TALITA AZAMBUJA NACIF

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1 TALITA AZAMBUJA NACIF AS MENINAS DAS TORRES, ENROLADAS NA TRAMA DE UM SÓ DESEJO (SUA MÃE SABE MAIS!) São Paulo 2012

2 2 RESUMO Os fatores que contribuem para o surgimento e a manutenção dos transtornos alimentares são diversos. Na teoria psicanalítica os transtornos alimentares são sintomas derivados de conflitos psíquicos. A questão nuclear do conflito psíquico que gera o sintoma, nos casos de transtornos alimentares, é a relação mãe e filha caracterizada por questões pré-edípicas. O filme Enrolados, produzido por Walt Disney Pictures, adaptação da fábula "Rapunzel", dos Irmãos Grimm, despertou a ideia de pensar a dupla mãe e filha de maneira lúdica. No filme podemos perceber que a filha, Rapunzel, é a extensão fálica da mãe que não aceita o limite do tempo e projeta na filha a possibilidade de realizar seus próprios desejos. A existência de um tipo de herança psíquica cujo conteúdo é permeado de objetos transgeracionais, os não-ditos que atravessam gerações, pode encontrar um ambiente-mente receptivo, gerando sintomas e um viver não criativo.

3 3 Introdução Muitos são os fatores que contribuem para o surgimento e a manutenção dos transtornos alimentares. A Psicanálise entende tais transtornos como sintomas derivados de conflitos psíquicos, cuja questão nuclear é a relação mãe e filha, caracterizada por aspectos pré-edípicos. Ou seja, a inclusão do terceiro como lei, que interdita a Folie à Deux, delírio que se desenvolve em um sujeito envolvido em um estreito relacionamento com outra pessoa (indutor ou caso primário), que segundo Lasègue e Farlet (1877), ainda não se deu. Por algum motivo a mãe impera soberana e fálica, detentora do saber e de segredos. O filme Enrolados produzido por Walt Disney Pictures, adaptação da fábula "Rapunzel", dos Irmãos Grimm, me despertou para a ideia de pensar a dupla mãe e filha "adoecida", de maneira lúdica. Primordialmente, porque é o lúdico que falta. A inanição não é só corpórea, é inanição psíquica, inanição simbólica, inanição criativa. Em um trecho do filme, a mãedrasta (mamãe Gothel) mostra não lembrar do aniversário de sua filha (Rapunzel), contando para nós que o outro, a sua filha, não é vista como separada dela, portanto não deve envelhecer. Aniversários denunciam que os anos passam, contam para todos que não viveremos para sempre. Rapunzel não é autorizada pela mãe má, pensando a teoria das relações objetais, de Melanie Klein, como ser desejante. É a extensão fálica da mãe, que tenta reeditar na filha seus desejos narcísicos. A mãe captura o desenvolvimento de sua filha para usar e viver sua beleza. Freud e o conceito de narcisismo Freud (1914) desenvolve o conceito de Narcisismo na teoria do desenvolvimento libidinal, falando sobre uma fase na qual o indivíduo toma a si próprio como objeto de amor. Espera-se que com o desenvolvimento libidinal mais as exigências do mundo, o sujeito saia desse estado narcísico para conviver no mundo das diferenças. Rosenfeld (1988), após estudo minucioso do artigo de Freud, Sobre O Narcisismo: Uma Introdução, de 1914, nos fala a respeito do tema: Ao se considerar o aspecto libidinal do narcisismo, pode-se observar que a supervalorização do self desempenha um papel fundamental, baseado principalmente na idealização do self. A idealização do self é sustentada por identificações projetivas e

4 4 introjetivas onipotentes com objetos ideais e suas qualidades. Desse modo, o narcisista sente que tudo que é valioso nos objetos externos e no mundo externo é parte dele ou é controlado de forma onipotente por ele. (Rosenfeld, 1988, p.139). A mamãe Gothel de Rapunzel encontra nos cabelos longos da filha a expressão de falicidade, do suposto poder que ele representa a possibilidade de manter-se jovem para sempre. O cabelo da Rapunzel é mágico e tem o poder de curar e rejuvenescer as pessoas. Desta forma, mamãe Gothel se relaciona com parte da filha, não pode vê-la enquanto separada, diferente e total. Rapunzel, assim como nossas meninas das Torres, fica como extensão da própria mãe, um corpo para dois. (McDougall, 1999) Tradição e Transmissão A mãe não permitindo o saber da filha, a mantém na torre tentando aterrorizá-la pelos perigos da vida. Adami-Lauand (2010) nos aponta para a existência de um tipo de herança psíquica cujo conteúdo é permeado de objetos transgeracionais. Eles se caracterizam por conteúdos que a geração anterior, no caso, a mãe não conseguiu elaborar e transformar e, desta forma, são carregados de segredos, frustrações, traumas que impedem a geração seguinte de ter a experiência de uma vivência separada da mãe. A herança destes objetos atravessa gerações e, se encontrar um ambiente-mente receptível, pode provocar sintomas e um viver não criativo. Normalmente, esta herança passa despercebida pela dupla e passa a se revelar na relação que mãe e filha constroem durante sua existência. Adami-Lauand ainda nos diz: O regime narcísico das funções de apropriação e intrusão força a geração seguinte a uma adaptação alienante na qual há a transmissão de uma história que não lhe pertence, mas lhe habita a mente, impedindo qualquer possibilidade de desejo e existência de um mundo mental próprio. (2010, p. 5). E Marina Ramalho Miranda (2007:28-34) nos chama a atenção para o corpocarcereiro daqueles que são acometidos por transtornos alimentares. A torre simboliza o corpo de mamãe Gothel e Rapunzel presa nesse corpo.

5 5 Meltzer (1992) nos oferece a ideia do fenômeno do claustro para pensarmos as diversas fantasias em relação à mãe, mais precisamente ao corpo dela. As fantasias ligadas a figura materna e ao seu corpo são relacionadas à existência ultra-uterinas, como também, às partes do corpo da mãe. Ele nos chama a atenção para a tendência a apreensão do belo. Mamãe Gothel está sempre linda, jovem, perto de Rapunzel. Tentando sustentar um ideal de perfeição, aprisiona a filha em um suposto mundo fantástico, sem perigos externos. Mas nós sabemos, na experiência em nossos consultórios, que o aprisionamento materno é capaz de alienar e subtrair a possibilidade de serem sujeitos desejantes e responsáveis pelos seus destinos. Precisamos salientar que Rapunzel é o estereótipo da menina linda. Para Rapunzel a beleza é natural e ela quase não se da conta disso. Ela quer dar vazão a sua criatividade, mas a torre é o limite. A mãe, com ideal tirânico de perfeição, não pode contemplar o irreal de seu desejo-necessidade. Chamo de desejo-necessidade a equação simbólica (Segall, 1991) feita na qual o simbólico é fantasia para encobrir o que ainda não se pode fantasiar. Não há inserção na esfera do desejo-fantasia, a mãe ainda não está, não foi autorizada a ser e segue perseguida por ter que ter, não há tolerância para a falta. Assim, Rapunzel segue sua busca de realizar o desejo da mãe, sabendo/sentindo que sua história precisa ser contada. Precisamos atentar para o fator genético que pode contar a favor de nossas meninas aprisionadas. Muitas, como Rapunzel, demonstram uma força pulsional vital que as ajuda, e nos ajuda, a construir ferramental psíquico como ancoradouros das vivências terríficas de aprisionamento e aniquilamento, muitas vezes presentes nas historias de vida de nossas pacientes. As luzes das lanternas são para ela, lanternas que no filme, o reino no qual nasceu, lança aos céus, todos os anos, no dia de seu aniversário. As lanternas, brilhantes, representam, a partir do meu olhar, a pulsão de vida que impulsiona Rapunzel em busca das palavras perdidas (Miranda, 2007, 28). Com a entrada do terceiro, o príncipe-sapo, Rapunzel cria coragem e sai para o mundo. Rapunzel e seu príncipe são felizes. Não sabemos se para sempre, mesmo porque para sempre é muito tempo e pertence aos contos de fadas, justamente de onde tentamos resgatar essas meninas-torres.

6 6 BIBLIOGRAFIA ADAMI-LAUAND, Christiane. As experiências alimentares de mães com filhas portadoras de transtornos alimentares: investigando a transgeracionalidade. Tese de Mestrado. Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto ENROLADOS. Filme de Byron Howard, dirigido por Nathan Greno, produzido pela Walt Disney Pictures no ano de 2011, adaptação da fabula "Rapunzel", dos Irmãos Grimm. FREUD, Sigmund. (1914). Sobre o narcisismo: uma introdução. In: Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. 3. ed. Trad. sob a direção de Jayme Salomão. Rio de Janeiro: Imago, v. XIV. LASÈGUE e FARLET. La folie à deux. Annales medico-psychologiques. Paris MCDOUGALL, Joyce. Teatros do corpo: o psicossoma em psicanálise. São Paulo: Martins Fontes, MELTZER, D. The Claustrum: an investigation of claustrophobic phenomena. In: Perthshire: Clunie Press MIRANDA, Marina Ramalho. Em busca das palavras perdidas: corpo-carcereiro da mente nos distúrbios alimentares. IDE, Revista de Psicanálise v. 30. n. 45. ROSENFELD. Narcisismo destrutivo e a pulsão de morte. In: Impasse e interpretação. Rio de Janeiro: Imago, p SEGAL, Hanna. Notas sobre a formação de símbolos. In: Melanie Klein Hoje. Rio de Janeiro: Imago, v. I. p

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