RINITE ALÉRGICA: ALÉRGENOS E POLUIÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RINITE ALÉRGICA: ALÉRGENOS E POLUIÇÃO"

Transcrição

1 RINITE ALÉRGICA: ALÉRGENOS E POLUIÇÃO O tratamento das rinites é considerado um desafio, pois além do processo alérgico existe as causas não-alérgicas. A rinite tem uma morbidade significativa, custo financeiro importante, perda de produtividade (faltas à escola e ao trabalho). As doenças associadas mais freqüentes são a asma, tosse crônica, sinusite, insônia, otite média serosa, conjuntivite, polipose nasal, infecções de repetição,... A prevalência varia entre 20-30% da população em geral, inicia-se aos 6-8 anos e a maioria dos casos ocorre antes dos 20 anos. A rinite é a doença respiratória crônica mais comum entre adultos e crianças. A maioria das rinites apresenta os seguintes sintomas, nariz entupido, coriza aquosa, espirros e coceira de nariz, garganta, olhos e ouvidos. O tratamento da rinite alérgica inclui controle de ambiente, tratamento emocional (Body Talk), medicamentos e vacina antialérgica. Vou abordar as funções normais do nariz e as doenças mais freqüentes. Agora passo a escrever sobre o segundo assunto abordando uma visão da rinite alérgica: alérgenos e poluição. A rinite alérgica é a causa mais comum de rinite, afeta mais 30 milhões de brasileiros. A rinite alérgica é uma doença atópica e provavelmente envolve fatores genéticos. Se ambos os pais tem alergia como a asma ou rinite alérgica, a probabilidade de ter um filho com uma destas doenças respiratórias é de 50%. Se um dos pais tem a doença respiratória, a probabilidade é 25%. Se ambos os pais não tem doença respiratória, a probabilidade é 10%. Embora a rinite alérgica não seja uma condição que ameace a vida, as complicações podem ocorrer e comprometer significativamente a qualidade de vida. A rinite alérgica é comum, provoca noites mal dormidas e também prejudica a vida social. A rinite alérgica pode ocorre em pessoas de qualquer raça. Na infância, a rinite alérgica é mais comum nos meninos do que nas meninas, mas nos adultos, a prevalência é igual entre homens e mulheres. O aparecimento da rinite alérgica é comum na infância, adolescência e na velhice. A prevalência da rinite alérgica é alta, 40% nas crianças e diminui a incidência com o avançar da idade. Na população geriátrica, a prevalência é de rinite não-alérgica. Muitos terão asma na vida adulta. Para protegê-las e evitar a asma, a vacina antialérgica deve ser usada precocemente.

2 GRAVIDEZ O status imune da grávida pode ser alterado na mãe fumante, uso abusivo de café ou de bebidas alcoólicas. Quando o status imune torna-se deficiente aumenta a produção do anticorpo da alergia (IgE) no cordão umbilical e pode provocar rinite alérgica ou outras doenças respiratórias no recém nascido. O mesmo ocorre quando se usa leite de vaca ou ovo de galinha precocemente para o bebê. MORTALIDADE/MORBIDADE A rinite alérgica não mata ninguém (a não ser que venha acompanhada de asma grave ou choque anafilático), mas a morbidade pode piorar em muito a qualidade de vida. A rinite alérgica pode vir acompanhada de otite média, sinusite aguda ou crônica, pólipose (carne esponjosa), conjuntivite alergia e/ou dermatite atópica; A rinite alérgica pode vir acompanhada de asma; As evidências sugerem que uma rinite fora de controle piora as crises de a asma e da dermatite atópica. A conseqüência é o aumento da morbidade e mortalidade; As crises de rinite alérgica diminuem a qualidade de vida; A rinite aumenta as dificuldades de aprendizado e diminui o desempenho escolar, aumenta a fadiga e doenças do sono (insônia); A sonolência, mal-estar geral, desconforto no trabalho, falta escolar e acidente automobilístico ou com maquina podem ser devidos à rinite ou aos medicamentos usados. ALÉRGENOS A rinite alérgica pode ser sazonal, perene ou esporádico-episódica. Alguns pacientes são sensíveis a múltiplos alérgenos e podem provocar rinite alérgica perene com exacerbações sazonais. POLENS Os polens são liberados pelas gramas, arbustos e árvores durante a estação de floração (polinização) provocando a rinite alérgica sazonal. A intensidade das crises de rinite depende da concentração dos polens na atmosfera. Geralmente, nas épocas quentes do ano, as plantas liberam mais

3 polens do que nas estações frias. Muitas plantas polinizam na primavera e outras no verão. Os ventos aumentam a dispersão dos polens causando maior exposição ao paciente com rinite alérgica. O melhor dia para o rinítico é o dia chuvoso. A água da chuva limpa o ar dos polens, fazendo-os caírem ao chão. O ar depois das chuvas torna-se fresco e limpo. Rinite alérgica sazonal é causada por polens e fungos-do-ar dispersos pelos ventos; Polens de árvores variam de acordo com a localização geográfica. Os polens estão presentes no ar em grande quantidade na primavera, algumas espécies produzem polens no outono e as gramas no verão. No Norte do Paraná a árvore mais comum associada á rinite alérgica é o Ligustrum vulgaris. Os polens de grama também variam de acordo com a geografia. As muitas espécies de grama podem provocar rinite alérgica, entre elas o azevem. Muitas gramas apresentam reação cruzada entre seus polens, significa que tem estruturas alergênicas assemelhadas, ou seja, uma pessoa alérgica a uma espécie também pode ser sensível a outras espécies de gramas. Os polens são importantes no final da primavera, mas pode estar presentes o ano todo nas regiões de clima quente. Os polens dos arbustos (ervas daninhas) variam geograficamente. Muitos dos polens de arbustos estão presentes o ano todo, especialmente em clima quente como a Ambrosia, Caruru, Sálvia, Artemísia,... Procure o artigo em Rinite - ÁCAROS - FONTES DE ALERGIZAÇÃO. FUNGOS-DO-AR As condições atmosféricas podem afetar o crescimento e a dispersão dos fungos-do-ar, portanto sua prevalência varia dependendo do clima e da estação do ano. Alternaria e Cladosporium são particularmente prevalentes nos períodos secos. Nos dias de muito vento, sua dispersão, atinge picos nas tardes ensolaradas, principalmente no verão e inicio do outono. Estão praticamente ausentes no inverno. Aspergillus e Penicillium podem ser encontrados tanto dentro como fora de casa (particularmente nas úmidas), seu crescimento é variável em função da estação do ano e do clima. Seus esporos também podem ser dispersados nos períodos secos.

4 ÁCAROS DA POEIRA DE CASA Os principais alérgenos da rinite alérgica perene (anual) são os ácaros da poeira domiciliar. Os ácaros comumente encontrados nas residências são Dermatophagoides pteronyssimus, Dermatophagoides farinae, Thyrophagus putrecensis e Blomia tropicalis. Geralmente, os ácaros crescem rapidamente em clima úmido e quente. Portanto, a sensibilização aos acarídeos depende do lugar onde você vive. Ácaros da poeira domiciliar apresentam maior concentração quando a umidade esta entre 70-80% e dias quentes. Nas regiões montanhosas com clima seco e frio os ácaros têm crescimento inibido. Estes ácaros se alimentam de material orgânico dentro das casas, particularmente células descamadas da pele, tanto das pessoas como de animais. Eles são encontrados em carpetes, estofados, travesseiros, colchões, ededrons e brinquedos de pelúcia. Os ácaros são encontrados nas residências durante todo ano. ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO (PETS) Os alérgenos presentes na saliva, fezes, urina e caspa dos animais são outras fontes de alérgenos. Portanto, a alergia nasal pode ser causada por animais domésticos como gato e cão e também por ratos e camundongos. Animais de estimação são causa de rinite alérgica; Os gatos e cães são os mais comuns, porem outras espécies de animais e aves criados dentro de casa também pode causar rinite alérgica; A barata é uma importante causa de asma particularmente nas cidades e também pode causar rinite alérgica; A infestação de roedores pode associar-se à sensibilização alérgica; Rinite alérgica esporádica, com episódios curtos e intermitentes de rinite pode ser causada por exposição intermitente a um alérgeno. Isto ocorre devido à exposição de animais ou pets em que a pessoa entra em contato de vez em quando. A rinite alérgica esporádica também pode devido a polens, fungos-do-ar ou alérgenos dentro de casa na qual a pessoa usualmente não está exposta. A rinite alérgica ocupacional causada pelos alérgenos no local de trabalho pode ser esporádica, sazonal ou perene. Veterinários, pesquisadores e trabalhadores podem ter sintomas episódicos quando expostos a certos animais, sintomas diários ocorrem no local de trabalho ou sintomas contínuos (que podem persistir durante a

5 noite e fins de semana devido à grande sensibilidade devida à inflamação persistente da fase tardia). Agricultores, trabalhadores agrícolas expostos aos polens, animais e fungos-do-ar (mofo). Outros importantes alérgenos ocupacionais que podem causar rinite alérgica incluem serragem, látex (devido à inalação do talco das luvas cirúrgicas), anidrido ácido (gráficos) e colas. POLUIÇÃO A poluição do ar aumenta a sensibilização aos alérgenos. A poluição pode ser dividida em dois grupos, a poluição fora de casa, liberada pelas indústrias e automóveis e dentro de casa pela fumaça do cigarro, moveis, madeiras e queima de carvão. Quimicamente, a poluição do ar consiste em nitrogênio, dióxido de enxofre, ozona, monóxido de carbono e fuligem. Como a poluição facilita a sensibilização nasal ainda não é compreendida. Talvez a poluição do ar irrite a mucosa nasal e a torna pronta para a sensibilização. A poluição atmosférica tem um impacto negativo no epitélio e nos cílios nasais, os quais são responsáveis pela limpeza de partículas (incluindo os alérgenos). ALERGIA ALIMENTAR e RINITE A alergia alimentar em geral apresenta sintomas relacionados ao sistema gastrintestinal, raramente apresenta rinite alérgica. A alergia alimentar pode causar rinite, particularmente em crianças, geralmente acompanhada de sintomas gastrointestinais e de pele. Nesta situação, a história clínica sugere a associação a um determinado alimento. A coriza aquosa que ocorre após alimentação pode ser uma rinite vasomotora (não-alérgica) mediada via nervo vago. Também chamada de rinite gustativa. Dr. Luiz Carlos Bertoni Member of Brazilian of Allergy and Clinical Immunology Society (ASBAI) Member of World Allergy Organization (WAO) CRM-PR 5779

ÁCAROS FONTES DE ALERGIZAÇÃO

ÁCAROS FONTES DE ALERGIZAÇÃO ÁCAROS FONTES DE ALERGIZAÇÃO Os alérgenos mais freqüentemente encontrados em nosso meio são os ácaros e eles são responsáveis pelas crises de asma e rinite alérgica. Os ácaros têm uma intima relação conosco,

Leia mais

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 SISTEMA IMUNE E ALERGIA Por alergia, entendem-se as repostas imunes indesejadas contra substâncias que venceram as barreiras como, os epitélios, as mucosas e as enzimas.

Leia mais

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA O estudo do sistema imune (proteção) surgiu no início do século 20, com futuro muito promissor, mas isto não se confirmou de imediato. Os fenômenos imunológicos

Leia mais

ALERGIA RESPIRATÓRIA POEIRA DOMICILIAR PERGUNTAS E RESPOSTAS

ALERGIA RESPIRATÓRIA POEIRA DOMICILIAR PERGUNTAS E RESPOSTAS ALERGIA RESPIRATÓRIA POEIRA DOMICILIAR PERGUNTAS E RESPOSTAS A poeira domiciliar provoca alergia mesmo em casa bem limpa? Sim. A poeira domiciliar desencadeia crises de coriza aquosa, nariz entupido, coceira

Leia mais

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 3/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 3/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 3/3 VACINA ANTIALÉRGICA UM TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA A imunoterapia é o tratamento preventivo para impedir as reações alérgicas provocadas por substâncias como ácaros

Leia mais

PROGRAMA PARA CONTROLAR A ASMA PRIMEIRA PARTE

PROGRAMA PARA CONTROLAR A ASMA PRIMEIRA PARTE PROGRAMA PARA CONTROLAR A ASMA PRIMEIRA PARTE O cuidado apropriado com a asma pode ajudar o paciente a prevenir a maior parte das crises, a ficar livre de sintomas problemáticos diurnos e noturnos e a

Leia mais

ALERGIAS NA INFÂNCIA

ALERGIAS NA INFÂNCIA ALERGIAS NA INFÂNCIA Tema: Alergias na Infância Objetivos Conceituar alergia, classificar os principais tipos e indutores das doenças alérgicas. Identificar e relacionar os fatores de risco associados

Leia mais

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde

Leia mais

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25 Doenças Respiratórias Crônicas Caderno de Atenção Básica 25 PREVALÊNCIA O Asma (acomete cerca de 300 milhões de indivíduos no mundo) O Rinite Alérgica (afeta cerca de 20 25% da população) O DPOC (afeta

Leia mais

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Perguntas Frequentes Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a

Leia mais

ALERGIAS AO LÁTEX...

ALERGIAS AO LÁTEX... ALERGIAS AO LÁTEX... UM PROBLEMA CADA VEZ MAIS PREOCUPANTE O látex, um componente da borracha natural produzido pela seringueira, é um produto com características especiais, por isso muito utilizadas em

Leia mais

Rinite alérgica e não-alérgica Resumo de diretriz NHG M48 (primeira revisão, abril 2006)

Rinite alérgica e não-alérgica Resumo de diretriz NHG M48 (primeira revisão, abril 2006) Rinite alérgica e não-alérgica Resumo de diretriz NHG M48 (primeira revisão, abril 2006) Sachs APE, Berger MY, Lucassen PLBJ, Van der Wal J, Van Balen JAM, Verduijn MM. traduzido do original em holandês

Leia mais

ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA

ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA No dia-a-dia de um consultório de alergia é muito comum o cliente chegar achando que seu problema alérgico está relacionado à alergia alimentar, principalmente quando

Leia mais

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a gripe? É uma doença infecciosa aguda das vias respiratórias, causada pelo vírus da gripe. Em

Leia mais

MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA

MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA INTRODUÇÃO HISTÓRIA CLÍNICA; ANTECEDENTES FAMILIARES E PESSOAIS; AVALIAÇÃO CLÍNICA; REPERCUSSÃO DA ALERGIA; FATORES DESENCADEANTES; A história e a avaliação clínica de uma

Leia mais

Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão. Não, porque contêm químicos e está clorada.

Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão. Não, porque contêm químicos e está clorada. Influenza A H1N1 /GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: PERGUNTA 1. Quanto tempo o vírus da gripe suína permanece vivo numa maçaneta ou superfície lisa? 2. O álcool em gel é útil para limpar as mãos? 3. Qual

Leia mais

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Saúde Pág.: 27 Assunto: Amados mas perigosos Veículo:

Leia mais

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar Características gerais glicoproteínas resistência térmica resistente à proteólise

Leia mais

Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr

Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr Prevenir é o melhor remédio para uma boa saúde, evitando-se as doenças e suas complicações. Problemas respiratórios, por exemplo, podem se tornar

Leia mais

Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR?

Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR? Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR? O NÚMERO DE PESSOAS AFETADAS POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS EVITÁVEIS NÃO PÁRA DE AUMENTAR. AS CRIANÇAS E OS MAIS VELHOS SÃO OS MAIS ATINGIDOS. SÃO DOENÇAS

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos?

PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 48 QUESTÃO 26 Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? a) Heparina. b) Histamina. c) Fator ativador de plaquetas

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. Avaliação clínico-laboratorial do paciente alérgico RAST Silvia Daher Apoio: Phadia Diagnósticos Ltda HISTÓRIA TESTE CUTÂNEO RAST SD Diagnóstico de

Leia mais

Efeitos da poluição do ar

Efeitos da poluição do ar Efeitos da poluição do ar Por: Vânia Palmeira Campos UFBA IQ -Dpto Química Analítica - LAQUAM (Laboratório de Química Analítica Ambiental) Campus Universitário de Ondina, s/n, CEP:40-170-290, Salvador-BA

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO]

www.drapriscilaalves.com.br [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO] [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO] 2 Complexo Respiratório Viral Felino É um conjunto de sintomas causado pelas doenças Rinotraqueíte Felina e Calicivirose Felina. São doenças virais cujos sinais clínicos

Leia mais

Gripe: o que você pode fazer. Cuidados em casa

Gripe: o que você pode fazer. Cuidados em casa Gripe: o que você pode fazer Cuidados em casa Para mais informações, confira: www.mass.gov/dph/flu Gripe: o que você pode fazer Cuidados em casa ÍNDICE: O que é a gripe? 2 Prevenção da gripe 6 Cuidados

Leia mais

GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: Até 10 horas.

GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: Até 10 horas. GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: PERGUNTA 1.- Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa? 2. - Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos? 3.- Qual é a forma de contágio

Leia mais

Aula 12: Doenças do sistema respiratório

Aula 12: Doenças do sistema respiratório Aula 12: Doenças do sistema respiratório Doenças do sistema respiratório Doenças respiratórias são aquelas que atingem órgãos do sistema respiratório (pulmões, boca, faringe, fossas nasais, laringe, brônquios,

Leia mais

MAS O QUE É A NATUREZA DO PLANETA TERRA?

MAS O QUE É A NATUREZA DO PLANETA TERRA? MAS O QUE É A NATUREZA DO PLANETA TERRA? A UNIÃO DOS ELEMENTOS NATURAIS https://www.youtube.com/watch?v=hhrd22fwezs&list=plc294ebed8a38c9f4&index=5 Os seres humanos chamam de natureza: O Solo que é o conjunto

Leia mais

TRATAMENTO DAS RINITES

TRATAMENTO DAS RINITES TRATAMENTO DAS RINITES O tratamento das rinites é considerado um desafio, pois além do processo alérgico existem as causas não-alérgicas. A rinite tem uma morbidade significativa, custo financeiro importante,

Leia mais

Sinais de alerta perante os quais deve recorrer à urgência:

Sinais de alerta perante os quais deve recorrer à urgência: Kit informativo Gripe Sazonal A gripe Sazonal é uma doença respiratória infeciosa aguda e contagiosa, provocada pelo vírus Influenza. É uma doença sazonal benigna e ocorre em todo o mundo, em especial,

Leia mais

1.1 Poluentes atmosféricos. 1.2 Principais Poluentes Atmosféricos

1.1 Poluentes atmosféricos. 1.2 Principais Poluentes Atmosféricos 18 1. Introdução Nos últimos anos, o crescimento econômico dos países desenvolvidos provocou o aumento da demanda mundial por energia. Com esta também veio um forte aumento da dependência do petróleo e

Leia mais

Fique atento ao abuso de antibióticos na pediatria

Fique atento ao abuso de antibióticos na pediatria Fique atento ao abuso de antibióticos na pediatria Criado em 22/04/15 10h50 e atualizado em 22/04/15 11h27 Por Sociedade Brasileira de Pediatria Para se ter sucesso no tratamento da criança alérgica ou

Leia mais

MONTELUCASTE DE SÓDIO. Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10mg

MONTELUCASTE DE SÓDIO. Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10mg MONTELUCASTE DE SÓDIO Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10mg BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 montelucaste de sódio Medicamento genérico Lei nº 9.787,

Leia mais

Caspa piora com o frio

Caspa piora com o frio Revista MedABC O bom profissional da Medicina, sobretudo o médico, nunca para de estudar. Cursos, congressos, atualizações do conhecimento adquirido na escola fazem parte do dia a dia, razão pela qual

Leia mais

Quinta Edição/2015 Quinta Região de Polícia Militar - Quarta Companhia Independente

Quinta Edição/2015 Quinta Região de Polícia Militar - Quarta Companhia Independente GRIPE X RESFRIADO GRIPE e RESFRIADO são as mesmas coisas? Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelo vírus Influenza (tipos A,B e C) e o resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado

Leia mais

Principais Sintomas. Medidas de Prevenção

Principais Sintomas. Medidas de Prevenção A gripe é uma doença causada pelo vírus da Influenza, que ocorre predominantemente nos meses mais frios do ano. Esse vírus apresenta diferentes subtipos que produzem a chamada gripe ou influenza sazonal.

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR

HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR HC UFPR COMITÊ DE INFLUENZA SUÍNA 27 de abril DIREÇÃO DE ASSISTÊNCIA SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA INFECTOLOGIA CLÍNICA - ADULTO E PEDIÁTRICA SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

Leia mais

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS INTRODUÇÃO As informações contidas neste folheto têm a finalidade de orientar as pessoas que passaram ou que podem passar pela experiência não-desejada dos efeitos adversos

Leia mais

TEMAS LIVRES DO XXXI CONGRESSO BRASILEIRO DE ALERGIA APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS

TEMAS LIVRES DO XXXI CONGRESSO BRASILEIRO DE ALERGIA APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS NÚMERO TEMA LIVRE TÍTULO LEPTINA PARTICIPA DO CONTROLE DA APOPTOSE EM TIMO ATRAVÉS DE MECANISMO DE SINALIZAÇÃO DEPENDENTE DA VIA 001 IRS-1/PI 3-QUINASE

Leia mais

OS EFEITOS DO PÓ NOS PULMÕES

OS EFEITOS DO PÓ NOS PULMÕES OS EFEITOS DO PÓ NOS PULMÕES Introdução É possível que o nível de doenças ocupacionais provocadas pelo pó se encontre em declínio, embora isso não signifique que esteja desaparecendo. Na atualidade, os

Leia mais

Profa. Dra. Adriana Gioda Pontifícia Universidade Católica PUC-Rio agioda@puc-rio.br

Profa. Dra. Adriana Gioda Pontifícia Universidade Católica PUC-Rio agioda@puc-rio.br Profa. Dra. Adriana Gioda Pontifícia Universidade Católica PUC-Rio agioda@puc-rio.br } Os contaminantes do ar de ambientes de interiores podem causar danos a saúde dos ocupantes. } Em muitos ambientes

Leia mais

EXPEDIENTE. Índice ENTREVISTA. COMPORTAMENTO Poluição em grandes cidades pode provocar bronquite urbana

EXPEDIENTE. Índice ENTREVISTA. COMPORTAMENTO Poluição em grandes cidades pode provocar bronquite urbana EXPEDIENTE Diretoria José Roberto Zimmerman CRM 52.13458-0 Milton Galper Posener CRM 52.13695-2 Leonardo Ferreira Zimmerman CRM 52.77204-6 Rogério Nogueira de Melo CRM 52.56012-8 Silnice Quintela Administradora

Leia mais

A Importância do Sono

A Importância do Sono 1 A Importância do Sono Dra. Regeane Trabulsi Cronfli É um total contra-senso o fato de que, num mundo em que cerca de 16 a 40% das pessoas em geral sofrem de insônia, haja aquelas que, iludidas pelos

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP Introducao Doenças alérgicas afetam atualmente mais que 20% da população brasileira, e são causa importante de doença crônica no mundo inteiro.

Leia mais

Alergia e Pneumologia Pediátrica Hospital Infantil João Paulo II Hospital Felício Rocho www.alergopneumoped.com.br. Wilson Rocha Filho

Alergia e Pneumologia Pediátrica Hospital Infantil João Paulo II Hospital Felício Rocho www.alergopneumoped.com.br. Wilson Rocha Filho Alergia e Pneumologia Pediátrica Hospital Infantil João Paulo II Hospital Felício Rocho www.alergopneumoped.com.br Wilson Rocha Filho De acordo com as normas n o 1.595/2000 do Conselho Federal de Medicina

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR DE VULCANIZAÇÃO MBTS-80 ACELERADOR DE VULCANIZAÇÃO MBTS-80

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR DE VULCANIZAÇÃO MBTS-80 ACELERADOR DE VULCANIZAÇÃO MBTS-80 Folha: 1 / 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno: Principais usos recomendados: Master de acelerador de vulcanização de borracha MBTS-80. Acelerador de vulcanização;

Leia mais

GRIPE sempre deve ser combatida

GRIPE sempre deve ser combatida GRIPE sempre deve ser combatida Aviária Estacional H1N1 SAZONAL suína GRIPE = INFLUENZA Que é a INFLUENZA SAZONAL? É uma doença própria do ser humano e se apresenta principalmente durante os meses de inverno

Leia mais

AVALIAÇÃO DA POLUIÇÃO E QUALIDADE DO AR, E SEUS POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE A SAÚDE HUMANA NA CIDADE DE BELÉM

AVALIAÇÃO DA POLUIÇÃO E QUALIDADE DO AR, E SEUS POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE A SAÚDE HUMANA NA CIDADE DE BELÉM Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 AVALIAÇÃO DA POLUIÇÃO E QUALIDADE DO AR, E SEUS POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE A SAÚDE HUMANA NA CIDADE DE BELÉM Lúcio Davi Moraes Brabo (*), Lyanne Tie Miyagawa * Universidade

Leia mais

VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL CIEVS- Centro de Informações Estratégicas em Saúde

VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL CIEVS- Centro de Informações Estratégicas em Saúde VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL CIEVS- Centro de Informações Estratégicas em Saúde Boletim de Alerta do VIGIAR Palmas 09 de setembro de 2014 RECOMENDAÇÕES PARA ENFRENTAR SITUAÇÕES DE A BAIXA UMIDADE RELATIVA

Leia mais

Influenza. João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina)

Influenza. João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina) Influenza João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina) O que éinfluenza Também conhecida como gripe, a influenza éuma infecção do sistema respiratório

Leia mais

TRATAMENTO ANTIALÉRGICO O tratamento antialérgico envolve várias fases que devem ser conhecidas para otimizar o tratamento:

TRATAMENTO ANTIALÉRGICO O tratamento antialérgico envolve várias fases que devem ser conhecidas para otimizar o tratamento: PLANEJAMENTO PARA TRATAMENTO DA RINITE ALÉRGICA As alergias do trato respiratório são cada vez mais freqüentes. Em média 10% dos brasileiros sofrem de alergias, número que chega a 15% entre crianças e

Leia mais

PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO

PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO Como prevenir? Como evitar? Como tratar? PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO (cont.) Anatomia das vias aéreas superiores e dos seios paranasais Seio frontal Cavidade nasal

Leia mais

Esalerg gotas. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml

Esalerg gotas. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml Esalerg gotas Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ESALERG GOTAS (desloratadina)

Leia mais

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Biomas Brasileiros I Floresta Amazônica Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Floresta Amazônica Localizada na região norte e parte das regiões centro-oeste e nordeste;

Leia mais

Por que limpar a casa?

Por que limpar a casa? A UU L AL A Por que limpar a casa? Você, dona de casa, faxineiro, empregada doméstica ou trabalhador que limpa a casa nos finais de semana, sabe o quanto é duro fazer uma boa faxina para deixar tudo limpinho,

Leia mais

Perigo: as brotoejas podem coçar, causando incômodo ao bebê e, por serem uma irritação, tornam-se foco de infecções.

Perigo: as brotoejas podem coçar, causando incômodo ao bebê e, por serem uma irritação, tornam-se foco de infecções. Trate os problemas de pele mais comuns em bebês Pais devem ficam atentos a descamações, manchas e brotoejas Se existe uma característica comum a todos os bebês saudáveis, só pode ser a pele macia e sedosa,

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

Poluição do ar. Segundo o pesquisador Paulo Saldiva, coordenador. Deu no jornal. Nossa aula

Poluição do ar. Segundo o pesquisador Paulo Saldiva, coordenador. Deu no jornal. Nossa aula A UU L AL A Poluição do ar Segundo o pesquisador Paulo Saldiva, coordenador do laboratório de poluição atmosférica experimental da Faculdade de Medicina da USP, a relação entre o nível de poluição e a

Leia mais

VACINA ANTIALÉRGICA UM TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA IMUNOTERAPIA ANTIALÉRGICA

VACINA ANTIALÉRGICA UM TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA IMUNOTERAPIA ANTIALÉRGICA VACINA ANTIALÉRGICA UM TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA IMUNOTERAPIA ANTIALÉRGICA A imunoterapia é o tratamento preventivo para impedir as reações alérgicas provocadas por substâncias como ácaros da poeira caseira,

Leia mais

ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA RMSP. Col. Santa Clara - 2014 Prof. Marcos N. Giusti

ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA RMSP. Col. Santa Clara - 2014 Prof. Marcos N. Giusti ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA RMSP Col. Santa Clara - 2014 Prof. Marcos N. Giusti Região Metropolitana de São Paulo Col. Santa Clara Você sabe de onde vem a água que nós bebemos e utilizamos? Col. Santa Clara

Leia mais

Tralen 1% tioconazol. Tralen 1% pó dermatológico em embalagem contendo 1 frasco plástico com 30 gramas.

Tralen 1% tioconazol. Tralen 1% pó dermatológico em embalagem contendo 1 frasco plástico com 30 gramas. Tralen 1% tioconazol I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Tralen Nome genérico: tioconazol APRESENTAÇÕES Tralen 1% pó dermatológico em embalagem contendo 1 frasco plástico com 30 gramas. VIA

Leia mais

Otrivina Novartis Biociências S.A. gel nasal 1 mg/g de cloridrato de xilometazolina

Otrivina Novartis Biociências S.A. gel nasal 1 mg/g de cloridrato de xilometazolina Otrivina Novartis Biociências S.A. gel nasal 1 mg/g de cloridrato de xilometazolina Otrivina cloridrato de xilometazolina Gel nasal a 1 (0,1%) Bisnaga contendo 10 gramas USO TÓPICO - VIA NASAL GEL USO

Leia mais

COLÉGIO ALEXANDER FLEMING SISTEMA RESPIRATÓRIO. Profª Fernanda Toledo

COLÉGIO ALEXANDER FLEMING SISTEMA RESPIRATÓRIO. Profª Fernanda Toledo COLÉGIO ALEXANDER FLEMING SISTEMA RESPIRATÓRIO Profª Fernanda Toledo RECORDAR Qual a função do alimento em nosso corpo? Por quê comer????? Quando nascemos, uma das primeiras atitudes do nosso organismo

Leia mais

Gripe H1N1 ou Influenza A

Gripe H1N1 ou Influenza A Gripe H1N1 ou Influenza A A gripe H1N1 é uma doença causada por vírus, que é uma combinação dos vírus da gripe normal, da aviária e da suína. Essa gripe é diferente da gripe normal por ser altamente contagiosa

Leia mais

DIVERSIDADE DE CLIMAS = DIVERSIDADE DE VEGETAÇÕES

DIVERSIDADE DE CLIMAS = DIVERSIDADE DE VEGETAÇÕES FORMAÇÕES VEGETAIS - Os elementos da natureza mantém estreita relação entre si. - A essa relação, entendida como a combinação e coexistência de seres vivos (bióticos) e não vivos (abióticos) dá-se o nome

Leia mais

QUALIDADE DO AR INTERIOR

QUALIDADE DO AR INTERIOR QUALIDADE DO AR INTERIOR POR DIA OS NOSSOS PULMÕES FILTRAM CERCA DE 13. 000 LITROS DE AR! A POLUIÇÃO EM AMBIENTES FECHADOS É UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS DE DOENÇAS RESPIRATÓRIAS A maior parte das nossas

Leia mais

Piemonte (montelucaste de sódio) Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimidos mastigáveis 4 mg e 5 mg

Piemonte (montelucaste de sódio) Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimidos mastigáveis 4 mg e 5 mg Piemonte (montelucaste de sódio) Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimidos mastigáveis 4 mg e 5 mg Piemonte montelucaste de sódio Oral Comprimido mastigável 4 mg - USO PEDIÁTRICO DE 2 A 5 ANOS DE IDADE.

Leia mais

DESLORATADINA. Antialérgico

DESLORATADINA. Antialérgico DESLORATADINA Antialérgico Vantagens: Não provoca sonolência, que é um dos efeitos colaterais mais desagradáveis causados por medicamentos desse tipo. Age mais rápido, combate a obstrução nasal e praticamente

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Montelucaste Generis 10 mg Comprimidos Montelucaste de sódio Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento -Conserve este folheto. Pode

Leia mais

Formadora: Dr.ª Maria João Marques Formandas: Anabela Magno; Andreia Sampaio; Paula Sá; Sónia Santos

Formadora: Dr.ª Maria João Marques Formandas: Anabela Magno; Andreia Sampaio; Paula Sá; Sónia Santos Formadora: Dr.ª Maria João Marques Formandas: Anabela Magno; Andreia Sampaio; Paula Sá; Sónia Santos 1 O que é? A bronquiolite é uma doença que se carateriza por uma inflamação nos bronquíolos e que, geralmente,

Leia mais

ALERGIA A INSETOS PICADORES (CHOQUE ANAFILÁTICO)

ALERGIA A INSETOS PICADORES (CHOQUE ANAFILÁTICO) ALERGIA A INSETOS PICADORES (CHOQUE ANAFILÁTICO) As abelhas do gênero Apis (abelha-europa ou abelha-africana), as vespas (marimbondos) e as formigas lava-pés são insetos do gênero dos himenópteros que

Leia mais

cloridrato de betaxolol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 Solução Oftálmica Estéril Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.

cloridrato de betaxolol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 Solução Oftálmica Estéril Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. cloridrato de betaxolol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 Solução Oftálmica Estéril Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE 1 IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO cloridrato

Leia mais

INDUFIX FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 014 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

INDUFIX FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 014 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA FISPQ 014 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Indufix Código interno: 2000 Empresa: Indutil Indústria de Tintas Ltda. e-mail: indutil@indutil.com.br

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICOS FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICOS FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA Pág. 1/7 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICOS FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA Nome do produto: MODEL SHINE Cód. Interno de Identificação do Produto: Nome da Empresa: POLIDENTAL

Leia mais

Combate à poluição: importante como o ar que você respira.

Combate à poluição: importante como o ar que você respira. Combate à poluição: importante como o ar que você respira. Ar A poluição do ar e a sua saúde O que é poluente atmosférico? É toda e qualquer forma de matéria ou energia em quantidade, concentração, tempo

Leia mais

Traduzido por: Edson Alves de Moura Filho e-mail: edson.moura@saude.gov.br

Traduzido por: Edson Alves de Moura Filho e-mail: edson.moura@saude.gov.br A Doença Do Boletim Epidemiológico, Vol 22, nº 3, setembro de 2001 Influenza: Aspectos Epidemiológicos Básicos para o Desenvolvimento de Vacinas A influenza (a flu ) é uma dos mais notórios achaques (doença

Leia mais

dicloridrato de cetirizina Solução oral 1mg/mL

dicloridrato de cetirizina Solução oral 1mg/mL dicloridrato de cetirizina Solução oral 1mg/mL MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE dicloridrato de cetirizina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÃO Solução oral 1mg/mL Embalagem

Leia mais

DERMATITE (ECZEMA) DE CONTATO

DERMATITE (ECZEMA) DE CONTATO DERMATITE (ECZEMA) DE CONTATO A pele exerce a função principal de revestimento e proteção do corpo humano contra fatores físicos e químicos do ambiente. A pele também tem papel importante na regulação

Leia mais

M i c r o Z o o m. - um jogo de observação e memória -

M i c r o Z o o m. - um jogo de observação e memória - M i c r o Z o o m - um jogo de observação e memória - Material de Apoio Raiva A raiva é uma doença fatal. Isso significa que se uma pessoa que se uma pessoa não vacinada for contaminada pelo vírus da raiva

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 00 REVISÃO: 10/2014 PÁGINA 1/5 INDUCOLA A

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 00 REVISÃO: 10/2014 PÁGINA 1/5 INDUCOLA A FISPQ 00 REVISÃO: 10/2014 PÁGINA 1/5 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Inducola A Código interno: 5003 Empresa: Indutil Indústria de Tintas Ltda. e-mail: indutil@indutil.com.br Endereço:

Leia mais

Coordenação Nacional da Norma - ABNT NBR 14.787, publicada em Dezembro de 2001; Membro do GT Tripartite da NR-33, publicada em 27/12/2006.

Coordenação Nacional da Norma - ABNT NBR 14.787, publicada em Dezembro de 2001; Membro do GT Tripartite da NR-33, publicada em 27/12/2006. Coordenação Nacional da Norma - ABNT NBR 14.787, publicada em Dezembro de 2001; Membro do GT Tripartite da NR-33, publicada em 27/12/2006. Al. Iraé, 620 conjunto 56 Indianópolis São Paulo SP Tel: (11)

Leia mais

muito gás carbônico, gás de enxofre e monóxido de carbono. extremamente perigoso, pois ocupa o lugar do oxigênio no corpo. Conforme a concentração

muito gás carbônico, gás de enxofre e monóxido de carbono. extremamente perigoso, pois ocupa o lugar do oxigênio no corpo. Conforme a concentração A UU L AL A Respiração A poluição do ar é um dos problemas ambientais que mais preocupam os governos de vários países e a população em geral. A queima intensiva de combustíveis gasolina, óleo e carvão,

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 FISPQ NRº. 005 1/7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do Produto: Bicarbonato de Sódio Nome Comercial : Estabilizador de ph Sinônimo: Bicarbonato Ácido de Sódio N CAS: 144-55-8 Nome da Empresa:

Leia mais

Representa o efeito funcional de uma doença e do seu tratamento sobre o paciente, como é percebido pelo próprio paciente (Schipper, 1990)

Representa o efeito funcional de uma doença e do seu tratamento sobre o paciente, como é percebido pelo próprio paciente (Schipper, 1990) Representa o efeito funcional de uma doença e do seu tratamento sobre o paciente, como é percebido pelo próprio paciente (Schipper, 1990) < 10% 10 to < 20% 20% Inflamação mucosa nasal Sintomas Consequências

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIÍMICO ( FISPQ )

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIÍMICO ( FISPQ ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Anti Ruído Tradicional Aplicação: Reparação e emborrachamento de veículos. Fornecedor: Nome: Mastiflex Indústria e Comércio Ltda Endereço : Rua

Leia mais

Cuidando dos ouvidos,

Cuidando dos ouvidos, Tania Sih Ricardo Godinho Cuidando dos ouvidos, nariz e garganta das crianças Guia de orientação São Paulo 2009 2008 Tania Sih, Ricardo Godinho PROJETO GRÁFICO E CAPA: João Baptista da Costa Aguiar ILUSTRAÇÕES:

Leia mais

de Segurança de Produtos Químicos

de Segurança de Produtos Químicos 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do Produto: CONCRECOR CIMENFLEX Fornecedor:. Av Eng Juarez de Siqueira Britto Wanderley, 380 Jd Vale do Sol CEP: 12.238-565 São José dos Campos - SP e-mail:

Leia mais

SAIBA MAIS SOBRE A GRIPE A (H1N1)

SAIBA MAIS SOBRE A GRIPE A (H1N1) - TRANSMISSÃO SAIBA MAIS SOBRE A GRIPE A (H1N1) O vírus se propaga por gotículas que o doente elimina pela secreção nasal ou saliva ao tossir, falar ou espirrar. Essas gotículas podem ficar em suspensão

Leia mais

A respiração ocorre dia e noite, sem parar. Nós podemos sobreviver determinado tempo sem alimentação, mas não conseguimos ficar sem respirar por mais

A respiração ocorre dia e noite, sem parar. Nós podemos sobreviver determinado tempo sem alimentação, mas não conseguimos ficar sem respirar por mais PROFESSORA NAIANE A respiração ocorre dia e noite, sem parar. Nós podemos sobreviver determinado tempo sem alimentação, mas não conseguimos ficar sem respirar por mais de alguns poucos minutos. Você sabe

Leia mais

Qualidade do Ar Interior

Qualidade do Ar Interior Qualidade do Ar Interior A realidade nacional A Integração da Qualidade do Ar Interior e da Eficiência Energética em Edifícios Ana Rita Antunes Lisboa, 20 de Fevereiro de 2014 Quercus - ANCN 2 Associação

Leia mais

ALERGIA E IMUNOLOGIA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM HCFMRP-USP

ALERGIA E IMUNOLOGIA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM HCFMRP-USP 1 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP 2 Introdução Doenças alérgicas afetam atualmente mais que 20% da população brasileira, e são causa importante de doença crônica no mundo inteiro.

Leia mais