Mídias e Tecnologias no Ensino de Matemática
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- Isaque Amado Padilha
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1 1 Mídias e Tecnologias no Ensino de Matemática Marcos Alexandre Simoka ¹ Resumo: A utilização de mídias e tecnologias dentro do ensino demanda mais espaço dentro das discuções atuais, em relação ao ensino e aprendizagem da Matemática. Devido a velocidade do avanço e da necessidade de uma nova visão por parte dos professores, em relação a utilização das mesmas, que ocupam cada vez mais espaço dentro do cotidiano de um educador. O foco deste artigo é retratar o uso destas tecnologias no âmbito educacional de Matemática, considerando a diversidade de métodos para compartilhar conhecimento, facilitando e aprimorando o trabalho do docente dentro de sala de aula. Palavras - chave : Tecnologias, Ensino de Matemática e Recursos Comp utacionais. 1. Introdução Quando se trata do conhecimento e do aprendizado da Matemática, a educação se torna o principal elemento da construção de uma sociedade informatizada. Grande parte do desnível entre os indivíduos e elementos da sociedade deve- se a falta de oportunidades quanto ao aprendizado e a prática das inovações. A educação de uma sociedade é muito mais do que treinamento de pessoas para o uso das tecnologias da informação e comunicação: trata- se de investir na aquisição de competências amplas para que se tenha uma atuação efetiva na produção de bens e serviços, tendo habilidades na tomada de 1 1
2 decisões fundamentadas no conhecimento para se adaptar facilmente aos novos meios e ferrame n t a s do seu trabalho. O compromisso com as questões educacionais tem sido ampliado, através das várias formas de organização, incluindo aquelas que fazem uso da tecnologia para superar os limites de espaços e tempos, de modo a propiciar que as pessoas de diferentes idades, classes sociais e regiões tenham acesso à informação e possam vivenciar diversas maneiras de representar o conhecimento. Esta amplitude de possibilidades, quando pautada em princípios que privilegiam a construção do conhecimento matemático, o aprendizado significativo, interdisciplinar e integrador do pensamento racional, estético, ético e humanista, requer dos profissionais novas competências e atitudes para desenvolver uma pedagogia relacional: isto implica criar e recriar estratégias e situações de aprendizagem que possam tornar - se significativas para o aprendiz, sem perder de vista o foco da intencionalidade educacional. Por outro lado, não se pode deixar de conhecer e de tratar as questões específicas destas possibilidades e suas inter- relações. Este nível de compreensão é que dá mobilidade para o profissional lidar com o inusitado de forma criativa, reflexiva, crítica e construtiva, rompendo com isso a aplicação de soluções prontas ou práticas padronizadas para os diversos campos da Matemática. Tais soluções e práticas não encontram eco no paradigma atual, no qual se torna evidente a necessidade de integração entre o conhecimento clássico sempre visto dentro de nossas salas de aula e da inovação que as novas tecnologias nos proporcionam em nosso dia- a- dia. O pensamento - ação exigido precisa considerar o movimento e a articulação entre o clássico e o inovador assim para contribuir para o processo, teoria e prática, ensino e apren dizage m dos nossos alunos. 2
3 Tecnologia e Inclusão Estão sendo desenvolvidas várias propostas de inclusão às tecnologias da informação e comunicação TIC, a fim de proporcionar aos nossos alunos acesso à informação para se tornarem grandes produtores de conhecimento. Para isso, as TIC estão centradas em desenvolver a auto- estima, a autonomia e a própria identidade da pessoa como cidadã participante na e da sociedade. A tecnologia e a informação se tornaram um fator fundamental para o crescimento e o desenvolvimento tanto do conhecimento matemático tanto do bem estar da sociedade e está cada vez mais presente na vida das pessoas. Todos os recursos dessa tecnologia fazem com que a comunicação seja feita pela máquina, sendo para o professor uma ferrame n t a, de grande importância, no processo de ensino aprendizagem de cada aluno. Percebe- se essa mudança nos mais diversos campos do conhecimento. Com tanta sofisticação torna- se possível o acesso há um leque de informações com muita qualidade, facilidade e agilidade. Um mundo de sonhos e emoções invade a vida do espectador fazendo com que tal sofisticação se torne capaz de manipulá- lo. Há uma necessidade muito grande em preparar pessoas que saibam ler, interpretar, analisar as informações recebidas, porém, a sociedade está carente de recursos técnicos e educacionais. Nesse mundo de tecnologias, serão consideradas analfabetas todas as pessoas que não souberem ler e interpretar imagens geradas através de meios eletrônicos. 2. Gestão de tecnologia na educação matemática O uso da tecnologia no contexto escolar mais especificamente no ensino de matemática e áreas afins requer a formação, o envolvimento e o compromisso de todos os atores do processo educacional 3
4 (professores, diretores, supervisores, coordenadores pedagógicos e inclusive o próprio aluno), no sentido de repensar o processo de ensino e aprendizagem. Estes protagonistas têm papéis distintos e, portanto, o uso da tecnologia deve atender às suas especificidades, de tal forma que, no âmbito global, suas ações sejam articuladas com vistas a favorecer o desenvolvimento do aluno como cidadão participativo e crítico para lidar com as inovações tecnológicas. De acordo com Valente (1995), as tecnologias de informação e comunicação foram inicialmente introduzidas na educação Matemática para dinamizar e assim aumentar o interesse e a busca do conhecimento por parte do aluno. Posteriormente, as TIC começaram a influenciar no ensino e na aprendizagem como modos gerais, além de serem maneiras de chamar a atenção, também se tornaram úteis devido a grande agilidade que elas fornecem a todos os profissionais de educação que se utilizam dessas ferramentas tanto no preparo tento em sala de aula em forma de atividades adicionais, como aulas no laboratório de informática, ou como projetos extraclasse. Tais atividades levaram à compreensão de que o uso das tecnologias de informação e comunicação na escola tanto na matemática como em qualquer outra disciplina, principalmente com o acesso à Internet, contribui para expandir o acesso à informação atualizada e, principalmente, para promover a criação de comunidades colaborativas que privilegiam a comunicação, permitem estabelecer novas relações com o saber que ultrapassam os limites dos materiais instrucionais tradicionais e rompem com os muros da escola, articulando - os com outros espaços produtores do conhecimento, o que poderá resultar em mudanças substanciais em seu interior. Criam- se possibilidades de redimensionar o espaço escolar, tornando - o aberto e flexível, propiciando a gestão participativa, o ensino e a aprendizagem em um processo colaborativo, no qual professores e alunos trocam informações 4
5 e experiências entre eles e entre as outras pessoas que atuam no interior da escola, bem como com outros agentes externos. 3. Infra- estrutura de informática no ensino de Matemática Um grande desafio para o uso intenso de tecnologias de infor mação e comu nicação na educação é o de implantar uma infraestrut u ra adequa d a em escolas e outras instituições de ensino. Infraestrutura esta composta basicamente de computadores, dispositivos especiais e softwares matemáticos nas salas de aula e nos laboratórios das instituições; em conjunto com a rede, viabilizada por algumas linhas telefônicas. A instalação de uma infra- estrutura do ponto de vista econômico é pouco atraente, pois a demanda de tráfico na rede é baixa, o numero de usuários é grande e os serviços necessários são muitos. O grande problema dessa infra- estrutura é o custo, pois demanda um investimento inicial alto, bem como para a manutenção e atualização. Além dos custos com os serviços de comunicação e acesso a internet. Porém já estão ocorrendo várias ações para mudar este quadro, tal como o Programa Paraná Digital, que disponibiliza em todas as escolas públicas estaduais um laboratório de informática com acesso a internet e também televisores com leitores de pendrives e cartões de memória para reprod ução de imagens e vídeos. Sem contar na estrutura de formação de profissionais habilitados a produzir aulas com esses recursos ou mesmo a levar seus alunos para uma aula demonstrativa sobre algum conteúdo específico, o que requer tempo e dedicação por parte das diligências e dos próprios profissionais da educação. 4. Softwares e outros dispositivos tecnológicos para o ensino de matemática 5
6 Nos dias de hoje existem inúmeros softwares sobre os mais diversos campos da matemática, esses sistemas educacionais são de grande valia para o ensino tanto da álgebra como o da geometria. Um exemplo clássico é a utilização de slides com movimentos que mesmo não sendo especificamente matemáticos, chamam a atenção e demonstram com maior facilidade algumas abstrações existentes na matemática. Por exemplo, utilizando o software Wimplot podemos estabelecer animações com os parâmetros de uma função mostrando diversas características e propriedades que somente com a utilização de quadro negro e livros dificilmente alcançaríamos tal grau de entendimento por parte dos alunos. Ou mesmo com outros vários títulos disponíveis como Cabri Géomètre II, Graphmatica, Matlab, Geogebra, Maple e Poly. Outros dispositivos como a própria calculadora, que hoje se tem acesso com baixo custo relacionado com demais dispositivos de TIC, pode ser utilizada de maneira a estimular o aluno para situações onde ela os auxilie no desenvolvimento de estratégias de resolução de problema s em que o foco principal não seja as manipulações numéricas. Uma opçã o de aula extremamente atrativa para o aluno é a de utilização de slides com o uso de projetor ou mesmo televisores, como os já citados anteriormente no programa Paraná Digital. Assim através de animações e movimentos pode- se alcançar o principal objetivo de todo esse estudo que é uma aprendizagem de maneira prazerosa e efetiva por parte do aluno com relação a Matemática. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (1999), especificamente na Parte III Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias, uma das habilidades a serem desenvolvidas em Matemática, dentro do contexto sócio- cultural do educando, é utilizar adequada mente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e potencialidades. 6
7 Comportamento do docente O professor que utiliza a tecnologia como ferramenta e como metodologia deve sempre saber o momento de introduzir essas mídias em aula e a maneira de fazer com que o seu aluno pense de forma a construir uma linha de raciocínio a partir de uma demonstração, ou movimentação de uma imagem, para que essa ferramenta não se torne um livro ou um simples caderno virtual, como diz Valente (1995), o aluno seria apenas um virador de páginas eletrônicas. Baldin (2002), propõe que os recursos computacionais na matemática podem ser classificados de acordo com o papel exercido por professor e aluno, como usuário da informá tica da seguinte forma: I) Numa aula expositiva tradicional: o usuário ativo da tecnologia é o professor que pode apresentar melhores exemplos, melhores ilustrações, modelagens de proble ma s com dados mais realistas; II) Numa aula de laboratório: o usuário ativo é o aluno, e a tecnologia é auxiliar nos exercícios de fixação de conceitos, em atividades que enfatizam o raciocínio, que envolvem cálculos difíceis para lápis e papel, em atividades - experiências, modelagens e simulações, e també m atividades de avaliação; III) Numa aula diferenciada: os usuários ativos são ambos professor e aluno, desenvolvendo projetos, aulas interdisciplinares, trabalhos em equipe, jogos educativos, modelagens e simulações, resolução de problemas, verificações e demonstrações, etc. O papel do professor de matemática além de ensinar o conteúdo existente em diversos de livros didáticos tem como objetivo desenvolver uma capacidade de desenvolver estratégias e formas de resoluções de problemas criativas e objetivas para as mais diversas situações da vida do aluno. Para Almeida (2000, p.110), a formação desse professor em 7
8 tecnologias informáticas deve ser um processo que o prepare para incitar seus educand o s a: A prender a aprender; ter autonomia para solucionar as informações pertinentes à sua ação; refletir sobre uma situação- problema e escolher a alternativa adequada de atuação para resolvê- la; refletir sobre os resultados obtidos e depurar seus procedimentos, reformulando suas ações; buscar compreender os conceitos envolvidos ou levantar hipóteses. (Almeida, 2000, p.110) Conclusão As experiências de ensino de Matemática através da utilização de TIC motivam positivamente tanto alunos quanto professores. A expectativa de utilizar tecnologia de ponta na sala de aula traz, ao mesmo tempo, curiosidade e apreensão pela possibilidade de experimentar uma nova maneira de ensinar e aprender. A utilização de mídias e tecnologias dentro de uma sala de aula nos dias de hoje, deixa de ser um fator diferencial e se torna uma necessidade dentro do que chamamos de educação. Entretanto as TIC s representam um desafio para o professor, que precisa adaptar sua maneira de ensinar à uma nova dinâmica de aula, assim alcançando seu objetivo como professor de Matemática e de formado r de cidadãos. Bibliografia ALMEIDA, F. J. de; FONSECA JÚNIOR, F. M. Aprendendo com projetos. In: BRASIL, 8
9 Parâmetros curriculares nacionais : ensino médio. Brasília: MEC/SEEMT, p BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Média e Tecnológica VALENTE, J. A. Informática na educação: conformar ou contornar a escola. Perspectiva. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, n. 24, CLÁUDIO, D. M.; CUNHA, M. L. da. As novas tecnologias na formação de professores de matemática. In: CURY, Helena Noronha (org.). Formação de professores de matemática : uma visão multifacetada. Porto Alegre: EDIPUCRS, BELFORTH, Elizabeth, Utilizando o Computador na Capacitação de Professores, anais do Primeiro Congresso de História e Tecnologias no Ensino de Matemática, Rio de Janeiro, BALDIN, Yukiro Yamamoto, Utilizações Diferenciadas de Recursos Computacionais na Matemática (CAS,DGS e Calculadoras Gráficas), anais do Primeiro Congresso de História e Tecnologias no Ensino de Matemática, Rio de Janeiro,
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