ANÁLISE COMPARATIVA DE DESEMPENHO DE FILESYSTEMS EM AMBIENTES VIRTUALIZADOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE COMPARATIVA DE DESEMPENHO DE FILESYSTEMS EM AMBIENTES VIRTUALIZADOS"

Transcrição

1 ANÁLISE COMPARATIVA DE DESEMPENHO DE FILESYSTEMS EM AMBIENTES VIRTUALIZADOS Kleber José da Silva Professor da Faculdade Sumaré Mestre em Redes de Computadores

2 2 RESUMO: Neste artigo será apresentada uma comparação entre filesystems em ambientes virtualizados. Os objetivos são avaliar seus resultados de desempenho na máquina virtual, a utilização de recursos de storage e características de provisionamento e backup em fita, para auxiliar na melhor escolha para uma implementação de consolidação de servidores e ambientes de computação em nuvem. PALAVRAS-CHAVE: Filesystems, Virtualização, Desempenho, Máquinas Virtuais. INTRODUÇÃO A consolidação de servidores em um ambiente virtualizado é uma solução que qualquer empresa, mesmo de pequeno porte, tem buscado implementar. As médias e grandes organizações possuem ambientes enormes e crescendo, vertiginosamente, com a adoção de virtualização não somente de servidores, mas também de desktops, e algumas partindo para a inclusão de uma camada de computação em núvem sobre a infraestrutura de virtualização. Uma parte importante dessa infraestrutura está relacionada à arquitetura do armazenamento dos dados: mais de um filesystem e protocolos de Storages estão disponíveis para o arquiteto de solução escolher durante o planejamento da implementação. Neste artigo será apresentado um experimento de comparação de desempenho e outras características dos filesystems nesse tipo de ambiente. CONTEXTO Para que um sistema computacional seja virtualizado, é necessário um componente de gerenciamento, denominado Virtual Machine Monitor (VMM) ou hypervisor, que consiste de uma camada de software que provê uma interface entre os recursos reais e as máquinas virtuais, fornecendo uma abstração dos recursos computacionais para elas. O hypervisor virtualiza a Central Processing Unit (CPU), o sistema de gerenciamento de memória e o sistema de entrada/saída (E/S). Dentre os componentes de hardware virtualizados (CPU, memória e E/S) como pode ser visto na Figura 1, o que gera maior sobrecarga, são operações de (E/S), sendo que

3 3 uma requisição deve ser tratada por múltiplas camadas de protocolos existentes entre o espaço de usuário e o hardware do sistema [ROSE04]. Figura 1 Estrutura de máquinas virtuais. Fonte: [ROSE04] Para o experimento deste artigo o hypervisor vsphere da empresa VMware foi escolhido por se tratar da maior base instalada, atualmente, nas organizações. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Filesystems Os filesystems são responsáveis pela organização, armazenamento, recuperação, atribuição de nomes, compartilhamento e proteção de arquivos [COUL05]. Eles fornecem uma interface de programação que caracteriza a abstração de arquivo, liberando os usuários da preocupação com os detalhes da alocação e do armazenamento físico no disco [TANE02]; [COUL05]. Os sistemas de arquivos são projetados para armazenar e gerenciar um grande número de arquivos, com recursos para criação, atribuição de nomes e exclusão de arquivos [TANE02]. Os sistemas de arquivos assumem a responsabilidade pelo controle de acesso aos arquivos, restringindo o acesso de acordo com as autorizações dos usuários e com o tipo de acesso solicitado (leitura, atualização, execução etc.) [COUL05].

4 4 O hypervisor vsphere da VMware, na sua última versão 5, possibilita a criação de unidades de discos virtuais para as máquinas virtuais por pelo menos quatro maneiras diferentes, sendo a maioria delas utilizando DataStores que são as áreas disponibilizadas pelos Storage. Neste artigo serão testados quatro tipos de discos em uma máquina virtual Windows 2008: a) Disco criado em um DataStore Virtual Machine File System version 3 (S3); b) Disco criado em um DataStore Virtual Machine File System version 5 (S5); c) Disco criado em um área no Storage mapeado, diretamente, para a máquina virtual, ou seja, no esquema Raw Device Mapping (RDM), sendo a formatação em New Technology File System (NTFS); d) Disco criado em um DataStore Network File System (NFS). S3 e S5 Os DataStores S são áreas disponibilizadas no Storage para os hypervisors vsphere por meio do protocolo Fibre Channel Protocol (FCP) em uma infraestrutura Storage Area Network Fibre Channel ou Internet Small Computer System Interface (SAN FC ou iscsi) por uma infraestrutura SAN IP. Uma visão mais simples dessa arquitetura pode ser visualizada na figura 2. Figura 2 Arquitetura de Storage para Datastores S. Fonte: [VMWA07]

5 5 O arquivo.vmdk é a unidade de disco apresentada para a máquina virtual. O Filesystem S3 foi lançada na versão 3 do hypervisor da VMware e introduziu a estrutura de diretórios. O S5 foi iniciado com a versão 5 do vsphere e dentre outras funcionalidades permite a criação de Datastores maiores que 2TBytes. RDM - NTFS O vsphere possibilita a apresentação da área do storage, diretamente, para a máquina virtual com sua funcionalidade RDM, conforme visto na figura 3. Figura 3 Arquitetura de Storage para RDM. Fonte: [VMWA07] Neste caso não é criado o arquivo.vmdk, pois a formatação da Logical Unit Number (LUN) no storage é feita pela máquina virtual, por exemplo NTFS no Windows. Essa arquitetura é recomendada pela VMware para algumas aplicações de cluster ou para utilização de snapshots no próprio storage [VMWA07]. NFS

6 6 Os DataStores NFS são áreas disponibilizadas no Storage para os hypervisors vsphere por meio do protocolo NFS utilizando uma infraestrutura TCP/IP. Figura 4 Arquitetura de Storage para Datastores NFS. Fonte: [VMWA07] A versão do protocolo NFS suportada pela VMware é a versão 3, especificada na RFC 1813 [CALL95]. TRABALHOS RELACIONADOS Alguns artigos foram escritos com o propósito de avaliar os filesystems disponíveis, como o da própria VMware intitulado Performance Characteristics of S and RDM [VMWA07] que explorou os filesystems S3 e RDM, aplicando variações na ferramenta de simulação de carga e tamanho de blocos. Para acessos randômicos ambos produziram vazão similar, e para acessos sequenciais o disco em RDM apresentaram resultados melhores que S3. Esse presente trabalho se diferencia do artigo da VMware por compreender a comparação de desempenho dos filesystems S5 e NFS, além de S3 e RDM - NTFS. Ele pretende analisar o resultado de desempenho dos quatro filesystems após várias execuções e não somente a primeira, a fim de verificar seus comportamentos mediante fragmentação a que são submetidos nos testes. Outra complementação é a análise de outras características dos filesystems como provisionamento e backup.

7 7 ESPECIFICAÇÃO DO EXPERIMENTO Todas as execuções dos testes foram realizadas em uma única topologia mostrada figura 5, sendo que essa arquitetura permitiu a disponibilização dos quatro filesystems testados na mesma máquina virtual e na mesma infraestrutura, sendo assim possível a comparação entre eles. Figura 5 Topologia do Experimento. Fonte: elaborado pelo autor A topologia apresentada é composta por dois servidores físicos HP Proliant DL360G5 como hypervisors, com sistema operacional VMware vsphere 5, identificados na topologia como ESX1 e ESX2. Esses servidores têm conectividade TCP/IP com o Storage por meio de portas Gigabit Ethernet. O Storage é do fabricante NetApp modelo FAS2040, identificado na topologia como FAS01, com sistema operacional proprietário Data ONTAP 8.1. Sua configuração de discos foi disponibilizada em Redundant Array of Independent Disks (RAID 4) formada por sete discos de dados e um de paridade (7D + 1P), do tipo Serial Attached SCSI (SAS) de Rotations Per Minute (RPM). A máquina virtual utilizada no experimento é um Windows 2008 R2 64 bits com 2 vcpu e 1 GB de memória RAM, identificada na topologia como W2K8R2SVR. No storage foram criadas três LUNs e disponibilizadas para os servidores vsphere via iscsi. Um volume NFS também criado no Storage e mapeado para os servidores. No

8 8 gerenciador do hypervisor VMware Virtual Center foram criados 3 datastores (S3, S5 e NFS) e adicionados quatro discos na máquina virtual Windows, sendo uma LUN em RDM. A cada disco foi atribuído um identificador (label) com seu respectivo nome de datastore ou RDM e na máquina virtual foram criadas partições iguais de 10GBytes cada e formatadas com NTFS. SIMULAÇÃO DA CARGA DE ACESSO Por se tratar de um experimento em laboratório e não um estudo de caso em ambiente real, a carga de produção foi simulada pela ferramenta IoMeter [OSDL04]. Esse software foi instalado na máquina virtual Windows 2008 com o propósito de gerar cargas de acesso nos discos locais disponibilizados pelo hypervisor vsphere. A ferramenta permite a simulação do perfil de acesso por meio de ajustes de relação leitura x escrita, tamanho dos blocos transferidos, número de threads simultâneos e relação de acesso randômico x sequencial. Com o intuito de delimitar as combinações possíveis, todas as simulações foram executadas utilizando configurações fixas: relação 75% leitura x 25% escrita, 40% randômico x 60% sequencial, usando 16 threads (# of outstanding I/O), tamanho de arquivo em 32Kbytes, I/O alinhado em blocos de 4Kbytes (o mesmo do Storage Netapp). A figura 6 apresenta a especificação do acesso configurado na ferramenta. Figura 6 Especificação do acesso no IoMeter.

9 9 Os testes foram executados com o ambiente de laboratório dedicado, dessa forma, o resultado não foi influenciado por outros acessos externos. Os demais recursos não citados nos resultados como memória e CPU dos servidores VMware e memória da máquina virtual Windows foram monitorados apenas para identificar eventuais gargalos. Como nenhum ponto foi observado nesses elementos, então, somente o resultado dos principais recursos desejados foi coletado e apresentado, graficamente, conforme identificados a seguir. RESULTADOS Cada teste foi executado por três vezes e a média dos resultados seguintes foi coletada a partir da ferramenta IoMeter na máquina virtual Windows e da ferramenta nativa sysstat no Storage, conforme valores exemplos e explicações seguintes: Servidor Windows IOPs Vazão (MB/s) Tempo de Resposta (ms) Util. CPU MB/s 8.5ms 4% Tabela 1 Exemplo de resultados obtidos das execuções máquina virtual Windows. Storage Netapp Util. CPU Operações/Seg Util. Disco 58% % Tabela 2 Exemplo de resultados obtidos das execuções Storage Netapp. IOPs: operações de entrada e saída por segundo no Servidor; Vazão: taxa de transferência efetiva de dados, leitura e/ou escrita, expressa em Mega Bytes por Segundo (em Inglês: throughput);

10 10 Tempo de resposta: fração média de tempo gasta por uma solicitação de acesso feita pelo servidor retornar com a resposta requerida, expressa em milisegundos (ms); Utilização da CPU: porcentagem média do tempo que a CPU do Servidor ou Storage está ocupada durante a execução do teste; Operações por segundo: quantidade de operações iscsi ou NFS executadas no Storage por segundo; Utilização de Disco: porcentagem média do tempo que os discos do sistema de armazenamento estão ocupados. ANÁLISE COMPARATIVA DOS GRÁFICOS DE DESEMPENHO Nesta seção serão apresentados e analisados os sete gráficos com os valores coletados durante as quatro execuções dos testes, para os quatro filesystems: S3, S5, RDM - NTFS e NFS. A primeira execução inclui um processo de preparação dos discos feito pela ferramenta IoMeter antes da execução inicial e devido a esse comportamento diferente, o resultado também foi diferente em relação às execuções subsequentes. Esse desvio é justificado pela fragmentação dos filesystems a partir da segunda execução. IOPs (Servidor) Na primeira execução, os resultados de IOPs no servidor para os filesystems S3 e 5 apresentaram resultados, ligeiramente, melhores que NFS e esse, por sua vez, um pouco melhor que RDM. A partir da segunda execução, os resultados do NFS foram melhores que os de ambos S, concluindo assim que o disco criado no datastore NFS apresenta melhores índice de fragmentação em relação aos demais. Dados coletados do IoMeter no servidor Windows:

11 Vazão (MB/s) IOPs Servidor a Exec. + Prep 2a Exec. 3a Exec. Execução dos Testes 4a Exec. S3 S5 Figura 7 Gráfico de desempenho de IOPs no servidor. Vazão O próximo gráfico de vazão mostra valores proporcionais ao gráfico anterior de IOPs no servidor, conforme esperado, ou seja, valores muitos próximos na primeira execução para os quatros filesystems, na faixa de 58 MegaBytes/s e a partir da terceira execução o disco em NFS apresenta uma melhoria de cerca de 1 MegaByte/s em relação aos demais. Dados coletados do IoMeter no servidor Windows: (75% leitura x 25% escrita) a Exec. + Prep 2a Exec. 3a Exec. Execução dos Testes 4a Exec. VM FS3 VM FS5 Figura 8 Gráfico de desempenho de Vazão.

12 Utilização de CPU do Servidor (%) Tempo de Resposta (ms) 12 Tempo de Resposta Os resultados de tempo de resposta também são proporcionais aos dois primeiro gráficos, como era de se esperar. Para situações de maior número de IOPs e vazão, o tempo de resposta é menor. Dados coletados do IoMeter no servidor Windows: a Exec. + Prep 2a Exec. 3a Exec. Execução dos Testes 4a Exec. VM FS3 VM FS5 Figura 9 Gráfico de desempenho de tempo de resposta. Utilização de CPU do Servidor Na primeira execução, o S3 gerou uma maior utilização de CPU do servidor virtual, mas reduziu esse número a partir da segunda execução. Na quarta execução o NFS apresenta um valor um pouco maior, porém devido à vazão atingida ter sido maior também. Dados coletados do IoMeter no servidor Windows: 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1a Exec. + Prep 2a Exec. 3a Exec. Execução dos Testes 4a Exec. S3 S5

13 Utilização de CPU do Storage (%) 13 Figura 10 Gráfico de utilização de CPU do servidor. Utilização de CPU do Storage Para todas as execuções, os filesystems S3, 5 e RDM geraram uma utilização parecida de CPU no Storage, apenas o NFS gerou um ou dois pontos porcentuais para todas as execuções, justificada pela característica diferenciada de manipulação dos dados em NAS e em SAN. Dados coletados pelo sysstat no Storage: a Exec. + Prep 2a Exec. 3a Exec. Execução dos Testes 4a Exec. S3 S5 Figura 11 Gráfico de utilização de CPU do storage. Operações por segundo no Storage A quantidade de operações dos respectivos protocolos no Storage, iscsi para os três primeiros filesystems e NFS para o último, são proporcionais aos IOPs e a vazão gerados pelo servidor, ou seja, o NFS produziu mais operações no storage a partir da segunda execução pois também havia apresentado melhores resultados de IOPs e vazão no servidor. Dados coletados pelo sysstat no Storage.

14 Utilização de Disco no Storage(%) Operações no Storage a Exec. + Prep 2a Exec. 3a Exec. Execução dos Testes 4a Exec. S3 S5 Figura 12 Gráfico de operações no storage. Utilização de discos do Storage A utilização de discos no Storage foi um pouco menor para o S3 na primeira execução, e nas demais os resultados ficaram parecidos. Uma vez que a vazão do NFS foi mais alta pelos gráficos anteriores, ele deveria ter apresentado maior utilização de disco, mas acabou sendo igual aos demais e com isso apresentando um comportamento otimizado. Para todos os casos, a cada execução nota-se um aumento excessivo da utilização de disco no storage mediante a incidência de fragmentação no filesystem no servidor. Dados coletados pelo sysstat no Storage: a Exec. + Prep 2a Exec. 3a Exec. Execução dos Testes 4a Exec. S3 S5 Figura 13 Gráfico de utilização de disco no storage.

15 15 ANÁLISE COMPARATIVA DAS DEMAIS CARACTERÍSTICAS DOS FILESYSTEMS Outras características dos filesystems, além do desempenho, são importantes para a tomada de decisão na escolha entre eles para uma implementação: Provisionamento: Para comparar o comportamento de provisionamento de espaço entre os quatro filesystems, foram analisados dois procedimentos: criação e deleção dos discos para a máquina virtual. Na criação, verifica-se que todos os quatro filesystems suportam o provisionamento fino (thin provisioning) que usa o espaço no storage somente após a gravação de dados no servidor. Uma desvantagem verificada no experimento para os discos criados nos Datastores S3 e 5 em relação à RDM e NFS está na pequena perda de espaço para a formatação do filesystem S, que não ocorre no NTFS direto em RDM ou em um datastore NFS. No processo de deleção, após a execução dos testes, os discos foram removidos da máquina virtual e apagados do DataStore no VMware vsphere. Nesse caso observam-se comportamentos diferentes: a) Para S3, S5 e RDM, devido a características de SAN, ou seja das LUNs iscsi, o storage não é capaz de identificar os blocos alterados pois os filesystems S ou NTFS informam ao Storage que os blocos não são mais virgens e com isso não há liberação de espaço, imediatamente. A liberação de blocos no Storage só ocorreria após um processo de reclamação de blocos no servidor (block reclamation), ou na criação de novos discos por cima daquele espaço disponível. b) Para o datastore NFS o espaço é, imediatamente, liberado do volume no Storage, característica nativa de volumes NAS. Por esse quesito de provisionamento de datastores NFS apresentou melhor comportamento que S e RDM (NTFS). Backup em fita Um dos grandes vieses da consolidação de servidores em um ambiente virtualizado está

16 16 no backup para fita (tape). Em ambientes com servidores físicos, a capacidade de processamento considerada desperdiçada em horário comercial, era aproveitada durante a madrugada para fazer o backup dos seus dados em fita, já no conceito de otimização da utilização de processamento do hardware de servidores obtida pela virtualização, o Backup passou a ser uma preocupação mais latente. Nos experimentos deste artigo nenhum teste prático comparativo de Backup em fita foi realizado para os filesystems, mas na teoria e nos casos práticos conhecidos para S (3 ou 5) e NTFS em RDM o método de backup para fita tem sido o uso de agente de backup, de qualquer fornecedor, instalado na máquina virtual e os dados sendo copiados pela rede ethernet para um servidor físico responsável por copiar os dados para unidade de fita (Tape Library). Esse servidor é o chamado Media Server que possui conectividade com a unidade de fita, normalmente, por interfaces Fibre Channel. Esse método apresenta algumas deficiências tais como: custo da aquisição de uma licença do agente de backup para cada máquina virtual, gerenciamento de máquinas virtuais novas e que não possuem agente de backup instalado, eventual sobrecarga da rede ethernet da máquina virtual ou do hypervisor durante a janela de backup, etc. A vantagem desse método é permitir a restauração granular de arquivos do filesystem da máquina virtual pela própria ferramenta de Backup. Para datastores NFS, a arquitetura NAS permite realizar o backup para fita dos dados a partir do Storage utilizando o protocolo Network Data Management Protocol (NDMP) [NDMP]. Nesse caso, normalmente, é utilizada a infraestrutura SAN FC em que o Storage esteja conectado, diretamente, a um dispositivo de fita (tape device) e o Backup não consome recursos do servidor hypervisor. Esse método NDMP não exige licenciamento de agente de backup para cada máquina virtual e sim, apenas a aquisição de licença para um agente NDMP instalado no servidor de Backup. O backup pode ser configurado para ser feito de todas as máquinas virtuais presentes no Datastore NFS ou, granularmente, do diretório da máquina virtual. A restauração pela ferramenta de Backup também pode ser feita de forma granular até o nível da máquina virtual, mas não de arquivos dentro do filesystem sendo esta uma desvantagem do modelo. Como alternativa, o administrador do ambiente pode disponibilizar (montar) o disco restaurado na máquina virtual como outra unidade e efetuar a cópia dos arquivos específicos de volta para a unidade de produção.

17 17 TRABALHOS FUTUROS O próximo estágio no estudo da diferença de resultados dos filesystems seria explorar as otimizações possíveis nas configurações ethernet e avaliar se haverá melhorias de desempenho em algum filesystem em relação a outro. Por exemplo: implementar Jumbo Frames em todos os pontos de comunicação para reduzir a sobrecarga de mensagens devido à fragmentação, e analisar se há melhor influencia para iscsi e NFS. Outra sugestão seria utilizar uma comunicação baseada em IPv6 e explorar sua funcionalidade de jumbogramas e comparar a evolução dos protocolos iscsi e NFS com a nova versão do IP na camada de rede. Uma funcionalidade adicional do VMware vsphere que não foi avaliada neste artigo e que pode ser explorada nos trabalhos futuros é a vstorage APIs for Array integration (VAAI) [VAAI]. Sendo suportada na versão 5 do vsphere para todos os filesystems testados, invariavelmente, os resultados deste artigo foram influenciadas pelo VAAI porém não se sabe o quanto, pois não foram avaliadas. Pode-se explorar também a influência da fragmentação dos filesystems conforme pode ser visto nas execuções dos testes subsequentes. Alguns storages possuem comandos para fazer a desfragmentação dos blocos nos discos, como também existem ferramentas no próprio servidor a serem analisadas. O alinhamento de blocos do filesystem com o Storage também é um ponto a ser estudado. Alguns storages trabalham com blocos de 4Kbytes, outros com 512bytes, e isso pode influenciar no número de operações do protocolo gerada no Storage e também na vazão e IOPs do servidor, dependendo da configuração adotada pelo filesystem. Por último, esse estudo pode ser estendido a outros hypervisors, como o XenServer da Citrix e HyperV da Microsoft. Além disso, esse mesmo teste poderá ser feito a partir de uma máquina virtual Linux com o Filesystem ext3 ao invés do NTFS do Windows. CONCLUSÃO Em linhas gerais, os resultados de desempenho do S5 foram um pouco melhores que os demais na primeira execução e preparação dos discos. A partir da segunda execução o

18 18 NFS obteve comportamento melhor, se mostrando um filesystem mais eficiente se submetido à fragmentação natural dos testes executados, intensivamente. Porém as diferenças entre eles, em ambos os casos, não chega a ser significativa a ponto de influenciar, totalmente, na escolha. Neste caso, pode-se concluir que as demais características analisadas, são tão importantes quando o desempenho e ao final entrarem em uma somatória de considerações. Sobre as demais funcionalidades, no provisionamento o NFS apresenta melhor comportamento na liberação de espaço após uma deleção de discos na máquina virtual, característica comum em ambientes de computação em nuvem. No backup em fita, os filesystems S e NTFS - RDM permitem o backup e restauração granular de arquivos porém com desvantagens de maior custo e maior utilização de recursos do servidor. O NFS possibilita o backup NDMP direto do Storage para fita, sem onerar o processamento do servidor e com custo de licenciamento inferior, porém não suporta a restauração granular de arquivos na máquina virtual pela própria ferramenta de backup, o que deve ser feito pelo administrador, alternativamente. Para uma análise global somando desempenho, provisionamento e backup em fita, os discos criados em Datastores NFS se mostram como opção mais interessante para uma implementação de ambientes virtualizados. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [ROSE04], Robert W. Rose; Survey of System Virtualization Techniques. Artigo, USA (2004). [COUL05] George Coulouris et al; Distributed systems: concepts and design, 4. ed. Harlow: Addison Wesley Longman, 927 p (2005). [TANE02] Andrew S. Tanenbaum, Maarten van Steen; Distributed Systems: Principles and Paradigms, New Jersey: Prentice Hall, 803 p (2002). [VMWA07] VMware Inc; Performance Characteristics of S and RDM. Artigo, USA (2007). [CALL95] B. Callaghan et al; NFS version 3 Protocol Specification, RFC 1813, USA (1995). [OSDL04] Open Source Development Lab; Iometer project, (2004).

19 19 [NDMP] Network Data Management Protocol; The NDMP Initiative, [VAAI] VAAI - vsphere Storage APIs for Array Integration,

Senado Federal Questões 2012

Senado Federal Questões 2012 Senado Federal Questões 2012 Sistemas Operacionais Prova de Analista de Sistemas Prof. Gustavo Van Erven Senado Federal Questões 2012 Rede Social ITnerante http://www.itnerante.com.br/ Vídeo Aulas http://www.provasdeti.com.br/

Leia mais

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE)

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) Possuir capacidade instalada, livre para uso, de pelo menos 5.2 (cinco ponto dois) TB líquidos em discos SAS/FC de no máximo 600GB 15.000RPM utilizando RAID 5 (com no

Leia mais

Questionamentos dos Representantes IBM. (Ação Global IBM InfoDive)

Questionamentos dos Representantes IBM. (Ação Global IBM InfoDive) Questionamentos dos Representantes IBM (Ação Global IBM InfoDive) Questão 01 2.1 Todos os sistemas bem como seus respectivos componentes de "software" e de "hardware" deverão ser novos, e deverão estar

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 3 Virtualização de Sistemas 1. Conceito Virtualização pode ser definida

Leia mais

NAS Network Attached Storage

NAS Network Attached Storage NAS Network Attached Storage Evolução Tecnológica 1993 Primeiro appliance de storage NAS; 1996 Primeiro protocolo de backup em rede NDMP; 1996 Primeiro storage multi-protocolo UNIX/Windows; 1997 Primeiro

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE VALOR:

PROPOSIÇÃO DE VALOR: Caro Cliente, Na economia atual, você não pode permitir ineficiências ou sobreprovisionamento de nenhum recurso - recursos inativos custam dinheiro, recursos mal utilizados custam oportunidades. Você precisa

Leia mais

Guia de Introdução ao Symantec Protection Center. Versão 2.0

Guia de Introdução ao Symantec Protection Center. Versão 2.0 Guia de Introdução ao Symantec Protection Center Versão 2.0 Guia de Introdução ao Symantec Protection Center O software descrito neste documento é fornecido sob um contrato de licença e pode ser usado

Leia mais

Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20

Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20 Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20 Relatório elaborado sob contrato com a EMC Corporation Introdução A EMC Corporation contratou a Demartek para realizar uma avaliação

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes.

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes. SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO Características Técnicas: 1.1 Deverá ser ofertada Solução de Storage com capacidade mínima de 100 TB (cem Terabyte) líquido, sendo 80TB (oitenta Terabytes)

Leia mais

Consolidação inteligente de servidores com o System Center

Consolidação inteligente de servidores com o System Center Consolidação de servidores por meio da virtualização Determinação do local dos sistemas convidados: a necessidade de determinar o melhor host de virtualização que possa lidar com os requisitos do sistema

Leia mais

Virtualização de Sistemas Operacionais

Virtualização de Sistemas Operacionais Virtualização de Sistemas Operacionais Felipe Antonio de Sousa 1, Júlio César Pereira 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil felipeantoniodesousa@gmail.com, juliocesarp@unipar.br Resumo.

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Maquinas Virtuais e Emuladores

SISTEMAS OPERACIONAIS. Maquinas Virtuais e Emuladores SISTEMAS OPERACIONAIS Maquinas Virtuais e Emuladores Plano de Aula Máquinas virtuais Emuladores Propriedades Benefícios Futuro Sistemas de Computadores Os sistemas de computadores são projetados com basicamente

Leia mais

6 - Gerência de Dispositivos

6 - Gerência de Dispositivos 1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de

Leia mais

Aplicações. Sistema Operacional Hardware. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Máquinas Virtuais e Emuladores

Aplicações. Sistema Operacional Hardware. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Máquinas Virtuais e Emuladores Máquinas Virtuais e Emuladores Marcos Aurelio Pchek Laureano Sistemas de Computadores Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: hardware sistema operacional aplicações Sistemas

Leia mais

O que é RAID? Tipos de RAID:

O que é RAID? Tipos de RAID: O que é RAID? RAID é a sigla para Redundant Array of Independent Disks. É um conjunto de HD's que funcionam como se fosse um só, isso quer dizer que permite uma tolerância alta contra falhas, pois se um

Leia mais

FAT32 ou NTFS, qual o melhor?

FAT32 ou NTFS, qual o melhor? FAT32 ou NTFS, qual o melhor? Entenda quais as principais diferenças entre eles e qual a melhor escolha O que é um sistema de arquivos? O conceito mais importante sobre este assunto, sem sombra de dúvidas,

Leia mais

Sistemas Operacionais 1/66

Sistemas Operacionais 1/66 Sistemas Operacionais 1/66 Roteiro Máquinas virtuais Emuladores Propriedades Benefícios Futuro 2/66 Sistemas de Computadores Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: hardware

Leia mais

Admistração de Redes de Computadores (ARC)

Admistração de Redes de Computadores (ARC) Admistração de Redes de Computadores (ARC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus São José Prof. Glauco Cardozo glauco.cardozo@ifsc.edu.br RAID é a sigla para Redundant

Leia mais

Sistemas Operacionais. Roteiro. Sistemas de Computadores. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Marcos Laureano

Sistemas Operacionais. Roteiro. Sistemas de Computadores. Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3 componentes: Marcos Laureano Sistemas Operacionais Marcos Laureano 1/66 Roteiro Máquinas virtuais Emuladores Propriedades Benefícios Futuro 2/66 Sistemas de Computadores Os sistemas de computadores são projetados com basicamente 3

Leia mais

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel 1 4 Estrutura do Sistema Operacional 4.1 - Kernel O kernel é o núcleo do sistema operacional, sendo responsável direto por controlar tudo ao seu redor. Desde os dispositivos usuais, como unidades de disco,

Leia mais

SISTEMAS DE ARQUIVOS Sistemas operacionais

SISTEMAS DE ARQUIVOS Sistemas operacionais Técnico em Informática SISTEMAS DE ARQUIVOS Sistemas operacionais Professor Airton Ribeiro de Sousa Sistemas operacionais Sistema de Arquivos pode ser definido como uma estrutura que indica como os dados

Leia mais

Administração de Sistemas (ASIST)

Administração de Sistemas (ASIST) Administração de Sistemas (ASIST) Virtualização de Storage SAN Storage Area Network Fibre Channel e iscsi Outubro de 2012 1 Um servidor tradicional contém os seu próprio sistema de armazenamento periférico

Leia mais

Sistemas de Armazenamento

Sistemas de Armazenamento M. Sc. isacfernando@gmail.com Especialização em Administração de Banco de Dados ESTÁCIO FIR Tipo de Não importa quanta memória seu smartphone tenha, ele nunca terá o bastante para guardar todas as suas

Leia mais

Arcserve Backup: Como proteger ambientes NAS heterogêneos com NDMP

Arcserve Backup: Como proteger ambientes NAS heterogêneos com NDMP Arcserve Backup: Como proteger ambientes NAS heterogêneos com NDMP Phil Maynard UNIDADE DE SOLUÇÕES DE GERENCIAMENTO DE DADOS PARA O CLIENTE FEVEREIRO DE 2012 Introdução Em todos os lugares, o volume de

Leia mais

Virtualização Gerencia de Redes Redes de Computadores II

Virtualização Gerencia de Redes Redes de Computadores II Virtualização Gerencia de Redes Redes de Computadores II *Créditos: baseado no material do Prof. Eduardo Zagari Virtualização - Introdução Introduzido nos anos 60 em Mainframes Em 1980 os microcomputadores

Leia mais

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Windows 2003 Server Introdução Nessa Aula: É apresentada uma visão rápida e geral do Windows Server 2003. O Foco a partir da próxima aula, será no serviço de Diretórios

Leia mais

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Texto Técnico 005/2013 TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Parte 05 0 Vamos finalizar o tema Trabalho com Grandes Montagens apresentando os melhores recursos e configurações de hardware para otimizar a abertura

Leia mais

Online Help StruxureWare Data Center Expert

Online Help StruxureWare Data Center Expert Online Help StruxureWare Data Center Expert Version 7.2.7 Appliance virtual do StruxureWare Data Center Expert O servidor do StruxureWare Data Center Expert 7.2 está agora disponível como um appliance

Leia mais

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES tassiogoncalvesg@gmail.com MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 TÁSSIO GONÇALVES - TASSIOGONCALVESG@GMAIL.COM 1 CONTEÚDO Arquitetura

Leia mais

ANDRE KUSUMOTO VIRTUALIZAÇÃO

ANDRE KUSUMOTO VIRTUALIZAÇÃO ANDRE KUSUMOTO VIRTUALIZAÇÃO OBJETIVO Objetivo do deste trabalho é o autoaprendizado e a disseminação do conhecimento empregado no conceito de virtualização. Assim como a demostração de seu uso em conjunto

Leia mais

utilização da rede através da eliminação de dados duplicados integrada e tecnologia de archiving.

utilização da rede através da eliminação de dados duplicados integrada e tecnologia de archiving. Business Server Backup e recuperação abrangentes criados para a pequena empresa em crescimento Visão geral O Symantec Backup Exec 2010 for Windows Small Business Server é a solução de proteção de dados

Leia mais

Visão do Sistema Operacional

Visão do Sistema Operacional Visão do Sistema Operacional programadores e analistas usuários programas, sistemas e aplicativos Usuários Sistema Operacional memória discos Hardware UCP fitas impressoras monitores O que é um Sistema

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais SISTEMAS DE ARQUIVOS MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 11 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional SISTEMAS DE ARQUIVOS - INTRODUÇÃO O armazenamento e a recuperação de informações é

Leia mais

PROPOSTA COMERCIAL CLOUD SERVER

PROPOSTA COMERCIAL CLOUD SERVER PROPOSTA COMERCIAL CLOUD SERVER Sobre a AbsamHost A AbsamHost atua no mercado de hosting desde 2008, fornecendo infraestrutura de data center a diversas empresas no Brasil e no mundo. Focada em servidores

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE VALOR:

PROPOSIÇÃO DE VALOR: Caro Cliente, Na economia atual, você não pode permitir ineficiências ou sobreprovisionamento de nenhum recurso - recursos inativos custam dinheiro, recursos mal utilizados custam oportunidades. Você precisa

Leia mais

ROM-BIOS Inicialização Sistemas de Arquivos Formatação

ROM-BIOS Inicialização Sistemas de Arquivos Formatação ROM-BIOS Inicialização Sistemas de Arquivos Formatação 1 ROM-BIOS ROM-BIOS Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O termo é incorretamente conhecido como: Basic Integrated Operating

Leia mais

Sistemas Operacionais. Conceitos de um Sistema Operacional

Sistemas Operacionais. Conceitos de um Sistema Operacional Sistemas Operacionais Conceitos de um Sistema Operacional Modo usuário e Modo Kernel Como já vimos são ambientes de execução diferentes no processador Há um conjunto de funções privilegiadas acessadas

Leia mais

Proteção de ambientes Citrix XenServer com Arcserve

Proteção de ambientes Citrix XenServer com Arcserve Proteção de ambientes Citrix XenServer com Arcserve Desafios do cliente Hoje em dia, você enfrenta desafios como acordos de nível de serviço exigentes e limitações de equipe e orçamento. Você procura maneiras

Leia mais

Estrutura, Processos e Threads

Estrutura, Processos e Threads Estrutura, Processos e Threads Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2007 1 Sistema computacional A p l i c a t i v o s U t i l i t á r i o s N ú c l e o d o S i s t e m a O p e r a c i o n a l H a r d w

Leia mais

Como criar máquinas virtuais no VMware ESXi

Como criar máquinas virtuais no VMware ESXi Como criar máquinas virtuais no VMware ESXi A virtualização de desktops pode ser trabalhada sobre servidores virtuais e esta técnica torna nossa tecnologia ainda mais atraente. Certifique-se que o seu

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 4 SUPORTE AO SISTEMA OPERACIONAL Prof. Luiz Gustavo A. Martins Sistema Operacional (S.O.) Programa responsável por: Gerenciar os recursos do computador. Controlar a execução

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período Sistemas de Informação Sistemas Operacionais 4º Período SISTEMA DE ARQUIVOS SUMÁRIO 7. SISTEMA DE ARQUIVOS: 7.1 Introdução; 7.2 s; 7.3 Diretórios; 7.4 Gerência de Espaço Livre em Disco; 7.5 Gerência de

Leia mais

Cláusula 1.º Objecto. Cláusula 2.º Especificação da prestação

Cláusula 1.º Objecto. Cláusula 2.º Especificação da prestação CADERNO DE ENCARGOS CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJECTO DE ARQUIVO DIGITAL DE INFRA-ESTRUTURAS DE IT O presente Caderno de Encargos compreende as cláusulas a incluir no contrato

Leia mais

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Prof. José Gonçalves Dias Neto profneto_ti@hotmail.com Introdução A gerência

Leia mais

Guia Rápido de Licenciamento do SQL Server 2012

Guia Rápido de Licenciamento do SQL Server 2012 Guia Rápido de Licenciamento do SQL Server 2012 Data de publicação: 1 de Dezembro de 2011 Visão Geral do Produto SQL Server 2012 é uma versão significativa do produto, provendo Tranquilidade em ambientes

Leia mais

BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento

BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento 1 Gerência de espaço em disco Cópia de segurança do sistema de arquivo Roteiro Confiabilidade Desempenho

Leia mais

Visão Geral do Recurso Live Migration no Windows Server 2008 R2 Hyper-V. Versão: 1.0

Visão Geral do Recurso Live Migration no Windows Server 2008 R2 Hyper-V. Versão: 1.0 Visão Geral do Recurso Live Migration no Windows Server 2008 R2 Hyper-V Versão: 1.0 Publicado: 02 de Dezembro de 2008 Índice Visão Geral Visão Geral dos Recursos do Windows Server 2008 R2 Hyper-V... 3

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Gerência de Arquivos Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Conceituação de arquivos Implementação do sistemas de arquivo Introdução Sistema de

Leia mais

A.S.P. Servidores Windows

A.S.P. Servidores Windows A.S.P. Servidores Windows Servidores TCP/IP O mercado de servidores de rede é dominado essencialmente por duas linhas de produtos: Open Source: Linux, BSD, e seus derivados Proprietários: Microsoft Windows

Leia mais

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF.

ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I. Máquina Virtual. Instalação de S.O. em dual boot. 1º Semestre 2010 PROF. ETEC RAPOSO TAVARES GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I Máquina Virtual Instalação de S.O. em dual boot 1º Semestre 2010 PROF. AMARAL Na ciência da computação, máquina virtual é o nome dado a uma máquina,

Leia mais

Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2

Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2 Tecnologias WEB Virtualização de Sistemas Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2 Conceitos Virtualização pode ser definida como técnica que combina ou divide recursos computacionais para prover

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Cluster, Grid e computação em nuvem Slide 8 Nielsen C. Damasceno Introdução Inicialmente, os ambientes distribuídos eram formados através de um cluster. Com o avanço das tecnologias

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Sistemas Operacionais IV

Arquitetura de Computadores. Sistemas Operacionais IV Arquitetura de Computadores Sistemas Operacionais IV Introdução Multiprogramação implica em manter-se vários processos na memória. Memória necessita ser alocada de forma eficiente para permitir o máximo

Leia mais

MANUAL TÉCNICO ISPBACKUP

MANUAL TÉCNICO ISPBACKUP MANUAL TÉCNICO ISPBACKUP 1 LISTA DE FIGURAS Figura 01: Exemplo de Backup...07 Figura 02: Produto...09 2 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO...04 1.1 Objetivo do manual...04 1.2 Importância do Manual...04 1.3 Backup...04

Leia mais

Virtualização e Criação de uma rede Virtual utilizando Virtual Box Professor: João Paulo de Brito Gonçalves

Virtualização e Criação de uma rede Virtual utilizando Virtual Box Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Virtualização e Criação de uma rede Virtual utilizando Virtual Box Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Anatomia de uma máquina virtual Cada máquina virtual é um sistema completo encapsulado em um

Leia mais

Sistema Integrado de Administração de Materiais e Serviços - SIAD Catálogo de Materiais e Serviços - CATMAS SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE)

Sistema Integrado de Administração de Materiais e Serviços - SIAD Catálogo de Materiais e Serviços - CATMAS SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) Storage O subsistema de armazenamento de dados deverá ser do tipo bloco, disponibilizando nativamente componentes de hardware para armazenamento baseado em bloco, com

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE LAGOA SANTA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO CEP 33400-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE LAGOA SANTA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO CEP 33400-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS ERRATA E REABERTURA PROCESSO LICITATÓRIO N 097/2011 MODALIDADE: PREGÃO PRESENCIAL RP N 061/2011 OBJETO: AQUISIÇÃO DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO DE DADOS CENTRALIZADOS (STORAGE) E DE SISTEMA DE CÓPIA DE SEGURANÇA

Leia mais

Virtualização Avançada com VMware Sphere 5.0 (ESXi)

Virtualização Avançada com VMware Sphere 5.0 (ESXi) Virtualização Avançada com VMware Sphere 5.0 (ESXi) Treinamento Preparatório para Certificação O que é o Virtualização? É uma camada de gerenciamento entre o Hardware e Software, ou seja, é divisão de

Leia mais

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa.

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa. CLUSTERS Pode-se pegar uma certa quantidade de servidores e juntá-los para formar um cluster. O serviço então é distribuído entre esses servidores como se eles fossem uma máquina só. Um cluster de servidores

Leia mais

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 SERVIÇOS BÁSICOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 Rua do Rouxinol, N 115 / Salvador Bahia CEP: 41.720-052 Telefone: (71) 3186-0001. Email: cotec@ifbaiano.edu.br

Leia mais

Symantec NetBackup 7 O que há de novo e tabela de comparação de versões

Symantec NetBackup 7 O que há de novo e tabela de comparação de versões Symantec 7 O que há de novo e tabela de comparação de versões O 7 permite a padronização das operações de backup e recuperação em ambientes físicos e virtuais com menos recursos e menos riscos, pois oferece

Leia mais

Departamento de Tecnologia da Informação

Departamento de Tecnologia da Informação Xen - O case de virtualização da Alergs XIII Enial - Brasília Novembro/2010 DTI Superintendência Administrativa e Financeira Assembleia Legislativa do RS Tópicos abordados: A infraestrutura de TI Alergs

Leia mais

ACELERANDO A TRANSFORMAÇÃO DA TI COM A SOLUÇÃO EMC DE ARMAZENAMENTO UNIFICADO E BACKUP DE ÚLTIMA GERAÇÃO

ACELERANDO A TRANSFORMAÇÃO DA TI COM A SOLUÇÃO EMC DE ARMAZENAMENTO UNIFICADO E BACKUP DE ÚLTIMA GERAÇÃO ACELERANDO A TRANSFORMAÇÃO DA TI COM A SOLUÇÃO EMC DE ARMAZENAMENTO UNIFICADO E BACKUP DE ÚLTIMA GERAÇÃO A virtualização, em particular, a VMware, transformou a maneira como as empresas encaram suas estratégias

Leia mais

Parceiro Oficial de Treinamentos Proxmox no Brasil

Parceiro Oficial de Treinamentos Proxmox no Brasil Apresentação Parceiro Oficial de Treinamentos Proxmox no Brasil A VANTAGE Educacional é uma referência no Brasil em Treinamento e Capacitação das principais soluções corporativas Open Source. Nosso Centro

Leia mais

Virtualização. Prof. Emiliano Monteiro

Virtualização. Prof. Emiliano Monteiro Virtualização Prof. Emiliano Monteiro Conceitos Virtualização significa criar uma versão virtual de um dispositivo ou recurso, como um servidor, dispositivo de armazenamento, rede ou até mesmo um sistema

Leia mais

Prof. Ms. José Eduardo Santarem Segundo santarem@univem.edu.br. Demonstrar o impacto que o tema virtualização tem representado no mercado

Prof. Ms. José Eduardo Santarem Segundo santarem@univem.edu.br. Demonstrar o impacto que o tema virtualização tem representado no mercado Prof. Ms. José Eduardo Santarem Segundo santarem@univem.edu.br Demonstrar o impacto que o tema virtualização tem representado no mercado de TI. Apresentar alguns conceitos e técnicas sobre a tecnologia

Leia mais

Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade

Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade Leonardo Antônio dos Santos¹ Orientadora Prof. Esp. Sabrina Vitório Oliveira Sencioles¹ Co-orientador M.Sc. Pedro Eugênio Rocha² ¹Faculdades

Leia mais

Dispositivos de Armazenamento em massa. José Roberto B. Gimenez

Dispositivos de Armazenamento em massa. José Roberto B. Gimenez Dispositivos de Armazenamento em massa José Roberto B. Gimenez 2 Estrutura da apresentação O meio físico de armazenamento Interfaces de conexão ATA, SCSI, FC RAID array Sistemas de Armazenamento DAS, NAS,

Leia mais

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView Sistema de Gerenciamento DmView O DmView é o Sistema de Gerência desenvolvido para supervisionar e configurar os equipamentos DATACOM, disponibilizando funções para gerência de supervisão, falhas, configuração,

Leia mais

Capacidade = 512 x 300 x 20000 x 2 x 5 = 30.720.000.000 30,72 GB

Capacidade = 512 x 300 x 20000 x 2 x 5 = 30.720.000.000 30,72 GB Calculando a capacidade de disco: Capacidade = (# bytes/setor) x (méd. # setores/trilha) x (# trilhas/superfície) x (# superfícies/prato) x (# pratos/disco) Exemplo 01: 512 bytes/setor 300 setores/trilha

Leia mais

Avaliação do sistema de armazenamento EMC CLARiiON AX4

Avaliação do sistema de armazenamento EMC CLARiiON AX4 Avaliação do sistema de armazenamento EMC CLARiiON AX4 Relatório elaborado sob contrato com a EMC Corporation Introdução A EMC Corporation contratou a Demartek para realizar uma avaliação prática do novo

Leia mais

Agenda. Histórico Máquinas virtuais X Emuladores Vantagens & Desvantagens Vmware Quemu Xen UML Comparação entre VM's Conclusão

Agenda. Histórico Máquinas virtuais X Emuladores Vantagens & Desvantagens Vmware Quemu Xen UML Comparação entre VM's Conclusão Máquinas Virtuais Agenda Histórico Máquinas virtuais X Emuladores Vantagens & Desvantagens Vmware Quemu Xen UML Comparação entre VM's Conclusão Histórico Mainframe É um computador de grande porte, dedicado

Leia mais

Desempenho de um Cluster Virtualizado em Relação a um Cluster Convencional Similar

Desempenho de um Cluster Virtualizado em Relação a um Cluster Convencional Similar Desempenho de um Cluster Virtualizado em Relação a um Cluster Convencional Similar David Beserra 1, Alexandre Borba¹, Samuel Souto 1, Mariel Andrade 1, Alberto Araujo 1 1 Unidade Acadêmica de Garanhuns

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Sistemas Operacionais Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Estrutura do Sistema Operacional Principais Funções do Sistema Operacional Tratamento de interrupções e exceções Criação e

Leia mais

Real Application Cluster (RAC)

Real Application Cluster (RAC) Real Application Cluster (RAC) Anderson Haertel Rodrigues OCE RAC 10g anderson.rodrigues@advancedit.com.br AdvancedIT S/A RAC? Oracle RAC é um banco de dados em cluster. Como assim? São vários servidores

Leia mais

White Paper Replicação baseada em Hypervisor

White Paper Replicação baseada em Hypervisor Replicação baseada em Hypervisor Uma Nova Abordagem à Continuidade dos Negócios Recuperação de Desastres A Zerto introduziu uma solução de replicação de conhecimento virtual, exclusivo de software, de

Leia mais

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema

Leia mais

Introdução à Computação: Sistemas de Computação

Introdução à Computação: Sistemas de Computação Introdução à Computação: Sistemas de Computação Beatriz F. M. Souza (bfmartins@inf.ufes.br) http://inf.ufes.br/~bfmartins/ Computer Science Department Federal University of Espírito Santo (Ufes), Vitória,

Leia mais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Gerenciamento de Memória: Introdução O gerenciamento de memória é provavelmente a tarefa mais complexa de um sistema operacional multiprogramado.

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

PROTEÇÃO DE MÁQUINA VIRTUAL VMWARE DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

PROTEÇÃO DE MÁQUINA VIRTUAL VMWARE DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC PROTEÇÃO DE MÁQUINA VIRTUAL VMWARE DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC O PowerVault DL2000 baseado na tecnologia da Symantec Backup Exec oferece a única solução de backup em disco totalmente

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

DELL POWERVAULT SÉRIE MD ARMAZENAMENTO DE DADOS MODULAR ARMAZENAMENTO DE DADOS DELL POWERVAULT SÉRIE MD

DELL POWERVAULT SÉRIE MD ARMAZENAMENTO DE DADOS MODULAR ARMAZENAMENTO DE DADOS DELL POWERVAULT SÉRIE MD ARMAZENAMENTO DE DADOS MODULAR ARMAZENAMENTO DE DADOS DELL POWERVAULT SÉRIE MD Simplificação da TI O Dell série MD pode simplificar a TI, otimizando sua arquitetura de armazenamento de dados e garantindo

Leia mais

Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos. Operating System Concepts 8 th Edition

Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos. Operating System Concepts 8 th Edition Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos Silberschatz, Galvin and Gagne 2009 Sobre a apresentação (About the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin

Leia mais

ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS. 1.1 Arquiteturas não virtualizadas

ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS. 1.1 Arquiteturas não virtualizadas ATIVIDADE 1 MÁQUINAS VIRTUAIS Existem hoje diversas tecnologias e produtos para virtualização de computadores e ambientes de execução, o que pode gerar uma certa confusão de conceitos. Apesar disso, cada

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A PREGÃO PRESENCIAL N. 2010/169 OBJETO: AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE ARMAZENAMENTO EXTERNO - STORAGE E TAPE LIBRARY. Ref.: Esclarecimentos A unidade de Tape Library será instalada em servidor dedicado a

Leia mais

Sistema de Arquivos EXT3

Sistema de Arquivos EXT3 Sistema de Arquivos EXT3 Introdução Ext3 é uma nova versão do Ext2. Possui as mesmas estruturas do ext2, além de adicionar as propriedades do Journal. O uso do Ext3 melhora na recuperação do sistema(dados),

Leia mais

Nuvem UFRGS: IaaS como ferramenta de apoio à pesquisa

Nuvem UFRGS: IaaS como ferramenta de apoio à pesquisa Nuvem UFRGS: IaaS como ferramenta de apoio à pesquisa Éverton Didoné Foscarini, Rui de Quadros Ribeiro Universidade Federal do Rio Grande do Sul Centro de Processamento de Dados Rua Ramiro Barcelos, 2574

Leia mais

ARMAZENAMENTO E COMPUTAÇÃO

ARMAZENAMENTO E COMPUTAÇÃO EMC SCALEIO SAN de servidor convergente definida por software PRINCÍPIOS BÁSICOS Apenas software Arquitetura convergida de camada única Capacidade de expansão linear Desempenho e capacidade sob demanda

Leia mais

Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS)

Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS) Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS) Hoje é fundamental para as empresas poder contar com recursos de comunicação, mobilidade, flexibilidade

Leia mais

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN 1.0 O Sistema Operacional como uma Máquina Virtual A arquitetura (conjunto de instruções, organização de memória, E/S e estrutura

Leia mais

Sistema De Armazenamento De Dados Storage

Sistema De Armazenamento De Dados Storage Sistema De Armazenamento De Dados Storage SUBITEM ESPECIFICAÇÕES 1.0 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 DESCRIÇÃO O Sistema de Armazenamento deverá possuir no mínimo 60 TB (Sessenta Terabytes) líquidos livres para uso

Leia mais

Número do Recibo:83500041

Número do Recibo:83500041 de 6 8/6/22 7:32 Número do Recibo:8354 Data de Preenchimento do Questionário:. Comitête Gestor de Informática do Judiciário - Recibo de Preenchimento do Questionário: INFRAESTRUTURA - 22 3.. Infraestrutura

Leia mais

Desenvolvimento de um Simulador de Gerenciamento de Memória

Desenvolvimento de um Simulador de Gerenciamento de Memória Desenvolvimento de um Simulador de Gerenciamento de Memória Ricardo Mendes do Nascimento. Ciência da Computação Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) Santo Ângelo RS Brasil

Leia mais

MCITP: ENTERPRISE ADMINISTRATOR

MCITP: ENTERPRISE ADMINISTRATOR 6292: INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO WINDOWS 7, CLIENT Objetivo: Este curso proporciona aos alunos o conhecimento e as habilidades necessárias para instalar e configurar estações de trabalho utilizando a

Leia mais