Superior Tribunal de Justiça
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- Betty Assunção da Mota
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1 RECURSO ESPECIAL Nº SP (2012/ ) RELATOR : MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA RECORRENTE : ADVOGADO : CARLOS ANTÔNIO STRAMANDINOLI MAZANTE RECORRIDO : E CÔNJUGE ADVOGADO : FERNANDO BRANDINI BARDAGALO E OUTRO(S) EMENTA RECURSO ESPECIAL. AÇÃO REIVINDICATÓRIA. USUCAPIÃO EXTRAORDINÁRIA. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. REVISÃO DE PROVAS. DEFICIÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO. POSSE DO ANTECESSOR. AUSÊNCIA DO ANIMUS DOMINI. IMPOSSIBILIDADE DE ACRÉSCIMO. ART. 552 DO CÓDIGO CIVIL DE Incidem as Súmulas n. 211/STJ e 282/STF quando a questão suscitada no recurso especial não tenha sido apreciada pela Corte de origem. 2. Aplica-se a Súmula n. 7 do STJ se a tese versada no recurso especial reclamar a análise dos elementos probatórios produzidos ao longo da demanda. 3. Incide o óbice previsto na Súmula n. 284/STF na hipótese em que a deficiência da fundamentação do recurso não permitir a exata compreensão da controvérsia. 4. Para a configuração da usucapião extraordinária (art. 550 do CC de 1916), necessária, além de objeto hábil e do decurso do tempo, a presença de posse mansa, pacífica e com animus domini. 5. Se não tem o antecessor o animus domini configurador da posse que legitima a usucapião, é inviável acrescentar seu tempo ao do atual possuidor, na forma como dispõe o art. 552 do CC de Recurso especial parcialmente conhecido e desprovido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da TERCEIRA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir, por unanimidade, conhecer em parte do recurso especial e negar-lhe provimento, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Paulo de Tarso Sanseverino, Ricardo Villas Bôas Cueva, Marco Aurélio Bellizze e Moura Ribeiro votaram com o Sr. Ministro Relator. Brasília (DF), 03 de março de 2016(Data do Julgamento) Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 1 de 10
2 MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA Relator Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 2 de 10
3 RECURSO ESPECIAL Nº SP (2012/ ) RELATOR : MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA RECORRENTE : ADVOGADO : CARLOS ANTÔNIO STRAMANDINOLI MAZANTE RECORRIDO : E CÔNJUGE ADVOGADO : FERNANDO BRANDINI BARDAGALO E OUTRO(S) RELATÓRIO invadida proposta por O EXMO. SR. MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA: Trata-se de ação reivindicatória cumulada com demolição de construção em área e julgada improcedente. e OUTRO contra Interposta apelação pelos autores, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, reformando a sentença, deu provimento à apelação para julgar procedente a ação conforme a seguinte ementa: "AÇÃO REIVINDICATÓRIA - DESCABIDA A 'ACESSIO TEMPORIS' PARA FINS DE USUCAPIÃO SE O ANTECESSOR NÃO EXERCIA A POSSE COM 'ANIMUS DOMINI'. RECURSO ACOLHIDO." Foram opostos embargos de declaração pela parte ré, ao final, rejeitados. Inconformada, a parte interpôs recurso especial fundado no art. 105, III, "a", da Constituição Federal, no qual se aponta violação dos seguintes dispositivos: a) arts. 269, IV, do Código de Processo Civil, 177 e 520 do Código Civil de 1916, defendendo que deve ser reconhecida e declarada a prescrição da ação, pois já ultrapassado o prazo de 10 (dez) anos para a defesa dos interesses da parte autora; b) art. 267, VI, do CPC, sustentando ilegitimidade ativa, visto que os autores não são os proprietários do bem, razão para a extinção do feito sem resolução do mérito; c) art. 295, I e VI, do CPC, pois cabível a extinção do feito ante a ausência de documentos indispensáveis à propositura da ação, qual seja, o mapa e o competente memorial descritivo da área, demonstrado com exatidão o objeto da discussão da lide; Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 3 de 10
4 d) art. 490 do CC de 1916, ao argumento de que a boa-fé reivindicada ficou plenamente evidenciada, sendo ignorado vício ou obstáculo impeditivo da aquisição do terreno; e e) arts. 551 e 552 do CC de 1916, visto que, com a regularização da área e por possuir justo título, cabe a redução do prazo para a aquisição do domínio pelo usucapião; mesmo que assim não fosse, para a "acessio temporis só era exigida que ambas as posses fossem contínuas e pacíficas, silenciando acerca do animus domini do antecessor" (fl. 247). As contrarrazões não foram apresentadas. O Tribunal de origem admitiu o processamento do recurso especial. É o relatório. RECURSO ESPECIAL Nº SP (2012/ ) EMENTA Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 4 de 10
5 RECURSO ESPECIAL. AÇÃO REIVINDICATÓRIA. USUCAPIÃO EXTRAORDINÁRIA. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. REVISÃO DE PROVAS. DEFICIÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO. POSSE DO ANTECESSOR. AUSÊNCIA DO ANIMUS DOMINI. IMPOSSIBILIDADE DE ACRÉSCIMO. ART. 552 DO CÓDIGO CIVIL DE Incidem as Súmulas n. 211/STJ e 282/STF quando a questão suscitada no recurso especial não tenha sido apreciada pela Corte de origem. 2. Aplica-se a Súmula n. 7 do STJ se a tese versada no recurso especial reclamar a análise dos elementos probatórios produzidos ao longo da demanda. 3. Incide o óbice previsto na Súmula n. 284/STF na hipótese em que a deficiência da fundamentação do recurso não permitir a exata compreensão da controvérsia. 4. Para a configuração da usucapião extraordinária (art. 550 do CC de 1916), necessária, além de objeto hábil e do decurso do tempo, a presença de posse mansa, pacífica e com animus domini. 5. Se não tem o antecessor o animus domini configurador da posse que legitima a usucapião, é inviável acrescentar seu tempo ao do atual possuidor, na forma como dispõe o art. 552 do CC de Recurso especial parcialmente conhecido e desprovido. VOTO O EXMO. SR. MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA (Relator): O recurso não merece prosperar. De início, no tocante à apontada violação dos arts. 269, IV, 295, I e VI, do CPC, 177 e 520 do CC, relacionados às alegações de prescrição da ação e de ausência de documentos indispensáveis à sua propositura, observa-se que referidas matérias não foram objeto de debate no acórdão recorrido, nem mesmo foram alegadas nos embargos de declaração opostos com o fim de provocar o colegiado a manifestar-se a respeito do tema. Caso, pois, de aplicação da Súmula n. 282/STF. No que se refere à alegada ausência de legitimidade da parte autora, objeto de indicada ofensa ao art. 267, VI, do CPC, concluiu-se, na origem, em julgamento de embargos de declaração, que: "Não há na contestação de fls preliminar de ilegitimidade ativa. Aliás, ainda que houvesse tal preliminar, seria ela rejeitada porque a propriedade do imóvel está provada pela matrícula (fls )." Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 5 de 10
6 A inversão do julgado, nos moldes pretendidos pela parte recorrente, demandaria o reexame do conteúdo probatório dos autos, o que é vedado a esta Corte em sede de recurso especial, nos termos da Súmula n. 7/STJ: "A pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial". No tocante à sustentada boa-fé da parte, cumpre asseverar que, conforme será demonstrado, não foi ela ou sua falta o óbice eleito para afastar a declaração de propriedade pela via da usucapião extraordinária. Dessa forma, aplica-se ao caso a Súmula n. 284 do STF, tendo em vista a apresentação de argumento que não guarda correlação com o decidido nos autos. origem, que: Relativamente à pretendida aquisição pela usucapião extraordinária, concluiu-se, na "A Apelada adquiriu a propriedade vizinha do imóvel usucapiendo em novembro de Tomou posse de parte do terreno vizinho (da área usucapienda) e de lá para cá tem exercido tal posse, até pagando os tributos relativos a ela. Porque sua antecessora também exercia a posse da área objeto do litígio, a r. sentença concluiu ser possível a acessio temporis. Todavia, existe óbice intransponível para a Apelada ver declarada sua propriedade pela via da usucapião extraordinária. É que o antecessor foi autorizado pelos proprietários a utilizar a área para nela fazer uma horta (isso foi corroborado pela prova testemunhal). Além disso, os antecessores nunca pagaram os impostos sobre a área objeto do litígio, o que é um indicio de que nunca exerceram a posse com animus domini. Não se nega a possibilidade da sorna das posses, desde que ambas sejam aptas à aquisição da propriedade. Neste caso, contudo, a natureza das posses é diferente. Os antecessores exerciam a posse sem o intuito de ser proprietários. (...) Conclui-se que a posse dos antecessores não objetivava a aquisição da propriedade, não sendo possível à Apelada unir a posse anterior à atual para ver preenchido o lapso temporal necessário ao usucapião extraordinário, pois exercem posse aquisitiva sobre o imóvel há apenas dezessete anos. Deste modo, não completou o Apelado o prazo de 20 (vinte) anos para a prescrição aquisitiva, sendo indevida o pedido de declaração de usucapião." (fls. 213/214). Insurgindo contra tal entendimento, a parte recorrente sustenta que, a teor do art. 552 do CC de 1916, "para a acessio temporis só era exigida que ambas as posses fossem contínuas e pacíficas, silenciando acerca do animus domini do antecessor" (fl. 247) Tal alegação, porém, não se afigura correta. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 6 de 10
7 Com efeito, usucapião é modo autônomo de aquisição de propriedade mediante a posse qualificada da coisa pelo prazo legal. Assim, para a aquisição do domínio do imóvel via usucapião extraordinária (art. 550 do CC de 1.916), como é o caso dos autos, é necessária, além de objeto hábil e do decurso do tempo, a presença de posse mansa, pacífica e com animus domini, entendido este como sendo a intenção de ter a coisa como se dono fosse, conforme se extrai da expressão "possuir como seu". doutrina. Especificamente sobre a necessidade dessa última exigência, segue o que dispõe a J. E. de Carvalho Pacheco expõe, inicialmente, que: "A posse e o simples decurso do tempo não implicam, automaticamente, na aquisição da propriedade através do usucapião, pois a lei exige, ainda, que determinados requisitos sejam observados, sob pena deste não se consumar. Assim, além do lapso de tempo, são requisitos para usucapião: capacidade do adquirente, coisa hábil, posse 'ad usucapionem ', justo título e boa fé" (Prática, Processo e Jurisprudência. Usucapião. 7ª ed. Juruá. Paraná, 1980, p. 36). Para, em seguida, complementar que: "Chama-se posse 'ad usucapionem' aquela que pode autorizar usucapião, por conter certas características, a saber: ser pública, justa, contínua, incontestada e com ânimo de dono" (Idem, p. 38). Armando Roberto Holanda Leite, por sua vez, esclarece que: "Essa espécie de posse, com características peculiares, denomina-se posse ad usucapionem, assim chamada porque viabiliza a usucapião. Para levar à usucapião, a posse precisa ser: a título de proprietário (animo domini ); contínua; ininterrupta; pública; inequívoca e atual. Em síntese, só há posse 'ad usucapionem quando os atos através dos quais ela se manifesta não só não permaneçam ocultos (pois que a publicidade é outro de seus requisitos fundamentais), mas igualmente aparentem, a vista de todo o mundo, atos diuturnos (continuados) de fruição ou utilização econômica da coisa sobre que recaem'" (Usucapião ordinária e usucapião especial. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. 47). Também para José Carlos de Moraes Salles, que, após enumerar os requisitos para a configuração da usucapião, tece as seguintes considerações: "O terceiro requisito para que se concretize o usucapião é o animus domini por parte do possuidor. Deve ele 'possuir como seu um imóvel (art. 550 do Código Civil), ou seja, com ânimo de dono (quantum possessum, tantum praescriptum )" (Usucapião de bens imóveis e móveis. 4ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1997, p. 48). A jurisprudência deste Tribunal também corrobora tal entendimento: Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 7 de 10
8 "Faltando um dos requisitos indispensáveis - o animus domini - e demonstrada, ainda, a ocorrência de atos dando causa a interrupção do prazo, impossível o reconhecimento do usucapião" (Segunda Turma, REsp n /BA, relator Ministro Hélio Mosimann, DJ de ). "Para configuração da prescrição aquisitiva é indispensável a segura comprovação da posse com 'animus domini'" (Quarta Turma, AgRg no Ag n /SP, relator Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira, DJ de ). Para a contagem do tempo legal exigido para a usucapião extraordinária - 20 (vinte) anos -, pode o possuidor atual acrescentar à sua posse a do seu antecessor. É o que dispôs o art. 552 do CC de 1.916, in verbis: "Art O possuidor pode, para o fim de contar o tempo exigido pelos artigos antecedentes, acrescentar à sua posse a do seu antecessor, contanto que ambas sejam contínuas e pacíficas." Não obstante inexista expressa previsão no referido dispositivo do "possuir como seu", trata-se unicamente da posse ad usucapionem, que é uma só e que tem como elemento essencial o animus domini, conforme já se demonstrou, razão pela qual não se pode admitir características diversas de modo a distinguir a posse do atual e do antecessor. Ademais, cabe a interpretação sistemática do mencionado dispositivo de modo a levar em consideração o mesmo entendimento presente na norma jurídica caracterizadora da posse e constante dos artigos que lhe são precedentes, visto ser a capaz de autorizar a prescrição aquisitiva. Para melhor delimitação da controvérsia, importante ressaltar a lição de Caio Mário da Silva Pereira, nestes termos: "A posse ad usucapionem é aquela que se exerce com intenção de dono - cum animo domini. Este requisito psíquico de tal maneira se integra na posse, que adquire tônus de essencialidade. De início, afasta-se a mera detenção, pois, conforme visto acima (nº 285, supra) não se confunde ela com a posse, uma vez que lhe falta a vontade de tê-la. E exclui, igualmente, toda posse que não se faça acompanhar da intenção de ter a coisa para si - animus rem sibi havendi, como por exemplo a posse direta do locatário, do usufrutuário, do credor pignoratício, que, tendo embora o ius possidendi, que os habilita a invocar os interditos para defesa de sua situação de possuidores contra terceiros e até contra o possuidor indireto (proprietário) não têm nem podem ter a faculdade de usucapir. E é óbvio, pois aquele que possui com base num título que o obriga a restituir desfruta de uma situação incompatível com a aquisição da coisa para si mesmo. Completando-se a qualificação é que se impõe o requisito anímico, que reside na intenção de dono: possuir cum animo domini " (Instituições de Direito Civil. Direitos Reais. 22ª ed., Rio de Janeiro: Forense, p. 119/120). Do mesmo modo, a lição de Armando Roberto Holanda Leite, para quem: Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 8 de 10
9 "Com referência à junção de posses, os arts. 496 e 552 do Código Civil tratam da sucessio possessionis e da acessio possessionis, respectivamente quando a nova posse tenha sido adquirida a título universal ou a título singular. O sucessor universal continua de direito a posse do seu antecessor. Ao sucessor singular é facultado unir sua posse à do antecessor, para os efeitos legais. Assim, o possuidor pode, para fim de contar o tempo exigido na usucapião ordinária e na usucapião extraordinária, acrescentar à sua posse a do seu antecessor, contanto que ambas sejam contínuas e pacíficas. O herdeiro - na sucessio possessionis - continua a posse do de cujus, transmitida com os mesmos caracteres, ex vi do art. 495 do Código Civil. Na accessio possessionis, a posse advém imaculada, sem vícios pretéritos, somente podendo ocorre em virtude de contrato translativo, como, por exemplo, a compra e venda, a permuta, a doação, etc." (Usucapião ordinária e usucapião especial. São Paulo: Revista dos Tribunais, p. 55/56). Assim, se não tem o antecessor o animus domini configurador da posse que legitima a usucapião, é inviável acrescentar seu tempo ao do atual possuidor, na forma como dispõe o art. 552 do CC de Finalmente, quanto à pretensão de ver reconhecida hipótese de usucapião ordinária, objeto do art. 551 do CC de 1916, é impossível, neste Tribunal, a apreciação da questão visto não ter sido objeto de debate no acórdão recorrido, tampouco no aresto que julgou os embargos de declaração. Caso de aplicação das Súmulas n. 211 do STJ e 282 do STF. Nessa hipótese, para viabilizar o conhecimento do recurso especial, caberia à recorrente alegar ofensa ao art. 535 do CPC. Ante o exposto, conheço em parte do recurso especial e nego-lhe provimento. É o voto. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 9 de 10
10 CERTIDÃO DE JULGAMENTO TERCEIRA TURMA Número Registro: 2012/ PROCESSO ELETRÔNICO REsp / SP Números Origem: PAUTA: 03/03/2016 JULGADO: 03/03/2016 Relator Exmo. Sr. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA Presidente da Sessão Exmo. Sr. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA Subprocurador-Geral da República Exmo. Sr. Dr. ANTÔNIO CARLOS ALPINO BIGONHA Secretária Bela. MARIA AUXILIADORA RAMALHO DA ROCHA AUTUAÇÃO RECORRENTE : ADVOGADO : CARLOS ANTÔNIO STRAMANDINOLI MAZANTE RECORRIDO : E CÔNJUGE ADVOGADO : FERNANDO BRANDINI BARDAGALO E OUTRO(S) ASSUNTO: DIREITO CIVIL - Coisas - Propriedade - Reivindicação CERTIDÃO Certifico que a egrégia TERCEIRA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: A Terceira Turma, por unanimidade, conheceu em parte do recurso especial e negou-lhe provimento, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Paulo de Tarso Sanseverino, Ricardo Villas Bôas Cueva, Marco Aurélio Bellizze e Moura Ribeiro votaram com o Sr. Ministro Relator. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 09/03/2016 Página 10 de 10
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ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA-GERAL DE CONTENCIOSO RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 27.300 IMPTE..: INSTITUTO IMACULADA CONCEIÇÃO IMPDO.: MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL RELATORA:
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.194.905 - PR (2010/0090634-1) RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON EMENTA RECURSO ESPECIAL MATRÍCULA EM ESTABELECIMENTO PÚBLICO DE ENSINO CRITÉRIO DE GEORREFERENCIAMENTO PONDERAÇÃO INTERPRETAÇÃO
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.039.784 - RS (2008/0055814-3) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN RECORRENTE : CORCEL CORRETORA DE SEGUROS LTDA ADVOGADO : JOSÉ FRANCISCO SASSONE EDOM RECORRIDO : FAZENDA NACIONAL
Turma e Ano: Turma Regular Master A. Matéria / Aula: Direito Civil Aula 19. Professor: Rafael da Mota Mendonça
Turma e Ano: Turma Regular Master A Matéria / Aula: Direito Civil Aula 19 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitora: Fernanda Manso de Carvalho Silva DIREITO DAS COISAS (continuação) (III) Propriedade
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.409.688 - SP (2013/0336707-5) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RECORRIDO : EDS ELECTRONIC DATA SYSTEMS
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RECURSO ESPECIAL Nº 908.764 - MG (2006/0268169-1) RELATOR : MINISTRO HUMBERTO MARTINS RECORRENTE : MUNICÍPIO DE SANTA LUZIA ADVOGADO : JOSÉ RUBENS COSTA E OUTRO(S) RECORRIDO : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO
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RELATOR : MINISTRO HUMBERTO GOMES DE BARROS RECORRENTE : METALMÓOCA COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA ADVOGADO : BRUNO MARCELO RENNÓ BRAGA E OUTROS RECORRIDO : NOVA AMÉRICA FACTORING LTDA ADVOGADO : MAURÍCIO PERUCCI
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.054.847 - RJ (2008/0099222-6) RELATOR RECORRENTE ADVOGADO RECORRIDO REPR. POR RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO LUIZ FUX : TEREZINHA FUNKLER : LÍDIA MARIA SCHIMMELS E OUTRO(S) : BANCO
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RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA ADVOGADO : LUIZ ANTÔNIO MUNIZ MACHADO E OUTRO(S) EMENTA DIREITO SINDICAL. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. ART. 8º, IV, DA CF/88. COMPETÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. PUBLICAÇÃO
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(N\. t.,s6 azt,p utnrrt43 r14% PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N 009.2006.000014-9/001 Taperoá RELATOR : Miguel de Britto Lyra Filho, Juiz de Direito Convocado.
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RECURSO ESPECIAL Nº 538.235 - RJ (2003/0086882-4) RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON RECORRENTE : BANCO CENTRAL DO BRASIL PROCURADOR : FRANCISCO SIQUEIRA E OUTROS RECORRIDO : REGINALDO REIS MENEZES ADVOGADO
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RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON : IA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EMENTA TRIBUTÁRIO - CONTRIBUIÇÃO SOCIAL PREVISTA NO ART. 22, 1º, DA LEI 8.212/91 - EXIGÊNCIA DAS CORRETORAS DE SEGUROS - PRECEDENTE. 1.
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RECURSO ESPECIAL Nº 627.970 - RJ (2004/0015047-6) RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON EMENTA TRIBUTÁRIO - ICMS - IMPORTAÇÃO - DESEMBARAÇO ADUANEIRO - COMPROVANTE DE RECOLHIMENTO, ISENÇÃO OU NÃO-INCIDÊNCIA
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RECURSO ESPECIAL Nº 907.718 - ES (2006/0266103-0) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI RECORRENTE : LUCIANO DA SILVA MAYRINK ADVOGADO : LUCIANA MARQUES DE ABREU JÚDICE E OUTRO(S) RECORRIDO : ASSOCIAÇÃO DE
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.267.905 - PR (2011/0172938-4) RELATOR : MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA RECORRENTE : ORLANDO FERREIRA PAZ NETO E OUTROS ADVOGADO : PÉRICLES LANDGRAF ARAÚJO DE OLIVEIRA E OUTRO(S)
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.279.941 - MT (2011/0167277-9) RELATOR : MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES RECORRENTE : ESTADO DE MATO GROSSO PROCURADOR : PATRYCK DE ARAUJO AYALA E OUTRO(S) RECORRIDO : VALDECIR AUGUSTO
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RECURSO ESPECIAL Nº 809.962 - RS (2006/0007992-0) RELATOR : MINISTRO LUIZ FUX RECORRENTE : COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN ADVOGADO : OSVALDO ANSELMO REGINATO E OUTROS RECORRIDO : JARBAS
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AgRg na MEDIDA CAUTELAR Nº 22.665 - PR (2014/0105270-4) RELATOR : MINISTRO NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO AGRAVANTE : MARCUS VINICIUS DE LACERDA COSTA AGRAVANTE : GUSTAVO LYCURGO LEITE ADVOGADO : RAPHAEL RICARDO
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RECURSO ESPECIAL Nº 660.284 - SP (2004/0071142-4) RELATORA RECORRENTE RECORRIDO : MINISTRA NANCY ANDRIGHI : PANAMERICANO ARRENDAMENTO MERCANTIL S/A : MANUEL MAGNO ALVES E OUTROS : ALEXANDRE ALMADA DANTAS
Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul
FL. 637 7 de março de 2013 5ª Câmara Cível Apelação - Nº - Campo Grande Relator Exmo. Sr. Des. Vladimir Abreu da Silva Apelante : Claudia Rudge Ramos Villela de Souza Advogado : Alvaro de Barros Guerra
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CONFLITO DE COMPETÊNCIA Nº 102.960 - SP (2009/0020009-4) RELATOR : MINISTRO PAULO FURTADO (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TJ/BA) AUTOR : HUMBERTO EULER RIBEIRO DA SILVA ADVOGADO : CARLOS ROBERTO SCALASSARA
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RECURSO ESPECIAL Nº 695.205 - PB (2004/0145940-1) RELATOR RECORRENTE ADVOGADOS RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO : BANCO DO BRASIL S/A : MAGDA MONTENEGRO PAULO LOPES DA SILVA
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EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº 1.361.983 - SC (2013/0005447-1) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI ADVOGADOS : HELOISA BIRCKHOLZ RIBEIRO E OUTRO(S) WALTER LUIZ RIBEIRO E OUTRO(S) EMENTA PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS
LUIZ ANTONIO SOARES DESEMBARGADOR FEDERAL RELATOR
Apelação Cível - Turma Espec. II - Tributário Nº CNJ : 0100686-34.2014.4.02.5006 (2014.50.06.100686-0) RELATOR : LUIZ ANTONIO SOARES APELANTE : PARANÁ GRANITOS LTDA ADVOGADO : EDGAR LENZI E OUTROS APELADO
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.117.258 - PR (2009/0008836-2) RELATOR RECORRENTE PROCURADOR RECORRIDO ADVOGADO : MINISTRO HERMAN BENJAMIN : INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA : VALDEZ ADRIANI
Dados Básicos. Ementa. Íntegra
Dados Básicos Fonte: 70043903145 Tipo: Acórdão TJRS Data de Julgamento: 15/09/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:22/09/2011 Estado: Rio Grande do Sul Cidade: Santana do Livramento
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AgRg na CARTA ROGATÓRIA Nº 3.198 - US (2008/0069036-9) RELATÓRIO MINISTRO HUMBERTO GOMES DE BARROS: Agravo interno contra exequatur concedido pelo eminente Ministro Marco Aurélio do STF. Em suma, a decisão
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.468.978 - SC (2014/0174626-0) RELATOR : MINISTRO RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA RECORRENTE : BANCO SEMEAR S/A ADVOGADOS : ANDREA RODRIGUES FLAIDA BEATRIZ NUNES DE CARVALHO E OUTRO(S) VICTOR
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.087.601 - GO (2008/0199580-8) RELATOR : MINISTRO MASSAMI UYEDA RECORRENTE : RANDON ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA ADVOGADO : ROBERTA BASSO CANALE E OUTRO(S) RECORRIDO : ARNO BRUNO
TERCEIRA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 10985/2009 - CLASSE CNJ - 198 - COMARCA DE POXORÉO
APELANTE: APELADO: FERTIPAR BANDEIRANTES LTDA. OFICIAL DO SERVIÇO DE REGISTRO DE IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS DA COMARCA DE POXORÉO Número do Protocolo: 10985/2009 Data de Julgamento: 29-6-2009 EMENTA
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RECURSO ESPECIAL Nº 866.249 - SP (2006/0131792-5) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI EMENTA CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. PREJUDICIALIDADE EXTERNA ENTRE AÇÃO POSSESSÓRIA E USUCAPIÃO ESPECIAL URBANO. INEXISTÊNCIA.
RELATÓRIO O SR. DESEMBARGADOR FEDERAL PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA LIMA (RELATOR):
PROCESSO Nº: 0806690-65.2014.4.05.8400 - APELAÇÃO RELATÓRIO O SR. DESEMBARGADOR FEDERAL PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA LIMA (RELATOR): Trata-se de apelação interposta pelo Conselho Regional de Corretores de
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AgRg no AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 919.527 - SP (2007/0014498-9) RELATOR : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES AGRAVANTE : FAZENDA NACIONAL REPDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS AGRAVADO : TRANS-TERRALHEIRO
