Enfarte agudo do miocárdio
|
|
|
- Manuella Garrau Nunes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Coração Outono/Inverno: casos clínicos. O que posso fazer pelo meu doente idoso com Enfarte agudo do miocárdio Kevin Domingues; Beatriz Santos
2 20:57
3
4 Sr. Evaristo 82 anos Autónomo Reformado Banqueiro Antecedentes pessoais: Hipertensão arterial Diabetes Mellitus 2 Dislipidémia Excesso de peso (IMC 28.5) Tabagismo (antes 50 UMA, agora 1-2 cigarros quando joga o Sporting) Antecedentes familiares: Pai ţ AVC 80 anos Mãe ţ EAM aos 75 anos Filho saudável Alergias: Desconhecidas Medicação habitual: Ramipril 5 Metformina id Sinvastatina 20
5 Começou há 1 hora, está cada vez pior Estou um bocado mal-disposto, acho que foram as moelas que me caíram mal Já tomei 2 nitromints que o Artur me deu e não passou
6 COC AC: rítmico, SS II/VI Eupneico AP sem alt Abdómen livre TA=134/77mmHg so2=97% FC=92bpm Sem edemas periféricos
7 21:05 STEMI inferoposterolateral
8 O que fazer? 1. Dizer ao doente que devia ir para o HDS assim que possível! 2. Diazepam 5 e Oxigénio a 3L/min 3. Ligar 112 e activar a Via Verde coronária. Manter uma atitude calma, sentar o doente, evitar que este faça qualquer tipo de esforço físico, tais como, levantar-se, caminhar ou até falar. Dar AAS mg e, se possível, Ticagrelor 180mg (ou clopidogrel 600mg).
9
10
11 Antes Oclusão Cx proximal Depois angioplastia + colocação de stent revestido /com fármaco/farmacológico/com antiproliferativo
12 Transferido para o HDS. Unidade Coronária Enfermaria Reabilitação cardíaca Internamento sem intercorrências. Ecocardiograma transtorácico: - VE não dilatado, com paredes ligeiramente espessadas, com FSG conservada, sem alterações aparentes da cinética segmentar. - Disfunção diastólica tipo I. - Dilatação auricular esquerda. - Sem alterações valvulares significativas.
13 Alta após 3 dias de internamento. Medicação: Ácido acetilsalicílico 100 Clopidogrel 75 Ramipril 5 Bisoprolol 5 Metformina id Atorvastatina 20 Orientação Consulta de Cardiologia Consulta de Desabituação tabágica Consulta de Nutrição
14
15 Mas no idoso, não é sempre tão linear.
16 As guidelines para EAM no idoso são as mesmas que para os jovens o Personalizar a terapêutica o Estado funcional, comorbilidades, risco isquémico e hemorrágico, alterações fisiológicas (como declínio da função renal). Os scores de risco classificam os idosos como de alto risco Intervenção precoce Prescrição de toda a terapêutica indicada Acute Coronary Syndrome Management in Older Adults: Guidelines, Temporal Changes and Challenges Age Ageing. 2014;43(4):
17 2/3 dos doentes que morrem com EAM têm 75 anos. <15% dos doentes nos ensaios clínicos de EAM têm 75 anos - Antithrombotic therapy in the elderly: expert position paper of the European Society of Cardiology Working Group on Thrombosis - Acute Coronary Care in the Elderly, Part II AHA Statement. Circulation.2007; 115:
18 Apresentação de STEMI no idoso
19 Atraso no pré-hospitalar Muito comum no idoso Sintomas atípicos atrasam a próprio reconhecimento do doente Cooperative Cardiovascular Project and the Worcester Heart Attack Study idade avançada, sexo feminino e raça não caucasiana preditores de atraso Tempo sintomas-apresentação >75 anos 4,7 vs 2,1 horas Acute Coronary Care in the Elderly, Part II AHA Statement. Circulation.2007; 115:
20 Apresentação Bloqueio de ramo esquerdo >1/3 dos ECGs em doentes com >85 anos. Dor torácica à admissão no STEMI: 89,9% dos doentes <65 anos 56,8% dos doentes 85 anos IC aguda (Classe Killip 2) 11,7% dos doentes <65 anos 44,6% dos doentes 85 anos IC + sintomas atípicos Complicam diagnóstico Acute Coronary Care in the Elderly, Part II AHA Statement. Circulation.2007; 115:
21 Bloqueio completo de ramo esquerdo SupraST 1 mm em concordância com o QRS (5 pontos); InfraST 1 mm em V1, V2 ou V3 (3 pontos); SupraST 5 mm em discordância com o QRS (2 pontos) - sensível mas não específico para isquémia no BCRE (mas está associado a pior prognóstico) Um score de 3 pontos tem a especificidade de 90% para EAM
22 Bloqueio completo de ramo esquerdo
23 Candidatos a reperfusão? Justificações comuns: 1. Atraso na apresentação 2. ECG anormal prévio 3. Duração indeterminada 4. Comorbilidades Muitos idosos com STEMI não têm critérios ideais para reperfusão. Anemia pode limitar dupla antiagregação Presença de demência associada a uma probabilidade 27% menor de reperfusão Krumholz HM, Friesinger GC, Cook EF, Lee TH, Rouan GW, Goldman L (1994). Relationship of age with eligibility for thrombolytic therapy and mortality among patients with suspected acute myocardial infarction. J Am Geriatr Soc, 42:
24 Candidatos a reperfusão? Registo GRACE 30% dos doentes com STEMI com apresentação <12h, não receberam terapêutica de reperfusão Factores associados: Idade 75; odds ratio [OR], 2.63; 95% CI, 2.04 a 3.38 Sexo feminino, ausência de dor torácica e ICC. Eagle KA, Goodman SG, Avezum A, Budaj A, Sullivan CM, Lopez-Sendon J; GRACE Investigators. Practice variation and missed opportunities for reperfusion in ST-segment elevation myocardial infarction: findings from the Global Registry of Acute Coronary Events (GRACE). Lancet. 2002; 359:
25 Fibrinólise no idoso Benefício na mortalidade vs sem reperfusão Incluindo mortes relacionados com a terapêutica (HIC, AVC, choque, ruptura miocárdica) O risco de reperfusão no muito idoso 85 anos precisa de mais estudos Contudo, no estudo GUSTO-1 Quase 10% dos doentes idosos têm contra-indicações absolutas para fibrinólise. Acute Coronary Care in the Elderly, Part II AHA Statement. Circulation.2007; 115:
26 Fibrinólise no idoso
27 Intervenção coronária percutânea no idoso Rácio risco/benefício favorece ICP sobre fibrinólise em pequenos estudos randomizados, meta-análises e estudos observacionais. São precisos mais dados em doentes 80 anos O maior benefício da ICP é a redução de reenfarte e necessidade de revascularização, com ligeira redução na mortalidade. Acute Coronary Care in the Elderly, Part II AHA Statement. Circulation.2007; 115:
28 Seguimento do Sr. Evaristo 1.º mês pós-eam O meu periquito já não pia Estou muito desanimado
29 Depressão no pós-eam Sintomas depressivos em ~42% dos doentes pós-eam. Factor de risco significativo para eventos cardíacos em doentes 65 anos Depressive symptoms predict 12-month prognosis in elderly patients with acute myocardial infarction J Cardiovasc Risk Jun;9(3): Os doentes com EAM devem ser avaliados para a presença de depressão em intervalos regulares durante o período pós-eam, incluindo a hospitalização. ISRS preferíveis a antidepressivos tricíclicos AAFP Guideline for the Detection and Management of Post Myocardial Infarction Depression Ann Fam Med Jan; 7(1):
30 Seguimento do Sr. Evaristo 4.º mês pós-eam Sinto o coração muito rápido. Na internet dizem que pode ser uma fibrilação ventricular
31 Holter 24h períodos de fibrilhação auricular CHA2DS2-VASc 5 HAS-BLED 2
32
33
34 Primum non nocere. Haja bom senso. Enfermeira Fatinha
Curso Avançado em Gestão Pré-Hospitalar e Intra-Hospitalar Precoce do Enfarte Agudo de Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST
Curso Avançado em Gestão Pré-Hospitalar e Intra-Hospitalar Precoce do Enfarte Agudo de Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST Perante a suspeita clínica de Síndrome coronária aguda (SCA) é crucial
Click to edit Master title style
GRUPO DE ESTUDOS DE HEMODINÂMICA E CARDIOLOGIA DE INTERVENÇÃO Investigadores do Registo Nacional de Cardiologia de Intervenção Grupo de Estudos de Cardiologia de Intervenção Sociedade Portuguesa de Cardiologia
Doença Coronária Para além da angiografia
Reunião Clínica Hospital Fernando Fonseca Doença Coronária Para além da angiografia Sérgio Bravo Baptista Serviço de Cardiologia Agenda Avaliação funcional das lesões coronárias Fractional Flow Reserve
Serviço de Cardiologia, Hospital do Espírito Santo de Évora. Serviço de Cardiologia, Hospital Distrital de Santarém
PREDITORES DE DOENÇA ARTERIAL CORONÁRIA SIGNIFICATIVA DO TRONCO COMUM E/OU DE 3 VASOS EM DOENTES COM ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO SEM ELEVAÇÃO DO SEGMENTO ST E SCORE GRACEDE BAIXO RISCO João Filipe Carvalho
Tratamento da mulher com SCA em Portugal: mais uma justificação para o programa Bem me Quero
Tratamento da mulher com SCA em Portugal: mais uma justificação para o programa Bem me Quero Treating women with ACS in Portugal: one more reason for the Bem me Quero programme Jorge Mimoso Hospital Distrital
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doença Cardiovascular Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doença Cardiovascular Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Para a avaliação do risco cardiovascular, adotam-se: Fase 1: presença de doença aterosclerótica
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO. Dr Achilles Gustavo da Silva
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Dr Achilles Gustavo da Silva II Simpósio Médico de Fernandópolis 2009 Hospitalizations in the U.S. Due to Acute Coronary Syndromes (ACS) Acute Coronary Syndromes* 1.57 Million
DÚVIDAS DO DIA A DIA EM CASOS DO MUNDO REAL
DÚVIDAS DO DIA A DIA EM CASOS DO MUNDO REAL 1 de Novembro 2013 Francia Ferraz Interna do 3º ano MGF Orientadora: Rosa Maria Feliciano Caso clínico 68 anos Natural e residente em Santarém Casado Reformado
Coração Outono/Inverno: casos clínicos. O que posso fazer pelo meu doente idoso com: Fibrilhação auricular
Coração Outono/Inverno: casos clínicos. O que posso fazer pelo meu doente idoso com: Fibrilhação auricular Homem; 79 anos FRCV: Antecedentes: 1. HTA 1. Úlcera duodenal 2. Diabetes mellitus Medicação habitual:
Síndromes Coronarianas Agudas. Mariana Pereira Ribeiro
Síndromes Coronarianas Agudas Mariana Pereira Ribeiro O que é uma SCA? Conjunto de sintomas clínicos compatíveis com isquemia aguda do miocárdio. Manifesta-se principalmente como uma dor torácica devido
SCA Estratificação de Risco Teste de exercício
SCA Estratificação de Risco Teste de exercício Bernard R Chaitman MD Professor de Medicina Diretor de Pesquisa Cardiovascular St Louis University School of Medicine Estratificação Não-Invasiva de Risco
Implementação das Vias Verdes Coronária e de AVC na Região Norte. Dr. Alcindo Maciel Barbosa 30 Setembro 2008
Implementação das Vias Verdes Coronária e de AVC na Região Norte Dr. Alcindo Maciel Barbosa 30 Setembro 2008 UMA REGIÃO EM MOVIMENTO O Problema Tx(/100000) Tx(100000) 70 60 50 40 30 20 10 0 Evolução da
Estratificação do risco e terapêutica antitrombótica
Estratificação do risco e terapêutica antitrombótica António José Fiarresga Hospital de Santa Marta, Hospital Lusíadas Lisboa Pós-Graduação em Medicina de Emergência Abordagem urgente das Síndromes Coronárias
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA FMRPUSP PAULO EVORA DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA FATORES DE RISCO Tabagismo Hipercolesterolemia Diabetes mellitus Idade Sexo masculino História familiar Estresse A isquemia é
Coração Outono/Inverno
Coração Outono/Inverno O que posso fazer pelo doente idoso com: Risco Cardiovascular Elevado Maria João Vieira Interna de Formação Específica em Cardiologia 1ª Ano Hospital Distrital de Santarém Cátia
Como fazer angioplastia primária high-tech low cost
Enfarte com supra ST - a realidade nacional e as recomendações - Como fazer angioplastia primária high-tech low cost João Costa Hospital de Braga EDIÇÃO DOM 17 FEV 2013 A maioria das equipas de hemodinâmica
Angina Instável Identificaçã. ção o e Abordagem. XV Congresso de Cardiologia de Mato Grosso do Sul Campo Grande CELSO RAFAEL G.
XV Congresso de Cardiologia de Mato Grosso do Sul Campo Grande 22 a 23 de outubro de 2010 Angina Instável Identificaçã ção o e Abordagem CELSO RAFAEL G. CODORNIZ Síndromes Coronarianas Agudas fig02-subt
Serviço de Cardiologia do Hospital de Braga
Catarina Vieira, Sérgio Nabais, Vítor Ramos, Sílvia Ribeiro, António Gaspar, Carlos Galvão Braga, Nuno Salomé, Sérgia Rocha, Pedro Azevedo, Miguel Álvares Pereira, Adelino Correia. Serviço de Cardiologia
Qual o Fluxograma da Dor Torácica na Urgência? Pedro Magno
Pedro Magno - EUA: 119.000.000 recorrências ao S. Urgência / ano - : 8-10% do total destas recorrências ao S. Urgência Pitts SR, US Dept of Health and Human Services, 2010. -Doentes com enfarte do miocárdio
Síndromas Coronários rios Agudos: Factores de Bom e Mau Prognóstico na Diabetes Mellitus
Síndromas Coronários rios Agudos: Factores de Bom e Mau Maria João Correia, Maria Judite Oliveira, Margarida Resende, Luís Mourão em nome dos Investigadores do Registo Nacional de Síndromas S Coronários
Introdução. (António Fiarresga, João Abecassis, Pedro Silva Cunha, Sílvio Leal)
Introdução António José Fiarresga Hospital Santa Marta, Hospital Lusíadas Lisboa Pós-Graduação em Medicina de Emergência Abordagem urgente das Síndromes Coronárias Agudas (António Fiarresga, João Abecassis,
ANTIAGREGANTES Quem e quando parar?
ANTIAGREGANTES Quem e quando parar? Francisco Matias Serviço de Anestesiologia Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra Francisco Matias 16/07/2012 1 Objectivos Gerais Reconhecer a importância do uso
BIOMARCADORES e PROTOCOLOS de URGÊNCIA
BIOMARCADORES e PROTOCOLOS de URGÊNCIA Sílvio Leal Hospital Santa Cruz, CHLO - Hospital Lusíadas Lisboa Pós-Graduação em Medicina de Emergência Abordagem urgente das Síndromes Coronárias Agudas (António
Adesão a um Programa de Reabilitação Cardíaca: quais os benefícios e impacto no prognóstico?
REUNIÃO CONJUNTA DOS GRUPOS DE ESTUDO DE CUIDADOS INTENSIVOS CARDÍACOS E DE FISIOPATOLOGIA DO ESFORÇO E REABILITAÇÃO CARDÍACA Compliance to a Cardiac Rehabilitation Program: what are the benefits and impact
Síndrome Coronariana Aguda (SCA) sem Supradesnivelamento do Segmento ST (SSST)
Síndrome Coronariana Aguda (SCA) sem Supradesnivelamento do Segmento ST (SSST) Autores e Afiliação: Fábio Therezo Galliano. Médico residente de Clínica Médica - Departamento de Clínica Médica - FMRP -
Preditores de lesão renal aguda em doentes submetidos a implantação de prótese aórtica por via percutânea
Preditores de lesão renal aguda em doentes submetidos a implantação de prótese aórtica por via percutânea Sérgio Madeira, João Brito, Maria Salomé Carvalho, Mariana Castro, António Tralhão, Francisco Costa,
ONTARGET - Telmisartan, Ramipril, or Both in Patients at High Risk for Vascular Events N Engl J Med 2008;358:
ONTARGET - Telmisartan, Ramipril, or Both in Patients at High Risk for Vascular Events N Engl J Med 2008;358:1547-59 Alexandre Alessi Doutor em Ciências da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do
Velhas doenças, terapêuticas atuais
Velhas doenças, terapêuticas atuais Hipertensão arterial e moduladores do SRAA Sérgio Bravo Baptista Unidade de Cardiologia de Intervenção, Hospital Fernando Fonseca, Amadora Hospital CUF Cascais, Clinica
CONJUNTO DE DADOS DUQUE PARA ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO (EAM)
Inclusão Definições Enfarte agudo do miocárdio (EAM) Telemedicina CONJUNTO DE DADOS DUQUE PARA ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO (EAM) O enfarte agudo do miocárdio (EAM) pode ser definido de uma série de perspectivas
Estratificação de risco cardiovascular no perioperatório
Estratificação de risco cardiovascular no perioperatório André P. Schmidt, MD, PhD, TSA/SBA Co-responsável pelo CET do Serviço de Anestesia e Medicina Perioperatória do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
COMISSÃO COORDENADORA DO TRATAMENTO DAS DOENÇAS LISOSSOMAIS DE SOBRECARGA
COMISSÃO COORDENADORA DO TRATAMENTO DAS DOENÇAS LISOSSOMAIS DE SOBRECARGA REGISTO DE MONITORIZAÇÃO Défice de Lipase Ácida Lisossomal (todos os doentes, excepto doença de Wolman ) (Preencher com letra legível)
CONTROVÉRSIAS EM CORONARIOPATIA AGUDA:
CONTROVÉRSIAS EM CORONARIOPATIA AGUDA: TROPONINA ULTRASSENSÍVEL NA EMERGÊNCIA - PROTOCOLOS, ESTRATÉGIAS E RESULTADOS Paulo J B Barbosa Professor Adjunto da EBMSP Professor Auxiliar da UNEB Coordenador
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE EM CARDIOLOGIA DE INTERVENÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO AJUSTAMENTO PELO RISCO NA ANÁLISE DE RESULTADOS
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE EM CARDIOLOGIA DE INTERVENÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO AJUSTAMENTO PELO RISCO NA ANÁLISE DE RESULTADOS Paulo Sousa, António Sousa Uva; Fausto Pinto, em nome dos Investigadores do Registo
METODOS DE IMAGEM PARA DIAGNÓSTICO
JOÃO ABECASIS Hospital Lusíadas Lisboa Pós-Graduação em Medicina de Emergência Abordagem urgente das Síndromes Coronárias Agudas (António Fiarresga, João Abecasis, Pedro Silva Cunha, Sílvio Leal) A dor
Abordagem intervencionista na síndrome coronária aguda sem supra do segmento ST. Roberto Botelho M.D. PhD.
Abordagem intervencionista na síndrome coronária aguda sem supra do segmento ST Roberto Botelho M.D. PhD. www.ict.med.br [email protected] 1 Objetivos Relevância do tema Para quem indicar Quando realizar
Realizado por Rita Calé, Cardiologista de Intervenção no Hospital Garcia de Orta
Comentário ao artigo: Clinically significant bleeding with low-dose rivaroxaban versus aspirin, in addition to P2Y12 inhibition, in acute coronary syndromes (GEMINI-ACS-1): a double-blind, multicenter,
O ECG nas síndromes coronárias isquêmicas
O ECG nas síndromes coronárias isquêmicas Prof. Dr. Paulo Jorge Moffa Importância do ECG na Estratificação de Risco no Infarto Agudo do Miocárdio ECG no Diagnóstico do Infarto Agudo do Miocárdio Papel
Sessão Interativa. Atualizações do Protocolo de Dor Torácica
Sessão Interativa Atualizações do Protocolo de Dor Torácica Paciente J.D.M., masculino, 57 anos, deu entrada no Pronto Atendimento com queixa de dor torácica com irradiação para braço esquerdo e mandíbula,
DOENTE CARDÍACO AGUDO: ONDE TRATAR?
DOENTE CARDÍACO AGUDO: ONDE TRATAR? UNIDADE DE CUIDADOS INTENSIVOS CARDÍACOS Sílvia Monteiro Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, HUC Julian D et al, Lancet 1961;ii:840-4. Price S. Rev Esp Cardiol
Curso de Formação Médica Contínua CARDIOLOGY UPDATES
ENQUADRAMENTO DO CURSO de Este curso visa a actualização de conhecimentos orientados para a abordagem de patologias cardiovasculares de acordo com as boas práticas e a evidência científica mais recente.
aca Tratamento Nelson Siqueira de Morais Campo Grande MS Outubro / 2010
Insuficiência ncia Cardíaca aca Tratamento Nenhum conflito de interesse Nelson Siqueira de Morais Campo Grande MS Outubro / 2010 [email protected] Conceitos Fisiopatológicos A IC é uma síndrome com múltiplas
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doença Cardiovascular Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doença Cardiovascular Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos - As doenças cardiovasculares estão relacionadas à aterosclerose, sua principal contribuição,
ISQUEMIA SILENCIOSA É possível detectar o inesperado?
CURSO NACIONAL DE RECICLAGEM EM CARDIOLOGIA DA REGIÃO SUL Florianópolis 20-24 de setembro de 2006 ISQUEMIA SILENCIOSA É possível detectar o inesperado? Celso Blacher Definição Documentação objetiva de
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doença Cardiovascular Parte 4. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Parte 4 Profª. Tatiane da Silva Campos Insuficiência Cardíaca: - é uma síndrome clínica na qual existe uma anormalidade na estrutura ou na função cardíaca,
Curso prático de atualização em anticoagulação oral na FANV Casos especiais. Arminda Veiga
Curso prático de atualização em anticoagulação oral na FANV Casos especiais Arminda Veiga Anticoagulação oral em populações especiais O doente com doença renal O doente com doença com doença coronária
Atualizações em Hemodinâmica e Cardiologia Invasiva. Dr. Renato Sanchez Antonio HCI São Sebastião do Paraíso
Atualizações em Hemodinâmica e Cardiologia Invasiva Dr. Renato Sanchez Antonio HCI São Sebastião do Paraíso FUNDAMENTOS Apenas um estudo clínico controlado randomizado entre a terapia endovascular e a
Síndrome Coronariana Aguda
Síndrome Coronariana Aguda Wilson Braz Corrêa Filho Rio de Janeiro, 2010 Curso de Capacitação de Urgência e Emergência Objetivos: Apresentar a epidemiologia da síndrome coronariana aguda nas unidades de
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO E SUA PREVALÊNCIA NA POPULAÇÃO BRASILEIRA
Vol.13,n.4,pp.46-51 (Dez 2015 Fev 2016) Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research - BJSCR INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO E SUA PREVALÊNCIA NA POPULAÇÃO BRASILEIRA ACUTE HEART ATTACK AND ITS PREVALENCE
Há mais de uma lesão grave, como definir qual é a culpada? Devemos abordar todas ao mesmo tempo ou tentar estratificar? O papel do USIC, OCT e FFR
Há mais de uma lesão grave, como definir qual é a culpada? Devemos abordar todas ao mesmo tempo ou tentar estratificar? O papel do USIC, OCT e FFR Dr. Miguel A. N. Rati Serviço de Hemodinâmica Hospital
Lesões de Tronco de Coronária Esquerda
Lesões de Tronco de Coronária Esquerda Enfª Luanna Vivian Vieira Melo Coordenadora do Centro Especializado em Cardiologia Intervencionista de Campinas Centro Médico de Campinas SP NÃO HÁ CONFLITOS DE INTERESSE
1. As derivações DI, DII e DIII representam que parede do coração? a) Inferior b) Lateral c) Infero-basal d) Anterior
1. As derivações DI, DII e DIII representam que parede do coração? a) Inferior b) Lateral c) Infero-basal d) Anterior 2. Das seguintes, qual é uma causa comum de desvio direito do eixo? a) hipertrofia
Paulo Donato, Henrique Rodrigues
Paulo Donato, Henrique Rodrigues Serviço o de Imagiologia Hospitais da Universidade de Coimbra Director: Professor Doutor Filipe Caseiro Alves Janeiro 2007 1ª linha Doença cardíaca congénita Grandes vasos
CURSO DE HIPOCOAGULAÇÃO -CASOS CLÍNICOS- 24 DE SETEMBRO DE 2015 BEATRIZ SALDANHA SANTOS 3ºANO FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM CARDIOLOGIA HOSPITAL DE SANTARÉM
CURSO DE HIPOCOAGULAÇÃO -CASOS CLÍNICOS- 24 DE SETEMBRO DE 2015 BEATRIZ SALDANHA SANTOS 3ºANO FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM CARDIOLOGIA HOSPITAL DE SANTARÉM CASO CLíNICO 1 Mulher 76 anos ANTECEDENTES PESSOAIS:
INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO COM SUPRADESNIVELAMENTO DO SEGMENTO ST (IAMST)
Melhores PROGRAMA Práticas DE CUIDADOS Assistenciais CLÍNICOS PROGRAMA DE CUIDADOS CLÍNICOS INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO COM SUPRADESNIVELAMENTO DO SEGMENTO ST (IAMST) Coordenação Médica: Dr. Leopoldo Soares
Boletim Científico SBCCV
1 2 Boletim Científico SBCCV 3 2014 Resultados de 1 ano do estudo ADSORB avaliam o remodelamento aórtico após implante de endoprótese (TEVAR), em casos de dissecção não complicada tipo B. Endovascular
Doença Arterial Coronária: O Valor do Tratamento Clínico na Era da Maturidade da ICP
Curso Anual de Revisão em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - 2009 São Paulo, 13 e 14 de novembro de 2009. Módulo III: Intervenção Coronária Percutânea Indicações Clínicas Doença Arterial Coronária:
AVALIAÇÃO INVASIVA, REPERFUSÃO e REVASCULARIZAÇÃO
AVALIAÇÃO INVASIVA, REPERFUSÃO e REVASCULARIZAÇÃO Sílvio Leal Hospital Santa Cruz, CHLO - Hospital Lusíadas Lisboa Pós-Graduação em Medicina de Emergência Abordagem urgente das Síndromes Coronárias Agudas
A Pessoa com alterações nos valores da Tensão Arterial
A Pessoa com alterações nos valores da Tensão Arterial Fisiologia da TA Tensão arterial é a força exercida pelo sangue, devido à pressão do coração, sobre as paredes de uma artéria. Tensão sistólica: pressão
A V C E A EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA
A V C E A EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA Reginaldo Aparecido Valácio Hospital Municipal Odilon Behrens Belo Horizonte, MG RELEVÂNCIA Brasil, 2005: >90.000 Mundo, 2005: 5,7 milhões Países em desenvolvimento:
