura
23 - Leucemia megacarioblástica aguda (M7)
24 Sarcoma Mielóide Massa tumoral constituída por blastos mielóides em localização extramedular. Predomínio em homens, acima 56 anos Qualquer parte do corpo Mais freqüente: pele, linfonodos, TGI, ossos, tecido muscular e testículos
25
26 Neoplasia de células precursoras de linhagem B, envolvendo medula óssea, sangue periférico, e apresentando ocasionalmente envolvimento primário de sítio nodal ou extranodal O termo linfoma é aplicado para processo confinado à massa, e sem ou com mínima evidência de envolvimento medular ou de sangue periférico
27 Doença primária de crianças: - 75% dos casos ocorrem abaixo dos 6 anos de idade Incidência: 1-4,75 / hab /ano Etiologia: anormalidades genéticas (translocações como eventos primários) Aumento da incidência associada à: Sd de Down, neurofibromatose, Sd de Shwachman, Sd de Bloom, Sd de Li-Fraumeni, ataxiatelangiectasia, e Sd de Klinefelter
28 Sítios de envolvimento: - MO em todos ao casos, e sangue periférico usualmente - Extramedulares: SNC, linfonodos, baço, fígado e testículos Achados clínicos: - Evidências de falência de MO com trombocitopenia, anemia e/ou neutropenia. Leucócitos podem estar diminuídos, normais ou elevados - Linfadenopatias, esplenomegalia e hepatomegalia - Dor óssea - Febre, fadiga, artralgias
29 Diagnóstico - Identificação morfológica de linfoblastos leucêmicos em sangue periférico e/ou medula óssea - Hemograma
30 - Mielograma - Células variam de pequenos blastos com citoplasma escasso, cromatina nuclear condensada e nucléolo indistinto, à células grandes com citoplasma azulado, acasionalmente vacuolizado, cromatina nuclear dispersa e múltiplos nucléolos evidentes
31 Classificação morfológica: FAB - L1: LLA comum na infância - L2: LLA comum no adulto - L3: LLA Burkitt Atualmente o Burkitt é classificado como linfoma linfoblástico e a leucemia é uma variante do linfoma com grandes massas e presença de células do linfoma circulantes
32
33
34
35 - Imunofenotipagem - LLA foi dividida conforme marcação imunofenotípica em Linhagem B: Pró-B Comum Pré-B LLA-B - Estudo citogenético - Importância prognóstica
36
37 LLA B: bom prognóstico em crianças, porém em adultos o prognóstico é menos favorável Remissão completa em crianças > 95%, e em adultos 60-85% Cura: em crianças - 80% em adultos < 50% Infiltração de SNC: pior prognóstico Hiperleucocitose: pior prognóstico Idade > 10 anos : pior prognóstico
38 Neoplasia de células precursoras de linhagem T, envolvendo medula óssea, sangue periférico, ou apresentando envolvimento primário de timo, sítios nodais e extranodais 15% das crianças com LLA, e 25% dos adultos Mais comum em adolescentes
39 Achados clínicos: - Elevada contagem leucocitária - Presença de massas mediastinais, linfadenopatias, e hepatoesplenomegalia - Febre, fadiga Diagnóstico - Hemograma Identificação morfológica de linfoblastos leucêmicos em sangue periférico e/ou medula óssea
40 - Mielograma - Células variam de pequenos blastos com citoplasma escasso, cromatina nuclear condensada e nucléolo indistinto, à células grandes com citoplasma azulado, ocasionalmente vacuolizado, cromatina nuclear dispersa e múltiplos nucléolos evidentes
41
42 - Imunofenotipagem - LLA foi dividida conforme marcação imunofenotípica em Linhagem T: Pré-T LLA-T - Estudo citogenético - Importância prognóstica
43 Prognóstico: - Alto risco - Prognóstico pior em relação à LLA-B (pacientes mais velhos e com hiperleucocitose) - Maior falência na indução, recidiva precoce e recidiva isolada em SNC
44 Tratamento LLA - Quimioterapia sistêmica Manutenção: em geral 2,5 a 3 anos Profilaxia SNC: necessária até 1 ano após remissão completa - TCTH alogênico
45 Leucemias onde não há evidência clara de diferenciação de uma única linhagem Incluem: - Leucemia aguda indiferenciada: sem antígenos de linhagem específica - Leucemia aguda de fenótipo misto: blastos expressam antígenos de mais de uma linhagem
46 OBRIGADA!
Investigação Laboratorial de LLA
Investigação Laboratorial de LLA Ana Paula Fadel RESUMO A leucemia linfóide aguda (LLA) é a doença que ocorre principalmente na infância em crianças de 2 e 10 anos correspondendo a 70% dos casos; em adultos
Leucemias Agudas: 2. Anemia: na leucemia há sempre anemia, então esperamos encontrar valores diminuídos de hemoglobina, hematócrito e eritrócitos.
Leucemias Agudas: Leucemias são disfunções graves da hematopoese, consideradas neoplasias hematológicas, que resultam em grandes alterações na composição do sangue. Na maioria das leucemias, todo o hemograma
FERNANDA DE LIMA GOMES DOS SANTOS ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS NO DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE LEUCEMIAS LINFOCÍTICAS
ACADEMIA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM HEMATOLOGIA ESSENCIAL E PRÁTICA FERNANDA DE LIMA GOMES DOS SANTOS ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS NO DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
DIAGNÓSTICO DA LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA
DIAGNÓSTICO DA LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA Prof. Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Citologia da medula óssea (mielograma)
CLASSIFICAÇÃO DAS LEUCEMIAS
CLASSIFICAÇÃO DAS LEUCEMIAS Prof. Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Classificação das leucemias Por que classificar
O Cancro - Aspectos gerais O termo Cancro é aplicado e utilizado genericamente para identificar um vasto conjunto de doenças que são os tumores malign
presentes na Leucemia Daniela Bessa O Cancro - Aspectos gerais O termo Cancro é aplicado e utilizado genericamente para identificar um vasto conjunto de doenças que são os tumores malignos, também designamos
13/08/2010. Marcos Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia UFRJ
Diagnóstico Laboratorial das Neoplasias Hematológicas. Marcos Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia UFRJ Neoplasias Hematológicas. São doenças causadas pela proliferação descontrolada
RECONHECIMENTO CLÍNICO & DIAGNÓSTICO. Dra. Lucilene Silva Ruiz e Resende Disciplina de Hematologia Depto. de Clínica Médica FMB - UNESP Botucatu 2014
RECONHECIMENTO CLÍNICO & DIAGNÓSTICO Dra. Lucilene Silva Ruiz e Resende Disciplina de Hematologia Depto. de Clínica Médica FMB - UNESP Botucatu 2014 Definição HEMATO (sangue) + POESE (fazer) Processo pelo
PATOLOGIA DO SISTEMA HEMATOPOIÉTICO
PATOLOGIA DO SISTEMA HEMATOPOIÉTICO Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA AGUDA EM GATOS Rafael
LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA DE RÁPIDA EVOLUÇÃO: UM RELATO DE CASO
LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA DE RÁPIDA EVOLUÇÃO: UM RELATO DE CASO Nicole Mariele Santos Röhnelt; Luiz Guilherme Hendrischky dos Santos Aragão; Lucas de Oliveira Carvalho; Tainara Moreira; Tássia Bombardieri
- Condição adquirida caracterizada por alterações do crescimento e da diferenciação celular
DISPLASIA: - Condição adquirida caracterizada por alterações do crescimento e da diferenciação celular Lesão celular reversível desencadeada por irritantes crônicos. Sua alteração pode acontecer na forma,
ACADEMIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA
4 ANEMIA HEMOLÍTICA AUTOIMUNE DE CAUSA VIRAL Hb: 0, g/dl, HCM: 7, pg, VCM: 9 fl, LEUCÓCITOS: 6.500/mm (APÓS CORREÇÃO DOS ERITROBLASTOS), PLAQUETAS: 86.000/mm. () PLASMÓCITO, () ERITROBLASTO, () MONÓCITO
TÍTULO: MONITORAMENTO DE DOENÇA RESIDUAL MÍNIMA PÓS TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA EM PACIENTES COM LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA
16 TÍTULO: MONITORAMENTO DE DOENÇA RESIDUAL MÍNIMA PÓS TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA EM PACIENTES COM LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO:
Diagnóstico Laboratorial em Hematologia. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ
Diagnóstico Laboratorial em Hematologia Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ [email protected] Anemia É definida como uma diminuição de hemoglobina e ou hemácias no
Profa Dra Larissa Gorayb F Mota
DOENÇAS PROLIFERATIVAS DA LINHAGEM LINFÓIDE Profa Dra Larissa Gorayb F Mota LINFOPOESE Linfoblasto Pró-linfócito Linfócito maduro LINHAGEM LINFOCÍTICA Linfócitos B e T: morfologicamente iguais/função diferente
Hematologia Clínica : bases fisiopatológicas
Para entender Hematologia: compartimento 1 = medula óssea ( MO), onde são produzidas as células sanguíneas compartimento 2 = sangue periférico (SP), onde circulam as células compartimento 3 = órgãos linfóides
Curso de atualização à distância em SMD - organizado pelo GLAM
Grupo Latino-Americano De SMD GLAM Curso de atualização à distância em SMD - organizado pelo GLAM O Grupo Latino-Americano em SMD (GLAM), como Associação Científica Sem Fins Lucrativos, desenvolveu um
LEUCEMIAS. Profª Ms. Priscila Ferreira Silva [email protected]
LEUCEMIAS Profª Ms. Priscila Ferreira Silva [email protected] HEMATOPOESE LEUCEMIAS Alteração genética monoclonal Classificadas em: Agudas Crônicas Mielóides Linfóides LEUCEMIAS Leucemias agudas: Leucemia
Aplicações Clínicas da Citometria de Fluxo
Aplicações Clínicas da Citometria de Fluxo Imunologia Hematologia Diagnóstico baseado nas células Prognóstico baseado nas células Monitoramento de terapias Analise de lesões e morte celular Anatomia patológica
PATOLOGIA DO SISTEMA HEMATOPOIÉTICO
PATOLOGIA DO SISTEMA HEMATOPOIÉTICO Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria INTRODUÇÃO AOS TUMORES HEMATOPOIÉTICOS Rafael
2. METODOLOGIA 3. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
4 1. INTRODUÇÃO A Leucemia Mielóide Crônica (LMC) possui uma incidência de 15% a 20% de todas as leucemias no adulto, equivalendo a 1,6 casos por 100 mil habitantes. Esta doença apresenta uma maior predominância
Aulas e discussão dos casos.
Aulas e discussão dos casos http://hematofmusp.weebly.com Hematologia Clínica Objetivos do curso Sintomas e Sinais Clínicos História e Exame Físico O que não está funcionando no Sistema Raciocínio Clínico
ENFERMAGEM. DOENÇAS HEMATOLÓGICAS Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS HEMATOLÓGICAS Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos ALTERAÇÕES DA COAGULAÇÃO Púrpuras (Trombocitopênica Imunológica): doença adquirida; os anticorpos destroem as plaquetas. Sintomas:
17/03/2011. Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ [email protected]
Marcos K. Fleury Laboratório de Hemoglobinas Faculdade de Farmácia - UFRJ [email protected] São doenças causadas pela proliferação descontrolada de células hematológicas malignas ou incapacidade da medula
Plaquetopenia. Felippe Schirmer
Recapitulando... Plaquetopenia Felippe Schirmer plaquetopenia iniciar com investigação para anemia plaquetas< 150.000 e maisde 3 meses de idade anemia e trombocitopenia hemograma e esfregaço de sangue
Aula teórica: Hematopoese
Aula teórica: Hematopoese MED, 2017 Elementos figurados do sangue periférico Glóbulos vermelhos, eritrócitos ou hemácias 4-5 milhões/ml Glóbulos brancos ou leucócitos 6-9 mil/ml Polimorfonucleares (granulócitos)
Branco Azul Amarelo Questão nº Teor da reclamação A maioria dos candidatos argumenta que a alínea onde se refere que Análise
Questão nº 4 24 84 Teor da reclamação A maioria dos candidatos argumenta que a alínea onde se refere que apenas raros doentes com talassémia desenvolvem deficiências endócrinas deve ser considerada verdadeira
SELEÇÃO DE MÉDICOS RESIDENTES PARA 2017 ÁREA DE ATUAÇÃO COM PRÉ-REQUISITO GABARITO
SELEÇÃO DE MÉDICOS RESIDENTES PARA 2017 ÁREA DE ATUAÇÃO COM PRÉ-REQUISITO PROGRAMA:. PRÉ-REQUISITO: Hematologia e Hemoterapia. GABARITO QUESTÃO A B C D 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Comissão de Residência Médica
Fundamentos da Citometria de Fluxo. Elizabeth Xisto Souto
Fundamentos da Citometria de Fluxo Elizabeth Xisto Souto A Citometria de Fluxo consiste de tecnologia laser que analisa partículas suspensas em meio líquido e fluxo contínuo. Estas partículas podem ser
PROTOCOLOS DE TRATAMENTO DE DOENÇAS HEMATOLÓGICAS
Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco - HEMOPE PROTOCOLOS DE TRATAMENTO DE DOENÇAS HEMATOLÓGICAS MIELODISPLASIA Versão 00/2015 EQUIPE DE ELABORAÇÃO Dra. Alessandra Ferraz de Sá Dra. Bruna
PROTOCOLOS DE TRATAMENTO DE DOENÇAS HEMATOLÓGICAS
Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco - HEMOPE PROTOCOLOS DE TRATAMENTO DE DOENÇAS HEMATOLÓGICAS LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA Versão 00/2015 ELABORAÇÃO Dra. Renata Lygia Vieira Vasconcelos
Declaração de Conflito de Interesse
Declaração de Conflito de Interesse Declaro que não possuo conflitos de interesse na (s) categoria (s) abaixo: Consultoria: não Financiamento de Pesquisa: não Honorário: não Patentes e Royalties: não Afiliação
LEUCEMIAS E LINFOMAS CITOLOGIA HEMATOLÓGICA AVANÇADA Professor: Márcio Melo
Curso S E LINFOMAS CITOLOGIA HEMATOLÓGICA AVANÇADA Professor: Márcio Melo EMENTA DO CURSO: Este curso tem como objetivo estudar de forma prática e dinâmica a citologia das Leucemias e dos Linfomas... apresentando
Leucemias Linfóides Agudas (LLA)
Leucemias Linfóides Agudas (LLA) LEUCEMIAS LINFÓIDES AGUDAS Aspectos Clínicos doença predominantemente infantil segunda maior causa de morte em crianças (só perde para traumas) corresponde a 30% de todos
CURSOS DE CITOMETRIA DE FLUXO - HOSPITAL AMARAL CARVALHO
CURSOS DE CITOMETRIA DE FLUXO - HOSPITAL AMARAL CARVALHO APRESENTAÇÃO DO CURSO A citometria de fluxo (CF) é uma metodologia de aplicabilidade abrangente nas diversas áreas das ciências biológicas, sobretudo
APLICAÇÕES ATUAIS DA CITOMETRIA DE FLUXO NA ROTINA LABORATORIAL
APLICAÇÕES ATUAIS DA CITOMETRIA DE FLUXO NA ROTINA LABORATORIAL Citometria de fluxo uma ferramenta multidisciplinar guiada por hipótese Janossy G - Cytometry 2004 Profa Dra Irene Lorand-Metze Universidade
ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS EM PACIENTES PORTADORES DE LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS EM PACIENTES PORTADORES DE LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO HEMATOLOGICAL ABNORMALITIES IN PATIENTS WITH ACUTE LYMPHOID LEUKEMIA: DIAGNOSIS AND TREATMENT KARINE
TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS ALOGÊNICAS EM PACIENTES COM LEUCEMIAS AGUDAS
IBMR LAUREATE INTERNATIONAL UNIVERSITIES DANIELLA SANTOS MATTOS TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS ALOGÊNICAS EM PACIENTES COM LEUCEMIAS AGUDAS Rio de Janeiro 2017 DANIELLA SANTOS MATTOS TRANSPLANTE
Imunidade adaptativa celular
Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada Disciplina RIM 5757 Integração Imunologia Básica-Clínica Imunidade adaptativa celular Cássia
13ºEncontro do Núcleo de Especialidades Sociedade Brasileira de Patologia 23.jun.12. Dra. Sheila Ap. Coelho Siqueira Dr. Ariel Barreto Nogueira
13ºEncontro do Núcleo de Especialidades Sociedade Brasileira de Patologia 23.jun.12 Dra. Sheila Ap. Coelho Siqueira Dr. Ariel Barreto Nogueira Identificação: - Masculino, 56 anos, pardo, casado, natural
φ Fleury Stem cell Mastócitos Mieloblastos Linfócito pequeno Natural Killer (Grande linfócito granular) Hemácias Linfócito T Linfócito B Megacariócito
Hemopoese Marcos Fleury [email protected] Hematopoese É o processo de formação, maturação e liberação das células sanguíneas Eritropoese Leucopoese Trombopoese - Hemácias - Leucócitos - Plaquetas Tem como
Senha para inscrição no Moodle Mecanismos de Agressão e Defesa turma E. #aluno-mad1e
Senha para inscrição no Moodle Mecanismos de Agressão e Defesa turma E #aluno-mad1e Células do Sistema Imunitário e órgãos linfóides Neutrófilo fagocitando Candida albicans Professora Patrícia Albuquerque
Imunofenotipagem nas doenças hematológicas: Doenças linfoproliferativas crônicas. Dr. Edgar Gil Rizzatti Grupo Fleury
Imunofenotipagem nas doenças hematológicas: Doenças linfoproliferativas crônicas Dr. Edgar Gil Rizzatti Grupo Fleury Identificação: Homem de 60 anos, bancário, natural e procedente de SP História clínica:
EMERGÊNCIA NO PRONTO ATENDIMENTO: MANEJO DOS PACIENTES COM LEUCEMIA PROMIELOCÍTICA AGUDA
EMERGÊNCIA NO PRONTO ATENDIMENTO: MANEJO DOS PACIENTES COM LEUCEMIA PROMIELOCÍTICA AGUDA Reunião de atualização em temas relevantes na prática clínica Dra Isabela Assis de Siqueira Residente Hematologia
DOSSIER DE INFORMAÇÃO INSTITUCIONAL APCL. A APCL Missão e Visão Organização Projetos da APCL Leucemia Dados e Factos
DOSSIER DE INFORMAÇÃO INSTITUCIONAL APCL A APCL Missão e Visão Organização Projetos da APCL Leucemia Dados e Factos SETEMBRO 2017 1 A APCL A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) foi fundada em
Por que meu paciente tem leucocitose?
Por que meu paciente tem leucocitose? Publicações Comentadas A leucocitose é uma das anormalidades mais frequentes na prática clínica. As etiologias são muitas e a sua correta interpretação pode ser uma
LOCAL: CENTRO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE ABRAM SZAJMAN (CESAS) BLOCO A 1ºSS 26 DE JUNHO DE 2018, TERÇA-FEIRA
Programação Preliminar LOCAL: CENTRO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE ABRAM SZAJMAN (CESAS) BLOCO A 1ºSS 26 DE JUNHO DE 2018, TERÇA-FEIRA I SIMPÓSIO MULTIDISCIPLINAR EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA *Atividade simultânea ao
INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS
INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Linfoma em gatos (sinônimos) Linfoma Século XXI
GABARITO RESIDÊNCIA MÉDICA R1-2017
RESIDÊNCIA MÉDICA R1-2017 1 D 21 D 41 C 61 A 81 B 2 A 22 A 42 A 62 A 82 C 3 B 23 B 43 C 63 C 83 A 4 B 24 C 44 D 64 D 84 B 5 C 25 A 45 B 65 A 85 C 6 C 26 D 46 C 66 A 86 D 7 B 27 C 47 A 67 C 87 D 8 C 28
Resposta Imune Contra Tumores
Resposta Imune Contra Tumores Evidências da reatividade imune contra tumores; alterações nas características celulares devido a malignidade; componentes do tumor e do hospedeiro que afetam a progressão
Leucemias Agudas HEMATOLOGIA II. Curso de Farmácia 8 º período LEUCEMIAS CRÔNICAS AGUDAS MIELÓIDES LINFÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LLC LLA LMA LMC
HEMATOLOGIA II Curso de Farmácia 8 º período Leucemias Agudas LEUCEMIAS AGUDAS CRÔNICAS MIELÓIDES LINFÓIDES MIELÓIDES LINFÓIDES LMA LLA LMC LLC M0 A M7 L1, L2, L3 LEUCEMIAS AGUDAS Transformação neoplásica
FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Hemocitopoese Disciplina: Histologia Prof. Me. Cássio Resende de Morais Introdução Elementos figurados; Hemácias: Transporte
Linfoma extranodal - aspectos por imagem dos principais sítios acometidos:
Linfoma extranodal - aspectos por imagem dos principais sítios acometidos: Autor principal: THIAGO Thiago AMÉRICO Fabiano Souza de MURAKAMI Carvalho Autores: THIAGO FABIANO SOUZA DE CARVALHO; LUCAS SANTOS
Sarcomas em Cabeça e Pescoço
Residência de Cirurgia de Cabeça e Dr. Wendell Leite Introdução - São neoplasias raras de origem mesodérmica -Sua incidência anual nos E.U.A é menor que 10.000/ano -15% dos casos ocorrem na região da CP
FACULDADE SUDOESTE PAULISTA INSTITUIÇÃO CHADDAD DE ENSINO CURSO DE BIOMEDICINA EMANUELE REGINA DA SILVA OLIVEIRA
FACULDADE SUDOESTE PAULISTA INSTITUIÇÃO CHADDAD DE ENSINO CURSO DE BIOMEDICINA EMANUELE REGINA DA SILVA OLIVEIRA LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE PACIENTES IDOSOS ITAPETININGA SP
LEUCEMIA LINFOIDE CRÔNICA: características clínicas, laboratoriais e tratamento
LEUCEMIA LINFOIDE CRÔNICA: características clínicas, laboratoriais e tratamento MOURA, Renata Freitas, Unitri, [email protected] FERREIRA, Márcia Alves, Unitri, [email protected] RESUMO A leucemia
Caso do mês. Sociedade Brasileira de Patologia. Apresentadores: Dra. Sheila Ap. Coelho Siqueira Dr. Ariel Barreto Nogueira
Caso do mês. Sociedade Brasileira de Patologia. Apresentadores: Dra. Sheila Ap. Coelho Siqueira Dr. Ariel Barreto Nogueira Identificação: - Masculino, 56 anos, pardo, casado, natural de Barra do Mendes-BA
Hemoparasitas 1) DEFINIÇÃO 10/23/2017. Thais Schwarz Gaggini. Grande maioria transmitida por vetores; Carrapatos;
Hemoparasitas Thais Schwarz Gaggini Médica Veterinária, Msc., Dra. 1) DEFINIÇÃO DEFINIÇÃO Grande maioria transmitida por vetores; Carrapatos; Os sinais clínicos acarretados pelos hemoparasitas diferem
http://www.drashirleydecamp os.com.br/noticias/17350 Hematologia/Sangue Pré-Leucemia em Crianças
Na mesma época Dameshek & Baldini (1958) (20), descreviam sinais comuns (alterações morfológicas) entre as diferentes manifestações iniciais de leucemia (desde medula com porcentagem baixa de blastos até
LINFOMA 08/11/2016 ONCOLOGIA FELINA ONCOLOGIA LINFOMA - INTRODUÇÃO LINFOMA - INCIDÊNCIA LINFOMA - INCIDÊNCIA. CUIDADO!!!! Parece...mas não é!!!
ONCOLOGIA FELINA LINFOMA Principais tumores Linfoma Neoplasia mamária Carcinoma epidermóide Sarcoma M.V. Dra Juliana Peloi Vides Mastocitoma e outros... ONCOLOGIA LINFOMA - INTRODUÇÃO CUIDADO!!!! Parece...mas
CÉLULAS SANGUÍNEAS. Professora Janaina Serra Azul Monteiro Evangelista
CÉLULAS SANGUÍNEAS Professora Janaina Serra Azul Monteiro Evangelista No nosso sangue circulam vários tipos de células Glóbulos vermelhos Que também podem ser chamados hemácias ou eritrócitos. Glóbulos
PEDIDO DE CREDENCIAMENTO DO SEGUNDO ANO NA ÁREA DE ATUAÇÃO HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA PEDIÁTRICA
PEDIDO DE CREDENCIAMENTO DO SEGUNDO ANO NA ÁREA DE ATUAÇÃO HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA PEDIÁTRICA 1. JUSTIFICATIVA A solicitação do credenciamento do segundo ano na área de atuação em Hematologia e Hemoterapia
PROTOCOLOS DE TRATAMENTO DE DOENÇAS HEMATOLÓGICAS
Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco - HEMOPE PROTOCOLOS DE TRATAMENTO DE DOENÇAS HEMATOLÓGICAS LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA Versão 00/2015 EQUIPE DE ELABORAÇÃO Dra. Ana Maria Vanderlei Dra.
Transplante de Células Tronco Hematopoéticas
Transplante de Células Tronco Hematopoéticas Fábio Rodrigues Kerbauy Andreza Alice Feitosa Ribeiro Introdução Transplante de células tronco hematopoéticas (TCTH) é uma modalidade de tratamento baseado
CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 PLANO DE CURSO
CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 Componente Curricular: Hematologia Clínica Código: FAR - 121 Pré-requisito: Sem pré-requisitos Período
PALAVRAS-CHAVE Processos Linfoproliferativos. Linfoma não Hodgkin. Epidemiologia
13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE
DIAGNÓSTICO DE LEUCEMIAS LINFÓIDES AGUDAS: UMA REVISÃO. Larissa Aparecida Moreira¹, Sílvia Caroline Batista¹, Joyce Beira Miranda da Silva².
DIAGNÓSTICO DE LEUCEMIAS LINFÓIDES AGUDAS: UMA REVISÃO. Larissa Aparecida Moreira¹, Sílvia Caroline Batista¹, Joyce Beira Miranda da Silva². 1-Discentes do 7º semestre do curso de Biomedicina do Centro
Requisitos básicos. Nas regiões hematopoéticas, 50% do tecido medular é representado por gordura. O tecido hematopoético pode ocupar áreas de gordura.
Hematopoese Requisitos básicos. 1. Stem cells (células tronco hematopoéticas). 2. Meio ambiente medular (fibroblastos, macrófagos e células endoteliais). 3. Fatores de crescimento (GM-CSF, Eritropoietina...)
mielodisplasia doenças mieloproliferativas m i e l o f i b r o s e Crônicas : Policitemia Vera Agudas: LMC grânulo-megacariocítica
Hemocentro Botucatu & Hospital Amaral Carvalho - Jaú Grupo Brasileiro -iatria UNESP Profª Drª Lígia Niero-Melo GB doenças mieloproliferativas Agudas: LMAs crise blástica de LMC mielodisplasia Crônicas
Neoplasias Mieloproliferativas crônicas Parte II. Anouchka Lavelle
Neoplasias Mieloproliferativas crônicas Parte II Anouchka Lavelle LEUCEMIA MIELOIDE CRÔNICA EPIDEMIOLOGIA Representa 15% a 20% das leucemias em adultos Incidência anual de 1 a 2 casos / 100.000 Leve predomínio
LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA: MUTAÇÃO NOS GENES FLT3 E NPM1.
1 LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA: MUTAÇÃO NOS GENES FLT3 E NPM1. André Hideaki Hosaka Nakamura¹ RESUMO A Leucemia Mielóide Aguda (LMA) é uma doença hematológica neoplásica, que se caracteriza pela proliferação
Descrição do esfregaço
Descrição do esfregaço Série vermelha: microcitose e hipocromia acentuadas com hemácias em alvo. Policromasia discreta. Série branca: sem anormalidades morfológicas Série plaquetária: sem anormalidades
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO TRATAMENTO DA LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO TRATAMENTO DA LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA Bruna da Silva Lopes Melo 1 Deusângela da Silva Santos Gonçalves 2 Resumo: Leucemia mielóide crônica é uma neoplasia, de origem desconhecida
Hematopoese, células-tronco e diferenciação Imunofenotipagem. Silvia I.A.C.de Pires Ferreira HEMOSC Lab Medico Santa Luzia Florianópolis, SC
Hematopoese, células-tronco e diferenciação Imunofenotipagem Silvia I.A.C.de Pires Ferreira HEMOSC Lab Medico Santa Luzia Florianópolis, SC Hematopoese - Conceito Processo biológico coordenado com a expressão
Leucemia Mieloide Aguda na Criança: do Diagnóstico ao Prognóstico
Ana Teresa Coutinho Ribeiro Pereira Leucemia Mieloide Aguda na Criança: do Diagnóstico ao Prognóstico Monografia do 2º Ciclo de Estudos Conducente ao Grau de Mestre em Análises Clínicas pela Faculdade
Obs. fase crônica (FC), fase acelerada (FA) e crise blástica (CB)
P2 2018.1 Genética Médica Prof Isabela Arruda Gabarito: 1. A, 2A, 3.A, 4B, 5 D, 6.E, 7. C, 8A, 9A, 10 C 1. A leucemia mieloide crônica (LMC) é uma doença caracterizada pela perda progressiva da diferenciação
LEUCEMIAS AGUDAS. Hye 2014
LEUCEMIAS AGUDAS Hye 2014 LEUCEMIAS AGUDAS APRESENTAÇÃO LEUCEMIA AGUDA LEUCEMIA CRÔNICA Início Abrupto Insidioso Morte Meses Anos Idade Todas Adultos Leucometria, N ou Elevada Morfologia Blastos Maturas
TECIDOS LINFÓIDES PRIMÁRIOS ONTOGENIA DE LINFÓCITOS
TECIDOS LINFÓIDES PRIMÁRIOS ONTOGENIA DE LINFÓCITOS Organização anatômica do sistema imune De onde vêm e para onde vão as células do sistema imune Como é a organização dos tecidos/órgãos linfóides Tecidos
Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS)
www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) Versão de 2016 1. O QUE É A CAPS 1.1 O que é? A Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) compreende
ESPECIALIZAÇÃO EM HEMATOLOGIA E BANCO DE SANGUE. Aulas Teóricas: On Line Práticas: Presenciais
ESPECIALIZAÇÃO EM HEMATOLOGIA E BANCO DE SANGUE Aulas Teóricas: On Line Práticas: Presenciais Início: 21/05/2016 Término: 23/09/2017 PROGRAMAÇÃO DO CURSO 1ª AULA PRESENÇA OBRIGATÓRIA (P) 21 e 22 de maio
Hematoscopia: O que deve ser reportado? Marcos Fleury
Hematoscopia: O que deve ser reportado? Marcos Fleury Recomendações do ICSH para a Padronização da Nomenclatura e da Graduação das Alterações Morfológicas no Sangue Periférico. Int J Lab Hematol. 2015
Hematopoese Aspectos gerais
Hematopoese Aspectos gerais Hematopoese As células do sangue têm um tempo de vida limitado! Renovação celular proliferação mitótica Células precursoras. Órgãos hemocitopoéticos: Vida pré-natal: Mesoderma
Hematopoiese. 11ª Aula Teórica. Medula óssea Baço Timo Gânglios linfáticos. 7 de Novembro de 2007 Cláudia Cavadas
11ª Aula Teórica 7 de Novembro de 2007 Cláudia Cavadas Hematopoiese As células sanguíneas têm uma vida relativamente curta Constante renovação em orgãos HEMATOPOIÉTICOS Medula óssea Baço Timo Gânglios
A Genética do Câncer
A Genética do Câncer 2 Câncer O câncer é considerado uma doença genética por ser desencadeado por uma série de alterações no DNA da célula Esporádico - alterações de origem somática resultantes da interação
Citologia e Histologia I Tecido Sanguíneo. Docente: Sheila C. Ribeiro Maio/2016
Citologia e Histologia I Tecido Sanguíneo Docente: Sheila C. Ribeiro Maio/2016 Introdução Hematopoese Hemocitopoese Hemopoese Produção células sanguíneas Diferenciação e Maturação Renovação, Proliferação
LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA E AVALIAÇÃO DA EXPRESSÃO ANÔMALA MIELÓIDE NO PROGNÓSTICO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO MARANHÃO
1 Universidade Federal do Maranhão Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Programa de Pós-Graduação em Saúde Materno Infantil- Mestrado Acadêmico LEUCEMIA LINFÓIDE
Leucemia Linfoblástica Aguda e aspectos microscópicos. Relato de caso
Leucemia Linfoblástica Aguda e aspectos microscópicos Relato de caso Letícia da Silva, Médica Veterinária Residente em Patologia Clínica do HV-ULBRA César Augusto Soares Costa, Médico Veterinário Residente
