Traçado e desenho de curvas de nível
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- Débora Dreer Taveira
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1 Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Topografia II Traçado e desenho de curvas de nível Renato de Oliveira Fernandes Engenheiro Civil UFCG MSc. Engenharia Civil e Ambiental PPGEC/UFCG
2 Planimetria (representação da localização de pontos em uma área) e a altimetria (representação da altitude ou cotas). As curvas de nível
3 Geração de Curvas de Nível Geração de curva de níveis
4 Curvas de nível São linhas que ligam pontos de mesma altitude na superfície do terreno; Intervalo entre curvas de nível é a diferença de altitude (ou cotas) entre duas curvas consecutivas; O intervalo entre curvas de nível deve ser constante em uma mesma representação gráfica; As água pluviais correm perpendicularmente às curvas de nível, porque esta direção é a de maior declividade (perda de menor energia);
5 Pontos cotados
6 Depressão no terreno
7 Curvas de níveis
8 As curvas de nível e os principais acidentes geográficos naturais Depressão e Elevação Espigão
9 As curvas de nível e os principais acidentes geográficos naturais Corredor: Talvegue:
10 As curvas de nível e os principais acidentes geográficos naturais Vale: Divisor de água: Dorso:
11 A, B, C, D,... divisor de água A, B, C, D,... linha de talvegue
12 Representação de trecho de um rio Forma do terreno - garganta
13 Representação altimétrica por curva de nível
14
15 Desenho das Curvas de Nível Duas curvas de nível jamais devem se cruzar Duas ou mais curvas de nível jamais poderão convergir para formar uma curva única, com exceção das paredes verticais de rocha
16 Desenho das Curvas de Nível Uma curva de nível inicia e termina no mesmo ponto, portanto, ela não pode surgir do nada e desaparecer repentinamente Uma curva pode compreender outra, mas nunca ela mesma. Nos cumes e nas depressões o relevo é representado por pontos cotados.
17 Eqüidistância de curvas de nível Recomendações quanto a eqüidistância das curvas de nível de acordo com cada escala (Domingues, 1979). Escala Eqüidistância Escala Eqüidistância 1:500 0,5m 1: ,0m 1:1000 1,0m 1: ,0m 1:2000 2,0m 1: ,0m 1: ,0m 1: ,0m 1: ,0m 1: ,0m 1: ,0m 1: ,0m Eqüidistância depende da escala e também da declividade e sinuosidade do terreno.
18 Obtenção de curvas de nível Triangulação Irradiação taqueométrica Seções transversais Aerofotogrametria Interpolação Gráfica Numérica
19 Obtenção de curvas de nível (Triangulação) É o mais preciso dos métodos. Também é o mais demorado e dispendioso. Recomendado para pequenas áreas. Consiste em quadricular o terreno (com piquetes) e nivelá-lo. A quadriculação é feita com a ajuda de um teodolito/estação (para marcar as direções perpendiculares) e da trena/estação (para marcar as distâncias entre os piquetes).
20 Obtenção de curvas de nível (Triangulação) O valor do lado do quadrilátero é escolhido em função: da sinuosidade da superfície; das dimensões do terreno; da precisão requerida; e do comprimento da trena. No escritório, as quadrículas são lançadas em escala apropriada, os pontos de cota inteira são interpolados (usando uma regra de três simples) e as curvas de nível são traçadas.
21 Obtenção de curvas de nível (Irradiação taqueométrica) Método recomendado para áreas grandes e relativamente planas. Consiste em levantar poligonais maiores (principais) e menores (secundárias) interligadas. Todas as poligonais devem ser niveladas. Das poligonais (principal e secundárias) irradiam-se os pontos notáveis do terreno, nivelando-os e determinando a sua posição através de ângulos e de distâncias horizontais.
22 Obtenção de curvas de nível (Irradiação taqueométrica) Esta irradiação é feita com o auxílio de um teodolito e trena ou de estação total. No escritório, as poligonais são calculadas e desenhadas, os pontos irradiados são locados e interpolados e as curvas de nível são traçadas
23 Obtenção de curvas de nível (Seções transversais) Método utilizado na obtenção de curvas de nível em faixas, ou seja, em terrenos estreitos e longos (caso de rede esgoto ou abastecimento de água). Consiste em implantar e levantar planialtimetricamente os pontos definidores das linhas transversais à linha longitudinal definida por uma poligonal aberta. No escritório, a poligonal aberta e as linhas transversais são determinadas e desenhadas, os pontos de cada seção são interpolados e as curvas de nível são traçadas.
24 Construção de perfil
25 Construção de perfil Perfil natural Perfil elevado Perfil rebaixado
26 Declividade Declividade entre dois pontos d(%) = DN/DH x 100 d( ) = arc.tg (DN/DH)
27 Classificação da declividade Declividade (%) Declividade ( ) < 3 <1,7 Fraca Interpretação 3 a 6 1,7 a 3,4 Moderada 6 a 12 3,4 a 6,8 Moderada a Forte 12 a 20 6,8 a 11,3 Forte 20 a 40 11,3 a 21,8 Muito Forte >40 >21,8 Extremamente Forte Garcia e Piedade (1984)
28 Técnicas modernas de representação do relevo Imagem do satélite LANDSAT 5 para a data 23/09/2008 (R5G4B3)
29 Exemplo de obtenção de curva de nível por triangulação
30 Exemplo de obtenção de curva de nível por triangulação
31 Exemplo de obtenção de curva de nível por triangulação
32 Exemplo de obtenção de curva de nível por triangulação
33 Exemplo de obtenção de curva de nível por triangulação
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