VAL- 1 VALOR EM FINANÇAS
|
|
|
- Domingos Sintra Cavalheiro
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 VAL- 1 VALOR EM FINANÇAS
2 VAL- 2! Objectivo: " Identificação de uma teoria do valor (ainda rudimentar)! Caso os mercados funcionem bem os preços igualarão o valor dos diferentes produtos e serviços.! Qual a razão de ser de uma teoria? " Necessário compreender o mecanismo de criação do valor, por forma a que a tomada de decisão seja orientada sempre em moldes que permitam essa mesma criação de valor. " Nem sempre os mercados existentes funcionam bem.
3 VAL- 3! Introdução ao conceito de Valor Actualizado: " 1 hoje vale mais do que 1 amanhã " Porquê? " Porque possuir 1 equivale a poder dar-lhe aplicação -retirar dessa posse uma determinada utilidade. Esta utilidade possui valor. " 1 hoje pode ser investido e render juros imediatamente
4 VAL- 4 Valor Actualizado Contravalor hoje de um cash flow futuro. Factor de Desconto Valor actualizado (hoje) de um recebimento futuro de 1. Fonte: Brealey and Myers (2000) Taxa de Desconto Taxa utilizada no cálculo de valores actualizados de cash flows futuros.
5 VAL- 5! Cálculo de Valores Futuros: " Valor Futuro (VF) = C 1 x factor de capitalização " Valor Futuro (VF) = C 1 x (1+r)
6 VAL- 6! Cálculo de Valores Actualizados: " Valor Actual (VA) = factor de desconto * C 1 " Factor de desconto = r " VA = 1 * C r
7 VAL- 7! Cálculo de Valores Actualizados: " Descontar cashflows futuros esperados à taxa de rentabilidade oferecida por alternativas de investimento comparáveis " Taxa de rentabilidade => taxa de actualização, taxa de rentabilidade que poderia ser obtida em investimentos com idêntico nível de risco ou custo de oportunidade do capital
8 VAL- 8! Valor Actualizado Líquido " VAL = VA(cash inflows) - VA (cash outflows) Normalmente: VAL = VA(cash inflows) - Investimento inicial " VAL = C 0 + C r C 0 = Cashflow no momento 0 (investimento) C 1 = Cashflow no momento 1
9 VAL- 9! Relação Risco/Valor Actualizado: " 1 certo vale mais do que 1 com risco Ajustamentos: " Taxa de rentabilidade esperada noutros investimentos com idêntico nível de risco
10 VAL- 10! Valor Actualizado e Taxa de Rentabilidade: Rentabilidade = lucro investimento Custo de oportunidade do capital investido é a rentabilidade perdida em resultado do abandono (ausência de investimento) de alternativas de investimento com idênticas características de risco
11 VAL- 11! Valor Actualizado e Taxa de Rentabilidade: " 2 critérios de decisão equivalentes para investimentos: 1. Critério do Valor actualizado líquido => aceitar investimentos com VAL positivo 2. Critério da taxa de rentabilidade => aceitar investimentos com taxas de rentabilidade (compostas) superiores ao custo de oportunidade do capital
12 VAL- 12! Fundamentos da regra do Valor Actualizado Líquido: " Padrão de consumo e investimento " Escolha entre gastar hoje e gastar no futuro
13 VAL- 13! Papel dos Mercados de Capitais no ajustamento dos padrões de consumo e investimento: " Permite transferência de riqueza ao longo do tempo " Mercado de capitais = mercado onde são transaccionados euros hoje (consumo actual) e euros no futuro (consumo futuro)
14 VAL- 14 Euros, periodo 1 H Linha da taxa de juro F B D Euros, periodo 0
15 VAL- 15! Taxa de troca no mercado de capitais: " Inclinação da linha = 1 + r " Exemplo: Cashflow actual: B = Cashflow a 1 ano: F = Taxa de juro: r = 7%
16 VAL- 16! Taxa de troca no mercado de capitais: " Se não consumir nada hoje, pode investir no mercado de capitais Obtém x 1.07 = Ponto H = = " Se quiser disponibilizar agora os futuros? Pede emprestado: VA = C 1 = 25,000 = r 1.07
17 VAL- 17! Taxa de troca no mercado de capitais: Ponto D = = " Pode situar-se em qualquer ponto da recta entre H e D " Gráfico da relação entre valor actual e valor futuro
18 VAL- 18! Papel dos Mercados de Capitais: " Cria oportunidades de emprestar e pedir emprestado " Logo, torna possível a separação entre o momento em que o agente económico dispõe da riqueza (registo do cash inflow) e o momento do consumo
19 VAL- 19 Euros, periodo 1 H G Avarento prefere gastar mais no futuro F E Gastador prefere gastar mais no presente A B C D Euros, periodo 0
20 VAL- 20! Oportunidades de investimento em activos financeiros e activos reais: " Curva de oportunidades de investimento em activos reais " Rentabilidade marginal decrescente do capital
21 VAL- 21 Euros, periodo 1 M L H G Linha de oportunidades de investimento em activos reais Linha da taxa de juro (oportunidades de investimento no mercado de capitais) J D K Euros, periodo 0
22 VAL- 22! Oportunidades de investimento em activos financeiros e activos reais: Consumo actual = J Investimento em activos reais = JD Cashflow futuro (em caso de renúncia ao consumo actual de J) = G => Linha KM = combinação de investimentos no mercado de capitais e em activos reais
23 VAL- 23! Oportunidades de investimento em activos financeiros e activos reais: " Investimento em activos reais: Valor actualizado = JK Custo = JD Valor actualizado líquido = JK JD = DK => Acréscimo dos recursos que resulta do investimento em activos reais
24 VAL- 24! Oportunidades de investimento em activos financeiros e activos reais: " Linha das oportunidades de investimento = f(rentabilidade marginal do investimento) " Ponto JD => rentabilidade marginal do investimento = taxa de juro " Declives das rectas DH e KM são iguais
25 ! Oportunidades de investimento em activos financeiros e activos reais: " Redefinição dos 2 critérios de decisão equivalentes para investimentos: 1. Critério do valor actualizado líquido => Maximizar o VAL (diferença entre valor actualizado dos CF futuros e o investimento inicial) 2. Critério da taxa de rentabilidade => Investir até ponto onde rentabilidade marginal do investimento seja igual à taxa de juro (ponto de tangência) VAL- 25
26 VAL- 26! Oportunidades de investimento em activos financeiros e activos reais: " Pressuposto fundamental: existência de mercado de capitais de concorrência perfeita Não há barreiras de acesso ao mercado Não há custos de acesso (não existem custos de transacção) Não há impostos Informação total e disponível gratuitamente
27 VAL- 27! Imperfeições dos Mercados Financeiros e as suas consequências: " Ex: quando a taxa a que se pede emprestado (taxa das operações activas) é mais alta do que a taxa a que se empresta (taxa das operações passivas) " Outras imperfeições: diferenças fiscais, custos de transacção, etc.
28 VAL- 28 " Consequências: Decisão que agrade aos investidores com propensão para a prodigalidade, não agradará aos investidores que apresentem propensão para a avareza; As taxas inerentes às operações activas serão mais elevadas (relevantes para quem quer financiar-se junto do mercado - pródigos) que as taxas inerentes às operações passivas (relevantes para quem quer financiar o mercado - avarentos); Regras de tomada de decisão deixam de ser claras para os gestores.
29 VAL- 29! Maximização do VAL como critério central: " Argumento: Accionistas pretendem: 1. Maximizar riqueza corrente; 2. Escolher o respectivo padrão temporal de consumo; 3. Escolher o nível de risco desse plano de consumo.
30 VAL- 30 " Accionistas não necessitam do gestor financeiro para efectuarem estas escolhas. " Papel do gestor consiste em fazer aumentar o valor detido pelo accionista na empresa. " Como? Investindo em todos os projectos que tenham um VAL positivo
31 ! Como calcular Valores Actualizados Líquidos VAL- 31 Calculo do VA com cashflow ao fim de 1 ano: VA = C 1 _ Ex: VA = 100 = r Calculo do VA com cashflow ao fim de 2 anos: VA = C 2 _ Ex: VA = 100 = r
32 ! Como calcular Valores Actualizados Líquidos Como podemos adicionar todos os valores expressos em euros actuais, podemos adicionálos: VA = C 1 + C 2 + C VAL r r r 3 VA = C t => Método DCF (FTA) 1 + r t (discounted cashflows)
33 VAL- 33! Como calcular Valores Actualizados Líquidos Logo, basta adicionar o cashflow inicial (geralmente negativo) para obter o VAL: VAL = C 0 + C t 1 + r t
34 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 34! Princípios gerais de valorização de activos financeiros: " Fórmula DCF pode ser utilizada na avaliação de qualquer activo financeiro acções e obrigações " Actualizam-se os cashflows à taxa de rentabilidade obtida no mercado de capitais por activos de risco comparável
35 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 35! Avaliação de Obrigações de taxa fixa: As obrigações são títulos de crédito que representam fracções iguais de um empréstimo, proporcionando ao seu titular o direito de receber juros periodicamente e o reembolso do capital numa determinada data. As obrigações de tipo clássico apresentam os seguintes elementos: Taxa de juro ou taxa do cupão Valor nominal Valor emissão Valor reembolso
36 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 36! Avaliação de Obrigações de taxa fixa: " Obrigação paga um cupão fixo por ano, e na data de vencimento, também o valor nominal Exemplo: Obrigação do Tesouro Prazo: 5 anos Cupão: 6% (anual) Valor Nominal: 1 000
37 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 37! Avaliação de Obrigações de taxa fixa: Cashflows da obrigação: Qual o valor actual destes cashflows? Assumindo uma taxa de rentabilidade de 6.9% VA = = (1.069) 2 (1.069) 3 (1.069) 4 (1.069) 5
38 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 38! Avaliação de Obrigações de taxa fixa: OU, dado o preço da obrigação, qual será a rentabilidade esperada pelos investidores? Se preço obrigação = = r (1 + r ) 2 (1 + r ) 3 (1 + r ) 4 (1 + r ) 5 Onde r = taxa interna de rentabilidade ou taxa de juro efectiva (yield)
39 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 39! Avaliação de Obrigações de taxa fixa: " Qual a diferença entre esta fórmula e a fórmula geral do DCF? " DCF assume r 1, r 2, r 3,...diferentes " Simplificamos e assumimos a mesma taxa para actualizar cashflows em anos diferentes " Não há problema, desde que as taxas de curto prazo sejam semelhantes às taxas de longo prazo
40 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 40! Avaliação de Obrigações de taxa fixa: " O que acontece se o pagamento de juros for semestral e o valor do cupão for definido mediante uma taxa proporcional? O investidor recebe 30 de 6 em 6 meses. Assumindo uma taxa de juro anual de 6.9%, a taxa equivalente a 6 meses será de 3.45% VA = = 962, (1.0345) 2 (1.0345) 9 (1.0345) 10
41 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 41! Avaliação de Acções: " Accionistas auferem dois tipos de remuneração: Dividendos; Ganhos de capital " Ou seja: r = ou P 0 DIV 1 + P DIV P = 1+ r ( P P ) 0 1 0
42 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA " Da mesma forma: VAL- 42 DIV P P1 = 1+ r Raciocínio implícito: valor da acção igual o valor actual dos cashflows a realizar no próximo exercício económico. Ou seja, assume-se implicitamente um período de posse de um exercício económico. " Assumindo um período de posse de 2 exercícios económicos temos: P 0 = DIV DIV P r r ( 1+ ) 2 2
43 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 43 " Estendendo indefinidamente o horizonte temporal, temos: P 0 H = DIV H t ( 1+ r) ( + r) H t= 1 1 t + P
44 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 44! Estendendo até ao infinito o nosso horizonte temporal de referência o denominado do segundo elemento do 2º membro da equação anterior tende para 0.! Ou seja: H Assim sendo, temos P 0 P H ( 1+ r) H = DIV + t = 1 t t ( 1 r) = 0
45 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 45 " O valor de uma acção pode ser determinado com base no somatório dos valores actualizados de todos os dividendos futuros que se espera possa vir a proporcionar no futuro. " Esta metodologia de avaliação é normalmente apelidada de Modelo de Actualização dos Dividendos (Dividend Discount Model)
46 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 46 " Casos particulares (duas fórmulas de valorização de rendas perpétuas): Dividendos constantes: DIV1 P0 = r Dividendos crescentes à taxa média anual g: P 0 DIV r g = 1
47 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 47 " Uma forma simples de estimar a Taxa de Actualização: P r 0 = = ou seja DIV1 r g DIV P g Taxa de actualização = taxa de rentabilidade dos dividendos (dividend yield) + taxa de crescimento esperado dos dividendos
48 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 48 " Exemplo: A empresa ABC pensa distribuir no final do ano um dividendo por acção de 1. Admite-se o ritmo de crescimento dos dividendos seja de 10% até ao infinito. A taxa para investimentos de risco semelhante é de 15% P = = 20
49 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 49! Cuidados a ter na utilização da fórmula anterior para determinar taxas de actualização: " Evitar a realização dos cálculos com base em dados provenientes de um único título; " Não aplicar a fórmula a empresas ou sectores com elevadas taxas de crescimento actual (pelo menos sem tomar em consideração factores de correcção); " Nunca utilizar a fórmula como meio de contestar a correcção dos dados de mercado.
50 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 50 " Estimação da taxa g: Taxa de distribuição (payout ratio) = Dividendo por RLPA acção Taxa de reinvestimento (plowback ratio) = 1 - Taxa de distribuição (Payout ratio) g =Taxa de reinvestimento RCP
51 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 51! Relação entre cotações e lucros por acção: " Mercado tende a admitir que o rácio Lucros/Preço pode ser utilizado como meio de determinação da taxa de custo de oportunidade adequada ao risco das acções. " Acções de rendimento: Adquiridas pelos investidores fundamentalmente em função do dividendo que proporcionam. " Acções de crescimento: Adquiridas pelos investidores fundamentalmente em função do potencial de valorização que apresentam (maisvalias potenciais).
52 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 52 " Numa empresa com crescimento nulo (acção de rendimento em sentido estrito): Rentabilidade esperada = taxa de dividendos (dividend yield) = rácio lucros / preço por acção r = P 0 DIV P 0 Ou seja = 1 DIV r 1 = = LPA P 0 1 LPA r 1
53 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 53 Relembrando que : r LPA1 P0 = r b)caso g > 0,existe reinvestimento P DIV1 = P 0 0 a)caso g + LPA1 = r g = 0,LPA + VAOC = DIV Reinvestimento racional de fundos só se justifica caso existam oportunidades com VAL 1 1 > 0
54 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 54 " Exemplo: Vamos supor que a empresa tem dividendo de 10 por acção e que a taxa de actualização adequada ao seu nível de risco é de 10%. " Se o seu crescimento for nulo, o preço que fará sentido esperar será de: P LPA = r = = " Vamos agora admitir que a empresa tem oportunidade de realizar um investimento com o mesmo nível de risco no valor de 10/acção, permitindo que o dividendo no futuro seja de 11.
55 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL VAL investimento = 10 + = Este investimento não vai contribuir para o valor da empresa P o = 100 Se investir num projecto que proporcione uma variação anual do cashflow de 1,5, em perpetuidade, então temos:
56 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 56 P = = 115
57 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 57 Preço das acções = valor actualizado dos lucros médios sem crescimento + valor actualizado das oportunidades de crescimento (VAOC) P 0 P 0 = VAOC ( P VAOC) 0 LPA P 0 LPA r VAOC LPA1 = r r = LPA VAOC = r 1 P0 1
58 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 58 " Contrariamente ao que frequentemente se afirma no mercado, o rácio Lucros/Preço não pode ser utilizado como meio de determinação da taxa de custo de oportunidade adequada ao risco das acções. " Tal utilização só seria correcta no caso de acções emitidas por empresas sem potencial de crescimento (acções de rendimento em sentido estrito)
59 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 59 " Numa situação normal (empresas com VAOC > 0), este cálculo substimará o valor da taxa de actualização dos cashflows futuros, gerando estimativas de preço acima dos valores correctos.
60 IV VALORIZAÇÃO DE ACÇÕES E OBRIGAÇÕES EM AMBIENTE DE CERTEZA VAL- 60 Podemos ainda avaliar a empresa utilizando o conceito de Free Cash Flow (FCF). O valor liberto não reinvestido na empresa é frequentemente conhecido como: FCF = Receitas - Despesas - Investimento Raciocinando a longo prazo, o valor não reinvestido na empresa vai ser distribuído como dividendos, logo P o = t = 1 (1 FCF + r) t t
INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FINANÇAS. MBA 2006/2007 (1º Bloco) Caderno de Exercícios. José Azevedo Pereira
INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FINANÇAS MBA 2006/2007 (1º Bloco) Caderno de Exercícios José Azevedo Pereira I O Conceito de VAL Exercício 1 Na figura seguinte, o
O valor do dinheiro varia ao longo do tempo, ou seja, não é indiferente dispor hoje ou daqui a um ano de uma dada quantia em dinheiro.
Tópico complementar 5. Valor temporal do dinheiro Objectivo específico: No final deste capítulo, o leitor deverá estar apto a: - Conhecer o significado e o modo de utilização da taxa de actualização (medida
A POLITICA DE DIVIDENDOS E OUTROS PAYOUTS ESTV-IPV
A POLITICA DE DIVIDENDOS E OUTROS PAYOUTS ESTV-IPV Sumário Diferentes Tipos de Dividendos O Modelo de Distribuição de Dividendos O caso da Irrelevância da Política de Dividendos Recompra de Acções e Ampliações
Capítulo 9: Análise de Projectos de Investimento. 9.1. A dimensão temporal e o cálculo financeiro
Capítulo 9: Análise de Projectos de Investimento Conteúdo Temático 1. A dimensão temporal e o cálculo financeiro 2. Critérios de análise da rendibilidade de projectos de investimento 9.1. A dimensão temporal
PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) Melhor método para avaliar investimentos 16 perguntas importantes 16 respostas que todos os executivos devem saber Francisco Cavalcante([email protected])
Módulo 3. Arbitragem e Valorização de Contratos de Futuros.
Módulo 3 Arbitragem e Valorização de Contratos de Futuros. Arbitragem - Definição V(0)=0 e V(t,ω)>0, para todos ω Investimento Inicial = 0 e Ganho > 0 Certo! Preço a Futuro - Definição Preço a Futuro de
Esclarecimento. De entre as acções dadas em garantia destacam-se as acções Cimpor, correspondentes a 9,58% do respectivo capital social.
Esclarecimento 1. O Grupo INVESTIFINO contratou junto da CGD, no período de 2005 a 2007, diversos financiamentos que globalmente atingiram um valor elevado. 2. Os referidos financiamentos destinaram-se
REGULAMENTADO SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO. 1 de Julho de 2015
SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO REGULAMENTADO Apuramento dos Resultados de: - Oferta Pública de Subscrição de Obrigações ME Fev-2020 - Oferta Pública de Troca de Obrigações ME Mar-2016 1 de Julho de 2015 Não
Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO
Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO 1. Uma empresa utiliza tecidos e mão-de-obra na produção de camisas em uma fábrica que foi adquirida por $10 milhões. Quais de seus insumos
Análise e Resolução da prova do ISS-Cuiabá Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento
Disciplina: Professor: Custódio Nascimento 1- Análise da prova Análise e Resolução da prova do ISS-Cuiabá Neste artigo, farei a análise das questões de cobradas na prova do ISS-Cuiabá, pois é uma de minhas
MATEMÁTICA FINANCEIRA
MATEMÁTICA FINANCEIRA Conceitos básicos A Matemática Financeira é uma ferramenta útil na análise de algumas alternativas de investimentos ou financiamentos de bens de consumo. Consiste em empregar procedimentos
CC- 1 INTRODUÇÃO AO CUSTO DE CAPITAL
CC- 1 INTRODUÇÃO AO CUSTO DE CAPITAL Estimação de Taxas de Desconto Custo do Capital (1) CC- 2! Custo do capital próprio: " Remuneração exigida pelos titulares de capitais próprios, tendo em consideração
GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO
VAL- 1 GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 2! Objectivos do curso! Programa! Material de estudo / Grupos! Avaliação! Bibliografia! Contactos OBJECTIVOS VAL- 3 " Fornecer aos alunos
PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO
CVGARANTE SOCIEDADE DE GARANTIA MÚTUA PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO 14 de Outubro de 2010 O que é a Garantia Mútua? É um sistema privado e de cariz mutualista de apoio às empresas,
Avaliação de projetos de investimento
Gestão Empresarial e Economia Avaliação de projetos de investimento Critérios de avaliação de investimentos Sumário Critérios de avaliação de investimentos o Valor actual líquido o Taxa interna de rentabilidade
CAPÍTULO 2 MATEMÁTICA FINANCEIRA
CAPÍTULO 2 MATEMÁTICA FINANCEIRA A Matemática Financeira se preocupa com o valor do dinheiro no tempo. E pode-se iniciar o estudo sobre o tema com a seguinte frase: NÃO SE SOMA OU SUBTRAI QUANTIAS EM DINHEIRO
Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow
Análise de Projectos ESAPL / IPVC Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow A necessidade do Cash Flow Sempre que um investimento possa ter uma incidência significativa sobre o sistema de produção
CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO
Bertolo Administração Financeira & Análise de Investimentos 6 CAPÍTULO 2 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO No capítulo anterior determinamos que a meta mais
RELATÓRIO & CONTAS Liquidação
Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas
ESCOLA DE GESTÃO DO ISCTE FINANÇAS INVESTIMENTOS
Exame 1ª Época 12.07.04 ESCOLA DE GESTÃO DO ISCTE FINANÇAS INVESTIMENTOS Duração: 3 horas CASO 1 (3x1.0= 3 valores) Responda (sucinta e objectivamente) a somente três das quatro questões seguintes: a)
Produtos e Mercados de Dívida
Produtos e Mercados de Dívida Raquel M. Gaspar Sérgio F. Silva 1 Parte II Derivados de Taxas de Juro 2 Raquel M. Gaspar/ Sérgio F. Silva PARTE II Derivados de Taxas de Juro 1. Swaps, Fras s e Futuros sobre
REC 3600 Finanças 1 primeira prova
REC 3600 Finanças primeira prova Roberto Guena de Oliveira Setembro de 204 Nome Gaba² to nº usp:. Em um mundo com apenas duas datas, uma investidora dispõe de R$60 no ano corrente e pode fazer o li investimento
Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens
Palavra Acções Significado Títulos que representam uma parte ou fracção de uma sociedade anónima e que dão ao seu proprietário o direito à parcela correspondente de votos, lucros líquidos e activos da
Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão
Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a
Matemática Financeira
A Matemática Financeira é uma ferramenta útil na análise de algumas alternativas de investimentos ou financiamentos de bens de consumo. Consiste em empregar procedimentos matemáticos para simplificar a
Aula 04 Matemática Financeira. Equivalência de Capitais a Juros Compostos
Aula 04 Matemática Financeira Equivalência de Capitais a Juros Compostos Introdução O conceito de equivalência permite transformar formas de pagamentos (ou recebimentos) em outras equivalentes e, consequentemente,
Os juros podem ser capitalizados segundo dois regimes: simples ou compostos.
1/7 3. Modelos de capitalização simples 4. Modelos de capitalização composta Conceitos básicos A Matemática Financeira é uma ferramenta útil na análise de algumas alternativas de investimentos ou financiamentos
TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES
TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) 16 Perguntas Importantes. 16 Respostas que todos os executivos devem saber. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor
Fundamentos do Cálculo Financeiro. 1. Introdução: o valor temporal do dinheiro 27
Índice Índice de casos propostos 13 Prefácio 17 Apresentação 19 Considerações e abreviaturas 23 Capítulo 1 Fundamentos do Cálculo Financeiro 1. Introdução: o valor temporal do dinheiro 27 2. Conceitos
GESTÃO FINANCEIRA. Demonstração de Fluxos de Caixa
GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO VIII Objectivo Comparação com a Demonstração de Resultados Métodos de Cálculo Rácios baseados nos fluxos de caixa Documento que mostra a variação das disponibilidades entre dois
COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE
COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE! Como calcular o fluxo de caixa! Qual a fórmula para determinar a capacidade de pagamento! Como analisar a liquidez Francisco Cavalcante ([email protected])
incentivos do Estado: subsidios de capital e/ou juros; custos de financial distress.
INSTITUTO POLITÉCNICO D VISU STGV Disciplina Finanças mpresariais Ano 1 Semestre 1º xercícios III 5ª dição Investimento, Adjusted Present Value (APV) e Weighted Average Cost of Capital (WACC). Na avaliação
1. FINANCIAMENTO A MÉDIO E LONGO PRAZO
1. FINANCIAMENTO A MÉDIO E LONGO PRAZO Finanças II Ano Lectivo 2005/06 Turma TP1 Ricardo Valente 1 Introdução Decisões de financiamento Captação de fundos para financiar actividade corrente, projectos
Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais
Capítulo 3: Restrições orçamentais intertemporais 3.1. Aspectos conceptuais - antecipação do futuro, informação e expectativas racionais 3.2. A restrição orçamental intertemporal das famílias 3.3. Teoria
Contabilidade Financeira II 2008/2009
Contabilidade Financeira II 2008/2009 Capital Próprio CAPITAL PRÓPRIO Conceitos Gerais Aplicação de resultados Valor nominal, contabilístico e de mercado Demonstração das Alterações do C.P. Aumentos de
ANÁLISE DOS INVESTIMENTOS
ANÁLISE DOS INVESTIMENTOS OS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA DECISÃO DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS Alexandra Cardoso 1 OS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA DECISÃO DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS O CUSTO MÉDIO PONDERADO
COMO DETERMINAR O PREÇO DE LANÇAMENTO DE UMA AÇÃO NA ADMISSÃO DE NOVOS SÓCIOS
COMO DETERMINAR O PREÇO DE LANÇAMENTO DE UMA AÇÃO NA ADMISSÃO DE NOVOS SÓCIOS! Qual o preço de lançamento de cada nova ação?! Qual a participação do novo investidor no capital social?! Por que o mercado
Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos
Contabilidade Financeira Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos 3º TESTE INTERMÉDIO NOME: NÚMERO: Atenção
REGULAMENTADO SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO. Apuramento dos Resultados da Oferta Pública de Subscrição das OBRIGAÇÕES TAXA FIXA MOTA-ENGIL 2013/2016
SESSÃO ESPECIAL DE MERCADO REGULAMENTADO Apuramento dos Resultados da Oferta Pública de Subscrição das OBRIGAÇÕES TAXA FIXA MOTA-ENGIL 2013/2016 14 de Março de 2013 ENTIDADE OFERENTE OFERTA PÚBLICA DE
ANEXO F: Conceitos Básicos de Análise Financeira
ANEXO F: Conceitos Básicos de Análise Financeira Juros e Taxas de Juros Tipos de Empréstimos Valor Atual Líquido Taxa Interna de Retorno Cobertura de Manutenção de Dívidas Juros e Taxa de Juros Juro é
MESTRADO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS SWAPS. Exercícios. ANO : 1º SEMESTRE: 2º ANO LECTIVO :7ª Edição DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues
MESTRADO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS SWAPS Exercícios ANO : 1º SEMESTRE: 2º ANO LECTIVO :7ª Edição DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues 1 1 -. Vejamos um exemplo de intermediação para duas empresas X e Y que
CURSO ON-LINE PROFESSOR GUILHERME NEVES
Olá pessoal! Neste ponto resolverei a prova de Matemática Financeira para Auditor Fiscal da Receita Municipal Pref. Municipal de Angra dos Reis, organizada pela FGV. A prova foi realizada no dia 02/05/2010.
Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes.
Data Base 31.12.2010 Dados do declarante Participação no capital social do declarante Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes. Poder de voto de
Programa de Unidade Curricular
Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Contabilidade / Ciências Económicas e Empresariais Unidade Curricular Cálculo Comercial e Financeiro Semestre: 3 Nº ECTS: 6,0
Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste.
LICENCIATURA EM ECONOMIA MACROECONOMIA II LEC 206 (2006-2007) Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Duração: 60 minutos Não é permitida qualquer forma de consulta. Os telemóveis
QUAL A DIFERENÇA ENTRE O VPL DA OPERAÇÃO E O VPL DO ACIONISTA?
QUAL A DIFERENÇA ENTRE O VPL DA OPERAÇÃO E O VPL O cálculo do VPL do acionista O cálculo do VPL da operação A diferença entre o VPL da operação e o VPL do acionista Francisco Cavalcante([email protected])
EXEMPLO. Prática Financeira II Gestão Financeira
EXEMPLO Tendo em conta as operações realizadas pela empresa CACILHAS, LDA., pretende-se a elaboração da Demonstração de fluxos de caixa, admitindo que o saldo de caixa e seus equivalentes, no início de
PRÉMIOS MORNINGSTAR DIÁRIO ECONÓMICO 2012 OBJETIVO
PRÉMIOS MORNINGSTAR DIÁRIO ECONÓMICO 2012 OBJETIVO O objectivo dos Prémios Morningstar consiste em seleccionar os fundos e gestoras que mais valor proporcionaram aos participantes neste tipo de fundos,
- Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL. Por incorporação de Reservas. Por entrada de Dinheiro
AULA 10 Capital Próprio Aumentos de capital Demonstração de fluxos de caixa Construção da DFC - Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 AUMENTOS DE CAPITAL Por incorporação de Reservas Por
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS
24 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS Os mercados de capitais na Europa e no mundo exigem informações financeiras significativas, confiáveis, relevantes e comparáveis sobre os emitentes de valores mobiliários.
COMPLEMENTOS DE TAXAS DE JURO Mestrado em Finanças ISCTE Business School EXAME - Resolução 15/05/08 Duração: 2.0 horas
COMPLEMENOS DE AXAS DE JURO Mestrado em Finanças ISCE Business School EXAME - Resolução 15/05/08 Duração:.0 horas CASO 1 Responda (sucinta e objectivamente) a somente duas das seguintes questões: a) Comente
Prazos: 0.3479 anos 1 anos 3 anos 4 anos Taxas: 2.837% 3% 3.5% 3.75% Valor de cotação
CASO 1 O quadro seguinte apresenta algumas taxas de juro spot (efectivas anuais; ACT/ACT) estimadas para a settlement date de 7/Fev/07, com base numa amostra de obrigações do Tesouro Português (preços
O curso será realizado em blended learning, misto é com formação presencial e formação a distância.
1 - Objectivo Geral Com este curso pretende-se capacitar os participantes com saberes e competências em conceitos, métodos e técnicas de gestão agrícola para acompanharem os agricultores nas suas acções
O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado.
Designação Depósito Indexado PSI 20 Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de Risco Instrumentos ou variáveis subjacentes ou associados Perfil de cliente
Bê-á-Bá da poupança. Depósitos a prazo. Fundos de Tesouraria em euros
Bê-á-Bá da poupança Há um vasto leque de escolhas para quem quer poupar, mas a análise da PROTESTE INVESTE mostra-lhe que nem todas são boas opções. No Dia Mundial da Poupança, saiba quais as alternativas.
1. Activos Fixos Intangíveis (IAS 38) 2. Propriedades de Investimento (IAS 40)
AULA 08 1. Activos Fixos Intangíveis (IAS 38) 2. Propriedades de Investimento (IAS 40) 3. Capital Próprio - Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 Activos Fixos Intangíveis Activo intangível:
NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa
NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 - Demonstrações de Fluxos de Caixa, adoptada pelo texto
DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão
DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «21. O sistema de intermediação financeira é formado por agentes tomadores e doadores de capital. As transferências de recursos entre esses agentes são
Cálculo Financeiro. Aplicações no Secundário
Cálculo Financeiro Aplicações no Secundário Introdução São inúmeras as situações do nosso quotidiano em que estão presentes conceitos de Cálculo Financeiro. Podem ser abordadas: numa ótica de investimento
Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS. Prof. Walter Dominas
Unidade IV INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Walter Dominas Conteúdo programático Unidade I Avaliação de Empresas Metodologias Simples Unidade II Avaliação de Empresas - Metodologias Complexas
GLOSSÁRIO. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários 39
GLOSSÁRIO Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. Assembleia geral: órgão das sociedades anónimas em que
Regulamento da CMVM n.º 97/11 Critérios de Avaliação e Peritos Avaliadores dos Imóveis dos Fundos de Investimento Imobiliário
Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 97/11 Critérios de Avaliação e Peritos Avaliadores dos Imóveis dos Fundos de Investimento Imobiliário O Decreto
1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações
Manual do Revisor Oficial de Contas IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa
IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa Esta Norma Internacional de Contabilidade revista substitui a NIC 7, Demonstração de Alterações na
MATEMÁTICA FINANCEIRA - ADMINISTRAÇÃO
MATEMÁTICA FINANCEIRA - ADMINISTRAÇÃO DESCONTO 1) Determinar o desconto por fora sofrido por uma letra de R$ 5.000,00 à taxa de 5% aa, descontada 5 anos antes de seu vencimento. Resp: R$ 1.250,00 2) Uma
FERRAMENTAS DE ANÁLISE FINANCEIRA & COMO ESTRUTURAR UM PLANO DE NEGÓCIOS. Docente: António Gaspar e Rui Ferreira
FERRAMENTAS DE ANÁLISE FINANCEIRA & COMO ESTRUTURAR UM PLANO DE NEGÓCIOS Docente: António Gaspar e Rui Ferreira FERRAMENTAS DE ANÁLISE FINANCEIRA As finanças e a empresa Quais são os objetivos de uma empresa?
Obrigações CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1
CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 O que são obrigações As obrigações são instrumentos financeiros que representam um empréstimo contraído junto dos investidores pela entidade
CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATEMATICA FINANCEIRA JUROS SIMPLES
DEFINIÇÕES: CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATEMATICA FINANCEIRA JUROS SIMPLES Taxa de juros: o juro é determinado através de um coeficiente referido a um dado intervalo de tempo. Ele corresponde à remuneração da
Regime Jurídico dos Certificados de Aforro
Regime Jurídico dos Certificados de Aforro (Decreto-Lei nº 122/2002 de 4 de Maio) A reforma dos certificados de aforro levada a cabo em 1986 com a publicação do Decreto-Lei n.º 172-B/86, de 30 de Junho,
UNIVERSIDADE DO ALGARVE. GESTÃO BANCÁRIA Anexo 5
UNIVERSIDADE DO ALGARVE FACULDADE DE ECONOMIA GESTÃO BANCÁRIA Anexo 5 Fernando Félix Cardoso Outubro 2004 1 Mercado Monetário 2 Mercado Monetário O Mercado Monetário é o segmento do mercado financeiro
Metodologias de Avaliação de Investimentos
Índice Introdução 15 PARTE I Metodologias de Avaliação de Investimentos Capítulo 1 Conceitos fundamentais 1. Noção de investimento real 22 1.1. Investimento real versus investimento financeiro 23 1.2.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MATEMÁTICA FINANCEIRA MAT 191 PROFESSORES: ENALDO VERGASTA, GLÓRIA MÁRCIA, JODÁLIA ARLEGO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MATEMÁTICA FINANCEIRA MAT 191 PROFESSORES: ENALDO VERGASTA, GLÓRIA MÁRCIA, JODÁLIA ARLEGO LISTA 2 1) Um título, com valor de face igual a $1.000,00,
Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção
Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção 2.1. Custo de Oportunidade Conforme vínhamos analisando, os recursos produtivos são escassos e as necessidades humanas ilimitadas,
Curso de Especialização em
Curso de Especialização em CÁLCULO FINANCEIRO OBJECTIVOS A liberalização dos mercados financeiros, a crescente concorrência entre instituições financeiras, a inovação e diversificação ao nível dos serviços
Contabilidade Gerencial PROFESSOR: Salomão Soares VPL E TIR
Contabilidade Gerencial PROFESSOR: Salomão Soares VPL E TIR Data: VPL(VAL) Valor Presente Líquido ou Valor Atual Líquido O valor presente líquido (VPL), também conhecido como valor atual líquido (VAL)
. VALORES MOBILIÁRIOS
. VALORES 2.. V MOBILIÁRIOS 2. Valores Mobiliários O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, em grande quantidade, que representam direitos
Capítulo 4. Moeda e mercado cambial. Objectivos do capítulo
Capítulo 4 Moeda e mercado cambial Objectivos do capítulo Perceber o papel das taxas de câmbio no comércio internacional. Como são determinadas as taxas de câmbio de equilíbrio no mercado internacional
Valor do dinheiro no tempo
Valor do dinheiro no tempo "Tempo é dinheiro - diz o mais vulgar ditado conhecido por qualquer idade ou pessoa. Coloque-o ao contrário e você obtém a mais preciosa verdade - dinheiro é tempo." (George
A transformação e o custo do dinheiro ao longo do tempo *
A transformação e o custo do dinheiro ao longo do tempo * Estamos acostumados à idéia de que o valor do dinheiro muda ao longo do tempo, pois em algum momento convivemos com algum tipo de inflação e/ou
EXERCÍCIOS PROF. SÉRGIO ALTENFELDER
1- Uma dívida no valor de R$ 60.020,54 deve ser paga em sete prestações postecipadas de R$ 10.000,00, a uma determinada taxa de juros. Considerando esta mesma taxa de juros, calcule o saldo devedor imediatamente
Sérgio Carvalho Matemática Financeira Simulado 02 Questões FGV
Sérgio Carvalho Matemática Financeira Simulado 02 Questões FGV Simulado 02 de Matemática Financeira Questões FGV 01. Determine o valor atual de um título descontado (desconto simples por fora) dois meses
Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R
Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação
3.3.2 Discount fluxo de caixa livre (DCF: Discounted Cash Flow) 3.3.3. Valor acrescentado económico (EVA: Economic Value Added-Abordagem)
Valorizar Empresas 1. Introdução 2. Porquê avaliar uma empresa? 3. Métodos de avaliação da empresa 3,1 Métodos Clássicos 3.1.1 Método de valor substancial 3.1.2 descontando lucros 3,2 Métodos Mistos 3.2.1
ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO UMA PANORÂMICA GERAL DAS ALTERNATIVAS DE FINANCIAMENTO
AF- 1 ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO UMA PANORÂMICA GERAL DAS ALTERNATIVAS DE FINANCIAMENTO 1. TIPOS DE FINANCIAMENTO AF- 2 Introdução: Capital alheio Capital Próprio Títulos Híbridos Diferenças CA/CP: Tipo
Organização do Mercado de Capitais Português
Instituto Superior de Economia e Gestão Organização do Mercado de Capitais Português Docente: Discentes : Prof. Dra. Raquel Gaspar Inês Santos João Encarnação Raquel Dias Ricardo Andrade Temas a abordar
Objectivo. Ephi-ciência Financeira Tópicos Avançados sobre Opções -III. Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação
Tópicos Avançados sobre Opções -III Objectivo Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação João Cantiga Esteves Senior Partner 1 ACTIVOS FINANCEIROS DERIVADOS MODELO BLACK-SCHOLES
DC24 - Empreendimentos Conjuntos (1) Directriz Contabilística nº 24
DC24 - Empreendimentos Conjuntos (1) Directriz Contabilística nº 24 Índice 1. Objectivo 2. Definições 3. Tipos de empreendimentos conjuntos 3.1. Operações conjuntamente controladas 3.2. Activos conjuntamente
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE COOPERATIVAS ESAPL / IPVC
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE COOPERATIVAS ESAPL / IPVC Objectivos de Constituição de uma Cooperativa: normalmente OBJECTIVOS DE CARÁCTER ECONÓMICO. por exemplo, MELHORAR O RENDIMENTO DOS ASSOCIADOS. são objectivos
Organização interna da empresa
Organização interna da empresa IST, LEGI - Teoria Económica II Margarida Catalão Lopes 1 Duas questões neste capítulo: A) Em que circunstâncias as empresas preferirão englobar internamente as várias fases
Capítulo 15: Investimento, Tempo e Mercado de Capitais
Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais :: EXERCÍCIOS 1. Suponha que a taxa de juro seja de 10%. Qual é o valor de um título com cupom que paga $80 por ano, durante cada um dos próximos 5
Impostos Diferidos e o SNC
Impostos Diferidos e o SNC Na vigência do anterior Plano Oficial de Contabilidade (POC) a Directriz Contabilistica (DC) nº 28, da Comissão de Normalização Contabilística (CNC) veio, em tempo, estabelecer
GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. [email protected]. 30-10-2013 aula 3
GESTÃO FINANCEIRA Prof. Local Flavio Nicastro [email protected] 30-10-2013 aula 3 Fluxo de Caixa Apuração do Imposto de Renda com base no Lucro Real Apuração do Imposto de Renda com
ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA. Renda Fixa Plano B 124,0 % 10,0 % Renda Fixa Plano C 110,0 % 9,1 % Selic 71,0 % 6,5 %
ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA A partir de 2005 foi iniciado um processo de alongamento dos prazos das carteiras de renda fixa da PSS, que propiciou bons ganhos por oito anos seguidos até o final
Hoje (19/06/01; 3ª feira) foram estimadas as seguintes taxas de juro sem risco para o EUR:
Casos Práticos Caso. Hoje (9/6/; 3ª feira) foram estimadas as seguintes taxas de juro sem risco para o EUR: Prazos.4 anos.896 anos ano.4 anos 3 anos 4 anos Taxas 4.8% 4.965% 5.% 5.5% 5.6% 6% Nota: taxas
EXERCÍCIOS IV SÉRIES DE PAGAMENTOS IGUAIS E CONSECUTIVOS 1. Calcular o montante, no final de 2 anos, correspondente à aplicação de 24 parcelas iguais
IGUAIS E CONSECUTIVOS 1. Calcular o montante, no final de 2 anos, correspondente à aplicação de 24 parcelas iguais e mensais de $ 1.000,00 cada uma, dentro do conceito de termos vencidos, sabendo-se que
