Rabobank International Brazil
|
|
|
- Catarina Diegues Belmonte
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Rabobank International Brazil Política de Gerenciamento de Capital Resolução 3.988/2011
2 Conteúdo 1. Introdução... 3 Patrimônio de Referência Exigido (PRE) Princípios Papéis e Responsabilidades Planejamento de Capital... 5 Estrutura do Plano de Capital... 5 Plano de Contingência de Capital (PCC) Gestão de Capital... 6 Monitoramento e Controle... 6 Mecanismos de Controle dos Riscos não Cobertos pelo PRE... 7 Teste de Estresse - Análise de Cenários Manutenção de Registros... 8 Página 2 de 8
3 1. Introdução Esta política visa estabelecer normas para a gestão de capital, com os objetivos de atender as necessidades de negócio e atingir o retorno definido pelos acionistas. Gestão de Capital é o conjunto de processos e atividades realizadas para garantir que o capital necessário é mantido, assegurando a capacidade da organização de cumprir seus objetivos, garantindo sua solvência, especialmente em caso de perdas resultantes de eventos adversos. Sob a ótica do Banco Central do Brasil (Bacen), como determinado na Resolução 3.988/11, gerenciamento de capital é o processo contínuo de: i. Monitoramento e controle do capital mantido pela instituição; ii. iii. Avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está sujeita; e Planejamento de metas e de necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da instituição. Em linha com a Resolução supracitada, esta política deverá ser revista pelo menos anualmente, a fim de assegurar sua contínua adequação. O documento deve ser submetido para aprovação anual da Diretoria Executiva (Management Team MT). Entre as revisões anuais, não serão aceitas alterações à política, a não ser casos de extrema necessidade e desde que justificadas. Patrimônio de Referência (PR) É o valor de capital que a instituição tem que manter disponível para cobrir os riscos de suas atividades. O valor do PR deve ser superior ao valor do Patrimônio de Referência Exigido. Patrimônio de Referência Exigido (PRE) É o valor mínimo de capital necessário para que a instituição esteja em aderência às normas do Bacen. Este valor é calculado de acordo com a Resolução 3.490/07: PRE = PEPR + PCAM + PJUR + PCOM + PACS + POPR, em que: PEPR = parcela referente às exposições ponderadas pelo fator de ponderação de risco a elas atribuído (Circular 3.360/07); PCAM = parcela referente ao risco das exposições em ouro, em moeda estrangeira e em operações sujeitas à variação cambial (Circular 3.389/08); PJUR = parcela referente ao risco das operações sujeitas à variação de taxas de juros e classificadas na carteira de negociação (Circular 3.361/07, Circular 3.362/07, Circular 3.363/07, Circular 3.364/07); PCOM = parcela referente ao risco das operações sujeitas à variação do preço de mercadorias (commodities) (Circular 3.368/07); Página 3 de 8
4 PACS = parcela referente ao risco das operações sujeitas à variação do preço de ações e classificadas na carteira de negociação (Circular 3.366/07); POPR = parcela referente ao risco operacional (Circular 3.383/08); Índice de Basiléia (Índice de Adequação de Capital), sendo que este tem relação de no mínimo 11% para as instituições financeiras. 2. Princípios No que tange a estrutura de gestão de capital, o Rabobank Brasil estabelece alguns princípios que orientam o planejamento e controle do capital na instituição: Planejar metas e necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da instituição; Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado; Adotar uma abordagem conservadora para o cálculo e modelagem dos requisitos de capital; Gerenciar o capital de maneira eficiente, gerando valor ao negócio e ao acionista; Manter um colchão de capital prudente, protegendo a viabilidade econômica da instituição e financiando as oportunidades de crescimento. Os responsáveis pela Gestão e Planejamento de Capital do Rabobank Brasil, devem, em todos os momentos, observar os itens dispostos na Resolução 3.988/12 do Banco Central do Brasil, bem como os itens estabelecidos na presente Política. 3. Papéis e Responsabilidades O Chief Financial Officer (CFO) é responsável por garantir a manutenção do capital em prol dos objetivos estratégicos do Rabobank no Brasil, incluindo a realização das projeções de risco de capital, acompanhamento da projeção, e comunicação aos órgãos corporativos superiores (conforme detalhado no item Gestão de Capital ). A Diretoria Executiva (Management Team MT) é, em última instância, perante o regulador, o corpo responsável pela supervisão da gestão de capital através da aprovação anual do Plano de Capital e avaliação contínua da adequação de capital perante os riscos planejados. Também em cumprimento a Resolução supracitada, a Auditoria Interna realiza uma avaliação periódica do processo de gerenciamento de capital. A periodicidade será definida conforme os critérios estabelecidos na metodologia da Auditoria Interna. Página 4 de 8
5 4. Planejamento de Capital A Diretoria Executiva e os Acionistas desenvolvem um plano de negócios estratégico (Plano Estratégico), que é reavaliado periodicamente, e aprovado pela Diretoria Executiva (Management Team MT) da instituição. O Plano Estratégico inclui um plano financeiro que estabelece as metas financeiras para diversas áreas de negócios da instituição incluindo três cenários (pessimista, baseline, otimista) projeções para o Balanço Patrimonial e de resultado financeiro (receitas e despesas). Por ocasião do processo de orçamento do banco, é feita uma estimativa de evolução do PR versus a evolução do PRE com base na expectativa de crescimento das carteiras e outras operações existentes no orçamento. As projeções de risco e capital são realizadas para os três cenários contemplados no Plano Estratégico. Com base nessa estimativa, a administração pode antever possíveis carências de capital e planejar ações que visem eliminar tal problema. Estrutura do Plano de Capital O Plano de Capital é um documento único, com conteúdo robusto, que registra todas as informações utilizadas como insumo para projeção dos riscos e do capital, bem como os métodos, procedimentos e premissas utilizadas. O Plano de Capital deve ser aprovado anualmente pela Diretoria Executiva (Management Team MT). De acordo com a Carta-Circular 3.565/12 do Banco Central do Brasil, o Plano de Capital deverá conter, minimamente: i. Fatos relevantes (positivos/negativos); ii. Ameaças e oportunidades; iii. Projeções de receitas/despesas e ativos/passivos; iv. Riscos dos negócios (ambiente econômico e regulamentar); v. Metas de crescimento e de participação no mercado; vi. Segmentos visados pela instituição e produtos destinados a cada um deles; vii. Política de distribuição futura de dividendos e de pagamento de juros sobre o capital próprio; viii. Principais fontes de capital da instituição, esclarecendo, para cada uma delas, a participação proporcional e as possibilidades de expansão. Adicionalmente, devem estar anexados ao Plano de Capital os seguintes documentos: Plano de contingência de capital (Plano de Contingência de Capital) para o caso em que as fontes de capital previstas no Plano de Capital se revelem inviáveis ou insuficientes, ou para a ocorrência de fatos não previstos no Plano de Capital. Página 5 de 8
6 Procedimentos utilizados para as simulações de condições extremas de mercado (testes de estresse), compreendendo as principais premissas consideradas, os ciclos econômicos, as alterações das condições de mercado e de liquidez e a quebra de premissas. Avaliar a adequação das premissas envolvidas e sua utilização pelas diversas áreas da instituição. Processos de acompanhamento e de revisão do Plano de Capital; Autoavaliação geral do gerenciamento de capital, do Plano de Capital e do plano de contingências, considerando, dentre outros aspectos: i. O grau de sucesso no atingimento dos objetivos estabelecidos; ii. Comparação, em relação ao exercício anterior, entre o PR estimado e o PR efetivo, comentando as principais razões para as diferenças detectadas. Lista de todos os documentos internos que embasam os itens anteriores e respectivas datas de atualização. Plano de Contingência de Capital (PCC) O PCC do Rabobank Brasil tem o objetivo de preparar o banco para enfrentar um cenário de crise de capital. O documento estabelece claramente mecanismos para a identificação de uma crise de capital, e determina uma classificação para o grau de severidade. No documento, são previstas diversas ações para lidar com as situações de insuficiência de capital. Estas ações devem prevêem a redução na demanda por capital, ou o aumento na disponibilidade de capital através da aumento de capital através de empresas parentes, redução da exposição ao risco, venda de ativos, e redução de dividendos, entre diversas outras ações possíveis. 5. Gestão de Capital Monitoramento e Controle O Rabobank Brasil apura o seu PRE, por tipo de risco (crédito, mercado e operacional) e o confronta com o PR atual do Banco com o objetivo de verificar se o mesmo é adequado para fazer frente a parcela de capital requerida. Um quadro demonstrando a situação de final de mês da aderência do PR aos limites determinados pelo Banco Central do Brasil é encaminhado para o ALCO (Comitê de Ativos e Passivos) como parte de um pacote de informações gerenciais mensais. O CFO (Diretor de Finanças) é responsável por avaliar a solvência do negócio com base nesses relatórios. Além disso, o CFO (Diretor de Finanças) deve assegurar que quaisquer incidentes que possam causar uma variação significativa do Plano Estratégico (por exemplo, perdas significativas, grandes movimentos no mercado, ou grandes alterações no volumes de negócios) são relatados ao ALCO e à Diretoria Executiva (Management Team MT). Este procedimento deve levar em conta Página 6 de 8
7 eventos individuais, bem como tendências emergentes que possam causar uma mudança material nas premissas utilizadas no cálculo da exigência de capital da instituição. O CFO (Diretor Financeiro) deve apresentar o acompanhamento do Plano de Capital (consumo atual vs. Consumo orçado) aos seguintes públicos: ALCO (mensalmente) e Diretoria Executiva (Management Team MT) (semestralmente). Essa apresentação deve conter as seguintes informações: a) Análise do consumo real do capital versus consumo do capital orçado (todos os cenários), incluindo o índice de solvabilidade para o mês de referência, com a demonstração da composição do capital requerido para cada risco envolvido; b) Demonstrativo comentado do comportamento diário do índice de Basiléia em relação ao Risco de Desenquadramento definido; c) Comparação dos cenários estressados originais para três exercícios com novos cenários estressados para os principais riscos identificados, e; d) Outros comentários que auxiliem a gestão do capital. Mecanismos de Controle dos Riscos não Cobertos pelo PRE De acordo com a Resolução 3.988/11, por fazerem parte da estrutura de gerenciamento de capital, todos os procedimentos e controles utilizados para gerir o (i) risco de concentração na carteira de crédito e o (ii) risco de liquidez devem estar adequadamente documentados. Os resultados e as justificativas pela alocação ou não de capital para os riscos, devem fazer parte do Plano de Capital. Teste de Estresse - Análise de Cenários Durante o ciclo semestral de planejamento de capital, são realizadas projeções de risco e capital utilizando os cenários pessimista e otimista, conforme informações constantes no Plano Estratégico do Rabobank Brazil. Teste de Estresse - Análise de Sensibilidade Mensalmente, serão gerados mapas de sensibilidade a variações de premissas e variáveis-chave do Plano de Capital. Devem ser testados, minimamente, a sensibilidade do Plano de Capital às seguintes premissas e variáveis: (i) Resultado líquido (variações no lucro/prejuízo); (ii) Risco (variações nas parcelas de risco) e (iii) Taxa de câmbio. Os relatórios de teste de estresse deve ser encaminhados ao ALCO e Diretor Financeiro (CFO) para acompanhamento mensalmente. Página 7 de 8
8 6. Manutenção de Registros Evidências dos documentos utilizados como informações para a base do preparo de relatórios, e cópias dos documentos finais deverão ser arquivados eletronicamente por, no mínimo, cinco anos. É de responsabilidade do CFO (Diretor de Finanças) garantir a manutenção dos registros de informações para o preparo dos seguintes documentos: Plano Estratégico Plano de Capital Relatórios de Gestão de Capital (orçado vs. planejado, testes de estresse). Página 8 de 8
Em sua estrutura de gerenciamento de risco, o Banco Ford atende aos requerimentos da Resolução 3.988/2012, com:
POLÍTICA DE GESTÃO DE CAPITAL 1 - Conceito O gerenciamento de capital é definido pela Resolução CMN nº 3.988, de 30 de junho de 2011 como o processo contínuo de: I- monitoramento e controle do capital
Relatório de Gerenciamento de Riscos
Relatório de Gerenciamento de Riscos Introdução Relatório elaborado em concordância com as recomendações do Comitê de Supervisão Bancária de Basiléia e com as determinações do Banco Central do Brasil (Circular
Gerenciamento de Riscos
Introdução Com o objetivo de incentivar o gerenciamento de riscos e aproximar os conceitos de capital regulatório e econômico, o Comitê da Basiléia finalizou, em 2004, uma nova versão do acordo de capital,
Relatório de Gerenciamento de Riscos
Relatório de Gerenciamento de Riscos 1T2011 ING Bank N.V. São Paulo Relatório de Gerenciamento de Riscos Page 1 of 11 Estrutura de gerenciamento de riscos A estrutura organizacional das áreas responsáveis
GESTÃO DE CAPITAL 2018
GESTÃO DE CAPITAL 2018 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO CONTENDO A DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL, EM CUMPRIMENTO AO ART. 56, 2º DA RESOLUÇÃO 4.557 DE 23 DE FEVEREIRO DE 2017. Banco ABC
MANUAL DE CONTROLES INTERNOS ASPECTOS GERAIS
1. OBJETIVO Definir a Política de Gerenciamento do Capital - PGC para as empresas que compõem o conglomerado Fator, em cumprimento às disposições da Resolução do CMN Nº 3988/2011. 2. CANCELAMENTO / SUBSTITUIÇÃO
Estrutura de Gerenciamento de Capital do Commerzbank Brasil S.A Banco Multiplo
Estrutura de Gerenciamento de Capital do Commerzbank Brasil S.A Banco Multiplo Conteúdo 1 Objetivo... 3 2 Escopo... 3 3 Descrição Funcional da Estrutura de Gerenciamento de Capital... 3 4 Responsabilidades...
DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL
DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 SUMÁRIO DESCRIÇÃO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL... 4 1. FINALIDADE... 4 2. RESPONSABILIDADE
Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Riscos de Capital
Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Riscos de Capital 2014 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 4 4. PLANO DE CAPITAL... 7 2 1. Introdução
GERENCIAMENTO CONTÍNUO E INTEGRADO DE RISCOS E GERENCIAMENTO CONTÍNUO DE CAPITAL
GERENCIAMENTO CONTÍNUO E INTEGRADO DE RISCOS E GERENCIAMENTO CONTÍNUO DE CAPITAL Em atendimento a Resolução nº 4557, apresentamos a estrutura de Gerenciamento Integrado de Riscos e a estrutura de Gerenciamento
GESTÃO DE CAPITAL 1. OBJETIVO
1. OBJETIVO GESTÃO DE CAPITAL Estabelecer diretrizes para a gestão de capital com o objetivo de manter o capital ajustado aos riscos incorridos pela instituição, de forma compatível com a natureza das
Política de Gerenciamento de Risco de Mercado e do IRRBB Maio de 2018
Política de Gerenciamento de Risco de Mercado e do IRRBB Maio de 2018 Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES...
Relatório de Gestão de Riscos
Relatório de Gestão de Riscos - 2017 Sax S/A Crédito, Financiamento e Investimento Relatório para atender aos requisitos estabelecidos nas resoluções 4.090, 3.464, 3.721, 3.380 e 3.988, do Conselho Monetário
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3
Política de Gerenciamento de Capital Outubro Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público
Política de Gerenciamento de Capital Outubro 2015 Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. RESPONSABILIDADES...
Estrutura de Gerenciamento de Capital
Estrutura de Gerenciamento de Capital 1. DEFINIÇÃO DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL A Resolução nº 3.988/11 do Conselho Monetário Nacional, definiu o gerenciamento de capital como o processo contínuo de: I
Anexo 4. Termo de Referência do Plano de Negócios
Anexo 4 Termo de Referência do Plano de Negócios I. Introdução 1.1. Este Termo de Referência tem por objetivo orientar as Proponentes na elaboração de seu Plano de Negócios, conforme definido no Edital,
Política de Estrutura. de Gerenciamento de Capital
Política de Estrutura de Gerenciamento de Capital Junho/2017 Sumário 1) Objetivo... 3 2) Conceituação/Definição... 3 3) Abrangência / Áreas Envolvidas... 3 4) Responsabilidades... 3 5) Diretrizes... 6
Relatório Anual Gerenciamento de Risco de Mercado
Relatório Anual 2017 Gerenciamento de Risco de Mercado Sumário Introdução Estrutura de Risco de Mercado Responsabilidades Metodologia de Gerenciamento Aprovação e Divulgação Conclusão Introdução Em atendimento
RELATÓRIO DE ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS
RELATÓRIO DE ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS NOVEMBRO / 2016 1. ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS 1.1 INTRODUÇÃO O gerenciamento de riscos da Biorc Financeira é acompanhado constantemente pela Diretoria, sendo
Relatório de Gestão de Risco. Relatório de Gestão de Riscos
Relatório de Gestão de Riscos 1. INTRODUÇÃO O presente relatório tem como objeto apresentar as informações quantitativas e qualitativas referentes às práticas de gestão de riscos da Agiplan Financeira
A empresa quantifica aspectos socioambientais nas projeções financeiras de:
Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Econômica Critério I - Estratégia Indicador 1 - Planejamento Estratégico 1. Assinale os objetivos que estão formalmente contemplados no planejamento
RELATÓRIO SOBRE GESTÃO DE RISCOS, APURAÇÃO DO RWA E PR 3.477/09 BANCO ABN AMRO S.A. Dezembro de 2013
RELATÓRIO SOBRE GESTÃO DE RISCOS, APURAÇÃO DO RWA E PR 3.477/09 BANCO ABN AMRO S.A. Dezembro de 2013 SP Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 700 4º andar Itaim Bibi São Paulo, SP CEP: 04542000 Tel:
Estrutura de Gerenciamento de Risco de Capital
Estrutura de Gerenciamento de Risco de Capital BANCO CARGILL 1/7 O documento à seguir trata da estrutura de risco de capital, bem como seus principais processos e procedimentos. OBJETIVO O objetivo desta
Código: MINV-P-003 Versão: 03 Vigência: 03/2011 Última Atualização: 02/2016
POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL Gerência de Riscos e Compliance Página 1 Índice 1. Objetivo... 3 2. Abrangência... 3 3. Vigência... 3 4. Conceito... 3 5. Etapas da Gestão de Risco Operacional... 4 6. Estrutura
CARTA CIRCULAR Nº 3.685, DE 19 DE DEZEMBRO DE Lucio Rodrigues Capelletto
CARTA CIRCULAR Nº 3.685, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2014 Divulga o modelo de relatório do Processo Interno de Avaliação da Adequação de Capital (Icaap) de que trata a Circular nº 3.547, de 7 de julho de 2011.
Estrutura de Gerenciamento de Risco de Mercado
Estrutura de Gerenciamento de Risco de Mercado 1. DEFINIÇÃO DE RISCO DE MERCADO Em conformidade com as disposições da Resolução nº 3.464/07, do Conselho Monetário Nacional, define-se como risco de mercado
CIRCULAR Nº I - Abordagem do Indicador Básico; II - Abordagem Padronizada Alternativa; III - Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada.
CIRCULAR Nº 3.383 Estabelece os procedimentos para o cálculo da parcela do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) referente ao risco operacional (POPR), de que trata a Resolução nº 3.490, de 2007. A Diretoria
Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco Operacional -
Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015 - Risco Operacional - Sumário 1. Introdução:... 3 2. Abrangência:... 3 3. Estrutura do Gerenciamento de Risco Operacional:... 3 3. Responsabilidades:... 4 Comitê
BS2 ASSET MANAGEMENT S.A ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA
ELABORAÇÃO: APROVAÇÃO: FRANCISCO FERRREIRA NETO Diretoria Executiva de Finanças e Riscos JULIANA PENTAGNA GUIMARÃES Diretoria da Sociedade LEANDRO SALIBA Diretoria da Sociedade INDICE 1. OBJETIVO... 2
Anexo III Plano de negócios. Plano de negócios da instituição financeira
Constituição de IF Bancária Anexo III Plano de negócios Plano de negócios da instituição financeira De forma a aferir o cumprimento dos requisitos legais estabelecido na Lei das Instituições Financeiras,
MANUAIS DE CONTROLES INTERNOS COOPERICSSON DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA ERICSSON
MANUAIS DE CONTROLES INTERNOS COOPERICSSON DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA ERICSSON NOTA: ESTE ANEXO REFERE-SE A PARTE INTEGRANTE DA ESTRUTURA DE CONTROLES INTERNOS DA COOPERATIVA. Manual
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DE GESTÃO DE RISCO E PATRIMÔNIO EXIGIDO CIRCULAR 3.477
DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DE GESTÃO DE RISCO E PATRIMÔNIO EXIGIDO CIRCULAR 3.477 Banco John Deere S.A Data de Referência: Dezembro/2011 1/14 Sumário 1. Gestão de Riscos Aspectos Qualitativos...3 1.1.
WESTERN UNION CORRETORA DE CÂMBIO S.A. E BANCO WESTERN UNION DO BRASIL S.A. ( WU BRASIL )
WESTERN UNION CORRETORA DE CÂMBIO S.A. E BANCO WESTERN UNION DO BRASIL S.A. ( WU BRASIL ) Relatório de Gerenciamento de Capital Data base 31/12/2016 WU Brasil Rua Tabapuã, 1227, 7º andar - Itaim Bibi 04533-014
Janeiro/2017 Política Interna de Gerenciamento Integrado de Riscos
Janeiro/2017 Política Interna de Gerenciamento Integrado de Riscos 1. Apresentação A Política Integrada de Gestão de Riscos da SENSO constitui um conjunto de princípios, diretrizes e responsabilidades
GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RISCOS CORPORATIVOS, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE. Histórico de Revisões. Elaboração do Documento.
Histórico de Revisões Versão: 01 Data de Revisão: Histórico: Elaboração do Documento. Índice I. Objetivo... 1 II. Abrangência... 1 III. Documentação Complementar... 1 IV. Conceitos e Siglas... 2 V. Responsabilidades...
RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS E PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA
DENOMINAÇÃO Gestão de Riscos e de Patrimônio de Referência Circular 3.477/99 ÁREA EMITENTE Data Base Gestão de Riscos 30/09/01 RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS E PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA 1. Introdução Em
