CAPÍTULO 5 TECNOLOGIA E ESTRATÉGIA
|
|
|
- Vasco da Cunha Almeida
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CAPÍTULO 5 TECNOLOGIA E ESTRATÉGIA
2 5.1. TECNOLOGIA E ESTRATÉGIA: UM RELACIONAMENTO COMPLEXO E MULTI- FACETADO
3
4
5 A TECNOLOGIA... CONDICIONA A ESTRATÉGIA ATRAVÉS DA MUDANÇA TECNOLÓGICA DAS INDÚSTRIAS E DA ACUMULAÇÃO TECNOLÓGICA NAS EMPRESAS... MAS É SIMULTANEAMENTE CONDICIONADA PELA DEFINIÇÃO DE FUTUROS POSSÍVEIS DE HORIZONTES DE ACTUAÇÃO DA GESTÃO DAS COMPETÊNCIAS DAS EMPRESAS
6
7 5.2. ESTRATÉGIA TECNOLÓGICA: CARACTERIZAÇÃO
8
9 ESTRATÉGIA TECNOLÓGICA PROCESSO DINÂMICO DE AFECTAÇÃO, AQUISIÇÃO, DESENVOLVIMENTO E VALORIZAÇÃO DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS DA EMPRESA, TENDO EM VISTA A OBTENÇÃO DE UMA POSIÇÃO CONCORRENCIAL FAVORÁVEL E SUSTENTADA
10
11 5.3. A TECNOLOGIA FACE ÀS PRINCIPAIS CORRENTES DA ESTRATÉGIA
12 AS PRINCIPAIS CORRENTES DA ESTRATÉGIA Posicionamento: Michael Porter Resource / Competence / Knowledge Based View: Barney; Wernerfelt; Peteraf; Hamel e Prahalad; Grant; Teece, Pisano e Shuen Processualista: Henry Mintzberg; Robert Burgelman
13 TECNOLOGIA E POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO A TECNOLOGIA INFLUENCIA DOMÍNIO DE ACTIVIDADE ESTRUTURA DA CONCORRÊNCIA BASES DA VANTAGEM COMPETITIVA
14
15
16
17 TECNOLOGIA E RESOURCE-BASED VIEW A INFLUÊNCIA DA ACUMULAÇÃO DE COMPETÊNCIAS TECNOLOGIA E CRIAÇÃO DE VANTAGENS TECNOLOGIA E MECANISMOS DE ISOLAMENTO A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA COMO ELEMENTO DINAMIZADOR DA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA
18 Fonte: Leonard-Barton (1995)
19 TECNOLOGIA E PROCESSO ESTRATÉGICO A INFLUÊNCIA DO EVOLUCIONISMO A INCERTEZA TECNOLÓGICA E FLEXIBILIDADE TECNOLOGIA E EXPERIMENTAÇÃO A INOVAÇÃO ABERTA (CHESBROUGH, 2000)
20
21 5.4. A FORMAÇÃO DA ESTRATÉGIA TECNOLÓGICA
22 FACTORES DE DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS TECNOLÓGICAS COMPETÊNCIAS TECNOLÓGICAS ACUMULADAS ORIENTAÇÃO EXTERNA ESPECIFICIDADE ORGANIZACIONAL COESÃO ESTRATÉGICA INTERNA CAPACIDADE DE GESTÃO
23 A.D. LITTLE 1. Definição do melhor mix produtos/mercados 2. Identificação das tecnologias utilizadas e do seu impacto concorrencial Impacto Concorrencial Embrionárias, Crescimento, Chave e Básicas De Base, Chave e Pacing Posição no Ciclo da Vida 3. Avaliação da posição tecnológica da empresa Grau de Competência e/ou Apropriação das Tecnologia Chave Nível de Investimento para Sustentar/Conquistar Posições Grau de Maturidade das Tecnologias 4. Integração das perspectivas tecnológica e estratégica Matriz Posição Competitiva/Posição Tecnológica 5. Definição da carteira de projectos a desenvolver Optimização Relação Risco/Atractividade Risco Incerteza Grau de exposição/prejuízo potencial Atractividade Quota de mercado potencial Contrib. Carteira global de negócios Potencial de Lucro
24
25
26 Fonte: A.D. Little
27 Fonte: Porter (1985)
28 Fonte: Baseado em Frohman ()
29 COMPETÊNCIAS NUCLEARES E INTENÇÃO ESTRATÉGICA (G. HAMEL E C.K. PRAHALAD) BASE DE PARTIDA INTENÇÃO ESTRATÉGICA CRIAR O FUTURO, ESTIMULAR DESEQUILIBRIOS CRIATIVOS ENTRE O QUE É E O QUE QUER SER A EMPRESA ALAVANCAR RECURSOS
30 ALAVANCAR RECURSOS: FAZER MAIS COM MENOS 1) CONCENTRAR MINING 2) ACUMULAR BORROWING BLENDING 3) COMPLEMENTAR BALANCING RECYCLING 4) CONSERVAR CO-OPTING PROTECTING 5) RECUPERAR Fonte: Hamel e Prahalad (1994)
31
32
33 5.5. AS CAPACIDADES DINÂMICAS DAS EMPRESAS
34 AS CAPACIDADES DINÂMICAS DAS EMPRESAS POSIÇÃO: EM RELAÇÃO À CONCORRÊNCIA, NO QUE RESPEITA A PRODUTOS, PROCESSOS E TECNOLOGIAS PERCURSOS TECNOLÓGICOS: EM FACE DAS COMPETÊNCIAS ACUMULADAS DA EMPRESA E DAS OPORTUNIDADES EMERGENTES PROCESSOS ORGANIZACIONAIS: INTEGRANDO A APRENDIZAGEM ESTRATÉGICA Fonte: Teece, Pisano e Shuen (1998)
35 AS CAPACIDADES DINÂMICAS DAS EMPRESAS: A PERSPECTIVA DE TEECE (2007 e 2009) Technical versus Evolutionary Fitness Três tipos básicos de Capacidades: (1) Identificar Oportunidades/Ameaças (Sensing); (2) Captar Oportunidades (Seizing); e (3) Combinação, Reconfiguração e Protecção dos Activos As Capacidades Dinâmicas como uma Metacapacidade específica da Empresa A importância da capacidade combinatória e da compreensão das relações e inter-acções entre os sub-sistemas e entre os actores
VANTAGEM COMPETITIVA NA VISÃO BASEADA EM RECURSOS
VANTAGEM COMPETITIVA NA VISÃO BASEADA EM RECURSOS CARVALHO, L.F. (CESUR 1 ) - P 2 GRZEBIELUCKAS, C. (UNEMAT) - P 3 Resumo Este trabalho tem como pano de fundo abordar questões dentro de uma das linhas
MACROESTRATÉGIA EMPRESARIAL
Programa de Pós-Graduação em Economia e Gestão Empresarial MESTRADO EM ECONOMIA EMPRESARIAL MACROESTRATÉGIA EMPRESARIAL PROF. CARLOS AUGUSTO CALDAS DE MORAES 1. OBJETIVOS DA DISCIPLINA Ampliar a capacidade
6 Referências bibliográficas
6 Referências bibliográficas AAKER, D. Pesquisa de Marketing. São Paulo: Atlas, 2001. ABBAS, K. Gestão de Custos em Organizações Hospitalares. 2001. In COUTO, Renato e PEDROSA, Tânia. Hospital: Acreditação
Podemos concluir que, em última análise, todas elas se reduzem a dois factores essenciais:
4. As Estratégias Possíveis 4.1 Introdução Como vimos anteriormente, compete à Estratégia identificar os factoreschave de negócio em que possa estar baseada a vantagem competitiva da empresa, para assim
CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação
CEA439 - Gestão da Janniele Aparecida Posicionamento Estratégico Segundo Michael Porter Uma empresa precisa seguir seis princípios fundamentais para estabelecer e manter um posicionamento estratégico diferenciado.
2 Aspectos inerentes às empresas para obtenção de vantagens competitiva
2 Aspectos inerentes às empresas para obtenção de vantagens competitiva O presente capítulo aborda os aspectos inerentes às empresas para a geração de vantagens competitiva, tendo com isso, o intuito de
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS FACULDADES UNIFICADAS DIREÇÃO ACADÊMICA PLANO DE CURSO
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS FACULDADES UNIFICADAS DIREÇÃO ACADÊMICA PLANO DE CURSO 1. Identificação Disciplina: Diagnose e Consultoria Empresarial Curso: Administração Período: 8º Centro: Ciências
Conceitos Básicos de Estratégia. Do Posicionamento ao Movimento
Conceitos Básicos de Estratégia Do Posicionamento ao Movimento Agenda -2ª aula Conceito de Estratégia O papel da Estratégia no sucesso da empresa Análise Estratégica A evolução da gestão estratégica Estratégia:
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO CURSO DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO CURSO DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: Administração Estratégica PROFESSOR: Dr. André
PRESSUPOSTOS NORTEADORES DA ESCOLA DA RESOURCE- BASED VIEW OF THE FIRM (RBV).
PRESSUPOSTOS NORTEADORES DA ESCOLA DA RESOURCE- BASED VIEW OF THE FIRM (RBV). Jamana Rodrigues de Azevedo Professora de Marketing Estratégico, Teoria Geral da Administração II, Tópicos Especiais em Marketing,
Gestão de desempenho com base em competências
Gestão de desempenho com base em competências Working Paper EXECUTIVE 2 de abril de 2008 Sergio Ricardo Goes Oliveira Gestão de desempenho com base em competências Working Paper Objetivo Este documento
Pós-Graduação Lato-Sensu em Marketing Autor & Coordenador da Nova Proposta Prof. Dr. Edson Coutinho da Silva Departamento de Administração
Pós-Graduação Lato-Sensu em Marketing Autor & Coordenador da Nova Proposta Prof. Dr. Edson Coutinho da Silva Departamento de Administração 1 O Curso O curso de pós-graduação lato-sensu em Marketing está
1. Introdução. Gestão Orçamental. Júlia Fonseca 2010/2011. Gestão Orçamental
1. Introdução Júlia Fonseca 2010/2011 CICLO DE GESTÃO Planeamento Implementação Controlo de gestão Ciclo de gestão Planeamento Feedback Implementação Controlo Planear Dirigir e Motivar Controlar PLANEAMENTO
Laboratório de Sustentabilidade Sessão 6: A planificação estratégica. Maio de 2015
Laboratório de Sustentabilidade Sessão 6: A planificação estratégica Maio de 2015 Do que estamos falando? SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2- FUNDAMENTOS DO PE 2.1. Conceito 2.2. Origem, Função e Características 3
CAPÍTULO 9 ALIANÇAS ESTRATÉGICAS
CAPÍTULO 9 ALIANÇAS ESTRATÉGICAS 9.1 DEFINIÇÃO COOPERAÇÃO, JV E FUSÕES Fonte: Jonas Puck (2013) ALIANÇA ESTRATÉGICA Acordo formal ou informal, potencialmente duradouro, considerado relevante pela empresa
UNIDADE I: Noções de Análise Estruturada de Sistemas
Noções Análise Estruturada Gestão Informação UNIDADE I: Noções Análise Estruturada 1.2. Gestão Informação (G). Se: Então: Gestão e Lirança necessitam do recurso informação; Informação ve ser gerida tal
ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: SUA EVOLUÇÃO NOS ÚLTIMOS 50 ANOS
ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: SUA EVOLUÇÃO NOS ÚLTIMOS 50 ANOS Nelson dos Santos António ISCTE, Outubro de 2002 Refª: 01 02 02.10.2002 INDEG/ISCTE Instituto para o Desenvolvimento da Gestão Empresarial Av.
O meio envolvente. Identificar partes interessadas ( stakeholders ) e sua influência Acções do gestor. Amílcar Ramos: ISCTE-Business School
O meio envolvente O contexto externo da gestão Meio envolvente Competitivo (Imediato) análise das 5 forças de Michael Porter Meio envolvente Geral análise PESTAL Definir complexidade e mudança Identificar
A empresa e o seu ambiente
A empresa e o seu ambiente 1. Noção de empresa A) EMPRESA VS ORGANIZAÇÃO (A. SOUSA, 1994) Perspectiva 1 (externa): Inserção da organização no meio socioeconómico «Entidades que surgem para operar tecnologias
IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE MERCADO. Planejamento e Marketing Estratégico
IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE MERCADO Planejamento e Marketing Estratégico A oportunidade e o PEM A BASE DA CONSTRUÇÃO DE OBJETIVOS ESTÁ NA ANÁLISE DOS ELEMENTOS INTERNOS (forças e fraquezas) EXTERNOS
ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2008
A?. dod- e PROPOSTA DE ALTERAÇÃO A PROPOSTA DE LEI N" 1621X ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2008 Exposição de Motivos Tem sido subestimado entre nós o contributo da política fiscal para a elevação do PIB potencial.
Estratégias de Marketing para Varejo
Estratégias de Marketing para Varejo Inovações e diferenciações estratégicas que fazem a diferença no marketing de varejo Organizadores Alexandre Luzzi Las Casas Maria Tereza Garcia Novatec sumário Agradecimentos...
TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO NAS FRANQUIAS BRASILEIRAS
TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO NAS FRANQUIAS BRASILEIRAS Por: Batista Salgado Gigliotti Orientador: Prof. Tales Andreassi Dissertação de Mestrado junto ao Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas
Capítulo IV A Programação Matemática -------------------------------------------- 93
ÍNDICE Índice de Quadros -------------------------------------------------------------------------- iii Índice de Figuras ---------------------------------------------------------------------------- ix
Estratégia Empresarial & Balanced Scorecard. Prof. Wilson Richa
Estratégia Empresarial & Balanced Scorecard Prof. Wilson Richa Objetivos Principais da Disciplina: Proporcionar aos alunos conhecimento dos fundamentos da Estratégia Empresarial e Capacidade de implantação
O meio envolvente. Identificar partes interessadas ( stakeholders ) e sua influência Acções do gestor. Amílcar Ramos: ISCTE-Business School
O meio envolvente O contexto externo da gestão Meio envolvente Competitivo (Imediato) análise das 5 forças de Michael Porter Meio envolvente Geral análise PESTAL Definir complexidade e mudança Identificar
LLM Marketing de serviços jurídicos
LLM Marketing de serviços jurídicos Planejamento estratégico + Posicionamento de Mercado Aula 02 Wolney Pereira Agenda 1) Projeto de marketing 2) Conceituação de estratégia 3) Processo de planejamento
Professor: Flávio Fernandes Aula 3 Estratégia da Produção Vide capitulo 3 do livro base
Professor: Flávio Fernandes Aula 3 Estratégia da Produção Vide capitulo 3 do livro base Livro Base: SLACK, Nigel e outros. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2009. Flávio Fernandes aula3 1 Informativo:
FEA USP. EAD376 - Economia da Estratégia. Análise de Ambiente Interno e Posicionamento para a Vantagem Competitiva
FEA USP EAD376 - Economia da Estratégia Análise de Ambiente Interno e Posicionamento para a Vantagem Competitiva Ref:Besanko et al. A Economia da Estratégia. Capitulo 13; Prof. Dr. James T. C. Wright Planejamento
ALBUQUERQUE, L. G. A. A gestão estratégica de pessoas. In: FLEURY, M. T. L. (Org.). As pessoas na organização. São Paulo: Gente, p
196 REFERÊNCIAS ALBUQUERQUE, L. G. A. A gestão estratégica de pessoas. In: FLEURY, M. T. L. (Org.). As pessoas na organização. São Paulo: Gente, 2002. p. 35-50. ANSOFF, H. I.; McDONNELL, E. J. Implantando
Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu EMPREENDEDORISMO. Coordenador Prof. Dr. Edson Coutinho da Silva. Departamento de Administração da FEI
Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu EMPREENDEDORISMO Coordenador Prof. Dr. Edson Coutinho da Silva Departamento de Administração da FEI 1 O Curso O curso de pós-graduação lato-sensu em Empreendedorismo está
Avaliar a estratégia de empresas diversificadas
Avaliar a estratégia de empresas diversificadas The corporate strategies of most companies have dissipated instead of created shareholder value. Michael Porter Achieving superior performance through diversification
GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS
EMENTA GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS DISCIPLINA: Estratégias Competitivas e BSC EMENTA: Organização e ambiente organizacional, Desafios estratégicos e adaptação estratégica. Abordagens recentes a respeito
Capítulo 8 Desenvolvimento Empresarial
ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Capítulo 8 Empresarial João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Formulação da Estratégia Análise do Meio Envolvente Missão, Objectivos e Estratégia Produtos-Mercados
ESTRATÉGICAS ORGANIZACIONAIS
ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICAS ORGANIZACIONAIS Carga horária (Semanal) Semestre 4 5 OBJETIVO: Capacitar o aluno a elaborar um plano estratégico de baixa complexidade EMENTA: A disciplina enfoca a importância
5.1. Sugestões para pesquisas futuras
5 Conclusão A presente pesquisa trata o problema de identificação e avaliação de competências organizacionais capazes de alavancar vantagem competitiva sustentada em empresas fabricantes de produtos de
A Definição do Posicionamento Estratégico sob a Perspectiva das Competências Organizacionais para Obtenção de Vantagem Competitiva
RESUMO A Definição do Posicionamento Estratégico sob a Perspectiva das Competências Organizacionais para Obtenção de Vantagem Competitiva Autoria: Anderson Krielow, Moacir Rodrigues dos Santos Este artigo
Marketing no Desporto
Marketing Desportivo Funchal, 23 de Abril 2007 Rui Pedro Caramez [email protected] Marketing no Desporto O conceito emergente de mercado O novo papel do cliente de desporto Isolado Relacionado O Clube Desportivo
Sistemas de Informação --- conceitos e definição
Sistemas de Informação --- conceitos e definição Introdução O futuro dos sistemas de informação A análise e dsenvolvimento de sistemas de informação Introdução O futuro dos sistemas de informação A análise
PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE
Pólo de Competitividade das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica TICE.PT PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE Qualificação e Certificação em Gestão da Investigação,
Gestão de Projetos: Práticas PMBoK Guide
Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu Gestão de Projetos: Práticas PMBoK Guide Autor & Coordenador da Nova Proposta Prof. Dr. Edson Coutinho da Silva Departamento de Administração O Curso O curso de pós-graduação
2ª Parte Competindo com a Tecnologia de Informação
2ª Parte Competindo com a Tecnologia de Informação Objectivos de Aprendizagem Identificar várias estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar Tecnologias da Informação para confrontar
PÓS GRADUAÇÃO - COMPETÊNCIAS AULA ESTRATÉGIA E COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS
PÓS GRADUAÇÃO - COMPETÊNCIAS AULA 3 19.08.16 ESTRATÉGIA E COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS Prof. Joel Dutra Objetivo Discutir a construção e uso das competências organizacionais e seu impacto na construção
Estratégia de Produção. Jonas Lucio Maia
Estratégia de Produção Jonas Lucio Maia Conteúdo Introdução; Estratégia EP : Conteúdo EP : Processo Bibliografia. Introdução Todas as organizações necessitam de um direcionamento estratégico: Para onde
MBA GESTÃO COMERCIAL
MBA GESTÃO COMERCIAL Planejamento, Estrutura e Operação de Vendas Geração e Qualificação de Leads Liderança e Gestão de Equipes Argumentação para Vendas Consultivas Pós Vendas e Gestão do Relacionamento
Modelo de negócios: constructo real ou metáfora de estratégia?
Modelo de negócios: constructo real ou metáfora de estratégia? * ** Resumo Este artigo analisa a discussão sobre os termos modelo de negócios e estratégia, e seu principal objetivo é verificar se esses
Vantagem competitiva sustentável na construção civil: estudo qualitativo na região central do Paraná
Vantagem competitiva sustentável na construção civil: estudo qualitativo na região central do Paraná Gylmar Teixeira (Mestrando da Universidade Estadual do Centro Oeste) [email protected] Mario Luiz
Unidade I PLANEJAMENTO OPERACIONAL. Prof. Me. Livaldo dos Santos
Unidade I PLANEJAMENTO OPERACIONAL Prof. Me. Livaldo dos Santos Planejamento operacional - objetivos Levar os alunos a compreender que com o planejamento estratégico é possível: estabelecer as bases do
ANÁLISE DO SEGMENTO DE FAST FOOD EM CAMPO GRANDE, MS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO CONVÊNIO UNIDERP UFRGS ANÁLISE DO SEGMENTO DE FAST FOOD EM CAMPO GRANDE,
3 Análise para a definição da estratégia
3 Análise para a definição da estratégia O presente capítulo aborda os aspectos relacionados à transação sob dois prismas, sendo o primeiro o Transaction Cost Theory (TCT), no qual o foco é a análise dos
