Rolamentos de Precisão

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1 Rolamentos de Pecisão

2 Rolamentos de Pecisão Índice Descição técnica 1 Seleção do 1-1 Pocedimento de seleção dos s Seleção do tipo de Vida dos s 2-1 Capacidade de caga dinâmica e vida nominal Caga dinâmica equivalente Caga no de esfeas de contato angula Capacidade de caga estática básica e caga estática equivalente Toleância dos s 3-1 Toleâncias do adial Toleâncias e valoes admissíveis paa s axiais de esfeas de contato angula (Séie TAH/TBH) Toleâncias de s de olos cônicos cuzados Toleância dos s paa supote de fusos (Séie TAB) Toleância dos s paa supote de fusos (Séie TAF) Toleâncias paa fuos cônicos (s de olos cilíndicos) Disposição do 4-1 Caacteísticas dos s duplex Montagem e símbolos de montagem Rolamentos de esfeas de contato angula com disposição univesal e igidez 5-1 Objetivos da pé-caga Métodos de pé-caga Medindo a pé-caga Efeito da pé-caga Rigidez axial e pé-caga padão Lubificação 6-1 Finalidade da lubifi cação Métodos de lubifi cação Limites de velocidade 7-1 Coeção do limite de otação Seleção do eixo e alojamento 8-1 Ajustes do eixo e do alojamento Pecisão ecomendada paa o eixo e alojamento Limites da dimensão do chanfo Manuseio dos s 9-1 Amazena e tanspota os s Montagem de s Teste Remoção de s Tabelas de dimensão Tipos e fomas dos s de pecisão Rolamentos de esfeas de contato angula Tipo padão 38 Séie 7900C/7900AC Séie 7000C/7000AC Séie 7200C/7200AC Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade 46 Séie BNH Rolamentos axiais de esfeas de contato angula 50 Séie TAH Séie TBH Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias 56 Séie NN Séie NNU Rolamentos de olos cônicos cuzados 62 Séie XRN Séie XRG Rolamentos paa supote de fusos 68 Séie TAB Séie TAF... 72

3 Descição técnica Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s

4 Descição técnica 1 Seleção do 1-1 Pocedimento de seleção dos s Apesa de não se fácil a escolha do tipo e combinação adequada dos s, a efi ciente seleção dos s é essencial paa obte alta pefomance e vida útil satisfatóia do conjunto. Emboa existam váios pocedimentos difeentes paa seleciona o ideal, o desenvolvimento deve pioiza os equisitos mais cíticos da aplicação. A Figua 1.1 exemplifi ca um pocedimento paa estabelece pioidades duante a seleção das caacteísticas dos s. Pefomance, condições de opeação e condições de ambiente necessáias paa os s 1-2 Seleção do tipo de Página 3 3. Toleância dos s Página 7 Análise do tipo e disposição dos s Intensidade e dieção da caga Velocidade Ruído e toque Eixo hoizontal ou vetical Rigidez Disposição axial do Instalação e emoção Vibação, choque Seleciona o gau de pecisão Excenticidade axial do eixo Vibação otacional Velocidade de otação 5. e igidez Página Vida dos s Página 4 Detemina a pé-caga Se fo necessáia uma igidez elevada, aumente a pé-caga. Substituição de s de esfeas po s de olos. Usa váios s Usa dimensões altenadas Não Capacidade de caga dinâmica equeida Seleciona as dimensões dos s O dimensional atende os limites do pojeto? Calcule a capacidade de caga dinâmica equeida baseada na caga aplicada, velocidade de otação e vida útil espeada. Análise dos valoes (podem se usadas peças padão?) Seleciona o método de lubificação 6. Lubificação Página 22 Lubificação com gaxa Lubificação com óleo Rolamentos vedados Rolamentos abetos Pevini a penetação de poeia, água e outos mateiais estanhos no inteio do Não é necessáia manutenção, pois não pode se emovida ou adicionada gaxa. Contamedidas paa evita a entada de impuezas e o vazamento de gaxa Design que pemite o eabastecimento de gaxa. Sim Veificação da capacidade de caga estática básica 2-4. Capacidade de caga estática básica e caga estática equivalente Página 6 Considea a pecisão do eixo e alojamento 8-2. Pecisão ecomendada paa o eixo e alojamento Página 28 Detemina se a pecisão do eixo e do alojamento seá igual ou póxima à do. Reve o método de lubificação Não Não A caga de aplicação é infeio à capacidade de caga estática? Sim 7. Limites de velocidade Página 26 Reve a velocidade de opeação A velocidade está dento dos limites? Sim Seleção dos ajustes 8-1. Ajustes do eixo e do alojamento Página 27 Rotação do anel exteno ou inteno Caga estacionáia, otativa ou de impacto Mateiais do eixo e alojamento Lado fixo ou lado live Expansão do anel inteno devido a foça centífuga a velocidades de otação elevadas Considea o manuseio e instalação Considee o design do ponto de vista da manutenção. Seleção do 9. Manuseio dos s Página 30 Considee como potege o conta danos e impuezas do ambiente de tabalho e use feamentas de instalação adequadas. Se a vida útil do fo igual ou supeio à vida útil da máquina, considee um design ou lubificação que não necessite de manutenção. Se a vida útil do ou a vida da gaxa fo meno do que a vida útil da máquina, cie um design que pemita a substituição simples do ou o eabastecimento simples de gaxa, bem como defina o intevalo de manutenção. Monitoa o equipamento pode ajuda a peve a vida útil atavés de medições de calo e vibação. Figua 1.1 Pocedimento de seleção do 2 Seleção do

5 ROLAMENTO NACHI 1-2 Seleção do tipo de Descição técnica Fatoes Espaço pemissível paa s Caga (tipo, dieção, magnitude) Velocidade de otação Rigidez Montagem e desmontagem Dietizes de seleção Duante a concepção de um sistema de eixos, a igidez e esistência do eixo são fatoes impotantes. O pimeio passo é detemina o diâmeto do eixo e o diâmeto do fuo. A Figua 1.2 apesenta as dietizes paa os pincipais tamanhos e tipos de s de pecisão aplicados em máquinas opeatizes. Selecione o tipo de ideal de acodo com a magnitude de caga adial e axial, dieção da caga (numa ou em ambas as dieções) e tipo (vibação e choque). Em geal, um de olos tem uma maio capacidade de caga nominal do que um de esfeas. Selecione o tipo de de acodo com a velocidade máxima de otação especifi cada paa a máquina onde o é usado. Os limites de velocidade dos s dependem em gande pate da magnitude da caga aplicada, pecisão de funcionamento, mateial e design da gaiola. Assim, é necessáio analisa minuciosamente os equisitos. Em geal, os s de contato angula de esfeas ou s de olos cilíndicos, que demonstam um aumento mínimo da tempeatua, são usados em aplicações de alta velocidade. Paa aumenta a igidez do conjunto, do eixo e do alojamento, a igidez dos s é essencial. Em geal, a igidez de um de olos é supeio à de um de esfeas. A igidez de uma combinação de s de esfeas de contato angula aumenta aplicando pé-caga no conjunto. Seleciona um sepaável aumente a efi ciência de funcionamento duante a montagem e desmontagem paa inspeção peiódica, etc. Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Séie 79 Séie NNU49 Séie 70 Séie BNH Séie NN30 Séie TAH Séie 72 Figua 1.2 Pincipais s de pecisão aplicados em máquinas opeatizes Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s Seleção do 3

6 Descição técnica 2 Vida dos s 2-1 Capacidade de caga dinâmica e vida nominal Ainda que os equisitos dos s de pecisão vaiem ligeiamente paa cada aplicação, os pincipais equisitos são: Capacidades de caga elevada Baixo atito Baixo nível de uído Elevada pecisão Elevada igidez O equisito de confi abilidade defi ne o peíodo de tempo dento do qual todos os outos equisitos devem atende. O equisito de confi abilidade (vida em sentido abangente) inclui peíodo de lubifi cação e uído, bem como a vida de fadiga. A confi abilidade seá eduzida devido à váios tipos de danos e degadação. Emboa existam váios tipos de danos, como queba e supeaquecimento, estes são consideados sepaadamente da vida útil dos s. Manuseio indevido, falha de montagem, lubifi cação incoeta e poblemas de ajuste são as maioes causas que levam a uma vida útil infeio à calculada. Independentemente de quão bem manuseados, montados e mantidos, os s ião inevitavelmente falha devido à fadiga do mateial oiginada pela tensão epetitiva decoente das cagas de tabalho. A vida útil do pode se obsevada sobe duas pespectivas: 1) Se, na inspeção, foem veifi cados indícios de fadiga, o deve se consideado inadequado paa o uso; ou 2) A duação de vida do em hoas ou evoluções pode se defi nida como limite no qual o deve se automaticamente substituído. Uma vez que a vida de fadiga vaia devido ao tamanho e tipo de s submetidos à esfoços de tabalho idênticos, a análise das condições de cagas aplicadas e a escolha defi nitiva dos s devem se cuidadosamente ealizadas de modo a atende aos equisitos da aplicação. A fadiga de cada é distinta. Assim, quando um gupo de s idênticos opea sob as mesmas condições de tabalho, o fenômeno estatístico da dispesão suge. Potanto, a vida útil média não é um citéio adequado paa seleciona um de contato angula. O mais apopiado é considea o limite (em hoas ou evoluções) que uma gande pocentagem dos s alcançam em opeação. Assim, a vida nominal e a capacidade de caga dinâmica C ou Ca são deteminadas usando a seguinte defi nição: Vida nominal básica Númeo total de evoluções que 90% de um gupo de s idênticos tabalhando individualmente sob as mesmas condições atingem sem apesenta avaias decoentes da fadiga de tabalho. Capacidade de caga dinâmica (C ou Ca) Caga aplicada, com magnitude e dieção constantes, que detemina o témino da vida do após um milhão de evoluções. A vida nominal dos s é calculada atavés da Fómula 2.1 e da Fómula 2.2. No caso de disposições com váios s, a capacidade de caga dinâmica é calculada utilizando os fatoes abaixo. Disposição de 2 caeias Disposição de 3 caeias Disposição de 4 caeias 1,62 2,16 2,64 (Fómula 2.1) (Fómula 2.2) L : Vida nominal básica (10 6 evoluções) Lh : Vida nominal básica (hoas) C : Capacidade de caga dinâmica (N) (C paa s adiais, Ca paa s axiais) P : Caga no (caga dinâmica equivalente) (N) (P paa s adiais, Pa paa s axiais) p : 3 (s de esfeas), 10/3 (s de olos) n : RPM: (min -1 ) 2-2 Caga dinâmica equivalente A caga no P nas Fómulas 2.1 e 2.2 é especifi camente adial (ou axial) com dieção e intensidade constantes. Sob condições nomais de aplicação, existem muitos casos onde as cagas adial e axial são aplicadas simultaneamente. Nesses casos, a vida teóica do s deve se calculada convetendo as cagas adial e axial em caga dinâmica equivalente. A caga dinâmica equivalente é calculada usando a Fómula 2.3. Caga aplicada, com magnitude e dieção constantes, que detemina o témino da vida do após um milhão de evoluções. A vida nominal dos s é calculada atavés da Fómula 2.1 e da Fómula 2.2. P : Caga adial dinâmica equivalente (N) Pa : Caga axial dinâmica equivalente (N) F : Caga adial (N) Fa : Caga axial (N) X : Fatoes da caga adial (Tabela 2.1) Y : Fatoes da caga axial (Tabela 2.1) (Fómula 2.3) Tabela 2.1 Fatoes de caga Rolamentos adiais de esfeas Rolamentos axiais de esfeas Ângulo de contato nominal 15 Rolamento de uma Rolamento de múltiplas caeias/ ifa/co e caeia/unidiecional múltiplas dieções Fa/F>e Fa/F e Fa/F>e X Y X Y X Y 0,015 0,38 1,47 1,65 2,39 0,029 0,40 1,40 1,57 2,28 0,058 0,43 1,30 1,46 2,11 0,087 0,46 1,23 1,38 2,00 0,12 0,47 0,44 1,19 1,34 0,72 1,93 0,17 0,50 1,12 1,26 1,82 0,29 0,55 1,02 1 1,14 1,66 0,44 0,56 1,00 1,12 1,63 0,58 0,56 1,00 1,12 1, ,68 0,41 0,87 0,92 0,67 1, ,80 0,39 0,76 0,78 0,63 1, ,14 0,35 0,57 0,55 0,57 0, ,49 0,73 1 1,37 0,57 0, ,79 0,81 1 1,6 0,56 0, ,17 0,92 1 1,9 0,55 0,92 1 Nota 1) i = 2 paa DB ou DF, i = 1 paa individual ou DT. Nota 2) Paa individual ou DT, use P=F quando Fa/F e. Nota 3) Quando o ângulo de contato nominal é 15, utiliza intepolação linea paa detemina os valoes de e, X e Y paa cada ifa/co não incluso na tabela. Nota 4) Paa uso a alta velocidade (valo dmn > ), a foça centífuga do olo também deve se consideada além da caga extena. Nestes casos, consulte o Depatamento de Engenhaia de Aplicação (DEA). 4 Vida dos s

7 ROLAMENTO NACHI 2-3 Caga no de esfeas de contato angula No caso dos s de esfeas de contato angula, o ponto de inteseção da linha de contato da esfea com a linha de cento do eixo, mostados na Figua 2.1, deve se utilizado como ponto de supote do (cento de caga). Po este motivo, os s de esfeas de contato angula mostados nas tabelas dimensionais indicam o espectivo cento de caga com a dimensão a. Esta infomação é paticulamente impotante quando uma caga de momento está agindo no. Esfoços componentes axiais são oiginados pela aplicação da caga adial em um de esfeas de contato angula. Pode-se calcula os esfoços componentes axiais utilizando a Fómula 2.4. Fa : Caga axial induzida (N) F : Caga adial (N) Y : Fato de caga axial (Fómula 2.4) Devidos aos esfoços componentes, a caga axial e a caga adial dinâmica equivalente atuantes no s são mostadas na Tabela 2.2. F Fa' Figua 2.1 Caga axial infeida paa s de esfeas de contato angula Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Tabela 2.2 Caga axial e caga dinâmica equivalente dos s esfeas de contato angula Disposição do Condições de caga Caga axial Caga adial dinâmica equivalente II I Lubifi cação Limites de velocidade FII Fa FI Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s I II Fa FI FII II I Fa FII FI I II Fa FI FII FI, FII : Caga adial (N) aplicada aos s I e II YI, YII : Fatoes de caga axial dos s I e II PI, PII : Caga adial dinâmica equivalente (N) dos s I e II Fa : Caga axial extena (N) XI, XII : Fatoes de caga adial dos s I e II Vida dos s 5

8 Descição técnica Vida dos s 2-4 Capacidade de caga estática básica e caga estática equivalente Capacidade de caga estática A caga aplicada em s paados pode oigina macas de afundamento na egião atuante da caga. Emboa alguma defomação elástica das supefícies é aceitável, uma defomação plástica pode gea elevado nível de uído e vibação duante o funcionamento, tonando-o inutilizável. O temo capacidade de caga estática (Co ou Coa) se efee ao valo de tensão supefi cial máximo ente pistas e elementos olantes devido a atuação de caga estática. Rolamentos de esfeas 4200 MPa Rolamentos de olos 4000 MPa Com estas efeências de tensão supefi cial, a esultante das defomações elástica é apoximadamente 1/ do diâmeto do elemento olante (Figua 2.2). Pistas dos anéis inteno e exteno Elemento de otação Da Caga Defomação da supefície da pista 1 Defomação da supefície do elemento de otação 2, Figua 2.2 Defomação pemanente Caga estática equivalente A caga estática equivalente é esultante das condições de aplicação de caga na seção de contato dos elementos olantes e pistas que supotam a tensão supefi cial máxima. Paa os s adiais, uma caga adial de dieção e magnitude constantes é denominada de caga adial estática equivalente e, paa os s axiais, uma caga axial de dieção e magnitude constantes é denominada de caga axial estática equivalente. Paa calcula a caga adial estática equivalente, deve se usado o maio valo dos dois valoes obtidos da Fómula 2.5 e da Fómula 2.6. (Fómula 2.5) (Fómula 2.6) A caga axial estática equivalente é calculada usando a Fómula 2.7. Tabela 2.3 Fatoes de caga estática Rolamentos adiais de esfeas Rolamentos axiais de esfeas Ângulo de contato nominal Individual ou DT DB ou DF Xo Yo Xo Yo 15 0,5 0,46 1 0, ,5 0,38 1 0, ,5 0,33 1 0, ,5 0,26 1 0, ,74 1 2, ,28 1 3, ,98 1 3, Fatoes de seguança A capacidade de caga estática básica é consideada como o fato limitado paa as aplicações geais. Uma aplicação pode exigi um fato de seguança supeio a 1. A Fómula 2.8 e a Tabela 2.4 mostam a fómula de cálculo e os fatoes de seguança (dietizes). Po max : Caga estática equivalente pemissível (N) Co : Capacidade de caga estática básica (N) So : Fatoes de seguança (Tabela 2.4) Tabela 2.4 Fatoes de seguança So Condições da aplicação Rolamentos de esfeas So (Fómula 2.8) Rolamentos de olos É necessáia elevada pecisão de otação 2 3 Pesença de vibação e/ou impacto 1,5 2 Condições nomais de funcionamento 1 1, Caga axial pemissível Uma caga axial pemissível é atuante apenas em s que podem supota caga axial, tal qual os s de esfeas de contato angula. Paa s de esfeas, a caga pemissível é a meno dos dois seguintes valoes. a Caga axial quando o valo da pessão supefi cial na seção de contato ente pistas e esfeas é igual ou infeio a MPa. b Caga axial que oigine uma elipse de contato fomada ente esfeas e supefícies das pistas cujos limites excedam as bodas das pistas de olagem (Figua 2.3) Caga axial (Fómula 2.7) Po : Caga adial estática equivalente (N) Poa : Caga axial estática equivalente (N) F : Caga adial (N) Fa : Caga axial (N) Xo : Fatoes da caga adial estática (Tabela 2.3) Yo : Fatoes da caga axial estática (Tabela 2.3) 2b 2a Elipse de contato Caga axial Figua 2.3 Elipse de contato 6 Vida dos s

9 3 Toleância dos s 3-1 Toleâncias do adial As toleâncias dos s de esfeas de contato angula abangem a pecisão dimensional e a pecisão de gio. As toleâncias são classifi cadas pela ISO 492 e JIS B1514 (Rolling Beaing ROLAMENTO NACHI Toleances), em confomidade com as classes 5, 4 e 2. As toleâncias paa o adial são apesentadas na Tabela 3.1 e na Tabela 3.2 (página 8). Descição técnica Tabela 3.1 Toleâncias do anel inteno (Classe 5, Classe 4, Classe 2 da noma JIS) Diâmeto nominal do fuo do d (mm) Vaiação média do diâmeto do fuo em um plano (1) dmp Desvio do diâmeto do fuo (1) ds Difeença do fuo em um plano (1) Vdsp Unidade: μm Difeença média do diâmeto do fuo em um plano (1) Classe 5 Classe 4 Classe 2 Classe 4 Classe 2 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 2 Séie de diâmeto Séie de diâmeto Acima de Inclusive Supeio Infeio Supeio Infeio Supeio Infeio 0,2 9 0,2 9 0,2 Máx. Máx. Máx. Supeio Infeio Supeio Infeio Máx. Máx. Máx. Máx , , , , , , , , ,5 1, , , , , , , , Diâmeto nominal do fuo do d (mm) Excenticidade adial do anel inteno do montado Kia Excenticidade da face de efeência do anel inteno em elação ao fuo Sd Excenticidade da face de efeência do anel inteno do montado em elação à pista de olagem (2) Sia Desvio da lagua de um anel Bs Vdmp Vaiação da lagua do anel inteno Classe 5 Classe 4 Classe 2 Classe 5 Classe 4 Classe 2 Classe 5 Classe 4 Classe 2 Classe 5 Classe 5/Classe Classe 4/Classe 2 Classe 5 Classe 4 Classe 2 4/Classe 2 Acima de Inclusive Rolamento - Rolamento Individual Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Duplex (3) Máx. Máx. Máx. Supeio Infeio Supeio Infeio Supeio Infeio ,5 1, , , ,5 1, ,5 1, , , ,5 1, , , , ,5 1, , , , , , , , , , , , , , , , , Nota 1) Aplicável paa s com fuo cilíndico. Nota 2) Aplicável paa s de esfeas. Nota 3) Aplicável aos anéis de cada ajustado paa montagem combinada. Obsevação: o desvio máximo do diâmeto do fuo do dos s de fuo cilíndico na Tabela 3.1 não se aplica a uma distância da face do anel de 1,2 x (máx.) do chanfo. VBs Unidade: μm Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s Toleância dos s 7

10 Descição técnica Toleância dos s Tabela 3.2 Toleâncias do anel exteno (Classe 5, Classe 4, Classe 2 da noma JIS) Diâmeto exteno nominal do D (mm) Vaiação média do diâmeto exteno do anel exteno em um plano Dmp Desvio do diâmeto exteno Ds Vaiação do diâmeto exteno em um plano adial (1) VDsp Unidade: μm Vaiação média do diâmeto exteno Classe 5 Classe 4 Classe 2 Classe 4 Classe 2 Classe 5 Classe 4 Classe 2 Classe 5 Classe 4 Classe 2 Acima de Inclusive Supeio Infeio Supeio Infeio Supeio Infeio Séie de diâmeto Séie de diâmeto 0,2 9 0,2 9 0,2 0,2 Supeio Infeio Supeio Infeio Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. VDmp Máx. Máx. Máx , , , , , Diâmeto exteno nominal do D (mm) Excenticidade adial do anel exteno do montado Kea Vaiação da inclinação da geatiz da supefície extena em elação à efeência do anel exteno SD Excenticidade da face de efeência do anel exteno do montado em elação à pista de olagem (2) Sea Desvio da lagua de um anel Cs Vaiação da lagua do anel exteno Classe 5 Classe 4 Classe 2 Classe 5 Classe 4 Classe 2 Classe 5 Classe 4 Classe 2 Classe 5 Classe 4 Classe 2 Acima de Inclusive Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx , , ,5 5 2,5 1, , , ,5 5 2,5 1, , , , Coesponde aos 8 4 2,5 valoes de Bs , ,5 indicados paa o anel , inteno do mesmo , Nota 1) Aplicável paa s de tipo abeto. Nota 2) Aplicável paa s de esfeas. Obsevação: o desvio mínimo do diâmeto exteno dos s na Tabela 3.2 não se aplica a uma distância da face do anel de 1,2 x (máx.) do chanfo. VCS Unidade: μm 8 Toleância dos s

11 ROLAMENTO NACHI 3-2 Toleâncias e valoes admissíveis paa s axiais de esfeas de contato angula (Séie TAH/TBH) Exceto paa o diâmeto exteno do anel exteno, a pecisão dos s axiais de esfeas de contato angula está em confomidade com a classe 4 da JIS. As toleâncias do diâmeto exteno do anel exteno são mostadas na Tabela 3.3. Tabela 3.3 Toleância do diâmeto exteno Diâmeto exteno nominal do Desvio do diâmeto exteno Ds D (mm) Acima de Inclusive Supeio Infeio Código do Vaiação média do diâmeto do fuo em um plano dmp Vaiação média do diâmeto exteno do anel exteno em um plano Dmp Unidade: μm 3-3 Toleâncias de s de olos cônicos cuzados As toleâncias paa s de olos cônicos cuzados são apesentadas na Tabela 3.4 e na Tabela 3.5. Tabela 3.4 Toleância dos anéis inteno e exteno da séie XRN Vaiação da altua total Ts Supeio Infeio Supeio Infeio Supeio Infeio Excenticidade do anel exteno (máx.) Excenticidade adial Excenticidade da face lateal 150XRN XRN XRN XRN XRN XRN XRN XRN XRN XRN XRN XRN XRN XRN Unidade: μm Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s Tabela 3.5 Toleâncias dos anéis inteno e exteno da séie XRG (XRGV) Código do Vaiação média do diâmeto do fuo em um plano dmp Vaiação média do diâmeto exteno do anel exteno em um plano Dmp Vaiação da altua total Ts Supeio Infeio Supeio Infeio Supeio Infeio Excenticidade do anel inteno (máx.) Excenticidade adial Excenticidade da face lateal 130XRG XRGV XRG XRGV XRG XRGV Unidade: μm Toleância dos s 9

12 Descição técnica Toleância do 3-4 Toleância dos s paa supote de fusos (Séie TAB) As toleâncias dos s paa supote de fusos (Séie TAB) são apesentadas na Tabela 3.6 e na Tabela 3.7. Tabela 3.6 Toleâncias paa anel inteno (incluindo lagua do anel exteno e excenticidade da face lateal do anel exteno em elação à pista de olagem) Diâmeto nominal do fuo do d (mm) Vaiação do fuo e desvio médio do fuo em um plano. dmp, ds Vaiação do diâmeto do fuo em um plano adial Vdp Vaiação média do diâmeto do fuo Vdmp Desvio na lagua do anel inteno (ou anel exteno) Bs, Cs Desvio na lagua do anel inteno VBs Excenticidade adial do anel inteno do montado Kia Excenticidade da face lateal Sd em elação ao fuo Unidade: μm Excenticidade da face lateal em elação à pista de olagem do anel inteno do montado Sia e do anel exteno do montado Sea Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5/Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Acima de Inclusive Supeio Infeio Supeio Infeio Máx. Máx. Máx. Máx. Supeio Infeio Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx ,5 4 2, , , , , , ,5 Tabela 3.7 Toleâncias do anel exteno Diâmeto exteno nominal do D (mm) Vaiação média do diâmeto exteno do anel exteno em um plano Dmp, Ds Vaiação do diâmeto exteno em um plano adial VDp Vaiação média do diâmeto exteno VDmp Vaiação da Excenticidade inclinação da adial do anel geatiz da supefície exteno do extena em elação montado ao anel exteno VCs Kea Inclinação extena do anel exteno Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Acima de Inclusive Supeio Infeio Supeio Infeio Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx , , SD Unidade: μm Paa os s da séie TAB paa supote de fusos, toleâncias estitas são estabelecidas paa diâmeto exteno e diâmeto do fuo de modo a minimiza as difeenças ente s paeados. (Tabela 3.8 e Tabela 3.9) Tabela 3.8 Toleâncias paa diâmeto do fuo do anel inteno (Classe 4) Diâmeto nominal do fuo do d (mm) Unidade: μm Vaiação média do diâmeto do fuo em um plano dmp, ds Classe 4 Acima de Inclusive Supeio Infeio As toleâncias paa outos diâmetos que não os diâmetos de fuo estão em acodo com a classe 4 da Tabela 3.6. Tabela 3.9 Toleâncias paa o diâmeto exteno do anel exteno (Classe 4) Diâmeto exteno nominal do D (mm) Unidade: μm Vaiação média do diâmeto exteno do anel exteno em um plano Dmp, Ds Classe 4 Acima de Inclusive Supeio Infeio As toleâncias paa outos diâmetos que não os diâmetos extenos estão em acodo com a classe 4 da Tabela Toleância dos s

13 ROLAMENTO NACHI 3-5 Toleância dos s paa supote de fusos (Séie TAF) As toleâncias dos s paa supote de fusos (Séie TAF) são apesentadas na Tabela 3.10 e na Tabela Tabela 3.10 Toleâncias paa anel inteno (incluindo lagua do anel exteno, Classe 5 da noma JIS) Diâmeto nominal do fuo do d (mm) Vaiação média do diâmeto do fuo em um plano dmp Vaiação do diâmeto do fuo em um plano adial Vdp Vaiação média do diâmeto do fuo Vdmp Vaiação da lagua dos anéis inteno e exteno Bs, Cs Desvio de lagua do anel inteno VBs Excenticidade adial do anel inteno do montado Kia Excenticidade da face lateal em elação ao fuo Sd Unidade: μm Excenticidade da face lateal em elação à pista de olagem do anel inteno do montado Sia Acima de Inclusive Supeio Infeio Máx. Máx. Supeio Infeio Máx. Máx. Máx. Máx Tabela 3.11 Toleâncias paa anel exteno (Classe 5 da noma JIS) Unidade: μm Diâmeto exteno nominal do D (mm) Vaiação média do diâmeto exteno do anel exteno em um plano Dmp Vaiação do diâmeto exteno em um plano adial VDp Vaiação média do diâmeto exteno VDmp Vaiação da lagua do anel exteno VCs Excenticidade adial do anel exteno do montado Kea Vaiação da inclinação da geatiz da supefície extena em elação à efeência do anel exteno SD Excenticidade da face de efeência do anel exteno do montado em elação à pista de olagem Sea Acima de Inclusive Supeio Infeio Máx. Máx. Máx. Máx. Máx. Máx Toleâncias paa fuos cônicos (s de olos cilíndicos) As toleâncias paa fuos cônicos (s de olos cilíndicos) são especifi cadas em nomas. Como as toleâncias das nomas JIS são muito abangentes, a NACHI defi ne seu intevalo mais limitado paa tais s de pecisão. Tabela 3.12 Toleâncias paa fuos cônicos (s de olos cilíndicos) Diâmeto exteno nominal do d (mm) Desvio médio do diâmeto do fuo na extemidade teóica meno de um fuo cônico Vaiação do diâmeto do fuo em um plano adial dmp d1mp- dmp Vdp Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Classe 5 Classe 4 Acima de Inclusive Supeio Infeio Supeio Infeio Supeio Infeio Supeio Infeio Máx. Máx Unidade: μm Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s d1mp d1mp 2 D d1 (d+ dmp) B B Fuo cônico teóico Fuo cônico com diâmetos médios eais em seus desvios Figua 3.1 Fuos cônicos dos s de olos cilíndicos (d1+ d1mp) D d1 dmp d1mp B : Diâmeto nominal do fuo do : Diâmeto básico na extemidade teóica maio do fuo cônico : Desvio médio do diâmeto do fuo na extemidade teóica meno do fuo cônico : Desvio médio do diâmeto do fuo na extemidade teóica maio do fuo cônico : Lagua nominal do anel inteno do : Ângulo de entada nominal (metade do ângulo de conicidade) Toleância dos s 11

14 Descição técnica 4 Disposição do 4-1 Caacteísticas dos s duplex Além da montagem duplex, os s paa supote de fusos podem se montados em tiplex e quadiplex. Os s nestas combinações são poduzidos com pé-caga e vaiação dimensional dos diâmetos extenos e intenos contolados paa o conjunto individualmente. Po este motivo, evite toca os s dúplex em um conjunto po outos s. A Tabela 4.1 mosta as pincipais combinações e desceve suas caacteísticas. Tabela 4.1 Pincipais combinações e caacteísticas Pincipais Seção tansvesal combinações Capacidade de caga Rigidez da caga de momento Velocidade Caacteísticas Costa a Costa (DB) Distância do cento de caga Podem se aplicadas cagas adiais e cagas axiais em ambas as dieções. A distância do cento de caga é longa, então a capacidade de caga de momento é alta. O desalinhamento ou outo eo de montagem aumenta a caga intena e tende a gea escamamento pematuo. Face a face (DF) Distância do cento de caga A distância do cento de caga é cuta, então a capacidade de caga de momento é baixa. Sendo a capacidade de caga de momento baixa, o aumento da caga intena devido ao desalinhamento pode se mantido sobe contole. Po isto, esta combinação é adequada quando o desalinhamento não é pemitido ou quando a fl exão do eixo pela atuação da caga é gande. Tandem (DT) Podem se aplicadas cagas adiais e cagas axiais numa dieção. Sendo a capacidade de caga axial o dobo quando compaado a uma caeia apenas, esta combinação é adequada paa aplicações com caga axial pesada aplicada em uma dieção. Tiplex Podem se aplicadas cagas adiais e cagas axiais em ambas as dieções. A capacidade de caga axial é o dobo de uma caeia apenas, mas a pé-caga não é distibuída unifomemente paa cada e uma única caeia apesenta o dobo que outas duas. Esta distibuição da pé-caga não unifome tona difícil o ajuste da pé-caga em altas otações. Quadiplex Podem se aplicadas cagas adiais e cagas axiais em ambas as dieções. Compaada com a disposição Costa a Costa, sob as mesmas condições de montagem, a pé-caga é duplicada e a igidez do conjunto é maio. 12 Disposição do

15 ROLAMENTO NACHI 4-2 Montagem e símbolos de montagem Os símbolos usados paa cada tipo de combinação são apesentados na Tabela 4.1. A sequência de disposição e a dieção da caga são impotantes paa s combinados. Po este motivo, na supefície do anel exteno dos s combinados (Figua 4.1) tem uma maca de combinação ([<]) que pode se usada paa veifi ca a sequência de disposição. Se os s estiveem dispostos na sequência coeta, as macas apaecem como "<" na supefície extena do conjunto montado. Descição técnica DB DF DT FFB BFF FFF FFBB BBFF FFFB BFFF Figua 4.1 Combinações de conjuntos e macas de combinação do anel exteno 4-3 Rolamentos de esfeas de contato angula com disposição univesal Paa s de esfeas de contato angula com disposição univesal, a lagua fontal ente faces (Af) e a lagua taseia ente faces do são contoladas paa seem idênticas. Deste modo, a pé-caga estimada seá obtida paa quaisque tipos de combinação (Figua 4.2). Os s de esfeas de contato angula com disposição univesal são fonecidos individualmente (Sufi xo U) ou paeados (Sufi xo DU). As combinações paeadas (Duplex) tem pequena vaiação dimensional nos diâmetos extenos e nos fuos. Do uso da disposição U em uma combinação, selecione os s com a meno vaiação possível dos diâmetos extenos e intenos. Paa o paa supote de fusos com disposição univesal da séie TAB, seá gavada uma maca de combinação ([<]) na supefície extena do anel exteno. Paa obte infomações sobe as combinações possíveis e as macas de combinação, consulte a Figua 4.3. DB DF DT FFB BFF FFF Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s Af FFBB BBFF FFFB BFFF Figua 4.3 Macas de combinação e combinações do conjunto dos s com disposição univesal Ab Af = Ab Figua 4.2 Rolamento de esfeas de contato angula com disposição univesal Disposição do 13

16 Descição técnica 5 e igidez 5-1 Objetivos da pé-caga Os s de esfea de contato angula nomalmente apesentam uma folga intena paa deteminadas condições de aplicação. Entetanto em cetas aplicações, estes s podem se instalados com uma folga intena negativa (pé-caegamento axial). Esta condição de caegamento é denominada "pé-caga". É necessáio se extemamente cuidadoso ao detemina as condições de pé-caga, visto que condições de pé-caga inadequadas podem esulta em aumento do toque de gio, aumento da tempeatua de tabalho, aumento dos níveis de uído, edução na vida útil do ente outos poblemas. A segui são apesentadas algumas condições favoáveis quando aplicada a pé-caga apopiada: Meno deslocamento axial devido a foça extena e maio igidez axial Pevenção da vibação e uído e maio velocidade devido a uma maio igidez axial Meno isco de avaias devido a vibação extena Rotação suave Menoes níveis de uído e tempeatua decoentes da foça centífuga e momento gioscópico. Momento gioscópico As esfeas de um de esfeas de contato angula giam em tono de um eixo de otação enquanto ealizam o gio em tono de um eixo obital (linha do eixo). Suge então um ângulo ente o eixo de otação e o eixo obital, onde se veifi ca um momento esultante da tentativa de gio das esfeas no cento de dois eixos difeentes. Este momento é denominado "momento gioscópico" (Figue 5.1). A intensidade do momento gioscópico é popocional à velocidade angula de otação e à velocidade angula obital. O momento gioscópico seá sufi cientemente despezível quando o estive submetido a baixas otações. Contudo o aumento da tempeatua esultante do atito ente as supefícies, povocado po esse momento gioscópico em aplicações de alta otação não pode se ignoado. Visando supimi o deslizamento povocado pelo momento gioscópico, o atito (caga nas esfeas x coefi ciente de atito) ente as esfeas e a supefície da pista deve se contolado. Isto signifi ca que po vezes pode se escolhida a pé-caga mínima. Rotação das esfeas Figua 5.1 Momento gioscópico Momento gioscópico 5-2 Métodos de pé-caga Os s submetidos a condição de pé-caga estão amplamente divididos ente pé-caga fi xa e pé-caga constante. A Tabela 5.1 (página 15) mosta exemplos gáfi cos e desceve as caacteísticas de cada tipo de pé-caga. Um de olos cilíndicos com fuo cônico também pode se usado com pé-caga adial (folga adial negativa) aplicada. No entanto, é necessáio te cuidado poque uma pé-caga adial muito elevada eduz signifi cativamente a vida útil do conjunto (Figua 5.2). Vida nominal (Vida=1 quando a folga adial=0) 1,2 1,0 0,8 0,6 0,4 0,2 Caga adial: 4710N (3% da capacidade de caga dinâmica) 5-3 Medindo a pé-caga a Método de medição da caga axial Paa pé-caga po mola (pé-caga constante), a pé-caga seá deteminada atavés do deslocamento da mola. Paa pé-caga atavés de poca de fi xação (pé-caga fi xa), a pé-caga pode se deteminada com base na elação ente o toque de apeto da poca e a foça de apeto. No entanto, é necessáio te esse cuidado poque existe uma gande vaiação na elação ente o toque de apeto da poca e a foça de apeto devido à pecisão e ugosidade da osca. 0-0, ,020 0,040 0,060 Folga adial (mm) Figua 5.2 Folga adial e vida útil dos s de olos cilíndicos (NN3020) b Método de medição da deslocação axial A pé-caga pode se deteminada com base na elação ente a caga axial no e o deslocamento axial. c Método de medição do toque de patida do Paa ealiza esta medição, pimeio é necessáio cia um gáfi co da caga e toque de patida do pópio. No entanto, é necessáio te cuidado devido as vaiações decoentes do tipo de, condições de lubifi cação, etc. 14 e igidez

17 ROLAMENTO NACHI Tabela 5.1 Métodos de pé-caga Métodos de Exemplo de configuações pé-caga Caacteísticas Descição técnica fi x a Método utilizando uma combinação de s duplex com caga axial pé-ajustada ou um espaçado ajustado dimensionalmente. Uma vez que é usado afastamento do, a pé-caga pescita pode se gaantida simplesmente na fi xação da poca. A instalação povoca inconsistência da pé-caga. O aumento de tempeatua povoca inconsistência da pé-caga A aplicação de uma caga axial excessiva pode povoca peda da pé-caga Seleção do Método de ajuste da pé-caga usando apeto da poca unifome, mesmo que a instalação seja inconsistente Maio apeto possível O aumento de tempeatua povoca inconsistência da pé-caga A aplicação de uma caga axial excessiva pode povoca peda da pé-caga Vida dos s Toleância dos s Disposição do constante Método utilizando mola 5-4 Efeito da pé-caga A análise gáfi ca de distibuição da caga e deslocamento axial em dois s quando aplicada pé-caga atavés de caga extena, (confome ilustado na Figua 5.3), é executada confome descito a segui: a Tace a cuva de Caga Axial T Defl exão Axial a do A. b Localizando o ponto de pé-caga Tp no eixo T, detemine o ponto de inteseção paa a cuva do A e, em seguida, tace a cuva T a do B. c Una as duas cuvas paalelamente ao eixo de caga axial T num compimento que coesponda ao valo de caga extena Tw. d As cagas Ta e Tb, que coespondem aos pontos de inteseção das linhas, são as cagas de cada sob condição de caga extena. unifomemente constante duante o funcionamento Sem peda de pé-caga Adequado paa velocidades elevadas Inicialmente pode se aplicada uma caga axial numa dieção Rigidez infeio quando em compaação com o método de pé-caga fi xa, sob as mesmas condições de caga. e O deslocamento axial é fonecido como deslocamento w. do B. (O deslocamento do B é o deslocamento ocasionado po Tp subtaído do deslocamento ocasionado po Tb). Isso ocoe poque os deslocamentos de dois s pécaegados não são unifomes dento da faixa que a pé-caga não se tona nula devido à pé-caga extena. (A Figua 5.3 é unifome). Em outas palavas, o A é deslocado apenas pelo deslocamento do B devido à caga extena. Após o aumento da caga extena e a eliminação da pé-caga, a caga Tb do B fi caá igual à caga Tw extena e a caga do A seá eliminada. A magnitude da caga extena quando esta pé-caga é eliminada é indicada na Figua 5.3 como Tpo. e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s Rolamento A Rolamento B Deslocamento axial elástico a O' P Cuva T- a do A Cuva T- a do B Caga Tw aplicada Tw O Ta Tp Tb Tpo Caga axial Figua 5.3 fixa e igidez 15

18 Descição técnica e igidez 5-5 Rigidez axial e pé-caga padão Rolamento de esfeas de contato angula As pé-cagas e igidez axial paa montagem duplex Face-à-Face ou Costa-à-Costa, são apesentadas na Tabela 5.3, de 1 a 6 (páginas 16 a 18). As pé-cagas paa disposições de váias caeias podem se obtidas multiplicando os coefi cientes da Tabela 5.2. Tabela Séie 7900C (Ângulo de contato de 15 ) Código do diâmeto inteno do (N) Tabela 5.2 Fatoes de pé-caga paa disposições em váias caeias Disposição Tiplex Disposição Quadiplex FFB BFF FFFB BFFF FFBB BBFF 1,36 1,57 2 E (pé-caga exta leve) L (pé-caga leve) M (pé-caga média) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) Séie 7900AC (Ângulo de contato de 25 ) Código do diâmeto inteno do L (pé-caga leve) M (pé-caga média) H (pé-caga pesada) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) e igidez

19 ROLAMENTO NACHI 3 - Séie 7000C (Ângulo de contato de 15 ) E (pé-caga exta leve) L (pé-caga leve) M (pé-caga média) H (pé-caga pesada) Código do diâmeto inteno do (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) Séie 7000AC (Ângulo de contato de 25 ) Código do diâmeto inteno do L (pé-caga leve) M (pé-caga média) H (pé-caga pesada) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s e igidez 17

20 Descição técnica e igidez 5 - Séie 7200C (Ângulo de contato de 15 ) Código do diâmeto inteno do E (pé-caga exta leve) L (pé-caga leve) M (pé-caga média) H (pé-caga pesada) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) Séie 7200AC (Ângulo de contato de 25 ) Código do diâmeto inteno do (N) L (pé-caga leve) M (pé-caga média) H (pé-caga pesada) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) (N) Rigidez axial (N/μm) e igidez

21 ROLAMENTO NACHI Descição técnica Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade Tabela 5.4 Séie BNH000 (Ângulo de contato de 15 ) L (pé-caga padão) Código do diâmeto inteno do Diâmeto inteno do (mm) (N) Rigidez axial (N/μm) , , , , Rolamentos axiais de esfeas de contato angula. Tabela Séie TAH (Ângulo de contato de 30 ) Diâmeto nominal do fuo (mm) (N) M (pé-caga média) Rigidez axial (N/μm) Séie TBH (Ângulo de contato de 40 ) M (pé-caga média) Diâmeto nominal do fuo (mm) (N) Rigidez axial (N/μm) Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s e igidez 19

22 Descição técnica e igidez Rolamentos paa supote de fusos Tabela Séie TAB com ângulo de contato de 60 e pé-caga padão média (M) Disposição duplex Disposição tiplex Disposição quadiplex Código do (N) DB/DF BFF/FFB BBFF/FFBB BFFF/FFFB Rigidez axial (N/μm) Toque inicial (N cm) (N) Rigidez axial (N/μm) Toque inicial (N cm) (N) Rigidez axial (N/μm) Toque inicial (N cm) (N) Rigidez axial (N/μm) Toque inicial (N cm) 15TAB TAB TAB TAB TAB TAB TAB TAB TAB TAB TAB TAB TAB TAB Nota) O toque inicial apesenta valoes paa s abetos ou com vedação do tipo sem contato e lubifi cação a gaxa. 2 - Séie TAF com ângulo de contato de 50 ou 55 e pé-caga padão média (M) Disposição duplex Disposição tiplex Disposição quadiplex Código do DB/DF BFF/FFB BBFF/FFBB BFFF/FFFB (N) Rigidez axial (N/μm) Toque inicial (N cm) (N) Rigidez axial (N/μm) Toque inicial (N cm) (N) Rigidez axial (N/μm) Toque inicial (N cm) (N) Rigidez axial (N/μm) Toque inicial (N cm) 25TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF Nota) O toque inicial apesenta valoes com lubifi cação a gaxa. 20 e igidez

23 ROLAMENTO NACHI Folga adial intena paa Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias A folga adial intena paa s de olos cilíndicos de múltiplas caeias é especifi cada pela noma JIS. A NACHI defi ne seu pópio intevalo mais limitado paa maximiza a pecisão de otação. As folgas adiais intenas paa s de fuos cilíndicos e s de fuos cônicos são apesentadas na Tabela 5.7 (1 e 2, espectivamente). É necessáio cuidado duante o manuseio e instalação de s com folgas não intecambiáveis, pois não existe similaidade ente os anéis extenos ou intenos de outo, de modo que estes não podem se tocados ente si. Tabela Folga não intecambiável dos s com fuo cilíndico Unidade: μm Diâmeto nominal do Folga dos s com fuo cilíndico (não intecambiável) fuo do d (mm) C1na C2na Cna C3na Acima de Inclusive Mín. Máx. Mín. Máx. Mín. Máx. Mín. Máx Folga não intecambiável dos s com fuo cônico Unidade: μm Diâmeto nominal do Folga dos s comfuo cônico (não intecambiável) fuo do d (mm) C9na C1na C2na Acima de Inclusive Mín. Máx. Mín. Máx. Mín. Máx Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s e igidez 21

24 Descição técnica 6 Lubificação 6-1 Finalidade da lubificação A pincipal fi nalidade da lubifi cação dos s é eduzi o atito e o desgaste po contato, bem como evita o supeaquecimento. Os métodos apopiados de lubifi cação e o tipo de lubifi cante infl uenciam consideavelmente o desempenho e vida útil dos s de esfeas de contato angula. A segui são exibidos os popósitos da lubifi cação. a Lubifi cação da supefície de contato 1) Reduz o atito olante ente os olos e as pistas, bom como eduz o atito deslizante ente os elementos olantes e a guia de olagem nos s de olos. 2) Reduz o atito deslizante ente o elemento olante e a gaiola 3) Reduz o atito deslizante ente a gaiola e a guia de olagem da pista do anel b Dissipação do calo esultante do atito e/ou do calo tansmitido po outos mecanismos extenos c Poteção conta impuezas e pevenção conta oxidação d Redução da concentação de tensão 1) Distibuição unifome da tensão nos pontos (esfeas) ou linhas (olos) de contato. 2) Amotecimento da caga de impacto 6-2 Métodos de lubificação Lubificação a óleo a Lubifi cação foçada (lubifi cação po jato) A lubifi cação foçada é utilizada quando a efigeação é necessáia paa aplicações com velocidades de otação elativamente elevadas ou em ambientes com tempeatua elevada. A lubifi cação po jato lubifi ca atavés da vapoização de óleo lubifi cante, altamente pessuizado, que possui efeito efigeante. A denagem do óleo deve se maio que o abastecimento, pois a agitação do óleo que se coleta no inteio do alojamento aumenta a geação de calo e povoca peda de desempenho. Paticulamente na lubifi cação po jato, é necessáia uma saída de deno do óleo pelo menos 10 vezes maio que o bico injeto de abastecimento localizado em sentido oposto, devendo se usada uma bomba paa a denagem foçada do óleo. A Figua 6.1 mosta um exemplo de lubifi cação po jato. O bico pulveizado pode atua dietamente no ou esta pática pode se ealizada usando foça centífuga na pate cônica de um defl eto instalado no eixo (Figua 6.3). Gealmente, a pessão da névoa é 5 a 15 N/cm 2, com algum volume de óleo mistuado com 10 a 50l/pates de a po hoa. A névoa de óleo usa somente uma pequena quantidade de óleo de modo que é adequada paa uma opeação a alta velocidade com pouca peda de desempenho do, mas como o calo do a não é muito elevado e não apesenta consideáveis efeitos de aquecimento, este tipo de lubifi cação é adequado paa aplicações com caga elativamente baixa. A Filto de a Válvula de contole da pessão Geado de névoa Deno de saída. Figua 6.2 Exemplo de Spindle usando lubificação a vapo Entada de óleo Gealmente, o bico injeto está diecionado ente a gaiola e o anel inteno. Pessão: 10 a 50 N/cm 2 Dimensão do oifício do bico injeto: 1 a 2 mm Capacidade do óleo: 500 cm 3 /min. (mínimo) Figua 6.1 Exemplo de lubificação po jato b Lubifi cação a vapo (lubifi cação po névoa de óleo) Com este método de lubifi cação, o é efigeado a a e uma pequena quantidade de óleo necessáio paa lubifi cação é vapoizado e pulveizado no inteio do. A Figua 6.2 mosta um exemplo de lubifi cação po névoa de óleo. Atavés de uma válvula de contole de pessão, o a enviado paa um geado de névoa é mistuado com óleo, que é pulveizado no. Figua 6.3 Exemplo de injeção da névoa de óleo atavés do defleto 22 Lubifi cação

25 ROLAMENTO NACHI c Lubifi cação com óleo e a Com esse tipo de lubifi cação uma pequena quantidade de óleo lubifi cante é fonecida po um pistão de medição em intevalos fi xos, onde o óleo lubifi cante é injetado pela válvula de mistua po a compimido e, então, fonecido continuamente aos s. Como é constantemente fonecida uma pequena quantidade contolada de óleo lubifi cante, este método é adequado paa aplicações de alta velocidade nas quais é geado pouco calo. A lubifi cação com óleo e a apesenta caacteísticas ecologicamente viáveis, pois os equisitos de óleo são de popoção 1/10 do vapo geado paa lubifi cação. Além disso, o óleo é fonecido em foma de gotas em vez de névoa. A Figua 6.4 mosta um exemplo de lubifi cação com óleo e a. 4 oifícios de entada do óleo (1 paa cada ) Lubificação com gaxa As seguintes pecauções são altamente ecomendadas quando a lubifi cação fo ealizada com gaxa. Selecione a gaxa adequada. A Tabela 6.1 apesenta exemplos dos pincipais tipos de gaxa aplicados na lubifi cação de s das máquinas-feamenta. Cetifi que-se de que a quantidade de lubifi cante na elubifi cação está adequada. É ecomendada uma quantidade de lubifi cação ente 10 e 20% do volume do espaço vazio inteno paa s de alta velocidade. Contudo a quantidade necessáia paa um paa supote de fusos (tipo abeto) vaia ente 40 e 50%. Excesso de gaxa lubifi cante pode esulta em aumento de tempeatua e elevada peda de desempenho do conjunto, em função do atito inteno. Paa obte mais infomações sobe o volume do espaço inteno dos s, consulte a Tabela 6.2 (página 24 a 25). A Figua 6.5 ilusta as difeenças de tempeatua dos s devido ao método de lubifi cação. Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do 2 denos de saída do óleo/a Figua 6.4 Exemplo de Spindle usando lubificação com óleo e a Aumento da tempeatua do anel exteno ( C) Lubifi cação com gaxa (ISOFLEX NBU 15, lubifi cação a 15%) Lubifi cação com óleo e a (em confomidade com ISO VG46, 0,02 cm³/30 min) Lubifi cação po jato (em confomidade com ISO VG2, 1000 cm³/min) Rotação ( 1000 pm) Figua 6.5 Compaação do aumento da tempeatua causado pelos difeentes métodos de lubificação e igidez Lubificação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s Tabelas 6.1 Pincipais gaxas usadas paa s de máquina-feamenta Nome da gaxa Fabicante Óleo base Espessante Intevalo de tempeatua de opeação ecomendada C Pincipais aplicações ISOFLEX NBU15 NOK KLUBER Óleo éste Composto de báio -40 ~ +130 Rolamento do fuso ISOFLEX LDS18 Special A NOK KLUBER Óleo éste Lítio -60 ~ +130 Rolamento do fuso Multemp LRL No. 3 Kyodo Yushi Óleo éste poliol Lítio -50 ~ +150 Rolamento do fuso Alvania Gease S No. 2 Showa Shell Oil Óleo mineal Lítio -25 ~ +120 Rolamentos paa Supote de Fusos Multemp PS No. 2 Kyodo Yushi Óleo diéste + óleo de hidocaboneto Lítio -55 ~ +130 Rolamentos paa Supote de Fusos Lubifi cação 23

26 Descição técnica Lubificação Tabela 6.2 Volume do espaço inteno do 1 Volume do espaço inteno dos s de esfeas de contato angula e s de olos cilíndicos Código do diâmeto do fuo Diâmeto do fuo (mm) 7900C 7900AC 7000C 7000AC 7200C 7200AC Séie BNH000 TAH TBH NN3000 Unidade: cm³/cada NNU ,44 0,9 1, ,49 1,0 1, ,68 1,4 2, ,68 1,7 3, ,5 2,9 4, ,9 3,4 5,3 3, ,2 4,8 8,2 5, ,0 6,4 10,3 5,6 7, ,2 7,8 13,0 7,2 9, ,7 10,2 15,4 9,0 12, ,2 10,7 18,6 9,7 8,0 13, ,9 25,9 14,0 12,0 19, ,0 33,2 15,0 13,0 20, ,2 39,1 16,0 14,0 21, ,7 45,2 22,0 19,0 30, ,7 49,4 23,0 20,0 32, ,1 59,0 30,0 27,0 46, ,3 73,5 31,0 28,0 47, ,2 93,1 40,0 38,0 62, , ,0 40,0 64, , ,0 41,0 67,3 49, ,0 52,0 91,8 57, ,0 65, , ,0 70, , Lubifi cação

27 ROLAMENTO NACHI 2 Volume do espaço inteno do paa supote de fusos (séie TAB) Código do Volume do espaço inteno [cm³/cada] 15TAB04 3,8 17TAB04 3,8 20TAB04 3,8 25TAB06 4,8 30TAB06 4,8 35TAB07 5,8 40TAB07 5,8 40TAB TAB07 6,5 45TAB TAB TAB TAB TAB Volume do espaço inteno do paa supote de fusos (séie TAF) Código do Volume do espaço inteno [cm³/cada] 25TAF06 9,3 30TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF TAF Vida da gaxa A vida da gaxa é afetada pela tempeatua de opeação, tipo da gaxa, velocidade de otação, caga e outos fatoes. As estimativas apoximadas da vida da gaxa paa um de esfeas de contato angula, usada como um exemplo epesentativo, pode se calculada usando a Fómula 5.1. L T SG : vida da gaxa (hoas) : tempeatua do ( C) : fato de edução da vida baseado no tipo de gaxa Tipo de gaxa SG Gaxa de longa vida deivada de petóleo e gaxa de silicone 0 Gaxa de petóleo convencional 1,0 Gaxa de diéste e de baixa tempeatua 2,9 SN d n (dn)l : fato de edução da vida baseado na velocidade de otação : Diâmeto nominal do fuo (mm) : velocidade do (pm) : fato de velocidade devido ao tipo de Tipo de (dn)l Rolamentos de esfea de contato angula Rolamentos de olos cilíndicos (Fómula 5.1) Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubificação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s SW C w : fato de edução da vida devido a caga : capacidade de caga dinâmica (N) : caga no (N) Lubifi cação 25

28 Descição técnica 7 Limites de velocidade 7-1 Coeção do limite de otação Submete um à otações acima de sua capacidade gea aumento excessivo da tempeatua de tabalho devido ao atito, podendo excede os limites do. O limite empíico da velocidade de otação que evita este tipo de poblema é denominado de limite de otação. O limite de otação depende do tipo do, dimensões, método de lubifi cação, caga, etc. O limite de otação de um vedado é deteminado pela velocidade peiféica da seção de contato da vedação com o anel do. As tabelas de dimensões deste catálogo apesentam os limites de otação paa lubifi cação à gaxa e à óleo, mas estes valoes assumem caga de aplicação leve, eixo opeando hoizontalmente e lubifi cação adequada. Como nomalmente dois ou mais s de esfeas de contato angula são utilizados em combinação o limite de otação é eduzido, sendo necessáia a aplicação de um fato de coeção (Tabela 7.1) sobe o valo indicado paa limite de otação nas tabelas dimensionais. Quando um fo submetido à otações 75% ou mais de seu limite, deve-se seleciona o tipo e quantidade de gaxa adequada ou o óleo e método de lubifi cação mais indicado. Tabela 7.1 Fatoes de coeção do limite de otação de s combinados N.º de s no conjunto exta leve (E) leve (L) média (M) pesada (H) 2 caeias 0,83 0,78 0,63 0,54 3 caeias 0,73 0,68 0,54 0,39 4 caeias 0,78 0,73 0,59 0,44 26 Limites de velocidade

29 8 Seleção do eixo e alojamento 8-1 Ajustes do eixo e do alojamento De modo a se obte o máximo de desempenho de um, adequados ajustes ente eixo e anel inteno e alojamento e anel exteno são impescindíveis. Ajustes com intefeência insufi ciente podem esulta em deslizamento dos anéis no eixo ou no alojamento. Esta ocoência é denominada de deslizamento e pode ocasiona um colapso do sistema, vibação e outos poblemas devido ao atito excessivo e o desgaste anomal, inclusive da entada de impuezas no. O ajuste adequadamente intefeente deve se aplicado paa evita o deslizamento, ajustando dimensionalmente o ROLAMENTO NACHI eixo junto ao anel inteno ou o alojamento junto ao anel exteno (Não em ambos). Entetanto, isto não pode se executado em deteminadas condições, então o ajuste dos s pecisam se deteminados após uma análise minuciosa da elação eixo, alojamento e outos fatoes. Os ajustes ecomendados paa aplicações comuns (otação do anel inteno) dos s de pecisão aplicados em máquinasfeamentas são mostados nas Tabelas 8.1 a 8.3 a segui. Tabela 8.1 Eixos e ajustes ecomendados Unidade: μm Diâmeto do eixo Classe de pecisão do Tipo de (mm) Classe 5 Classe 4/Classe 2 Acima de Inclusive Ajuste petendido Toleância do eixo Ajuste petendido Toleância do eixo Rolamentos de esfeas de contato angula Rolamentos de olos cilíndicos (fuo cilíndico) ~2T h4 0~2T h ~2,5T h4 0~2,5T h ~3T h4 0~3T h ~4T js4 0~4T js ~5T js4 0~5T js js4 js k4 k k4 k3 Rolamento axial paa fuso Paa todos os diâmetos de eixo 0~6L h4 0~6L h4 Rolamentos paa supote de fusos Paa todos os diâmetos de eixo 0~10L h5 0~10L h5 Tabela 8.2 Alojamentos e ajustes ecomendados (Lado fixo) Tipo de Rolamentos de esfeas de contato angula Diâmeto do fuo do alojamento (mm) Acima de inclusive Ajuste petendido Classe de pecisão do Classe 5 Classe 4/Classe 2 Toleância do alojamento Ajuste petendido Toleância do alojamento ~3L JS4 0~3L JS ~4L JS4 0~4L JS ~5L JS4 0~5L JS ~6L JS4 0~6L JS3 Rolamentos de olos cilíndicos Todos os diâmetos de alojamento ±0 K5 ±0 K5 Rolamento axial paa fuso Todos os diâmetos de alojamento 30L~40L K5 30L~40L K5 Rolamentos paa supote de fusos Todos os diâmetos de alojamento 10L~20L H6 10L~20L H6 Unidade: μm Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s Tabela 8.3 Alojamentos e ajustes ecomendados (Lado live) Tipo de Diâmeto do fuo do alojamento (mm) Acima de inclusive Ajuste petendido Classe de pecisão do Classe 5 Classe 4/Classe 2 Toleância do alojamento Ajuste petendido Toleância do alojamento L~10L H4 6L~10L H3 Rolamentos de esfeas L~13L H4 8L~13L H3 de contato angula L~18L H4 12L~18L H L~22L H4 15L~22L H3 Rolamentos de olos cilíndicos Todos os diâmetos de alojamento ±0 K5 ±0 K4 Rolamentos paa supote de fusos Todos os diâmetos de alojamento 10L~20L H6 10L~20L H6 Nota) Nas tabelas 8.1 a 8.3, a leta L após o valo efeenciado indica ajuste folgado, enquanto T indica ajuste intefeente. Unidade: μm Seleção do eixo e alojamento 27

30 Descição técnica Seleção do eixo e alojamento 8-2 Pecisão ecomendada paa o eixo e alojamento De modo a gaanti o desempenho mecânico do eixo-ávoe de uma máquina-feamenta, a pecisão dos componentes deve se igual ou supeio à pecisão do. Tabela 8.4 Pecisão do eixo Diâmeto do eixo Classe de pecisão do Item de pecisão Acima de Inclusive Classe 5 Classe 4 Classe 2 Ciculaidade, a Cilindicidade, b Vibação, c Concenticidade, d 10 1,3 0,8 0, ,5 1,0 0, ,0 1,3 0, ,0 1,3 0, ,5 1,5 1, ,0 2,0 1, ,0 2,5 1, ,0 3,5 2,3 10 1,3 0,8 0, ,5 1,0 0, ,0 1,3 0, ,0 1,3 0, ,5 1,5 1, ,0 2,0 1, ,0 2,5 1, ,0 3,5 2,3 10 2,0 2,0 1, ,5 2,5 1, ,0 3,0 2, ,5 3,5 2, ,0 4,0 2, ,0 5,0 3, ,0 6,0 4, ,0 7,0 5,0 10 4,0 4,0 2, ,0 5,0 3, ,0 6,0 4, ,0 7,0 4, ,0 8,0 5, ,0 10,0 6, ,0 12,0 8, ,0 14,0 10,0 Tabela 8.5 Rugosidade (Ra) da supefície de instalação do eixo Diâmeto do eixo Classe de pecisão do d Classe 5 Classe 4 Classe 2 d 80mm 0,2 0,2 0,1 d > 80mm 0,4 0,4 0,2 a b da Unidade: μm A pecisão dos componentes e a ugosidade supefi cial são apesentadas nas Tabelas 8.4 a 8.7. Tabela 8.6 Pecisão do alojamento Diâmeto do fuo do Classe de pecisão do Item de pecisão alojamento Acima de Inclusive Classe 5 Classe 4 Classe 2 Ciculaidade, a1 Cilindicidade, b1 Vibação, c1 Concenticidade, d1 Unidade: μm 10 1,3 0,8 0, ,5 1,0 0, ,0 1,3 0, ,0 1,3 0, ,5 1,5 1, ,0 2,0 1, ,0 2,5 1, ,0 3,5 2,3 10 1,3 0,8 0, ,5 1,0 0, ,0 1,3 0, ,0 1,3 0, ,5 1,5 1, ,0 2,0 1, ,0 2,5 1, ,0 3,5 2,3 10 2,0 2,0 1, ,5 2,5 1, ,0 3,0 2, ,5 3,5 2, ,0 4,0 2, ,0 5,0 3, ,0 6,0 4, ,0 7,0 5,0 10 4,0 4,0 2, ,0 5,0 3, ,0 6,0 4, ,0 7,0 4, ,0 8,0 5, ,0 10,0 6, ,0 12,0 8, ,0 14,0 10,0 Tabela 8.7 Rugosidade (Ra) da supefície de instalação do alojamento Diâmeto do fuo do Classe de pecisão do alojamento D Classe 5 Classe 4 Classe 2 D 80mm 0,4 0,4 0,2 80mm < D 250mm 0,8 0,8 0,4 D > 250mm 1,6 1,6 0,8 a1 b1 A c AB B c1 AB c1 AB A d1 A B 28 Seleção do eixo e alojamento

31 ROLAMENTO NACHI 8-3 Limites da dimensão do chanfo Tabela 8.8 Dimensões do chanfo paa s adiais (excluindo s de olos cônicos) Menoes dimensões admissíveis paa chanfo dos anéis intenos e exteno (mín,) ou 1 (mín,) Diâmeto nominal do fuo do Menoes dimensões admissíveis paa chanfo dos anéis intenos e exteno (máx,) ou 1 (máx,) (Refeência) Raio (a) do filete do eixo ou alojamento Acima de Inclusive Dieção adial Dieção axial Máx, 0,05 0,1 0,2 0,05 0,08 0,16 0,3 0,08 0,1 0,2 0,4 0,1 0,15 0,3 0,6 0,15 0,2 0,5 0,8 0,2 0,3 40 0, ,8 1 0,3 0, ,3 2 0, , , , , , , , , , , ,8 6 2, , , ,8 6 2, , ,5 8 2,5 4 6, ,5 12, , Unidade: mm (mínimo) ou 1 (mínimo) Supefícies do fuo do ou do diâmeto exteno (máximo) ou 1 (máximo) (Dieção axial) Face lateal do anel inteno/ exteno ou auela cental (máximo) ou 1 (máximo) (Dieção adial) (mínimo) ou 1 (mínimo) : Dimensões do chanfo do anel inteno e anel exteno 1: Dimensões do chanfo do anel inteno e anel exteno (face fontal, etc.) ou do anel cental do axial de esfeas Nota a A foma exata do chanfo não é especifi cada. Os limites estão dento do aio mínimo e máximo, nas dieções adial e axial. b Os valoes (mínimo) na dieção axial de s com laguas nominais do de 2 mm ou menos (máx.) são iguais aos da dieção adial. Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s Seleção do eixo e alojamento 29

32 Descição técnica 9 Manuseio dos s 9-1 Amazena e tanspota os s Os s de esfeas de contato angula são componentes de pecisão. Po isso, é impotante manuseá-los com cuidado paa evita danos po impacto, bem como atenta ao coeto amazenamento e tanspote dos s paa evita poblemas de impuezas ou oxidação. Ao amazena s, selecione uma localização fesca e seca que não esteja exposta à luz dieta sola ou à umidade. Não deixe os s no chão. Amazene-os a uma altua de pelo menos 30 cm e evite a exposição à poeia. 9-2 Montagem de s A qualidade da instalação do infl uencia a pecisão, vida útil, desempenho e outos fatoes dos, potanto, ecomenda-se cuidado especial neste pocesso. Segue o pocedimento paa o tabalho de montagem. a Inspeção do eixo e do alojamento b Desembalagem e limpeza c Montagem d Veificação pós-montagem Inspeção do eixo e do alojamento Limpe completamente o eixo e o alojamento e emova qualque impueza e sujeia. Além disso, confi me se não existem ebabas. Confi me se o eixo e o alojamento têm acabamento adequado com os desenhos e veifi que e egiste as dimensões, pependiculaidade e o aio de encosto. Confome mostado na Figua 9.1, meça o diâmeto do eixo e o fuo do alojamento em duas localizações na dieção axial e quato localizações adialmente. 1 2 O sistema de amazenamento PEPS (Pimeio que Enta, Pimeio que Sai) deve se usado no geenciamento de estoque de s, dispondo os s de modo que os mais antigos possam se usados pimeiamente. Tenha cuidado paa que os s a seem tanspotados não sejam esmagados nem deixados cai, etc., poteja-os de danos e defomação devido ao impacto e gaanta que não sejam expostos a impuezas devido a embalagem danifi cadas. Após a lavagem, etie o excesso de óleo e então poteja-o. Nunca gie um sem lubifi cante Montagem Gealmente a maioia dos s montados nas máquinasfeamentas tem ajuste intefeente no eixo e ajuste folgado no alojamento. Os métodos usados paa montagem de s nos eixos são ajustes po contação e po pessão. Ajustes po contação Com este método de montagem, o é aquecido até o diâmeto do fuo do fi ca maio do que o eixo, sendo possível desliza o anel inteno no eixo. Um aquecedo indutivo de s (Figua 9.2) evita tensão indevida no anel inteno, enquanto um fono ajuda a eduzi o tempo do pocesso. A tempeatua de aquecimento não deve se supeio a 120 C. Tempeatuas supeioes a 120 C podem diminui a dueza do e sua vida útil. Após a instalação de um aquecido no eixo, o contai axialmente inclusive à medida que efigea, o que pode causa uma folga ente o anel inteno e o encosto do eixo (Figua 9.3), sendo que o posicionamento pode se alcançado usando uma poca, etc. 3 A B A B Figua 9.2 Aquecedo po indução Figua 9.1 Localizações de medição dos diâmetos do eixo e do alojamento Desembalagem e limpeza Desembale um imediatamente antes da instalação. Utiliza luvas de vinil quando manusea os s. O não cumpimento destas ecomendações pode ocasiona oxidação ou outos poblemas. Aplique óleo potetivo na supefície do desembalado. Limpe os s com desengaxante, em dois locais, um paa lavagem pimáia e outo paa lavagem de acabamento. Figua 9.3 Folga no encosto do eixo após efigeação 30 Manuseio dos s

33 ROLAMENTO NACHI Ajustes po pessão Com este método, é colocada uma feamenta na supefície lateal do anel inteno e é usado uma pensa paa a instalação (Figua 9.4). Quando estive instalando po pessão o anel inteno em um eixo não aplique foça no anel exteno ou na gaiola. No caso de um de contato angula de esfeas, a aplicação de foça na dieção oposta da dieção do ângulo de contato deve se evitada, pois danifi caá o essalto da pista (Figua 9.5). Refeência: foça de encaixe po pessão e foça de emoção Emboa a foça necessáia paa o encaixe po pessão de um anel inteno de e sua emoção do eixo dependa das toleâncias e do acabamento da supefície do eixo, os valoes geais podem se obtidos usando a Fómula 9.1. (Fómula 9.1) Descição técnica Figua 9.4 Encaixe po pessão do anel inteno Risco de danos das esfeas Figua 9.5 Dieção de montagem do de esfeas de contato angula Refeência: localizações de excenticidade adial máxima As localizações de excenticidade adial máxima dos anéis inteno e exteno são indicadas pelas macas " " na face do anel. A excenticidade adial pode se minimizada alinhando a localização de excenticidade adial mínima do eixo com a maca " " no anel inteno. O anel exteno também deve se montado de modo a que sua maca " " fi que alinhada com as localizações de excenticidade mínima do alojamento. Note que não existe qualque elação ente a posição da maca " " do anel exteno e a posição da maca de montagem "<" do diâmeto exteno. Supefície de excenticidade adial máxima Ka : Foça de encaixe po pessão (foça de emoção) (kn) fk : Coefi ciente da condição de instalação/emoção (Tabela 9.1) Δde : Intefeência efetiva (mm) B : Lagua nominal do anel inteno (mm) d : Diâmeto nominal do fuo do (mm) di : Diâmeto médio exteno do anel inteno (mm) Rolamento de olos cilíndicos Outos s Aqui, D = diâmeto exteno nominal do (mm) Tabela 9.1 Coeficiente da condição de instalação/emoção Condições fk (valo médio) Encaixe po pessão do anel inteno no eixo sólido 39 cilíndico Remoção do anel inteno do eixo sólido cilíndico 59 Nota) Valoes quando o fuo do eixo e o eixo estão ligeiamente oleados. Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s Figua 9.6 Localizações da excenticidade adial máxima Manuseio dos s 31

34 Descição técnica Manuseio dos s Montagem em um eixo Nomalmente é usada uma poca de eixo paa fi xa o anel inteno do ao eixo. É necessáio gaanti que a supefície lateal da poca de eixo está no ângulo coeto elativamente à osca. Se as supefícies não estiveem pependiculaes, o apeto da poca do eixo pode esulta na cuvatua do eixo. Além disso, o ajuste da poca de eixo é necessáio no apeto devido ao contato da boda povocado pela folga na supefície de contato ente a poca e o eixo. O apeto com poca possibilita a aplicação de foça de apeto específi ca contolando o toque de apeto. Emboa haja uma discepância na elação ente o toque de apeto da poca e a foça de apeto devido à pecisão e ugosidade da osca, pode se expessa como Fómula 9.2. A foça de montagem ecomendada paa cada fuo de é mostada na Tabela 9.2. Montagem no alojamento De modo a fi xa o anel exteno de um na dieção axial, nomalmente é mantida uma folga ente a tampa e o alojamento, sendo usado um paafuso paa apeto. É necessáio cuidado, pois pode ocoe o desalinhamento e defomação do anel exteno caso os paafusos não sejam apetados coeta ou unifomemente (Figua 9.7). Gealmente é ecomendado um intevalo de edução da folga do anel exteno D de 0,010 a 0,020. Os valoes ecomendados do intevalo de edução da folga paa s das séies TAB e TAF) são apesentados nas Tabelas 9.3 e 9.4. Alojamento Folga 2A Δ+2A Tampa de encaixe po pessão A A (Fómula 9.2) F Mn d2 : Foça de apeto (N) : Toque de apeto (N mm) : Diâmeto nominal da osca (mm) : Ângulo de inclinação Δ =0,010mm Δ =0,050mm Figua 9.7 Exemplo da deflexão dependendo do intevalo de edução da folga do anel exteno P : Passo (mm) : Ângulo de ficção da supefície da osca : Semiângulo da osca dn : Diâmeto médio da supefície do da poca (mm) μm : Coefi ciente de atito da supefície do na poca ( 0,15) μ : Coefi ciente de atito da supefície da osca ( 0,15) Tabela 9.2 Valoes ecomendados da foça de apeto da poca de eixo Diâmeto nominal do fuo do (mm) Foça de apeto da poca do eixo (N) Diâmeto nominal do fuo do (mm) Foça de apeto da poca do eixo (N) Tabela 9.3 Valoes ecomendados do intevalo de edução da folga paa s da séie TAB Código do Intevalo de edução da folga do anel exteno (mm) 15TAB04 DF 17TAB04 DF 0,010 ~ 0,030 20TAB04 DF 25TAB06 DF 30TAB06 DF 0,010 ~ 0,040 35TAB07 DF 40TAB07 DF 40TAB09 DF 45TAB07 DF 45TAB10 DF 0,020 ~ 0,050 50TAB10 DF 55TAB10 DF 55TAB12 DF 0,020 ~ 0,060 60TAB12 DF Tabela 9.4 Valoes ecomendados do intevalo de edução da folga paa s da séie TAF Código do Intevalo de edução da folga do anel exteno (mm) 25TAF06 DF 0,020 30TAF07 DF 35TAF09 DF 0,030 40TAF09 DF 40TAF11 DF 45TAF11 DF 0,040 50TAF11 DF 60TAF13 DF 60TAF17 DF 80TAF17 DF 0, TAF21 DF 120TAF03 DF 32 Manuseio dos s

35 ROLAMENTO NACHI Ajuste da folga do de olos cilíndicos com fuo cônico A folga intena de um de olos cilíndicos com fuo cônico pode se ajustada na lagua do espaçado usando o pocedimento abaixo. a Veifi que a seção cônica do eixo. Recuba a seção cônica com uma camada fi na de óxido nego; é necessáio um contato de 80% ou mais. b Posicione cuidadosamente o anel inteno na seção cônica do eixo (Figua 9.8). c Coloque o anel exteno e fi xe o eixo hoizontalmente. d Posicione o elógio compaado no cento do anel exteno e Pessione o anel exteno, giando-o paa a esqueda e paa a dieita algumas vezes paa que fi que bem encaixado e zee o medido. f Pessione o anel exteno no sentido ascendente, a 180 de sua posição de simetia (dietamente abaixo), e gie-o ligeiamente paa a esqueda e paa dieita paa le seu valo máximo (Figua 9.9). g Altee a posição do eixo em intevalos de apoximadamente 30, meça o deslocamento axial e calcule a média das leituas como o valo de ΔR. h Utilize um bloco padão paa medi o distanciamento da face lateal do anel inteno e do encosto do eixo (Figua 9.10). i Altee a posição e use a média de cinco ou seis localizações como o valo de L'. j Use a Fómula 9.3 paa detemina a dimensão do espaçado necessáio. L : Lagua média do espaçado obtida no passo i ΔR : Folga adial medida Δ : Folga adial pós-montagem desejada e : Relação de contação do anel exteno (Fómula 9.3) Figua 9.8 Apeto tempoáio do anel inteno Figua 9.9 Medição da folga adial Bloco Padão Descição técnica Seleção do Vida dos s Toleância dos s Disposição do e igidez Lubifi cação Limites de velocidade Seleção do eixo e alojamento Manuseio dos s D De Dh : Diâmeto exteno do anel inteno (mm) : Fuo do anel inteno (mm) : Fuo do alojamento (mm) : Intefeência do anel exteno k Coija a lagua do espaçado l Remova o anel inteno do eixo cuidadosamente, evitando o empego de foça excessiva. Utilize uma feamenta de emoção adequada paa facilita o pocesso. m Instale o espaçado coigido e o no eixo n Novamente, meça a folga adial esidual e confi me se está em acodo com a folga adial desejada (Figua 9.11) Veificação pós-montagem Utilize o pocedimento em 5-3 Medindo a pé-caga (Página 14) paa confi ma se a pé-caga pescita está sendo aplicada. Figua 9.10 Medição da lagua do espaçado Figua 9.11 Veificação da folga adial de montagem final Manuseio dos s 33

36 Descição técnica Manuseio dos s 9-3 Teste Após a instalação dos s, é efetuado um teste paa confi ma se a opeação está adequada. Paticulamente quando estive usando lubifi cação com gaxa, deve se pemitida a entada de gaxa no e é necessáio tempo de adaptação sufi ciente. Segue-se o pocedimento de teste geal. a Cetifi que-se de que não existe folga ente o eixo e o alojamento, a tampa ou que todas as folgas são unifomes. b Pimeio gie manualmente com cuidado o eixo e veifi que uído anomal e adeência. c Paa gandes equipamentos onde não se pode gia manualmente, inicie o teste a uma velocidade tão baixa quanto 9-4 Remoção de s Emboa as pincipais azões paa a emoção dos s sejam a manutenção peiódica e a queba mecânica, também deve se usada como uma opotunidade paa veifi ca o status atual de uma máquina e paa a implantação de melhoias, etc. Paticulamente em caso de avaia, as pincipais azões paa a queba podem se detectadas nomalmente após a desmontagem. Po este motivo, devem se veifi cados os pontos seguintes quando estive emovendo s. a Poblemas com a instalação de s b Óleo ou gaxa insufi ciente e a quantidade de contaminantes no possível e, então, efetue as mesmas veifi cações do passo b duante o amaciamento. d Caso não sejam detectadas anomalidades duante os pimeios tês passos acima, aumente gadualmente a velocidade até à velocidade nomal de funcionamento enquanto confima que o aumento de tempeatua ocoe em condições nomais. e Paa opeações com egime extensivo, veifi que a folga do paafuso e da poca, fugas de óleo ou gaxa e uído anomal. Se possível, após a conclusão do teste dene o lubifi cante e veifi que a pesença de matéias estanhas. f A opeação eal pode se iniciada após a conclusão do teste. lubifi cante (Recolha amostas) c Encaixe dos anéis inteno e exteno d Poblemas no Os itens seguintes também necessitam de se estabelecidos antes de inicia a emoção de s. a Método de emoção de s b Condições de encaixe c Feamentas necessáias paa emoção 34 Manuseio dos s

37 Tabelas de dimensão Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF

38 Rolamentos de Pecisão Rolamentos de esfeas de contato angula Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade Rolamentos axiais de esfeas de contato angula Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias Rolamentos de olos cônicos cuzados Rolamentos paa supote de fusos 36 Tipos e fomas dos s de pecisão

39 Tipos e fomas dos s de pecisão ROLAMENTO NACHI Tipo Rolamentos de esfeas de contato angula Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade Seção tansvesal Séie de s Ângulo de contato Descição 7900C 15 As esfeas e as pistas de olagem dos anéis inteno e exteno foam concebidas 7900AC 25 paa contato num ângulo específi co, o que signifi ca que este tipo de é adequado paa cagas compostas (caga axial e caga adial). 7000C 15 O ângulo de contato signifi ca que os componentes de foça axial são geados 7000AC 25 quando é aplicada uma caga adial, sendo que estes s nomalmente 7200C 15 são usados em paes nas extemidades de um eixo. Um ângulo de contato de 15 é ecomendado paa velocidades elevadas, 7200AC 25 enquanto um ângulo de contato de 25 é mais adequado paa supota a ação de cagas axiais. BNH 15 De modo a eduzi o deslizamento das esfeas devido ao momento gioscópico sob alta otação, o diâmeto das esfeas deste tipo de é meno do que o de um de esfeas de contato angula da séie Este tipo de é compatível dimensionalmente com a Séie 7000 e pode se utilizado paa a sua substituição. Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG Rolamentos axiais de esfeas de contato angula TAH 30 O ângulo de contato deste tipo é meno do que o da Séie TAD (Rolamentos de esfeas de contato angula paa cagas de dupla dieção), paa um meno momento gioscópico, ocasionado pelo deslizamento das esfeas, e uma tempeatua de opeação mais baixa. TBH 40 Pode se usado paa substitui os s da Séie TAD. TAB TAF Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias do tipo NN Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias do tipo NNU NN3000 NNU4900 Um maio númeo de olos (cilíndicos) paa uma igidez mais elevada. O fuo cônico pemite o ajuste da folga intena esidual. O canal e fuo paa lubifi cação centalizado no anel exteno também estão disponíveis. Rolamentos de olos cônicos cuzados XRN XRG Concebida como uma altenativa aos s de olos cônicos, esta séie supota caga axial pesada e igidez da caga de momento. Os olos têm centos de otação e obital adequados paa otação suave. TAB 60 Pincipalmente usados em aplicações paa supote de fusos de máquinasfeamenta. Tipos abetos e tipos vedados (vedação com contato ou sem contato) disponíveis. Rolamentos paa supote de fusos TAF 50 (55 ) Aplicados pincipalmente paa supote de fusos de alta capacidade de caga utilizados em máquinas injetoas. As esfeas maioes fonecem um ângulo de contato maio paa uma capacidade de caga axial elevada. Tipos e fomas dos s de pecisão 37

40 Rolamentos de esfeas de contato angula Tipo padão 38 Rolamentos de esfeas de contato angula

41 ROLAMENTO NACHI Nomenclatua dos s SH C Y DU /GL P4 Caacteísticas Nos s de esfeas de contato angula, as esfeas e as pistas de olagem dos anéis inteno e exteno fomam um ângulo de contato específi co. Quando usado em uma confi guação individual, a caga axial é limitada a uma única dieção, poém este tipo de supota cagas compostas, ou seja, cagas adiais e axiais em um único sentido. Como este tipo de tem um ângulo de contato, são geados componentes axiais quando é aplicada uma caga adial. Po este motivo, este tipo de nomalmente é aplicado em paes nas extemidades de um eixo. Também está disponível com esfea de ceâmica. Ângulo de contato Estão disponíveis dois ângulos de contatos: 15 e 25. O ângulo de 15 é utilizado paa aplicações de alta velocidade. O de 25 paa aplicações que equeem igidez axial elevada. Gaiola A gaiola de poliamida é padão paa esta séie de s. A gaiola de poliamida só deve se submetida a tempeatuas infeioes a 120. Pecisão dimensional, pecisão de otação. Em confomidade com a classe 5 ou classe 4 das nomas japonesas JIS. Consulte a página 7 paa obte maioes detalhes. Código da gaiola Y : Gaiola de esina de poliamida Código do ângulo de contato C : 15 AC : 25 Tipo de 7 : Rolamento de contato angula de esfeas de caeia única Estão disponíveis quato tipos de ajustes de pé-caga padão. Use a tabela a segui paa seleciona a pé-caga que atenda seus citéios. Consulte as páginas 16 a 18 paa as pé-cagas disponíveis paa cada séie e tamanho. Código de montagem U : Univesal (individual) DU : Univesal (duplex) DB : Costa à Costa DF : Face à Face DT : Tandem Código da séie de dimensão 9 : Séie 9 0 : Séie 10 2 : Séie 02 Código do mateial SH6- : Anel inteno/anel exteno = Aço do ; Esfea = Ceâmica. (Sem código): Anel inteno/anel exteno/esfeas = Aço de Citéios de seleção de pé-caga Código da pé-caga Citéios de seleção E (pé-caga exta leve) Atenua a vibação mecânica e aumenta a pecisão. L (pé-caga leve) Fonece igidez paa opeações a alta velocidade (valo dmn ). M (pé-caga média) Fonece mais igidez que a pé-caga leve paa opeações a velocidade nomal. H (pé-caga pesada) Fonece igidez máxima paa opeações a baixa velocidade. Montagem Código da classe de toleância P5: Classe 5 da noma JIS P4: Classe 4 da noma JIS e outos códigos da classe /GE : exta leve /GL : leve /GM : média /GH : pesada Código do diâmeto do fuo 00 : Dimensão do fuo de 10 mm 01 : 12mm 02 : 15mm 03 : 17mm 04+ : [código do fuo] 5 mm Consulte as páginas 12 e 13 paa disposições divesas. Rolamentos com esfeas de ceâmica Quando submetidos à alta otação, os s com esfeas de ceâmicas apesentam meno foça centífuga que os s com esfeas de aço, devido à densidade da ceâmica se infeio à do aço. As caacteísticas da ceâmica e do aço de são apesentadas na tabela abaixo. O código do de um que utiliza esfeas ceâmicas tem o pefi xo "SH6-". A pé-caga e a igidez axial são apoximadamente 1,2 vezes supeioes às dos s com esfeas de aço. Compaação das caacteísticas da ceâmica e do aço de Caacteísticas Unidade Ceâmica Aço de (Si 3 N 4 ) (SUJ2) Resistência ao calo C Densidade g/cm³ 3,2 7,8 Coefi ciente de expansão linea 1/ C 3, , Dueza Hv 1400~ ~800 Coefi ciente de elasticidade longitudinal GPa Coefi ciente de Poisson 0,26 0,30 Resistência à coosão Boa Ruim Magnetismo Substância não magnética Substância fotemente magnética Condutividade Isolante Conduto Ligação química de cistais Covalente Metálica Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos de esfeas de contato angula 39

42 Tabelas de dimensão Rolamentos de esfeas de contato angula Séie 7900C Ângulo de contato = 15 Séie 7900AC Ângulo de contato = 25 B 1 D a d Código do Pincipais dimensões (mm) d D B (Mín.) Costa-à-Costa (DB) 1 (Mín.) Cento de caga a (mm) Face-à-Face (DF) Capacidade de caga dinâmica C (kn) Capacidade de caga estática Co (kn) 7900C ,3 0,15-0,9 3,00 1, AC ,3 0,15 0,7 2,88 1, C ,3 0,15-0,6 3,20 1, AC ,3 0,15 1,2 3,05 1, C ,3 0,15-0,6 4,75 2, AC ,3 0,15 1,5 4,55 2, C ,3 0,15-0,3 5,00 2, AC ,3 0,15 2,1 4,75 2, C ,3 0,15-0,7 7,30 4, AC ,3 0,15 2,1 6,95 4, C ,3 0,15 0,1 7,80 5, AC ,3 0,15 3,5 7,40 5, C ,3 0,15 0,7 8,30 6, AC ,3 0,15 4,5 7,85 5, C ,6 0,3 1,0 12,5 9, AC ,6 0,3 5,5 11,9 9, C ,6 0,3 0,8 15,7 12,4 7908AC ,6 0,3 5,9 14,9 11,8 7909C ,6 0,3 1,6 16,6 14,1 7909AC ,6 0,3 7,2 15,7 13,3 7910C ,6 0,3 2,2 17,7 15,5 7910AC ,6 0,3 8,2 16,4 14,9 Tandem (DT) 40 Rolamentos de esfeas de contato angula

43 ROLAMENTO NACHI R R1 R R R R Limite de otação (pm) Lubificação com gaxa d1 Lubificação com óleo D1 D1 d2 d2 D1 Caeia única Costa-à-Costa Face-à-Face Raio do encosto (mm) Massa D1 d1 d2 R R1 (kg) Código do (Mín.) (Máx.) (Máx.) (Máx.) (Máx.) (Refeência) ,5 19,5 20,8 0,3 0,15 0, C ,5 19,5 20,8 0,3 0,15 0, AC ,5 21,5 22,8 0,3 0,15 0, C ,5 21,5 22,8 0,3 0,15 0, AC ,5 25,5 26,8 0,3 0,15 0, C ,5 25,5 26,8 0,3 0,15 0, AC ,5 27,5 28,8 0,3 0,15 0, C ,5 27,5 28,8 0,3 0,15 0, AC ,5 34,5 35,8 0,3 0,15 0, C ,5 34,5 35,8 0,3 0,15 0, AC ,5 39,5 40,8 0,3 0,15 0, C ,5 39,5 40,8 0,3 0,15 0, AC ,5 44,5 45,8 0,3 0,15 0, C ,5 44,5 45,8 0,3 0,15 0, AC ,5 50,5 52,5 0,6 0,3 0, C ,5 50,5 52,5 0,6 0,3 0, AC ,5 57,5 59,5 0,6 0,3 0, C ,5 57,5 59,5 0,6 0,3 0, AC ,5 63,5 65,5 0,6 0,3 0, C ,5 63,5 65,5 0,6 0,3 0, AC ,5 67,5 69,5 0,6 0,3 0, C ,5 67,5 69,5 0,6 0,3 0, AC D1 d2 d1 D1 D1 d1 Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos de esfeas de contato angula 41

44 Tabelas de dimensão Rolamentos de esfeas de contato angula Séie 7000C Ângulo de contato = 15 Séie 7000AC Ângulo de contato = 25 B 1 D a d Código do 42 Rolamentos de esfeas de contato angula Pincipais dimensões (mm) d D B (Mín.) Costa-à-Costa (DB) 1 (Mín.) Cento de caga a (mm) Face-à-Face (DF) Capacidade de caga dinâmica C (kn) Capacidade de caga estática Co (kn) 7000C ,3 0,15-1,9 5,35 2, AC ,3 0,15 0,2 5,15 2, C ,3 0,15-1,7 5,80 2, AC ,3 0,15 0,7 5,60 2, C ,3 0,15-1,8 6,65 3, AC ,3 0,15 1,0 6,30 3, C ,3 0,15-2,0 7,00 4, AC ,3 0,15 1,1 6,65 3, C ,6 0,3-2,4 11,2 6, AC ,6 0,3 1,2 10,6 6, C ,6 0,3-1,8 12,9 8, AC ,6 0,3 2,4 11,7 7, C ,6-1,6 16,0 11,1 7006AC ,6 3,4 15,1 10,5 7007C ,6-1,4 19,3 13,7 7007AC ,6 4,3 18,2 13,0 7008C ,6-1,3 20,7 16,0 7008AC ,6 5,1 19,5 15,1 7009C ,6-1,1 24,6 19,4 7009AC ,6 6,0 23,1 18,3 7010C ,6-0,5 26,2 22,0 7010AC ,6 7,2 23,7 19,7 7011C ,1 0,6-0,6 34,5 28,8 7011AC ,1 0,6 7,9 31,0 25,6 7012C ,1 0,6-0,1 35,5 30,5 7012AC ,1 0,6 9,1 32,0 27,6 7013C ,1 0,6 0,5 37,5 34,5 7013AC ,1 0,6 10,2 34,0 31,0 7014C ,1 0,6 0,4 47,0 43,0 7014AC ,1 0,6 11,0 44,5 41,0 7015C ,1 0,6 1,0 48,5 46,0 7015AC ,1 0,6 12,2 45,5 43,0 7016C ,1 0,6 0,8 59,0 55,5 7016AC ,1 0,6 12,9 55,5 52,5 7017C ,1 0,6 1,4 60,5 59,0 7017AC ,1 0,6 14,1 57,0 55,5 7018C ,5 1 1,3 72,0 69,5 7018AC ,5 1 14,8 68,0 65,5 7019C ,5 1 1,9 74,0 73,5 7019AC ,5 1 16,0 69,5 69,5 7020C ,5 1 2,4 76,0 77,5 7020AC ,5 1 17,2 71,0 73,0 Tandem (DT)

45 ROLAMENTO NACHI R R1 R R R R Limite de otação (pm) Lubificação com gaxa d1 Lubificação com óleo D1 D1 d2 d2 D1 Caeia única Costa-à-Costa Face-à-Face Raio do encosto (mm) Massa D1 d1 d2 R R1 (kg) Código do (Mín.) (Máx.) (Máx.) (Máx.) (Máx.) (Refeência) ,3 0,15 0, C ,3 0,15 0, AC ,3 0,15 0, C ,3 0,15 0, AC ,3 0,15 0, C ,3 0,15 0, AC ,3 0,15 0, C ,3 0,15 0, AC ,6 0,3 0, C ,6 0,3 0, AC ,6 0,3 0, C ,6 0,3 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 1,5 1 1, C ,6 1,5 1 1, AC ,6 1,5 1 1, C ,6 1,5 1 1, AC ,6 1,5 1 1, C ,6 1,5 1 1, AC D1 d2 d1 D1 D1 Rolamentos de esfeas de contato angula d1 43 Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF

46 Tabelas de dimensão Rolamentos de esfeas de contato angula Séie 7200C Ângulo de contato = 15 Séie 7200AC Ângulo de contato = 25 B 1 D a d Código do 44 Pincipais dimensões (mm) d D B (Mín.) 1 (Mín.) Cento de caga a (mm) Capacidade de caga dinâmica C (kn) Capacidade de caga estática Co (kn) 7200C ,6 0,3-2,2 6,95 3, AC ,6 0,3 0,2 6,75 3, C ,6 0,3-2,5 7,95 3, AC ,6 0,3 0,2 7,65 3, C ,6 0,3-2,6 8,70 4, AC ,6 0,3 0,4 8,35 4, C ,6 0,3-2,7 10,9 5, AC ,6 0,3 0,8 10,5 5, C ,6-3,1 14,7 8, AC ,6 0,9 14,0 7, C ,6-3,1 16,7 10,3 7205AC ,6 1,6 15,9 9, C ,6-2,7 23,2 14,9 7206AC ,6 2,8 22,0 14,1 7207C ,1 0,6-2,3 30,5 20,1 7207AC ,1 0,6 4 29,1 19,1 7208C ,1 0,6-2,1 36,5 25,4 7208AC ,1 0,6 5 34,5 24,1 7209C ,1 0,6-2,0 41,0 29,0 7209AC ,1 0,6 5,7 39,0 27,5 7210C ,1 0,6-1,9 43,0 32,0 7210AC ,1 0,6 6,3 41,0 30,5 7211C ,5 1-1,6 53,0 40,0 7211AC ,5 1 7,6 50,5 38,0 7212C ,5 1-1,2 64,5 49,5 7212AC ,5 1 8,8 58,0 43,5 7213C ,5 1-0,8 73,5 59,0 7213AC ,5 1 10,1 66,5 52,0 7214C ,5 1-0,7 80,0 65,0 7214AC ,5 1 10,7 72,5 57,5 7215C ,5 1-0,7 83,5 70,0 7215AC ,5 1 11,4 75,5 62,5 7216C ,3 93,5 78,0 7216AC ,7 88,5 74,0 7217C , ,0 7217AC ,4 95,0 81,0 7218C , AC , ,0 7219C ,1 1,1-0, AC ,1 1,1 14, C ,1 1,1-0, AC ,1 1,1 15, Rolamentos de esfeas de contato angula Costa-à-Costa (DB) Face-à-Face (DF) Tandem (DT)

47 ROLAMENTO NACHI R R1 R R R R Limite de otação (pm) Lubificação com gaxa d1 Lubificação com óleo D1 D1 d2 d2 D1 Caeia única Costa-à-Costa Face-à-Face Raio do encosto (mm) Massa D1 d1 d2 R R1 (kg) Código do (Mín.) (Máx.) (Máx.) (Máx.) (Máx.) (Refeência) ,4 0,6 0,3 0, C ,4 0,6 0,3 0, AC ,4 0,6 0,3 0, C ,4 0,6 0,3 0, AC ,4 0,6 0,3 0, C ,4 0,6 0,3 0, AC ,4 0,6 0,3 0, C ,4 0,6 0,3 0, AC ,4 1 0,6 0, C ,4 1 0,6 0, AC ,4 1 0,6 0, C ,4 1 0,6 0, AC ,4 1 0,6 0, C ,4 1 0,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 0, C ,6 0, AC ,6 1,5 1 0, C ,6 1,5 1 0, AC ,6 1,5 1 0, C ,6 1,5 1 0, AC ,6 1,5 1 1, C ,6 1,5 1 1, AC ,6 1,5 0,8 1, C ,6 1,5 0,8 1, AC ,6 1,5 1 1, C ,6 1,5 1 1, AC , C , AC , C , AC , C , AC , C , AC , C , AC D1 d2 d1 D1 D1 Rolamentos de esfeas de contato angula d1 45 Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF

48 Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade Séie BNH 46 Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade

49 ROLAMENTO NACHI Nomenclatua dos s SH6- BNH 0 10 T DB /GL P4 Código da gaiola T : Gaiola de esina fenólica (padão) Y : Gaiola de esina de poliamida Código do diâmeto do fuo 07+: Dimensão do fuo (númeo do fuo) 5 mm Código da séie de dimensão 0 : Séie 10 Tipo de BNH : Rolamentos de esfeas de contato angula da Séie BNH Código do mateial SH6- : Anel inteno/anel exteno = Aço do ; Esfea = Ceâmica. (Sem símbolo): Anel inteno/anel exteno/esfeas = Aço de Caacteísticas Esfeas de aço menoes, velocidades mais elevadas e tempeatuas infeioes que os s de esfeas de contato angula da séie Aplicados pincipalmente em spindles de centos de usinagem de altas velocidades. Também está disponível com esfeas de ceâmica. Ângulo de contato Ângulo de contato de 15 padão. Gaiola BNH C Gaiola de esina fenólica guiada pelo anel exteio é o padão de fabicação. Contudo, também está disponível como gaiola de esina de poliamida guiada pelas esfeas. Pecisão dimensional, pecisão de otação. Confomidade com a Classe 4 da noma JIS. Consulte a página 7 paa obte maioes detalhes. Código da classe de toleância P4: Classe 4 da noma JIS (padão) P2: Classe 2 da noma JIS e outos códigos da classe /GL: leve (padão) Código de montagem U : Univesal (individual) DB : Costa-à-Costa DF : Face-à-Face DT : Tandem leve padão. Consulte a página 19 paa obte infomações sobe pé-cagas. Rolamentos com esfeas de ceâmica Quando submetidos à alta otação, os s com esfeas de ceâmicas apesentam meno foça centífuga que os s com esfeas de aço, devido à densidade da ceâmica se infeio à do aço. As caacteísticas da ceâmica e do aço de são apesentadas na tabela abaixo. O código do de um que utiliza esfeas ceâmicas tem o pefi xo "SH6-". A pé-caga e a igidez axial são apoximadamente 1,2 vezes supeioes às dos s com esfeas de aço. Compaação das caacteísticas de ceâmica e aço de Caacteísticas Unidade Ceâmica Aços de (Si 3 N 4 ) (SUJ2) Resistência ao calo C Densidade g/cm³ 3,2 7,8 Coefi ciente de expansão linea 1/ C 3, , Dueza Hv 1400~ ~800 Coefi ciente de elasticidade GPa longitudinal Coefi ciente de Poisson 0,26 0,30 Resistência à coosão Boa Ruim Magnetismo Substância não magnética Substância fotemente magnética Condutividade Isolante Conduto Ligação química de cistais Covalente Metálica Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade 47

50 Tabelas de dimensão Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade da Séie BNH Ângulo de contato de 15 B 1 D 15 d a Código do Pincipais dimensões (mm) d D B (Mín.) 1 (Mín.) Cento de caga a (mm) Capacidade de caga dinâmica C (kn) Capacidade de caga estática Co (kn) BNH ,6-0,5 11,6 9,95 BNH ,6-0,3 14,8 12,9 BNH ,6 0 15,5 14,5 BNH ,6 0,7 16,1 15,9 BNH ,1 0,6 0,7 20,0 20,1 BNH ,1 0,6 1,4 20,8 21,9 BNH ,1 0,6 2,1 21,5 23,4 BNH ,1 0,6 2,1 29,4 31,5 BNH ,1 0,6 2,7 29,8 32,5 BNH ,1 0,6 2,7 35,0 39,0 BNH ,1 0,6 3,4 35,5 40,0 BNH ,5 1 3,4 46,5 53,0 BNH ,5 1 4,1 47,0 55,0 BNH ,5 1 4,7 48,0 56,5 BNH ,8 54,5 65,0 BNH ,8 61,0 74,0 BNH ,1 63,0 79,0 BNH ,6 83,5 105 BNH ,9 86,0 112 BNH ,1 1,1 7, BNH ,1 1,1 7, BNH ,1 1,1 7, Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade

51 ROLAMENTO NACHI R R R R R R1 d1 D2 D1 d1 d1 D1 Caeia única ou tandem Costa-à-Costa Face-à-Face Limite de otação (pm) Raio do encosto (mm) Massa Lubificação Lubificação D1 D2 d1 R R1 (kg) com gaxa com óleo (Mín.) (Mín.) (Máx.) (Máx.) (Máx.) (Refeência) Código do ,6 0,167 BNH ,6 0,200 BNH , ,6 0,260 BNH , ,6 0,280 BNH , ,6 0,400 BNH , ,6 0,433 BNH , ,6 0,460 BNH , ,6 0,650 BNH , ,6 0,690 BNH , ,6 0,930 BNH , ,6 0,973 BNH , ,5 1 1,27 BNH , ,5 1 1,33 BNH , ,5 1 1,39 BNH , ,77 BNH , ,18 BNH , ,32 BNH , ,46 BNH , ,68 BNH ,55 BNH ,57 BNH ,50 BNH034 D1 d1 d1 D2 D2 d1 Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos de esfeas de contato angula de alta velocidade 49

52 Rolamentos axiais de esfeas de contato angula Séie TAH/TBH 50 Rolamentos axiais de esfeas de contato angula

53 ROLAMENTO NACHI Nomenclatua dos s 90 TBH 10 T DB /GM P4 Dimensão do fuo (mm) Código da gaiola T : Gaiola de esina fenólica Código da séie de dimensão 10: Séie 10 Tipo de TAH : Ângulo de contato da Séie TAH: 30 TBH : Ângulo de contato da Séie TBH: 40 Código da classe de toleância P5: Classe 5 da noma JIS P4: Classe 4 da noma JIS (padão) e outos códigos da classe /GM: média (padão) Código de montagem DB : Costa-à-Costa (padão) DF : Face-à-Face FFB : Disposição tiplex Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG Caacteísticas Mesmo númeo e diâmeto de esfeas dos s de esfeas de contato angula de dupla caeia da séia TAD20, poém com ângulo de contato meno, de 30 (Séie TAH) ou 40 (Séie TBH), fonecendo um melho desempenho a alta velocidade sem a pesença do anel espaçado. Lagua total 2B coespondente a uma montagem duplex (DB ou DF) que é equivalente à dimensão B1 do tipo TAD20. As Séies TAH/TBH são intecambiáveis alteando o método usado paa fi xálas ao eixo. 2B B B B1 Tipo TAH (TBH) Ângulo de contato Ângulo de contato de 30 paa a Séie TAH, ângulo de contato de 40 paa a Séie TBH. Gaiola A gaiola de esina fenólica guiada pelo anel exteio é o padão de fabicação. Pecisão dimensional, pecisão de otação. Confomidade com a Classe 4 da noma JIS, mas o diâmeto exteno do anel exteno tem toleâncias menoes em compaação com o adial comum. Consulte a página 9 paa obte maioes detalhes. média padão. Consulte a página 19 paa obte infomações sobe pé-cagas. TAB TAF Tipo TAD Rolamentos axiais de esfeas de contato angula 51

54 Tabelas de dimensão Rolamentos axiais de esfeas de contato angula Séie TAH Ângulo de contato de 30 2B B B 1 1 D d Código do Pincipais dimensões (mm) d D 2B (Mín.) 1 (Mín.) Cento de caga a (mm) Capacidade de caga dinâmica Ca (kn) Capacidade de caga estática Coa (kn) 50TAH10DB ,5 1 0,6 11,6 19,2 40,5 55TAH10DB ,1 0,6 12,7 23,8 51,0 60TAH10DB ,1 0,6 14,1 24,7 56,0 65TAH10DB ,1 0,6 15,6 25,6 61,0 70TAH10DB ,1 0,6 17,0 35,0 80,0 75TAH10DB ,1 0,6 18,4 35,5 83,5 80TAH10DB ,5 1,1 0,6 19,5 41,5 99,5 85TAH10DB ,5 1,1 0,6 20,9 42, TAH10DB ,5 1 21,9 55, TAH10DB ,5 1 23,4 56, TAH10DB ,5 1 24,8 57, TAH10DB , ,9 64, TAH10DB ,9 73, TAH10DB ,8 75, TAH10DB ,9 99, TAH10DB , TAH10DB ,5 2,1 1,1 37, TAH10DB ,1 1,1 39, TAH10DB ,1 1,1 41, a 1N=0,102kgf 52 Rolamentos axiais de esfeas de contato angula

55 ROLAMENTO NACHI R1 R Limite de otação (pm) Lubificação com gaxa Lubificação com óleo da (Mín.) Da da Raio do encosto (mm) Da (Máx.) R (Mín.) R1 (Mín.) Massa (kg) (Refeência) Código do ,6 0,266 50TAH10DB ,6 0,405 55TAH10DB ,6 0,432 60TAH10DB ,6 0,460 65TAH10DB ,6 0,622 70TAH10DB ,6 0,655 75TAH10DB ,6 0,900 80TAH10DB ,6 0,944 85TAH10DB , ,5 1 1,24 90TAH10DB , ,5 1 1,30 95TAH10DB , ,5 1 1,35 100TAH10DB ,75 105TAH10DB ,20 110TAH10DB ,36 120TAH10DB ,52 130TAH10DB ,75 140TAH10DB ,59 150TAH10DB ,62 160TAH10DB ,63 170TAH10DB da Da Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos axiais de esfeas de contato angula 53

56 Tabelas de dimensão Rolamentos axiais de esfeas de contato angula Séie TBH Ângulo de contato de 40 2B B B D 40 d Código do Pincipais dimensões (mm) d D 2B (Mín.) 1 (Mín.) Cento de caga a (mm) Capacidade de caga dinâmica Ca (kn) Capacidade de caga estática Coa (kn) 50TBH10DB ,5 1 0,6 20,2 22,8 53,0 55TBH10DB ,1 0,6 22,2 28,2 67,0 60TBH10DB ,1 0,6 24,3 29,3 73,0 65TBH10DB ,1 0,6 26,4 30,0 79,5 70TBH10DB ,1 0,6 28,8 41, TBH10DB ,1 0,6 30,9 42, TBH10DB ,5 1,1 0,6 32,9 49, TBH10DB ,5 1,1 0,6 35,0 50, TBH10DB ,5 1 37,0 65, TBH10DB ,5 1 39,1 66, TBH10DB ,5 1 41,2 67, TBH10DB , ,2 76, TBH10DB ,3 86, TBH10DB ,5 88, TBH10DB , TBH10DB , TBH10DB ,5 2,1 1,1 61, TBH10DB ,1 1,1 65, TBH10DB ,1 1,1 70, a 1N=0,102kgf 54 Rolamentos axiais de esfeas de contato angula

57 ROLAMENTO NACHI R1 R Limite de otação (pm) Lubificação com gaxa Lubificação com óleo da (Mín.) Da da Raio do encosto (mm) Da (Máx.) R (Mín.) R1 (Mín.) Massa (kg) (Refeência) Código do ,6 0,266 50TBH10DB ,6 0,405 55TBH10DB ,6 0,432 60TBH10DB ,6 0,460 65TBH10DB ,6 0,622 70TBH10DB ,6 0,655 75TBH10DB ,6 0,900 80TBH10DB ,6 0,944 85TBH10DB , ,5 1 1,24 90TBH10DB , ,5 1 1,30 95TBH10DB , ,5 1 1,35 100TBH10DB ,75 105TBH10DB ,20 110TBH10DB ,36 120TBH10DB ,52 130TBH10DB ,75 140TBH10DB ,59 150TBH10DB ,62 160TBH10DB ,63 170TBH10DB da Da Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos axiais de esfeas de contato angula 55

58 Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias Séie NN3000/ Séie NNU Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias

59 ROLAMENTO NACHI Nomenclatua dos s NN W33 M2 K C1NA P4 Código de pefil do fuo (Sem código) : Fuo cilíndico K : Fuo cônico Código paa fuos paa lubificação Código da gaiola (Sem código) : Sem canal e fuos paa lubifi cação no anel exteno. W33 : Com canal e fuos paa lubifi cação no anel exteno. Código do diâmeto do fuo Diâmeto do fuo = (código do fuo) 5 mm Código da séie de dimensão 49 : Séie : Séie 30 Código da classe de toleância P5 : Classe 5 da noma JIS Código da folga intena P4 : Classe 4 da noma JIS C9NA : Folga não intecambiável (fuo cônico) C1NA : Folga não intecambiável (fuo cilíndico, fuo cônico) C2NA : Folga não intecambiável (fuo cilíndico, fuo cônico) CNA : Folga não intecambiável (fuo cilíndico) C3NA : Folga não intecambiável (fuo cilíndico) (Sem código) : Gaiola de bonze usinado (integada) M2 : Gaiola de bonze usinado (sepaada) Tipo de NN : Rolamento de olos cilíndicos de múltiplas caeias (anel inteno com ebodo, anel exteno sem ebodo). NNU : Rolamento de olos cilíndicos de múltiplas caeias (anel inteno sem ebodo, anel exteno com ebodo). Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Caacteísticas Constução elativamente simples que popociona uma pecisão elevada, com númeo maio de olos paa uma igidez elevada. Menoes seções de contato deslizante que o de olos cônicos e, consequentemente, meno atito e menos calo geado. O com fuo cônico pemite o ajuste da folga intena adial duante a montagem. Este não supota caga axial, po isso nomalmente é utilizado em conjunto com um axial. Gaiola A Séie NN3000 e a Séie NNU4900 são fonecidas com gaiola de liga de bonze guiada pelos olos. Pecisão dimensional, pecisão de otação. Em confomidade com a classe 5 ou Classe 4 da noma JIS. Consulte a página 7 paa obte mais detalhes. A NACHI defi ne seus pópios valoes de toleância paa pecisão das dimensões. Consulte a página 11 paa obte detalhes. Folga intena adial A Nachi defi ne suas pópias folgas não intecambiáveis paa fuos cilíndicos e fuos cônicos de modo a minimiza a inconsistência da excenticidade axial. Consulte a página 21 paa obte detalhes. Dimensões do fuo paa lubificação do anel exteno A tabela abaixo mosta as dimensões do canal e dos fuos paa lubifi cação pesentes no anel exteno (especifi cação W33). Lagua do anel exteno B (mm) Diâmeto do fuo paa lubificação Lagua do canal paa lubificação Acima de Inclusive dh (mm) A (mm) , Diâmeto exteno nominal Númeo de fuos paa lubificação D (mm) N Acima de Inclusive A N-dH Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias 57

60 Tabelas de dimensão Rolamento de olos cilíndicos de múltiplas caeias Séie NN3000 B Conicidade 1/12 D EW d d Tipo NN Fuo cilíndico Tipo NN Fuo cônico (1/12) Com canal e fuo paa lubifi cação no anel exteno (W33) Código do Pincipais dimensões (mm) Capacidade de caga dinâmica Fuo cilíndico Fuo cônico d D B Ew C (Mín.) (kn) Capacidade de caga estática Co (kn) NN3005 NN3005K ,3 0,6 25,8 30,0 NN3006 NN3006K ,5 1 31,0 37,0 NN3007 NN3007K ,5 50,0 NN3008 NN3008K ,5 55,5 NN3009 NN3009K ,5 1 52,0 65,5 NN3010 NN3010K ,5 1 53,0 72,5 NN3011 NN3011K ,1 69,5 96,5 NN3012 NN3012K ,1 1,1 73,5 106 NN3013 NN3013K ,1 77,0 116 NN3014 NN3014K ,1 97,5 148 NN3015 NN3015K ,1 96,5 149 NN3016 NN3016K , NN3017 NN3017K , NN3018 NN3018K , NN3019 NN3019K , NN3020 NN3020K , NN3021 NN3021K NN3022 NN3022K NN3024 NN3024K NN3026 NN3026K NN3028 NN3028K NN3030 NN3030K , NN3032 NN3032K , NN3034 NN3034K , NN3036 NN3036K , NN3038 NN3038K , NN3040 NN3040K , NN3044 NN3044K NN3048 NN3048K NN3052 NN3052K NN3056 NN3056K NN3060 NN3060K NN3064 NN3064K Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias

61 ROLAMENTO NACHI a da Da da1 Limite de otação (pm) Raio do encosto (mm) Massa (kg) Código do Lubificação Lubificação da da1 Da a (Refeência) (Fuo cônico) com gaxa com óleo (Mín.) (Mín.) (Máx.) (Mín.) (Máx.) (Fuo cônico) ,8 0,6 0,123 NN3005K ,199 NN3006K ,258 NN3007K ,312 NN3008K ,405 NN3009K ,454 NN3010K ,651 NN3011K ,704 NN3012K ,758 NN3013K ,04 NN3014K ,14 NN3015K ,52 NN3016K ,61 NN3017K , , ,5 2,07 NN3018K , , ,5 2,17 NN3019K , , ,5 2,26 NN3020K ,89 NN3021K ,68 NN3022K ,98 NN3024K ,92 NN3026K ,44 NN3028K ,81 NN3030K ,92 NN3032K ,6 NN3034K ,6 NN3036K ,5 NN3038K ,6 NN3040K ,5 28,4 NN3044K ,5 31,8 NN3048K ,0 NN3052K ,6 NN3056K ,7 NN3060K ,0 NN3064K Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias 59

62 Tabelas de dimensão Rolamento de olos cilíndicos de múltiplas caeias Séie NNU4900 B D d FW Conicidade 1/12 d Tipo NNU Fuo cilíndico Tipo NNU Fuo cônico (1/12) Código do Pincipais dimensões (mm) Capacidade de caga dinâmica Fuo cilíndico Fuo cônico d D B Ew C (Mín.) (kn) Capacidade de caga estática Co (kn) NNU4920 NNU4920K , NNU4921 NNU4921K , NNU4922 NNU4922K , NNU4924 NNU4924K ,5 1, NNU4926 NNU4926K , NNU4928 NNU4928K , NNU4930 NNU4930K , NNU4932 NNU4932K , NNU4934 NNU4934K , NNU4936 NNU4936K NNU4938 NNU4938K NNU4940 NNU4940K , NNU4944 NNU4944K , NNU4948 NNU4948K , NNU4952 NNU4952K , NNU4956 NNU4956K , NNU4960 NNU4960K NNU4964 NNU4964K Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias

63 ROLAMENTO NACHI a Da da da1 dc Limite de otação (pm) Raio do encosto (mm) Massa (kg) Código do Lubificação com Lubificação da da1 dc Da a (Refeência) (Fuo cônico) gaxa com óleo (Mín.) (Mín.) (Máx.) (Máx.) (Fuo cônico) (Mín.) (Máx.) , ,5 1 1,77 NNU4920K , ,5 1 1,85 NNU4921K , ,5 1 1,93 NNU4922K , ,5 1 2,65 NNU4924K ,5 3,55 NNU4926K ,5 3,80 NNU4928K ,95 NNU4930K ,25 NNU4932K ,60 NNU4934K ,50 NNU4936K ,0 NNU4938K ,1 NNU4940K ,5 NNU4944K ,0 NNU4948K ,3 NNU4952K ,3 NNU4956K ,5 46,7 NNU4960K ,5 49,6 NNU4964K Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos de olos cilíndicos de múltiplas caeias 61

64 Rolamentos de olos cônicos cuzados Séie XRN/Séie XRG 62 Rolamentos de olos cônicos cuzados

65 ROLAMENTO NACHI Um que fonece funções equivalentes a um de olos cônicos duplex, mas com a lagua de apenas um. Os elementos de otação estão dispostos em oientação altenada ente o anel sepaável e o anel pimáio. Caacteísticas Um capaz de supota cagas adiais, cagas axiais e cagas de momento. As aplicações de s podem se simplifi cadas, com menos componentes e edução de peso, tamanho e tempo de montagem. A expansão témica do eixo tem um efeito mínimo na pé-caga do, que assegua a pecisão da máquina. São usados olos cônicos e o cento de otação é mantido paa uma otação suave, mesmo sob pé-caegamento. Estão inseidos espaçadoes de esina de poliamida ente os olos paa minimiza o atito ente os olos (exceto no Tipo XRGV). O ângulo de contato é de apoximadamente 45. Rolamentos de olos cônicos duplex Rolamentos de olos cônicos cuzados Exemplo de instalação de de olos cônicos e de olos cônicos cuzados Pecisão A Nachi defi ne seus pópios padões de pecisão. Consulte a página 9 paa obte detalhes. Nomenclatua dos s 300 XRN 40 Séie XRN Deslocamento axial [mm] Diâmeto exteno Diâmeto exteno Tipo de dividido po 10 XRN : Séie XRN Anel inteno sepaável XRG : Séie XRG Anel exteno sepaável XRGV : Séie XRG Anel exteno sepaável, sem espaçado. Dimensão do fuo (mm) Caga axial e deslocamento axial 0,020 0,018 0,016 0,014 0,012 0,010 0,008 0,006 0,004 0, : 200XRN28 2 : 250XRN33 / 250XRN35 3 : 300XRN40 / 310XRN42 4 : 350XRN47 5 : 0330XRN045 6 : 375XRN Caga axial [kn] 8 7 : 0457XRN060 8 : 400XRN55 9 : 580XRN76 10 : 0685XRN : 0901XRN : 950XRN Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Mecanismo A Séie XRN é um com anel inteno sepaável e anel exteno pimáio, destinado pincipalmente paa aplicações onde o foco está na pecisão do anel exteno sob otação do mesmo. A Séie XRG, po outo lado, é usada pincipalmente quando a necessidade de pecisão da otação está no anel inteno duante a otação do mesmo. Tipo XRN Pincipais aplicações Tipo XRG (XRGV) Mesa giatóia de um cento de usinagem, máquina de polimento, etc. Fuso de tabalho de um tono, máquina de polimento, etc. Máquina de fesamento de laga escala, máquina de pefuação ou outa máquina opeatiz. Pivô de antena paabólica, etc. Séie XRG Deslocamento axial [mm] 0,020 0,018 0,016 0,014 0,012 0,010 0,008 0,006 0,004 0, : 130XRG23 / 150XRG23 2 : 140XRGV20 3 : 200XRGV028 4 : 320XRG43 5 : 480XRGV Caga axial [kn] 5 Rolamentos de olos cônicos cuzados 63

66 Tabelas de dimensão Rolamentos de olos cônicos cuzados Séie XRN d C T D Código do Pincipais dimensões (mm) d D T C Capacidade de caga dinâmica Ca (kn) Capacidade de caga estática Coa (kn) 150XRN , XRN , XRN XRN XRN XRN , XRN ,2 457,2 63,5 63,5 3, XRN XRN , XRN , XRN ,2 609,6 63,5 63,5 3, XRN , XRN ,8 914,4 79,375 79,375 3, XRN Rolamentos de olos cônicos cuzados

67 ROLAMENTO NACHI d1 a Limite de otação (pm) Lubificação com gaxa Lubificação com óleo d1 (Mín.) D1 a Raio do encosto (mm) D1 (Máx.) a (Máx.) Massa (kg) (Refeência) Código do ,11 150XRN ,43 200XRN ,77 250XRN ,5 13,6 250XRN ,5 14,8 300XRN ,1 310XRN ,4 0330XRN ,5 27,7 350XRN ,5 25,5 375XRN ,5 48,8 400XRN ,1 0457XRN XRN XRN , XRN117 Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos de olos cônicos cuzados 65

68 Tabelas de dimensão Rolamentos de olos cônicos cuzados Séie XRG d T B D Código do Pincipais dimensões (mm) d D T B Capacidade de caga dinâmica Ca (kn) Capacidade de caga estática Coa (kn) 130XRG , XRGV , XRG , XRGV XRG , XRGV , Rolamentos de olos cônicos cuzados

69 ROLAMENTO NACHI d1 a Limite de otação (pm) Lubificação com gaxa Lubificação com óleo d1 (Mín.) D1 Raio do encosto (mm) D1 (Máx.) a (Máx.) Massa (kg) (Refeência) Código do ,97 130XRG ,86 140XRGV ,11 150XRG ,13 200XRGV ,9 320XRG ,0 480XRGV66 a Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos de olos cônicos cuzados 67

70 Rolamentos paa supote de fusos Séie TAB/TAF Séie TAB Os Rolamentos paa supote de fusos são usados em máquinas-feamenta de pecisão elevada e alta velocidade, obôs e outas máquinas que têm integados atuadoes de avanço peciso. Nomenclatua dos s 30 TAB 06 DB -2LR /GM P4 Tipo de Dimensão do fuo (mm) Código da classe de toleância e outos códigos da classe P4: Classe 4 da noma JIS (padão) /GM : média (padão) Código da vedação Código de montagem (Sem código) : Tipo abeto U : Univesal (individual) -2LR : Com duas vedações com contato DU : Univesal (dúplex) -2NK : Com duas vedações sem contato DB : Costa-à-Costa DF : Face-à-Face Diâmeto exteno Diâmeto exteno dividido po 10 Caacteísticas Gaiola de esina e mais esfeas paa uma maio igidez. Rolamentos combinados são fonecidos com pé-cagas ajustadas peviamente, eliminando os iscos de instalação, bem como espaçadoes e medições de toque. Um ângulo de contato de 60 e uma capacidade de supota cagas adiais e axiais ciam um compacto. Fonece a opção de escolha ente vedação com contato e vedação sem contato paa se adequa à aplicações específi cas. Ângulo de contato O ângulo de contato é de 60. Gaiola A gaiola padão é guiada pelas esfeas e poduzida em esina poliamida. Pecisão Classe 4 da noma JIS. Consulte a página 10 paa obte detalhes. média padão. Consulte a página 20 paa obte detalhes. Deslocamento elástico axial [μm] Caga axial e deslocamento axial Fa Rolamento (individual) 1 : 15, 17, 20TAB04 2 : 25, 30TAB06 3 : 40TAB09 4 : 35, 40TAB07 5 : 45TAB10 6 : 45TAB07 7 : 50, 55TAB10 8 : 55, 60TAB Caga axial Fa [N] 68 Rolamentos paa supote de fusos

71 ROLAMENTO NACHI Séie TAF Emboa os atuadoes hidáulicos tenham sido usados amplamente no passado em dispositivos de acionamento de caga elevada, como máquinas injetoas, o uso de dispositivos eléticos de acionamento (dispositivos paa acionamento de fusos) em tais aplicações está sendo amplamente utilizado atualmente. A Séie TAF é composta po s especiais concebidos paa supota fusos com alta capacidade de caga. Nomenclatua dos s 25 TAF 06 DF /GM P5 Tipo de Dimensão do fuo (mm) Caacteísticas Código de montagem DB : Costa-à-Costa DF : Face-à-Face DT : Tandem Esfeas dimensionalmente maioes e ângulo de contato maio elevam a capacidade de caga axial de modo que possibilita supota cagas elevadas caacteísticas das máquinas injetoas. Gaiola moldada que combina uma maio pecisão e esistência, bem como a capacidade de supota altenâncias epetitivas à alta velocidade ente avanço e etocesso. Ângulo de contato Ângulo de contato de 50 até um fuo nominal de 80 mm, e 55 paa um fuo nominal igual ou supeio a 100 mm. Código da classe de toleância e outos códigos da classe P5: Classe 5 da noma JIS (padão) /GM : média (padão) Diâmeto exteno Diâmeto exteio dividido po 10 (com algumas exceções) média padão. Consulte a página 20 paa obte detalhes. Gaiola A gaiola de esina poliamida guiada pelas esfeas é padão paa esta séie. Contudo, alguns tamanhos são fonecidos com gaiola de bonze usinado. Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Pecisão Classe 5 da noma JIS. Consulte a página 11 paa obte detalhes Séie TAF Séie 73B Séie TAB Compaação de cagas axiais dinâmicas Séie TAF Séie 73B Séie TAB Compaação de limites de cagas axiais Dimensão do fuo (mm) Dimensão do fuo (mm) Rolamentos paa supote de fusos 69

72 Tabelas de dimensão Rolamentos paa supote de fusos Séie TAB B 1 60 D Da1 da2 d da1 Da2 Da1 da2 da1 Da2 Tipo abeto Vedação com contato (2LR) Vedação sem contato (2NK) Código do Pincipais dimensões (mm) d D B (Mín.) 1 (Mín.) Capacidade de caga dinâmica (2) Ca (kn) Nota (1) O mínimo paa o fuo do anel inteno é de 0,6. (2) Quando a caga axial está sobe uma disposição de 2 caeias ou 3 caeias, os valoes na tabela devem se multiplicados po 1,62 e 2,16, espectivamente. (3) Quando a caga axial está sobe uma disposição de 2 caeias ou 3 caeias, os valoes na tabela devem se multiplicados po 2 e 3, espectivamente. (4) Limite de otação paa pé-caga média (código de pé-caga GM). Limite de caga axial (3) (kn) 15TAB (1) 0,6 25,9 32,0 15TAB04-2NK (1) 0,6 25,9 32,0 15TAB04-2LR (1) 0,6 25,9 32,0 17TAB ,6 25,9 32,0 17TAB04-2NK ,6 25,9 32,0 17TAB04-2LR ,6 25,9 32,0 20TAB ,6 25,9 32,0 20TAB04-2NK ,6 25,9 32,0 20TAB04-2LR ,6 25,9 32,0 25TAB ,6 29,9 46,4 25TAB06-2NK ,6 29,9 46,4 25TAB06-2LR ,6 29,9 46,4 30TAB ,6 29,9 46,4 30TAB06-2NK ,6 29,9 46,4 30TAB06-2LR ,6 29,9 46,4 35TAB ,6 32,5 54,3 35TAB07-2NK ,6 32,5 54,3 35TAB07-2LR ,6 32,5 54,3 40TAB ,6 32,5 54,3 40TAB07-2NK ,6 32,5 54,3 40TAB07-2LR ,6 32,5 54,3 40TAB ,6 65, TAB09-2NK ,6 65, TAB09-2LR ,6 65, TAB ,6 33,5 59,5 45TAB ,6 68, TAB ,6 69, TAB ,6 69, TAB ,6 73, TAB ,6 73, Rolamentos paa supote de fusos

73 ROLAMENTO NACHI Caga axial dinâmica equivalente Pa=X F+Y Fa N.º de s no conjunto Númeo de caeias que ecebem caga axial 1 caeia 2 caeias 1 caeia 2 caeias 3 caeias 1 caeia 2 caeias 3 caeias 4 caeias Fa/F 2.17 X 1,90 1,43 2,33 1,17 2,33 2,53 Y 0,54 0,77 0,35 0,89 0,35 0,26 Fa/F > 2.17 X 0,92 0,92 0,92 0,92 0,92 0,92 0,92 0,92 0,92 Y Limite de otação (4) (pm) Lubificação com gaxa Lubificação com óleo Dimensões de efeência (mm) da1 da2 Da1 Da2 Massa (kg) (Refeência) Código do ,7 26,8 33,5 41 0,14 15TAB ,7 26, ,9 0,14 15TAB04-2NK ,7 26, ,9 0,14 15TAB04-2LR ,7 26,8 33,5 41 0,13 17TAB ,7 26, ,9 0,13 17TAB04-2NK ,7 26, ,9 0,13 17TAB04-2LR ,7 26,8 33,5 41 0,12 20TAB ,7 26, ,9 0,12 20TAB04-2NK ,7 26, ,9 0,12 20TAB04-2LR ,2 39, ,4 0,24 25TAB ,2 39,7 47,5 54,9 0,24 25TAB06-2NK ,2 39,7 47,5 54,9 0,24 25TAB06-2LR ,2 39, ,4 0,21 30TAB ,2 39,7 47,5 54,9 0,21 30TAB06-2NK ,2 39,7 47,5 54,9 0,21 30TAB06-2LR ,2 49, ,4 0,29 35TAB ,2 49,7 57,5 64,9 0,29 35TAB07-2NK ,2 49,7 57,5 64,9 0,29 35TAB07-2LR ,2 49, ,4 0,26 40TAB ,2 49,7 57,5 64,9 0,26 40TAB07-2NK ,2 49,7 57,5 64,9 0,26 40TAB07-2LR ,2 57, ,4 0,62 40TAB ,2 57,2 68,5 79,9 0,62 40TAB09-2NK ,2 57,2 68,5 79,9 0,62 40TAB09-2LR ,7 55,2 61,5 68,9 0,25 45TAB ,2 64, ,4 0,79 45TAB ,2 68, ,4 0,72 50TAB ,2 68, ,4 0,95 55TAB ,2 82, ,4 1,15 55TAB ,2 82, ,4 1,08 60TAB12 Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos paa supote de fusos 71

74 Tabelas de dimensão Rolamentos paa supote de fusos Séie TAF B 1 D Da1 da2 1 da1 d Da2 Código do Pincipais dimensões (mm) d D B (Mín.) 1 (Mín.) Ângulo de contato ( ) Capacidade de caga dinâmica (1) Ca (kn) Nota (1) Quando a caga axial está sobe uma disposição de 2 caeias ou 3 caeias, os valoes na tabela devem se multiplicados po 1,62 e 2,16, espectivamente. (2) Quando a caga axial está sobe uma disposição de 2 caeias ou 3 caeias, os valoes na tabela devem se multiplicados po 2 e 3, espectivamente. (3) É ecomendado o uso a 80% ou menos da caga axial pemissível. (4) Limite de otação paa pé-caga média (código de pé-caga GM). Limite de caga axial (2) (kn) 25TAF ,1 0, ,0 47,5 30TAF ,1 0, ,0 58,0 35TAF , ,0 40TAF , ,0 40TAF TAF TAF TAF ,1 1, TAF ,1 1, TAF ,1 1, TAF , TAF , Rolamentos paa supote de fusos

75 ROLAMENTO NACHI Caga axial dinâmica equivalente Pa=X F+Y Fa Ângulo de contato de 50 Ângulo de contato de 55 N.º de s no conjunto 2 N.º de s no conjunto 2 Númeo de caeias que ecebem caga axial 1 caeia 2 caeias Númeo de caeias que ecebem caga axial 1 caeia 2 caeias Fa/F 1.49 X 1,37 X 1,60 Fa/F 1.79 Y 0,57 Y 0,56 Fa/F > 1.49 X 0,73 0,73 X 0,81 0,81 Fa/F > 1.79 Y 1 1 Y 1 1 Limite de otação (4) (pm) Lubificação com gaxa Dimensões de efeência (mm) da1 da2 Da1 Da2 Massa (kg) (Refeência) Código do ,9 32,7 44,9 56,6 0,237 25TAF ,8 38, ,9 0,357 30TAF ,2 49,7 67,7 82,3 0,709 35TAF ,2 49,7 67,7 82,3 0,655 40TAF ,6 60,3 83,4 101,1 1,28 40TAF ,6 60,3 83,4 101,1 1,21 45TAF ,6 60,3 83,4 101,1 1,13 50TAF ,4 72,9 98,9 119,7 1,79 60TAF ,1 97,2 130,3 155,8 4,48 60TAF ,1 97,2 130,3 155,8 3,80 80TAF ,3 123,4 164,1 194,7 7,41 100TAF ,2 151,1 193,8 228,4 14,8 120TAF03 Tabelas de dimensão Tipos e fomas BNH TAH TBH NN3000 NNU4900 XRN XRG TAB TAF Rolamentos paa supote de fusos 73

76

77 42775 Nine Mile Novi, Michigan, 48375, U.S.A. Unit 23/109(A), FI., 24th Soachai Bldg., 23 C.P , MEXICO 1171 A Calle Julio Díaz Toe Facc. Ciudad Industial Aguascalientes, C.P , MEXICO TEMPO PAVILION I, 7FL JL. HR Rasuna Said Kav Setiabudi Jakata Selatan DKI Jakata , INDONESIA

78 A apaência e as especifi cações podem se alteadas sem aviso pévio, em caso de necessidade de melhoaia de desempenho. Todos os cuidados foam obsevados paa assegua a exatidão das infomações contidas neste catálogo, mas não podemos se esponsabilizados po quaisque eos ou omissões. CATALOG NO. B1031PR X-ABE-ABE

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