INSTRUMENTOS DE GESTÃO DO SUAS

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1 1º CONGRESSO REGIONAL DE POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL UBERABA INSTRUMENTOS DE GESTÃO DO SUAS 18/03/2011

2 PARA DISCUTIR SOBRE OS INSTRUMENTOS DE GESTÃO FAZ- SE NECESSÁRIO ENTENDER SOBRE A GESTÃO DO SUAS O que é e objetivos Envolve Gestão A mobilização e o trabalho de pessoas; É o processo pelo qual uma ou mais ações são planejadas, organizadas, dirigidas, coordenadas, executadas, monitoradas e avaliadas. Busca: o uso racional e a economia de recursos (eficiência), a realização dos objetivos planejados (eficácia) e, a produção dos impactos esperados sobre a realidade do seu público-alvo (efetividade). A organização de estruturas institucionais, O embate de idéias e a construção de consensos, O uso de tecnologias e instrumentos informacionais, necessários à tomada de decisão e à implementação das ações.

3 A GESTÃO DO SUAS O SUAS é um sistema composto de um conjunto de ações: serviços, programas, projetos, benefícios e transferências de renda. A gestão do SUAS, portanto, está relacionada ao: a. processo técnico e político por meio do qual as ações acima referidas são formuladas e implementadas; b. modelo de organização institucional e distribuição de responsabilidades entre atores, instituições e unidades da federação quanto ao processo de planejamento, financiamento, execução, monitoramento e avaliação da política pública; c. conjunto de mecanismos jurídicos e políticos, instrumentos técnicos, ferramentas informacionais e processos administrativos, mobilizados pelos diversos atores que atuam na área gestores, técnicos, conselheiros etc. visando garantir a efetividade das ações e o seu controle pela sociedade

4 OS INSTRUMENTOS DE GESTÃO DO SUAS De acordo com a NOB/SUAS, os instrumentos de gestão são ferramentas de planejamento técnico e financeiro do SUAS, tendo como parâmetros o diagnóstico social e os eixos da PSB e PSE. são eles: 1. O Plano de Assistência social 2. o orçamento e o financiamento 3. A Gestão da informação 4. O monitoramento e a Avaliação 5. O Relatório Anual de Gestão

5 O PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - PAS O QUE E? é um instrumento: técnico, político e operacional, que organiza, regula e norteia a execução da Política de Assistência social e define as ações prioritárias a serem desenvolvidas; Planejamento estratégico, dirigido para a implantação de um sistema de ações articuladas, sistemáticas, contínuas, com direção definida e comando Único; referência capaz de viabilizar a inserção da Política de Assistência social no sistema de planejamento global a que se refere referência capaz de possibilitar a oferta dos serviços socioassistenciais conforme as reais necessidades das famílias e indivíduos QUEM ELABORA? É o gestor. QUEM DELIBERA? Conselho de Assistência Social QUAL ESTRUTURA? objetivos gerais/específicos, diretrizes e prioridades, ações e estratégias de implantação, metas e período de execução, resultados e impactos, recursos materiais e financeiros, fontes de financiamento, cobertura da rede prestadora de serviços, indicadores de monitoramento e avaliação.

6 O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PAS exige o conhecimento das características sociais, políticas, econômicas, culturais, locais e regionais, bem como das necessidades e demandas sociais da população-alvo; exige a formulação de estratégias políticas e a identificação dos meios técnicos necessários ao enfrentamento e superação das necessidades sociais identificadas; exige o conhecimento da rede socioassistencial existente, constituída pelos serviços, programas, projetos e benefícios da assistência social, das ações de transferências de renda e dos serviços de outras políticas públicas presentes no território; pauta-se nos marcos normativos, na legislação, em documentos oficiais da Política de Assistência social, nas deliberações das conferências e dos conselhos de Assistência social.

7 A PERIODICIDADE DO PAS É elaborado para o prazo de uma administração, estabelecendo diretrizes, metas e ações, que deverão ser realizadas durante esse período. Deve ser desdobrado, anualmente, em Plano de Ação O Plano de Ação é deliberado pelo CAS. Materializa o planejamento físico e financeiro anual, com lançamento e validação das informações necessárias ao funcionamento do Sistema Municipal de Assistência Social, contendo ainda a fontes de recursos do cofinanciamento dos serviços socioassistenciais.

8 PLANO MUNICIPAL DE ASSISTENCIA SOCIAL Estrutura do Plano 1 Identificação do Plano 1.1 Dados da Prefeitura Municipal 1.2 Dados do Órgão Gestor da Assistência Social 1.3 Dados do FMAS 1.4 Dados do CMAS 2 Diagnóstico - Conhecimento da Realidade Caracterização do Órgão Gestor da Assistência Social 2.2 Composição da Equipe do Órgão Gestor 2.3 Composição do CMAS 2.4 Conferência Municipal de Assistência Social Conhecimento da realidade socioeconômica 2.6 Conhecimento dos problemas do município/assistência social 3 - Mapeamento e Cobertura da Rede Prestadora de Serviços 3.1 Unidade: Equipamentos Sociais Municipais da Assistência Social 3.2 Proteção Social Básica (PSB) Proteção Social Especial (PSE)

9 PLANO MUNICIPAL DE ASSISTENCIA SOCIAL Estrutura do Plano 4 - Quadro de Execução da Rede de Proteção Social Básica 5 Quadro de Execução da Rede de Proteção Social Especial 6 - Quadro de Ações, Objetivos, Metas, Atividades e Prazos 7 Financiamento Planejamento orçamentário da Assistência Social com base no P.P.A 2010/ Planejamento Orçamentário da Assistência Social com base no P.P.A 2010/2013/ Detalhamento das Fontes e Elementos de Despesas 7.3 Metas Físicas e Financeiras / Monitoramento e Avaliação

10 DIAGNÓSTICO - CONHECIMENTO DA REALIDADE Composição da Equipe do Órgão Gestor Vínculo Funcional Trabalhadores na Assistência Assistente Social Psicólogo Pedagogo Outros técnicos de nível superior Motorista Serviços Gerais Total Representação Efetivos CLT Cargo em comis são Composição do Conselho Municipal de Assistência Social Titular Titularidade Outros Suplente Total Conferência Municipal de Assistência Social Data da última Conferência Municipal de Assistência Social: / / Total de participantes: Governamental Não Governamental Usuário Trabalhador Entidades Deliberações:

11 DIAGNÓSTICO - CONHECIMENTO DA REALIDADE (CONT.) FONTES OFICIAIS DE DADOS, INFORMAÇÕES E INDICADORES SOCIAIS IBGE Cidades: - Dados populacionais; Contagem da População mais recente; Área da unidade territorial (Km²); Serviços de Saúde; Morbidades hospitalares; Dados Educacionais taxam de analfabetismo, evasão escolar, perfil de escolaridade, matrículas, docentes e rede escolar; Estatísticas do Registo Civil; Mapa de Pobreza e Desigualdade; ATLAS do Desenvolvimento Humano no Brasil: - Características dos Municípios; Saúde; Educação; Renda; Moradia; População; CEOSUAS: - mapas e gráficos por município e variáveis selecionadas; SUASweb: - montante de recursos transferidos para o FMAS pelo governo federal, estadual e municipal, nas abas do Plano de Ação e Demonstrativo Sintético Financeiro; CADÚNICO:base de dados cadastrais municipal das famílias com renda per capta de até meio salário mínimo; SISFAF-MG: - montante de recursos transferidos para o FMAS pelo governo estadual e municipal, no Plano de Serviço; SIM: - controle e monitoramento dos serviços estaduais de assistência social; CRAS e CREAS - base de dados a partir dos registros de atendimento, identificando as especificidades da realidade social da população referenciada de cada território, conhecendo a incidência de situações de vulnerabilidade e risco, tais como: a existência de comunidades indígenas, quilombolas, assentamentos rurais e irregulares urbanos, população com algum tipo de deficiência, população de rua, entre outros.

12 DIAGNÓSTICO - CONHECIMENTO DA REALIDADE (CONT.) Equipamentos Sociais Municipais da Assistência Social Proteção Social Básica PSB Unidade (Equipamento Social) Quantidade Proteção Social Especial PSE Outros itens (se necessário) Execução da Rede de Proteção Social Básica Modalidade de atendimento Em Execução (Nº atendimentos Indivíduos Famílias Serviços de Proteção e Atendimento Integral a Família-PAIF Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Crianças até 6 anos Crianças e Adolescentes de 6 a 15 anos Adolescentes e Jovens de 15 a 17 anos Idoso Serviços no Domicílio para Pessoa com Deficiência e Idoso Programa Bolsa Família Programa de Geração de Trabalho e Renda Ações de Enfrentamento a Pobreza Inserir outros itens (se necessário)

13 DIAGNÓSTICO - CONHECIMENTO DA REALIDADE (CONT.) Execução da Rede de Proteção Social Especial - Média Complexidade Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos PAEFI Programa de Erradicação do Trabalho Infantil Serviço Especializado em Abordagem Social Serviço de Proteção a Adolescentes em Cumprimento de Medida Socioeducativa de Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) Serviço p/ Pessoa com Deficiência, Idoso e suas Famílias Serviço Especializado p/pessoas em Situação de Rua Inserir outros itens (se necessário) Em Execução (Nº atendimentos Indivíduos Famílias Execução da Rede de Proteção Social Especial - Alta Complexidade Abrigo Casa-Lar Serviço de Acolhimento Institucional Casa de Passagem Residência Inclusiva Em Execução (Nº atendimentos Indivíduos Famílias Serviço de Acolhimento em República Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora Serviço de Proteção em Situações de Calamidades Públicas e de Emergências Inserir outros itens (se necessário)

14 DIAGNÓSTICO - CONHECIMENTO DA REALIDADE (CONT.) REDE SOCIOASSISTENCIAL Serviços, Programas, Projetos e Benefícios Entidades Parceiros/Órgãos Governamentais

15 AÇÕES, OBJETIVOS, METAS, ATIVIDADES E PRAZOS Eixo Ação/ Programa/Projeto/ Benefício Objetivos Metas Atividades Prazo Gestão PSB PSE Inserir outros itens (se necess ário)

16 FINANCIAMENTO Planejamento orçamentário da Assistência Social com base no PPA 2010/2013 Ano Planejamento Orçamentário do Município (em reais) Orçamento da Assistência Social (em reais) Percentual da Assistência Social em relação ao Orçamento do Município (%) 2010 R$ R$ 2011 R$ R$ 2012 R$ R$ 2013 R$ R$ Planejamento Orçamentário da Assistência Social com base no P.P.A 2010/2013/ Detalhamento das Fontes e Elementos de Despesas Planejamento Orçamentário (em reais) Secretaria Municipal de Assistência Social ou equivalente Fonte Despesas Correntes Despesas de Capital Total Geral Municipal Estadual Federal Total Geral

17 FINANCIAMENTO (CONT.) PSB - Modalidade de atendimento Serviços de Proteção e Atendimento Integral a Família-PAIF Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Crianças até 6 anos Crianças e Adolescentes de 6 a 15 anos Adolescentes e Jovens de 15 a 17 anos Idoso Serviços no Domicílio para Pessoa com Deficiência e Idoso Programa Bolsa Família Programa de Geração de Trabalho e Renda Ações de Enfrentamento a Pobreza Inserir outros itens (se necessário) Em Execução (Nº atendimentos Indivíduos Famílias Valor PSE - Média Complexidade - Modalidade de atendimento Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos PAEFI Programa de Erradicação do Trabalho Infantil Serviço Especializado em Abordagem Social Serviço de Proteção a Adolescentes em Cumprimento de Medida Socioeducativa de Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) Em Execução (Nº atendimentos Indivíduos Famílias Valor Serviço p/ Pessoa com Deficiência, Idoso e suas Famílias Serviço Especializado p/pessoas em Situação de Rua Inserir outros itens (se necessário)

18 FINANCIAMENTO (CONT.) Modalidade de Financiamento Custeio R$ Financiamento Geral do SUAS 2010 Recursos Município Estado União Outras Fontes Valor em R$(reais) Capital R$ Custeio R$ Capital R$ Custeio R$ Capital R$ Custeio R$ Capital R$ Custeio R$ Capital R$ Gestão PSB PSE Manutenção do CMAS Manutenção do órgão Gestor Total Geral (R$)

19 Monitoramento e Avaliação DO PAS Trata-se de comprovar a eficiência e eficácia dos serviços e ações programadas, bem como a efetividade na aplicação do gasto publico RESULTADO. Deve ser previsto um sistema de acompanhamento e avaliação para o plano como um todo; indicadores comuns a todos os programas como, por exemplo: acesso a serviços, protagonismo, autonomização, participação, etc.; indicadores específicos para cada programa e ações, adequados aos objetivos que se quer atingir em cada um, como ganho de habilidades especificas, ampliação de renda e outros.

20 A GESTÃO DA INFORMAÇÃO É um dos instrumentos imprescindíveis para consolidação do SUAS e tem como objetivo produzir condições estruturais para as operações de gestão, monitoramento e avaliação do SUAS. Possui a capacidade de produzir, registrar e disseminar a informação. É um mecanismo de registro, processamento e disseminação de informações relevantes, racionaliza os processos e fluxos necessários à tomada de decisão e torna públicas as informações relevantes ao exercício do controle social da Política de Assistência social. É desempenhada pelo processamento de dados provenientes de múltiplas fontes, acionada por sistemas tecnológicos capaz de gerar informação relevante e útil para a gestão.

21 A GESTÃO DA INFORMAÇÃO Os aplicativos da RedeSuas opera a gestão dos dados e dos fluxos de informação do SUAS, utilizando a produção, o armazenamento, a organização, a classificação e disseminação de dados, possibilitando o monitoramento e avaliação: Este aplicativos abarcam as áreas de gestão, ao financiamento e a controle social da política, ou seja, demonstram o processo de organização do SUAS. Outros: Cadastro Único, SIGPBF e do PBC Atenção: A alimentação dos sistemas de informações do SUAS é obrigação institucional de todos os entes federados, devendo os gestores responsabilizar-se pelas qualidade e fidedignidades das informações neles inseridas.

22 FERRAMENTAS INFORMACIONAIS DE SUPORTE GERENCIAL SUAS WEB GEOSUAS CADSUAS Registra as informações relativas: a) ao Plano de Ação Anual; b) ao Demonstrativo sintético Físico Financeiro para gestores com saldos, C/C, beneficiários do BPC, parcelas pagas, contendo ordem bancária, data do pagamento, etc. Comporta o sistema de Gerenciamento do Programa de erradicação do trabalho Infantil (SISPETI) e Carteira do Idoso. Resulta da integração de dados e mapas que servem de base à construção de indicadores. Desenvolvido com a finalidade de subsidiar a tomada de decisão no processo de gestão da Política de Assistência social. Sistema que coleta, processa e geri dados sobre a rede socioassistencial, órgãos governamentais, conselhos, fundos, trabalhadores do SUAS e outros dados cadastrais necessários a gestão do sistema Censo SUAS, SISJOVEM e SISPETI

23 FERRAMENTAS INFORMACIONAIS DE SUPORTE FIMNANCERIO SISFAF SIGCOM SISCON Registra as informações relativas aos procedimentos de repasse de recursos do FNAS E FEAS para os fundos municipais. Operacionaliza os repasses por intermédio de transferências automatizadas de arquivos para o SIAFI. Sistema de Gestão de convênio ou instrumento similar destinados ao cofinanciamento estadual dos serviços socioassistenciais. Registra as informações relativas ao gerenciamento de convênios operados pelo FNAS, acompanhando todo o trâmite desde o preenchimento dos planos de trabalho, formalização do convênio e prestação de contas.

24 FERRAMENTAS INFORMACIONAIS DE SUPORTE AO CONTROLE SOCIAL INFOSUAS Sistema espelho das operações do SUASWEB e dos sistemas de gestão financeira (SISFAF E SIAORC). Aberto à população, é ferramenta fundamental para a ação do controle social e para a transparência da gestão da Política de Assistência social, na medida em que: disponibiliza informações sobre os repasses financeiros do FNAS para os FAS, classificando os repasses pelos serviços da PSB e PSE (de alta e média complexidade) por regiões, estados e municípios. SICNASWEB Sistema de gestão de processos do CNAS. Tem como finalidade inscrever e cadastrar entidades com o intuito de fornecer diversos documentos como certificados, certidões, entre outros. Além disso, permite a racionalização do trabalho interno do CNAS, na medida em que agiliza o trâmite de processos e documentos, a publicação de decisões do plenário facilita também o controle social sobre esses procedimentos e a gestão de eventos e conferências. Permite acesso à base de dados dos pagamentos realizados em anos anteriores, hierarquizados pelos tipos de intervenção organizadas no período

25 O MONITORAMENTO E A AVALIAÇÃO MONITORAMENTO É o acompanhamento contínuo, cotidiano, dos gestores e gerentes, do desenvolvimento dos serviços, programas, projetos, benefícios e das políticas em relação a seus objetivos e metas. É uma função inerente à gestão com capacidade de gerar informações aos gestores, possibilitando executar ajustes necessários para melhoria de sua operacionalização. É realizado por meio de indicadores, construídos a partir de diversas fontes de dados a fim de disponibilizar aos gestores informações sobre o desenvolvimento das ações implantadas. esse procedimento possibilita verificar em que medida os objetivos e metas das ações monitoradas estão sendo atingidos AVALIAÇÃO É realizada por meio de estudos específicos que analisam aspectos como relevância, eficácia, eficiência, efetividade, resultados, impactos de programas e políticas Geralmente, são realizadas por instituições externas, tendo como características: eficácia: grau em que se alcançam objetivos e metas do projeto na população beneficiaria em determinado período de tempo, independentemente dos custos implicados. Elementos básicos: a meta e o tempo. eficiência: Aspectos financeiros, o recurso destinado deve ter o menor custo possível, atingindo maior número de beneficiados. efetividade:avaliação do impacto social produzido através do cálculo entre resultados e objetivos.

26 O MONITORAMENTO DO SUAS NACIONAL ESTADUAL MUNICIPAL Conjunto de indicadores, que permitam acompanhar a qualidade e o volume de oferta dos serviços de PSB e PSE, assim como o desempenho da gestão. Conjuga a captura e verificação de informações in loco e a utilização de dados secundários, fornecidos pelos indicadores do sistema nacional e estadual de informação do SUAS, bem como de evidencias. Deve basear-se, prioritariamente, na captura e verificação de informações in loco, junto às unidades da rede socioassistencial pública e conveniada.

27 OS INDICADORES DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO são medidas quantitativas ou qualitativas usados para quantificar ou operacionalizar a gestão do SUAS. É um valor usado para medir e acompanhar a evolução de algum fenômeno ou os resultados de processos sociais. São produzidos regularmente, com base em diferentes fontes de dados, que dão aos gestores informações regulares sobre o desempenho dos programas e das políticas, permitindo verificar se os objetivos e as metas estão sendo alcançados. INDICADORES QUANTITATIVOS Expressam variações quantificáveis, utilizam unidades de medida: número absoluto de pessoas atendidas, montante recursos, valores, médias, proporções, porcentagens. INDICADORES QUALITATIVOS Expressam dimensões não quantificáveis, como: participação, valores, atitudes, liderança, autoestima, protagonismo.

28 DE MANEIRA GERAL, OS INDICADORES DE MONITORAMENTO VISAM MENSURAR AS DIMENSÕES: Estrutura ou Insumos Valores relativos à estrutura física financeira, a infra-estrutura, etc. Exemplo:quantidade de assistentes sociais contratados; gerentes treinados, microcomputadores comprados e instalados, percentual de recursos financeiros executados. Processos ou Atividades Pontos que favorecem ou dificultam os processos de implementação da política ou do programa, incluídos seus desenho, suas dimensões organizacionais e institucionais. Produtos ou Resultados Valores relativos ao alcance de metas dos programas. Exemplo:mudanças na situação dos beneficiários, provocadas diretamente pelo programa o monitoramento e avaliação são processos distintos, porém complementares, indissociáveis e em permanente interação. os indicadores de monitoramento e avaliação devem ser criados a partir dos eixos estruturantes da Política de Assistência social com foco principal na: centralidade da família. concepção territorialidade; Financiamento; controle social; Recursos humanos; Gestão e funcionamento dos conselhos de Assistência social

29 PARA A REALIZAÇÃO DO MONITORAMENTO É NECESSÁRIO A estruturação de áreas e definição de responsabilidades e competências nas secretarias municipais de assistência social que sejam responsáveis pelo monitoramento da rede serviços estatal e privada vinculadas ao SUAS. A atividade de monitoramento, principalmente no que se refere à mensuração e acompanhamento da qualidade e do volume dos serviços ofertados, deve ocorrer de forma integrada com a Vigilância Social, a quem compete acompanhar a observância dos padrões de qualidade na oferta dos serviços socioassistencias e analisar a adequação entre a oferta de serviços e as necessidades de proteção social da população.

30 O RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO É o instrumento que apresenta os resultados alcançados na Política de Assistência social e orienta eventuais redirecionamentos que se fizerem necessários, sendo avaliados: cumprimento das realizações; dos resultados ou produtos obtidos em função das metas prioritárias estabelecidas no PAS; aplicação dos recursos. É elaborado pelo gestor e submetido ao CMAS.

31 O RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO É considerado um meio de controle e avaliação do PAS. Objetiva apresentar os resultados alcançados, comprovar as aplicações de recursos repassados ao FAS e relacionar os ajustes necessários ao plano e a programação subseqüente. Na elaboração do relatório deve ser considerados os seguintes requisitos: Clareza e objetividade; Os objetivos, as diretrizes e as metas do PAS, onde é recomendado que a apresentação seja formulada de acordo com os eixos adotados no PAS (Gestão, PSB, PSE, informação e monitoramento e rede); As ações e metas anuais definidas e alcançadas no PAS; Os recursos orçamentários previstos e executados; As observações específicas relativas às ações programadas; A análise da execução do PAS, a partir das ações e metas, tanto daquelas estabelecidas, quanto das não previstas; e As recomendações para o PAS do ano seguinte e eventuais ajustes no PAS vigente.

32 O RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO Para a organização do Relatório Anual de Gestão, sugere-se como estrutura: Introdução, com a apresentação de dados e caracterização da esfera de gestão correspondente; resolução que aprovou o PAS; e registro de compromissos técnico-político julgados necessários - Gestão e as suas prioridades (no máximo em 3 ou 4 parágrafos); Quadro sintético com o demonstrativo do orçamento (recomenda-se a apresentação do quadro seja elaborado segundo definição legal); Análise da execução da PAS, com a avaliação do alcance das ações e metas no ano e a sua correspondência com os objetivos do PAS; explicação acerca de eventuais mudanças ocorridas no cumprimento das ações e metas; avaliação do cumprimento dos compromissos contidos nos pactos federativos e outros estabelecidos; e Recomendações relativas à PAS do ano seguinte e eventuais ajustes no PAS vigente, com a explicação das razões para tal. E como anexo sugere-se inserir a ata de aprovação do respectivo Conselho de Assistência Social.

33 Muito Obrigada! Maria Juanita Godinho Pimenta Superintendente de Política de Assistência Social da SEDESE Contatos: (31)

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