TÍTULO: PADRONIZAÇÃO DAS LIGAÇÕES DE ÁGUA DE CAMPINAS - FERRAMENTA PARA REDUÇÃO DE PERDAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TÍTULO: PADRONIZAÇÃO DAS LIGAÇÕES DE ÁGUA DE CAMPINAS - FERRAMENTA PARA REDUÇÃO DE PERDAS"

Transcrição

1 TÍTULO: PADRONIZAÇÃO DAS LIGAÇÕES DE ÁGUA DE CAMPINAS - FERRAMENTA PARA REDUÇÃO DE PERDAS Autor: Maurício André Garcia: Cargo atual: Coordenador Técnico de Micromedição e Uso Racional Formação: Tecnologia Sanitária Universidade de Campinas - UNICAMP Engenharia Civil Universidade Paulista UNIP Área de atuação: Controle de Perdas Micromedição e Uso Racional Endereço para Correspondência: Rua Vitoriano dos Anjos, Ponte Preta Fone: 0XX / 0XX End. Eletrônico : Campinas São Paulo Declaro concordar com as condições estabelecidas no Regulamento para Apresentação de Trabalhos Técnicos na 36ª Assembléia Nacional da ASSEMAE. Maurício André Garcia

2 1. Objetivo Apresentar o processo de padronização das ligações de água do município de Campinas, seus benefícios e contribuição no combate as perdas de água. 2. Introdução Até 1995 as ligações de água de Campinas possuíam cavaletes tradicionais, fabricados em ferro galvanizado, PVC ou PEAD, que ficavam localizados em sua maioria no interior dos imóveis. Esta situação dificultava a realização dos serviços de leitura; corte; manutenção e fiscalização, uma vez que o acesso ao cavalete dependia da autorização dos moradores. Outro grande problema deste tipo de ligação é que os consumidores tinham acesso ao medidor de água, que não possuíam nenhum tipo de lacre, facilitando a realização de fraudes e acarretando num grande número de hidrômetros inclinados. Os casos de impossibilidade de leitura devido a portão fechado eram em torno de por mês, cerca de 5% do total de ligações de água existentes. A partir da implantação do Programa de Redução de Perdas, a EMPRESA DE SANEAMENTO DE CAMPINAS deu inicio à padronização das ligações de água, com o objetivo de aperfeiçoar a realização dos serviços, combater as fraudes, reduzir as perdas aparentes e ao mesmo tempo proporcionar um sistema de medição do consumo de água confiável e em conformidade com a Portaria do n. 246/00 INMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Inicialmente foi realizada uma pesquisa para conhecer os padrões de ligação de água existentes em outras empresas de saneamento. Algumas empresas já utilizavam caixas e proteção de hidrômetro que eram instaladas nos muros dos imóveis, porém não possuíam visores nem lacres e para a realização das leituras era necessária a abertura de tampas frontais. A maioria das caixas pesquisadas eram fabricadas em chapas de aço carbono e algumas fabricadas em fibra de vidro. A partir das caixas de proteção utilizadas em outros municípios, foi concebido em 1996 o novo padrão de ligação de água da EMPRESA DE SANEAMENTO DE CAMPINAS que prevê a instalação de caixa de proteção de hidrômetro embutida nos muros dos imóveis, porém possui algumas vantagens, como por exemplo: visor para realização

3 das leituras sem a abertura da tampa, lacre numerado que impede o acesso dos consumidores ao medidor e tubo camisa embutido na alvenaria para introdução do tubo PEAD. Em 1996 o novo padrão passou a ser oferecido aos clientes nos pedidos de novas ligações em caráter opcional. A partir de 1997 o padrão de ligação com caixa de caixa de proteção de hidrômetro passou a ser obrigatório para as novas ligações e continua sendo utilizado atualmente, totalizando aproximadamente imóveis atendidos. 3. Metodologia 3.1. Características básicas do padrão Caixa de proteção embutida em muros ou muretas de alvenaria; Possibilidade de instalação em muros frontais ou lateriais, desde que seja garantido o livre acesso; Utilização de tubo camisa embutido em alvenaria para passagem do tubo PEAD; Ramal predial sem nenhuma emenda desde a rede até o cavalete; Hidrômetro sempre instalado na posição horizontal, evitando perdas por submedição; Visor para realização das leituras pelo lado externo; Tampa com lacre numerado que impede o acesso do cliente ao medidor, com a finalidade de evitar fraudes; Registro para uso dos clientes instalado na tubulação interna após a luva de saída da caixa; 3.2. Procedimentos implantação Os interessados solicitam as ligações nas agências de atendimento ao cliente e recebem a caixa de proteção juntamente com um folheto orientativo para a instalação. Após a instalação no muro ou mureta de seu imóvel, conforme folheto orientativo, o cliente entra em contato pelo telefone 0800 da EMPRESA DE SANEAMENTO DE CAMPINAS e informa o número do protocolo.

4 Em seguida é emitida uma Solicitação de Serviço Sse e encaminhada à área responsável pela execução. A equipe de campo somente realizada o serviço caso todas as exigências tenham sido atendidas, caso contrário o serviço é cancelado e é deixado um aviso com as alterações necessárias. Após as alterações o cliente repete o mesmo procedimento anterior Ligações existentes no padrão antigo Para as ligações existentes no padrão antigo, somente é exigida a mudança para o novo padrão, nas situações abaixo: Casos de irregularidades/ fraudes; Solicitações de segunda ligação com derivação; Solicitações de remanejamento da posição do cavalete; Impedimentos de acesso consecutivos; Durante vistorias para liberação de Alvará de Uso ou Habite-se, caso o medidor esteja em desacordo com a Portaria do INMETRO, ou seja, inclinado ou desprotegido das intempéries. Nas demais situações a mudança para o novo padrão é facultativa para os clientes, porém a EMPRESA DE SANEAMENTO DE CAMPINAS incentiva a sua adoção, não cobrando pelos materiais e mão de obra, desta forma os interessados arcam apenas com as despesas relativas à instalação da caixa de proteção. Com este incentivo atualmente ocorrem em torno de remoções espontâneas por ano Vantagens do padrão Acesso assegurado e sistemático ao cavalete/hidrômetro; Elimina o acesso do consumidor ao cavalete; Reduz da incidência de fraudes; Elimina os casos de PF; Garante a instalação adequada do hidrômetro, sem inclinação e protegido das intempéries; Maior agilidade na execução de ligações de água; Evita a quebra de pisos ou muros nas trocas de ramais.

5 Otimiza os serviços de campo, como leitura, corte, troca de hidrômetros, ficalização, etc. Diminui os pontos de vazamentos, tubo PEAD sem emendas; Elimina os casos de ataques de cães durante a execução de serviços; Elimina a necessidade de entrar nos imóveis, evitando que os clientes venham a ser enganados por pessoas que possam se passar por funcionários da empresa de saneamento para cometer delitos Vantagens da caixa plástica Menor peso maior facilidade de transporte; Maior resistência mecânica, mais eficiênte contra vandalismo; Maior durabilidade, vida útil mínima de 10 anos; Melhor acabamento estético; Melhor relação custoxbenefício; Não sofre efeito de corrosão; Possui tratamento contra raios UV; Possilibilita a instalação de qualquer hidrômetro ¾, relojoaria inclinada ou plana. 4. Combate as perdas O padrão de ligação de água de Campinas colabora para a redução das perdas aparentes, ou seja, aquelas cuja água foi fornecida, porém não foi contabilizada pelo medidor devido a erros de medição (submedição) ou fraudes. O padrão garante uma condição ideal para instalação do hidrômetro, evitando os casos de inclinação e melhorando a qualidade da medição. Os consumidores não têm acesso ao medidor, pois a caixa de proteção é lacrada, desta maneira os casos de fraudes no hidrômetro, como por exemplo: furos na cúpula e inversão são minimizados. Praticamente a única alternativa para realização de fraudes no padrão é a execução de derivação clandestina no ramal de PEAD, porém esta operação não é muito fácil, pois é necessária a abertura de buraco no muro, o seccionamento do tubo camisa e finalmente a derivação do tubo PEAD em carga.

6 Em qualquer situação a fiscalização por parte da empresa de saneamento é muito simples e não depende da autorização dos clientes, assim quando ocorre uma fraude em ligações de água que possuem o padrão de ligação de água atual, rapidamente a mesma é detectada e o infrator notificado, sendo inclusive apurado o prejuízo para cobrança retroativa. 5. Resultados obtidos Aumento de faturamento devido a maior qualidade da medição; Redução de 95% das fraudes; Eliminação dos casos de PF; Redução dos casos de vazamentos em ramais predias; Menor tempo de atendimento de pedidos de ligação de água; Aumento da satisfação dos clientes e funcionários; Maior agilidade dos serviços de leitura, corte e fiscalização, representando menor custo. Conclusões: CAMPINAS possui cerca de 60% de suas ligações de água no novo padrão e tem como meta alcançar 100% nos próximos anos, através do incentivo e procedimentos citados neste documento. Entendemos que os benefícios justificam amplamente os investimentos e recomendamos a sua utilização.

7 Modelos de caixas de proteção já utilizados em Campinas Foto 1 Primeiro modelo de caixa utilizado (1996 e 1997) Permitia somente a instalação de medidores com comprimento 115mm, somente uma saída para o lado esquerdo, dificultando a instalação, luva de ferro galvanizado com problemas de corrosão. Foto 2 Segundo modelo de caixa utilizado (1998 a 2001) Este modelo passou a permitir a instalação de medidores ¾ com comprimento de 190mm e incorporou a pintura eletrostática e luva de latão, aumentando a durabilidade.

8 Fotos 3 e 4 Terceiro modelo de caixa utilizado (2002 e 2003) Este modelo passou a oferecer a opção de instalação com saída para a esquerda ou para a direita, a critério do cliente. Foto 5 Quarto modelo de caixa utilizado (2002 e 2003) Este modelo teve suas dimensões reduzidas devido a utilização de medidores com relojoaria inclinada.

9 Fotos 6 e 7 Quinto modelo de caixa utilizado (2004 a 2007) Caixa de proteção fabricada em material plástico (polipropileno), que representa a evolução natural das caixas já utilizadas pela EMPRESADE SANEAMENTO DE CAMPINAS, apresenta a melhor relação custoxbenefício, existem atualmente cerca de instaladas em campo, com total aprovação da população. São realizados testes de recebimento em todos os lotes adquiridos, conforme norma interna da EMPRESADE SANEAMENTO DE CAMPINAS, onde as amostras são submetidas a ensaios de resistênempresa(tração, compressão e impacto). Esta caixa possui vida útil mínima exigida na licitação de 10 anos, porém acreditamos que sua durabilidade seja maior que 20 anos.

10 Foto 8 Obra de substituição de ramal predial com instalação do padrão Foto 9 Exemplo de caixa de proteção instalada

TÍTULO: LABORATÓRIO DE CALIBRAÇÃO DE HIDRÔMETROS DA EMPRESA DE SANEAMENTO DE CAMPINAS - UNIDADE MÓVEL

TÍTULO: LABORATÓRIO DE CALIBRAÇÃO DE HIDRÔMETROS DA EMPRESA DE SANEAMENTO DE CAMPINAS - UNIDADE MÓVEL TÍTULO: LABORATÓRIO DE CALIBRAÇÃO DE HIDRÔMETROS DA EMPRESA DE SANEAMENTO DE CAMPINAS - UNIDADE MÓVEL Autor: Maurício André Garcia: Cargo atual: Coordenador Técnico de Micromedição e Uso Racional Formação:

Leia mais

TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS

TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS Autores: Rita de Cássia Junqueira: Cargo atual: Tecnóloga Sanitarista Formação: Tecnologia Sanitária Universidade de Campinas -

Leia mais

PORTARIA Nº 2.713 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013.

PORTARIA Nº 2.713 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013. PORTARIA Nº 2.713 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A INSTITUIÇÃO DA PADRONIZAÇÃO DAS LIGAÇÕES DE ÁGUA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. SILVIO DE BRITO ÁVILA, Superintendente do SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA

Leia mais

NOVO PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA

NOVO PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA NOVO PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA MANUAL DE ] INSTALAÇÃO 2016 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA INSTALAÇÃO Ao fazer uma ligação de água ou mudança de cavalete, o usuário deverá atender ao novo padrão de ligação de

Leia mais

SAN.T.IN.NT 33. A.R.T.: Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA;

SAN.T.IN.NT 33. A.R.T.: Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA; 1 / 5 SUMÁRIO: 1. FINALIDADE 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. DEFINIÇÕES 4. PROCEDIMENTOS 5. REFERÊNCIAS 6. ANEXOS 1. FINALIDADE Esta Norma tem como finalidade disciplinar e padronizar os procedimentos para liberação

Leia mais

DoalPlastic. mais importante! preocupada com o que há de. Seja consciente, utilize produtos com a marca DoalPastic.

DoalPlastic. mais importante! preocupada com o que há de. Seja consciente, utilize produtos com a marca DoalPastic. Catálogo de produtos DoalPlastic preocupada com o que há de mais importante! Seja consciente, utilize produtos com a marca DoalPastic. A DoalPlastic é uma empresa privada de capital nacional, que desde

Leia mais

MoNTAGEM E instalação DE ELiMiNADoR DE AR

MoNTAGEM E instalação DE ELiMiNADoR DE AR MoNTAGEM E instalação DE ELiMiNADoR DE AR O respeito ao cliente sempre foi um compromisso da COPASA. E agora, em atendimento à solicitação do Movimento das Donas de Casa e em cumprimento à Lei Estadual

Leia mais

Diretoria Técnica Gerência de Controle de Perdas e Sistemas

Diretoria Técnica Gerência de Controle de Perdas e Sistemas Título: Gestão da Pesquisa de vazamentos não visíveis AUTORES: Claudio Luiz Tiozzi Rubio Cargo Atual: Coordenador Macromedição e Pesquisas Formação: Engenharia Mecânica Área de Atuação: Controle de Perdas,

Leia mais

SAN.C.IN.NC 06. Esta Norma tem a finalidade de estabelecer procedimentos para a retificação de fatura(s) de água afastamento e tratamento de esgoto.

SAN.C.IN.NC 06. Esta Norma tem a finalidade de estabelecer procedimentos para a retificação de fatura(s) de água afastamento e tratamento de esgoto. 1 / 6 SUMÁRIO: 1. FINALIDADE 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. CONCEITOS BÁSICOS 4. PROCEDIMENTOS 5. CONSIDERAÇÕES GERAIS 6. REFERÊNCIAS 7. ANEXOS 1. FINALIDADE Esta Norma tem a finalidade de estabelecer procedimentos

Leia mais

Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município

Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município Foco na Gestão Comercial e Operacional Estamos vivenciando atualmente, uma profunda transformação no Setor de Saneamento. As Companhias

Leia mais

SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC

SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC Especificação para implantação de infra-estrutura Diretoria de Redes Gerência de Engenharia da Distribuição Coordenação de Engenharia SISTEMA DE MEDIÇÃO E

Leia mais

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A TÍTULO: Metodologia para Detecção de Vazamentos não Aparentes utilizando Armazenadores de Ruídos de Vazamento em Setores isolados na cidade de Campinas. AUTOR: Engº Paulo Sérgio Vicinança RESPONSÁVEL PELA

Leia mais

ÁGUA (COMO OBTER A LIGAÇÃO) INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO DO PADRÃO DE DIÂMETRO

ÁGUA (COMO OBTER A LIGAÇÃO) INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO DO PADRÃO DE DIÂMETRO DICAS COMO REDUZIR O GASTO DESNECESSÁRIO DE ÁGUA TORNEIRAS Ao lavar as mãos, feche a torneira na hora de ensaboá-las. Ao escovar os dentes ou fazer a barba, faça o mesmo. Só volte a abrir a torneira na

Leia mais

ANEXO II ESTRUTURA TARIFÁRIA E VALOR DOS SERVIÇOS

ANEXO II ESTRUTURA TARIFÁRIA E VALOR DOS SERVIÇOS ANEXO II ESTRUTURA TARIFÁRIA E VALOR DOS SERVIÇOS Os valores a serem cobrados dos clientes, resultam na aplicação dos valores da Tarifa Referencial de Água (TRA) e da Tarifa Referencial de Esgoto (TRE),

Leia mais

SAN.T.IN.IT 103. Instruções Técnicas para Medição Individualizada de Água em Empreendedor/condomínios Verticais

SAN.T.IN.IT 103. Instruções Técnicas para Medição Individualizada de Água em Empreendedor/condomínios Verticais 1 / 29 SUMÁRIO: 1. FINALIDADE 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. DEFINIÇÕES 4. MÃO-DE-OBRA EMPREGADA 5. EPI`S EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 6. REQUISITOS TÉCNICOS 7. DISPOSIÇÕES GERAIS 8. LOCAIS PARA INSTALAÇÃO/CONSTRUÇÃO

Leia mais

Norma Técnica Sabesp NTS 165

Norma Técnica Sabesp NTS 165 Norma Técnica Sabesp NTS 165 Instalação da Unidade de Medição de Água - UMA (DN 20 - Hidrômetro de 1,5 m 3 /h e 3,0 m 3 /h) Procedimento São Paulo Revisão 05 Janeiro 2015 NTS 165:2015 Rev. 05 Norma Técnica

Leia mais

SISTEMA DE NORMAS RD Nº 05/2007 de 18/04/07 1 de 7

SISTEMA DE NORMAS RD Nº 05/2007 de 18/04/07 1 de 7 Nº RD e Data de aprovação: PÁGINA : SISTEMA DE NORMAS RD Nº 05/2007 de 18/04/07 1 de 7 CÓDIGO : GECOM/D.C. - 01 TÍTULO DA NORMA : SUBSTITUI : SISTEMA DE MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA 1. PROPÓSITOS: Estabelecer

Leia mais

Programa Consumo Responsável. Julho 2015

Programa Consumo Responsável. Julho 2015 Programa Consumo Responsável Julho 2015 PORTO ALEGRE - BRASIL População (2014): 1.472.482 habitantes PIB Brasil (2014): R$ 5,52 trilhões PIB Brasil (2012) per capita: R$ 22,6 mil PIB Rio Grande do Sul

Leia mais

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I 1. O presente Regulamento objetiva estabelecer regras gerais de uso do sistema de abastecimento

Leia mais

VISTORIA DE VAZAMENTO UM OLHAR VOLTADO AO CIDADÃO

VISTORIA DE VAZAMENTO UM OLHAR VOLTADO AO CIDADÃO VISTORIA DE VAZAMENTO UM OLHAR VOLTADO AO CIDADÃO Autores Adriana de Sena Simão Lourival Rodrigues da Silva Vera Lucia Nogueira PENÁPOLIS PENÁPOLIS População: 56.000 habitantes; Numero de ligações de água:

Leia mais

NORMA TÉCNICA n.º 01, DE 07 DE MAIO DE 2012. Processo n.º 660/2008 - Padrão Processo nº 385/1998 - Normas

NORMA TÉCNICA n.º 01, DE 07 DE MAIO DE 2012. Processo n.º 660/2008 - Padrão Processo nº 385/1998 - Normas NORMA TÉCNICA n.º 01, DE 07 DE MAIO DE 2012. DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS RELATIVOS À INSTALAÇÃO OBRIGATÓRIA DE CAIXA PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ESGOTO, CONFORME DISPÕE O DECRETO 7.218

Leia mais

Programa de Redução de Perdas de Água e Eficiência Energética ÍNDICE Visão Geral das Perdas na SABESP Programa de Redução de Perdas de Água e Eficiência Energética Benefícios do Programa Visão Geral das

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 433

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 433 ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 433 Dispõe sobre o reajuste dos valores das tarifas de água e esgoto a serem aplicadas no Município de Santa Gertrudes. A Diretoria da ARSESP, considerando os

Leia mais

LIGAÇÕES PREDIAIS ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2

LIGAÇÕES PREDIAIS ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 LIGAÇÕES PREDIAIS PÁGINA 1/49 MOS 4ª Edição ESPECIFICAÇÕES MÓDULO 17 VERSÃO 00 DATA jun/2012 SUMÁRIO OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 1701 a 1714 LIGAÇÃO PREDIAL DE

Leia mais

PLANO DIRETOR PARA COMBATE ÀS PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA

PLANO DIRETOR PARA COMBATE ÀS PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA PLANO DIRETOR PARA COMBATE ÀS PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA A PERDA DE ÁGUA NO ABASTECIMENTO PÚBLICO O índice de perdas é um dos principais indicadores da eficiência da operação dos

Leia mais

ANEXO 01 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ARMÁRIOS PARA CRMS

ANEXO 01 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ARMÁRIOS PARA CRMS Página 1 de 5 ÍNDICE DE REVISÕES REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS 0 PARA LICITAÇÃO ORIGINAL REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F DATA 01.08.11 25.04.14 EXECUÇÃO JADR AF VERIFICAÇÃO JADR JADR APROVAÇÃO

Leia mais

PADRÃO DE ENTRADA DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS MANUAL SIMPLIFICADO

PADRÃO DE ENTRADA DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS MANUAL SIMPLIFICADO PADRÃO DE ENTRADA DE E N E R G I A E L É T R I C A E M INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS MANUAL SIMPLIFICADO www.celesc.com.br PADRÃO DE ENTRADA DE E N E R G I A E L É T R I C A E M INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS MANUAL

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA Índice 1 Introdução 2 Local da Obra 3 Normas 4 Malha de Aterramento 5 Equipamento e Materiais 6 Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas 7 Cálculo dos Elementos

Leia mais

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Categoria IGS - Inovação da Gestão em Saneamento Monitoramento à Distância de Pontos Críticos de Abastecimento de Água e de VRP s com a utilização da estrutura

Leia mais

SAN.T.IN.NT 48. Instalação de Caixas de Proteção de Hidrômetros 1. OBJETIVO

SAN.T.IN.NT 48. Instalação de Caixas de Proteção de Hidrômetros 1. OBJETIVO 1 / 23 Sumário: 1. OBJETIVO 2. EQUIPES 3. PRODUTIVIDADE 4. PRAZO DE EXECUÇÃO 5. MÃO DE OBRA 6. VEÍCULOS 7. EQUIPAMENTOS / FERRAMENTAS 8. EPI`S 9. SEGURANÇA E SINALIZAÇÃO 10. UNIFORMES 11. COMUNICAÇÃO COM

Leia mais

DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 180, de 08-11-2010

DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 180, de 08-11-2010 LIBERAÇÃO ARSESP Nº 80, de 08--200 Homologa a inclusão de novos serviços na Tabela de preços e prazos de serviços da SABESP, homologada pelas Deliberações ARSESP 53 e 54/200 A Diretoria Colegiada da Agência

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 49

COMUNICADO TÉCNICO Nº 49 Página 1 de 13 COMUNICADO TÉCNICO Nº 49 PADRÃO DE ENTRADA INDIVIDUAL ECONÔMICO COM POSTE DE AÇO E CAIXA DE POLICARBONATO TIPO PP Diretoria de Engenharia e Serviços Gerência de Engenharia da Distribuição

Leia mais

Infraestrutura em Comunidades de Baixa Renda

Infraestrutura em Comunidades de Baixa Renda Infraestrutura em Comunidades de Baixa Renda Aspectos de concepção da infraestrutura de Água e Esgoto em Comunidades de Baixa Renda no Rio de Janeiro IAB Instituto dos Arquitetos do Brasil / Morar Carioca

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turma C01 Disc. Construção Civil II ÁGUA QUENTE 1 UTILIZAÇÃO Banho Especiais Cozinha Lavanderia INSTALAÇÕES

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SITE: www.amm.org.br- E-mail: engenharia@amm.org.br AV. RUBENS DE MENDONÇA, N 3.920 CEP 78000-070 CUIABÁ MT FONE: (65) 2123-1200 FAX: (65) 2123-1251 MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES

Leia mais

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Barretos

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Barretos PORTARIA Nº 2.822 DE 28 DE FEVEREIRO DE 2.014 REVOGA DIVERSAS PORTARIAS E ELABORA NOVA TABELA DE PREÇOS PARA A UTILIZAÇÃO DE BENS, SERVIÇOS E ATIVIDADES. SILVIO DE BRITO ÁVILA, Superintendente do SERVIÇO

Leia mais

TÍTULO: A Gestão de Clientes geradores de efluentes não domésticos para garantir o bom funcionamento do sistema de esgotamento em bacia de drenagem.

TÍTULO: A Gestão de Clientes geradores de efluentes não domésticos para garantir o bom funcionamento do sistema de esgotamento em bacia de drenagem. TÍTULO: A Gestão de Clientes geradores de efluentes não domésticos para garantir o bom funcionamento do sistema de esgotamento em bacia de drenagem. Nome do Autor: Engº Renan Moraes Sampaio, engenheiro

Leia mais

Aterramento. 1 Fundamentos

Aterramento. 1 Fundamentos Aterramento 1 Fundamentos Em toda instalação elétrica de média tensão para que se possa garantir, de forma adequada, a segurança das pessoas e o seu funcionamento correto deve ter uma instalação de aterramento.

Leia mais

Caesb conquista uma série de benefícios com projeto de Integração de Soluções

Caesb conquista uma série de benefícios com projeto de Integração de Soluções Caesb conquista uma série de benefícios com projeto de Integração de Soluções Perfil A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal - Caesb é uma sociedade de economia mista, regida pela Lei das

Leia mais

MATERIAIS EMPREGADOS NAS REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS

MATERIAIS EMPREGADOS NAS REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS MATERIAIS EMPREGADOS NAS REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS 1 - INTRODUÇÃO. A escolha do material a empregar (tipo de tubulação) nas redes coletoras de esgotos sanitários é função das características dos esgotos,

Leia mais

Manual de Instruções Depósito Horizontal D.H.

Manual de Instruções Depósito Horizontal D.H. Manual de Instruções Depósito Horizontal D.H. Atenção: é recomendável que este manual seja lido por todos que participarão direta ou indiretamente da utilização deste produto. CONHEÇA O NOSSO PRODUTO ASSUNTOS

Leia mais

MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO

MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO Normas Aplicáveis - NBR 14.462 Sistemas para Distribuição de Gás Combustível para Redes Enterradas

Leia mais

Minuta de resolução alterando a Resolução nº 14, de 2011, que estabelece as condições da prestação e utilização dos serviços públicos de água e de

Minuta de resolução alterando a Resolução nº 14, de 2011, que estabelece as condições da prestação e utilização dos serviços públicos de água e de Minuta de resolução alterando a Resolução nº 14, de 2011, que estabelece as condições da prestação e utilização dos serviços públicos de água e de esgoto no DF Ressarcimento de danos Nova Redação: Art.

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS - SANITÁRIA - Arquivo 828-M-SAN.DOC Página 1 1. SERVIÇOS COMPLEMENTARES Serão executados

Leia mais

TÍTULO: PROGRAMA DE IDENTIFICAÇÃO E ELIMINAÇÃO DE LIGAÇÕES IRREGULARES DE ESGOTO NO MUNICÍPIO DE JOINVILLE

TÍTULO: PROGRAMA DE IDENTIFICAÇÃO E ELIMINAÇÃO DE LIGAÇÕES IRREGULARES DE ESGOTO NO MUNICÍPIO DE JOINVILLE TÍTULO: PROGRAMA DE IDENTIFICAÇÃO E ELIMINAÇÃO DE LIGAÇÕES IRREGULARES DE ESGOTO NO MUNICÍPIO DE JOINVILLE Tema II Esgotamento Sanitário Palavras-chaves: ligação de esgoto irregular. Autores: Heloiza Rachel

Leia mais

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 82, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2015.

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 82, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2015. RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 82, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2015. Dispõe sobre o reajuste dos valores das Tarifas de Água e Esgoto e dos Preços Públicos dos serviços prestados, a serem aplicadas no Município de Nova

Leia mais

COMO OBTER A SUA LIGAÇÃO DE ÁGUA INSTRUÇÕES PARA MONTAGEM DO PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA DA SANEAGO

COMO OBTER A SUA LIGAÇÃO DE ÁGUA INSTRUÇÕES PARA MONTAGEM DO PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA DA SANEAGO COMO OBTER A SUA LIGAÇÃO DE ÁGUA INSTRUÇÕES PARA MONTAGEM DO PADRÃO DE LIGAÇÃO DE ÁGUA DA SANEAGO Passo 1 Para obter a sua ligação de água entre em contato através do Ligue SANEAGO 115 ou pessoalmente

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 114, de 29 de junho de 1998. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA DE OBRAS SANEAMENTO E TRÂNSITO MEMORIAL DESCRITIVO

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA DE OBRAS SANEAMENTO E TRÂNSITO MEMORIAL DESCRITIVO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA DE OBRAS SANEAMENTO E TRÂNSITO MEMORIAL DESCRITIVO OBJETO: Fechamento de quadra esportiva da Escola Municipal de Ensino Fundamental

Leia mais

MINUTA DE ESPECIFICAÇÕES E CONDIÇÕES Fornecimento de Volantes e Bobinas térmicas AUDIÊNCIA PÚBLICA DE 30/11/2004

MINUTA DE ESPECIFICAÇÕES E CONDIÇÕES Fornecimento de Volantes e Bobinas térmicas AUDIÊNCIA PÚBLICA DE 30/11/2004 Fls.1 1 DO OBJETO 1.1 Constitui objeto da presente licitação o fornecimento de Volantes de Loterias e Bobinas, pelo período de 36 (trinta e seis) meses, em conformidade com os requisitos e condições do

Leia mais

PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS - MANUAL DO USUÁRIO

PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS - MANUAL DO USUÁRIO SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS SEVIDORES ESTADUAIS PLANSERV PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS - MANUAL DO USUÁRIO CONTATO: 3116-4789/ 3116-4741 AGOSTO/2007

Leia mais

Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água da Sabesp

Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água da Sabesp Workshop Inovação e Tecnologias Globais em Saneamento Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água da Sabesp Eric C Carozzi 29.07.2014 Visão geral das Perdas de Água na Sabesp - Balanço Hídrico Balanço

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO DT-SNT 03/12 LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS REDUTORES DE VELOCIDADE E CÂMERAS DE SEGURANÇA

COMUNICADO TÉCNICO DT-SNT 03/12 LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS REDUTORES DE VELOCIDADE E CÂMERAS DE SEGURANÇA COMUNICADO TÉCNICO DT-SNT 03/12 LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS REDUTORES DE VELOCIDADE E CÂMERAS DE SEGURANÇA 1. OBJETIVO O presente comunicado técnico tem como objetivo oferecer orientação aos projetistas

Leia mais

MISSÃO POLÍTICA EQUIPE COMERCIAL. Linha de Saneamento. Desenvolvimento de soluções na área de medição e distribuição de energia elétrica e hidráulica.

MISSÃO POLÍTICA EQUIPE COMERCIAL. Linha de Saneamento. Desenvolvimento de soluções na área de medição e distribuição de energia elétrica e hidráulica. LINHA DE SANEAMENTO 2015 MISSÃO Desenvolvimento de soluções na área de medição e distribuição de energia elétrica e hidráulica. VISÃO Ser referência de qualidade na área de medição e distribuição de energia

Leia mais

Portaria DAEE nº 2407, de 31 de Julho de 2015

Portaria DAEE nº 2407, de 31 de Julho de 2015 Portaria DAEE nº 2407, de 31 de Julho de 2015 O Superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE, no uso de suas atribuições legais e com fundamento no artigo 11, incisos I e XVI do Decreto

Leia mais

SUMÁRIO. Elaboração Revisão Aprovado (ou Aprovação) Data aprovação Maturino Rabello Jr Marco Antônio W. Rocha Carmen T. Fantinel

SUMÁRIO. Elaboração Revisão Aprovado (ou Aprovação) Data aprovação Maturino Rabello Jr Marco Antônio W. Rocha Carmen T. Fantinel SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências...2 3. Definições...2 3.1 Hidrômetro...2 3.2 A.R.T...2 3.3 Ramal predial de água...2 4. Procedimentos e Responsabilidades...3 4.1 Generalidades...3

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MURIAÉ Av. Maestro Sansão, n. 236 Centro Tel. (32) 3696-3300 CEP 36.880-000 MURIAÉ MG CNPJ - 17.947.

PREFEITURA MUNICIPAL DE MURIAÉ Av. Maestro Sansão, n. 236 Centro Tel. (32) 3696-3300 CEP 36.880-000 MURIAÉ MG CNPJ - 17.947. DECRETO N. 4.132, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2010 Dispõe sobre o reajuste do preço das tarifas de água, lixo e outros serviços e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Muriaé, no uso de suas atribuições

Leia mais

Título: QUALIDADE E DURABILIDADE DOS KITS HIDRÁULICOS NA APLICAÇÃO EM SISTEMA DRYWALL

Título: QUALIDADE E DURABILIDADE DOS KITS HIDRÁULICOS NA APLICAÇÃO EM SISTEMA DRYWALL Título: QUALIDADE E DURABILIDADE DOS KITS HIDRÁULICOS NA APLICAÇÃO EM SISTEMA DRYWALL Categoria: QUALIDADE, CONFORMIDADE E SUSTENTABILIDADE EM INSTALAÇÕES Responsável pelo Case: Vitor Paulo Ferrari Cargo:

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 001/2014

TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 001/2014 Anexo I TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 001/2014 1 DO OBJETO 1.1 Prestação de serviços de instalação de piso elevado acessível, com fornecimento de componentes, acessórios e materiais, visando

Leia mais

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 86, DE 22 DE MAIO DE 2015

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 86, DE 22 DE MAIO DE 2015 RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 86, DE 22 DE MAIO DE 2015 Dispõe sobre a revisão dos valores das Tarifas de Água e Esgoto e dos Preços Públicos dos serviços prestados pelo SAMAE, a serem aplicadas no Município de

Leia mais

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB Agência SHS Novas Instalações Código do Projeto: 1641-11 Pág. 2 Índice 1. Memorial Descritivo da Obra...3

Leia mais

APLICAÇÃO DOS TUBOS DE PEAD EM SANEAMENTO. 02 de dezembro de 2014

APLICAÇÃO DOS TUBOS DE PEAD EM SANEAMENTO. 02 de dezembro de 2014 APLICAÇÃO DOS TUBOS DE PEAD EM SANEAMENTO 02 de dezembro de 2014 ORGANIZAÇÃO ODEBRECHT Engenharia e Construção Investimentos em Infraestrutura e Energia Indústria Instituições Auxiliares Construtora Norberto

Leia mais

Continuação aula 3 - unidades do Sistema de Esgotamento Sanitário

Continuação aula 3 - unidades do Sistema de Esgotamento Sanitário Continuação aula 3 - unidades do Sistema de Esgotamento Sanitário e) Órgãos acessórios: Dispositivos fixos e não mecanizados destinados a facilitar a inspeção e limpeza dos coletores, construídos em pontos

Leia mais

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 79, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2015

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 79, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2015 RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 79, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2015 Dispõe sobre o reajuste dos valores das Tarifas de Água e Esgoto e dos Preços Públicos dos demais serviços de água e esgoto a serem aplicados no Município

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO 51

COMUNICADO TÉCNICO 51 Página 1 de 11 COMUNICADO TÉCNICO 51 INSTALAÇÃO DE PONTO DE ENTREGA NA VIA PÚBLICA SEM MEDIDOR DE ENERGIA ELÉTRICA Diretoria de Engenharia e Serviços Gerência de Engenharia da Distribuição Página 2 de

Leia mais

IGS. Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Inovação na Atuação em Área não Regularizada Vila Bela

IGS. Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Inovação na Atuação em Área não Regularizada Vila Bela IGS Relatório de Descrição de Prática de Gestão Inovação na Atuação em Área não Regularizada Vila Bela Setembro/2012 A OPORTUNIDADE Oportunidade de melhoria solucionada pela prática implementada Em 1995

Leia mais

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL CANALIZADO CONTENDO AS CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO REFERENTES AOS CLIENTES COMERCIAIS

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL CANALIZADO CONTENDO AS CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO REFERENTES AOS CLIENTES COMERCIAIS CONTRATO DE FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL CANALIZADO CONTENDO AS CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO REFERENTES AOS CLIENTES COMERCIAIS DA CEG 1.º PARTES a) CEG: COMPANHIA DISTRIBUIDORA DE

Leia mais

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A ISO 9001:2000

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A ISO 9001:2000 CONTRATO ESPECIAL DE FIDELIDADE PARA FORNECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL, COLETA/ AFASTAMENTO E TRATAMENTO DE ESGOTO, QUE ENTRE SI CELEBRAM A SOCIEDADE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO - SANASA CAMPINAS

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira) PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira) Institui o Programa Nacional de Conservação, Uso Racional e Reaproveitamento das Águas. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A presente lei tem por

Leia mais

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 81, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2015

RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 81, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2015 RESOLUÇÃO ARES-PCJ Nº 81, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2015 Dispõe sobre nova Estrutura Tarifária, revisão dos valores das Tarifas de Água e Esgoto e reajuste dos Preços Públicos dos demais serviços de água e

Leia mais

Sistema Normativo Corporativo

Sistema Normativo Corporativo Sistema Normativo Corporativo DESENHO TÉCNICO CIXS DE MEDIÇÃO METÁLICS VERSÃO Nº T Nº PROVÇÃO DT DT D VIGÊNCI 01-11/10/2012/2012 11/10/2012 ELORDO POR PROVDO POR Engenharia e Sistemas Técnicos DTES-D Edson

Leia mais

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DE VAZAMENTOS DE ÁGUA NA REDE COLETORA DE ESGOTOS TEMA I: ÁGUA AUTORES

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DE VAZAMENTOS DE ÁGUA NA REDE COLETORA DE ESGOTOS TEMA I: ÁGUA AUTORES ESTUDO DA INFLUÊNCIA DE VAZAMENTOS DE ÁGUA NA REDE COLETORA DE ESGOTOS TEMA I: ÁGUA AUTORES Paulo Sergio Scalize (1) Biomédico formado pela Fac. Barão de Mauá. Engenheiro Civil formado pela Fac. de Engenharia

Leia mais

Sociedade loteamento MONT BLANC PROCEDIMENTO PARA INÍCIO DE OBRA

Sociedade loteamento MONT BLANC PROCEDIMENTO PARA INÍCIO DE OBRA PROCEDIMENTO PARA INÍCIO DE OBRA 1. Apresentar cópia de Planta Aprovada pela Prefeitura Municipal de Campinas, cópia do Alvará de Execução para liberação de obra e cópia da ART recolhida do responsável

Leia mais

DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009.

DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009. DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009. Regulamenta o Capítulo VII da Lei nº 4.257, de 02 de dezembro de 2008 e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que

Leia mais

DISPOSITIVOS REUTILIZÁVEIS BROOKS PARA FECHAMENTO DE CAVALETES DE ÁGUA, REGISTROS E HIDRÔMETROS

DISPOSITIVOS REUTILIZÁVEIS BROOKS PARA FECHAMENTO DE CAVALETES DE ÁGUA, REGISTROS E HIDRÔMETROS PARA FECHAMENTO DE CAVALETES DE ÁGUA, DESCRIÇÃO DOS S DE TRAVA DE SEGURANÇA REUTILIZÁVEIS PARAHIDRÔMETROS (CAVALETES DE ÁGUA) REUTILIZÁVEL PARA FECHAMENTO EXCLUSIVO DO REGISTRO DE CAVALETES DE ÁGUA (HIDRÔMETROS)

Leia mais

ATUALIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO ATRAVÉS DAS INFORMAÇÕES CADASTRAIS PROVENIENTES DOS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO.

ATUALIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO ATRAVÉS DAS INFORMAÇÕES CADASTRAIS PROVENIENTES DOS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO. ATUALIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO ATRAVÉS DAS INFORMAÇÕES CADASTRAIS PROVENIENTES DOS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO. AUTORES: Engº Renan Moraes Sampaio Tecnol Carlos Alberto de Oliveira Tec Venâncio Rodrigues

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA DE MEDIÇÃO DE ESGOTO EM CANAL ABERTO (Calha Parshall)

TÍTULO: SISTEMA DE MEDIÇÃO DE ESGOTO EM CANAL ABERTO (Calha Parshall) TÍTULO: SISTEMA DE MEDIÇÃO DE ESGOTO EM CANAL ABERTO (Calha Parshall) Nome do Autor: Engº Leonel Gomes Pereira Cargo atual: Engenheiro de Controle de Perdas Formação: Engenheiro Civil formado pela PUC

Leia mais

Caixa d Água. Materiais necessários. Anotações. 0800 771 0001 odebrechtambiental.com odebrecht.amb

Caixa d Água. Materiais necessários. Anotações. 0800 771 0001 odebrechtambiental.com odebrecht.amb Materiais necessários Separe todo o material que será utilizado para a limpeza do seu reservatório. Anotações Papai, precisamos separar o material de limpeza. Claro, filha! Caixa d Água SAIBA COMO LIMPAR

Leia mais

Manual de Execução de Trabalhos em Equipamento de Contagem de Energia e de Controlo de Potência em instalações BTN ÍNDICE

Manual de Execução de Trabalhos em Equipamento de Contagem de Energia e de Controlo de Potência em instalações BTN ÍNDICE Manual de Execução de Trabalhos em Equipamento de Contagem de Energia e de Controlo de Potência em instalações BTN ÍNDICE 1. Localização e montagem... 2 1.1. Equipamento de contagem... 2 1.2. Dispositivos

Leia mais

FATURAMENTO ELETRÔNICO

FATURAMENTO ELETRÔNICO FATURAMENTO ELETRÔNICO Surgiu da necessidade de facilitar a comercialização para a companhia e possibilitar melhor controle do consumo para o cliente, proporcionando ainda, ganhos para o meio ambiente.

Leia mais

PROGRAMA DE TRABALHO PARA ESTRUTURAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS LOCALIDADES BENEFICIADAS PELO SISTEMA PRODUTOR SUL- PIRAPAMA

PROGRAMA DE TRABALHO PARA ESTRUTURAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS LOCALIDADES BENEFICIADAS PELO SISTEMA PRODUTOR SUL- PIRAPAMA PROGRAMA DE TRABALHO PARA ESTRUTURAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS LOCALIDADES BENEFICIADAS PELO SISTEMA PRODUTOR SUL- PIRAPAMA SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO; 2. OBJETIVO; 3. LOCALIDADES BENEFICIADAS;

Leia mais

PORTA ROMA 80 MANUAL DA CONSTRUTORA

PORTA ROMA 80 MANUAL DA CONSTRUTORA MANUAL DA CONSTRUTORA PORTA ROMA 80 REV.1 Aviso As informações contidas neste manual estão sujeitas a alterações sem notificação prévia. Todos os cuidados foram tomados para garantir a acuidade das informações

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ES.DT.PDN.01.01.025 POSTE DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO 01

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ES.DT.PDN.01.01.025 POSTE DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO 01 SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ESPECIFICAÇÃO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.01.01.025 01 APROVADO POR PAULO JORGE TAVARES DE LIMA ENGENHARIA E CADASTRO SP MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA E CADASTRO - ES

Leia mais

Unindo Forças em busca da excelência PAULA MORETTI

Unindo Forças em busca da excelência PAULA MORETTI Unindo Forças em busca da excelência PAULA MORETTI CONCEITO Unificação da setorização comercial e a manutenção operacional, se consistindo em uma estrutura operacional composta por equipes multifuncionais,

Leia mais

TAF Indústria de Plásticos Linha de produtos 2013

TAF Indústria de Plásticos Linha de produtos 2013 TAF Indústria de Plásticos Linha de produtos 2013 A TAF Indústria de Plásticos surgiu com a privatização das concessionárias elétricas brasileiras e com objetivo oferecer ao mercado soluções na área de

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Padrão Técnico Distribuição Caixa de Medição Tipo V

Padrão Técnico Distribuição Caixa de Medição Tipo V 1- ÂMBITO DE APLICAÇÃO: Esta padronização se aplica a entradas de consumidores polifásicos onde o padrão de entrada tem medição voltada para a calçada atendidos em tensão secundária de distribuição das

Leia mais

RECEPTOR DE SINAIS DE SATÉLITE GPS ELO588 MANUAL DE INSTALAÇÃO

RECEPTOR DE SINAIS DE SATÉLITE GPS ELO588 MANUAL DE INSTALAÇÃO RECEPTOR DE SINAIS DE SATÉLITE GPS ELO588 MANUAL DE INSTALAÇÃO Dezembro de 2011 ELO Sistemas Eletrônicos S.A. 100406082 Revisão 0.0 Índice ÍNDICE... I INTRODUÇÃO 1... 1 CONTEÚDO DESTE MANUAL... 1 ONDE

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO RESOLUÇÃO N 54/2015

CONSELHO MUNICIPAL DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO RESOLUÇÃO N 54/2015 RESOLUÇÃO N 54/2015 Estabelece os prazos para a execução dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município de Joinville. O Conselho Municipal dos Serviços de Água e Esgotos,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE HIDRÔMETROS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE HIDRÔMETROS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE HIDRÔMETROS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Fernando Inácio dos Santos (1) Engenheiro Civil pela Escola de Engenharia de Taubaté. Especialista em Engenharia Sanitária pela

Leia mais

APÊNDICE "D" Descrição Técnica dos Pequenos Serviços de

APÊNDICE D Descrição Técnica dos Pequenos Serviços de APÊNDICE "D" Descrição Técnica dos Pequenos Serviços de A INTRODUÇÃO Neste apêndice estão discriminados os Serviços de Adequação (PSA) de menor complexidade para atendimento da dinâmica funcional da ECT,

Leia mais

Portaria Inmetro/Dimel/nº 480, de 16 de dezembro de 2009.

Portaria Inmetro/Dimel/nº 480, de 16 de dezembro de 2009. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria Inmetro/Dimel/nº 480, de 16 de

Leia mais

EFEITOS DA PESQUISA DE VAZAMENTOS NA REDUÇÃO DAS PERDAS DE ÁGUA NO MUNICÍPIO DE PONTE NOVA - MG

EFEITOS DA PESQUISA DE VAZAMENTOS NA REDUÇÃO DAS PERDAS DE ÁGUA NO MUNICÍPIO DE PONTE NOVA - MG EFEITOS DA PESQUISA DE VAZAMENTOS NA REDUÇÃO DAS PERDAS DE ÁGUA NO MUNICÍPIO DE PONTE NOVA - MG Guilherme Resende Tavares (1) Graduado em Engenharia Ambiental pela Universidade Fumec. Antes de ingressar

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO PÚBLICO. Centro de Apoio Operacional da Ordem Urbanística e Questões Fundiárias

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO PÚBLICO. Centro de Apoio Operacional da Ordem Urbanística e Questões Fundiárias GRUPO DE TRABALHO: SOLUÇÕES INDIVIDUAIS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO Participantes: MP/RS, CORSAN, AGERGS, FUNASA, FAMURS, FEPAM/SEMA, SECRETARIA ESTADUAL DE OBRAS, HABITAÇÃO E SANEAMENTO Objetivo do trabalho:

Leia mais

DMAE Departamento Municipal de Água e Esgotos

DMAE Departamento Municipal de Água e Esgotos DMAE Departamento Municipal de Água e Esgotos Eng. Adinaldo Soares de Fraga Coordenação de Manutenção de adutoras adinaldo@dmae.prefpoa.com.br Telefone: (51)3289-9855 Estrutura do Sistema de Água Extensão

Leia mais

TABELA II RECEITA INDIRETA DOS SERVIÇOS ITEM SERVIÇOS VALOR EM R$

TABELA II RECEITA INDIRETA DOS SERVIÇOS ITEM SERVIÇOS VALOR EM R$ TABELA II RECEITA INDIRETA DOS SERVIÇOS ITEM SERVIÇOS VALOR EM R$ 1 Aferição de hidrômetros 35,53 2 Desobstrução de esgoto 61,64 3 Acréscimo por impontualidade Vide Obs 4 Serviço de Religação de água (Social)

Leia mais

COMUNICADO. Seu fornecimento de água mudou.

COMUNICADO. Seu fornecimento de água mudou. COMUNICADO Seu fornecimento de água mudou. A partir de agosto, a água que chega a sua torneira é de responsabilidade da CAEPA Companhia de Água e Esgoto de Paraibuna. O novo atendimento será na sede da

Leia mais

ECV 5644 Instalações II

ECV 5644 Instalações II SISTEMA DE GÁS CENTRALIZADO Fonte: ETFSC Este Sistema também é conhecido como SISTEMA DE GÁS COMBUSTIVEL CENTRALIZADO, é constituído basicamente das seguintes instalações: 1. Central de Gás (Central de

Leia mais

MANUAL TÉCNICO Amanco Ramalfort

MANUAL TÉCNICO Amanco Ramalfort Amanco Ramalfort Desenho e Dimensões Os tubos Amanco Ramalfort foram desenvolvidos para condução de água no trecho compreendido entre o ponto de derivação da rede de distribuição de água e o kit cavalete

Leia mais