Consórcio de Cooperativas:
|
|
|
- Washington Palha Deluca
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural Consórcio de Cooperativas: uma estratégia para acesso a mercados
2 Esquema da apresentação 1ª Parte: Contextualização econômica 2ª Parte: Formatação do modelo de integração 3ª Parte: Ações 2009 DENACOOP
3 Demanda por Alimentos Cenário Mundial
4 População no mundo 5,0 4,5 Bilhões de pessoas 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 Rural Urbana 1,0 0,5 0, Fonte: ONU, Elaboração: ICONE.
5 Mudança nos Padrões de Consumo
6 PAÍSES DESENVOLVIDOS - IMPORTAÇÃO AGRO (MÉDIA ANUAL - MUNDO) UE 25 (1º) 7,7% EUA (2º) 7,3% CAN (5º) 7,2% JPN (3 ) 2,3% Fontes: WTO / UNCTAD, Comtrade e EUROSTAT Elaboração: DENACOOP/MAPA
7 PAÍSES EMERGENTES IMPORTAÇÃO AGRO (MÉDIA ANUAL - MUNDO) VIE (23º) MAR (30 ) UCR (29º) AFS (27º) RUS (6º) ROM (22 ) 20,5% 20,1% 17,7% 16,2% 14,7% 14,2% CHN (4 ) 14,1% Fontes: WTO / UNCTAD, Comtrade e EUROSTAT Elaboração: DENACOOP/MAPA
8 Importações Agronegócio Brasileiro (% Acumulado 2001/2007) Países desenvolvidos 45,8 União Européia ,5 Estados Unidos Japão 2,3 8,0 Agronegócio Canadá 0,9 Suíça 0,8 Oceania 0,3 Países em desenvolvimento 54,2 China Oriente Médio Ásia (excl. Oriente Médio, Japão e China) África (excl. Oriente Médio) Rússia Demais países em desenvolvimento Aladi (excl. Mercosul) 10,9 9,3 9,1 7,7 6,7 4,8 4,7 Mercosul 0,
9 Exportações
10 Exportações Brasileiras: Total x Agronegócio 197,9 (US$ bilhões) 160,6 137,8 118,5 73,2 30,6 96,6 39,0 43,6 49,4 58,4 71, ,8% 40,4% 36,8% 35,9% 36,4% 36,3% PARTICIPAÇÃO DO AGRONEGÓCIO Fonte: MAPA
11 Exportações Brasileiras: Total x Cooperativas 197,9 (US$ bilhões) 160,6 137,8 118,5 96,6 2,0 2,8 2,2 3,3 4, ,1% 2,4% 1,6% 2,1% 2,0% PARTICIPAÇÃO DAS COOPERATIVAS Fonte: MAPA/OCB
12 Fusões / Aquisições no mercado
13 Fusões e Aquisições no Brasil Fonte: Pricew aterhousecoopers
14 Fusões e Aquisições no Brasil Setores com mais transações em Alimentos Educação Tecnol.Inf. Quím.Petr. Bancos Conces.Púb. Fonte: Pricew aterhousecoopers
15 O que fazer?
16 1º PASSO: INSTRUMENTOS ASSOCIATIVOS Associação Cooperativa Número de Membros 02 ou mais pessoas (físicas ou jurídicas) 20 ou mais pessoas físicas Características * Pode realizar atividade econômica, porém sem distribuição de lucros * Ato cooperado; * Voto por cabeça; * Venda externa ato mercantil Início da Existência Legal Registro Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas Registro Junta Comercial Base Legal Código Civil (Lei nº , de 10/11/2002) Lei nº 5.764, de 16/12/1971
17 2º Passo: CONCENTRAÇÃO EMPRESARIAL Fusão Incorpora ção Sociedade empresária Joint Venture - Consórcio Número de Membros mínimo Características Perda de identidade Problema social (desempreg o) Perda de identidade Necessidade de capital Problema Fiscal Não detêm personalidade jurídica Início da Existência Legal Registro Junta Comercial Registro Junta Comercial Registro Junta Comercial Registro Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas Base Legal Lei 6404 (Lei das SA) Lei 6404 (Lei das SA) Código Civil * Estatuto da Terra (Lei nº 4.504, de 30/11/64);
18 Formatação do modelo de integração 1. CONSÓRCIO - conceito e marco legal 2. PLANO DE NEGÓCIO - etapas do projeto 3. MODELO SOCIETÁRIO - acordo de base 4. GOVERNANÇA - modelo de gestão 5. INSTRUMENTALIZAÇÃO - documentos 6. CONSTITUIÇÃO DO CONSÓRCIO - procedimento 7. EXEMPLOS
19 1. CONSÓRCIO - conceito Cooperativa Cooperativa Cooperativa Agroindústria Distribuição Cooperativa Cooperativa
20 1. CONSÓRCIO Marco legal A) CONSÓRCIO AGROPECUÁRIO LEGISLAÇÃO: LEI N , DE 30 DE NOVEMBRO DE 1964 MEDIDA PROVISÓRIA N , DE 24 DE AGOSTO DE 2001 DECRETO N , DE 30 DE OUTUBRO DE 2001 B) CONSÓRCIO DE EMPRESAS LEGISLAÇÃO: LEI N , DE 15 DE DEZEMBRO DE 1976 LEI N , DE 10 DE JANEIRO DE 2002
21 2. PLANO DE NEGÓCIO - etapas do projeto Etapas: a) compra conjunta b) importação c) contratação de assessorias d) planta industrial e) distribuição conjunta e) exportação
22 3. MODELO SOCIETÁRIO - Acordo de Base Nome do consórcio. Objeto do consórcio. Prazo de existência. Integralização do capital. Contribuição para despesas. Distribuição de benefícios. Cláusulas de responsabilidade. Aumento e diminuição do número de membros. Formas de dissolução. Endereço e Foro competente.
23 4. GOVERNANÇA modelo de gestão Sistema de votos. Quorum de decisão. Forma de administração: Assembléia de Constituição Conselho Deliberativo / Administrativo Diretoria Executiva Áreas operacionais (técnica comercial) Representação do consórcio. Aumento e diminuição do capital patrimonial. Aspectos tributários. Lançamentos contábeis. Cláusulas técnicas.
24 5. INSTRUMENTALIZAÇÃO - documentos Contrato de constituição do consórcio. Registro civil, mercantil ou constituição de Sociedade Simples.
25 6. CONSTITUIÇÃO DO CONSÓRCIO - procedimento Indicação de representantes. Assembléia de Constituição. Aprovação do contrato. Eleição do conselho de administração.
26 7. EXEMPLOS Consórcio MEL EXPORT Casa Apis / Canal Export 10 cooperativas na Central produtores Exportador Canal Export Ltda Estados abrangidos: PI, CE e BA 10 instituições de apoio envolvidas R$ ,00 de investimento Capacidade processamento t / ano
27 1. Criação: abril de 2006, 14 cooperativas (hoje com 21) 2. Nº de associados: (início) (atual) 3. Área: 8 milhões ha (início) 4. Estados: MS, MT, GO, BA, SP, SC, MG 5. Objetivo: união de cooperativas - escala comercialização, logística e aquisição de agroquímicos 6. Representatividade: CCAB S/A, abriga forma indireta 21 cooperativas, deliberativa (holding); CCAB Agro Ltda, braço operacional do negócio; CCAB Projetos; CCAB Logística 7. Capacidade produtiva: 20% total área cultivada soja Brasil; 10% total área cultivada milho Brasil; 70% total área cultivada algodão de qualidade; 15% total do café cultivado Brasil.
28 CCAB CONSÓRCIO CCAB Holding S/A CCAB Agro Ltda CCAB Projetos Ltda CCAB Logística Ltda CCAB Compras Ltda
29 COONAGRO Consórcio Nacional Cooperativo Agropecuário 1. Criação: setembro de Nº de consorciados: 21 cooperativas 3. Estado: PR 4. Objetivo: escala de comercialização, aquisição de fertilizantes e logística e distribuição conjunta 5. Produtos envolvidos: soja; milho; trigo; cevada; lácteos.
30 DENACOOP ATIVIDADES PLANEJADAS COOPERATIVISMO PARA O FUTURO 2. INTERCOOPERAÇÃO PARA ACESSO A MERCADOS 3. INTERNACIONALIZAÇÃO DE COOPERATIVAS
31 DENACOOP COOPERATIVISMO PARA O FUTURO a) JovenCoop - Capacitar jovens para o cooperativismo b) CooperGênero - Estimular a equidade entre homens e mulheres c) NorCoop - Fortalecer o Cooperativismo - Regiões Norte e Nordeste d) Prêmio Técnico Empreendedor - Estímulo a prática empreendedora cooperativa e) Publicações - Materiais educativos sobre o cooperativismo
32 DENACOOP INTERCOOPERAÇÃO PARA ACESSO A MERCADOS a) InterAgro - Agroindustrialização de Cooperativas b) InovaCoop - Cooperação Técnica e Difusão Tecnológica c) ProfiCoop - Profissionalização da Gestão Cooperativa d) CapitalCoop - Capitalização e Financiamento de Cooperativas
33 DENACOOP INTERNACIONALIZAÇÃO DE COOPERATIVAS a) Prosul - Integração Regional Cooperativa no Mercosul Participar RECM Missão de Capacitação (ProChile) b) Procin - Cooperação Internacional e Internacionalização de Cooperativas Encomex AgroEx Missões Vendedoras (China, Espanha, Rússia, Itália) Missões de Capacitação (Espanha, Itália) Aprendendo a Exportar Cooperativas
34 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural Fone: (61) s: [email protected] Daniel Amin Ferraz Diretor do DENACOOP
INTEGRAÇÃO CONTRATUAL
INTEGRAÇÃO CONTRATUAL Uma Estratégia de Acesso ao Mercado Internacional Pedro Viana Borges Esp. Pol. Públicas P e Gestão Governamental Internacionalização de Cooperativas Integração Regional no Mercosul
Governo do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP
Governo do Brasil Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP Integração Contratual para Acesso a Mercado Rodolfo Osorio de Oliveira Coordenador
INTEGRAÇÃO NA CADEIA PRODUTIVA COM USO DE
Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo - SDC Departamento de Cooperativismo e Associativismo - DENACOOP INTEGRAÇÃO NA CADEIA PRODUTIVA COM USO DE CONSÓRCIO Raul de Oliveira Fontoura
Políticas Públicas do MAPA para o
Engenheiro Agrônomo ERIKSON CHANDOHA Diretor do Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo - SDC Ministério da Agricultura Pecuária
Governo do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP
Governo do Brasil Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP Daniel Amin Ferraz Diretor Esquema da apresentação 1 Dinâmica do Mercado e
INTEGRAÇÃO CONTRATUAL
INTEGRAÇÃO CONTRATUAL Uma Estratégia de Acesso ao Mercado Internacional Flávio Tadeu C. Silva Analista de Comércio Exterior Internacionalização de Cooperativas Integração Regional no Mercosul Escritório
DESAFIOS ÀS EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Departamento de Promoção Internacional do Agronegócio DESAFIOS ÀS EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
Anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas
Avanços e Pontos para Reflexão Renato da Fonseca Secretário-Executivo do Conselho da Micro e Pequena Empresa da Confederação Nacional da Indústria Pontos para reflexão Por que devemos criar um regime especial
Agropecuária Sustentável e Cooperativismo
DEPARTAMENTO DE ASSOCIATIVISMO RURAL E COOPERATIVISMO SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO/MAPA Agropecuária Sustentável e Cooperativismo IV SIMBRAS Porto Alegre, 1º de agosto de
AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS
AGRONEGÓCIOS AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS Argentina Estados Unidos Indonésia Brasil Canadá Russia Índia Japão Austrália China México Área Agricultável > 30 milhões de ha População urbana > 80
Soluções Educacionais do Sebrae para a Cooperação e para liderança
Soluções Educacionais do Sebrae para a Cooperação e para liderança 26ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel e Produtos Apícolas Brasília26 de Setembro de 2012 Reginaldo Barroso de Resende
MBA Gestão Estratégica do Agribusiness
MBA Gestão Estratégica do Agribusiness Inscrições Abertas: Início das aulas: 24/08/2015 Término das aulas: 24/08/2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às 22h30 Semanal Quarta-Feira 18h30
III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE
III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE Painel 8: O papel de Instituições Públicas para Desenvolvimento da Cacauicultura Brasileira O Cacau e a Agricultura Familiar Adriana
O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira
O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira Clusters para exportação sustentável nas cadeias produtivas da carne bovina e soja Eng Agrônomo Lucas Galvan Diretor
21º Congresso Internacional do Trigo Abitrigo. O mercado de Commodities e as Novas Tendências para o Trigo. Alexandre Mendonça da Barros
21º Congresso Internacional do Trigo Abitrigo O mercado de Commodities e as Novas Tendências para o Trigo Alexandre Mendonça da Barros 20 de Outubro de 2014 Índice As transformações da economia agrícola
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso Índice 1 - Conceito de Agronegócio e a atuação do Imea 2 - Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 2.1 Agronegócio Soja 2.2 Agronegócio Milho 2.3 Agronegócio Algodão
Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil
Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Organização Internacional do Café - OIC Londres, 21 de setembro de 2010. O Sistema Agroindustrial do Café no Brasil - Overview 1 Cafés
Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária Brasileira
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 ROSEMEIRE SANTOS Superintendente Técnica Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária
Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios
Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios João Ricardo Albanez Superintendente de Política e Economia Agrícola, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de
A Segurança Alimentar num país de 200 milhões de habitantes. Moisés Pinto Gomes Presidente do ICNA
A Segurança Alimentar num país de 200 milhões de habitantes Moisés Pinto Gomes Presidente do ICNA O uso da terra no Brasil Evolução das Áreas de Produção Milhões de hectares 1960 1975 1985 1995 2006 Var.
em números Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento
agronegócio brasileiro em números Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento 2010 ranking Ranking Brasileiro da Produção e Exportação Fonte: USDA e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Programa Nacional da Alimentação Escolar PNAE
Programa Nacional da Alimentação Escolar PNAE PROGRAMA NACIONAL DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR PNAE A compra de gêneros alimentícios da agricultura familiar para a alimentação escolar é uma conquista dos agricultores
INDÚSTRIA DE ALIMENTOS
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE ALIMENTOS OUTUBRO DE 2015 PRODUTOS INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NO BRASIL 2012 EXPORTAÇÕES US$ 43 Bilhões (23%) 23% Ásia 22% União Europeia FATURAMENTO
Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária
Responsabilidades Secretaria de Defesa Agropecuária Prevenção, controle e erradicação de doenças e pragas animais e vegetais de interesse econômico e de importância para a saúde pública. Assegurar a sanidade,
CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF
CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO DA REAF A REAF é um órgão assessor especializado do Grupo Mercado Comum (GMC), principal órgão executivo do MERCOSUL e do Conselho
A produção mundial e nacional de leite - a raça girolando - sua formação e melhoramento
A produção mundial e nacional de leite - a raça girolando - sua formação e melhoramento Duarte Vilela [email protected] Audiência Pública - 18/05/2010 Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento
Cadeia Produtiva do Leite. Médio Integrado em Agroindústria
Médio Integrado em Agroindústria A importância da cadeia do leite A cadeia do leite e de seus derivados desempenha papel relevante no suprimento de alimentos e na geração de emprego e renda, se igualando
Agenda. História / Perfil da da Companhia empresa. Posicionamento Atual. Porquea a Embraco foi para a a China. Desafios/Conclusão
O caminho da Embraco na China 1 Agenda História / Perfil da da Companhia empresa Posicionamento Atual Porquea a Embraco foi para a a China Desafios/Conclusão 2 Líder mundial na fabricação de compressores
Departamento de Geração de Renda e
Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor - DGRAV ESTRUTURA DO MDA Gabinete do Ministro Secretaria Executiva Secretaria da Agricultura Familiar SAF Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA
Pessoas que cuidam de pessoas
Pessoas que cuidam de pessoas Agenda Cenário Econômico Mundial Ranking PIB 2012 15,68 8,22 5,96 3,40 2,60 2,44 2,39 2,02 2,01 1,82 Estados Unidos China Japão Alemanha França Reino Brasil Rússia Itália
Protocolo Oficial de Boas Práticas Agropecuárias
Produção Integrada Agropecuária PI Brasil Protocolo Oficial de Boas Práticas Agropecuárias Agosto/2011 CUSTO DA POSIÇÃO DE DESTAQUE DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA * Pode ter sido produzido com antibióticos
SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL: balanço e próximos passos
SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL: balanço e próximos passos ÍNDICE Balanço Processo de consulta pública para alteração na Portaria 60/2012 Próximos passos BALANÇO - Brasil 43 UPBs detentoras do Selo Combustível
A visão de longo prazo contempla: Produção Exportações líquidas Estoques. Área plantada Produtividade Consumo doméstico (total e per capita)
Fornecer aos agentes envolvidos no agronegócio, notadamente as indústrias de insumos agropecuários e de alimentos, além dos produtores, Governo e academia, informações estratégicas sobre a dinâmica futura
O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior
O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo São Paulo, agosto de 2012 Introdução 1 Contexto Econômico Internacional;
Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR
Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS NO AGRONEGÓCIO EM 1. RESULTADO
Luiz Carlos T. de Carvalho Assessor Chefe de Comércio e Investimentos Subsecretaria de Relações Internacionais Secretaria de Estado da Casa Civil
Luiz Carlos T. de Carvalho Assessor Chefe de Comércio e Investimentos Subsecretaria de Relações Internacionais Secretaria de Estado da Casa Civil Governo do Estado do Rio de Janeiro A SUBSECRETARIA DE
O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO E O SETOR DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS TENDÊNCIAS DOS MERCADOS PARA 2012/2013 E OS CENÁRIOS DE LONGO PRAZO Carlos Cogo Agosto/2012 LA NIÑA PROVOCA FORTES QUEBRAS EM SAFRAS DE GRÃOS O
QUEM SOMOS MISSÃO WORKSHOP O QUE FAZEMOS A INDÚSTRIA DE SEMENTES NO BRASIL. Associação Brasileira de Sementes e Mudas
Associação Brasileira de Sementes e Mudas WORKSHOP AMOSTRAGEM, TESTES E ESTATÍSTICA SEMENTES, PLANTAS E GRÃOS Associação Brasileira de Sementes e Mudas A INDÚSTRIA DE SEMENTES NO BRASIL ILSI International
Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários
Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários Segmentos dentro da porteira: Produção agrícola Produção pecuária Segmentos depois da porteira: Agroindústria Canais
Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social
AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez
O COOPERATIVISMO E O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
O COOPERATIVISMO E O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO BRASIL Grandeza 5ª Maior População do planeta Maior reserva de água doce do mundo 7ª Economia do mundo Maior área agricultável do planeta Fonte: Banco mundial
Associativismo e cooperativismo na Andaluzia e Múrcia - Caso de estudo. 05 de Fevereiro de 2013
1 Associativismo e cooperativismo na Andaluzia e Múrcia - Caso de estudo Razões da escolha 2 Proximidade cultural e geográfica; Andaluzia: região com maior nº de cooperativas e representando o maior volume
BIS - Banco de Inovação Social
BIS - Banco de Inovação Social Natureza do BIS Missão do BIS Instrumentos do BIS Iniciativas e Programas do BIS Os Membros do BIS Orgânica Estratégico Executivo MEMBROS MEMBROS 5 Empresários inovadores
Entenda o IC AGRO. Sobre o Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro)
Metodologia Entenda o IC AGRO O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) apresenta informações sobre a percepção econômica do Brasil e do agronegócio por produtores agropecuários, cooperativas e indústrias
Produção Integrada Agropecuária PI Brasil Novembro/2011 AGROPECUÁRIA BRASILEIRA (2006) Fonte: Conab/MAPA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA CUSTO DA POSIÇÃO DE DESTAQUE DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA * Pode ter sido
O Mercado Mundial de Commodities. Palestrante: André Pessôa (Agroconsult) Debatedor: André Nassar (Icone)
O Mercado Mundial de Commodities Palestrante: André Pessôa (Agroconsult) Debatedor: André Nassar (Icone) Um mercado em desequilíbrio: choque de demanda Relação Estoque/Uso (soja, milho, trigo e arroz)
Políticas Públicas operadas pela EMATER/RS-ASCAR no RS
Políticas Públicas operadas pela EMATER/RS-ASCAR no RS Crédito Rural - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - (Pronaf) Assessoria Técnica, Social e Ambiental (ATES) Assistência Técnica
EMENTAS DAS DISCIPLINAS
EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;
Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria
VII Seminário ABMR&A da Cadeia Produtiva de Carne Bovina Feicorte 2007 Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria Médica Veterinária Andréa Veríssimo M. Appl. Sc. Farm Management Lincoln
Subsídios para uma nova política agropecuária com gestão de riscos
Subsídios para uma nova política agropecuária com gestão de riscos Evandro Gonçalves Brito Diretoria de Agronegócios / Banco do Brasil Uberlândia (MG), 18 de novembro de 2010. Desafios Globais Os dez maiores
no Desenvolvimento dos
A Importância do Secretaria de Cooperativismo de Crédito no Desenvolvimento dos Territórios rios Rurais do Brasil (Tema X: O Cooperativismo de Crédito Como Agente Transformador) 5º Seminário Banco Central
I - Fomentar a organização
Legislação Lei 14.591/2011 Decreto 57.755/2012 Decreto 60.055/2014 I - Fomentar a organização Objetivos II - Estimular a produção da Agricultura Familiar III Favorecer a compra dos produtos da Agricultura
Financiamento ao Agronegócio. Internacionalização da Agroindústria
Financiamento ao Agronegócio Internacionalização da Agroindústria BRF Visão Geral BRF Principais Key Brands Marcas Dados Financeiros 3 Uma das maiores empresas de alimentos do Brasil e do mundo 7 a maior
COCAMAR ESTRATÉGIA E GOVERNANÇA
COCAMAR ESTRATÉGIA E GOVERNANÇA Cocamar - Números 2013 2,65 BILHÕES FATURAMENTO 11.800 ASSOCIADOS 56 UNIDADES OPERACIONAIS 2.300 COLABORADORES 103 AGRÔNOMOS 1,1 MILHÕES DE t CAPACIDADE ARMAZENADORA 2 MILHÕES
AVALIAÇÕES E PERSPECTIVAS ESTRATÉGIAS PARA OS PROJETOS IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PNCF
AVALIAÇÕES E PERSPECTIVAS ESTRATÉGIAS PARA OS PROJETOS IV SEMINÁRIO NACIONAL DO PNCF Crédito Fundiário no combate a pobreza rural: Sustentabilidade e qualidade de vida 2011 PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO
Alimento: como produzir para atender as necesidades
Alimento: como produzir para atender as necesidades Sílvio Isopo Porto Brasília (DF), junho de 2011 Fatores Críticos para Agricultura 1. Crescente demanda dos países emergentes 2. Utilização de produtos
Associativismo e Cooperativismo. Diego Neves de Sousa Analista do setor de Transferência de Tecnologia
Associativismo e Cooperativismo Diego Neves de Sousa Analista do setor de Transferência de Tecnologia O QUE É COOPERAR? Cooperar é trabalhar junto, é ajudar-se mutuamente, é tentar conseguir, com ajuda
O QUE SÃO COOPERATIVAS DE CRÉDITO PERFIL INSTITUCIONAL DESEMPENHO ECONÔMICO SOLUÇÕES FINANCEIRAS SUSTENTABILIDADE
O QUE SÃO COOPERATIVAS DE CRÉDITO PERFIL INSTITUCIONAL DESEMPENHO ECONÔMICO SOLUÇÕES FINANCEIRAS SUSTENTABILIDADE AGENTES DA PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DAS COMUNIDADES ONDE ATUAM Principais
BNDES Prosoft. Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação
BNDES Prosoft Programa BNDES para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação Objetivo - Contribuir para o desenvolvimento da indústria nacional de software
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS Lúcia Maria Mendonça Santos Marcos Daniel Souza dos Santos Paula Coelho da Nóbrega Departamento de Mobilidade Urbana Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana
Indústria avícola paranaense
Indústria avícola paranaense Evoluçã o do consumo de fãrelo de sojã e milho pãrã criãçã o de frãngos no Pãrãnã Ana Luiza Lodi [email protected] Thadeu Silva [email protected] Natália
POLÍTICA de GARANTIA de PREÇOS MÍNIMOS - PGPM
Diretoria de Política Agrícola e Informações - Dipai Superintendencia de Gestão da Oferta - Sugof POLÍTICA de GARANTIA de PREÇOS MÍNIMOS - PGPM Por: Carlos Eduardo Tavares Maio de 2012 RAZÃO DA POLÍTICA
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTEIROR 3 ª CONFERÊNCIA BRASILEIRA DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTEIROR DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO COMÉRCIO EXTERIOR 3 ª CONFERÊNCIA BRASILEIRA DE ARRANJOS PRODUTIVOS
ORIENTAÇÃO PARA CONSTITUIÇÃO DE COOPERATIVAS
ORIENTAÇÃO PARA CONSTITUIÇÃO DE COOPERATIVAS 1. BREVE HISTÓRICO O cooperativismo objetiva difundir os ideais em que se baseia, para atingir o pleno desenvolvimento financeiro, econômico e social de todas
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso Índice 1 - Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO
PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO Março/2013 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. População Mundial 05. População ocupada 06. PIB Mundial 07. PIB per capita Mundial 08. Exportação Mundial
ADMINISTRAÇÃO / BACHARELADO
ADMINISTRAÇÃO / BACHARELADO Dos cursos mais procurados pelos estudantes, o de Administração é um dos mais novos. Enquanto Medicina e Direito formam profissionais desde o século 19, foi apenas em 1946 que
JUSTIFICATIVA DA PROPOSIÇÃO
JUSTIFICATIVA DA PROPOSIÇÃO A Arábia Saudita está entre os dez maiores importadores agrícolas mundiais, com US$ 8,3 bilhões/ano (média 2003-2007). Dentre os principais produtos importados, destacam-se
Indústria do Esporte. Análise de Faturamento FIFA Copa do Mundo
Indústria do Esporte Análise de Faturamento FIFA Copa do Mundo Fevereiro 2013 Com a proximidade da Copa do Mundo no Brasil, a BDO RCS fez um levantamento sobre a evolução da receita da FIFA desde a sua
EMENTAS DAS DISCIPLINAS
EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução
Leomar Luiz Prezotto
LEGISLAÇÃO SANITÁRIA Leomar Luiz Prezotto Consultor em agroindústria Email: [email protected] [email protected] www.consultoriaboavista.com.br Fone: 61 8128.9790 LEGISLAÇÃO SANITÁRIA
EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016
EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional
O BADESUL Agência de Desenvolvimento, controlada pelo Governo Estadual, integra Sistema
O BADESUL Agência de Desenvolvimento, controlada pelo Governo Estadual, integra o Sistema de Desenvolvimento do Estado coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento SDPI. Tem
15/10/2012. Oficina de Mobilização de Recursos. Apresentação. Estrutura de um Projeto. Programação. Conteúdos
Apresentação Oficina de Mobilização de Recursos 1. Nome 2. Instituição 3. Você conhece os ODM? 4. Já trabalhou com projetos? 5. Expectativas com a Oficina? [email protected] Programação Estrutura de um
Apresentação IBRAC: Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Cacau Brasília, 07 de março o de 2012 Carlos Lima Diretor Executivo
Apresentação IBRAC: Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Cacau Brasília, 07 de março o de 2012 Carlos Lima Diretor Executivo ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Contexto Atual 2. O Setor da Cachaça 3. O Instituto
Gestão. Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos
da Qualidade Gestão O tecnólogo em Gestão da Qualidade é o profissional que desenvolve avaliação sistemática dos procedimentos, práticas e rotinas internas e externas de uma entidade, conhecendo e aplicando
14º CONGRESSO BRASILEIRO DO AGRONEGÓCIO FÓRUM ALIMENTOS. Vamos tornar o Brasil o primeiro produtor de Alimentos do Mundo?
14º CONGRESSO BRASILEIRO DO AGRONEGÓCIO FÓRUM ALIMENTOS Vamos tornar o Brasil o primeiro produtor de Alimentos do Mundo? ALAN BOJANIC Ph.D. REPRESENTANTE DA FAO NO BRASIL ALIMENTAR O MUNDO EM 2050 As novas
BRASIL. Francisca Peixoto
BRASIL Francisca Peixoto INTRODUÇÃO BRASIL Um dos principais fornecedores de alimentos e matériasprimas do mundo Dotação única em recursos naturais Política agropecuária alinhada com estratégia nacional
Visão estratégica e projetos futuros
Visão estratégica e projetos futuros 4 Encontro de Secretários Executivos de Sindicatos - FIESC 15 de setembro de 2010 PDA Visão Estratégica Panorama SC Projetos 2011 Objetivos Visão Estratégica 1/9 Mapa
Crescer agregando valor
Crescer agregando valor Marcio Araujo de Lacerda Presidente do Conselho de Administração Maio de 2008 1/XX Orientações do Governo Mineiro Para Minas Gerais: Um Estado para Resultados Visão: Tornar Minas
CONSUMIDOR. Onde foi produzido Rastreado Light / Diet Menos Sal / 0% Trans Livre de Transgênicos Segurança alimentar. Tendências: Como foi produzido
Tendências: Como foi produzido CONSUMIDOR Onde foi produzido Rastreado Light / Diet Menos Sal / 0% Trans Livre de Transgênicos Segurança alimentar Carne Não Transgênica Milhões Tons. 80,0 75,0 70,0 65,0
Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar. Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara
Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara São Paulo, 2014 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE
Programas de Apoio à Exportação
INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASIL / MERCOSUL Programas de Apoio à Exportação ENCOMEX JARAGUÁ DO SUL Flávio Martins Pimentel Coordenação-Geral de Programas de Apoio à Exportação MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO,
Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia
Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério
