Portabilidade Numérica: Proposta de Arquitetura Sistêmica

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1 Portabilidade Numérica: Proposta de Arquitetura Sistêmica Esta Série Especial de Tutoriais apresenta os trabalhos premiados no II Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) O conteúdo deste tutorial foi obtido do artigo classificado em quinto lugar no concurso, de autoria da Ilse Gabrielle Koehler, da Lizelda Maria de Mendonça Brito e da Patricia Goes de Araújo. O objetivo do tutorial é apresentar a Portabilidade Numérica Universal, que consiste na possibilidade dos clientes manterem seu número de telefone quando mudam de prestador de serviço, de tipo de serviço na mesma operadora ou quando mudam de área geográfica dentro do território nacional. Tem como principal objetivo apresentar uma possível solução para atender à especificação proposta pela ANATEL, de forma a aproveitar os equipamentos já usados em uma rede de telecomunicações, sugerindo uma possível arquitetura que cause o menor impacto na estrutura de rede existente nas operadoras brasileiras. Ilse Gabrielle Koehler É graduada em Engenharia de Telecomunicações pela Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco - UPE (Recife, PE 2006). Atuou como Estagiária na Claro NE (Recife, PE), na área de Engenharia de Interconexão e Roaming realizando atividade relacionadas como o tráfego de rotas de interconexão, e como Estagiária na Fonar Telecomunicação Brasileira, na área de Engenharia de Interconexão de redes, pesquisa e desenvolvimento, realizando atividades relacionadas com o plano de interconexão da operadora, com o controle regulatório dos serviços de telecomunicações utilizados na operadora, com a implantação de sistemas de telefonia IP, incluindo configuração de equipamentos e dispositivos para serviços VoIP, com o acompanhamento do Detraf e Co-billing da Fonar com as outras operadoras e com a abertura de códigos não-geográficos e CSP na rede das operadoras. Ilse foi a quinta colocada no II Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC)

2 Lizelda Maria de Mendonça Brito É graduada em Engenharia de Telecomunicações pela Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco - UPE (Recife, PE 2006). Tem também formação como Técnica Eletrônica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco CEFET PE. Atuou como Estagiária na Teledígitos Aplicações Eletrônicas, executando atividade de montagem e teste em equipamentos de transmissão e recepção, como Estagiária na TELPE Telecomunicações de Pernambuco, executando atividades de instalação, inspeção e monitoramento em telefones públicos e privados, testes de pares e cabos telefônicos, como Técnica em Manutenção Aeronáutica na TransBrasil, executando atividades de manutenção preventiva e corretiva nas aeronaves Boeing 767, 737 e Embraer EMB 120, e como Técnica em Telecomunicações na Claro NE (Recife, PE), na área de Engenharia de Engenharia de Core Network realizando atividade planejamento, dimensionamento e implantação de Centrais de Comutação (TDMA e GSM). Atualmente trabalha como Técnica em Eletrônica e Telecomunicações no Comando Da Aeronáutica PE, executando atividades de manutenção em equipamentos de rádio, NewBridge e centrais SITTI MS600S. Lizelda foi a quinta colocada no II Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) Patrícia Goes de Araújo É graduada em Engenharia de Telecomunicações pela Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco - UPE (Recife, PE 2006). Tem também formação como Técnica Eletrônica pelo Escola Técnica Federal de Pernambuco. 2

3 Atuou como Técnica em Redes na TELPE - Telecomunicações de Pernambuco, executando atividades de manutenção, supervisão e reparo de linhas de assinantes e equipamentos, como Técnica de Gerência de Redes na Telemar, executando atividade de programação, operação e manutenção de Centrais de Comutação, como Técnica de Comutação na Vésper, executando atividades de programação, operação e manutenção de Centrais de Comutação, e como Técnica em Telecomunicações na Oi, executando atividades de implantação, operação e manutenção de Centrais de Comutação e demais equipamentos da Rede Core Celular. Atualmente trabalha como Técnica em Telecomunicações na Claro NE, executando atividades de implantação, operação e manutenção de Centrais de Comutação e demais equipamentos da Rede Celular (TDMA e GSM). Patrícia foi a quinta colocada no II Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) Categorias: Regulamentação, Telefonia Celular, Telefonia Fixa Nível: Introdutório Enfoque: Técnico Duração: 15 minutos Publicado em: 02/07/2007 3

4 Portabilidade Numérica: Introdução O final do século XX esteve totalmente associado às conquistas científicas e tecnológicas, onde seus efeitos atuaram como se não existissem fronteiras nacionais, dando início ao processo de globalização. Nesta época, o homem conseguiu integrar povos e nações e fomentar o comércio internacional com a evolução da informática e, posteriormente, das telecomunicações. A transferência de novas tecnologias para lugares distantes e a interligação das empresas no mundo inteiro, criaram um ambiente competitivo onde o sucesso de uma empresa em um mercado global passa, essencialmente, pela sua diferenciação em relação à concorrência. Há uma evolução dos critérios de competitividade, marcada por diferentes fatores de exigência. O cliente é o principal mentor destas exigências, que vão se alterando à medida das suas necessidades (LEITE, 2002). Verifica-se que este cenário também é observado nas empresas de telecomunicações. A necessidade delas em manter o número de clientes, sempre crescente, garantindo a receita e obtendo a satisfação dos mesmos, faz com que as prestadoras invistam em meios de evitar o cancelamento dos serviços por parte dos clientes. Uma das formas encontradas é garantir a qualidade da rede, tornando-a sempre atrativa e conquistando a fidelidade dos usuários. Muitas vezes, o que impede os assinantes de trocarem de operadora é a mudança do número de lista, o qual é uma espécie de assinatura que o identifica não só para os seus contatos pessoais, como também profissionais no mercado de trabalho. Essa inevitável mudança do número de lista na migração entre operadoras é impactante, sobretudo para os clientes empresariais. Um forte incentivo ao investimento de novas tecnologias, equipamentos e serviços, é a busca por clientes de maior valor, que geram grandes receitas, mas são relutantes em trocar de número. Essa troca pode ser evitada através da Portabilidade Numérica, definida como a possibilidade do usuário em migrar para outra tecnologia dentro da mesma prestadora ou manter o seu número ao trocar de prestadora de serviços. Em outras palavras, a portabilidade numérica desconecta o número do telefone de seu endereço original na rede e do operador que originalmente detinha aquele número, proporcionando ao cliente a opção da melhoria dos serviços prestados, como: cobertura, roaming, tarifas, taxas de dados e outros serviços de valor agregado. Metodologia Para o entendimento da implantação da portabilidade numérica em uma rede de telecomunicações, as próximas seções apresentam os seguintes tópicos: As tendências de encaminhamento da portabilidade numérica em diversos países e suas conseqüências; A descrição dos tipos de portabilidade numérica existentes; As leis que garantem ao usuário a portabilidade numérica do serviço de telefonia, as propostas para implementação da portabilidade numérica no Brasil e os modelos de pagamento; A descrição da tecnologia e sinalização envolvidas; As arquiteturas e modelos possíveis para a implementação da portabilidade numérica; 4

5 Uma possível solução para um estudo de caso hipotético: a migração entre operadoras distintas, os custos, impactos e os benefícios para os usuários e operadoras de telefonia móvel envolvidas; As considerações finais acerca da portabilidade numérica. 5

6 Portabilidade Numérica: Conceitos e Regulamentação Fundamentação Teórica A portabilidade numérica, apesar de ser algo novo no Brasil, já vem sendo discutida e implementada há alguns anos. Historicamente, a primeira implementação deste serviço foi em Cingapura, em Logo em seguida, em 1999, a portabilidade foi introduzida nos Países Baixos e na Inglaterra, porém não foi bem aceita pelos clientes, devido ao tempo para migração e às taxas cobradas para utilização desse serviço, além das falhas das operadoras em executar uma troca rápida e de confiança. Em contrapartida, nos Estados Unidos houve maior aceitação da portabilidade porque os modelos de operação e regularização neste país impõem maior justiça entre as operadoras e previne rejeições arbitrárias da operadora doadora, em relação à portabilidade. (TECHNOLOGIES, 2004) No Brasil, a portabilidade numérica exigirá um esforço extra das teles brasileiras para garantir a retenção e um melhor relacionamento com os clientes, tomando medidas pró-ativas para lutar contra o churn ou churning (CORE, 2004), que é definido como sendo a evasão de clientes de uma dada operadora e que mede o número de cancelamentos voluntários (cliente insatisfeito) ou involuntários (unilateralmente pela operadora, normalmente associada a inadimplência). Mas, mesmo com muitos desafios, fica difícil discordar da importância de se implantar a portabilidade numérica no Brasil. Foi definido pela ANATEL que a implementação da portabilidade se dará em meados de 2008, após um processo de 5 fases. A fase inicial será dedicada à contratação da Entidade Administradora e o tempo restante será reservado para desenvolvimento. Na segunda fase, serão feitos testes de validação em áreas pré-selecionadas. Na fase seguinte, será feita uma ativação parcial. Na quarta fase, será necessária uma preparação definitiva das redes de todas as operadoras. Na última fase, será efetuada a ativação plena em todo o território nacional (ANATEL, 2006). Tipos de Portabilidade Os possíveis tipos de portabilidade numérica são apresentados a seguir. Portabilidade entre Prestadoras de Serviço Local ou Móvel Esse tipo de portabilidade permite ao assinante manter o seu número de telefone ao trocar de provedor de serviço local, seja ele móvel ou fixo. Entretanto, não haverá a possibilidade de manter o número na mudança de localidade. Entende-se por localidade a área delimitada pela região metropolitana. O usuário poderá manter seu número de telefone no caso de mudança de uma operadora fixa para outra fixa, de uma operadora móvel para outra móvel, entre operadoras fixas e móveis. Por exemplo, um assinante de Recife, CN 81 (Código Nacional), mudando para Olinda, CN 81, sem a alteração do seu número (Prefixo + MCDU, onde MCDU corresponde a Milhar, Centena, Dezena e Unidade), dentro da região metropolitana. Portabilidade Geográfica Esse caso ocorre quando os assinantes mantêm o seu número de telefone, na mudança de localidade, incluindo mudança de CN. Por exemplo, um assinante de Recife, CN 81, mudando para Garanhuns, CN 87, 6

7 sem a alteração do seu número (Prefixo + MCDU). Portabilidade de Serviço Quando os assinantes têm a possibilidade de manter o seu número de telefone, ao utilizar diferentes serviços da operadora. Ex: Um assinante migra de tecnologia TDMA para GSM sem alteração do seu número. Aspectos Regulatórios A ANATEL ainda está avaliando diversas questões antes da implementação efetiva do serviço de portabilidade entre operadoras no Brasil. Como órgão regulador, ela segue o regimento definido pelo Ministério das Comunicações. A portabilidade numérica é definida no Anexo à Resolução n. 316 (Regulamento do Serviço Móvel Pessoal SMP), Art 3º, Inciso XVII Portabilidade de Código de Acesso: facilidade que possibilita ao usuário de serviço de telecomunicações manter o Código de Acesso a ele designado, independentemente de prestadora de serviço de telecomunicações ou de Área de Prestação do serviço (BRASIL, 2002). O decreto de 10/06/2003 dispõe sobre políticas públicas de telecomunicações e dá outras providências e estabelece no seu Artigo 7º que: Art.7º A implementação das políticas de que trata este Decreto, quando da regulação dos serviços de telefonia fixa comutada, do estabelecimento das metas de qualidade e da definição das cláusulas dos contratos de concessão, a vigorarem a partir de 1º de janeiro de 2006, deverá garantir, ainda, a aplicação, nos limites da lei, das seguintes diretrizes: [...] VIII - a possibilidade de ser assegurada aos assinantes de serviço de telecomunicações, residenciais e não residenciais, a portabilidade do número local; [...] IX - a possibilidade de ser assegurada, em todo o território nacional, a portabilidade dos códigos não-geográficos; (BRASIL, 2003) [...]. A portabilidade numérica está estabelecida como um direito do usuário no Regulamento de Numeração: Para o STFC, Serviço de Telefonia Fixo Comutada, (art. 12º, inciso XVI): O usuário do STFC tem direito à portabilidade do número de acesso, observadas as disposições da regulamentação. (BRASIL, 2002); Para o SMP, art. 6º, inciso XVI: portabilidade de Código de Acesso, observadas as disposições da regulamentação. (BRASIL, 2003). Modelos de Pagamento Além das questões regulatórias e técnicas, há a preocupação de decidir para quem vai a conta da operação da portabilidade numérica. O impasse, no entanto, não se restringe a saber a quem cabe o pagamento, mas como e de que forma ele será feito e quem fará a cobrança. Existem algumas alternativas de pagamento pela facilidade da portabilidade. Há a possibilidade do custo ser cobrado ao usuário e também de ser de responsabilidade das operadoras. No Brasil, ficou definido que os custos para implementação da Entidade Administradora serão compartilhados pelas prestadoras, sejam elas doadoras, receptoras ou originadoras de chamadas, sendo vedado à prestadora doadora cobrar do usuário que optou pela saída de sua rede, qualquer valor pela sua decisão, apenas o que for inerente às suas 7

8 responsabilidades pelas condições de rescisão contratual. O valor a ser pago para a portabilidade será cobrado apenas aos usuários que optarem pela facilidade. Esse valor será arrecadado uma única vez ou parcelado pela prestadora receptora. Havendo desistência do serviço por parte do usuário, o mesmo poderá fazê-lo em até 2 dias úteis, a partir da data de sua solicitação. As prestadoras terão até 5 dias úteis para portar os assinantes no 1 ano e 3 dias úteis a partir dessa data. A portabilidade poderá ser solicitada a qualquer tempo e sem limite de vezes. O valor a ser pago e os critérios para o pagamento serão definidos e homologados pela ANATEL (ANATEL, 2006). Para garantir a qualidade no processo da portabilidade, a ANATEL disporá de metas estabelecidas previamente. Além disso, será exigido que esse processo seja certificado por organismo credenciado. A ANATEL se encarregará das vistorias quando bem lhe aprouver. 8

9 Portabilidade Numérica: Tecnologia e Arquitetura Tecnologia A implementação da portabilidade numérica implica em mudanças significativas nas redes, como por exemplo, na administração dos números, na sinalização dos elementos de rede, no roteamento e processamento das chamadas, na cobrança ( billing ), etc. A arquitetura de rede inteligente fornece a capacidade de obter informações de roteamento dos números portados e portáveis, quando chamadas são originadas e recebidas dentro das operadoras doadora e receptora. Essa arquitetura utiliza o conceito de Signalling Relay Function (SRF), que provê comunicação entre os elementos de rede no que se refere a serviços não relacionados à chamada, tais como SMS e location register (AITKEN, 1999). No caso da portabilidade numérica móvel (para celular), para o qual a inteligência de signalling relay foi desenvolvida, em GSM usa-se as definições do padrão GSM (ETSI, 2000). As plataformas envolvidas na implementação da portabilidade serão os componentes das redes TDMA e GSM, os PTS (Ponto de Transferência de Sinalização) e o Tekserver. Para a rede GSM estão presentes: MSC (Mobile Service Center): Efetua funções de comutação de telefonia para a rede móvel. Controla as chamadas para outros sistemas telefônicos e de dados; VLR (Visitor Location Register): Guarda informações sobre todos os assinantes móveis localizados no momento em uma área de serviço da MSC; HLR (Home Location Register): É a base de dados que armazena e gerencia todas as assinaturas da rede móvel pertencente a uma operadora específica; MS (Mobile Station): É a estação móvel do assinante; BSS (Base Station Subsystem): É o sistema que controla toda a parte de rádio da rede; SDP (Service Data Point): É a base de dados que contém os dados adicionais do assinante; SCP (Service Control Point): Usando a base de dados do SDP, identifica geograficamente o número para a qual a chamada é destinada; STP (Signal Transfer Point): Em português, PTS. É uma central que provê transferência de dados de um link de sinalização para outro. O Tekserver é uma plataforma de propósito geral de aplicações de engenharia que oferece alta performance no processamento, no que se refere ao tempo de acesso em uma base de dados, suportando uma variedade de aplicações em infra-estruturas de telecomunicações com e sem fio, para fornecer uma construção de blocos para a próxima geração de sistemas de sinalização. Sinalização Podemos citar alguns dos protocolos envolvidos na portabilidade: SS7: O sistema de sinalização Nº 7 é usado para estabelecer, gerenciar e liberar circuitos troncos que transportam chamadas de voz e dados sobre a rede telefônica pública comutada e supera as deficiências dos outros tipos de sinalização, como o R2, além de ser, ao mesmo tempo, econômico, rápido, confiável, de alta capacidade de informação e altamente flexível; 9

10 Arquitetura Protocolos IN (Intelligent Network): Têm como base a sinalização SS7. Possui o INAP como camada de aplicação, que define o formato de fluxos de informação no plano funcional distribuído entre entidades funcionais diferentes. A rede IN envolve consulta de chamadas saintes em um range de números portáveis, e executa uma IN query na base de dados dos números portados; G-Port: Permite que os assinantes mudem de operadora sem necessitar a mudança de seu número. Aplica-se a telefones fixos ou móveis e foi inicialmente desenvolvido com a intenção de promover um aumento na disputa entre as operadoras de telefonia. Entretanto, é visto como uma exigência dos órgãos regulamentadores de telecomunicações. As possíveis arquiteturas para a portabilidade numérica são a descentralizada e a centralizada, conforme ilustra na figura 1. No primeiro caso, todas as operadoras possuem bancos de dados internos e as consultas para saber se o número foi migrado ou não, são feitas dentro desta rede; no outro caso, faz-se o uso da Number Portability Administrator Center (NPAC) para todas as operadoras. Modelos de Portabilidade Numérica Figura 1: Tipos de arquiteturas na Portabilidade Numérica. Dentre os diferentes modelos existentes, destacam-se Onward Call Routing (OR), All Call Query (ACQ), Query on Release (QoR) e Call Dropback (ou Return to Pivot RtP). Segundo FOSTER (2003), o esquema de All Call Query (ACQ) é o mais eficiente em termos de uso das facilidades do switching e de transmissão para o processamento da chamada, pois somente o modelo ACQ não envolve a rede doadora ao encaminhar a chamada à rede nova de serviços do número migrado. Os outros três modelos envolvem processamento de chamada e sinalização com a rede doadora. Onward Routing (OR) Nesse modelo, a operadora que origina a chamada consulta sempre a operadora doadora. Esta consulta sua base de dados interna e obtém o novo roteamento. A operadora doadora que designou o número encaminha a chamada para a nova operadora de serviço, a operadora receptora. Este modelo é chamado de encaminhamento indireto de roteamento. 10

11 Query on Release (QoR) No modelo Query on Release (QoR), a switch que origina a chamada, consulta primeiramente a operadora que designou o número pela primeira vez, chamada de doadora. Esta libera a chamada, usando a mensagem SS7 REL (Release Message) com valor 14. Este REL informa a switch originadora que o número chamado não pertence mais àquela central. A switch originadora consulta então, a NPDB centralizada. O modelo é chamado de Query on Release, porque a consulta à base de dados é feita a partir de mensagem REL. Call Dropback (ou Return to Pivot RtP) No modelo Call Dropback, a operadora que origina a chamada consulta primeiramente a operadora doadora. Esta consulta uma base de dados própria e fornece o novo número para roteamento. A operadora de origem usa este roteamento para encaminhar a chamada. Não há consulta a uma base de dados centralizada. All Call Query (ACQ) No modelo do ACQ, a operadora que origina a chamada consulta, em todos os casos, uma base de dados centralizada (NPDB Number Portability Data Base), que pode ser própria ou de uma entidade independente, e obtém o número de roteamento para encaminhamento da chamada. Nesse modelo, as operadoras mantêm uma lista dos blocos de números que foram, ou poderiam ter sido, objeto de mudança e somente consultam a base de dados central. A lista de blocos pode ser determinada, por exemplo, pelas localidades do Brasil. A switch originadora consulta sempre a NPDB centralizada. As etapas do modelo All Call Query (ACQ), são vistas na figura 2 e podem ser numeradas da seguinte forma: 1. A switch originadora envia o DN (Directory Number) dentro da mensagem SRI (Send Routing Information) para a base de dados centralizada; 2. A Base de Dados centralizada verifica o DN e retorna com um SRI ack à switch originadora, informando o NRN (Network Routing Number) associado ao DN; 3. A switch originadora envia uma mensagem SS7 IAM (Initial Address Message), com o número de assinante chamado (N. de B), o seu Origination Point Code (OPC) e o Destination Point Code (DPC) para switch receptora. Esta continua a troca de sinalização com a switch originadora e processa o estabelecimento da chamada. 11

12 Figura 2: Diagrama do All Call Query (ACQ). 12

13 Portabilidade Numérica: Estudo de Caso Análise do Problema Para o estudo, considerou-se o cenário nacional, envolvendo operadoras de telefonia móvel. Supondo, por exemplo, que um assinante que possui um número da operadora X (de tecnologia GSM), deseja migrar para uma outra operadora Y de mesma tecnologia, a fim de obter menores tarifas. Entretanto, o mesmo deseja permanecer com o seu número de lista original, uma vez que já o possui há muito tempo. Para viabilizar essa solicitação do cliente, é necessário que uma nova tecnologia, ainda não implementada no Brasil, seja envolvida. Tal tecnologia é a Portabilidade Numérica. Para este caso hipotético, o assinante que deseja migrar assinante B deverá estar incluído na NPDB Nacional. No caso de uma terminação de chamada para este móvel, o estabelecimento da chamada deverá passar por diversas etapas até o seu completamento. Esse estabelecimento envolverá a rede originadora, a rede doadora e a rede receptora. Na situação criada, a rede originadora poderá ser qualquer uma das operadoras. A situação acima descrita está exposta na figura 3. Figura 3: Assinante migrado para outra operadora. A Portabilidade Numérica, portanto, possibilitou a migração do cliente em questão. Nesse caso, foi utilizada uma base de dados centralizada, com roteamento direto e modelo ACQ de portabilidade. Impactos A efetivação da portabilidade traz, inevitavelmente, alguns impactos para diversas áreas nas empresas, tais quais as de gestão de pessoal, tecnologia, organização, além da área processual (CONSULTING, 2005). 13

14 No que se refere à área de gestão de pessoas, deverão ser definidos novos perfis, habilidades e competências, será necessário treinamento e desenvolvimento da equipe com o que é requerido na regulação do serviço, além de ser necessário gerenciar uma mudança significativa na rede existente. Em relação à área de tecnologia, deverá existir: um novo sistema de gerenciamento do plano de numeração e portabilidade, um sistema operacional adaptado para os novos intervalos de numeração (tarifação e interconexão) e routing numbers (mediação e provisionamento) e soluções de rede mais complexas. Além disso, deverá ser desenvolvido um novo registro de clientes e deverá haver uma integração com o front-end, setor na empresa que faz o primeiro tratamento em caso de reclamação do cliente. Os impactos nos processos poderão ser percebidos com a redefinição de procedimento para inserção e remoção de clientes na base de dados de estrutura para gerenciamento de clientes e fornecedor no cadastro da empresa e atendimento a clientes. Além dessa redefinição, será preciso coordenar um departamento diferenciado, desenvolver uma nova abordagem nos PTIs (Projeto Técnico de Interconexão), como também novos processos no centro de atendimento aos clientes. No que se refere aos usuários, um impacto ocorre quando o cliente deseja migrar para uma outra operadora, porém ainda precisa cumprir cláusulas contratuais com a atual, como nos casos do pagamento de multas referentes ao subsídio na compra de aparelhos e não cumprimento à carência estipulada no contrato firmado na adesão do serviço. Estes casos poderiam adiar a migração até o cumprimento da carência. Além desses aspectos, as formas de tarifação atuais deverão ser adaptadas para a implementação da portabilidade. Existe a possibilidade de impactos nas campanhas de marketing intra-redes, ou seja, as que hoje oferecem tarifas reduzidas para ligações entre clientes da mesma operadora. Os assinantes que originarem chamadas para números portados deverão de alguma forma ser notificados quanto à nova localização do número migrado, de forma que os mesmos não sejam prejudicados no valor cobrado nas chamadas originadas. Como sugestão para solução do último problema proposto, poderia ser criado um serviço que verificasse o status atual do assinante chamado, através do acesso a um 0800 específico de status de portabilidade ( Port- Free ). Esse serviço poderia ser implementado a partir da consulta à base de dados BDR (Base de Dados de Referência), digitando o número que deseja consultar, obtendo como resposta uma mensagem audível ou em texto informando a nova operadora à qual pertence o número. Custos Envolvidos A solução para a portabilidade impactará diretamente no aumento dos custos financeiros e técnicos, dependendo da solução adotada pela operadora. Estes custos representarão um alto investimento inicial. Entre eles podemos destacar os custos diretos e os indiretos. Dentre os diretos, estão incluídos os custos específicos, tais como infra-estrutura de rede e compra de software, sistema de suporte e operação e custos administrativos e de manutenção. Os custos indiretos são os relacionados à transferência de usuários, ou seja, a portabilidade do número, pois não geram mais receita para a operadora. Além destes custos, estarão envolvidos os custos permanentes que envolvem o marketing da empresa, como subsídios de handsets, análise de mercado e retenção/aquisição de clientes. 14

15 Benefícios Em termos de mercado, a portabilidade estimula a existência de um mercado de telefonia móvel mais competitivo, muito além do que já é, com as guerras de ofertas, preços reduzidos e subsídio de aparelhos. A concretização deste serviço estimularia as operadoras a investir em qualidade, para evitar o churning em seus negócios. Com isso, poderiam surgir os programas de lealdade com os clientes, com a melhoria dos serviços, incluídos a cobertura de rede e o desenvolvimento de novos produtos e serviços. Além dos benefícios para o mercado, podemos observar sobretudo aqueles relacionados ao cliente, bem como aos das operadoras. Para o Usuário A mudança de número do usuário, por qualquer motivo conveniente, seja por qualidade de serviço ou atendimento, valor de tarifas ou disponibilidade de rede, leva a um impacto pessoal considerável. Principalmente se for levado em consideração a utilização comercial do número. Isso se aplica para os profissionais liberais, como corretores, que possuem como elo com seus clientes apenas o número de telefone. Para estes, a mudança implica em confeccionar novos cartões de visita, informar a todos os clientes, parentes e amigos seu novo contato e publicar o novo número em listas de contatos. Em termos de negócios, o caso fica ainda pior. Os contatos com fornecedores, anúncios, adesivos nos veículos da empresa são motivos suficientes para o grupo manter o contrato com a operadora original. Todo esse importuno será poupado com a utilização da portabilidade numérica. Para a Operadora Apesar de aparentar completa desvantagem para as operadoras, a portabilidade numérica garantirá uma maior fidelização para aquela empresa que atender o cliente mais a contento. Certamente, a operadora receptora terá um benefício maior, uma vez que receberá novos clientes e aumentará a gama de receita em sua rede. Porém, qualquer operadora poderá ser a receptora, basta para isso, garantir a qualidade de serviço. Por outro lado, aquelas que possuem parcerias com as fixas, teriam mais um serviço a oferecer: a migração do serviço fixo para móvel sem a perda do número de lista, o que garantiria mais uma vantagem na competição do mercado de telecomunicações. 15

16 Portabilidade Numérica: Considerações Finais O presente tutorial desenvolveu o tema da portabilidade, que vem apresentar uma solução para os usuários que desejam mudar de operadora do sistema de telefonia móvel celular, no âmbito local, sem a mudança do seu número de lista. Tendo em vista que a portabilidade numérica não é uma realidade concreta no Brasil e ainda está em fase de planejamento, foi desenvolvido um estudo sobre os modelos da portabilidade já existentes em âmbito mundial, a fim de se obter sua aplicabilidade no mercado nacional. Dentre os modelos existentes, concluiu-se que, para implantação da portabilidade numérica, o mais apropriado seria o All Call Query, fazendo uso de uma arquitetura centralizada, administrada por órgão centralizador imparcial, utilizando uma base de dados única para todas as operadoras, as quais seriam responsáveis direta e indiretamente pelos custos de implementação. Apesar de ser uma solução almejada por muitos assinantes, as operadoras ainda são relutantes em oferecê-la, pois aumentaria a competitividade entre elas, o que obrigaria a redução do valor das tarifas para a sua permanência na disputa de mercado. Para tanto, as mesmas teriam de investir em sua infra-estrutura existente, criar novos setores e adequá-los ao novo cenário com a capacitação de suas equipes (técnicas, de atendimento a clientes, regulatório) para evitar o churning emergente. Mesmo com tanta oposição à adoção do serviço, a ANATEL já submeteu o Regulamento Geral da portabilidade, sob consulta pública N. 734, com o objetivo de ampliar a participação da sociedade na discussão proposta. A partir desse Regulamento, o usuário poderá mudar de prestadora mantendo o seu número, independentemente de prestadora de serviço de telecomunicações ou de área de prestação do serviço. Com a portabilidade numérica, inicia-se uma era de liberdade de escolha para que os clientes possam usufruir de grandes benefícios gerados pela real competitividade entre as operadoras de telecomunicações. Isso traz um cenário de mudança, tendo em vista que a concorrência será justa e equilibrada, pois seus usuários poderão optar a qualquer momento por uma empresa que ofereça mais serviço e melhor qualidade, mantendo sempre seu número de telefone. Esse será o novo cenário das telecomunicações brasileiras. Referências AITKEN, James. Signalling Relay Intelligence Alternatives to the Intelligent Network Architecture in Mobile Networks. [S.l.]: Logica Aldiscon, Disponível em: Acesso em: 20 jul ANATEL. ANATEL aprova implementação da portabilidade numérica nas telefonias fixa e móvel. Disponível aqui Acesso em: 27 out BRASIL. Anexo à Resolução n. 316, de 27 de setembro de

17 Regulamento de numeração do Serviço Telefônico Fixo Comutado. Acesso em: 05 mar BRASIL. Resolução n. 339, de 22 de maio de Dispõe sobre os aspectos técnico operacionais do Código de Seleção de Prestadora - CSP no Serviço Móvel Pessoal - SMP. Acesso em: 14 ago BRASIL. Decreto n , de 10 de junho de Dispõe sobre políticas públicas de telecomunicações e dá outras providências. Acesso em: 05 mar CONSULTING, DMR. Portability Overview in the Brazilian Market by DMR Consulting Disponível em: Acessado em : 12 ago CORE, Stefano. Poder de escolha Disponível em: Acesso em: 14 ago ETSI. Support of GSM Mobile Number Portability (MNP) stage Disponível em: Acesso em: 20 jul FOSTER, M.; MCGARRY, T.; YU, J. Number Portability in the Global Switched Telephone Network (GSTN): An Overview Disponível em: Acesso em: 06 mar LEITE, Emanuel. O Fenômeno do empreendedorismo criando riquezas. 3. ed. Recife: Bagaço, MELLO, José Barbosa de. Portabilidade Numérica Disponível em: Acesso em: 05 mar TECHNOLOGIES, Syniverse A Global Perspective on Number Portability. Disponível em: Acesso em: 10 ago

18 Portabilidade Numérica: Teste seu Entendimento 1. Assinale a alternativa abaixo que representa um tipo de Portabilidade Numérica: Portabilidade entre Prestadoras de Serviço Local ou Móvel. Portabilidade Geográfica. Portabilidade de Serviço. Todas as anteriores. 2. Assinale a alternativa abaixo não representa um tipo de Modelo de Portabilidade Numérica: Onward Routing (OR). Backward Routing (BR). Query on Release (QoR). Call Dropback (ou Return to Pivot RtP). All Call Query (ACQ). 3. No contexto deste tutorial, qual será o novo cenário das telecomunicações com a introdução da Portabilidade Numérica? Será um cenário sem mudanças, pois os usuários deverão continuar na mesma empresa com os serviços e a qualidade que já têm, alterando sempre seu número de telefone. Será um cenário de mudança, com uma concorrência será justa e equilibrada, pois seus usuários poderão optar a qualquer momento por uma empresa que ofereça mais serviço e melhor qualidade, alterando sempre seu número de telefone. Será um cenário de mudança, com uma concorrência justa e equilibrada, onde os usuários poderão optar a qualquer momento por uma empresa que ofereça mais serviço e melhor qualidade, mantendo sempre seu número de telefone. Será um cenário sem mudanças, pois os usuários deverão continuar na mesma empresa com os serviços e a qualidade que já têm, mantendo sempre seu número de telefone. 18

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