Descrição do esfregaço
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- Simone de Oliveira Barreto
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1 Descrição do esfregaço Série vermelha: microcitose e hipocromia acentuadas com hemácias em alvo. Policromasia discreta. Série branca: sem anormalidades morfológicas Série plaquetária: sem anormalidades morfológicas 1
2 Discussão Qual a causa da anemia? Como confirmar o diagnóstico? Qual o tratamento para este paciente? 2
3 Traço talassêmico Falha no processo de hemoglobinização por defeito molecular na cadeia globina População de eritrócitos homogeneamente microcítica (RDW normal) Confirmação do diagnóstico pela eletroforese de Hb (β) ou biologia molecular (α) Hemácias em alvo Fonte da figura: Bain, Blood Cells, a Practical Guide, 4ª Ed,
4 Contagem de reticulócitos: /ul (VR a /ul) Descrição do esfregaço Série vermelha: discreta anisocitose e policromasia com raros esquizócitos Série branca: Granulações tóxicas nos neutrófilos. Diferencial: segmentados: 56%; bastonetes: 10%; metamielócitos: 4%; mielócitos: 1%; linfócitos: 24,5%; monócitos: 4%; eosinófilos: 0,5% Série plaquetária: confirmado plaquetopenia 4
5 Discussão Qual a causa das alterações no hemograma? Como identificar alterações reacionais em um hemograma, diferenciando de doenças hematológicas primárias? Alterações hematológicas nas infecções Leucócitos Fonte: Hoffbrand Color Atlas of Clinical Hematology,
6 Alterações hematológicas nas infecções Série Vermelha Fonte: Hoffbrand Color Atlas of Clinical Hematology, 2010 Alterações hematológicas nas infecções Série plaquetária Fonte: Hoffbrand Color Atlas of Clinical Hematology,
7 Reação leucemóide Benigno x Maligno Maturação granulocítica Mieloblasto Pró-mielócito Mielócito Meta-mielócito Bastonete Neutrófilo segmentado Maturação Desvio à esquerda 7
8 Descrição do esfregaço Série vermelha: anisopoiquilocitose discreta com predomínio de macrocitose Série branca: série branca constituída predominantemente por células de tamanho médio, cromatina frouxa e nucléolos evidentes. Neutrófilos = 2% (~5400/u) Série plaquetária: diminuídas em número no esfregaço 8
9 Discussão Qual o diagnóstico mais provável? Discuta a evolução? Como diferenciar no hemograma, leucemias agudas x crônicas? Modelo da fisiopatologia das hemopatias malignas Doenças clonais (derivadas de uma única célula) que sofre mutações ao longo do processo de diferenciação hematopoíetica 9
10 Mutações de classe II: perda da capacidade de diferenciação da célula tronco Mutações de classe I: perda do controle anti-proliferação (vantagem evolutiva para a célula com mutação) Leucemias agudas x crônicas Leucemias agudas: perda da capacidade de diferenciação da célula tronco seguida por mutações ativadoras (classe I) o Proliferação de células indiferenciadas o Substituição do tecido hematopoiético normal Leucemias crônicas: perda do controle anti-proliferação sem perda da capacidade de diferenciação o o o Acúmulo de células hematopoiéticas maduras na circulação Linhagem mielóide Desvio à esquerda com presença de todas os passos da maturação Leucocitose, poliglobulina, trombocitemia Linhagem linfóide Acúmulo de linfócitos maduros em sangue e tecidos (síndromes linfoproliferativas crônicas) 10
11 Urgência clínica Falência medular Leucemias agudas Quadro clínico Anemia Febre e infecções Hemorragias CIVD Infiltração de outros tecidos Leucoestase Complicações metabólicas Sd de lise tumoral Diagnóstico: avaliação direta da medula óssea Mielograma Citometria de fluxo Cariótipo Biologia molecular: detecção de mutações Fonte: Hoffbrand Color Atlas of Clinical Hematology,
12 MO normal Leucemia aguda LMA 12
13 M3 e M5 M6 e M7 13
14 Desvios à esquerda LMC LLC LMA/LLA Infecção/reacional Blastos Promielócitos Mielócitos ++ - Hiato +++ Metamielócitos ++ - leucêmico +++ Bastonetes Segmentados ++++ Normal Linfócitos Normal Normal Normal ou ++++ (vírus) Desvio não escalonado Desvio escalonado 14
15 Descrição do esfregaço Série vermelha: sem anormalidades morfológicas Série branca: População de linfócitos com características de células maduras. Visualizadas manchas de Gumprecht. 8% dos linfócitos com cromatina mais frouxa e nucléolo evidente. Série plaquetária: sem anormalidades morfológicas 15
16 Discussão Qual o diagnóstico mais provável? Como explicar o quadro clínico do paciente? 16
17 Descrição do esfregaço Série vermelha: sem anormalidades morfológicas Série branca: sem anormalidades morfológicas Série plaquetária: sem anormalidades morfológicas Contagem de reticulócitos Relativa: 1 % (VR: 0,5-2,5) % Absoluta: 38 (VR: ) x 10 9 /L ASH Image Bank 17
18 Discussão Qual o diagnóstico mais provável? Como confirmar o diagnóstico? Qual a conduta imediata? Causas de plaquetopenia Falha na produção (causas centrais) Falência medular: drogas citotóxicas ou doenças afetando a medula óssea Redução da sobrevida (causas periféricas) Relacionada a drogas Coagulação intravascular disseminada (CIVD) Púrpura trombocitopênica trombótica Imune (PTI) Distribuição anormal das plaquetas Hiperesplenismo Diluição Sangramentos maciços 18
19 Descrição do esfregaço Série vermelha: acentuada anisocitose e policromasia; poiquilocitose com esquizócitos Série branca: Granulações tóxicas nos neutrófilos. Diferencial: segmentados: 82%; bastonetes: 2%; linfócitos: 11%; monócitos: 3%; eosinófilos: 2% Série plaquetária: confirmado plaquetopenia 19
20 Discussão Qual o diagnóstico mais provável e os diagnósticos diferenciais? Como confirmar o diagnóstico? Qual a conduta imediata? 20
21 Anemias hemolíticas de causa mecânica Diagnóstico laboratorial Demonstração dos esquizócitos na microscopia Pefil de hemólise intravascular Testes específicos para cada condição Principais anemias hemolíticas de causa mecânica Púrpura trombocitopênica trombótica/shu Próteses valvares metálicas disfuncionais Coagulação intravascular disseminada Hipertensão maligna Grandes malformações vasculares Falando de Sangue O que há de novo na literatura científica em hematologia Novos anticoagulantes podem mudar o tempo de tratamento da TVP e do TEP? Posted on 8 de Abril de Share Share Share Share More 1 Cerca de 40% dos pacientes com tromboembolismo venoso (TEV) apresentarão uma nova trombose em até 5 anos após a parada da anticoagulação. Ainda assim, estes pacientes não recebem anticoagulação definitiva, pois na maioria dos casos o risco hemorrágico acaba sendo maior que o benefício antitrombótico. Este é o princípio básico do tratamento do TEV, baseado em numerosos estudos que sustentam a equação risco x benefício do uso de anticoagulantes nestes pacientes. Recentemente, a eficácia e a conveniência dos chamados novos anticoagulantes orais foi demonstrada em estudos de tratamento e prevenção do TEV. Alguns destes estudos foram além, sugerindo que estes agentes podem até mesmo apresentar um risco hemorrágico inferior ao da varfarina em alguns subgrupos de pacientes. Mas seriam estas vantagens suficientes para modificar a equação risco x benefício que rege o uso de anticoagulantes orais? Três estudos publicados em Fevereiro de 2013 no The New England Journal of Medicine exploraram precisamente esta importante questão. Os três estudos utilizaram um desenho semelhante: prolongar a anticoagulação além do tempo padrão (3 a 6 meses), e avaliar a frequência de eventos tromboembólicos recorrentes e de sangramentos nos grupos tratados 21
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