CAPÍTULO 9 ALIANÇAS ESTRATÉGICAS
|
|
|
- Talita Philippi Paranhos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CAPÍTULO 9 ALIANÇAS ESTRATÉGICAS
2 9.1 DEFINIÇÃO
3
4 COOPERAÇÃO, JV E FUSÕES Fonte: Jonas Puck (2013)
5 ALIANÇA ESTRATÉGICA Acordo formal ou informal, potencialmente duradouro, considerado relevante pela empresa e caracterizado pela reciprocidade e/ou pela conjugação de esforços e de competências entre os parceiros
6 EXEMPLOS DE ALIANÇAS ESTRATÉGICAS 1) Participação cruzada no capital 2) Desenvolvimento conjunto de novos produtos 3) Acordos de produção, aprovisionamento ou distribuição em conjunto 4) Acordos de comercialização recíproca
7 9.2 MOTIVAÇÕES
8 PRINCIPAIS MOTIVAÇÕES DAS ALIANÇAS ESTRATÉGICAS Colaboração em I&D Convergência de tecnologias e de indústrias Exploração de complementaridades Obtenção de economias de escala Partilha de riscos Alternativa à fusão
9 CARACTERÍSTICAS DAS ALIANÇAS ESTRATÉGICAS Tradicionalmente estabelecidas entre empresas de países desenvolvidos, mas envolvendo crescentemente empresas dos BRICs Focalização tradicional mais no desenvolvimento de produtos e tecnologias do que na distribuição de produtos embora isso esteja a mudar devido às alianças com empresas dos BRICs Duração relativamente curta
10
11 9.3 CUSTOS E RISCOS DAS ALIANÇAS
12 RISCOS DA COLABORAÇÃO Assimetria de benefícios: Learning races, inter-acções, tipos de conhecimentos e intenção estratégica A aliança como Cavalo de Troia : iniciativa e criação/ sustentação de dependência A criação de concorrentes: os riscos das joint-ventures em certos países (o caso da Efacec na China) A aliança como prelúdio de uma aquisição
13 CUSTOS DA COLABORAÇÃO Complexidade Organizacional e Estratégica Diferentes culturas e heranças administrativas Perspectivas de negócio e de futuro diferentes Lealdades divididas Diferentes rotinas e procedimentos administrativos Rigidez e Custos de Oportunidade A escolha de parceiros: certas escolhas impedem outras Investimento em activos dedicados Mudança de objectivos do parceiro Problemas de adaptação e flexibilidade
14 Fonte: Jonas Puck (2013)
15 CUIDADOS A TER NO ESTABELECIMENTO DE ACORDOS E NA GESTÃO DA COOPERAÇÃO Nenhum negócio é melhor que as empresas envolvidas ou a cooperação é tão forte quanto o mais fraco dos parceiros Atenção à escolha dos parceiros Sem dote, fica-se p ra tia Certos acordos podem impedir outros A base da cooperação são as relações entre as pessoas As relações sem conflitos são as relações mortas: conflitos e poder relativo A cooperação evolui: é necessário flexibilidade e espirito de aprendizagem
16 9.4 AS ALIANÇAS COMO PROCESSO: O EXEMPLO DAS JOINT-VENTURES
17 PRINCIPIOS BÁSICOS PARA A COOPERAÇÃO Integridade Pessoal Confiança Profissional Institucional Comunicação Flexibilidade Jogo Limpo Investimento na Relação Interesse/vantagens dos parceiros Equilíbrio na relação custos/benefícios É preciso criar valor em conjunto, antes de o distribuir
18 FORMAÇÃO DE ALIANÇAS Selecção do Parceiro: Análise Estratégica e Organizacional Evolução do Empenhamento : Dos Campeões aos Gestores do dia-a-dia Âmbito da Aliança: Conjugar Simplicidade e Flexibilidade
19 Selecção do Parceiro A recolha de informação sobre o parceiro ( Due Dilligence ): Activos físicos, Activos intangíveis, Competências organizacionais, Estratégia, Empenhamento na aliança As restrições Tempo, Distância, Opções anteriores e Assimetria de Informação Relacionamentos anteriores e conhecimento mútuo Antecipar trajectórias de evolução: Comportamentos e lógicas estratégicas anteriores como referências para o futuro
20 Evolução do Empenhamento O Papel dos Campeões : Relevância e limitações Como assegurar o envolvimento da organização? Alargamento da discussão interna: Prós e Contras Quando envolver os gestores operacionais Cultura organizacional e amplitude do envolvimento interno: o caso Renault/ Nissan
21 Âmbito da Aliança Conjugando Simplicidade e Flexibilidade Factores de Complexidade: (1) Participações cruzadas complicadas; (2) Necessidade de coordenação ou integração transfuncional, e (3) Extensão do número e âmbito das actividades conjuntas Começar pequeno : as vantagens da simplicidade e criação de confiança e trabalho conjunto Troca de Reféns : Criação de flexibilidade jogando diferentes tabuleiros
22 GESTÃO DAS ALIANÇAS Gerindo a Fronteira: Estruturando a inter-face Gerindo o Conhecimento: Integrando a inter-face Definindo orientação estratégica: a estrutura de governação
23 Gerindo a Fronteira Atribuição de responsabilidades pelas tarefas da aliança Definição de Fronteiras e Âmbito da Aliança As vantagens da criação de uma entidade organizacional autónoma no caso de fortes interdependências funcionais Partilha de tarefas e empenhamento conjunto: os receios de desequilíbrios de poder Modos de gestão das joint-ventures: (1) Parceiro Dominante; (2) Gestão Partilhada (Split Control); (3) Gestão Conjunta; e (4) Gestão Independente
24 Gerindo o Conhecimento Como conciliar a partilha de conhecimento com a criação de uma caixa negra? Os desafios da aprendizagem: intenção e receptividade A dimensão interna da gestão de conhecimento O desenvolvimento de rotinas conjuntas de criação de conhecimento Características dos gestores da inter-face: (1) Compreensão dos processos organizacionais internos; (2) Credibilidade e status para dialogar com os diversos níveis de gestão; e (3) Capacidade de identificar e captar a informação e o conhecimento relevantes
25 Definindo Orientação Estratégica Combinando Eficiência e Equidade: Mecanismos organizacionais de concertação e decisão estratégica Power Shifts: Adaptando a aliança a alterações das bases e relações de poder dos parceiros O papel central da Confiança Atitudes e mecanismos Integrativos versus Distributivos
26
27 9.5 O RESULTADO DAS ALIANÇAS
28 FACTORES DE SUCESSO NAS ALIANÇAS ESTRATÉGICAS INTERNACIONAIS Ambos os parceiros devem ter pontos fortes Flexibilidade Autonomia (no caso de haver uma unidade independente) Partilha de propriedade Muitas alinças terminam com a aquisição por um dos parceiros Alianças versus Aquisições As alinças são preferíveis para entrar em negócios próximos e em novas áreas geográficas
29 8 I que Geram WE s de Sucesso I I I ndividual Excellence mportância nterdependência [Complementaridade] I I I I nvestimento [Recíproco e na Relação] nformação [Comunicação a s Níveis] ntegração [Desenvolvimento de Mecanismos Comuns de Actuação] nstitutionalização I ntegridade [Reforço Confiança Mútua]
30 COOPERAÇÃO E APRENDIZAGEM 1. Colaboração Competitiva Aprendizagem e continuação da relação Assimetrias na aprendizagem (Segundo Gary Hamel) 2. Aprendizagem e Poder de Negociação Aprendizagem e alteração dos equilíbrios A aliança como uma corrida para aprender 3. A intenção como Determinante da Aprendizagem Internalização das competências Substituição e internalização 4. Transparência Assimetria na transparência Assimetria na Aprendizagem 5. Receptividade Receptividade como função das capacidades e absorção dos receptores. da exposição e do paralelismo nas condições 6. Determinantes da Aprendizagem Sustentada Profundidade da aprendizagem Escala / Autonomia Melhoria continuada
31 FACTORES DE SUCESSO DAS JOINT-VENTURES SUCESSO (ESTRUTURAÇÃO) Empenhamento em Colaborar Conhecimento Mútuo Apoio de Intermediários sucesso Fundamentação da Decisão Qualidade do Contrato
32 FACTORES DE SUCESSO DAS JOINT-VENTURES SUCESSO (DESENVOLVIMENTO E GESTÃO CORRENTE) Conhecimento Mútuo Empenhamento em Colaborar Equilibrio de contribuições e benefícios sucesso Utilização de gestores locais Partilha do porder de decisão
33 FACTORES DE SUCESSO DAS JV (I) 1. PREPARAÇÃO DEFINIÇÃO CLARA DE OBJECTIVOS FUNDAMENTAÇÃO DA DECISÃO SELECÇÃO DO PARCEIRO EMPENHAMENTO NA OPÇÃO DE JV CONTRATO ADEQUADO E COMPLETO 2. COMPATIBILIDADE COMPATIBILIDADE DE OBJECTIVOS E DE ESTRATÉGIAS COMPATIBILIDADE CULTURAL COMPATIBILIDADE ORGANIZACIONAL COMPATIBILIDADE DE RECURSOS/ CONTRIBUIÇÕES 3. RELAÇÕES ENTRE OS PARCEIROS CONFIANÇA INSTITUCIONAL CONFIANÇA PESSOAL RELAÇÕES ANTERIORES PERCEPÇÃO DE EMPENHAMENTO MÚTUO EQUILÍBRIO DE CONTRIBUIÇÕES E BENEFÍCIOS SEPARAÇÃO CLARA DE RESPONSABILIDADES E FUNÇÕES FLEXIBILIDADE
34 FACTORES DE SUCESSO DAS JV (II) 4. CARACTERÍSTICAS DA ACTIVIDADE DA JV POSIÇÃO DA JV FACE AOS PARCEIROS (AS RELAÇÕES HORIZONTAIS SÃO MAIS PROPÍCIAS AO SUCESSO) 5. CARACTERÍSTICAS DA GESTÃO INDEPENDÊNCIA DA JV ADEQUAÇÃO ENTRE CRITÉRIOS DE SUCESSO, ACTIVIDADES CONTROLADAS E MECANISMOS DE CONTROLO 6. ENQUADRAMENTO CARACTERÍSTICAS DA INDÚSTRIA GRAU DE INTERVENÇÃO GOVERNAMENTAL
CAPÍTULO 6 ALIANÇAS ESTRATÉGICAS, CONTRATOS DE LICENÇA E OUTROS ACORDOS CONTRATUAIS 6.1 INTRODUÇÃO
CAPÍTULO 6 ALIANÇAS ESTRATÉGICAS, CONTRATOS DE LICENÇA E OUTROS ACORDOS CONTRATUAIS 6.1 INTRODUÇÃO 1 6.2 ALIANÇAS ESTRATÉGICAS 2 Aliança Estratégica Acordo, formal ou informal, potencialmente duradouro,
As Alianças Estratégicas como Opção de Crescimento das Empresas: Implicações ao nível do Corporate Governance
As Alianças Estratégicas como Opção de Crescimento das Empresas: Implicações ao nível do Corporate Governance Por:LuísTodoBom (e-mail: [email protected]) Professor Associado Convidado do ISCTE Membro
Capítulo 8 Desenvolvimento Empresarial
ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Capítulo 8 Empresarial João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Formulação da Estratégia Análise do Meio Envolvente Missão, Objectivos e Estratégia Produtos-Mercados
As relações inter-organizacional no sistema de governação Joaquim Filipe Ferraz Esteves de Araújo
As relações inter-organizacional no sistema de governação Joaquim Filipe Ferraz Esteves de Araújo O modelo de organização dominante nas sociedades modernas resultou da aplicação da tecnologia nos processos
Estratégia e Marketing. EGI ISEC Denise Lila Lisboa Gil Abril 2008
Estratégia e Marketing EGI ISEC Denise Lila Lisboa Gil Abril 2008 A Estrutura Organizacional é o que vai servir como ponte de ligação entre a Formulação e a Implementação da Estratégia para que a empresa
Novo modelo de financiamento e apoio ao movimento associativo Apresentação das linhas gerais
Novo modelo de financiamento e apoio ao movimento associativo Apresentação das linhas gerais Lisboa, 25 de Janeiro de 2007 1 Objectivo da sessão: Apresentar os princípios do novo modelo de financiamento
O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)?
O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)? O Liderança para a Mudança é um programa de aprendizagem activa para o desenvolvimento dos enfermeiros como líderes e gestores efectivos num ambiente
Negócios Internacionais
Negócios Internacionais 1 A internacionalização de uma empresa consiste, em primeiro lugar, na extensão das suas estratégias de produtos - mercados e de integração vertical para os outros países, de que
O meio envolvente. Identificar partes interessadas ( stakeholders ) e sua influência Acções do gestor. Amílcar Ramos: ISCTE-Business School
O meio envolvente O contexto externo da gestão Meio envolvente Competitivo (Imediato) análise das 5 forças de Michael Porter Meio envolvente Geral análise PESTAL Definir complexidade e mudança Identificar
Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa
EAPN Portugal / Rede Europeia Anti Pobreza Observatório de Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa Documento realizado para
Medida de apoio à inovação
Medida de apoio à inovação Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 Maria Pedro Silva Organização: Apoio Institucional: Grupos Crescimento Valor Acrescentado Rentabilidade Económica Inovação Capacitação
ESTRATÉGIA INTERNACIONAL. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO AULA 12 Prof. Adalberto Fischmann Prof. Marcos Bruno/Luiz Bloem Jr.
ESTRATÉGIA INTERNACIONAL PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO AULA 12 Prof. Adalberto Fischmann Prof. Marcos Bruno/Luiz Bloem Jr. 1 ESTRATÉGIA INTERNACIONAL Michael Porter A estratégia de internacionalização corresponde
Duarte Rodrigues. Sintra, 21 de Setembro 2009
Duarte Rodrigues Coordenador adjunto do Observatório do QREN Sintra, 21 de Setembro 2009 O desafio da cooperação institucional As respostas Clusterização (EEC) Os factores críticos de sucesso Parcerias
Grupo MARTIFER Um Case-Study. Iniciativa sobre o Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial CCB,
Grupo MARTIFER Um Case-Study Iniciativa sobre o Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial CCB, 23.11.2007 AGENDA 1.Apresentação do Grupo Martifer 2.Motivação 3.Metodologia 4.Resultados / diagnóstico
Iniciativas e Práticas na Cadeia de Suprimentos
Iniciativas e Práticas na Cadeia de Suprimentos Administração de Logística e da Cadeia de Suprimentos Profa. Márcia Mazzeo Grande Programação de aula Parcerias e integração de processos na CS Práticas
Avaliação Externa das Escolas
INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Avaliação Externa das Escolas 2006-2009 Seminário Avaliação e Boa Governação Modelos e Práticas Lisboa - 12 de Março de 2010 Avaliar as escolas razões e percursos (1) A descentralização
III - Entendendo o Comportamento de Compra do Produtor Rural
III - Entendendo o Comportamento de Compra do Produtor Rural Roberto Fava Scare Leonardo Silva Antolini A produção agropecuária, sendo uma atividade econômica que visa o processamento de insumos e não
Instituto Superior Técnico
Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura Unidade Curricular Competências Transversais - I Revisões 1. Diga qual importância da comunicação
GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI
GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI ÍNDICE 1. Introdução 5 2. Código de Ética e Conduta 7 3. Política Conflitos de Interesses 10 4. Política de Formação 13 INTRODUÇÃO O Conselho de Administração
Adenda ao PLANO DE ATIVIDADES PARA 2018 DO INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO ISEG
Adenda ao PLANO DE ATIVIDADES PARA 2018 DO INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO ISEG Adenda em abril 2018 (V1) ÍNDICE MISSÃO, VALORES E VISÃO DA ESCOLA... 4 CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA... 5 I. SITUAÇÃO
Colaboração e Inovação tecnológica. Pedro Pereira de Carvalho
Colaboração e Inovação tecnológica 1 Quase todas as inovações exigem algum tipo de arranjo cooperativo para seu desenvolvimento ou comercialização, mas o índice de insucesso dessas alianças permanece alto.
Elaboração e Gestão de Projetos
Disciplina do curso de Especialização em Gestão Pública (48horas) Período: Quintas feiras 05/02 a 23/04/201 26/02 ok - hoje! Aulas previstas: Fevereiro: 12, 19, 26-05 não houve aula Março: 05, 12, 26 19
7.1 Contribuições para a teoria de administração de empresas
7 Conclusões Esta tese teve por objetivo propor e testar um modelo analítico que identificasse como os mecanismos de controle e as dimensões da confiança em relacionamentos interorganizacionais influenciam
Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação
Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação ATITUDES Inovação tecnológica Abertura à tecnologia Aceitação da tecnologia Capacidade de adaptação/mudança do papel do professor O professor
O meio envolvente. Identificar partes interessadas ( stakeholders ) e sua influência Acções do gestor. Amílcar Ramos: ISCTE-Business School
O meio envolvente O contexto externo da gestão Meio envolvente Competitivo (Imediato) análise das 5 forças de Michael Porter Meio envolvente Geral análise PESTAL Definir complexidade e mudança Identificar
Aprender e Ensinar a Distância. Maria de Fátima Goulão, DCSP, Universidade Aberta
Aprender e Ensinar a Distância Maria de Fátima Goulão, DCSP, Universidade Aberta Bolonha e e-learning Escola Superior de Tecnologia-Setúbal, 25 e 26 de Setembro 2006 Uma proposta de reflexão Uma proposta
E NORMAS DE CONDUTA GABINETE DE AUDITORIA INTERNA (GAI)
CÓDIGO de ÉTICA E NORMAS DE CONDUTA GABINETE DE AUDITORIA INTERNA (GAI) «Para um serviço de excelência» 2015 INTRODUÇÃO O presente Código de Ética do Gabinete de Auditoria Interna (GAI) da Direção-Geral
Gestão por Competência
Gestão por Competência Vera Gobetti 04/05/2017 GESTÃO POR COMPETÊNCIAS É UMA EVOLUÇÃO DA GESTÃO DE PESSOAS A Competência é sustentada em 3 pilares: 1- Conhecimento 2- Habilidades 3- Atitudes Aspectos Fundamentais
Política de Gestão de Pessoas
Política de Gestão de Pessoas Versão 1.00 FOLHA DE CONTROLE Título Política de Gestão de Pessoas Número de versão 1 Status Lançamento Autoria Superintendência de Recursos Humanos - SURH Instrumento de
PÓS GRADUAÇÃO - COMPETÊNCIAS AULA ESTRATÉGIA E COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS
PÓS GRADUAÇÃO - COMPETÊNCIAS AULA 3 19.08.16 ESTRATÉGIA E COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS Prof. Joel Dutra Objetivo Discutir a construção e uso das competências organizacionais e seu impacto na construção
CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES
CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES DA SECRETARIA-GERAL DO MF Índice Introdução 2 I - Âmbito 3 II Objectivos 3 III - Princípios Gerais 4 IV - Relações Internas e Externas 6 V Vigência, Publicidade e Revisão
O Desenvolvimento dos Mercados de Valores: Elementos Chave
O Desenvolvimento dos Mercados de Valores: Elementos Chave Fernando Teixeira dos Santos Discurso na Sessão de Abertura das Jornadas Públicas El desarrollo en los mercados de valores: Elementos clave República
Introdução à Administração. Prof. Marcos Vinicius Pó
Introdução à Administração Prof. Marcos Vinicius Pó [email protected] Resposta à natureza complexa das organizações e à incerteza dos ambientes Causalidade mecânica Causalidade probabilística Administração:
PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020
FORUM REGIONAL ALENTEJO 2020 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ALENTEJO Joaquim Fialho [email protected] Vendas
ANEXO F ÁRVORE DE CATEGORIAS DAS ENTREVISTAS APRECIATIVAS
ANEXO F ÁRVORE DE CATEGORIAS DAS ENTREVISTAS APRECIATIVAS Categorias Número de Referências Projecto Intervir A Técnicos no O Estruturação do Reconhecimento do Actividades Enquadramento da intervenção Trabalho
FarmPath Transições na Agricultura: Trajectórias para a Sustentabilidade Regional da Agricultura na Europa
FarmPath Transições na Agricultura: Trajectórias para a Sustentabilidade Regional da Agricultura na Europa DRAPAL, 8 Abril 2014 Teresa Pinto Correia ([email protected]) Cecília Fonseca ([email protected])
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O GRUPO PROFISSIONAL DO PESSOAL AUXILIAR Avaliador Cargo NIF A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica Carreira Categoria NIF Período
ROADMAP INTERNACIONALIZAÇÃO. Santa Maria da Feira 24 de Setembro de 2015
ROADMAP INTERNACIONALIZAÇÃO Santa Maria da Feira 24 de Setembro de 2015 PRIMEIROS PASSOS: PERGUNTAS FREQUENTES ????? 1 O porquê de Internacionalizar a minha empresa? Motivações? 2 O meu serviço/produto
BALANCED SCORECARD. PARA MANUTENÇÃO para melhorar a performance do departamento. Elabore, Planeie, Implemente. Curso.
Curso Elabore, Planeie, Implemente BALANCED SCORECARD PARA MANUTENÇÃO para melhorar a performance do departamento Balanced Scorecard como ferramenta de gestão estratégica Como elaborar o mapa estratégico
As redes como instrumentos de alavancagem do posicionamento competitivo dos destinos turísticos. Maria João Carneiro Carlos Costa Zélia Breda
As redes como instrumentos de alavancagem do posicionamento competitivo dos destinos turísticos Maria João Carneiro Carlos Costa Zélia Breda Relevância geral das redes Conceito e tipologia de redes e parcerias
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas)
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) DESTINATÁRIOS: O curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores da SALSUS destina-se a 14 formandos por grupo, sendo que deverá cumprir as seguintes
1.2 Objetivo da pesquisa
1 Introdução Nos últimos anos, o ambiente empresarial tem encontrado na cooperação entre empresas uma opção estratégica para redução de custos, expansão de mercados, troca de conhecimento, dentre outras
Critérios de Mérito. Critério Sub critério Descrição e regras de avaliação Pontuação CRITÉRIOS QUALITATIVOS
Critérios de Selecção A fim de assegurar um nível mínimo de qualidade das candidaturas, os candidatos seleccionados têm de pontuar pelo menos 30 pontos nos critérios qualitativos, sob pena de exclusão.
GOVERNAÇÃO PÚBLICA EM REDE
GOVERNAÇÃO PÚBLICA EM REDE UMA APLICAÇÃO A PORTUGAL UNIVERSIDADE DE ÉVORA Arminda Neves Orientação: Professor Doutor Carlos Zorrinho QUESTÕES DE PARTIDA: De que modo os modelos estruturais actuais de Governação
PLANIFICAÇÃO ANUAL 2012/2013. Disciplina: Infra-Estruturas Básicas e Paisagísticas de Jardins
PLANIFICAÇÃO ANUAL 2012/2013 CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO JARDINAGEM E ESPAÇOS VERDES Disciplina: Infra-Estruturas Básicas e Paisagísticas de Jardins Lucas Afonso Clara Escola sede do Agrupamento Página
A Economia das Organizações Híbridas
A Economia das Organizações Híbridas MENARD, Claude Aluno: Murilo S. de Carvalho Formas Híbridas MERCADO HÍBRIDAS HIERÁRQUICA TRANSAÇÕES regidas pelos contratos. Redes como formas híbridas Ciências sociais
_f\_. --v-- MANUAL DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTAO. ====o====
_f\_ --v-- MANUAL DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL rv E GESTAO 8ª edição revista e atualizada ====o==== Miguel Pina e Cunha, Arménio Rego, Rita Campos e Cunha, Carlos Cabral-Cardoso, Pedro Neves -/\-- --v--
ORGANIZAÇÃO E ANÁLISE DE PROJECTOS. O responsável (gestor) do projecto. A estrutura organizacional
ORGANIZAÇÃO E ANÁLISE DE PROJECTOS O responsável (gestor) do projecto A estrutura organizacional Pontos prévios ao desenvolvimento de um projecto Cabe aos responsáveis da organização (Administração) Escolha
