Controlo e Gestão de Stocks
|
|
|
- Denílson Álvares Chaplin
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Publicação Nº Maio 2010 Controlo e Gestão de Stocks PONTOS DE INTERESSE: Gestão de Stocks Sistemas de Inventário Controlo das saídas Uma gestão eficaz dos stocks é importante para qualquer empresa, uma vez que stock insuficiente pode provocar a paralisação da produção e das vendas. O controlo de stocks envolve um planeamento cuidadoso de forma a assegurar que o negócio tem stock suficiente na qualidade desejada e no tempo certo. Quando se fala em stocks, podemos estar a referir-nos a: Matérias-primas e componentes, Produtos em curso ou semi-acabados, Produtos acabados. FORNECEDOR FABRICO CLIENTE Stock Matérias Stock em Curso Primas Stock Produto Acabado
2 P ara que se possa satisfazer atempadamente os pedidos dos clientes, os produtos devem estar disponíveis a partir do stock, embora algumas empresas optem e tenham capacidade para entregas Just In Time. Se uma empresa não tem o stock necessário para satisfazer os pedidos, isto pode conduzir a uma quebra nas vendas e a uma reputação comprometida da própria empresa. Esta situação é por vezes chamada de stock-out. Contudo, há custos de manutenção de stocks, daí não haver muito interesse em manter demasiado stock em armazém. Estes custos incluem: O Custo de oportunidade do capital que foi aqui retido quando poderia ser aplicado para outro fim; Os Custos de armazenagem Renda, iluminação, aquecimento/refrigeração e custos de segurança do armazém; Juros bancários, caso o stock seja financiado por empréstimo bancário; Risco de danos no material por incêndio, inundação, roubo, etc., ou o Custo do Seguro contra esses danos; Obsolescência dos produtos devido a variações nos gostos dos clientes em favor de novos produtos; Deterioração dos produtos em stock, principalmente produtos rapidamente perecíveis como os alimentares. O Controlo de stocks pretende minimizar estes custos de manutenção ao mesmo tempo que tenta assegurar que existem materiais suficientes para a continuação da produção e responder à procura. Em busca do equilíbrio, o departamento do controlo de stocks deve trabalhar em conjunto com o departamento de compras e de marketing. O departamento de marketing deverá ser capaz de fornecer previsões de vendas para as semanas ou meses seguintes, para que os gestores que fazem o controlo de stocks possam avaliar o tipo, a quantidade e os tempos necessários dos stocks.
3 É da responsabilidade do departamento de compras encomendar os inputs na quantidade e qualidade certas, a um preço competitivo e a um fornecedor confiável que respeite os tempos de entrega. Gestão de Stocks A Gestão de Stocks implica a utilização de conceitos simples como: Análise ABC Rotação de Stocks vs ruptura de stocks Stock de segurança Análise ABC Metodologia que classifica os itens por ordem decrescente de valores (em custo ou quantidade) originando geralmente a criação de três classes: A, B e C. Produtos A: produtos que geram uma grande percentagem de receitas/custos mas que representam uma pequena fracção de itens. Produtos C: produtos que contribuem com uma pequena percentagem para as receitas/custos mas que representam um número elevado de itens. Produtos B: produtos não classificados em A ou C. Através da análise ABC, o gestor sabe que: Aos produtos A deve ser dirigida a maior atenção, com registos exactos, controlo contínuo, etc., O sistema de controlo dos produtos C deve ser simples e eficaz, Os produtos B devem ser objecto de um controlo não tão cuidado como os produtos A mas não tão simples como os produtos C.
4 Rotação de stocks vs ruptura de stocks A Rotação de stocks é o quociente entre o volume total de saídas anuais (como as vendas) e o valor médio das existências em posse. A rotação é maior através do aumento das saídas anuais ou da redução do stock médio. No entanto uma diminuição muito forte no stock médio pode aumentar o índice de ruptura e diminuir o nível de serviço. Este índice de ruptura de stocks trata-se do quociente entre as requisições em falta e as efectuadas num determinado período de tempo. É em função deste índice que é definido o stock de segurança. A sua melhoria implica stocks de segurança mais elevados e redução de rotação de stocks. Rotação de Stocks (Vendas) / (Stock médio) Índice de Ruptura de Stocks (Requisições em falta) / (Requisições efectuadas) Stock de Segurança Visto ser difícil que um negócio exija sempre as mesmas quantidades de stocks, a maioria das empresas opta por um stock de segurança, que funciona como buffer, isto é, uma quantidade fixa de stock que deve ser mantida para prevenir aumentos imprevistos da procura ou constrangimentos no fornecimento de materiais. A sua determinação é feita com base no padrão da procura e no nível do serviço desejado, sendo o objectivo minimizar o risco de ruptura. Contudo, requer-se um bom controlo de stocks de modo a evitar stocks excessivos devido a uma quantidade muito elevada de stock de segurança ou a níveis de procura sobrestimados para os produtos, pois isto se traduz num aumento de custos de manutenção de stocks. Sistemas de Inventário Na contabilização dos seus stocks, as empresas recorrem a um destes sistemas de inventário: Inventário Permanente: Este sistema permite um controlo contínuo dos stocks pois é registado o custo das mercadorias vendidas a cada operação de venda. Isto significa que a conta de Mercadorias reflecte, a qualquer momento, o valor das mercadorias que se encontram em stock. Inventário Periódico ou Intermitente: Neste sistema o apuramento dos stocks em armazém é feito apenas no final do exercício, o que significa que não é feito o controlo das movimentações de entrada e de saída dos produtos.
5 Controlo das saídas de Stock ou LIFO. Em relação às saídas de itens de stock, estas podem ser feitas segundo dois métodos FIFO LIFO De acordo com este sistema Last In First Out, os últimos artigos a entrar em stock são os primeiros a sair. Os produtos alvo deste método são aqueles que não têm um prazo de validade ou este é demasiado longo. FIFO De acordo com este sistema First In First Out, os primeiros artigos a entrar em stock são também os primeiros a sair. Este método geralmente aplica-se a produtos rapidamente perecíveis, como os produtos alimentares. Em lojas que vendam produtos directamente ao cliente final, os mais antigos são os colocados mais à frente de modo a serem os primeiros seleccionados por este. SuperIndustria é o mais moderno portal da indústria. Aqui, qualquer organização pode deter e gerir o seu próprio espaço de comunicação, o seu catálogo de produtos e serviços, as suas oportunidades de emprego, os seus eventos, etc. Pode sempre contactar-nos via Indústria & Distribuição é um espaço de dedicado à apresentação de informação sobre esta temática. JIT, KANBAN, SIXSIGMA, MRP, MRPII, Lean Production, Warehouse Management,, são apenas siglas ou mudanças radicais na forma de gestão? Neste caderno, procuramos divulgar os principais conceitos da indústria e distribuição, assim como a sua intercepção com os Sistemas de Informação.
ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade
Publicação Nº 4-13 Janeiro 2010 ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade PONTOS DE INTERESSE: Estrutura Metodologia de Implementação São notórias as crescentes exigências do mercado no que toca a questões de
Robótica Industrial II
Publicação Nº 8-10 Março 2010 Robótica Industrial II Armazéns Automáticos PONTOS DE INTERESSE: Sistema AS/RS Vantagens e Desvantagens Exemplo Prático - Kiva MFS Um Armazém é o espaço físico onde se depositam
UFCD 8 Controlo e armazenagem de mercadorias Carga horária 50 horas ARMAZENAGEM DAS MERCADORIAS
ARMAZENAGEM DAS MERCADORIAS O que é a armazenagem? A armazenagem é constituída por um conjunto de funções: - de recepção, - descarga, - carregamento, matérias-primas, - arrumação produtos acabados ou semi-acabados
Gestão da Produção - Optimizar a produção através do LEAN
Gestão da Produção - Optimizar a produção através do LEAN Introdução Lean é uma filosofia de produção nascida após a segunda guerra mundial no sector automóvel com intuito de optimizar o sistema de produção.
DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão
DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os
Contabilidade e Controlo de Gestão. 5. Elaboração do orçamento anual e sua articulação. Contabilidade e Controlo de Gestão. Gestão Turística -3º ano
Contabilidade e Controlo de Gestão Ano letivo 2013/2014 Gustavo Dias 5.º Semestre Orçamento anual: instrumento de planeamento a curto prazo que permitirá à empresa quantificar os seus objectivos em termos
Marketing Pessoal. aumentem de valor.
P U B L I C A Ç Ã O N º 3 2 3 D E Z E M B R O 2 0 0 9 Marketing Pessoal PONTOS DE INTERESSE: Conceito Na Prática Definir Objectivos Marca Pessoal Marketing Pessoal pode ser definido como o processo de
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS GESTÃO
GESTÃO DE ESTOQUES (Parte 2) DEMANDA & CONSUMO Definição de Demanda: Demanda representa a vontade do consumidor em comprar ou requisitar um produto necessário na fabricação de um outro componente. Essa
A EVOLUÇÃO DOS PRODUTOS NA INDÚSTRIA TRANSFORMADORA
A EVOLUÇÃO DOS PRODUTOS NA INDÚSTRIA TRANSFORMADORA O ciclo de fabrico característico abrange as seguintes fases: Compra de matérias e serviços Transformação das matérias-primas em produtos acabados Venda
Centro de Engenharia e Computação. Trabalho de Administração e Organização Empresarial
Centro de Engenharia e Computação Trabalho de Administração e Organização Empresarial Petrópolis 2012 Centro de Engenharia e Computação Trabalho de Administração e Organização Empresarial Gestão de Estoque
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B
2 INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B GERÊNCIAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUE Guilherme Demo Limeira SP 2005 3 GUILHERME DEMO GERÊNCIAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUE Projeto científico
Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001:2008
Gestão da Qualidade A norma NP EN ISO 9001:2008 O que é a norma? É um conjunto de requisitos que uma organização tem de respeitar para implementar e manter eficazmente um Sistema de Gestão da Qualidade.
Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software
Gestão do Risco e da Qualidade no Desenvolvimento de Software Questionário Taxinómico do Software Engineering Institute António Miguel 1. Constrangimentos do Projecto Os Constrangimentos ao Projecto referem-se
Logística e Gestão da Distribuição
Logística e Gestão da Distribuição Custos na distribuição (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Custos da distribuição necessidade de conhecimento dos custos básicos da distribuição para o planeamento
Logistica e Distribuição
Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição A Atividade de Gestão de Estoque Primárias Apoio 1 2 3 4 Conceitulizando Estoque ESTOQUES são grandes volumes de matérias
Problema de Mistura de Produtos
Problema de Mistura de Produtos A companhia Electro & Domésticos pretende escalonar a produção de um novo apetrecho de cozinha que requer dois recursos: mão-de-obra e matéria-prima. A companhia considera
Disciplina: TRANSPORTES. Sessão 10: A Intermodalidade em Sistemas de. Transportes: potencialidades, dificuldades, soluções
MESTRADO INTEGRADO DE ENGENHARIA CIVIL Disciplina: TRANSPORTES Prof. Responsável: José Manuel Viegas Transportes: potencialidades, dificuldades, soluções 2010 / 2011 1/16 MÚLTIPLAS SOLUÇÕES MODAIS Devido
Fontes de Financiamento. Fontes de Financiamento
Publicação Nº 4-29 Setembro 2010 Fontes de Financiamento PONTOS DE INTERESSE: Fontes de Financiamento Capital Alheio Capitais Próprios Copyright DecisionMaster 2001-2010 As Fontes de Financiamento designam
Work Flow no EGS F&B Control
Work Flow no EGS F&B Control Work Flow EGS F&B Ver. 10.3.0 Página 1 1. Requisição interna Na Opção Existência / Lista de requisições deverão as secções criar os seus pedidos. Criando nova requisição. Esta
O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1
LOGÍSTICA Capítulo - 4 Conceitos relacionados com o Objectivos Aplicação dos conceitos básicos de gestão de inventário; Como calcular o stock de segurança; Verificar como as políticas de produção influenciam
GRUPO DE TRABALHO DE PROTECÇÃO DE DADOS DO ARTIGO 29.º
GRUPO DE TRABALHO DE PROTECÇÃO DE DADOS DO ARTIGO 29.º 00327/11/PT WP 180 Parecer 9/2011 sobre a proposta revista da indústria relativa a um quadro para as avaliações do impacto das aplicações RFID na
UNDERLUX men s luxury underwear
Termos & Condições Bem-vindo a UnderLux.com Os presentes Termos e condições têm por objetivo definir as condições de venda estabelecidas entre a UnderLux e o Utilizador, desde o acto da encomenda aos diversos
Principais desafios do administrador de materiais na empresa atual Problema de manutenção do estoque:
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS A logística e a administração de materiais Logística é uma operação integrada para cuidar de suprimentos e distribuição de produtos de forma racionalizada, o que significa planejar,
Actividade 2 Intensidade da luz
Actividade 2 Intensidade da luz Conceitos matemáticos Materiais Representação gráfica dos dados Comparação de previsões de dados Relações: o quadrado do inverso Origens de erro e respectivos efeitos Conceitos
3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho).
GESTÃO DE STOCKS STOCKS Almofada do planeamento e programação FORNECEDOR FABRICO CLIENTE stock MP stock TC stock PA Objectivos da criação de stocks 1. Aumentar a segurança, criando defesas contra as variações
SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS
SI À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO SI À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Data: 13 de Outubro
Resumo dos Resultados Globais
AGRO.GESTÃO Resumo dos Resultados Globais Valores em EURO PROVEITOS DE EXPLORAÇÃO Activ. Produtivas Activ. Não Lucrativas Estruturais Total Produções para Venda 882.279,83 97,3 0,00 0,0% 0,00 0,0% 882.279,83
Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta
Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada
GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão ([email protected]) GESTÃO ESTRATÉGICA Texto de Apoio 1 à Análise Económica e Financeira Silva
Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos
NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO
Marketing e Publicidade 2ºANO 1º SEMESTRE
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO E TECNOLOGIA DE SANTARÉM Marketing e Publicidade 2ºANO 1º SEMESTRE FINANÇAS Docente: Professor Coordenador - António Mourão Lourenço Discentes:
Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Marília
Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Marília Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver
METODOLOGIAS E PRESSUPOSTOS
4 METODOLOGIAS E PRESSUPOSTOS 4.1 Introdução Vimos atrás, no ponto 2.9.3, uma justificação e uma descrição resumidas dos pontos que devem ser tratados sob este tema metodologias e pressupostos a adoptar
ANTÓNIO BALTAZAR MORTAL PROFESSOR ADJUNTO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO HOTELARIA E TURISMO DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE
ANTÓNIO BALTAZAR MORTAL PROFESSOR ADJUNTO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO HOTELARIA E TURISMO DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE GLOSSÁRIO DE CONTABILIDADE ANALÍTICA NOVEMBRO 2001 NOTA PRÉVIA O principal objectivo
BORDO DE LINHA. Equipe: André Evaristo Felipe Hilário Jaqueline Ostetto Renan Pazin Teresa Tromm
BORDO DE LINHA Equipe: André Evaristo Felipe Hilário Jaqueline Ostetto Renan Pazin Teresa Tromm Os sete principais desperdícios (mudas): Desperdícios e valor: Apenas uma pequena quantidade do tempo é despendida
Exemplos de Exercícios da Cadeira Gestão de Projectos. Qualidade e Manutenção. Ano Lectivo 2006/2007
Exemplos de Exercícios da Cadeira Qualidade e Manutenção Ano Lectivo 2006/2007 1. Gestão da Qualidade 1.1 28 de Junho de 2000 (6 valores) Um fabricante de placas gráficas de computadores especificou que
Armazenagem de Mercadorias
Especialização Armazenagem de Mercadorias Armazenagem de Mercadorias Os objectivos da armazenagem eficiente serão concretizados se a empresa providenciar espaços adequados ao produto que comercializa e
República de Moçambique Ministério da Saúde Direcção Nacional de Saúde Pública
República de Moçambique Ministério da Saúde Direcção Nacional de Saúde Pública Processo para o Reconhecimento do Desempenho dos Serviços de Saúde Materna e Neonatal, de Planeamento Familiar e de Prevenção
PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:
PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades
Assunto: Auxílio estatal notificado N 254/2005 Portugal Auxílio à formação a conceder à Blaupunkt Auto - Rádio Portugal, Lda.
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 08.II.2006 C(2006) 241 final Assunto: Auxílio estatal notificado N 254/2005 Portugal Auxílio à formação a conceder à Blaupunkt Auto - Rádio Portugal, Lda. Excelência, I. Procedimento
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS GESTÃO DE ESTOQUES
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS GESTÃO DE ESTOQUES Prof. Dr. Daniel Caetano 2016-1 Objetivos Conhecer a terminologia usada na gestão de estoques Conhecer os métodos e procedimentos básicos de planejamento
O PRODUTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS. Mayara Condé R. Murça TRA-53 Logística e Transportes
O PRODUTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Mayara Condé R. Murça TRA-53 Logística e Transportes Agosto/2013 Natureza do produto logístico Parte física Peso Volume Forma Desempenho Durabilidade Parte intangível
Módulo 5 Gestão de stocks
Gestão das Operações Módulo 5 Gestão de stocks 5-1 Sumário (1/2) 1. Funções dos stocks Tipos de stocks 2. Análise e controlo de stocks Análise ABC Precisão dos registos Contagens periódicas 3. Modelos
Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino
Unidade III MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Compras, abastecimento e distribuição de mercadorias Os varejistas: Precisam garantir o abastecimento de acordo com as decisões relacionadas
Definição. Planeamento Industrial Aula 13. MRP ou ponto de encomenda? Procura dependente e ponto de encomenda. MRP (Materials Requirements Planning):
Planeamento Industrial Aula 13 Material Requirements Planning (MRP):. introdução. requisitos. plano mestre de produção. funcionamento. loteamento Definição 2 MRP (Materials Requirements Planning): Conjunto
Gestão das Operações. Módulo 6 Gestão de stocks consumo dependente (MRP) 6-1
Gestão das Operações Módulo 6 Gestão de stocks consumo dependente (MRP) 6-1 Sumário 1. Requisitos do modelo de gestão de stocks de materiais com consumo dependente 2. O processo de planeamento da produção
Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas
Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas OBJECTVOS: Avaliar a capacidade do/a professor(a) de integrar esta abordagem nas actividades quotidianas. sso implicará igualmente uma descrição
Critérios Gerais de Avaliação
Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais
PRIORIDADES EM SERVIÇOS E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO. Professora Andréia Ribas [email protected]
PRIORIDADES EM SERVIÇOS E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Professora Andréia Ribas [email protected] Organização Processo de estabelecer relações entre as pessoas e os recursos disponíveis tendo em vista
X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro
X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro Permitam-me uma primeira palavra para agradecer à Ordem dos Revisores Oficiais de Contas pelo amável convite que
D.R. DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DOS RECURSOS HÍDRICOS. Aviso n.º 180/2005 de 22 de Fevereiro de 2005
D.R. DO ORDNAMNTO DO TRRITÓRIO DOS RCURSOS HÍDRICOS Aviso n.º 180/2005 de 22 de Fevereiro de 2005 Obras Fornecimentos Serviços X O concurso está abrangido pelo Acordo sobre Contratos Públicos (ACP)? SCÇÃO
Decisões de Estoque. Custos de Estoque. Custos de Estoque 27/05/2015. Custos de Estoque. Custos de Estoque. Custos diretamente proporcionais
$ crescem com o tamanho do pedido $ crescem com o tamanho do pedido $ crescem com o tamanho do pedido 27/05/2015 Decisões de Estoque Quanto Pedir Custos de estoques Lote econômico Quando Pedir Revisões
Abordagem simples aos modos de falha com recurso a um software de organização e gestão da manutenção
Abordagem simples aos modos de falha com recurso a um software de organização e gestão da manutenção Marcelo Batista (1), José Fernandes (1) e Alexandre Veríssimo (1) [email protected]; [email protected];
E-BOOK COMO SE PREPARAR PARA A NEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS. CAPÍTULO 3 Direitos e deveres do consumidor endividado
E-BOOK COMO SE PREPARAR PARA A NEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS CAPÍTULO 3 Direitos e deveres do consumidor endividado Numa daquelas confusões da vida, Juliana pagou a parcela mínima do cartão de crédito e usou o
Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI
Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI Projecto GAPI 2.0 Universidade de Aveiro, 19 de Fevereiro de 2010 João M. Alves da Cunha Introdução Modelo de Interacções em cadeia Innovation
Contabilidade II Licenciatura em Economia Ano Lectivo 2007/2008. Contabilidade II. CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005
Contabilidade II II. Demonstração dos Fluxos de Caixa Introdução CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005 2004 2005 2004 ACTIVO AB AA AL AL CAP. PRÓPRIO E PASSIVO Imobilizado Capital próprio Imob.
PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004)
TÍTULO: Atmosferas explosivas risco de explosão AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004) INTRODUÇÃO A protecção contra
GESTÃO. 6. A Informação Financeira. 6. A Informação financeira 1
GESTÃO 6. A Informação Financeira 6. A Informação financeira 1 Conteúdo Temático 1. A organização da informação financeira: o papel da Contabilidade; Introdução aos principais mapas e conceitos 2. O Balanço
Instituto Superior Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia
Instituto Superior Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia Curso de Marketing Trabalho Prático Módulo III (Ferramentas do Office) Ano Lectivo 2006 / 2007 2.º Semestre Docentes: Artur Jorge Afonso
SISTEMA DE INCENTIVOS
Organismo Intermédio Formação Ação SISTEMA DE INCENTIVOS PROJETOS CONJUNTOS FORMAÇÃO-AÇÃO FSE O objetivo específico deste Aviso consiste em conceder apoios financeiros a projetos exclusivamente de formação
1. Requisitos quanto a detecção e sensores
TERMOS DE REFERÊNCIA DO EUROSISTEMA PARA A UTILIZAÇÃO DE MÁQUINAS DE DEPÓSITO, ESCOLHA E LEVANTAMENTO POR INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO, BEM COMO QUALQUER OUTRA INSTITUIÇÃO DA ÁREA DO EURO, QUE INTERVENHAM,
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «21. O sistema de intermediação financeira é formado por agentes tomadores e doadores de capital. As transferências de recursos entre esses agentes são
ÍNDICE. NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas...
ÍNDICE PREFÁCIO... 2 NOTAS EXPLICATIVAS Metodológica e Fontes Estatísticas.. 3 Conceitos...3 Sinais Convencionais... 6 Siglas e Abreviaturas... 6 ANÁLISE DE RESULTADOS Situação Global... 7 Conta Corrente...
02-11-2010. Formador: Rui Carvalho. Carga horária 25 horas. Objectivo
Carga horária 25 horas Objectivo (s) Realização de apoio administrativo e logístico, ligada à função de aprovisionamento. Formador: Rui Carvalho Formador: Rui Carvalho 2 1. Ficheiros de armazém Códigos
DIRECTRIZES PARA A ADAPTAÇÃO DO GUIA SOBRE AS MARCAS AO UTILIZADOR
DIRECTRIZES PARA A ADAPTAÇÃO DO GUIA SOBRE AS MARCAS AO UTILIZADOR Objectivo global O principal objectivo da adaptação do guia ao utilizador é poder oferecer convenientemente às PMEs uma orientação específica,
Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado:
Rodrigo Barata Página 2 de 14 Indice 1. Promulgação 3 2. Politica da Qualidade 3 3. Missão da Empresa 4 4. Campo de aplicação 4 4.1 Referências 4 5. Apresentação da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal 5
Avaliação do Pessoal Não Docente SIADAP
Avaliação do Pessoal Não Docente SIADAP Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro com as alterações introduzidas pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro Page 1 SIADAP: PERIODICIDADE: bianual Requisitos para
Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto.
Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto. Aprova, para ratificação, a Convenção n.º 162 da Organização
Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho
Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho O Governo, cumprido o disposto nos artigos 4.º e seguintes da Lei n.º 16/79, de
Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK)
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK) Maputo, Julho de 2015 UDM 1
Plano de Continuidade de Negócios
Plano de Continuidade de Negócios Premissas O Plano de Continuidade de Negócios (PCN) é um processo pró-ativo de planejamento que assegura que uma organização possa sobreviver a uma crise organizacional/operacional,
Projecto de diploma. que estabelece o regime jurídico aplicável aos aparelhos áudio portáteis
Projecto de diploma que estabelece o regime jurídico aplicável aos aparelhos áudio portáteis A exposição prolongada ao ruído excessivo é, a nível mundial, a maior causa de distúrbios auditivos. O ruído
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações da análise tradicional e
MOG-45 - GESTÃO DE OPERAÇÕES LISTA DE EXERCÍCIOS 2
MOG-45 - GESTÃO DE OPERAÇÕES LISTA DE EXERCÍCIOS 2 1. Questões teóricas de sistemas de planejamento da produção: a. Defina e descreva planejamento agregado. b. Relacione as vantagens e desvantagens dos
PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS DOMÍNIO - RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL
AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO III PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS DOMÍNIO - RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL CÓDIGO DO AVISO: POVT-34-2010-39
WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?
WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...
11/02/2015 CONTROLE DE QUALIDADE GARANTIA DA QUALIDADE. O que é Qualidade? QUALIDADE EVOLUÇÃO DA QUALIDADE. Para o consumidor.
O que é Qualidade? CONTROLE DE QUALIDADE X GARANTIA DA QUALIDADE Para o consumidor Para o produto Definição difícil e subjetiva. Cada consumidor apresenta preferências pessoais. Qualidade adquire atributo
I O SISTEMA DE CONTROLO OFICIAL NA UNIÃO EUROPEIA
NOTA SOBRE A VERIFICAÇÃO DA OBSERVÂNCIA (CONTROLO) DO CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES DE UM PRODUTO CUJO NOME É UMA DOP OU UMA IGP I O SISTEMA DE CONTROLO OFICIAL NA UNIÃO EUROPEIA A legislação comunitária em
ECONTEXTO. Auditoria Ambiental e de Regularidade
Auditoria Ambiental e de Regularidade Organização Internacional das Entidades Fiscalizadoras Superiores - INTOSAI Grupo de Trabalho sobre Auditoria Ambiental - WGEA ECONTEXTO Este artigo é um resumo do
LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza
LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza [email protected] www.engenharia-puro.com.br/edwin Introdução A A logística sempre existiu e está presente no dia a dia de todos nós, nas mais diversas
Figura 6.1 - Ar sangrado do compressor da APU
1 Capítulo 6 - SANGRIA DE AR 6.1 - Finalidade e características gerais A finalidade da APU é fornecer ar comprimido para os sistemas pneumáticos da aeronave e potência de eixo para acionar o gerador de
PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS
PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS Fernanda Micaela Ribeiro Theiss Prof. Ademar Lima Júnior Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Ciências Contábeis (CTB 561) 14/05/2012 RESUMO
Práticas de. Responsabilidade Social. nas Organizações da. Economia social. Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria. Lucinda Maria Pereira Lopes
Práticas de Responsabilidade Social nas Organizações da Economia social Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria Lucinda Maria Pereira Lopes A responsabilidade social das empresas é, essencialmente, um
O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico
INTRODUÇÃO 1. Desenvolvimento histórico O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico Alguns marcos de desenvolvimento: Séc. XV introdução das partidas dobradas
