Programas de Manutenção e Produtividade
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- Francisca Mendonça Barreto
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1 Programas de Manutenção e Produtividade Claudio Anjos Março / 08 [email protected] 1
2 Tipos de Manutenção Corretiva A intervenção é feita quando ocorre a falha Custo alto, pois interrompe a produção Preventiva É feita com planejamento Tem a intenção de prevenir as falhas Preditiva Prevê a iminência da falha Necessita instrumentos de medição de vibração Teoricamente, a de menor custo total 2
3 Manutenção Preventiva Deve ser programada pelo Planejamento da Produção O setor de manutenção deve possuir um plano anual (Plano Mestre) A Preventiva prevê a troca de peças mesmo que ainda não apresentem desgaste aparente (histórico) As inspeções realizadas devem ser assinaladas e qualquer anormalidade comunicada ao supervisor responsável 3
4 Manutenção Preventiva PLANO MASTER DE LUBRIFICAÇÃO 2004 EMBALAGEM LINHAS L 1 L2 L 3 L 4 L 5 L6 Equipamento Enched. Pack Mac Tampadora Promáquina Rotuladeira Kalish Encart. Bosch Mesa Acumuladora Enched. Lacote Tampadora Promáquina Rotuladeira Kalish Encart. Zanasi Hotmelt Nordson Tampadora PróMáquina Enchedora Kalish Enched. Farmomac Encart. Zanasi Balança Ishida Hotmelt Nordson Enched. Farmomac Encartuchadeira Bosch Balança Ishida Hotmelt Nordson Enchedora Promáquina EVL10H Coloc. Tampa Kalish JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO
5 Check-list (Roteiro de Inspeção) Trata-se de uma relação de itens que devem ser verificados; Cada equipamento deve possuir o seu check-list Deve indicar claramente qual a periodicidade de inspeção para cada ítem; Durante a sua elaboração, é importante consultar os mecânicos e operadores; 5
6 Manutenção Preventiva C H E C K - L I S T LINHA C.1 Diária Quinz Frequência: Semanal Mensa Item Tarefa Executada TERMOFORMADORA UHLMANN UPS 1040 Equipamento Sistema de Alimentação da folha de formação Limpar e lubrificar os rolos de pressão Verificar vazamento nos rolos desbobinadores (cilindro) Verificar cilindros de travamento da folha de formação Verificar funcionamento dos sensores de desbobinamento Verificar guias laterais da folha (folgas devem ser mínimas) Testar sensor da emenda, corte e rejeição do produto. Verificar presilhas de silicone (emenda folha formação) Verificar folgas no sistema de correção com o motor em func. 2 Sistema de Alimentação de Alumínio Verificar vazamento dos rolos desbobinadores (cilindro). Testar sensor da emenda (corte e rejeição do produto). Verificar presilhas de silicone para troca do alumínio. Limpar e verificar rolos Limpar orifícios de sopro de ar na reversão a 45º 6
7 Ordens de Serviço (OS) Toda intervenção em algum equipamento, seja ela mecânica ou elétrica, ou ainda, corretiva ou preventiva, precisa ser registrada As OS s são a forma mais comumente empregada Elas necessariamente devem possuir: O nome e o número do equipamento (TAG) O responsável pelo serviço A descrição do serviço realizado O tempo gasto e as peças utilizadas 7
8 TAG Exemplo de O.S. Descrição Horas gastas Nome do Equipamento Histórico 8
9 Para que servem as OS s? Garantir a rastreabilidade dos eventos de manutenção Exemplo: Quando foi a última vez que esse rolamento foi trocado? Qual a sua especificação? É item de estoque? Indica quantas horas foram utilizadas em cada um dos tipos de manutenção 9
10 Para que servem as OS s? Ajuda a solucionar problemas futuros através das experiências do passado Exemplo: Problemas na armação de cartucho Descrição da causa: ventosas apresentando rachaduras e causando a perda de vácuo. Realizada a troca. Importante controle gerencial da equipe 10
11 Para que servem as OS s? Através delas torna-se possível calcular o custo de manutenção de um equipamento Para um equipamento novo, recomenda-se prever um gasto de 1 a 2% do valor do equip. por ano Em equipamentos mais antigos demandam mais gastos Tá na hora de comprar outro? 11
12 Índices de Manutenção Para se controlar um processo, devemos criar Índices de Performance Se medidos corretamente na manutenção, trarão resultados na produção Exemplos: Quanto melhores os check-lists, menores as possibilidades de quebra das máquina Por conseguinte, melhores os índices de eficiência O tempo destinado aos check-lists representa Manutenção Preventiva 12
13 Índices de Manutenção Exemplo de como se pode verificar a performance de cada mecânico PCM EMBALAGEM Supervisor ÍNDICE DE DESEMPENHO DE MANUTENÇÃO - EMB Supervisor 1 Linha C1 C2 P3 Mecânico Wallace Alexandre Adão Nº de R.S.E.'s programadas Nº de R.S.E.'s executadas Tempo médio por R.S.E. (h) 4,0 8,3 0,0 H. Investidas em Man. Prev. 20,0 35,0 0,0 H. gastas em Manut. Cor. 5,5 0,0 0,0 Horas Totais de Manutenção 25,5 35,0 0,0 H. Disponíveis para Manut Cumprimento de Check-List 59% 23% 0% Eficiência Produtiva 51,0% 61,3% 49,0% Eficiência de Manutenção 4,2% 8,8% 0,0% A curto prazo, quanto mais horas gastas em preventiva, maior a eficiência produtiva do equipamento 13
14 Índices de Manutenção HORAS DISPONÍVEIS As horas disponíveis são aquelas em que a linha não estava produzindo, incluindo o horário de serão Se for permitido que o mecânico trabalhe aos sábados para manutenção, estas horas devem ser contadas como disponíveis 14
15 Índices de Manutenção Considere a seguinte programação de produção: Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Produto A P P/ Produto B /P P Produto C 2h 2h 0h 10h P 8h P Produção P Produção no serão Jornada de trabalho: 07h às 16h Total: 22h Serão: 16h às 18h Nesta semana, quantas horas disponíveis teve o mecânico? 2h 15
16 Índices de Manutenção Horas Disponíveis x Horas Utilizadas C1 C2 P3 P4 C3 C4 C5 I1 I2 I4 P1 P2 L1 L2 VET L4 Linhas de Produção Horas Utilizadas Horas Disponíveis 16
17 Linha de produção Uma linha de produção é composta por vários equipamentos Cada qual tem uma velocidade máxima de produção Diz-se que uma linha está balanceada quando todos os equipamentos possuem velocidades compatíveis de produção Apesar disso, em toda linha de produção existe um gargalo. O que é isso??? 17
18 Linha de produção Em uma linha de embalagem, o gargalo deveria ser sempre a máquina de enchimento É comum também em uma linha de produção, existirem os pulmões. O que são e para que servem??? 18
19 Linha de produção Enchedora Ritmo:120 fr/min Na linha abaixo, onde está o gargalo e onde estão os pulmões? Mesa acum. Rotuladeiraa Ritmo:140 fr/min Mesa Manual Ritmo:140 fr/min Tampadora Ritmo:110 fr/min Mesa acum. Encartuchadeira Ritmo:200 fr/min Balança Ritmo:200 fr/min 19
20 Exemplo No slide anterior, qual a Produção Máxima da linha em questão em um turno de 7 horas? R: 110fr/min. x 60min x 7h = un. Se a produção real ao final de um turno de 7 horas foi de un., qual a eficiência produtiva desta linha? R: / x 100% = 43,3% Considere que a rotuladeira fique 5min parada para troca de bobina. O que acontece com a linha? 20
21 Exemplo Na linha em questão, qual modificação deveria ser feita para aumentarmos a produção da linha? Qual o tamanho ideal para as mesas acumuladoras? 21
22 Índices de Produção CONCEITOS Velocidade Nominal: É a máxima velocidade de produção que um equipamento pode atingir Hora disponível: Tempo em que a linha de produção está com mão-de-obra para produzir Produção Máxima=Veloc. Nominal x Horas disponíveis Eficiência Produtiva=(Produção Real / Produção Máxima) x 100% 22
23 Índices de Produção CONCEITOS Set-up: Quando a produção de um lote chega ao fim, diz-se que a linha entra em set-up. Existem 2 tipos de set-up: Set-up de limpeza As peças da máquina que entram em contato com o produto precisam ser desmontadas e lavadas Set-up de formato Pode vir ou não acompanhado de uma limpeza. Se mudamos o tamanho de frasco de 100ml para 60ml, isto é um set-up de formato. 23
24 Índices de Produção CONCEITOS Os tempos de set-up são muito importantes para a área de Planejamento. Quanto mais trocas são feitas(set-ups), menor a produção realizada; Em um mesmo equipamento, é possível haver tempos diferentes para set-ups de limpeza? E quanto aos de formato? 24
25 Planejamento e Controle da Produção - PCP Tem papel fundamental na cadeia de produção Algumas atribuições: Receber de Marketing a previsão de vendas (Forecast) Programar a compra de insumos para atender a demanda (atentar para prazos) Programar a produção das linhas atendendo aos prazos de colocação em estoque 25
26 Planejamento e Controle da Produção - PCP Principais etapas da cadeia produtiva: Recebimento e conferência dos insumos Análise física e/ou química dos materiais Pesagem dos insumos (Ordem de produção) Fabricação do granel (Ordem de produção) Envase / Embalagem (Ordem de produção) Análise do produto acabado Fechamento das ordens de produção Colocação em estoque 26
27 Influência do PCP na produção Qual a melhor programação para a produção? L1 - Março S D S T Q Q S S D S T Q Q S Produto Lote Desalex xarope 100 ml 805 E./ Claritin D xarope 60ml 802 E E./ Claritin D xarope 60ml 803./E E Desalex xarope 60ml 806 E E./ Desalex xarope 60ml 807./E E Desalex xarope 60ml 808 E E./ L1 - Março S D S T Q Q S S D S T Q Q S Produto Lote Desalex xarope 100 ml 805 E./ Claritin D xarope 60ml 802 E E./ Celestone gotas 15ml 801 E Claritin D xarope 60ml 803./E E Desalex xarope 60ml 806./E E Desalex xarope 100 ml 806./E E 27
28 Influência do PCP na produção Considerações importantes: Se trocarmos o formato da máquina (por exemplo de 60ml para 100ml) sem mudarmos o produto, normalmente não existe a necessidade de lavagem Chama-se de Campanha, a produção de dois ou mais lotes do mesmo produto em sequência. Neste caso não existe troca de formato nem lavagem de peças. É necessário apenas a retirada dos materiais do lote anterior e a troca dos códigos de lote e validade; Exemplo de informação que deve ser enviada ao PCP: SET-UP Formato Mesmo Granel Outro Granel igual 0,5h 1,5h pq - médio 2,0h 3,0h medio - gd 2,0h 3,0h pq - gd 3,0h 3,0h 28
29 Influência do PCP na produção Qual a melhor programação para a produção? 3,0h 0,5h L1 - Março S D S T Q Q S S D S T Q Q S Produto Lote Desalex xarope 100 ml 805 E./ Claritin D xarope 60ml 802 E E./ Claritin D xarope 60ml 803./E E Desalex xarope 60ml 806 E E./ Desalex xarope 60ml 807./E E Desalex xarope 60ml 808 E E./ L1 - Março S D S T Q Q S S D S T Q Q S Produto Lote Desalex xarope 100 ml 805 E./ Claritin D xarope 60ml 802 E E./ Celestone gotas 15ml 801 E Claritin D xarope 60ml 803./E E 3,0h Desalex xarope 60ml 806./E E Desalex xarope 100 ml 806./E E 3,0h 1,5h 3,0h 0,5h 1,5h 0,5h 6,0h 2,0h 12,5h 29
30 Relatório Diário de Produção Importante instrumento para registrar todos os eventos que ocorrem durante uma produção Aponta os tempos e as causas das paradas das linhas Registra quantas pessoas trabalharam e em quais horários Permite medir a eficiência produtiva Deve ser preenchido pelo responsável da linha e analisado pelo supervisor de produção 30
31 Relatório Diário de Produção Produto: Lote: OP: Data: Linha: Hora Tempo Evento Motivo Ritmo Enchedora.: Rotuladora: Encartuchadora: Produção 7:30h 15 Proc. Preparação 8:00h 5 Mec. Encartuc. Ajuste na codificação 8:45h Evento Evento Evento Evento Evento Programado Processo Mecânica Operacional Contr. Qualidade Motivos Motivos Motivos Motivos Motivo: EXTERNO Início/Fim Set-up/Preparação Enchedora Erro Prod/Manut Mat embal. Inadequado Sem Programação Término dia/lote Emblistadora Falta Mec./Eletr. Liberação de granel Refeição/Reunião Set-up Manut. Tampadora Liberação mat. embal. Limpeza Programada Volume/Peso Rotuladora Manut. Programada Troca Alum/PVC Codificadora Falta Pessoal Troca fita Encartuchadora Evento Fabricação Motivo: EXTERNO Validação/Ginástica Inerentes Empacotadora Atraso no granel Causas Externas Ag. formação berços Laetus Granel inadequado Formação de berço Imaje/Balança Erro fabricação Só enchim./rotulagem Newman Densidade Granel Inadequado 31
32 Índices de Produção Por Linha Gráfico de Eficiência da Linha P4 80% 70% 60% 50% 51% 64% 63% 61% 63% 64% 63% 68% 62% 59% 58% 60% 60% 62% 58% 56% 56% 53% 57% 56% 58% 56% 55% 61% 58% 40% 30% 20% Eficiência % Eficiência % Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez MÉDIA 32
33 Perdas no processo O que podemos contabilizar? Granéis? Materiais de embalagem? Horas de produção (improdutividade)? Deve-se criar um histórico dos principais itens e avaliá-los periodicamente Importante diferenciar as perdas inerentes ao processo 33
34 Perdas no processo Causas mais comuns: Granel em condição inadequada para o enchimento (Ex:pomada muito dura ou muito fluida / comprimido quebradiço / líquido com muita espuma) Material de embalagem com problemas (tolerâncias entre frasco e tampa / PVC encolhendo demais / frasco fragilizado / bulas encanoadas ) Problemas de máquina (ajuste inadequado / desgaste de peças / falhas no set-up) 34
35 Perdas no processo - Granel O excesso de peso ou de volume em relação ao rotulado deve ser considerado como perda? Exemplo: Imaginem um lote de bisnagas de 20g (volume rotulado) cujo rendimento padrão é de un. Este rendimento é calculado supondo-se um volume médio de 20,5g por bisnaga O que acontece se o volume médio de enchimento de um determinado lote for de 21,0g? 35
36 Perdas no processo - Granel Considerando o rendimento padrão: un x 20,5g = 820kg de granel Como o volume médio foi de 21,0g, temos: Rendimento real=820kg / 21,0g=39.047un Ou seja, perdemos por peso, 952 bisnagas O que a máquina consegue alcançar? -Qualificação- 36
37 Perdas no processo - Materiais A contabilização das perdas dos materiais de embalagem podem indicar: Problemas no material de embalagem Ex: Tampas mal formadas;frascos defeituosos Problemas de máquina Ex: Aparelho dobrador de bulas mal regulado Falhas operacionais 37
38 Perdas no processo - Materiais 38
39 Índices de Produção Gráfico de Perdas de Material de Embalagem 2003 / ,50% 3,00% 3,0% 2,9% 2,50% 2,1% 2,3% 2,2% 2,0% 2,2% 2,1% 2,0% 2,2% 2,1% 2,2% 2,00% 1,50% 2,2% 1,8% 1,9% 1,8% 1,7% 1,8% 2,1% 1,7% 2,0% 1,8% 1,9% 1,5% 1,6% 1,9% 1,00% 0,50% 0,00% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Perdas 2003 Perdas
40 Índices de Produção Um índice muito utilizado é o de unidades de venda por funcionário ou ainda, faturamento por funcionário Soma das unidades vendidas em um mês dividido pelo número de funcionários que as produziram E como medir a performance da equipe de produção quando as vendas diminuem? Muitas vezes a produção continua bastante elevada apesar da diminuição das vendas Neste caso, o índice será ruim, apesar de todo o esforço da equipe. 40
41 Índices de Produção Uma opção é medirmos as unidades produzidas por hora produtiva Este índice permite uma relação mais direta entre a quantidade produzida e quem a produziu. Muitas horas produtivas e poucas unidades produzidas, significam baixa eficiência Este índice demora mais a apresentar os reflexos das vendas 41
42 Índices de Produção Unidades Produzidas por Horas Produtivas Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano 2003 Ano
43 Quando custa um produto? Componentes do Custo Custos do Produto Despesas do Período Materiais Diretos Mão-de-Obra Direta Custos Indiretos Variáveis de Fabricação Custos Indiretos Fixos de Fabricação Despesas de Venda Despesas Administrativas Diretos Indiretos Diretos Indiretos 43
44 Componentes do custo Custos diretos de fabricação - São aqueles que se relacionam diretamente aos produtos Custos dos materiais(matérias primas e material de embalagem) Custo da Mão-de-Obra Direta (MOD) Custo de utilidades (água, energia, gases,etc), desde que se possuam medidores para cada processo 44
45 Componentes do custo Custos Indiretos de Fabricação - São os custos não plenamente identificados com os produtos. São eles: Custo da Mão-de-Obra Indireta (MOI) - Ex: Gerentes, Supervisores, analistas do CQ, mecânicos, eletricistas, etc. Energia elétrica e outras utilidades Custos de manutenção (peças) Aluguéis, depreciação de máquinas, etc. Nestes casos, faz-se necessário estabelecer uma base de rateio 45
46 Componentes do custo Despesas Diretas São as diretamente relacionadas ao faturamento, tais como: Comissões de venda Impostos diretos sobre o faturamento Fretes Despesas Indiretas São as que não dependem do faturamento, tais como: Tarifas públicas Aluguéis e condomínios Salários administrativos 46
47 Taxas MOD e DIF As taxas são utilizadas para precificarem as horas trabalhadas Taxa MOD Mão-de-obra direta Corresponde ao gasto total com salários e benefícios dos funcionários de MOD, dividido pelo número de horas produtivas Taxa DIF Despesas Indiretas de Fabricação Corresponde ao valor total de despesas indiretas, dividido pelo número de horas produtivas 47
48 Taxas MOD e DIF Exemplo: Ind. Farmacêutica XPTO Ltda. Custo com salários de MOD: R$ 2 milhões/ano Despesas Indiretas Fábrica: R$ 40 milhões/ano Horas de produção previstas: h/ano Qual a parcela do custo de um produto que utiliza 100h de produção por lote? 48
49 Taxas MOD e DIF 1o. Passo: Calcular as taxas Taxa MOD = R$ 2 milhões/90.000h = R$ 22,22 Taxa DIF = R$ 40 milhões/90.000h = R$ 444,44 A taxa MOD/DIF = R$ 466,66/hora O custo das horas de produção de cada lote deste produto será: 100h x R$466,66/h = R$46.666,00 49
50 Formação de Custo - Exemplo PRODUTO: Loção OR ( FRASCO C/ 120 ML ) LOTE DE FABRICAÇÃO : REND. EMBALAGEM: CÓDIGO ESPECIFICAÇÕES QUANT. UNID. UNIT. S UB-TOTAL por U.V. PART. MED. R$ R$ R$ % INSUMOS FABRICAÇÃO ,63 1,21 30,75% MOD/DIF FABRICAÇÃO 18,00 HS 807, ,03 1,33 33,81% MATERIAIS DE EMBALAGEM ,77 0,92 23,47% MOD/DIF EMBALAGEM 38,89 HS 132, ,67 0,47 11,97% CUSTO TOTAL POR LOTE ,09 100,00% CUSTO UNITÁRIO EM R$ 3,9221 COMPARATIVO DE CUSTO TOTAL CUSTO (HS EMBALAGEM PROJ INICIAL) 4, ,00 100,00% - MATS. FABRICAÇÃO 1, ,63 28,42% - HS FABRICAÇÃO - (18,00) 1, ,03 31,24% - MATS. EMBALAGEM 0, ,77 21,69% - HS EMBALAGEM - (65,55) 0, ,57 18,65% VARIAÇÃO % -7,59% 50
51 Gráfico Custo-Volume-Lucro (CVL) 30,000 25,000 R$ milhões 20,000 15,000 10,000 área de prejuízo Ponto de Equilíbrio área de lucro Custos Variáveis 7,802 5,000 1,324 0,000 Situação Atual Volume Despesas de Vendas Custos Fixos Despesas Fixas Despesas totais Venda Líquida Despesas Fabris 51
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15
PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO
PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Não existem regras ou leis para gestão; Não existem países pobres ou ricos, mas simplesmente países mal e bem administrados, que sabem extrair o máximo dos recursos
DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+
CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
PLANILHA DE CUSTOS - SERVIÇOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE AR CONDICIONADO E EXAUSTÃO MECÂNICA. TOTAIS R$ 25.244,43 R$ 605.866,31
ANEXO 1- PLANILHAS ESTIMATIVAS DE CUSTO PLANILHA DE CUSTOS - SERVIÇOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE AR CONDICIONADO E EXAUSTÃO MECÂNICA. LOCAL TRT LAVRADIO EMPRESA: MANUTENÇÃO PREVENTIVA MANUTENÇÃO CORRETIVA
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS
DELEGACIA REGIONAL TRIBUTÁRIA DE
Fatores válidos para recolhimento em 01/08/2016 JANEIRO 3,3714 3,2396 3,0166 2,8566 2,6932 2,5122 2,3076 2,1551 1,9790 1,8411 1,7203 1,5947 FEVEREIRO 3,3614 3,2158 3,0021 2,8464 2,6807 2,4939 2,2968 2,1429
Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo
Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Safra 2015/2016 Mensal Acumulado Cana Campo (1) Cana Esteira (2) R$/Kg ATR R$/Kg ATR R$/Ton. R$/Ton. Abr/15 0,4909
Informações e orientações para organização do processo decisório
Informações e orientações para organização do processo decisório Prof. Pedro Paulo H. Wilhelm, Dr. Eng. Prod (Dep. Economia) [email protected] Prof. Maurício C. Lopes, Msc. Eng. Prod. (Dep. Computação) [email protected]
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-46/12
JANEIRO 2,7899 2,6581 2,4351 2,2751 2,1117 1,9307 1,7261 1,5736 1,3975 1,2596 1,1388 1,0132 FEVEREIRO 2,7799 2,6343 2,4206 2,2649 2,0992 1,9124 1,7153 1,5614 1,3860 1,2496 1,1288 1,0032 MARÇO 2,7699 2,6010
GDOC INTERESSADO CPF/CNPJ PLACA
Fatores válidos para recolhimento em 01/02/2017 JANEIRO 3,4634 3,3316 3,1086 2,9486 2,7852 2,6042 2,3996 2,2471 2,0710 1,9331 1,8123 1,6867 FEVEREIRO 3,4534 3,3078 3,0941 2,9384 2,7727 2,5859 2,3888 2,2349
Safra 2016/2017. Safra 2015/2016
Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868
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