Sistema de Arquivos FAT

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistema de Arquivos FAT"

Transcrição

1 Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos FAT Edeyson Andrade Gomes

2 FAT A FAT é o sistema de arquivos usado pelo MS-DOS e outros sistemas operacionais baseados em Windows para organizar e gerenciar arquivos. A sigla FAT significa File Allocation Table ou Tabela de Alocação de Arquivos. 2

3 FAT Dividida em quatro regiões: Região reservada (ou setor de boot) Região da Tabela de Arquivos (FAT) Região de Diretório Raiz (Não existe na FAT32) Região de arquivos e diretórios 3

4 FAT Usava alocação de arquivos com tabela de índices blocos não contíguos. 1ª versão da FAT FAT12, alocava 12 bits, máximo de blocos/cluster (4.096 = 2 12 ). O sistema FAT exige que cada cluster do disco seja usado somente para um único arquivo. 4

5 FAT 16/32 FAT 16 Consegue trabalhar no máximo com 2 16 = clusters, mas são usados apenas clusters. Por que? Como marcar um bloco como Ruim? Como identificar Fim de Arquivo? FAT usa onze (11) FLAGS Limite do tamanho da partição: * 32KB = 2GB, podendo chegar a 4GB (no caso no NT). 32 KB é o tamanho do maior Cluster da FAT 16 FAT Não é possível ter clusters de diferentes tamanhos 5

6 FAT 16/32 FAT 32 : 2 28 = 256M clusters no máximo Tamanho Máximo do Cluster = 32 KB Tamanho Total Máximo = 256 M * 32 KB = 8 TB Limite do tamanho da partição: 2TB Numero máximo de setores 2 32 = 4G, como cada setor tem 512 bytes o Limite do tamanho da partição = 4G * 512 bytes = 2TB No XP, a FAT32 dá suporte a clusters de 512, 1024, 2048, 4096, 8192, 16K, 32K, 64K, (128K, 256K para o tamanho do setor > 512 bytes) < Número de clusters por partição < * 64KB = 254 GB 6

7 FAT 16/32 Uma das maiores vantagens da FAT32 é a utilização de tamanhos menores de clusters. Os tamanhos dos clusters dependem do tamanho do disco Suporte a nomes longos de arquivos FAT 12 e 16 usam nomes de 11 caracteres 8 para nome do arquivo 3 para extensão 7

8 FAT32 na memória principal FAT32 não fica toda na memória principal. Apenas uma parte suficiente para dar suporte ao início do sistema. Utiliza tabela com múltiplos níveis. 8

9 FAT32 na memória principal Tamanho da FAT32 na memória: Depende do tamanho do disco e do bloco. Exemplo um disco com 40 GB e blocos de 4KB. Numero de Blocos = 40GB / 4KB = 10M Blocos. Tamanho da tabela na memória: 10 M * 4 bytes = 40MB 9

10 ESTRUTURA DO SISTEMA DE ARQUIVOS 10

11 ESTRUTURA DO SISTEMA DE ARQUIVOS O primeiro setor é sempre a ID do Volume que vem seguida pelos setores da Região Reservada. Em seguida, encontra-se uma cópia da Tabela de Alocação de Arquivos (FAT) e outra cópia de backup. Por último encontram-se os clusters reservados para dados e diretórios e um espaço não utilizado. 11

12 ESTRUTURA DO SISTEMA DE ARQUIVOS O cluster 0 é reservado para a identificação da tabela BPB e o cluster 1 para definir o formato do EOC (o valor de cluster que representa o fim do arquivo). Logo, o primeiro cluster para dados é o cluster 2. 12

13 ESTRUTURA DO SISTEMA DE ARQUIVOS Utilizando essa informação, é possível determinar a seguinte fórmula para acesso a um cluster: END. LBA = Primeiro_Cluster + [(Nº cluster 2) * setores_por_cluster] LBA - Endereço Lógico do Bloco 13

14 ESTRUTURA DO SISTEMA DE ARQUIVOS BPB (BIOS Parameter Block) Apresenta informações sobre a estrutura do volume FAT32. Fica localizada na primeiro setor do volume, na área de região reservada. 14

15 BPB 15

16 ESTRUTURA DO SISTEMA DE ARQUIVOS Setor FAT32 FSInfo Em um volume FAT32, a FAT pode ter uma estrutura de dados maior do que a FAT16 e FAT12 Isso implicou na necessidade de criar um meio de armazenar a quantidade de clusters livres. Este valor era computado antes de uma chamada de uma API para reconhecimento do espaço livre em disco Esta informação é armazenada na área reservada em um setor determinado FS_Info. Sua localização é indicada no campo BPB_FSInfo da BPB. 16

17 ESTRUTURA DO SISTEMA DE ARQUIVOS Setor de Backup de BOOT O campo BPB_BkBootSec só está contido em BPBs dos volumes FAT32 e é responsável por armazenar uma cópia de informação sobre o setor de BOOT incluindo o BPB, reduzindo assim a possibilidade do sistema não ser iniciado por causa de uma falha na leitura do setor 0 (setor de BOOT). 17

18 Tabelas de Blocos FAT32 É uma lista de entradas que mapeiam cada cluster em uma partição. Cada entrada contém uma das seguintes informações: O endereço do próximo cluster. Um caracter especial que indica o final do arquivo (EOF). Um caracter especial para identificar um cluster danificado. Um caracter especial para identificar um cluster reservado. Zero, que notifica que o cluster está livre 18

19 Tabelas de Blocos O sistema de arquivo FAT32 utiliza 28 bits dos 32 possíveis para cada entrada na tabela de blocos. O número de clusters alocados para um arquivo deve corresponder ao tamanho do arquivo informado pela Tabela de Diretórios da seguinte forma. Nº_de_clusters = ((Tam_Arquivo - 1) / QTD_bytes_por_cluster) + 1 Os bits 7-31 informam o setor que contem o próximo cluster enquanto os primeiros 7 bits informam qual dos 128 inteiros contidos nesse setor é o que contém o número do próximo cluster do seu arquivo?? 19

20 Tabelas de Blocos 20

21 Tabela de Blocos 21

22 Limites Cluster/Arquivos As tabelas a seguir mostram os diversos valores de clusters da FAT e da FAT32 22

23 Limites A partição FAT32 tem uma limitação de tamanho de arquivo: 4 GB (embora isso pareça muito, arquivos de vídeo podem facilmente superar este tamanho). 23

24 Estrutura de Diretórios Um diretório é um arquivo composto por uma lista de estruturas O diretório registra informações - tais como nome, posição, tamanho e tipo - para todos os arquivos naquela partição Árvore Raic- C: 24

25 Diretório Raiz No FAT 32 o diretório raiz tem tamanho variável e fica localizado no setor de dados. A localização do primeiro cluster do diretório raiz é armazenado no campo da BPB RootClass 25

26 Estrutura de uma Entrada de Diretório 26

27 Entradas Longas de Diretório 27 Uma entrada de Diretório Longo é definida como uma entrada de diretório comum porém com um atributo especial. Uma máscara determina se uma entrada é um componente de nome longo, e é definida da seguinte forma: ATTR_LONG_NAME_MASK ATTR_READ_ONLY ATTR_HIDDEN ATTR_SYSTEM ATTR_VOLUME_ID ATTR_DIRECTORY ATTR_ARCHIVE

28 Entradas Longas de Diretório Quando uma entrada longa é encontrada ela é tratada como um conjunto de entradas de diretórios que são associadas com a entrada de diretórios que precede o conjunto. Essa implementação é conseqüência do fato de sistemas de arquivos FAT16 e FAT12 não tratarem nomes longos. 28

29 Entradas Longas de Diretório 29

30 Entradas Longas de Diretório Se uma entrada de diretório longo for encontrada sem associação a uma entrada curta ela não existirá legalmente. Cada entrada de um conjunto é numerada, e a última entrada é indicada pelo campo LDIR_Ord com o valor 0x40. Se um entrada de diretório não estiver associada a uma entrada curta ou em seu campo LDIR_Ord contiver os valores 0xE5 ou 0x00 (que representam uma última entrada em um cluster e uma entrada livre, respectivamente) ela será denominada órfã. 30

31 Entradas Longas de Diretório Todos os 11 caracteres contidos no nome da entrada curta são utilizados no cálculo do checksum, que é criado no momento da criação dos diretórios com nomes longos. Esse checksum é guardado em cada entrada de nomes longos. Se algum cehcksum contido em uma entrada de nomes longo não corresponder ao checksum contido no alias (nome em uma entrada curta associado a um conjunto de entradas longas) da entrada curta, então a entrada longa será tratada como órfã, 31 SEQUÊNCIA DE DIRETÓRIOS COM NOMES LONGOS ASSOCIADOS A UMA ENTRADA COM NOME CURTO

32 Entradas Longas de Diretório 32 SEQUÊNCIA DE DIRETÓRIOS COM NOMES LONGOS ASSOCIADOS A UMA ENTRADA COM NOME CURTO

33 Nome Longo Com Entradas De Diretórios Longas Um nome longo consiste em mais caracteres que uma única entrada longa pode suportar. Cada entrada longa é capaz de armazenar até 13 caracteres. Se um determinado nome longo não for múltiplo de 13 então os campos que sobram são preenchidos por 0(NULL) no primeiro campo e por FFFF nos campos seguintes. 33

34 Nome Longo Com Entradas De Diretórios Longas DEMOSNTRANDO O ARMAZENAMENTO DO NOME LONGO 34

35 Atributos Os atributos que um arquivo pode receber no FAT32 são: Somente Leitura Oculto Sistema ID do Volume Diretório Arquivo 35

36 ACL ACL (Acess Control Lists) Esta lista é utilizada como um método adicional para prover permissões para usuários a determinados arquivos e pastas Cada entrada de uma lista ACL contém: Qual(is) usuários(s) tem acesso aquela entrada Se a entrada é responsável por negar ou permitir o acesso. 36

37 ACL ACL (Acess Control Lists) Quais direitos serão permitidos ou negados. Se esta entrada será herdada de uma pasta para o seu conteúdo. Alguns direitos que podem ser atribuídos a uma arquivo 37 Leitura, escrita, execução, apagar, leitura de atributos, mudar permissões.

38 ACL - HERANÇA O ACL permite 4 tipos de herança para arquivos e sub-pastas de uma determinada pasta: Herança para todos os arquivos Herança para todas as pastas, Herança limitada apenas aos arquivos da pasta Herança somente para sub-pastas e arquivos dentro da pasta mas não a ela. O sistema tem que possuir um registro de quais Entradas da ACL são herdadas e quais não são. 38

39 Recursos O sistema FAT 32 permite posicionar o diretório raiz de uma partição em qualquer lugar da mesma. No FAT 32 é possível mudar o tamanho da partição sem que haja perda dos dados. Isso não é possível nos sistemas FAT anteriores. (PtMagic). Não possue proteção de arquivos O FAT32 suporta unidades de até 2 terabytes 39

40 Recursos O FAT32 usa o espaço de maneira mais eficiente. Pode alterar o local da pasta raiz usando a cópia de backup da BPB, e não a cópia padrão. Além disso, o registro de inicialização em unidades FAT32 é expandido para incluir uma cópia de backup das estruturas de dados críticos. 40

41 Particionamento É determinado através da relação entre os comandos FDISK e FORMAT, apesar de que é possível determinar o tamanho do cluster do FAT32 também por programas de terceiros, como o Partition Magic. 41

42 Desfragmentação A FAT não possui nenhum mecanismo que impeça, ou pelo menos diminua a fragmentação, daí a necessidade de rodar o defrag ou outro programa desfragmentador periodicamente. A função deles é mover os arquivos, de forma que eles fiquem gravados em clusters seqüenciais. Processo demorado, que deve ser repetido regularmente. Manipulação de apontadores da lista encadeada. 42

43 Swap É possível determinar em qual partição estará a área de SWAP A área de SWAP é definida no momento da instalação, de acordo com a quantidade de memória do computador, porém pode ser redefinida pelo usuário. 43

44 Segurança O sistema FAT32 não implementa segurança alguma para acesso a dados em um volume por diferentes usuários. 44

45 Desempenho Comparação do Sistema de Arquivo FAT32 X FAT16 X NTFS Transferência de arquivos o FAT32 igual aos demais. Leitura e escrita o FAT32 é mais eficiente 45

46 Desempenho 46

47 Confiabilidade Recursos do FAT32 que permitem maior confiabilidade no sistema: Permite a alteração do local da pasta raiz. O sistema FAT32 faz uma cópia de backup das estruturas de dados críticas, que são armazenadas no registro de inicialização. 47

Curso de Instalação e Gestão de Redes Informáticas

Curso de Instalação e Gestão de Redes Informáticas ESCOLA PROFISSIONAL VASCONCELLOS LEBRE Curso de Instalação e Gestão de Redes Informáticas SISTEMAS DE ARQUIVOS FAT E FAT32 José Vitor Nogueira Santos FT2-0749 Mealhada, 2009 Introdução Muitos usuários

Leia mais

GERENCIAMENTO DE DISPOSITIVOS

GERENCIAMENTO DE DISPOSITIVOS 2 SISTEMAS OPERACIONAIS: GERENCIAMENTO DE DISPOSITIVOS E ARQUIVOS Introdução à Microinformática Prof. João Paulo Lima Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Estatística e Informática

Leia mais

Sistemas de arquivos FAT e FAT32

Sistemas de arquivos FAT e FAT32 Introdução Sistemas de arquivos FAT e FAT32 Muitos usuários de Windows já ouviram falar em partições FAT ou FAT32 sem saber ao certo o que isso significa. Essas são siglas de sistemas de arquivos para

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Gerência de Arquivos Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Conceituação de arquivos Implementação do sistemas de arquivo Introdução Sistema de

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período Sistemas de Informação Sistemas Operacionais 4º Período SISTEMA DE ARQUIVOS SUMÁRIO 7. SISTEMA DE ARQUIVOS: 7.1 Introdução; 7.2 s; 7.3 Diretórios; 7.4 Gerência de Espaço Livre em Disco; 7.5 Gerência de

Leia mais

AULA 5 Sistemas Operacionais

AULA 5 Sistemas Operacionais AULA 5 Sistemas Operacionais Disciplina: Introdução à Informática Professora: Gustavo Leitão Email: gustavo.leitao@ifrn.edu.br Sistemas Operacionais Conteúdo: Partições Formatação Fragmentação Gerenciamento

Leia mais

Sistemas de Arquivos NTFS

Sistemas de Arquivos NTFS Sistemas de Arquivos NTFS Apresentação Desenvolvido pela Microsoft na década de 80 para o Windows NT Baseado no HPFS da IBM Versões NTFS 1.1(ou 4) NTFS NTFS 5 Sistema de Arquivos NTFS Unidade fundamental

Leia mais

SISTEMAS DE ARQUIVOS Sistemas operacionais

SISTEMAS DE ARQUIVOS Sistemas operacionais Técnico em Informática SISTEMAS DE ARQUIVOS Sistemas operacionais Professor Airton Ribeiro de Sousa Sistemas operacionais Sistema de Arquivos pode ser definido como uma estrutura que indica como os dados

Leia mais

Capacidade = 512 x 300 x 20000 x 2 x 5 = 30.720.000.000 30,72 GB

Capacidade = 512 x 300 x 20000 x 2 x 5 = 30.720.000.000 30,72 GB Calculando a capacidade de disco: Capacidade = (# bytes/setor) x (méd. # setores/trilha) x (# trilhas/superfície) x (# superfícies/prato) x (# pratos/disco) Exemplo 01: 512 bytes/setor 300 setores/trilha

Leia mais

Acadêmicos: Luís Fernando Martins Nagata Gustavo Rezende Vinícius Rezende Santos

Acadêmicos: Luís Fernando Martins Nagata Gustavo Rezende Vinícius Rezende Santos Acadêmicos: Luís Fernando Martins Nagata Gustavo Rezende Vinícius Rezende Santos Pilhas de Dispositivos Drivers no Windows Vista podem fazer todo trabalho sozinho; Uma requisição pode passar por uma seqüência

Leia mais

Gerência do Sistema de Arquivos. Adão de Melo Neto

Gerência do Sistema de Arquivos. Adão de Melo Neto Gerência do Sistema de Arquivos Adão de Melo Neto 1 Gerência do Sistema de Arquivos Organização dos arquivos Estrutura de diretório Gerência de espaço livre Gerência de alocação de espaços em disco Proteção

Leia mais

Introdução à Computação: Sistemas de Computação

Introdução à Computação: Sistemas de Computação Introdução à Computação: Sistemas de Computação Beatriz F. M. Souza (bfmartins@inf.ufes.br) http://inf.ufes.br/~bfmartins/ Computer Science Department Federal University of Espírito Santo (Ufes), Vitória,

Leia mais

Sistemas de Arquivos NTFS, FAT16, FAT32, EXT2 e EXT3

Sistemas de Arquivos NTFS, FAT16, FAT32, EXT2 e EXT3 Sistemas de Arquivos NTFS, FAT16, FAT32, EXT2 e EXT3 Os sistemas de arquivos é a parte do SO responsável pelo gerenciamento dos arquivos (estrutura, identificação, acesso, utilização, proteção e implementação).

Leia mais

Laboratório de Hardware

Laboratório de Hardware Laboratório de Hardware Prof. Marcel Santos Responsável por implementar em software um recurso que não existe no hardware. O hardware oferece simplesmente um grande conjunto de bytes contíguos, e a tarefa

Leia mais

SISTEMA DE ARQUIVOS. Instrutor: Mawro Klinger

SISTEMA DE ARQUIVOS. Instrutor: Mawro Klinger SISTEMA DE ARQUIVOS Instrutor: Mawro Klinger Estrutura dos Discos As informações digitais, quer sejam programas ou dados do usuário, são gravadas em unidades de armazenamento. O HD é uma unidade de armazenamento

Leia mais

Sistemas de Arquivos FAT FAT32 NTFS EXT3. Formatação do disco

Sistemas de Arquivos FAT FAT32 NTFS EXT3. Formatação do disco Formatação do disco Para que o sistema operacional seja capaz de gravar e ler dados no disco rígido, é preciso que antes sejam criadas estruturas que permitam gravar os dados de maneira organizada, para

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866 6.9 Memória Cache: A memória cache é uma pequena porção de memória inserida entre o processador e a memória principal, cuja função é acelerar a velocidade de transferência das informações entre a CPU e

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais FATEC-PB Professor: Gustavo Wagner gugawag@gmail.com 1 Capítulo 6 Sistemas de Arquivos 6.1 Arquivos 6.2 Diretórios 6.3 Implementação do sistema de arquivos 6.4 Exemplos de sistemas

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Sistemas de Arquivos Apostila 09

SISTEMAS OPERACIONAIS. Sistemas de Arquivos Apostila 09 SISTEMAS OPERACIONAIS Sistemas de Arquivos Apostila 09 1.0 INTRODUÇÃO Sistema de Arquivos: conceito de arquivo, métodos de acesso, estrutura de diretório, estrutura do sistema de arquivos, métodos de alocação

Leia mais

Funções de um SO. Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção

Funções de um SO. Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção Sistemas de Arquivos Funções de um SO Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção 2 Sistemas Operacionais Necessidade de Armazenamento Grandes quantidades

Leia mais

FAT32 ou NTFS, qual o melhor?

FAT32 ou NTFS, qual o melhor? FAT32 ou NTFS, qual o melhor? Entenda quais as principais diferenças entre eles e qual a melhor escolha O que é um sistema de arquivos? O conceito mais importante sobre este assunto, sem sombra de dúvidas,

Leia mais

Particionando e formatando um disco rígido

Particionando e formatando um disco rígido Sua Oficina Virtual Apostila totalmente Gratuita Edição 2002 2 Particionando e formatando um disco rígido Todos nós sabemos que dados sejam eles partes de programas ou dados propriamente dito, como um

Leia mais

Sistemas de Arquivos. Sistemas Operacionais - Professor Machado

Sistemas de Arquivos. Sistemas Operacionais - Professor Machado Sistemas de Arquivos Sistemas Operacionais - Professor Machado 1 Armazenamento da Informação a Longo Prazo 1. Deve ser possível armazenar uma quantidade muito grande de informação 2. A informação deve

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866 6.7 Operações com as Memórias: Já sabemos, conforme anteriormente citado, que é possível realizar duas operações em uma memória: Escrita (write) armazenar informações na memória; Leitura (read) recuperar

Leia mais

Computador. Principais Características

Computador. Principais Características Computador Principais Características DISCO RÍGIDO HD SISTEMAS DE ARQUIVOS - WINDOWS IBM 305 RAMAC Ano 1956 Primeiro HD Um disco rígido ou HD, é um dispositivo composto por uma ou várias lâminas rígidas

Leia mais

Sistema de Arquivos EXT3

Sistema de Arquivos EXT3 Sistema de Arquivos EXT3 Introdução Ext3 é uma nova versão do Ext2. Possui as mesmas estruturas do ext2, além de adicionar as propriedades do Journal. O uso do Ext3 melhora na recuperação do sistema(dados),

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Operacionais. Sistema de Arquivos. Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2007. Unidade 03-002 Sistemas de Arquivos

Fundamentos de Sistemas Operacionais. Sistema de Arquivos. Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2007. Unidade 03-002 Sistemas de Arquivos Sistema de Arquivos Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2007 1 Objetivos Facilitar o acesso dos usuários ao conteúdo dos arquivos; Prover uma forma uniforme de manipulação de arquivos, independente dos

Leia mais

Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e lá costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais.

Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e lá costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais. Olá nobre concurseiro e futuro servidor público! Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e lá costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais. Essa

Leia mais

Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos

Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos Sistema de Arquivos Arquivos Espaço contíguo de armazenamento Armazenado em dispositivo secundário Estrutura Nenhuma: seqüência de bytes Registros, documentos,

Leia mais

Sistemas de Arquivos. Arquivos e Diretórios Características e Implementação Tadeu Ferreira Oliveira - tadeu.ferreira@ifrn.edu.br

Sistemas de Arquivos. Arquivos e Diretórios Características e Implementação Tadeu Ferreira Oliveira - tadeu.ferreira@ifrn.edu.br Sistemas de Arquivos Arquivos e Diretórios Características e Implementação Tadeu Ferreira Oliveira - tadeu.ferreira@ifrn.edu.br Tadeu Ferreira IFRN 2016 Sistemas de Arquivos Objetivos Armazenar uma quantidade

Leia mais

Armazenamento Secundário. SCE-183 Algoritmos e Estruturas de Dados II

Armazenamento Secundário. SCE-183 Algoritmos e Estruturas de Dados II Armazenamento Secundário SCE-183 Algoritmos e Estruturas de Dados II 1 Armazenamento secundário Primeiro tipo de armazenamento secundário: papel! Cartões perfurados HDs, CD-ROM, floppy disks, memórias

Leia mais

Periféricos e Interfaces Ano lectivo 2003/2004 Docente: Ana Paula Costa. Aula Teórica 12

Periféricos e Interfaces Ano lectivo 2003/2004 Docente: Ana Paula Costa. Aula Teórica 12 Sumário: A tabela de partições do disco rígido. A root directory. A FAT. Os serviços BIOS para disco. Aula Teórica 12 Leitura Recomendada: Capítulos 28 e 29 - Hans-Peter Messmer, The Indispensable PC Hardware

Leia mais

O TEMPO DE ACESSO A UM DADO EM DISCOS MAGNÉTICOS É FORMADO POR TRÊS TEMPOS SIGNIFICATIVOS COMBINADOS:

O TEMPO DE ACESSO A UM DADO EM DISCOS MAGNÉTICOS É FORMADO POR TRÊS TEMPOS SIGNIFICATIVOS COMBINADOS: SISTEMAS/AMBIENTE OPERACIONAL PÁG. 1 SISTEMA DE ARQUIVOS VERSÃO MELHORADA DO IOCS (INPUT OUTPUT CONTROL SYSTEM) DOS ANTIGOS SISTEMAS BATCH. O SISTEMA DE ARQUIVOS, GERALMENTE INSERIDO NO NÚCLEO DOS SISTEMAS

Leia mais

1 - SISTEMA DE FICHEIROS NO WINDOWS - - - - - - - - - - - -3

1 - SISTEMA DE FICHEIROS NO WINDOWS - - - - - - - - - - - -3 ÍNDICE 1 - SISTEMA DE FICHEIROS NO WINDOWS - - - - - - - - - - - -3 1.1 FAT - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 3 1.1.1 - Organização da FAT - - - - - - -

Leia mais

Sistemas de Arquivos

Sistemas de Arquivos Sistemas Operacionais II Prof. Fernando Freitas Sistemas de Arquivos 6.1 Arquivos 6.2 Diretórios 6.3 Implementação do sistema de arquivos 6.4 Exemplos de sistemas de arquivos Material adaptado de: TANENBAUM,

Leia mais

Plano da aula de hoje

Plano da aula de hoje Lembrando Implementação de Arquivos Marcelo Johann Os dados no disco são organizados em arquivos e diretórios Facilidades de acontabilidade, de organização, de procura... O Sis. Op. mantém, para cada processo,

Leia mais

Gerenciamento de ES e Sistema de Arquivos do Windows 2000

Gerenciamento de ES e Sistema de Arquivos do Windows 2000 1 Gerenciamento de ES e Sistema de Arquivos do Windows 2000 Gerenciador de E/S Objetivo é fornecer uma estrutura de modo eficiente para lidar com a grande variedade de dispositivos Bastante relacionado

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais SISTEMAS DE ARQUIVOS MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 11 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional SISTEMAS DE ARQUIVOS - INTRODUÇÃO O armazenamento e a recuperação de informações é

Leia mais

SOP - TADS Sistemas de Arquivos Cap 4 Tanenmbaum

SOP - TADS Sistemas de Arquivos Cap 4 Tanenmbaum SOP - TADS Sistemas de Arquivos Cap 4 Tanenmbaum Prof. Ricardo José Pfitscher dcc2rjp@joinville.udesc.br Material cedido por: Prof. Rafael Rodrigues Obelheiro Prof. Maurício Aronne Pillon Cronograma Introdução

Leia mais

481040 - Programador/a de Informática

481040 - Programador/a de Informática 481040 - Programador/a de Informática UFCD - 0770 Dispositivos e periféricos Sessão 4 SUMÁRIO Disco Rígido; Sistema de ficheiros Uma unidade de disco rígido é composta por um conjunto de discos sobrepostos,

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Operacionais

Fundamentos de Sistemas Operacionais Fundamentos de Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos - II Prof. Galvez Implementação de Arquivos Arquivos são implementados através da criação, para cada arquivo no sistema, de uma estrutura de dados

Leia mais

Sistema de Arquivos. Ambientes Operacionais. Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani

Sistema de Arquivos. Ambientes Operacionais. Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani Sistema de Arquivos Ambientes Operacionais Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani Gerência de Arquivos É um dos serviços mais visíveis do SO. Arquivos são normalmente

Leia mais

Capítulo 6 Sistemas de Arquivos

Capítulo 6 Sistemas de Arquivos Capítulo 6 Sistemas de Arquivos 6.1 Arquivos 6.2 Diretórios 6.3 Implementação do sistema de arquivos 6.4 Exemplos de sistemas de arquivos 1 Armazenamento da Informação a Longo Prazo 1. Deve ser possível

Leia mais

ROM-BIOS Inicialização Sistemas de Arquivos Formatação

ROM-BIOS Inicialização Sistemas de Arquivos Formatação ROM-BIOS Inicialização Sistemas de Arquivos Formatação 1 ROM-BIOS ROM-BIOS Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O termo é incorretamente conhecido como: Basic Integrated Operating

Leia mais

Sistemas de Ficheiros. Ficheiros Diretórios Implementação de sistemas de ficheiros Exemplos de sistemas de ficheiros

Sistemas de Ficheiros. Ficheiros Diretórios Implementação de sistemas de ficheiros Exemplos de sistemas de ficheiros Sistemas de Ficheiros Ficheiros Diretórios Implementação de sistemas de ficheiros Exemplos de sistemas de ficheiros 1 Armazenamento de Informação de Longo Prazo 1. Deve armazenar grandes massas de dados

Leia mais

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Sistema de arquivos. Prof. Valeria M. Bastos Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 13/06/2012 1

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Sistema de arquivos. Prof. Valeria M. Bastos Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 13/06/2012 1 UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Sistema de arquivos Prof. Valeria M. Bastos Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 13/06/2012 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Sistema de Arquivos Gerenciamento de E/S

Leia mais

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES JUSSARA REIS DA SILVA SISTEMA DE ARQUIVOS

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES JUSSARA REIS DA SILVA SISTEMA DE ARQUIVOS FACULDADE ZACARIAS DE GÓES JUSSARA REIS DA SILVA SISTEMA DE ARQUIVOS Valença 2010 JUSSARA REIS DA SILVA SISTEMAS DE ARQUIVOS Trabalho apresentado como requisito parcial para AVII da disciplina Sistemas

Leia mais

A memória é um recurso fundamental e de extrema importância para a operação de qualquer Sistema Computacional; A memória trata-se de uma grande

A memória é um recurso fundamental e de extrema importância para a operação de qualquer Sistema Computacional; A memória trata-se de uma grande A memória é um recurso fundamental e de extrema importância para a operação de qualquer Sistema Computacional; A memória trata-se de uma grande região de armazenamento formada por bytes ou palavras, cada

Leia mais

10 Sistemas de Arquivos SCC0503 Algoritmos e Estruturas de Dados II

10 Sistemas de Arquivos SCC0503 Algoritmos e Estruturas de Dados II 10 Sistemas de Arquivos SCC0503 Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Moacir Ponti Jr. www.icmc.usp.br/~moacir Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP 2011/1 Moacir Ponti Jr. (ICMCUSP)

Leia mais

PLANEAMENTO DA INSTALAÇÃO DO WINDOWS SERVER 2003

PLANEAMENTO DA INSTALAÇÃO DO WINDOWS SERVER 2003 PLANEAMENTO DA INSTALAÇÃO DO WINDOWS SERVER 2003 1 PLANEAMENTO DA INSTALAÇÃO Instalar o Windows Server 2003 requer alguma preparação, devido à sua complexidade: Ao correr o programa de setup (configuração)

Leia mais

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES.. Prof. Francisco Tesifom Munhoz 6 O HARD DISK - HD 3 7 SISTEMAS DE ARQUIVOS 8 9 DELEÇÃO 10

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES.. Prof. Francisco Tesifom Munhoz 6 O HARD DISK - HD 3 7 SISTEMAS DE ARQUIVOS 8 9 DELEÇÃO 10 FRANCISCO TESIFOM MUNHOZ 2006 Índice 6 O HARD DISK - HD 3 6.1 COMO FUNCIONA UM DISCO RÍGIDO 3 6.2 COMO OS DADOS SÃO GRAVADOS E LIDOS 3 6.3 TECNOLOGIA DE GRAVAÇÃO PERPENDICULAR 5 6.4 PARTICIONAMENTO 6 6.5

Leia mais

BC 1518 - Sistemas Operacionais

BC 1518 - Sistemas Operacionais BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 - Parte1) Prof. Marcelo Z. do Nascimento Prof. Marcelo Z. do Nascimento marcelo.nascimento@ufabc.edu.br 1 Introdução Arquivos Atributos de Arquivos

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS II ESPECIFICAÇÃO CAMADA INDEPENDENTE

SISTEMAS OPERACIONAIS II ESPECIFICAÇÃO CAMADA INDEPENDENTE ANDRÉ LUCHESI CESAR HENRIQUE KÁLLAS SISTEMAS OPERACIONAIS II ESPECIFICAÇÃO CAMADA INDEPENDENTE Pontifícia Universidade Católica de Campinas Faculdade de Engenharia de Computação Turma III Grupo 9 Agosto

Leia mais

Sistemas de Arquivos. André Luiz da Costa Carvalho

Sistemas de Arquivos. André Luiz da Costa Carvalho Sistemas de Arquivos André Luiz da Costa Carvalho Sistemas de arquivos Sistema de arquivos é o nome que se dá a implementação da organização de dados em discos. Vai desde o acesso a baixo nível até a interface

Leia mais

Sistema de Arquivos. Ciclo 5 AT1. Prof. Hermes Senger / Hélio Crestana Guardia

Sistema de Arquivos. Ciclo 5 AT1. Prof. Hermes Senger / Hélio Crestana Guardia Sistema de Arquivos Ciclo 5 AT1 Prof. Hermes Senger / Hélio Crestana Guardia Referência: Deitel Cap. 13 Nota O presente material foi elaborado com base no material didático do livro Sistemas Operacionais,

Leia mais

Sistemas Operacionais. Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br. Gerência de Arquivos

Sistemas Operacionais. Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br. Gerência de Arquivos Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br Gerência de Arquivos Gerência de Arquivos Um sistema operacional tem por finalidade permitir que o usuários do computador executem aplicações,

Leia mais

Exercícios de revisão V2. FAT: 300 GB / 2KB = 150MB X 8 bytes (64 bits / 8) = 1.2GB

Exercícios de revisão V2. FAT: 300 GB / 2KB = 150MB X 8 bytes (64 bits / 8) = 1.2GB Exercícios de revisão V2 1 Uma empresa que possui partições FAT em seus servidores, estava impressionada com um processo em específico na memória, onde o mesmo ocupava um espaço grande. Este servidor dedicado

Leia mais

MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES II

MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES II MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES II Introdução Muitos itens de hardware possuem ferramentas de manutenção que podem ser acionadas via software Ações comuns que um software pode executar para melhorar o desempenho

Leia mais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 17 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Gerenciamento de Memória: Introdução O gerenciamento de memória é provavelmente a tarefa mais complexa de um sistema operacional multiprogramado.

Leia mais

SISTEMA OPERATIVO WINDOWS 7 (SEVEN) UFCD - 0797. Formador: Joaquim Frias [forma1213@gmail.com]

SISTEMA OPERATIVO WINDOWS 7 (SEVEN) UFCD - 0797. Formador: Joaquim Frias [forma1213@gmail.com] SISTEMA OPERATIVO WINDOWS 7 (SEVEN) 1 UFCD - 0797 Formador: Joaquim Frias [forma1213@gmail.com] SISTEMA OPERATIVO WINDOWS 7 (SEVEN) O Windows é um sistema operativo gráfico, desenvolvido pela Microsoft,

Leia mais

BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento

BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento 1 Gerência de espaço em disco Cópia de segurança do sistema de arquivo Roteiro Confiabilidade Desempenho

Leia mais

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO Sistema Operacional Conteúdo retirado do livro Sistemas Operacionais Marcos Aurélio Pchek Laureano Diogo Roberto Olsen

Leia mais

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores 1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Instalação e Configuração 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo

Leia mais

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO Gerenciamento de Memória no Linux O Linux é um sistema operacional com memória virtual paginada, isto quer dizer que

Leia mais

Recuperando o GRUB após instalação do Windows

Recuperando o GRUB após instalação do Windows Recuperando o GRUB após instalação do Windows PET Engenharia de Computação - http://www.inf.ufes.br/~pet 1 Instruções iniciais Para efetuar as configurações a seguir talvez precisaremos executar comandos

Leia mais

Sistemas Operacionais 3º bimestre. Dierone C.Foltran Jr. dcfoltran@yahoo.com

Sistemas Operacionais 3º bimestre. Dierone C.Foltran Jr. dcfoltran@yahoo.com Sistemas Operacionais 3º bimestre Dierone C.Foltran Jr. dcfoltran@yahoo.com Sistema de Arquivos (1) Todas as aplicações precisam armazenar e recuperar informações. Considerações sobre os processos: Espaço

Leia mais

AULA 16 - Sistema de Arquivos

AULA 16 - Sistema de Arquivos AULA 16 - Sistema de Arquivos Arquivos podem ser vistos como recipientes que contêm dados ou como um grupo de registros correlatos. Os arquivos armazenam informações que serão utilizadas, em geral, por

Leia mais

ESTRUTURA DE SERVER 2008. Lílian Simão Oliveira

ESTRUTURA DE SERVER 2008. Lílian Simão Oliveira ESTRUTURA DE ARMAZENAMENTO SQL SERVER 2008 Lílian Simão Oliveira O Banco de Dados SQL Server mapeia um banco em um conjunto de arquivos do sistema operacional As informações de log e de dados nunca ficam

Leia mais

Exercícios Gerência de Memória

Exercícios Gerência de Memória Exercícios Gerência de Memória 1) Considerando o uso de particionamento Buddy em um sistema com 4 GB de memória principal, responda as seguintes perguntas: a) Esboce o gráfico que representa o uso da memória

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado

Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 CRIAÇÃO DA MÁQUINA VIRTUAL... 3 Mas o que é virtualização?... 3 Instalando o VirtualBox...

Leia mais

Aula 3. Sistemas Operacionais. Prof: Carlos Eduardo de Carvalho Dantas (carloseduardoxpto@gmail.com) http://carloseduardoxp.wordpress.

Aula 3. Sistemas Operacionais. Prof: Carlos Eduardo de Carvalho Dantas (carloseduardoxpto@gmail.com) http://carloseduardoxp.wordpress. Sistemas Operacionais Aula 3 Prof: Carlos Eduardo de Carvalho Dantas (carloseduardoxpto@gmail.com) http://carloseduardoxp.wordpress.com Nunca cone em um computador que você não pode jogar pela janela.

Leia mais

SW DE E/S INDEPENDENTE DE DISPOSITIVO

SW DE E/S INDEPENDENTE DE DISPOSITIVO SOFTWARE AO NÍVEL DO USUÁRIO SOFTWARE INDEPENDENTE DE DISPOSITIVOS ACIONADORES DE DISPOSITIVOS (DRIVERS) TRATAMENTO DE INTERRUPÇÕES HARDWARE FUNÇÕES: INTERFACE UNIFORME PARA OS DRIVERS USO DE BUFFERS INFORMAÇÃO

Leia mais

Estrutura Interna do KernelUNIX Sistema O. Estrutura Interna de Arquivos (1) Estrutura Seqüência. User application. Standard Unix libraries

Estrutura Interna do KernelUNIX Sistema O. Estrutura Interna de Arquivos (1) Estrutura Seqüência. User application. Standard Unix libraries Sistemas de Arquivos (Aula 23) Funções Profa. Gerência Sistema de um processos SO Patrícia D. CostaLPRM/DI/UFES de de de Proteção memória I/O Arquivos Necessidade 2 Sistemas Operacionais 2008/1 Grandes

Leia mais

Periféricos e Interfaces Ano lectivo 2003/2004 Docente: Ana Paula Costa. Aula Teórica 11

Periféricos e Interfaces Ano lectivo 2003/2004 Docente: Ana Paula Costa. Aula Teórica 11 Sumário: O disco rígido e a disquete estrutura física. Como os dados são armazenados fisicamente. Como o MS-DOS organiza o disco. O registo de boot. Aula Teórica 11 Leitura Recomendada: Capítulos 28 e

Leia mais

Discos RAID. Confiabilidade e Desempenho 1. Confiabilidade & Desempenho. Lembrando: gerenciamento de espaço livre. Níveis de RAID

Discos RAID. Confiabilidade e Desempenho 1. Confiabilidade & Desempenho. Lembrando: gerenciamento de espaço livre. Níveis de RAID Confiabilidade e Desempenho Marcelo Johann Lembrando: gerenciamento de espaço livre 2 problemas foram vistos: Escolha do tamanho de bloco adequado Se for muito pequeno, se gasta muito em seek/latência

Leia mais

Conjunto organizado de informações da mesma natureza, agrupadas numa unidade independente de processamento informático

Conjunto organizado de informações da mesma natureza, agrupadas numa unidade independente de processamento informático Sistema Operativo Definição de ficheiro: Conjunto organizado de informações da mesma natureza, agrupadas numa unidade independente de processamento informático Características dos ficheiros: Ocupam uma

Leia mais

Sistemas de arquivos no Linux. Carlos Eduardo Maiolino Software Engineer Red Hat

Sistemas de arquivos no Linux. Carlos Eduardo Maiolino Software Engineer Red Hat Sistemas de arquivos no Linux Carlos Eduardo Maiolino Software Engineer Red Hat Agenda Parte I Introdução a sistemas de arquivos Parte II Estrutura e funcionamento básico Parte III Sistemas de arquivos

Leia mais

Introdução à Computação: Sistemas Operacionais II

Introdução à Computação: Sistemas Operacionais II Introdução à Computação: Sistemas Operacionais II Ricardo de Sousa Bri.o rbri.o@ufpi.edu.br DIE- UFPI Objetivos Descrever os métodos de alocação de recursos ublizados pelos sistemas operacionais. Descrever

Leia mais

Guia de Instalação e Configuração do Ubuntu 12.04

Guia de Instalação e Configuração do Ubuntu 12.04 Guia de Instalação e Configuração do Ubuntu 12.04 Autor: Aécio Pires João Pessoa-PB FLISOL Patos - UFCG 2012 1 Guia de instalação e configuração do Ubuntu 12.04 LTS Sumário SUMÁRIO...

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PELOTAS UNIDADE DE PASSO FUNDO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE PELOTAS UNIDADE DE PASSO FUNDO 3. Controle de Acesso Permissões de Compartilhamento e Permissões NTFS Segurança, sem dúvidas, é um dos temas mais debatidos hoje, no mundo da informática. Nesse capitulo vamos estudar algumas opções do

Leia mais

Pastas São indicadas pelo ícone correspondente a uma pasta suspensa.

Pastas São indicadas pelo ícone correspondente a uma pasta suspensa. Janela do Windows Explorer Logo abaixo dos componentes que já conhecemos (barra de título, barra de menus e barra de ferramentas), existe uma divisão vertical, é a exibição de todas as pastas. Modos de

Leia mais

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto Introdução a Informática Prof.: Roberto Franciscatto 2.1 CONCEITO DE BIT O computador só pode identificar a informação através de sua elementar e restrita capacidade de distinguir entre dois estados: 0

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO DO FAMELIX DUAL BOOT VERSÃO 1.1

MANUAL DE INSTALAÇÃO DO FAMELIX DUAL BOOT VERSÃO 1.1 MANUAL DE INSTALAÇÃO DO FAMELIX DUAL BOOT VERSÃO 1.1 GDU-FAMELIX e-mail: manuais@fameg.edu.br FACULDADE METROPOLITANA DE GUARAMIRIM MANUAL DE INSTALAÇÃO DO FAMELIX DUAL BOOT VERSÃO 1.1 Este manual tem

Leia mais

Gerência de Memória RAM em Computadores com Mais de 4GB O sistema Windows x86 (32bits) não tem capacidade de reconhecer, fisicamente, mais que 3,X GB de RAM, a não ser que seja ativado, manualmente, o

Leia mais

Sistemas Operacionais Arquivos. Carlos Ferraz (cagf@cin.ufpe.br) Jorge Cavalcanti Fonsêca (jcbf@cin.ufpe.br)

Sistemas Operacionais Arquivos. Carlos Ferraz (cagf@cin.ufpe.br) Jorge Cavalcanti Fonsêca (jcbf@cin.ufpe.br) Sistemas Operacionais Arquivos Carlos Ferraz (cagf@cin.ufpe.br) Jorge Cavalcanti Fonsêca (jcbf@cin.ufpe.br) Copyright Carlos Ferraz Cin/UFPE Implementação do Sistema de Arquivos Sistemas de arquivos são

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

FundamentosemInformática

FundamentosemInformática FundamentosemInformática 04 Software Conteúdo Conceito de Software Classificação de Softwares Conceito de Sistema Operacional(S.O.) FunçõesBásicasdeumS.O. um Arquivos Atributos Diretórios 1 -Conceitos

Leia mais

Admistração de Redes de Computadores (ARC)

Admistração de Redes de Computadores (ARC) Admistração de Redes de Computadores (ARC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus São José Prof. Glauco Cardozo glauco.cardozo@ifsc.edu.br RAID é a sigla para Redundant

Leia mais

Ação de copiar arquivos, como medida de segurança, permitindo sua recuperação em caso de perda.

Ação de copiar arquivos, como medida de segurança, permitindo sua recuperação em caso de perda. Informática para Concursos Marcelo Andrade Definições Ação de copiar arquivos, como medida de segurança, permitindo sua recuperação em caso de perda. Existem softwares capazes de automatizar esse processo,

Leia mais

4) Abaixo está representado o nó_i do arquivo SO.txt em um sistema UNIX.

4) Abaixo está representado o nó_i do arquivo SO.txt em um sistema UNIX. 1) Dadas as seguintes tabelas, de Páginas e de Molduras de Páginas, dar os endereços físicos para os seguintes endereços virtuais: Tabela de Molduras Páginas 0 4k 7 0 0 4k 4k 8k X 1 4k 8k 8k 12k X 2 8k

Leia mais

Windows. Introdução. Introdução Sistema Operacional. Introdução Sistema Operacional. Introdução Sistema Operacional. Introdução Sistema Operacional

Windows. Introdução. Introdução Sistema Operacional. Introdução Sistema Operacional. Introdução Sistema Operacional. Introdução Sistema Operacional Windows Prof. Leandro Tonietto Cursos de Informática Unisinos Março-2008 O que é Sistema operacional? O que é Windows? Interface gráfica: Comunicação entre usuário e computador de forma mais eficiente

Leia mais

Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto

Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto Introdução Considerações: Recurso caro e escasso; Programas só executam se estiverem na memória principal; Quanto mais processos

Leia mais

GPT. Domine a nova geração de tabela de partições em disco. GPT: domine a nova geração de tabela de partições de disco. João Eriberto Mota Filho

GPT. Domine a nova geração de tabela de partições em disco. GPT: domine a nova geração de tabela de partições de disco. João Eriberto Mota Filho GPT Domine a nova geração de tabela de partições em disco João Eriberto Mota Filho São Paulo, SP, 02 de fevereiro de 2013 Sumário Geometria de discos BIOS e MBR Padrão UEFI Partições GPT Demonstrações

Leia mais

5.2 - Armazenamento em Disco

5.2 - Armazenamento em Disco CEFET-RS Curso de Eletrônica 5.2 - Armazenamento em Disco Aspectos LógicosL Formatação e Sistemas de Arquivos Profs. Roberta Nobre & Sandro Silva robertacnobre@gmail.com e sandro@cefetrs.tche.br Unidade

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

CONFIGURANDO O WINDOWS 7. Conhecer algumas funcionalidades do software VMware Player e do sistema operacional

CONFIGURANDO O WINDOWS 7. Conhecer algumas funcionalidades do software VMware Player e do sistema operacional ROTEIRO: CONFIGURANDO O WINDOWS 7 OBJETIVO Conhecer algumas funcionalidades do software VMware Player e do sistema operacional Windows 7. INTRODUÇÃO Devido à necessidade de preparar parar nosso sistema

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

Programação de Sistemas

Programação de Sistemas Programação de Sistemas Sistemas de ficheiros ext e iso9660 Programação de Sistemas Sistema de ficheiros : 1/21 Sistema de ficheiros ext (1) As estruturas de dados usadas nas partições do Unix muito diversificadas

Leia mais