Guia de Atividades 2
|
|
|
- Bárbara Ventura Borja
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Guia de Atividades 2 Atividade A Nesta atividade você trabalhará com a planilha intitulada iodo.sxc, que se encontra no material de apoio do Teleduc. As duas primeiras colunas desta planilha apresentam os mesmos valores que a tabela TA1. A terceira coluna apresenta N / t, calculado a partir das diferenças dos valores apresentados nas duas primeiras colunas. A quarta coluna apresenta a razão entre as colunas 3 e 2, ou seja, N / t / N. Você pode mudar o valor de t tanto quanto julgar necessário para observar que qualquer que seja o valor atribuído para t, o valor obtido na quarta coluna é constante. I. Mude o valor de t para 1, depois para 0,5, para 0,1 e finalmente para 0,01. Verifique que a quarta coluna converge para um certo valor, que designaremos por k. Qual é o valor de k? E a sua unidade? k é chamada de constante de decaimento radioativo. item I, temos: desconhecida (N). Escrevendo em forma de equação as etapas seguidas nos cálculos da planilha iodo.sxc e no lim t 0[ N t ] =k N ou dn =kn Eq. 1 d t A Eq. 1 é chamada de uma equação diferencial, porque envolve a derivada de uma função No item I. você deve ter concluído que a constante de decaimento radioativo é k=0,0866/dias. Ao resolver a Atividade A do Guia 1, alguns de vocês, provavelmente, observaram que a forma da curva de decaimento parece ser a de uma exponencial decrescente. Então, vamos tentar a seguinte solução: N =N 0 e kt Eq. 2 onde N 0 é a quantidade inicial de átomos radioativos considerado.
2 II. Construa na planilha iodo.sxc uma quinta coluna, na qual deverá constar o valor da função exponencial da Eq. 2. Comparando os valores obtidos com os da coluna 2, você observa que a Eq. 2 descreve muito bem este decaimento radioativo, ou seja, parece ser solução da equação diferencial apresentada na Eq. 1. III. De fato, isto pode ser provado analiticamente, lembrando a derivada de uma exponencial, pois se N =N 0 e kt, dn dt = kn 0e kt = kn, que é exatamente a Eq. 1. Sabendo-se que a solução da equação diferencial Eq. 1 tem a forma dada na Eq. 2, podemos obter a constante de decaimento k de uma modo mais simples, que não requer o uso de limite. Basta lembrar que, por definição, meia-vida é o tempo necessário para que o número de átomos radioativos decaia à metade. Vamos representar a meia-vida por. N = 1 =e k N 0 2 Calculando o logaritmo natural dos dois lados desta equação, temos: ln 0,5 = k ou k= ln 0,5 = 0,69315 Eq. 3 Então, se a meia-vida do iodo-131 é =8 dias, a constante de decaimento dada pela Eq.3 é k =0,0866/ dias. Atividade B Os cientistas aprenderam a deduzir a idade de ossos, pedras, planetas e estrelas através da medida da quantidade de isótopos existentes no material em estudo. Para isto há diferentes métodos, dependendo da escala de tempo em que trabalham. Por exemplo, para estudar um período que vai até cerca de 40 ou 50 mil anos atrás, pode ser usado o método do C 14, que consiste em determinar qual a proporção de C 12 e C 14 existente na amostra. Apesar do C 14 ser radioativo decaindo em N 14 - nos seres vivos a absorção de dióxido de carbono do ar mantém constante os níveis de C 12 e C 14. Então, a proporção entre estes dois isótopos é fixa e bem conhecida. A partir da morte, não há reposição de C 14 e consequentemente sua quantidade começa a diminuir. Comparando-se o nível de C 14 com a quantidade total de carbono, é possível calcular há quanto tempo a planta ou o animal está
3 morto. A meia-vida do C 14 é de 5730 anos 1. Considere que foi encontrado um osso fossilizado com 20% da quantidade de C 14 usualmente encontrada num ser vivo e resolva as seguintes atividades: I. Estime a idade do osso. Justifique sua resposta. II. Usando a Eq. 3 para determinar a constante de decaimento do C 14 e a Eq. 2 para obter o número de átomos radioativos na amostra, construa na planilha uma tabela com duas colunas, uma para o tempo e outra para o número de átomos de C 14. Considere que a quantidade inicial era de de átomos radioativos. III. Verifique se a sua estimativa do item I está adequada aos resultados da tabela. IV. Esboce a curva do número de átomos contra o tempo, medido em anos. V. Faça na planilha eletrônica este gráfico e compare com a sua previsão. Atividade C Questões relacionadas a crescimento populacional são de interesse dos mais diversos setores da sociedade, por exemplo é importante saber a projeção da população de um país, estado ou município para planejar ações que objetivam suprir as necessidades da sociedade no campo da educação, saúde, trabalho, entre outras. Os biólogos buscam usar este conhecimento para proteger os recursos do meio ambiente para que não ocorra a extinção de uma ou de várias espécies. Existem várias formas de descrever o crescimento populacional, e destas, uma das mais conhecidas é o Modelo de Malthus. Ele é chamado o Modelo de Crescimento Exponencial, pois a taxa de variação da população em relação ao tempo é proporcional à população existente no instante t, o que resulta na mesma 1 Informações obtidas na revista National Geographic Brasil, de setembro de 2001.
4 Equação Diferencial dp =kp da atividade B (Eq. 1). Este modelo supõe que as taxas de nascimento dt e morte são constantes, a população irá (de)crescer exponencialmente, ou seja, o modelo malthusiano descreve como as populações crescem ou decrescem quando nada mais acontece (ausência de quaisquer fatores perturbadores) e mesmo sabendo que existem estes fatores, o modelo nos dá uma descrição razoável para o crescimento populacional dentro de seu contexto de validade. I. De acordo com o último censo realizado, em 2000, a taxa de crescimento anual da população do RS era de aproximadamente 1,2%. Considerando que o RS estava com pessoas, construa uma planilha com duas colunas, uma com os anos de 2000 a 2020 e outra para o tamanho da população do RS em cada um destes anos, considerando que a cada ano população é igual a do ano anterior mais 1,2%. II. Construa na planilha uma terceira coluna, na qual deverá constar o valor da função exponencial da Eq. 2, mas fique atento, será que o sinal negativo da equação deve ficar? Por que? (Dica: considere o ano de 2000 como tempo 0) III. Construa o gráfico da população contra o tempo, em anos. IV. Segundo projeção do IBGE este ano a população do RS chega a pessoas e a taxa anual com que a população está crescendo é de 1,07%. Construa na planilha uma tabela para calcular uma projeção do tamanho da população do RS até Compare com os dados do item I. V. Em 1960, a população do RS era de pessoas. Em 2000 este número praticamente dobrou, se continuasse com este crescimento, qual seria a população do RS em 2040? 2
5 valor? VI. Qual deveria ser a taxa aproximada de crescimento anual para a população chegar a este VII) Considerando que cada uma das curvas abaixo representa uma população em função do tempo, determine: a) A curva que representa a maior população inicial. b) A curva que representa a maior taxa de crescimento da população. c) As duas curvas que representam a mesma população inicial. d) As duas curvas que representam a mesma taxa de crescimento.
6 Atividade D: Quando uma droga (por exemplo, penicilina, aspirina) é administrada a um indivíduo, ela entra na corrente sangüínea e, então, é absorvida pelo organismo no decorrer do tempo. Pesquisas médicas mostraram que a quantidade de uma droga presente nesta corrente tende a decrescer a uma taxa proporcional à quantidade de droga presente. I. Warfarin é uma droga utilizada como anticoagulante 3, sua meia-vida é de 37 horas. Após interromper o uso da droga, a quantidade que permanece no corpo do paciente diminui a uma taxa que é proporcional à quantidade restante. Quantas horas são necessárias para que o nível da droga no corpo seja reduzido a 25% do nível original? II) Considerando que a quantidade inicial seja de 5 miligramas construa, na planilha do OpenOffice, uma tabela para a situação e faça o gráfico da quantidade de Warfarin no corpo do paciente em função do tempo, desde a interrupção do uso da droga até 5 dias após. Verifique se a sua resposta da questão I confere. III) Se dobrarmos o valor da quantidade inicial, quanto tempo levará para que o nível do medicamento no corpo se reduza a metade? E a 25% da quantidade inicial? 3 HUGHES-HALLET, D. Et al Cálculo Volume 2, LTC Editora, 1997, pág 504.
Guia de Atividades para Introduzir Equações Diferenciais Ordinárias usando o Software Powersim
Guia de Atividades para Introduzir Equações Diferenciais Ordinárias usando o Software Powersim Nestas atividades temos como objetivo abordar a definição, solução e notação de uma equação diferencial e,
Guia de Atividades usando o método de Euler para encontrar a solução de uma Equação Diferencial Ordinária
Guia de Atividades usando o método de Euler para encontrar a solução de uma Equação Diferencial Ordinária Para algumas situações-problema, cuja formulação matemática envolve equações diferenciais, é possível
CÁLCULO I. 1 Crescimento e Decaimento Exponencial
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Aula n o 27: Aplicações da Derivada: Decaimento Radioativo, Crescimento Populacional e Lei de Resfriamento de Newton Objetivos da Aula Aplicar derivada
Exemplos de Aplicações das Funções Exponencial e Logarítmica em Biologia (com uma introdução às equações diferenciais)
Exemplos de Aplicações das Funções Exponencial e Logarítmica em Biologia (com uma introdução às equações diferenciais) Vejamos o seguinte exemplo retirado do livro de Kaplan e Glass (veja a bibliografia
Equações Lineares de 1 a Ordem - Aplicações
Equações Lineares de 1 a Ordem - Aplicações Maria João Resende www.professores.uff.br/mjoao 2016-2 M. J. Resende (UFF) www.professores.uff.br/mjoao 2016-2 1 / 14 Modelos Matemáticos Chamamos de modelo
Soluções dos Problemas do Capítulo 3
48 Temas e Problemas Soluções dos Problemas do Capítulo 3. A cada período de 5 anos, a população da cidade é multiplicada por,0. Logo, em 0 anos, ela é multiplicada por,0 4 =,084. Assim, o crescimento
Biomatemática - Prof. Marcos Vinícius Carneiro Vital (ICBS UFAL) - Material disponível no endereço
Universidade Federal de Alagoas Instituto de Ciências e Biológicas e da Saúde BIOB-3 Biomatemática Prof. Marcos Vinícius Carneiro Vital 1. Começando pelos exemplos. - Existem vários exemplos reais de situações
MAT Aula 14/ 30/04/2014. Sylvain Bonnot (IME-USP)
MAT 0143 Aula 14/ 30/04/2014 Sylvain Bonnot (IME-USP) 2014 1 Resumo: 1 Site: http://www.ime.usp.br/~sylvain/courses.html 2 Derivada de sen, cos 3 Regra da cadeia 4 Funções inversas 5 Derivada da função
Material Teórico - Módulo de Função Exponencial. Equações Exponenciais. Primeiro Ano - Médio
Material Teórico - Módulo de Função Exponencial Equações Exponenciais Primeiro Ano - Médio Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto 3 de novembro de 018 No material da aula
Equações Diferenciais de 1ª ordem ALGUMAS APLICAÇÕES
Equações Diferenciais de 1ª ordem ALGUMAS APLICAÇÕES APLICAÇÃO: MODELOS DE CRESCIMENTO POPULACIONAL MODELO DE MALTHUS Problemas populacionais nos levam às perguntas: 1. Qual será a população de certo local
FÍSICA MÉDICA. Aula 04 Desintegração Nuclear. Prof. Me. Wangner Barbosa da Costa
FÍSICA MÉDICA Aula 04 Desintegração Nuclear Prof. Me. Wangner Barbosa da Costa Desintegração Nuclear Núcleos prótons e nêutrons. Elemento com diferentes nº de nêutrons são chamados de isótopos. Núcleos
O Decaimento Radioativo (6 aula)
O Decaimento Radioativo (6 aula) O decaimento Radioativo Famílias Radioativas Formação do Material Radioativo O Decaimento Radioativo Quando um átomo instável emite partículas a, b, ou radiação g, ele
Crescimento Populacional
Crescimento Populacional (06-03-09) Taxa de variação Suponha que y é uma quantidade que depende de outra quantidade x. Assim, y é uma função de x e escrevemos y = f(x). Se x variar de x 1 para x 2, então
Equações Diferenciais
Equações Diferenciais EQUAÇÕES DIFERENCIAS Talvez a aplicação mais importante do cálculo sejam as equações diferenciais. Quando cientistas físicos ou cientistas sociais usam cálculo, muitas vezes o fazem
Algumas Aplicações de Equações Diferenciais de 1 a Ordem
Algumas Aplicações de Equações Diferenciais de 1 a Ordem Márcio Antônio de Andrade Bortoloti Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas - DCET Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Equações Diferenciais
Equações Diferenciais Noções Básicas
Equações Diferenciais Noções Básicas Definição: Chama-se equação diferencial a uma equação em que a incógnita é uma função (variável dependente) de uma ou mais variáveis (variáveis independentes), envolvendo
Notas de Aula de Cálculo Numérico
IM-Universidade Federal do Rio de Janeiro Departamento de Ciência da Computação Notas de Aula de Cálculo Numérico Lista de Exercícios Prof. a Angela Gonçalves 3 1. Erros 1) Converta os seguintes números
AULA 7- FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS VERSÃO 1 - MAIO DE 2018
CURSO DE BIOMEDICINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS MATEMÁTICA AULA 7- FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS VERSÃO 1 - MAIO DE 2018 Professor: Luís Rodrigo E-mail: [email protected]
ATIVIDADES PARA RECUPERAÇÃO PARALELA - MATEMÁTICA PROFESSOR: CLAUZIR PAIVA NASCIMENTO TURMA: 1ª Série EM
ATIVIDADES PARA RECUPERAÇÃO PARALELA - MATEMÁTICA PROFESSOR: CLAUZIR PAIVA NASCIMENTO TURMA: 1ª Série EM REVISÃO 1) Uma pesquisa mostrou que 33% dos entrevistados lêem o jornal A, 29% lêem o jornal B,
Exercícios Matemática I (M193)
Exercícios Matemática I (M93) Funções. Associe a cada uma das seguintes funções o gráfico que a representa. a) f(x) = 2x + 4. b) f(x) = 3x +. c) f(x) = x 2. d) f(x) = 2x 3. e) f(x) = 0 x. f) f(x) = (0,
Exercícios de exames e provas oficiais
Eercícios de eames e provas oficiais 1. Considere as funções f e g, de domínio,0, definidas por ln 1 e g f f Recorrendo a processos eclusivamente analíticos, mostre que a condição pelo menos, uma solução
O termo modelo é utilizado freqüentemente como sinônimo de edo quando referida a aplicações. A seguir, apresentaremos alguns modelos:
Capítulo 2 Modelos O termo modelo é utilizado freqüentemente como sinônimo de edo quando referida a aplicações. A seguir, apresentaremos alguns modelos: 2.1 Molas Considere uma mola, de massa desprezível,
01)(UFF-2009) O decaimento de isótopos radioativos pode ser usado para medir a idade de fósseis. A
0)(UFF-009) O decaimento de isótopos radioativos pode ser usado para medir a idade de fósseis. A t equação que rege o processo é a seguinte: N= N0 e λ, sendo N 0 > 0 o número inicial de núcleos radioativos,
O USO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS NO CRESCIMENTO DE BACTÉRIAS
O USO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS NO CRESCIMENTO DE BACTÉRIAS E. CIMADON 1 ;L. TRES ;M. P. PERGHER ;P. P. RUSEZYT 4 ; S. D. STROSCHEIN 5 Resumo: Este artigo tem por objetivo apresentar um problema com o intuito
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III CIRCUITOS RLC COM ONDA QUADRADA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III CIRCUITOS RLC COM ONDA QUADRADA 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar a variação de voltagem
DERIVADA. Aula 02 Matemática I Agronomia Prof. Danilene Donin Berticelli
DERIVADA Aula 02 Matemática I Agronomia Prof. Danilene Donin Berticelli No instante que o cavalo atravessou a reta de chegada, ele estava correndo a 42 mph. Como pode ser provada tal afirmação? Uma fotografia
DERIVADAS TABELA DE DERIVADAS FUNÇÃO DERIVADA FUNÇÃO DERIVADA y c, c = constante y 0
DERIVADAS TABELA DE DERIVADAS FUNÇÃO DERIVADA FUNÇÃO DERIVADA y c, c = constante 0 y sen cos n y n 1 n y cos sen y = cf y = cf ' y tag sec y f g f g y cot g csc y f. g f. g f. g y sec sec tag f f. g f.
Figura 4.1: Circuito elétrico tipo RL com o indutor inicialmente carregado.
Guia de Atividades para abordar Equações Diferenciais Ordinárias através da exploração de situações-problema que envolvem queda de corpos e circuitos elétricos. Nestas atividades temos como objetivo abordar
Equações Diferenciais Noções Básicas
Equações Diferenciais Noções Básicas Definição: Chama-se equação diferencial a uma equação em que a incógnita é uma função (variável dependente) de uma ou mais variáveis (independentes), envolvendo derivadas
APLICAC OES - EDO s DE 1a. ORDEM
APLICAÇÕES - EDO s DE 1 ạ ORDEM 2 1. Dinâmica Populacional (Modelo Malthusiano) O modelo mais simples de crescimento populacional é aquele em que se supõe que a taxa de crescimento de uma população dy
Lista 2 Funções: Definição e exemplos
Lista Funções: Definição e exemplos. Seja f : R R definida por f(x) = x 3. Qual é o elemento do dominio que 5 tem 3 como imagem? 4. É dada uma função real tal que: (a) f(x) f(y) = f(x + y) (b) f() = (c)
MAP2223 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias e Aplicações
MAP3 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias e Aplicações Lista 1 o semestre de 18 Prof. Claudio H. Asano 1 Classificação das Equações Diferenciais 1.1 Classifique as equações diferenciais a seguir.
Ciências da Natureza e Matemática
1 CEDAE Acompanhamento Escolar 2 CEDAE Acompanhamento Escolar 1. Resolva as equações abaixo: 3. Resolvas as equações exponenciais abaixo: 4.(ITA) A soma das raízes reais e positivas da equação vale: a)
Ciências da Natureza e Matemática
1 CEDAE Acompanhamento Escolar CEDAE Acompanhamento Escolar 3 CEDAE Acompanhamento Escolar 4 CEDAE Acompanhamento Escolar 1. Calcule o valor dos logaritmos: a) 104 log 18 b) log 3 65 65 c) log d) 0,008
4.1 Pólos, Zeros e Resposta do Sistema
ADL17 4.1 Pólos, Zeros e Resposta do Sistema A resposta de saída de um sistema é a soma de duas respostas: a resposta forçada e a resposta natural. Embora diversas técnicas, como a solução de equações
MATEMÁTICA A - 12o Ano Funções - Teorema de Bolzano
MATEMÁTICA A - 12o Ano Funções - Teorema de Bolzano Exercícios de exames e testes intermédios 1. Seja g uma função contínua, de domínio R, tal que: para todo o número real x, (g g)(x) = x para um certo
Química Geral e Experimental II: Cinética Química. Prof. Fabrício Ronil Sensato
Química Geral e Experimental II: Cinética Química Prof. Fabrício Ronil Sensato Resolução comentada de exercícios selecionados. Versão v2_2005 2 1) Para a reação em fase gasosa N 2 + 3H 2 2NH 3, 2) A decomposição,
Cálculo 4 Aula 18 Equações Diferenciais. Prof. Gabriel Bádue
Cálculo 4 Aula 18 Equações Diferenciais Prof. Gabriel Bádue Motivação Modelos matemáticos Crescimento Populacional Movimento de uma mola Movimento Planetário Aplicações de forças Equações Diferenciais
Equações Diferenciais
IFBA Equações Diferenciais Versão 1 Allan de Sousa Soares Graduação: Licenciatura em Matemática - UESB Especilização: Matemática Pura - UESB Mestrado: Matemática Pura - UFMG Vitória da Conquista - BA 2013
Funções - Terceira Lista de Exercícios
Funções - Terceira Lista de Exercícios Recomendações Nesta lista de exercícios há problemas algébricos e também de modelagem matemática. Em ambas as situações o objetivo é recordar e aprofundar o que foi
PROFESSOR: ALEXSANDRO DE SOUSA
E.E. Dona Antônia Valadares MATEMÁTICA FUNÇÃO EXPONENCIAL - 1º ANO ESTATÍSTICA PROFESSOR: ALEXSANDRO DE SOUSA http://donaantoniavaladares.comunidades.net As funções eponenciais possuem uma diversidade
Radioatividade. Prof. Fred
Radioatividade Prof. Fred Radioatividade, uma introdução Radioatividade O homem sempre conviveu com a radioatividade. Raios cósmicos Fótons, elétrons, múons,... Radioatividade natural: Primordiais urânio,
Logaritmos e a Calculadora
Logaritmos e a Calculadora Denise Martinelli PIBID/Matemática Neumar Regiane Machado Albertoni PIBID/Matemática Violeta Maria Estephan professora do DAMAT CURITIBA, 015 19 a 1 de agosto de 015 Página 1
MAT 141 (Turma 1) Cálculo Diferencial e Integral I 2017/II 1 a Lista de Integrais (07/11/2017)
Universidade Federal de Viçosa Departamento de Matemática MAT 4 (Turma Cálculo Diferencial e Integral I 07/II a Lista de Integrais (07//07 Faça a antidiferenciação. Verifique o resultado, calculando a
Roteiro do Experimento Força de Atrito Variável Parte II
A) Introdução ao experimento Experimentos Virtuais de Mecânica Roteiro do Experimento Força de Atrito Variável Parte II Na Parte I da análise do experimento, as grandezas cinemáticas relativas ao movimento
CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO MATERIAL DIDÁTICO IMPRESSO CURSO: Física DISCIPLINA: Informática para o Ensino de Física CONTEUDISTA: Carlos Eduardo Aguiar
ANEXO III: ESTUDO POPULACIONAL ANEXO III: ESTUDO POPULACIONAL
ANEXO III: ESTUDO POPULACIONAL Sumário 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTUDO POPULACIONAL... 4 2.1 PROJEÇÕES POPULACIONAIS DO MUNICÍPIO... 5 Folha 2 1 INTRODUÇÃO Este Anexo visa apresentar o estudo populacional elaborado
MATEMÁTICA - 3 o ANO MÓDULO 11 FUNÇÃO EXPONENCIAL
MATEMÁTICA - 3 o ANO MÓDULO 11 FUNÇÃO EXPONENCIAL a >1 f(x) f(x) = a x 1 x f(x) = a x f(x) 1 x Como pode cair no enem Em setembro de 1987, Goiânia foi palco do maior acidente radioativo ocorrido no Brasil,
Exercícios Propostos
Enem e Uesb Matemática Cursinho: Universidade para Todos Professor: Cirlei Xavier Lista: 6 a Lista de Matemática Aluno (a): Disciplina: Matemática Conteúdo: Equações e Funções Turma: A e B Data: Outubro
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo LCE0130 Cálculo Diferencial e Integral
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo LCE0130 Cálculo Diferencial e Integral Taciana Villela Savian Sala 304, pav. Engenharia, ramal 237 [email protected] [email protected]
LISTA dy dx y x + y3 cos x = y = ky ay 3. dizemos que F (x, y) é homogênea de grau 0. Neste caso a equação diferencial y =
MAT 01167 LISTA Equações Diferenciais Resolva: 1. y = y x + x y, y ( ) 1 8 =. (1 x ) dy dx (1 + x) y = y. dy dx y x + y cos x = 0 4. y = ky ay. Se uma função F (x, y) satisfaz a condição F (t x, t y) =
Composição de Funções
Composição de Funções Existem muitas situações em que uma função depende de uma variável que, por sua vez, depende de outra, e assim por diante. Podemos dizer, por exemplo, que a concentração de monóxido
Matemática Aplicada à Economia I Lista 3 Cálculo a Várias Variáveis. 1) Use o método das fatias para esboçar os gráficos das seguintes funções:
Matemática Aplicada à Economia I Lista 3 Cálculo a Várias Variáveis 1) Use o método das fatias para esboçar os gráficos das seguintes funções: f) 2) Esboce conjuntos de nível de cada uma das seguintes
Comecemos por relembrar as propriedades das potências: = a x c) a x a y = a x+y
. Cálculo Diferencial em IR.1. Função Exponencial e Função Logarítmica.1.1. Função Exponencial Comecemos por relembrar as propriedades das potências: Propriedades das Potências: Sejam a e b números positivos:
Método dos Mínimos Quadrados
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Análise Numérica 1998/99 Método dos Mínimos Quadrados Objectivos: Estimação de valores pelo método dos mínimos quadrados. PROBLEMAS 1 Determine
em função de t é indique qual dos gráficos abaixo melhor representa uma primitiva y em função de t:
Centro Universitário UNIVATES Disciplina de Cálculo III Professora Maria Madalena Dullius Este teste é constituído por 0 questões de escolha múltipla e duas questões abertas. Dentre as alternativas, escolha
Escola Secundária com 3º ciclo Tomaz de Figueiredo
Escola Secundária com º ciclo Tomaz de Figueiredo Ficha de avaliação formativa de Matemática A º Ano Arcos de Valdevez, / / Turma Versão ª PARTE Para as sete questões desta parte, de entre as quatro alternativas
Vamos revisar alguns fatos básicos a respeito de séries de potências
Seção 4 Revisão sobre séries de potências Vamos revisar alguns fatos básicos a respeito de séries de potências a n (x x ) n, que serão úteis no estudo de suas aplicações à resolução de equações diferenciais
Roteiro do Experimento Força de Atrito Variável Parte II
Roteiro do Experimento Força de Atrito Variável Parte II A) Introdução à Parte II do experimento Na Parte I da análise do experimento, as grandezas cinemáticas relativas ao movimento da moeda foram determinadas,
, (1) onde v é o módulo de v e b 1 e b 2 são constantes positivas.
Oscilações Amortecidas O modelo do sistema massa-mola visto nas aulas passadas, que resultou nas equações do MHS, é apenas uma idealização das situações mais realistas existentes na prática. Sempre que
LOGO. Radioatividade. Profa. Núria Galacini
LOGO Radioatividade Profa. Núria Galacini Radioatividade Breve Histórico: 1896: Antoine-Henri Becquerel percebeu que um sal de urânio sensibilizava o negativo de um filme fotográfico, recoberto por papel
a) Escrever a equação nuclear balanceada que representa a reação que leva à emissão do positrão.
A PET permite obter imagens com maiores detalhes, e menor exposição à radiação do que outras técnicas tomográficas. A técnica de PET pode utilizar compostos marcados com 6 C 11. Este isótopo emite um positrão,
Taxas de Variação: Velocidade e Funções Marginais
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Taxas de Variação:
FUNÇÕES EXPONENCIAIS Leia e descubra que eu não vim do além
FUNÇÕES EXPONENCIAIS Leia e descubra que eu não vim do além Coordenação da Matemática 1 De potência em potência Os primeiros registros de cálculos utilizando potências são encontrados em tabelas babilônicas,
UNIMONTE, Engenharia Laboratório de Física Mecânica
Física Mecânica Roteiros de Experiências 7 UNIMONTE, Engenharia Laboratório de Física Mecânica Estudo Teórico Sobre Gráficos Monologarítmicos Turma: Data: : Nota: Nome: RA: Papeis logarítmicos: São convenientes
Pressão e Força de fluídos e outras aplicações de Cálculo I. PRAE - Práticas Alternativas de Ensino 1
Pressão e Força de fluídos e outras aplicações de Cálculo I. 1 O que é PRAE? Práticas Alternativas de. Objetivo: Demonstrar o porquê do aprendizado da disciplina de Cálculo I. 2 Pressão e Força de Fluidos.
ESTUDO DO CRESCIMENTO POPULACIONAL DE BENTO GONÇALVES ATRAVÉS DOS MODELOS DE MALTHUS E VERHULST
ESTUDO DO CRESCIMENTO POPULACIONAL DE BENTO GONÇALVES ATRAVÉS DOS MODELOS DE MALTHUS E VERHULST D. BUSSOLOTTO 1 ; M. A. CARRARO 1 ; S. D. STROSCHEIN 2 RESUMO: Este trabalho apresenta o estudo do crescimento
Capitulo 6 Viabilidade Econômica em Situação de Incerteza
1 Capitulo 6 Viabilidade Econômica em Situação de Incerteza Nos capítulos anteriores, ao construir o fluxo de caixa de um projeto de investimento, supusemos que os valores eram conhecidos com certeza.
Pró-letramento Matemática Estado de Minas Gerais
Pró-letramento Matemática Estado de Minas Gerais Diferentes significados de um mesmo conceito: o caso das frações. 1 Cleiton Batista Vasconcelos e Elizabeth Belfort Muitos conceitos matemáticos podem ser
1 Transformada de Legendre
1 Transformada de Legendre No caso da parede porosa a pressão constante a quantidade se conserva. Além disso H = U + P V dh = du + P dv + V dp du = dq + dw = dq dh = dq + V dp P dv escrevendo H = H (P;
7. Diferenciação Implícita
7. Diferenciação Implícita ` Sempre que temos uma função escrita na forma = f(), dizemos que é uma função eplícita de, pois podemos isolar a variável dependente de um lado e a epressão da função do outro.
1. Resolva as equações diferenciais: 2. Resolver os seguintes Problemas dos Valores Iniciais:
Universidade do Estado de Mato Grosso - Campus de Sinop Cálculo Diferencial e Integral III - FACET Lista 6 Profª Ma. Polyanna Possani da Costa Petry 1. Resolva as equações diferenciais: a) y + 2y = 2e
FUNÇÃO MODULAR, FUNÇÃO EXPONENCIAL E FUNÇÃO LOGARÍTMICA
FUNÇÃO MODULAR, FUNÇÃO EXPONENCIAL E FUNÇÃO LOGARÍTMICA Função Modular Função é uma lei ou regra que associa cada elemento de um conjunto A a um único elemento de um conjunto B. O conjunto A é chamado
MAT 1351 : Cálculo para Funções de Uma Variável Real I. Sylvain Bonnot (IME-USP)
MAT 1351 : Cálculo para Funções de Uma Variável Real I Sylvain Bonnot (IME-USP) 2016 1 Aplicação das derivadas: Equações diferenciais Teorema As soluções da equação y = 0 num intervalo (a, b) são exatamente
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Instituto de Matemática PRIMEIRA PROVA UNIFICADA CÁLCULO I POLITÉCNICA E ENGENHARIA QUÍMICA 13/12/2012.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Instituto de Matemática PRIMEIRA PROVA UNIFICADA CÁLCULO I POLITÉCNICA E ENGENHARIA QUÍMICA 13/12/2012. GABARITO 1 a Questão. (3.0 pontos). (a) Calcule: lim x 0 +
Gráficos. Material online: h-p://www.im.ufal.br/professor/thales/calc1-2010_2.html
Gráficos Material online: h-p://www.im.ufal.br/professor/thales/calc12010_2.html O que f nos diz sobre f? O que f nos diz sobre f? f (x) < 0 f (x) > 0 f(x) =x 2 f (x) =2x x>0 f (x) > 0 x
Passeio pelo Rio. Dinâmica 6. 3º Série 3º Bimestre. DISCIPLINA Ano CAMPO CONCEITO. Matemática 3ª do Ensino Médio Geométrico Geometria analítica.
Reforço escolar M ate mática Passeio pelo Rio Dinâmica 6 3º Série 3º Bimestre DISCIPLINA Ano CAMPO CONCEITO Matemática 3ª do Ensino Médio Geométrico Geometria analítica. Primeira Etapa Compartilhar ideias
