Professora Sonia IME 2019

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Professora Sonia IME 2019"

Transcrição

1 IME 09 QUESTÕES BJETIVAS Teste 0 Valor: 0,5 Admita que uma solução aquosa 0,000 molar de ácido tricloroacético cogele a -0,95 º. osidere, aida, que a costate de abaixameto do poto de cogelameto (K c) da água seja,860 º.kg.mol - e que,00 L de solução coteha,00 kg de solvete. valor da costate de dissociação (K a) do ácido tricloroacético será: (A), (B),8.0 5 () 7,66.0 (D),6.0 (E),5.0 Resolução: alterativa E T : poto de cogelameto do solvete puro 0 T : poto de cogelameto da solução c 0 o o o ΔT T T 0 0,95 0,95 abaixameto do poto de cogelameto o K,860.kg.mol (cos ta te de abaixameto do poto de cogelameto) V,00 L m solvete,00 kg soluto solvete M 0,000 mol.l (cocetração molar de ácido tricloroacético) W m solvete (kg) molalidade i α q fator de va' t off soluto M soluto M V V M V 0,000 mol.l,00 L W 0,000 mol.kg m (kg),00 kg ΔT K W i c o o 0,95,860.kg.mol 0,000 mol.kg i i,875 i α q q,875 α α 0,875 Para o ácido tricloroacético : K a α M α 0,875 0,000 mol.l 0,0065 Ka 0, 875 0,5 K 0,5 a K,5 0 a [email protected]

2 Teste 0 Valor: 0,5 As moléculas abaixo são utilizadas como agetes atioxidates: Tais agetes ecotram utilização a química medicial devido a sua habilidade em capturar radicais livres, espécies muito ocivas ao corpo, pois oxidam o DA, causado iúmeras doeças. A atividade atioxidate desses compostos está relacioada a sua capacidade de doar elétros ou radicais hidrogêio. Baseado esse coceito, é de se esperar que a ordem decrescete de atividade atioxidate das moléculas seja: (A) (I) > (II) > (III) (B) (I) > (III) > (II) () (II) > (I) > (III) (D) (II) > (III) > (I) (E) (III) > (I) > (II) Resolução: alterativa E Quato maior o úmero de pares de elétros ão ligates existetes a molécula e de radicais hidrogêio, maior a atividade atioxidate. (I) tem pares e radicais hidrogêio [email protected]

3 (I) tem 0 pares e radicais hidrogêio (III) tem pares e radicais hidrogêio oclusão: III I II. Teste 0 Valor: 0,5 osidere as reações abaixo: g ½ g I g ½ g g II Assiale a alterativa correta. (A) decréscimo de etropia é meor a reação (I) do que a reação (II). (B) acréscimo de etropia a reação (I) é maior do que a reação (II). () decréscimo de etropia é meor a reação (II) do que a reação (I). (D) acréscimo de etropia a reação (II) é maior do que a reação (I). (E) A variação de etropia é igual em ambas as reações. [email protected]

4 Resolução: alterativa A etropia S mede a desordem do sistema. (g) (g) ( ) (I) S iicial : maior estado de desordem; S fial : meor estado de desordem; maior etropi a (reagetes o estado gasoso). meor etropia (produto o estado líquido) ( I) : dim iuição de etropia,5 mol de gases 0 mol de gases. (g) (g) (g) S iicial: maior estado de desordem S fial: meor estado de desordem (,5 mol de reagetes o estado gasoso) ( mol de produto o estado gasoso) (II) : dim iuição de etropia,5 mol de gases mol de gases. (II) oclusão : o decréscimo de etropia é meor a reação II do que a reação ( I). Teste 0 Valor: 0,5 É requerido que fazedas produtoras de leite bovio cotrolem a acidez do leite que está aguardado o processameto. Essa acidez é resultate da coversão da lactose em ácido lático (ácido -hidroxipropaoico) por ação de microrgaismos: 6 Um fazedeiro decidiu fazer um experimeto para determiar a taxa de geração de ácido lático o leite armazeado: retirou uma amostra de 50 cm de leite, cuja cocetração de ácido lático é de,8 g/l, e, depois de três horas, utilizou 0 cm de uma solução 0, molar de a para eutralizá-la. oclui-se que a taxa média de produção de ácido lático por litro de leite é: (A) 0,5 mg/l.s (B) 0, mg/l.s () 0,50 mg/l.s (D) 0,67 mg/l.s (E),00 mg/l.s Resolução: alterativa ocetração iicial de ácido lático,8 g / L.800 mg / L V 50 cm 0,05 L (volume da solução de ácido lático) a a 6 5 Utilizou se 0 cm (0,0 L) de uma solução 0, mol /L de a para a eutralização. L 0,0 L a , mol de a a 0,00 mol m 0,00 90 g 0,6 g 60 mg m 6 60 mg ocetração fial do ácido lático 7.00 mg / L V 0,05 L Variação de cocetração 7.00 mg /L.800 mg /L 5.00 mg /L Variação de tempo h.600 s s v 5.00 mg /L s ocetração t 0,50 mg /L.s [email protected]

5 Teste 05 Valor: 0,5 Escolha a alterativa que apreseta as substâcias relacioadas em ordem crescete de solubilidade em água, a 5 º e atm: (A) Bromo < dissulfeto de carboo < butaol < etaol < brometo de potássio. (B) Metao < eopetao < dietilcetoa < t-butaol < -butaol. () idróxido de alumíio < carboato de cálcio < carboato de magésio < itrato de prata < sulfato de bário. (D) Isobutao < p-diclorobezeo < o-diclorobezeo < o-itrofeol < p-itrofeol. (E) romato de chumbo (II) < romato de bário < carboato de sódio < carboato de magésio < clorato de magésio. Resolução: alterativa D (A) Icorreta. Dissulfeto de carboo (S ) < Bromo Etaol. Br < Butaol < Brometo de potássio KBr < (B) Icorreta. eopetao (maior cadeia carbôica do que o metao e apolar) < Metao (apolar) < dietilcetoa (apreseta o grupo carboila, logo é meos polar do que os alcoóis) < -butaol (apreseta hidroxila) < t-butaol (apreseta hidroxila e é mais ramificado do que o -butaol; possui meor cadeia pricipal). () Icorreta. arboato de magésio Mg < Sulfato de bário alumíio A < arboato de cálcio a < itrato de prata Ag. BaS < idróxido de (D) orreta. Isobutao (apolar) < p-diclorobezeo (meos polar do que o isômero orto) < o- diclorobezeo (mais polar do que o isômero para) < o-itrofeol (meos polar do que o isômero para) < p-itrofeol (mais polar do que o isômero orto). Pbr < arboato de magésio Bar < orato de magésio < arboato de sódio (E) Icorreta. romato de chumbo (II) bário Mg Mg < romato de a. Teste 06 Valor: 0,5 Assiale a alterativa correta: (A) A estrutura primária de uma proteía é defiida pela ordem em que os amioácidos adeia, timia, citosia e guaia se ligam etre si. (B) A estrutura secudária de uma proteía é defiida por coformações locais de sua cadeia pricipal que assumem padrões específicos, tais como hélices α e folhas β. () A estrutura terciária de uma proteía é defiida pelo modo coforme duas ou mais cadeias polipeptídicas se agregam etre si. (D) As ezimas são proteías que atuam como catalisadores biológicos e que se caracterizam pela sua capacidade de reagir, simultaeamete, com milhares de substratos de grade diversidade estrutural. (E) A glicose, a ribose e a frutose são ezimas que devem ser obrigatoriamete igeridas a dieta dos seres humaos, uma vez que ossos orgaismos ão coseguem sitetizá-las. Resolução: alterativa B (A) Icorreta. Adeia, timia, citosia e guaia são bases itrogeadas do DA, ou seja, ão são amioácidos. [email protected] 5

6 Adeia (A) Timia (T) Guaia (G) itosia () (B) orreta. A estrutura secudária de uma proteía é defiida por coformações locais de sua cadeia pricipal que assumem padrões específicos, tais como hélices α e folhas β. Estas estruturas são resultates das ligações de hidrogêio etre grupos e e lembram uma mola. () Icorreta. A estrutura quaterária de uma proteía é defiida pelo modo coforme duas ou mais cadeias polipeptídicas se agregam etre si. (D) Icorreta. As ezimas são catalisadores biológicos e ão têm a capacidade de reagir, simultaeamete, com milhares de substratos, pois são específicas para acelerar determiadas vias metabólicas. (E) Icorreta. A glicose, ribose e frutose são moossacarídeos. bservações teóricas: Fote: [email protected] 6

7 Teste 07 Valor: 0,5 osidere as represetações, ão idetificadas, dos seguites polímeros: polibutadieo, poliestireo, poli(cloreto de viila), poli(metacrilato de metila) e poli(cloreto de viilideo). om base essas estruturas, avalie as seteças a seguir: I poli(cloreto de viilideo) apreseta isomeria óptica equato o poli(cloreto de viila) ão apreseta isomeria óptica. II polibutadieo pode apresetar estereoisômeros cis e tras. III A massa molar do mero do poliestireo é maior do que a do mero do polibutadieo. IV A trasesterificação do poli(metacrilato de metila) com etaol produz acetato de metila mais o poli(álcool viílico). É correto apeas o que se afirma as seteças: (A) II e III. (B) I e II. () II e IV. (D) I, III e IV. (E) I, II e III. Resolução: alterativa A I Icorreta. poli(cloreto de viilideo) ão apreseta isomeria óptica, pois ão possui carboo quiral ou assimétrico, equato o poli(cloreto de viila) apreseta isomeria óptica, pois possui carboo quiral ou assimétrico. Poli(cloreto de viilideo) Poli(cloreto de viila) II orreta. polibutadieo pode apresetar estereoisômeros cis e tras, pois apreseta dois carboos ligados por dupla ligação e cada um deles ligados a dois ligates diferetes etre si. is-polibutadieo Tras-polibutadieo [email protected] 7

8 III orreta. A massa molar do mero do poliestireo 0 g.mol é maior do que a do mero do polibutadieo 5 g.mol. (mero do Poliestireo) M.M. = 8 x + 8 x = 0 M = 0 g.mol - Poliestireo (mero do Polibutadieo) M.M. = x + 6 x = 5 M = 5 g.mol - Polibutadieo IV Icorreta. A trasesterificação do poli(metacrilato de metila) com etaol produz metaol mais o poli(metacrilato de etila). + + Metaol Poli(metacrilato de metila) Etaol Poli(metacrilato de etila) Teste 08 Valor: 0,5 Assiale a alterativa VERDADEIRA: (A) A eergia de ligação a molécula de é maior que o ío +. (B) A eergia de ligação a molécula de é maior que o ío +. () A molécula de tem maior eergia de ligação que os íos e. (D) A ligação dupla tem o dobro da eergia da ligação simples. (E) ío é mais estável que o ío +. Resolução: alterativa B Teoria evolvida: os diagramas de eergia de orbitais moleculares são costruídos a partir de resultados experimetais (via espectroscopia fotoelétrica o UV) ou a partir de cálculos teóricos. osiderado: orbital ligate σ ; orbital atiligate orbital ligate π ; orbital atiligate * σ ; * π ; [email protected] 8

9 úmero de elétros ligates úmero de elétros atiligates rdem de ligação. Diagrama de ível de eergia de orbital molecular de molécula diatômica homouclear (a direita do grupo da tabela periódica) e orbital atômico dos átomos costituites para o (a ordem de x, y e z pode variar), ão está em escala: s * p z p * p x ; p * p y p x ; p y ; p z p x ; p y ; p z p p x ; p p y s p z s * s s s s s s * s s s s s Átomo Átomo rbitais moleculares Diagrama de ível de eergia de orbital molecular de molécula diatômica heterouclear (a direita do grupo da tabela periódica) e orbital atômico dos átomos costituites para o e (a ordem de x, y e z pode variar), ão está em escala: s * p z p * p x ; p * p y p x ; p y ; p z p x ; p y ; p z p p x ; p p y s p z s s * s s s * s s s s Átomo : meos eletroegativo rbitais moleculares s s s Átomo : mais eletroegativo [email protected] 9

10 Diagrama de ível de eergia de orbital molecular de molécula diatômica heterouclear (a direita do grupo da tabela periódica) e orbital atômico dos átomos costituites para o e (a ordem de x, y e z pode variar), ão está em escala: s * p z p * p x ; p * p y p x ; p y ; p z p x ; p y ; p z s p z p p x ; p p y s s * s s s * s s s s Átomo : meos eletroegativo rbitais moleculares s s s Átomo : mais eletroegativo (A) Falsa. A eergia de ligação a molécula de é meor que o ío, pois a ordem de ligação a molécula de,5 é meor do que a ordem de ligação o ío : s s p amada de valêcia : s s p amada de valêcia * * * σ σ σ σ σ z π x π y π x : s s s s p p p p 0 5 rdem de ligação,5 *. : s s p : s s p amada de valêcia amada de valêcia amada de valêcia ou : s s p : s s p amada de valêcia [email protected] 0

11 * * σ σ σ σ σ z π x π y : s s s s p p p 0 rdem de ligação * (B) Verdadeira. A eergia de ligação a molécula de é maior que o ío, pois a ordem de ligação a molécula de : s s p amada de valêcia : s s p amada de valêcia é maior do que a ordem de ligação o ío,5 x y z * * σ σ σ σ π π σ : s s s s p p p 0 rdem de ligação *. : s s p amada de valêcia : s s p amada de valêcia x y z * * σ σ σ σ π π σ : s s s s p p p 9 rdem de ligação,5 () Falsa. A ordem de ligação do ío,5 que é maior do que a ordem de ligação do ío,5 maior eergia de ligação do que o ío. : s s p amada de valêcia : s s p amada de valêcia * é maior do que a ordem de ligação da molécula, ou seja, a molécula de tem : s s s s pz px py px p y * * * * σ σ σ σ σ π π π π 0 6 rdem de ligação * [email protected]

12 : s s p amada de valêcia : s s p amada de valêcia * * * σ σ σ σ σ π π π : s s s s p p p p z x y x 0 5 rdem de ligação,5 * : s s p amada de valêcia 5 : s s p amada de valêcia : s s s s pz px py px p y * * * * σ σ σ σ σ π π π π 0 7 rdem de ligação,5 (D) Falsa. A ligação dupla é meor do que a ligação simples, ou seja, a ligação dupla (6, kj/mol) 6,8 kj/mol, porém, a tem mais eergia do que a ligação simples razão etre estes valores ão é. (E) Falsa. ío ordem de ligação : * é meos estável que o ío ordem de ligação :, pois a ordem de ligação do ío é meor do que a ordem de ligação do ío. : s s p amada de valêcia 5 : s s p amada de valêcia * * * * σ σ σ σ σ z π x π y π x π y : s s s s p p p p p 0 6 rdem de ligação * : s s p : s s p amada de valêcia amada de valêcia amada de valêcia ou : s s p : s s p amada de valêcia * * σ σ σ σ σ z π x π y : s s s s p p p 0 rdem de ligação * [email protected]

13 Teste 09 Valor: 0,5 Quato à precipitação do hidróxido férrico K é correto afirmar que PS 6,0.0 em uma solução 0,00 molar de Fe +, (A) idepede do p. (B) ocorre somete a faixa de p alcalio. () ocorre somete a faixa de p ácido. (D) ão ocorre para p <. (E) ocorre somete para p. Resolução: alterativa D Tem-se o seguite equilíbrio: Fe() Fe K,0 0 (s) (aq) (aq) PS KPS Fe Fe KPS correrá precipitação (deslocameto para a esquerda). Fe 0,00 mol /L 0 mol /L 6 0, mol /L mol /L 0 log log 0 p oclusão: quato à precipitação do hidróxido férrico é correto afirmar que ocorre em p maior do que três, ou seja, ão ocorre para p meor do que três. 6 Teste 0 Valor: 0,5 Assiale, detre as alterativas, aquela que correspode às fuções orgâicas geradas após a hidrólise ácida total da molécula abaixo: [email protected]

14 +(A) Ácido carboxílico, amia, álcool. (B) Amia, ácido carboxílico, álcool, aldeído. () Álcool, cetoa, éster, éter. (D) Amida, aldeído, cetoa. (E) Éter, amida, ácido carboxílico. Resolução: alterativa A a hidrólise ácida total da molécula, o grupo itrilo é trasformado em amida e depois em ácido carboxílico; o grupo éster é trasformado em ácido carboxílico e álcool e o grupo amida é trasformado em amia e ácido carboxílico: + + / - Ácido carboxílico Ácido carboxílico Álcool + Amia Ácido carboxílico As fuções orgâicas geradas após a hidrólise ácida total da molécula são: ácido carboxílico, amia e álcool. [email protected]

15 QUESTÕES DISSERTATIVAS DADS Iformações de Tabela Periódica Elemeto F Mg Al K a u Br Massa atômica (u),00,0,0 6,0 9,0,0 7,0 5,5 9,0 0,0 6,5 80,0 úmero atômico ostates: ostate de Faraday: F = mol - ostate Uiversal dos Gases = 0,08 atm L K - mol- =,00 cal K - mol- = 8, J mol- K- 0, log 0, 0,5 Dados: Poteciais-padrão de redução a 5 o : A e A i e i u e u Fe e Fe ΔE ΔE ΔE ΔE o red o red o red o red,66 V 0,5 V 0, V 0,6 V Equação de erst: 0 0,059 E E log Q oversão: T(K) = t( o ) + 7 Questão 0 (valor,0) osidere a equação de dissociação do composto A, que ocorre a uma determiada temperatura: A B (g) (g) (g) Desevolva a expressão para o cálculo da pressão total dos gases, que se comportam idealmete, em fução do grau de dissociação () as codições de equilíbrio. Resolução: p p (pressão iicial; gás A) A p α αp αp (equilíbrio; gases B e em fução de p) P pα αp αp p αp K total A B (g) (g) (g) p 0 0 (iício; tem se apeas o gás A) αp αp αp (durate; gases B e em fução de p) B p α α p p αp αp αp αp P pa p [email protected] 5

16 total α KP p () α P p αp Ptotal Ptotal p α p () α Substituido () em (), vem : K P α P p Ptotal α α K α α total P utro modo de resolução: p V R T p V R T A B B p α (g) (g) (g) P A (g) (g) (g) V 0 0 (iício; tem se apeas o gás A) Etão, A B p RT 0 0 (iício) p p p α α α RT RT RT (durate) p p p α α α RT RT RT (equilíbrio) K p p α α p p RT RT p α RT p α K P () RT α o equilíbrio : P p p p total A B p p p Ptotal α α α RT RT RT p Ptotal α RT p Ptotal () RT α [email protected] 6

17 Substituido () em (), vem : K P Ptotal α P α α K α α total P α Questão 0 (valor,0) Uma pequea célula eletroquímica blidada, formada por eletrodos de alumíio e de íquel, deve operar a temperatura costate de 98 K. Para tato, recebe uma camisa de refrigeração, isolada do meio extero, cotedo 00 g de água. Supodo que a célula trasfere ao exterior, de maeira reversível, uma carga de Faraday, calcule a elevação da temperatura que ocorrerá a água detro da camisa de refrigeração. Ademais, sabe-se que essa célula apreseta uma variação de potecial a razão de,5 0 V/K. osidere que o calor específico da água de refrigeração é de,0 J/g.K. Resolução: T 98 K ΔU,5 0 V.K var iação de potecial K 98 K,5 0 V ΔU' ΔU' 98,5 0 V q J. V (c arg a de Faraday) m 00 g c,0 J. g. K Q m c ΔT (calor abosorvido) Q E m c ΔT q ΔU' E q ΔU' (eergia potecial elétrica) q ΔU' ΔT m c J. V 98,5 0 V ΔT 00 g,0 J. g. K ΔT 0,7 K Questão 0 (valor,0) Mistura-se a água cotida em dois recipietes, desigados por A e B, de forma adiabática. ada um cotém a mesma massa m de água o estado líquido. Iicialmete, as temperaturas são T o recipiete A e T+T o recipiete B. Após a mistura, a água atige a temperatura fial de equilíbrio térmico. Mostre que a variação de etropia do processo de mistura é positiva. Dado: T ΔS mcp, ode T e T são duas temperaturas em dois estados diferetes do processo e T c p é o calor específico da água, cosiderado costate. [email protected] 7

18 Resolução: equilíbrio iicial equilíbrio Recipiete A Massa de água f f m T iicial T QA m cp Tf T T T alor específico da água c Recipiete B Massa de água m Q m c T T T T T T T T alor específico da água c o equilíbrio térmico: QA QB 0. Etão, m c T T m c T T T 0 f P f P f m cp T T T T T 0 f f Tf TT T T T 0 T T T f (I) Substituido T f Tf T T SA m cp SA m cp T T Tf T T SB m cp SB m cp T T T T S S S mistura A B P P as equações a seguir, vem : T T T T Smistura m cp m cp T T T T T T T Smistura m cp T T T T T Smistura m cp T T T T T T T 0 T T T T T T T T T T T T T T T T 0 T TT T T TT 0 T 0 Para qualquer valor de T, T será maior do que ze T T T T T mistura 0 T T m cp T T T 0 S 0 B P f ro. Etão, [email protected] 8

19 Questão 0 (valor,0) Adicioa-se letamete K r a uma solução que cotém Ag 8 0 molar e Pb,5 0 molar. Desprezado-se a variação de volume, qual será a cocetração do sal que começou a precipitar primeiro, o exato mometo em que o segudo sal começar a precipitar? Dados: K Ag r,6 0 Resolução: PS e KPS(Pbr ),8 0. [Ag ] 8 0 mol /L; Kr é adicioado. Ag r Ag r K,6 0 PS PS K Ag r (precipitação), r,6 0 r r,5 0 mol / L [Pb ],5 0 mol /L; Kr é adicioado. Pbr Pb r K,8 0 PS PS K Pb r (precipitação),8 0,5 0 r,8 0 r,5 0 r,0 0 mol /L 6 omo,0 0 mol /L,5 0 mol /L, coclui se que Pbr precipita primeiro. 6 segudo sal Agr começará a precipitar quado r,5 0 mol /L. Etão, aa log amete para o Pbr, vem : Pbr Pb r K,8 0 PS PS K Pb r (precipitação),8 0 Pb,5 0 6,8 0 Pb, Pb 7, 0 mol / L (o exato mometo em que o segudo sal começa a precipitar). [email protected] 9

20 Questão 05 (valor,0) oloque os seguites ácidos em ordem decrescete de acidez: ácido fluoroacético, ácido metaossulfôico, ácido tricloroacético, ácido trifluoroacético e ácido trifluorometaossulfôico. Resolução: Quato maior for o efeito idutivo egativo ( I S), mais positivado ficará o átomo de oxigêio localizado o grupo da carboxila ou do grupo sulfôico e, cosequetemete, o átomo de hidrogêio será liberado com mais facilidade em solução aquosa. ácido carboxílico trifluoracético é mais forte do que o ácido carboxílico tricloracético, pois o flúor á mais eletroegativo do que o cloro gerado um efeito idutivo egativo ( I S) maior. Já o ácido carboxílico tricloroacético é mais forte do que o ácido carboxílico fluoracético, pois são três átomos de cloro, gerado um efeito idutivo egativo ( I S) maior, cotra um átomo de flúor. Ácido trifluoracético F F F + + F F F Radicais elétro-atraetes (produz efeito idutivo -I s ) (aumeto da força ácida) Ácido tricloroacético + + Radicais elétro-atraetes (produz efeito idutivo -I s ) Ácido fluoroacético (aumeto da força ácida) + + F F Radical elétro-atraete (produz efeito idutivo -I s ) (aumeto da força ácida) efeito ressoate gerado pelo grupo S (sulfôico) é maior, comparativamete, ao efeito ressoate gerado pelo grupo (carboxila), devido à maior quatidade de átomos de oxigêio ligados ao exofre. ácido sulfôico trifluormetaossulfôico será mais forte do que o ácido sulfôico metaossulfôico, pois a preseça dos três átomos de flúor produzirá um efeito idutivo egativo ( I S) maior a estrutura. [email protected] 0

21 Ácido trifluormetaossulfôico F F F S Radicais elétro-atraetes (produz efeito idutivo -I s ) F + + F S F (aumeto da força ácida) Ácido metaossulfôico S Radical elétro-repelete (produz efeito idutivo +I s ) + + S (dimiuição da força ácida) A ordem decrescete de acidez é dada por : ácido trifluormetaossulfôico ácido metaossulfôico ácido trifluoracético ácido tricloroacético ácido fluoracético. Questão 06 (valor,0) Sabe-se que o ío cobre (II) tem tedêcia a reagir quase que totalmete u. A costate de equilíbrio dessa reação, deomiada costate de formação (K f), permite avaliar a estabilidade desse ío a solução. com a amôia, em meio aquoso, formado o ío osidere uma célula voltaica, a 5 º, em que uma semicélula é costituída por uma haste de cobre mergulhada em 50,0 ml de solução aquosa 0,0 mol/l de us e a outra por uma haste de ferro mergulhada em 50,0 ml de solução aquosa 0,5 mol/l de FeS. Adicioado-se 50,0 ml de solução aquosa,80 mol/l de ao compartimeto que cotém us, obtém-se uma fem de 0,87 V a célula. Determie a costate de formação do Resolução: A semicélula é formada por hastes de cobre e ferro. u De acordo com os poteciais-padrão de redução forecidos o cabeçalho da prova, vem:. o u e u ΔE red 0, V (mater) Re dução u e u o Fe e Fe ΔE red 0, 6 V (iverter) xidação Fe Fe e 0, V 0,6 V Global u Fe ΔE Emaior E u Fe meor ΔE 0, V ( 0,6 V) 0,80 V A haste de cobre é mergulhada em 50,0 ml de solução aquosa 0,0 mol L de us e a haste de ferro é mergulhada em 50,0 ml de solução aquosa 0,5 mol /L de FeS. Adicioado-se [email protected]

22 50,0 ml de solução aquosa,80 mol/l de ao compartimeto que cotém us, obtém-se uma fem de 0,87 V a célula. A partir destas iformações e utilizado a equação de erst, pode-se calcular a cocetração dos íos u. FeS 0,5 mol.l Fe 0,5 mol.l (compartimeto sem adição de outra solução) o 0,059 E E log Q (equação de erst) mols úmero de mols de elétros trasferidos Q : relação etre as cocetrações dos cátios E o 0,80 V E 0,87 V u Global Fe 0,059 0,5 mol.l 0,87 V 0,80 V log u 0,5 mol.l 0, V log 0,059 u 0, 5 mol.l log u u u Fe,5 0 mol.l,5 0 mol.l l og 0 u u total 5,5 0 mol.l (equilíbrio),80 mol.l V 50 ml 0,05 L V V, 80 mol.l 0,05 L 0, mol V 50 ml 50 ml 00 ml 0, L 0, mol ', mol.l (iicial) 0, L us u 0,0 mol.l V 50 ml 0,05 L (solução de us ) u V u u total (solução de us ) 0,0 mol.l 0,05 L 0,0 mol u 0,0 m u ' u ol ' 0, mol.l (iicial) V 0, Deve-se, etão, aalisar o equilíbrio de formação. [email protected]

23 f mol mol mol L L L 5 mol mol L M L f u f u u( ) K? 0,, 0 (iício) M M M (durate),5 0, M (equilíbrio) 5 mol 5 L M 0, M,5 0 0,,5 0 0, mol.l K K f u( ) 0, 5,5 0, 0, K, , 0,5 Questão 07 (valor,0) Sabedo que a molécula A é um hidrocarboeto com massa molar 8 g/mol, determie as estruturas dos compostos A a E o esquema de reações abaixo: Resolução: A molécula A é descrita o esquema reacioal forecido como um hidrocarboeto que sofre hidratação. Para que isto ocorra a molécula tem que apresetar isaturação, ou seja, existem duas possibilidades: ou. Etão para a massa molar de 8 g/mol, vem: ; 8 (alceo) 8 8 (eteo; ) 8 (alcio) , (ão covém) [email protected]

24 S;0 Disidrmalocar(7Sxaç + A (Eteo) + B (Etaol) + B (Etaol) (Dietil - éter) r eterotaeçãula + + A (Eteo) + []B (Etaol) B (Etaol) idcoc)ão + D (Ácido etaoico) D (Ácido etaoico) + S (oreto de tioila) (oreto de etaoila) + S (g) + (g) + + (oreto de etaoila) E (Etaamida) u seja, A (Eteo) B (Etaol) (Dietil - éter) D (Ácido etaoico) E (Etaamida) [email protected]

25 Questão 08 (valor,0) Estabeleça a relação etre as estruturas de cada par abaixo, idetificado-as como eatiômeros, diastereoisômeros, isômeros costitucioais ou represetações diferetes de um mesmo composto. a) b) c) d) e) Resolução: a) e Trata-se da represetação do mesmo composto, diclorocicloexao a forma de cadeira e barco, ou seja, tem-se coformação. [email protected] 5

26 b) E A E A A E E (posição equatorial) E A E E A (posição axial) A A e Tras is Trata-se da represetação de isômeros tras e cis do, diclorocicloexao, ou seja, tem-se diasteroisômeros. c) e Metóxipropao Etoxietao Trata-se de metâmeros (isômeros costitucioais; metameria). d) e) s e Trata-se da represetação do mesmo composto but, dieo com rotação da ligação sigma σ. s R R R R R R Apreseta isomeria óptica R R F F e F F Trata-se de um caso especial de isomeria óptica (compostos alêicos) o qual a molécula ão apreseta plao de simetria. 6 [email protected]

27 Questão 09 (valor,0) A massa molar de um polímero pode ser determiada por meio do tempo de reteção em colua cromatográfica (cromatografia líquida), tedo por base uma curva de calibração, massa molar versus tempo de reteção, obtida por padrões de massa molar cohecida. osidere a curva de calibração liear obtida com padrões de poli(metacrilato de metila) de massa molar (M w) variável etre 560 g/mol e 60 g/mol, a seguir. osidere agora um polímero obtido por meio da reação estequiométrica de esterificação etre o ácido tereftálico e o etileo glicol. Se esse polímero apreseta um tempo de reteção de 8 miutos, determie a massa de água, em quilogramas, que deve ser retirada do meio reacioal, de forma que o equilíbrio da reação de esterificação seja deslocado completamete para o lado dos produtos. Resolução: A partir da curva de calibração liear obtida com padrões de poli(metacrilato de metila) de massa molar (M w ) pode-se determiar a massa molar deste polímero aalisado-se a semelhaça etre os triâgulos retâgulos formados a figura ; Log 0, (dado) Por semelhaça, vem : Log 60 Log560 6 Log M Log log 0, 0,6 Log 560 Log M M Log Log M 0,6 Log 0, 560 M 0, , 0,5 (dado) M,5 560 M,5 560 g /mol 800 g /mol [email protected] 7

28 De acordo com a curva de calibração, após 8 miutos tem-se 800 g de poli(metacrilato de metila), supodo que a icliação da curva deste polímero seja muito próxima à icliação da curva obtida para o PET, a massa molar utilizada pode ser a mesma. Reação estequiométrica de esterificação etre o ácido tereftálico e o etileo glicol produzido PET (deslocada completamete para a direita): + ácido tereftálico etileoglicol M 0 8 PET g.mol 9 g.mol 800 g.mol 9 g.mol 00 mol mol 00 mol 00 mol água m 00 8 g 700 g m água água 7, kg + politereftalato de etileo PET Questão 0 (valor,0) Um recipiete A, dotado de uma válvula a parte superior, está totalmete preechido por uma solução de mols de em 800 g de água. recipiete A foi, etão, coectado ao recipiete B previamete evacuado, fechado por válvula e com volume de,6 L. Em um dado mometo, as válvulas foram abertas deixado o sistema esta codição durate tempo suficiete para atigir o equilíbrio. Após o equilíbrio, as válvulas foram fechadas e os recipietes foram descoectados. Sabedo-se que: todo o processo ocorreu à temperatura costate de 00 K; a costate de ery para a solubilidade do a água, K, expressa em fração molar vale /0 atm - ; a variação de volume da fase líquida pode ser desprezada; o gás tem comportameto ideal. alcule o úmero de mols de que migraram para o recipiete B em fução de. [email protected] 8

29 Resolução: gás carbôico ( ) se dissolve a água coforme o equilíbrio: Soluto(g) Solvete( ) Solução( ). Um aumeto de pressão favorece o deslocameto para a direita e cosequete formação da solução. A solubilidade do gás carbôico ( ) dissolvido em água é proporcioal à pressão parcial do gás carbôico (B) acima da água, ou seja, a Lei de ery é obedecida. A lei de ery á aplicada quado o gás ão iterage fortemete com o solvete e a pressão parcial e a cocetração do soluto são baixas, ou seja, quado o gás e a solução são ideais. álculo de : M 6 g.mol 8 g.mol m água () água.800 g água m água.800 g água 00 mol água 00 mol M 8 g.mol água álculo da pressão parcial (p) : V B,6 L R 0,08 atm.l.mol.k.mol T 00 K B úmero de mols de R T p V R T p p B B B VB B 0,08 atm.l.mol.k.mol 00 K,6 L p 5 atm B : úmero de mols de B total que " migraram" para o recipiete B dissolvido em água ates das válvulas serem abertas : úmero de mols dissolvido em água o equilíbrio [email protected] 9

30 omo é um valor muito pequeo : total total X X total B B X K p B K p (I) Pela lei de ery, vem : B K p B mol atm 5 B atm 00 5 B 0 50 B B B B 0,0 5 B B água 0 B Substituido os valores de (00 mol), K ( atm ) e p 5 atm em (I), vem : 5 00 mol 0 [email protected] 0

GGE RESPONDE QUÍMICA IME 2019 (2ª FASE)

GGE RESPONDE QUÍMICA IME 2019 (2ª FASE) . Considere a equação de dissociação do composto que ocorre a uma determinada temperatura: (g) B(g) + C(g) Desenvolva a expressão para o cálculo da pressão total dos gases, que se comportam idealmente,

Leia mais

CUSC MEDICINA Primeiro Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO

CUSC MEDICINA Primeiro Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO US 019 - MEDIINA Primeiro Semestre ENTR UNIVERSITÁRI SÃ AMIL 01. Muitas ferrametas de seguraça são produzidas com uma liga de cobre-berílio (cohecida como u). Essa liga ão gera faíscas por atrito ou impacto,

Leia mais

CUSC MEDICINA - Primeiro Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO

CUSC MEDICINA - Primeiro Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO US 017 - MEDIIA - Primeiro Semestre ETRO UIVERSITÁRIO SÃO AMILO 01. Em uma proveta, foram adicioados cuidadosamete volumes iguais dos diferetes líquidos idicados a tabela. osiderado que os líquidos ão

Leia mais

CUSC MEDICINA - Primeiro Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO

CUSC MEDICINA - Primeiro Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO US 016 - MEDIINA - Primeiro Semestre ENTR UNIVERSITÁRI SÃ AMIL 01. A quatidade média de sódio (massa molar g/mol) ecotrada por pacote de 100 g de amostras de biscoito de polvilho aalisadas pela ANVISA

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA

CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA Itrodução CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA A Ciética Química estuda a velocidade com a qual as reações acotecem e os fatores que são capazes de realizar ifluêcia sobre ela. A medida mais

Leia mais

ELETROQUÍMICA TÓPICOS EXTRAS

ELETROQUÍMICA TÓPICOS EXTRAS ELETROQUÍMCA TÓPCOS EXTRAS trodução Este artigo tem por fialidade tratar de assutos relacioados com a Eletroquímica que têm sido largamete cobrados os vestibulares do ME e do TA. remos tratar e mostrar

Leia mais

FASM MEDICINA - Primeiro Semestre FACULDADE SANTA MARCELINA

FASM MEDICINA - Primeiro Semestre FACULDADE SANTA MARCELINA FASM 018 - MEDIINA - Primeiro Semestre FAULDADE SANTA MARELINA 01. Laboratórios químicos geram resíduos que causam impactos ambietais egativos. Esses resíduos devem ser adequadamete separados ates de seguirem

Leia mais

Respostas Saiba Mais Reações de Eliminação

Respostas Saiba Mais Reações de Eliminação Respostas Saiba Mais Reações de Elimiação. F F V V F. De acordo com a regra de Saytzeff, o alqueo A seria o reagete adequado. A é um composto do tipo tras. B por apresetar dois ligates ) iguais o mesmo

Leia mais

Professora Sonia. CUSC MEDICINA - Segundo Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO

Professora Sonia. CUSC MEDICINA - Segundo Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO CUSC 2017 - MEDICINA - Segudo Semestre CENTR UNIVERSITÁRI SÃ CAMIL 01. maracujá, por ser rico em potássio, cotribui para o cotrole da pressão arterial. A tabela apreseta os pricipais mierais ecotrados

Leia mais

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 21/10/06

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 21/10/06 P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 21/10/06 Nome: Nº de Matrícula: Gabarito Turma: Assiatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 a 2,5 Total 10,0 Costates: R = 8,31 J mol -1 K -1 = 0,0821 atm

Leia mais

QUÍMICA QUÍMICA. Questão 01

QUÍMICA QUÍMICA. Questão 01 QUÍMIA QUÍMIA Um composto de fórmula molecular AB 5 é costituído por elemetos que pertecem ao mesmo período de um determiado gás obre. Tal gás obre apreseta a mesma distribuição eletrôica que um ío de

Leia mais

FASM MEDICINA - Segundo Semestre FACULDADE SANTA MARCELINA

FASM MEDICINA - Segundo Semestre FACULDADE SANTA MARCELINA FASM 2016 - MEDIINA - Segudo Semestre FAULDADE SANTA MARELINA 01. No tratameto de esgotos, o método utilizado para a remoção de poluetes depede das características físicas, químicas e biológicas de seus

Leia mais

Química D Extensivo V. 7. Resolva

Química D Extensivo V. 7. Resolva Extesivo V. 7 Resolva 5.01) Aula 5 N + Na N + Na + a) β () 1 b) (+) dextrógiro tras 7.01) D bactérias suco de limão viagre Aula 7 leite (desaturação) Aula 6 6.01) N + l 8.01) A Aula 8 N l a) etao alcao

Leia mais

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 18/09/06

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 18/09/06 P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 18/09/06 Nome: Nº de Matrícula: GABARITO Turma: Assiatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0 Dados R 0,081 atm L -1 K -1 T (K ) T ( C) + 73,15 1 atm

Leia mais

TITULAÇÕES POR OXIREDUÇÃO. Qui-094 Introdução a Análise Química Profa Maria Auxiliadora Costa Matos

TITULAÇÕES POR OXIREDUÇÃO. Qui-094 Introdução a Análise Química Profa Maria Auxiliadora Costa Matos TITULAÇÕS POR OXIRDUÇÃO Qui-94 Itrodução a Aálise Química Profa Maria Auxiliadora Costa Matos - TITULAÇÕS POR OXIRDUÇÃO As Titulações por oxiredução (Volumetria de oxiredução) baseiam-se em reações de

Leia mais

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 02/04/05

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 02/04/05 P1 - PRVA DE QUÍMICA GERAL 0/04/05 Nome: Nº Matrícula: (Gabarito) Turma: Assiatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,0 a,0 3 a,0 4 a,0 5 a,0 Total 10,0 Dados R 0,081 atm L -1 K -1 K C + 73,15 1 atm 760,0

Leia mais

Química Concentração das soluções Vestibular - FUVEST

Química Concentração das soluções Vestibular - FUVEST Química Cocetração das soluções Vestibular - FUVEST 1. (Fuvest 2014) Nos aos de 1970, o uso do iseticida DDT, também chamado de 1,1,1- tricloro-2,2-bis (para-clorofeil)etao, foi proibido em vários países.

Leia mais

Concentração de Soluções

Concentração de Soluções Esio Médio QUÍMICA Data: / /2012 Atividade: Exercícios de Recuperação Paralela e Aual aula 2 Nome : o Classe: 2 2MA Cocetração de Soluções 1 1. (Uisc 2012) Qual a cocetração em gl de uma solução de 500

Leia mais

Questões Resolvidas de EquaÇão de Nernst

Questões Resolvidas de EquaÇão de Nernst Questões Resolvidas de EquaÇão de Nerst. (ITA 3) É ERRADO afirmar que, à temperatura de 5 C, o potecial de um eletrodo de cobre costruído pela imersão de uma placa de cobre em solução aquosa mol L de cloreto

Leia mais

Gases Introdução Lei de Boyle

Gases Introdução Lei de Boyle Itrodução Nos gases, as forças de atração itermoleculares são fracas, que permitem um movimeto rápido e idepedete das moléculas. Por outro lado, seu comportameto é cotrolado pelo seu volume, pressão, temperatura

Leia mais

vem do gás sendo queimado. Sabendo que se formou 1 mol de CO (44g equivale a 1 mol desse composto), concluímos que havia 1 mol de átomos C no gás CH

vem do gás sendo queimado. Sabendo que se formou 1 mol de CO (44g equivale a 1 mol desse composto), concluímos que havia 1 mol de átomos C no gás CH 1) A equação (balaceada) da combustão é CxH x O xco HO 4 1 Perceba que todo o carboo presete o CO vem do gás sedo queimado. Sabedo que se formou 1 mol de CO (44g equivale a 1 mol desse composto), cocluímos

Leia mais

SOLUÇÕES e GASES- EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

SOLUÇÕES e GASES- EXERCÍCIOS RESOLVIDOS rof. Vieira Filho SOLUÇÕES e GSES- EXERCÍCIOS RESOLVIDOS SOLUÇÕES. em-se 500g de uma solução aquosa de sacarose (C O ), saturada a 50 C. Qual a massa de cristais que se separam da solução, quado ela é

Leia mais

UFSC. Química (Amarela) , temos 10 mol de Mg, ou seja, 243 g de Mg. Resposta: = 98. Comentário

UFSC. Química (Amarela) , temos 10 mol de Mg, ou seja, 243 g de Mg. Resposta: = 98. Comentário Resposta: 02 + 32 + 64 = 98 01. Incorreta. carbonato de magnésio é um sal insolúvel em H 2, logo não dissocia-se em Mg 2+ e (aq) C2. 3(aq) 02. Correta. 12 Mg 2+ = 1s 2 2s 2 2p 6 K L 04. Incorreta. É um

Leia mais

PROJETO E ANÁLISES DE EXPERIMENTOS (PAE) PROJETO FATORIAL 2 k COMPLETO E REPLICADO. Dr. Sivaldo Leite Correia

PROJETO E ANÁLISES DE EXPERIMENTOS (PAE) PROJETO FATORIAL 2 k COMPLETO E REPLICADO. Dr. Sivaldo Leite Correia PROJETO E ANÁLISES DE EXPERIMENTOS (PAE) PROJETO FATORIAL 2 k COMPLETO E REPLICADO Dr. Sivaldo Leite Correia CONCEITOS, LIMITAÇÕES E APLICAÇÕES Nos tópicos ateriores vimos as estratégias geeralizadas para

Leia mais

Polímeros. Um dos métodos de produção de polímeros orgânicos envolve a reação geral

Polímeros. Um dos métodos de produção de polímeros orgânicos envolve a reação geral Polímeros Questão 01) etileo é usado pricipalmete a fabricação do polietileo, um dos polímeros mais utilizados o mudo. Sua reação de obteção pode ser represetada pela equação abaixo: 2 4 (24) Aalise as

Leia mais

H = U + PV função de estado. Processo isobárico e quase-estático (dp = 0): dh A variação de entalpia é igual ao calor H T

H = U + PV função de estado. Processo isobárico e quase-estático (dp = 0): dh A variação de entalpia é igual ao calor H T Etalpia H + V fução de estado H H (, ) V Variáveis aturais de H dh d + dv + Vd H H rocesso isobárico e quase-estático (d ): dh variação de etalpia é igual ao calor d + dv δq trocado pelo sistema um processo

Leia mais

M = (1,429g/L (0,082 atml/kmol) (273,15 K))/1,000 atm

M = (1,429g/L (0,082 atml/kmol) (273,15 K))/1,000 atm GQ1 Utilizando a teoria dos orbitais moleculares explique porque a ligação na molécula de N2 possui uma energia média de ligação de 941 kj/mol enquanto que na molécula de F2 a energia média de ligação

Leia mais

5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO

5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO 5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO 5.1 INTRODUÇÃO Um sistema é defiido como todo o cojuto de compoetes itercoectados, previamete determiados, de forma a realizar um cojuto

Leia mais

FMJ MEDICINA FACULDADE DE MEDICINA DE JUNDIAÍ

FMJ MEDICINA FACULDADE DE MEDICINA DE JUNDIAÍ Professora Soia FMJ 015 - MEDIINA FAULDADE DE MEDIINA DE JUNDIAÍ 09. A queia icopleta de cobustíveis gera oóxido de carboo, u gás iodoro, icolor e uito veeoso para o ser huao. Quado ialado, esse gás iterage

Leia mais

RADIOATIVIDADE- TEORIA PARTE I

RADIOATIVIDADE- TEORIA PARTE I RDIOTIVIDDE- TEORI PRTE I Itrodução Radioatividade estuda a emissão atural ou provocada (artificial) de partículas e odas eletromagéticas pelos úcleos atômicos (uclídeos) de certos elemetos. Ela evolve

Leia mais

1) A tabela seguinte contém os pontos de ebulição (P.E.), a 1 atm, medidos em C, de diversos alcanos.

1) A tabela seguinte contém os pontos de ebulição (P.E.), a 1 atm, medidos em C, de diversos alcanos. Sem limite para crescer Colégio: Nome: nº Professor: CHARLES 3ª SÉRIE E.M. Data: / /2013 TURMA: EXERCÍCIOS QUÍMICA 2º trimestre 1) A tabela seguinte contém os pontos de ebulição (P.E.), a 1 atm, medidos

Leia mais

Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano a Fase

Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano a Fase Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 1o Ao 00 - a Fase Proposta de resolução GRUPO I 1. Como a probabilidade do João acertar em cada tetativa é 0,, a probabilidade do João acertar as tetativas é 0, 0, 0, 0,

Leia mais

Dessa forma, concluímos que n deve ser ímpar e, como 120 é par, então essa sequência não possui termo central.

Dessa forma, concluímos que n deve ser ímpar e, como 120 é par, então essa sequência não possui termo central. Resoluções das atividades adicioais Capítulo Grupo A. a) a 9, a 7, a 8, a e a 79. b) a, a, a, a e a.. a) a, a, a, a 8 e a 6. 9 b) a, a 6, a, a 9 e a.. Se a 9 e a k são equidistates dos extremos, etão existe

Leia mais

Química D Semiextensivo V. 4

Química D Semiextensivo V. 4 GABARIT Química D Semiextesivo V. 4 Exercícios 01) E 02) 03) A 04) A s polímeros são macromoléculas (grades moléculas) formadas pela uião de moléculas pequeas, que passam a ser chamadas de moômeros. A

Leia mais

RESPOSTAS DAS TAREFAS 2ª SÉRIE. Química - Setor A. Aula 25. Aulas 27 e 28. Aula 27. Aula 26 ENSINO MÉDIO. 2. Função : H 3 C CH 2 CH 2 CH 2 C

RESPOSTAS DAS TAREFAS 2ª SÉRIE. Química - Setor A. Aula 25. Aulas 27 e 28. Aula 27. Aula 26 ENSINO MÉDIO. 2. Função : H 3 C CH 2 CH 2 CH 2 C ENSIN MÉDI RESPSTAS DAS TAREFAS 2ª SÉRIE 13 Química - Setor A Aula 25 1. Substâncias diferentes com a mesma fórmula molecular. 2. a) metilpropano e butano b) propano e propano c) ciclopropano e propeno

Leia mais

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 16/05/09

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 16/05/09 P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 16/05/09 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assiatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 Costates: R 8,314 J mol -1 K -1 0,0821 atm

Leia mais

( 1,2,4,8,16,32,... ) PG de razão 2 ( 5,5,5,5,5,5,5,... ) PG de razão 1 ( 100,50,25,... ) PG de razão ½ ( 2, 6,18, 54,162,...

( 1,2,4,8,16,32,... ) PG de razão 2 ( 5,5,5,5,5,5,5,... ) PG de razão 1 ( 100,50,25,... ) PG de razão ½ ( 2, 6,18, 54,162,... Progressões Geométricas Defiição Chama se progressão geométrica PG qualquer seqüêcia de úmeros reais ou complexos, ode cada termo a partir do segudo, é igual ao aterior, multiplicado por uma costate deomiada

Leia mais

Equilíbrio Químico Constante de Equilíbrio Princípio de Le Chatelier

Equilíbrio Químico Constante de Equilíbrio Princípio de Le Chatelier Química Geral e Iorgâica QGI0001 Eg a. de Produção e Sistemas Prof a. Dr a. Carla Dalmoli Equilíbrio Químico Costate de Equilíbrio Pricíio de Le Chatelier Eergia Livre de Gibbs Existem três codições imortates:

Leia mais

QUÍMICA. Afirmação 2: A partir da reação de regeneração (reação inversa), o íon ferro +2 (ferrocianeto) sofre oxidação a íon ferro +3 (ferricianeto).

QUÍMICA. Afirmação 2: A partir da reação de regeneração (reação inversa), o íon ferro +2 (ferrocianeto) sofre oxidação a íon ferro +3 (ferricianeto). QUÍMICA Comentário Geral A prova de química deste ano foi atípica, abordando questões de forma não convencional. Infelizmente, faltaram alguns assuntos importantes, tais como: atomística, tabela periódica,

Leia mais

PROVA 1 27/10/ Os dados apresentados na seqüência mostram os resultados de colesterol

PROVA 1 27/10/ Os dados apresentados na seqüência mostram os resultados de colesterol PROVA 1 7/10/009 Nome: GABARITO 1. Os dados apresetados a seqüêcia mostram os resultados de colesterol mg /100ml em dois grupos de aimais. O grupo A é formado por 10 total ( ) aimais submetidos a um cotrole

Leia mais

Prof. Celso Módulo 12 Resposta em freqüência-diagrama de Nyquist RESPOSTA EM FREQÜÊNCIA-DIAGRAMA DE NYQUIST

Prof. Celso Módulo 12 Resposta em freqüência-diagrama de Nyquist RESPOSTA EM FREQÜÊNCIA-DIAGRAMA DE NYQUIST Prof. Celso Módulo Resposta em freqüêcia-diagrama de Nyquist RESPOSTA EM FREQÜÊNCIA-DIAGRAMA DE NYQUIST O diagrama de Nyquist ou diagrama polar é um gráfico do módulo de G pelo âgulo de fase de G em coordeadas

Leia mais

Eletroquímica. Capítulo 10. 1. Dadas as reações de meia célula: Cu 2+ + e Cu + I 2 E 0 = 0,336 V. + 2e 2I E 0 = 0,536 V

Eletroquímica. Capítulo 10. 1. Dadas as reações de meia célula: Cu 2+ + e Cu + I 2 E 0 = 0,336 V. + 2e 2I E 0 = 0,536 V Capítulo 0 Eletroquímica. Dadas as reações de meia célula: Cu + + e Cu + E 0 = 0,53 V I + e I E 0 = 0,536 V pede-se: a) escrever a equação que represeta a reação global da célula; b) calcular o potecial

Leia mais

QUÍMICA 2 Volume 3 RESOLUÇÕES TAREFA DE CASA

QUÍMICA 2 Volume 3 RESOLUÇÕES TAREFA DE CASA 2018/APOSTILAS/VOL/QUI/RESOLUÇÃO-QUI 2_VOL /Reata-0/05 AULA 21 01. A Diluição : QUÍMICA 2 Volume RESOLUÇÕES TAREFA DE CASA [NaOH] V [NaOH] V iicial iicial fial fial [NaOH] V [NaOH] (V V ) iicial iicial

Leia mais

COVEST/UFPE ª ETAPA

COVEST/UFPE ª ETAPA COVEST/UFPE 2000 2ª ETAPA. A partir das entalpias padrão das reações de oxidação do ferro dadas abaixo: determine a quantidade de calor liberada a 298K e 1 atm na reação:. Iguais volumes de amônia e cloreto

Leia mais

Virgílio Mendonça da Costa e Silva

Virgílio Mendonça da Costa e Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA VIBRAÇÕES DOS SISTEMAS MECÂNICOS VIBRAÇÕES LIVRES COM AMORTECIMENTO DE SISTEMAS DE GL NOTAS DE AULAS Virgílio Medoça

Leia mais

UNISA MEDICINA 2017 UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO

UNISA MEDICINA 2017 UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO UNISA EDIINA 017 UNIVERSIDADE DE SANT AAR 01. s etais alcalios reage violetaete co água por reações de deslocaeto, produzido u coposto iôico e u gás cobustível. A reatividade desses etais varia o grupo

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa C. alternativa B. alternativa D. alternativa A n 2 n! O valor de log 2. c) n. b) 2n.

Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa C. alternativa B. alternativa D. alternativa A n 2 n! O valor de log 2. c) n. b) 2n. Questão 4 6 O valor de log :! a). b). c). d) log. e) log. Para iteiro positivo, 4 6 = = ( ) ( ) ( 3) ( ) = = ( 3 ) =! Portato 4 6! log = log!! = = log =. Questão Num determiado local, o litro de combustível,

Leia mais

Solução Comentada Prova de Matemática

Solução Comentada Prova de Matemática 0 questões. Sejam a, b e c os três meores úmeros iteiros positivos, tais que 5a = 75b = 00c. Assiale com V (verdadeiro) ou F (falso) as opções abaixo. ( ) A soma a b c é igual a 9 ( ) A soma a b c é igual

Leia mais

Sistema ELITE de Ensino IME /2017 GABARITO IME. Química. 2

Sistema ELITE de Ensino IME /2017 GABARITO IME. Química. 2 GABARITO IME Química 3 Informações de Tabela Periódica GABARITO COMENTADO Elemento H C N O Mg A C K Ca Br Sn I Massa atômica (u) Número atômico,00,0 4,0 6,0 4,0 7,0 35,5 39,0 40,0 80,0 9 7 6 7 8 3 7 0

Leia mais

Exercícios sobre Polímeros

Exercícios sobre Polímeros Professora Soia Exercícios sobre Polímeros 01. (FUVEST) Qual das moléculas represetadas adiate tem estrutura adequada à polimerização, formado macromoléculas? a) l b) c) d) e) l l l l 02. (FUVEST) ciaeto

Leia mais

Assim, E = 0,512 V. 11A 23 = 1s 2 2s 2 2p 6 3s 1. 17D 34 = 1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 5. 10E 20 = 1s 2 2s 2 2p 6

Assim, E = 0,512 V. 11A 23 = 1s 2 2s 2 2p 6 3s 1. 17D 34 = 1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 5. 10E 20 = 1s 2 2s 2 2p 6 (9) -0 ELITE RESLVE IME 0 QUÍMIA QUESTÃ 0 osidere o decaimeto radioativo do 4 Na como um processo ciético de ª ordem, coorme mostrado o gráico abaio. Quatidade remaescete de 4 Na (%) 00 0 0 46 Tempo (h)

Leia mais

PROF: Alex LISTA 8 DATA: 21/08/2011 UFF (Segunda Fase)

PROF: Alex LISTA 8 DATA: 21/08/2011 UFF (Segunda Fase) NME: PRF: Alex LISTA 8 DATA: /08/0 UFF (Seguda Fase) 0 - (UFF RJ/005) As substâcias a seguir idicadas provocam aumeto da massa muscular e dimiuição da gordura dos atletas. uso idiscrimiado dessas substâcias,

Leia mais

R4 - GABARITO Profº Almir Química. 126 mg 0,126g 126 mg/ dl 0,126 g/ 0,10L 1,26 g/l 1dL 0,10 L Em 1L : 1 mol (glicos e) n.

R4 - GABARITO Profº Almir Química. 126 mg 0,126g 126 mg/ dl 0,126 g/ 0,10L 1,26 g/l 1dL 0,10 L Em 1L : 1 mol (glicos e) n. Gabarito: Resposta da questão 1: [Resposta do ponto de vista da disciplina de Biologia] a) As células β das ilhotas pancreáticas produzem e secretam o hormônio insulina. Esse hormônio determina a redução

Leia mais

Rua 13 de junho,

Rua 13 de junho, NOME: 1. (Cefet MG 013) Durate o mesmo período, dois irmãos depositaram, uma vez por semaa, em seus respectivos cofrihos, uma determiada quatia, da seguite forma: o mais ovo depositou, a primeira semaa,

Leia mais

QUÍMICA Tipos de soluções Edson Mesquita

QUÍMICA Tipos de soluções Edson Mesquita QUÍMICA Tipos de soluções Edson Mesquita 1 Soluções Uma solução é uma mistura homogênea de substâncias puras (átomos, moléculas ou íons) na qual não há precipitação. Substância pura: substância com composição

Leia mais

FUVEST 1978 Primeira fase e Segunda fase

FUVEST 1978 Primeira fase e Segunda fase FUVEST 1978 Primeira fase e Segunda fase CNECIMENTS GERAIS 61. Bolinhas de naftalina ao serem colocadas em armários, com o decorrer do tempo, diminuem de tamanho. A causa desse comportamento deve-se ao

Leia mais

Olimpíada Brasileira de Química ) Um elemento químico apresenta a configuração eletrônica [Xe]4f 14 5d 7 6s 2, portanto, é um:

Olimpíada Brasileira de Química ) Um elemento químico apresenta a configuração eletrônica [Xe]4f 14 5d 7 6s 2, portanto, é um: Olimpíada Brasileira de Química - 2003 Exame nacional - fase III MODALIDADE A PARTE I: QUESTÕES MÚLTIPLA ESCOLHA 1) Um elemento químico apresenta a configuração eletrônica [Xe]4f 14 5d 7 6s 2, portanto,

Leia mais

2 - PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO GERADOR DE CORRENTE CONTINUA

2 - PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO GERADOR DE CORRENTE CONTINUA 2 - PRICÍPIO D FUCIOAMTO DO GRADOR D CORRT COTIUA 2.1 - A FORÇA LTROMOTRIZ IDUZIDA O pricípio de fucioameto do gerador de correte cotíua tem por base a Lei de Faraday que estabelece que, se o fluxo magético

Leia mais

Química 5 aula 1. aula 2 COMENTÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA COMENTÁRIOS ATIVIDADES PROPOSTAS. 7. ( F ) Raios x são prejudiciais aos pacientes.

Química 5 aula 1. aula 2 COMENTÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA COMENTÁRIOS ATIVIDADES PROPOSTAS. 7. ( F ) Raios x são prejudiciais aos pacientes. Química 5 aula 1 1. A alterativa icorreta ecotra-se em a, pois para a ideia de átomo idivisível, o que é por todo errado.. Atualmete, sabe-se que átomos do mesmo elemeto químico podem apresetar diferetes

Leia mais

UFSC. Resposta: = 40. Comentário

UFSC. Resposta: = 40. Comentário Resposta: 08 + 32 = 40 01. Incorreta. O butano não possui isomeria óptica, pois não possui carbono assimétrico. 02. Incorreta. Ao serem liberados para a atmosfera os gases sofrem expansão de volume. 04.

Leia mais

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Química Programa de Pós-Graduação em Agroquímica

Universidade Federal de Viçosa Departamento de Química Programa de Pós-Graduação em Agroquímica Universidade Federal de Viçosa Departamento de Química Programa de Pós-Graduação em Agroquímica Avaliação para Seleção de Mestrado em Agroquímica - 2017.I Número ou código do(a) candidato(a): INSTRUÇÕES

Leia mais

Estudando complexidade de algoritmos

Estudando complexidade de algoritmos Estudado complexidade de algoritmos Dailo de Oliveira Domigos wwwdadomicombr Notas de aula de Estrutura de Dados e Aálise de Algoritmos (Professor Adré Bala, mestrado UFABC) Durate os estudos de complexidade

Leia mais

( ) = ( ) Questão 02. 3s 3p 3d 4s 4p 4d. 1s 2s 2p 3s 3p 4s 3d 4p 5s 4d. d) Elétron desemparelhado. Resolução: Fórmulas:

( ) = ( ) Questão 02. 3s 3p 3d 4s 4p 4d. 1s 2s 2p 3s 3p 4s 3d 4p 5s 4d. d) Elétron desemparelhado. Resolução: Fórmulas: 0 IME "A matemática é o alfabeto com que Deus escreveu o mudo" Galileu Galilei DADS 6 Massas atômicas (u): H N 4 Na S u 6,5 Z 65,4 Tempo de meia vida do U 8 : 4,50 09 aos Tempo de meia vida do U 5 : 7,07

Leia mais

26/11/2000 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO VESTIBULAR PROVA 2 MATEMÁTICA. Prova resolvida pela Profª Maria Antônia Conceição Gouveia.

26/11/2000 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO VESTIBULAR PROVA 2 MATEMÁTICA. Prova resolvida pela Profª Maria Antônia Conceição Gouveia. 6//000 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO VESTIBULAR 00- PROVA MATEMÁTICA Prova resolvida pela Profª Maria Atôia Coceição Gouveia RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR, JUSTIFICANDO SUAS SOLUÇÕES QUESTÃO A

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 2011 RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 2011 RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 0 Profa Maria Atôia Gouveia 6 A figura represeta um cabo de aço preso as etremidades de duas hastes de mesma altura h em relação a uma plataforma horizotal A represetação

Leia mais

DETERMINANDO A SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA PARA AS DIFERENÇAS ENTRE MÉDIAS

DETERMINANDO A SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA PARA AS DIFERENÇAS ENTRE MÉDIAS DTRMINANDO A SIGNIFIÂNIA STATÍSTIA PARA AS DIFRNÇAS NTR MÉDIAS Ferado Lag da Silveira Istituto de Física - UFRGS [email protected] O objetivo desse texto é apresetar através de exemplos uméricos como se

Leia mais

O termo "linear" significa que todas as funções definidas no modelo matemático que descreve o problema devem ser lineares, isto é, se f( x1,x2

O termo linear significa que todas as funções definidas no modelo matemático que descreve o problema devem ser lineares, isto é, se f( x1,x2 MÓDULO 4 - PROBLEMAS DE TRANSPORTE Baseado em Novaes, Atôio Galvão, Métodos de Otimização: aplicações aos trasportes. Edgar Blücher, São Paulo, 978..CONCEITOS BÁSICOS DE PROGRAMAÇÃO LINEAR É uma técica

Leia mais

ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA EEL/USP OPERAÇÕES UNITÁRIAS II Prof. Antonio Carlos da Silva. DESTILAÇÃO COM RETIFICAÇÃO (misturas binárias)

ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA EEL/USP OPERAÇÕES UNITÁRIAS II Prof. Antonio Carlos da Silva. DESTILAÇÃO COM RETIFICAÇÃO (misturas binárias) ESCOA E ENGENHARIA E ORENA EE/USP OPERAÇÕES UNITÁRIAS II Prof. Atoio Carlos da Silva ESTIAÇÃO COM RETIFICAÇÃO (misturas biárias) Refluxo de topo a a, a a, x a Codesador x Produto de topo Seção de Retificação

Leia mais

Química Analítica I Tratamento dos dados analíticos Soluções analíticas

Química Analítica I Tratamento dos dados analíticos Soluções analíticas Química Analítica I Tratamento dos dados analíticos Soluções analíticas Profª Simone Noremberg Kunz 2 Mol Medidas em química analítica É a quantidade de uma espécie química que contém 6,02x10 23 partículas

Leia mais

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS rof Me Arto Barboi SUMÁRIO INTRODUÇÃO EQUAÇÃO DIFERENCIAL ORDINÁRIA (EDO) Ordem de uma Equação Diferecial Ordiária Grau de uma Equação Diferecial Ordiária Solução geral e particular

Leia mais

5. O algoritmo dos mínimos quadrados

5. O algoritmo dos mínimos quadrados Apotametos de Processameto Adaptativo de Siais 5. O algoritmo dos míimos quadrados Método dos míimos quadrados Os algoritmos de míimos quadrados são uma alterativa aos algoritmos de gradiete. Estrutura

Leia mais

(19) O ELITE RESOLVE IME 2010 QUÍMICA DISCURSIVAS QUÍMICA

(19) O ELITE RESOLVE IME 2010 QUÍMICA DISCURSIVAS QUÍMICA (9) 35- www.elitecamias.com.br ELITE RESLVE IME QUÍMI DISURSIVS QUÍMI QUESTÃ alumíio é o metal mais emregado elo homem deois do ferro. É o elemeto metálico mais abudate a crosta terrestre (8,9% em massa)

Leia mais

8) NaF (s) ææ Na + (l) + F (l) 2 F (l) Æ F 2 (g) + 2 e. 9) Na 2 SO 4 (s) Æ 2 Na + (aq) + SO 2. n Módulo 13 Radioatividade

8) NaF (s) ææ Na + (l) + F (l) 2 F (l) Æ F 2 (g) + 2 e. 9) Na 2 SO 4 (s) Æ 2 Na + (aq) + SO 2. n Módulo 13 Radioatividade QUÍMIA ADERN 4 SEMIEXTENSIV DE D 8) NaF (s) ææ Na + (l) + F (l) 2 F (l) Æ F 2 (g) + 2 e FRENTE 1 FÍSI-QUÍMIA E QUÍMIA GERAL E INRGÂNIA Módulo 12 Eletrólise Ígea e Eletrólise em Solução Aquosa 1) orreta.

Leia mais

8) NaF (s) ææ Na + (l) + F (l) 2 F (l) Æ F 2 (g) + 2 e. 9) Na 2 SO 4 (s) Æ 2 Na + (aq) + SO 2. n Módulo 13 Radioatividade

8) NaF (s) ææ Na + (l) + F (l) 2 F (l) Æ F 2 (g) + 2 e. 9) Na 2 SO 4 (s) Æ 2 Na + (aq) + SO 2. n Módulo 13 Radioatividade QUÍMIA ADERN 4 SEMIEXTENSIV DE D 8) NaF (s) ææ Na + (l) + F (l) 2 F (l) Æ F 2 (g) + 2 e FRENTE 1 FÍSI-QUÍMIA E QUÍMIA GERAL E INRGÂNIA Módulo 12 Eletrólise Ígea e Eletrólise em Solução Aquosa 1) orreta.

Leia mais

GGE RESPONDE - VESTIBULAR ITA 2010 (QUÍMICA) ALT ERNATIVA E. Dados: E. a) 0,75 b) 1,50 c) 1,75 d) 2,50 e) 3,25. Resolução:

GGE RESPONDE - VESTIBULAR ITA 2010 (QUÍMICA) ALT ERNATIVA E. Dados: E. a) 0,75 b) 1,50 c) 1,75 d) 2,50 e) 3,25. Resolução: GG RSPOND - VSTIBULAR ITA 00 (QUÍMIA) QUÍMIA - 8//009 0. A figura ao lado a apreseta a curva de aquecimeto de 00 g de uma substâcia pura geérica o estado sólido. Sabe-se que o calor é forecido a uma velocidade

Leia mais

UFU 2008/2-1ª FASE. 1-A substância, representada pela fórmula estrutural abaixo, é bastante utilizada como analgésico (aspirina).

UFU 2008/2-1ª FASE. 1-A substância, representada pela fórmula estrutural abaixo, é bastante utilizada como analgésico (aspirina). UFU 2008/2-1ª FASE 1-A substância, representada pela fórmula estrutural abaixo, é bastante utilizada como analgésico (aspirina). Com base nessas informações, marque a alternativa correta. A) Uma massa

Leia mais

Gabarito-R Profº Jaqueline Química. a) Dados: Solubilidade do KOH em etanol a 25 C

Gabarito-R Profº Jaqueline Química. a) Dados: Solubilidade do KOH em etanol a 25 C 1: a) Dados: Solubilidade do KOH em etanol a 25 C 40 g em 100 ml. Adicionou-se 1,5 g de KOH a 35 ml de etanol, agitando-se continuamente a mistura. 100 ml (etanol) 40 g (KOH) 35 ml (etanol) mkoh mkoh 14

Leia mais

Exercícios de Aprofundamento Matemática Progressão Aritmética e Geométrica

Exercícios de Aprofundamento Matemática Progressão Aritmética e Geométrica Exercícios de Aprofudameto Matemática Progressão Aritmética e b. (Fuvest 05) Dadas as sequêcias a 4 4, b, c a a e d, b defiidas para valores iteiros positivos de, cosidere as seguites afirmações: I. a

Leia mais

Cap. 4 - Estimação por Intervalo

Cap. 4 - Estimação por Intervalo Cap. 4 - Estimação por Itervalo Amostragem e iferêcia estatística População: cosiste a totalidade das observações em que estamos iteressados. Nº de observações a população é deomiado tamaho=n. Amostra:

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 635) 2ª FASE 22 DE JULHO 2016 GRUPO I

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 635) 2ª FASE 22 DE JULHO 2016 GRUPO I PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 65) ª FASE DE JULHO 016 GRUPO I 1. Sabe-se que: P ( A B ) 0, 6 P A B P A Logo, 0, + 0, P A B Como P P 0, 6 P A B 1 0,

Leia mais

CPV O cursinho que mais aprova na fgv

CPV O cursinho que mais aprova na fgv CPV O cursinho que mais aprova na fgv FGV economia 1 a Fase 05/dezembro/2010 QUÍMICA 106. Uma das etapas da decomposição térmica do bicarbonato de sódio ocorre de acordo com a equação: 2 NaCO 3 (s) Na

Leia mais

IME º DIA QUÍMICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

IME º DIA QUÍMICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR IME - 2003 3º DIA QUÍMICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Química Questão 01 Uma fonte de vanádio é o mineral vanadinita, cuja fórmula é Pb 5 (VO 4 ) 3 Cl. DETERMINE: A) A porcentagem em massa de vanádio

Leia mais

, e o óxido de ferro III, iniciada por centelha elétrica. A equação para a reação é: 6NaN 3. (s) 3Na 2

, e o óxido de ferro III, iniciada por centelha elétrica. A equação para a reação é: 6NaN 3. (s) 3Na 2 20 QUÍMICA s automóveis modernos estão equipados com air bags (bolsas de ar) para proteger os ocupantes em caso de colisão. Muitos deles são inflados com nitrogênio, N 2, gás liberado na reação muito rápida

Leia mais

Combustão. Reação química rápida entre um oxidante (oxigênio) e um combustível

Combustão. Reação química rápida entre um oxidante (oxigênio) e um combustível Combustão Reação química rápida etre um oxidate (oxigêio) e um combustível Processo de combustão: Neste processo a eergia química armazeada o combustível é trasformada em eergia térmica cotida os gases

Leia mais

Exercícios sobre titulação ou titulometria

Exercícios sobre titulação ou titulometria Professora Soia Exercícios sobre titulação ou titulometria 01. (ITA) Assiale a opção que apreseta os istrumetos de medição de volume mais idicados para a realização de uma titulação. a) Bureta e erlemeyer

Leia mais