CARACTERIZAÇÃO DE LESÃO DO FÍGADO
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- Sebastiana Leal Penha
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1 Colégio Brasileiro de Radiologia Critérios de Adequação do ACR CARACTERIZAÇÃO DE LESÃO DO FÍGADO Painel de Especialistas em Imagem Gastrintestinal: Philip W. Ralls, Médico 1 ; Jay P. Heiken, Médico 2 ; Robert L. Bree, Médico 3 ; Seth N. Glick, Médico 4 ; James E. Huprich, Médico 5 ; Marc S. Levine, Médico 6 ; Michelle L. Robbin, Médica 7 ; Pablo R. Ros, Médico, Mestre em Saúde Pública 8 ; William P. Shuman, Médico 9 ; Frederick Leslie Greene, Médico 10 ; Loren A. Laine, Médica 11. Resumo da Revisão da Literatura Devido a alta prevalência de lesões focais hepáticas benignas em adultos, a caracterização de lesões do fígado é um objetivo importante do diagnóstico por imagem. Por exemplo, massas incidentais no fígado, descobertas em adultos saudáveis, bem como lesões no fígado detectadas durante o estadiamento de um câncer conhecido, freqüentemente precisam ser caracterizadas. Massas hepáticas benignas comuns incluem cistos e hemangiomas, tumores malignos comuns são metástases e carcinoma hepatocelular. Tumores hepáticos menos comuns incluem a hiperplasia nodular focal, adenoma de células hepáticas, carcinoma hepatocelular fibrolamelar, colangiocarcinoma intra-hepático, linfoma, hepatoblastoma em crianças e uma variedade de sarcomas. Ocasionalmente, massas não tumorais vistas como esteatose focal ou área poupada focal, abscesso ou hematoma, podem imitar tumores hepáticos. Pacientes com cirrose constituem um grupo especial em que certas massas benignas (nódulos de regeneração), pré-malignas (nódulos displásicos), malignas (carcinoma hepatocelular) e não tumorais (fibrose hepática confluente) são mais freqüentes. As diversas variantes neste documento partem da premissa de que os exames de diagnósticos por imagem em seu estado da arte já foram realizados e que nenhum exame diagnóstico por imagem anterior está disponível para comparação. Para a ultra-sonografia, isto inclui a US de alta resolução com avaliação de fluxo colorido; para a tomografia computadorizada, inclui o realce por meio de intravenoso (IV) injetado mecanicamente, tomografia computadorizada (TC) dinâmica helicoidal ou multislice; e, para ressonância magnética, inclui imagens em T1 e T2, mais exame dinâmico multifases com realce por gadolínio. Desenvolvimento de Variante A caracterização de lesão do fígado é empreendida para massas hepáticas vistas na ultra-sonografia (US), tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM). Para análise da variante, pode-se considerar as seguintes situações clínicas: Benigna Típica: Lesão hepática incidental, cuja aparência nas imagens de US/TC/RM é altamente sugestiva de uma massa benigna (cisto, hemangioma ou gordura-focal). Isto pode ocorrer em um paciente com: a) nenhum histórico de câncer ou b) um histórico conhecido de câncer. Maligna Típica: Lesão hepática incidental, cuja aparência nas imagens de US/TC/RM é altamente sugestiva de uma massa maligna (metástase ou carcinoma hepatocelular) em um paciente que pode ter ou não, uma história de câncer conhecido. 1 Principal Autor/Presidente do Painel, LAC & USC Medical Center, Los Angeles, Calif; 2 Co-Autor, Mallinckrodt Institute of Radiology, St. Louis, Mo; 3 Radia Medical Imaging, Everett, Wash; 4 Presbyterian Medical Center, Philadelphia, Pa; 5 Mayo Clinic, Rochester, Minn; 6 Hospital of the University of Pennsylvania, Philadelphia, Pa; 7 University of Alabama, Birmingham, Ala; 8 Brigham & Women s Hospital, Boston, Mass; 9 Evergreen Hospital Medical Center, Kirkland, Wash; 10 Carolinas Medical Center, Charlotte, NC, American College of Surgeons; 11 U.S.C. School of Medicine, Los Angeles, Calif, American Gastroenterological Association. O trabalho completo sobre os Critérios de Adequação do ACR (ACR Appropriateness Criteria ) está disponível, em inglês, no American College of Radiology (1891, Preston White Drive, Reston, VA, ) em forma de livro, podendo, também, ser acessado no site da entidade e em português no site do CBR - Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Os tópicos adicionais estarão disponíveis on-line assim que forem finalizados. Imagem Gastrintestinal 259 Lesão do fígado
2 Indeterminada: Lesão hepática incidental maior que 1 cm, cuja aparência na imagem de US/TC/RM é indeterminada. Isto pode ocorrer em um paciente com: a) um histórico de fígado normal ou b) doença hepática crônica (por exemplo, hepatite crônica, hemocromatose, doença do armazenamento de glicogênio) que leva à cirrose e coloca os pacientes em alto risco de desenvolver um carcinoma hepatocelular. Pequena: Lesões hepáticas de menos de 1 cm, cuja aparência na imagem de US/TC/RM é indeterminada, independentemente da história clínica. Exames Diagnósticos Para caracterização de uma lesão hepática descoberta na US, TC ou RM, os seguintes exames diagnósticos podem ser cogitados: Diagnóstico por imagem de acompanhamento usando o mesmo exame do estudo original com intervalos apropriados; TC dinâmica com realce por (convencional, helicoidal ou multislice); Ressonância magnética (incluindo realce com gadolínio, óxido de ferro e mangafodipir); Cintilografia nuclear (enxofre coloidal-tc-99m ou Tc-99m com hemácias marcadas); Angiografia; e Biópsia percutânea. Nota: A pesquisa com US com mostra uma considerável promessa na caracterização de lesões no fígado (14) mas, na época em que este documento foi escrito, nenhum havia sido aprovado para uso radiológico nos Estados Unidos. Na consideração de possíveis exames para caracterização de lesões hepáticas, presume-se que uma seqüência lógica será seguida. Então, por exemplo, se a RM e a biópsia forem considerados exames apropriados, presume-se que a biópsia será realizada somente se a RM não for diagnóstica. Neste caso, ambos os exames devem ser considerados como indicados. Recomendações Massa Benigna Típica: sem História de Câncer. Massas hepáticas com características de imagem típicas de cisto simples (2,3) ou hemangioma (2,4) em pacientes que sabidamente não têm ou, não têm suspeita de terem um câncer, podem ser classificadas como benignas. Gordura focal ou áreas focais poupadas em fígados adiposos podem, geralmente, ser diagnosticadas quando características típicas são vistas na ultra-sonografia, TC sem e, de uma forma mais confiável, na ressonância magnética usando varredura em fase e fora de fase. Massa Benigna Típica: com História Conhecida de Câncer. Massas no fígado com características típicas de imagem de cisto simples ou hemangioma, em pacientes que sabidamente têm um câncer, podem ser consideradas benignas. Entretanto, se houver alguma dúvida de que a massa é benigna, diagnóstico por imagem de acompanhamento (usando o mesmo exame com o qual a lesão foi inicialmente detectada) deve ser realizado para se ter certeza de que não houve alterações na aparência da lesão. Alternativamente, a ressonância magnética poderia ser realizada para ajudar a estabelecer um diagnóstico definitivo. A presença de gordura focal pode ser constatada com RM usando varredura em fase e fora de fase. Massa Maligna Típica: Lesões com características típicas sonográficas, de TC ou de RM de massa maligna (4,6) não exigem diagnóstico por imagem adicional, mas a confirmação com uma biópsia percutânea pode ser apropriada (7). Massa Indeterminada: Fígado Normal. Para massas indeterminadas, o diagnóstico por imagem adicional pode ser necessário para caracterização tecidual. Nestes pacientes, a imagem de seguimento não é uma opção prática, devido à necessidade de se iniciar o tratamento apropriado. Anteriormente, a TC com realce por era usada para caracterização de lesões no fígado (8). Não existe nenhuma informação com relação ao impacto da TC helicoidal multislice até o momento em que este documento foi escrito. Atualmente a ressonância magnética realçada por é preferida devido sua capacidade de caracterizar lesões no fígado e à sua sensibilidade e especificidade mais altas (2,9,10,15,17,19,21-24). Alternativamente, a TC dinâmica helicoidal, incluindo imagem em fase arterial e venosa portal (26,27) ou cintilografia nuclear podem ser consideradas. A RM é geralmente preferida, porque freqüentemente Imagem Gastrintestinal 260 Lesão do fígado
3 um simples exame de RM é suficiente para diferenciar entre os vários tipos de lesões no fígado, enquanto que, com a cintilografia nuclear, cada exame permite a caracterização ou exclusão de um único tipo de lesão hepática (18). A RM realçada com mangafodipir pode ajudar a distinguir massas hepatocelulares de massas não hepatocelulares (28) e, a RM realçada com óxido de ferro pode ser útil para distinguir entre massas malignas e benignas (29). Entretanto, a experiência com o uso destes agentes de para caracterização de lesões hepáticas é limitada. Para lesões hepáticas indeterminadas, uma biópsia deve ser considerada se os achados dos exames de imagem adicionais forem inconclusivos (12). Massa Indeterminada: Fígado Cirrótico. A caracterização de lesões hepáticas em um fígado cirrótico é melhor realizada com RM (10,16,20), mas esta caracterização é imperfeita. Embora a RM possa diferenciar entre nódulos de regeneração, nódulos displásicos e carcinomas hepatocelulares, a RM (como a TC e US) é melhor utilizada para acompanhar lesões a fim de determinar mudanças na aparência. Biópsia percutânea é freqüentemente necessária para fazer um diagnóstico final. Lesão de menos de 1 cm: Lesões de menos de 1 cm são difíceis de caracterizar. Estas pequenas lesões são melhor avaliadas com exames diagnósticos por imagem de acompanhamento, pois a maioria é benigna. (13, 25). Exceções Previstas Nenhuma. Informação de Revisão Esta diretriz foi originalmente desenvolvida em Uma análise e uma revisão completas foram aprovadas em Todos os tópicos dos Critérios de Adequação são revistos anualmente e, sendo necessário, são atualizados. Condição Clínica: Caracterização de Lesão do Fígado Variante 1: Benigna típica no exame de imagem inicial, sem história de malignidade. Ultra-sonografia 8 Recomendar seguimento por imagem em um 7 Se hemangioma clássico ou intervalo de tempo apropriado. cisto simples, nenhum exame de imagem necessário a seguir. caracteriza a lesão, neste momento. TC dinâmico convencional com 6 TC helicoidal com imagens nas fases arterial e venosa portal 5 RM com (incluindo realce de com gadolínio, óxido de ferro e mangafodipir) 6 RM sem realce de 4 Cintilografia enxofre coloidal Tc-99m ou hemácias marcadas com Tc-99m 3 Biópsia percutânea 2 Escala dos critérios de Imagem Gastrintestinal 261 Lesão do fígado
4 Condição Clínica: Caracterização de Lesão do Fígado Variante 2: Benigna típica no exame de imagem inicial, história conhecida de câncer. Recomendar seguimento por imagem 8 Se hemangioma clássico ou cisto em um intervalo de tempo apropriado. simples, nenhum método de imagem necessário. para caracterizar a lesão, neste momento. Ultra-sonografia 6 TC dinâmico convencional com 6 TC helicoidal com imagens nas fases arterial e 6 venosa portal RM com (incluindo realce de 6 com quelato gadolínio, óxido de ferro e mangafodipir) RM sem realce de 4 Cintilografia com enxofre coloidal Tc-99m 2 ou hemácias marcadas com Tc-99m Biópsia percutânea 2 Escala dos critérios de Variante 3: Massa maligna típica no exame de imagem inicial Biópsia percutânea 8 TC helicoidal com imagens nas fases arterial e 5 venosa portal TC dinâmico convencional com realce de 4 Recomendar seguimento por imagem em um 4 Pode ser apropriado se indicado intervalo de tempo apropriado. clinicamente por exemplo, para para seguir tratamento de doença caracterizar a lesão, neste momento. metastática. Ultra-sonografia 4 RM com realce de (incluindo realce de 4 com gadolínio, óxido de ferro, e mangafodipir) RM sem realce de 3 Cintilografia com enxofre coloidal Tc-99m ou Tc-99m com hemácias marcadas 2 Escala dos critérios de Imagem Gastrintestinal 262 Lesão do fígado
5 Condição Clínica: Caracterização de Lesão do Fígado Variante 4: Indeterminada no exame de imagem inicial, >1 cm, nenhuma suspeita ou evidência de câncer ou de doença do fígado. Recomendar seguimento por imagem em um 8 intervalo apropriado de tempo. para caracterizar a lesão, neste momento. TC helicoidal com imagens nas fases arterial e 8 venosa portal TC dinâmico convencional com realce de 6 RM com realce de (incluindo realce de 8 com gadolínio, óxido de ferro e mangafodipir) RM sem realce de 5 Ultra-sonografia 6 Biópsia percutânea 6 Cintilografia com enxofre coloidal Tc-99m ou 4 Pode ter uso se hemangioma clássico hemácias marcadas com Tc-99m ou hiperplasia nodular focal são as lesões suspeitadas. Angiografia 4 Escala dos critérios de Variante 5: Massa indeterminada no exame de imagem inicial, > 1 cm, história conhecida de câncer. Biópsia percutânea 8 TC Helicoidal com imagens nas fases arterial e venosa portal 8 TC dinâmico convencional com realce de 6 RM com realce de (incluindo gadolínio, óxido de ferro e mangafodipir) 8 RM sem realce de 5 Ultra-sonografia 6 Recomendar seguimento por imagem em um 6 intervalo de tempo apropriado. para caracterizar a lesão, neste momento. Cintilografia com enxofre coloidal Tc-99m ou hemácias marcadas com Tc-99m 4 Escala dos critérios de Imagem Gastrintestinal 263 Lesão do fígado
6 Condição Clínica: Caracterização de Lesão do Fígado Variante 6: Massa indeterminada no exame de imagem inicial, > 1 cm, doença do fígado conhecida ou suspeitada, associada à alto risco de carcinoma hepatocelular (hepatite crônica, cirrose, hemocromatose, etc). Biópsia percutânea 8 RM com realce de (incluindo realce com gadolínio, óxido de ferro, e mangafodipir) 8 RM sem realce de 6 TC helicoidal com imagens nas fases arterial 7 e venosa portal TC dinâmico convencional com realce de 5 Recomendar seguimento por imagem em 5 um intervalo de tempo apropriado. para caracterizar a tesão, neste momento. Ultra-sonografia 4 Cintilografia com enxofre coloidal Tc-99m ou 2 hemácias marcadas com Tc-99m Escala dos critérios de Variante 7: Pequena lesão no exame de imagem inicial, < 1 cm. Ultra-sonografia 8 Recomendar seguimento com imagem em um 7 intervalo de tempo apropriado. para caracterizar a lesão, neste momento. TC helicoidal com imagens nas fases arterial e 6 venosa portal TC dinâmico convencional com realce de 5 RM com realce de (incluindo realce 6 com gadolínio, óxido de ferro, e mangafodipir) RM sem realce de 5 Cintilografia com enxofre coloidal Tc-99m ou 2 hemácias marcadas Tc-99m Biópsia percutânea 2 Escala dos critérios de Imagem Gastrintestinal 264 Lesão do fígado
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8 Imagem Gastrintestinal 266 Lesão do fígado
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