ALUNA: Roberta de Albuquerque Cardoso ORIENTADOR: VALIYA M. HAMZA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ALUNA: Roberta de Albuquerque Cardoso robertaalbcardoso@hotmail.com ORIENTADOR: VALIYA M. HAMZA hamza@on.br"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA OBSERVATÓRIO NACIONAL COORDENAÇÃO DE GEOFÍSICA EVOLUÇÃO TERMO-TECTÔNICA DA PLATAFORMA CONTINENTAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ALUNA: Roberta de Albuquerque Cardoso ORIENTADOR: VALIYA M. HAMZA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ABRIL/2007

2 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA OBSERVATÓRIO NACIONAL COORDENAÇÃO DE GEOFÍSICA EVOLUÇÃO TERMO-TECTÔNICA DA PLATAFORMA CONTINENTAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Banca Examinadora: Prof. Dr. Valiya Mannathal Hamza orientador (ON/MCT) Dra. Isabela Carmo Cenpes/Petrobrás Dr. Íris Escobar ON/MCT Rio de janeiro, 27 de abril de 2007.

3 AGRADECIMENTOS Ao Banco Nacional de Dados Oceanográficos da Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha Brasileira pela concessão de dados oceanográficos; À Petrobrás pela disponibilidade de dados de temperatura BHT e gradiente geotérmico de poços; À Agência Nacional do Petróleo pela disponibilidade de relatórios geológicos e perfis geofísicos de poços; Ao Profº Dr. Valiya Mannathal Hamza pelos cinco anos de ensinamento e orientação, neste projeto e durante a Iniciação Científica; À CAPES pela bolsa durante os dois anos de mestrado; Aos professores do Departamento de Geofísica, pelo ensinamento; Ao colega Carlos Henrique Alexandrino pela ajuda nas questões matemáticas e de programação; Aos demais colegas e amigos da Geofísica e Astronomia, pela companhia e amizade; À minha família e amigos pela paciência e compreensão.

4 RESUMO São enfoques principais desta dissertação a determinação do campo térmico atual e avaliação da história térmica e tectônica da bacia sedimentar de Campos e áreas vizinhas na região da plataforma continental da região sudeste do Brasil. Análise de dados de temperatura da água do mar permitiu o mapeamento da temperatura do fundo do mar na área de estudo. Também foram reavaliados os valores de temperaturas de poços de exploração a fim de determinar os gradientes geotérmicos atuais. Os valores encontrados estão na faixa de 24 a 41 o C/km, sendo assim típicos de margem continental passiva. Valores elevados de gradiente geotérmico (>34 ºC/km) foram encontrados na parte norte da bacia de Campos, próximo aos principais campos de petróleo e gás da região. Gradientes térmicos relativamente mais baixos são encontrados no sul da bacia. Valores representativos de condutividade térmica das formações sedimentares foram determinados utilizando dados experimentais e estimados, com base em perfis litológicos e geofísicos. Os valores de fluxo térmico encontrados estão no intervalo de 53 a 66 mw/m 2. Contudo, a disponibilidade limitada de dados de perfis litológicos permitiu determinações diretas de fluxo geotérmico em apenas seis localidades na bacia de Campos, impossibilitando a elaboração de mapas regionais de fluxo térmico. Com base no conhecimento de parâmetros geotérmicos e perfis geológicos de poços de exploração foram efetuadas avaliações da história térmica e tectônica da área de estudo. A história de subsidência tectônica foi determinada pelo Método Backstripping. Na determinação da subsidência termal foram utilizados dois modelos de extensão litosférica: uniforme de McKenzie (1978) e não-uniforme de Royden e Keen (1980). Os fatores de extensão estão entre 1.1 e 1.6 para o caso do modelo uniforme. O modelo não-uniforme indicou fatores de extensão da crosta na faixa de 1.1 e 1.7. e de 1.3 a 2.0 para o manto litosférico. Os modelos também permitiram avaliações do campo térmico durante a evolução da bacia. São observados valores de fluxo térmico superiores a 100 mw/m 2, na fase inicial com duração de até 20 Ma. Essas condições são compatíveis com as

5 de bacias de margem passiva originadas em rifte. Na fase intermediária, até cerca de 70 Ma, os valores de fluxo eram relativamente elevados, na faixa de 60 a 90mW/m 2. Para os últimos 60 Ma não foram encontradas evidências de mudanças significativas no campo térmico. Há indícios de que a evolução da plataforma na região da bacia de Campos ocorreu em duas fases principais: uma fase inicial de 130 a 68 Ma e outra de 68 Ma ao Recente. Também foram observadas algumas fases secundárias de menor intensidade. Os índices de maturação térmica, determinados com base no método Lopatin (1971), indicam que graus de maturação apropriados para geração de petróleo e gás foram alcançados apenas nos últimos 30 Ma. Portanto, a bacia de Campos se encontra caracterizada como uma bacia com geração tardia de hidrocarbonetos.

6 ABSTRACT The emphasis of the present thesis work is focused on determination of the present temperature field and evaluation of the thermal and tectonic history of the crust beneath the Campos Basin and neighboring areas on the continental platform in southeast Brazil. Marine temperature data collected during oceanographic expeditions were used in mapping bottom sea temperature on the study area. In addition, a reappraisal of bottom-hole temperature (BHT) data obtained from deep exploration wells was carried out in determining the current geothermal gradients. The values obtained are found to be in the range of 24 to 41 o C/km, being thus typical of the continental passive margin. High values (> 34 ºC/km) were found in the northern parts of Campos Basin, next to the main oil and gas fields. Lower values of geothermal gradients were found in the southern parts of this basin. Representative values of thermal conductivity of the main sedimentary formations were determined making use of experimental data as well as estimated values based on lithologic and geophysical logs. The heat flow values are found to fall in the interval of 53 to 66mW/m 2. However, the limited availability of lithologic logs allowed direct determination of heat flow for only six localities in the Campos Basin. As a result it has not been possible to derive regional heat flow maps. Nevertheless, the knowledge of geothermal parameters and lithologic profiles of deep wells have allowed determination of thermal and subsidence history for six localities in the study area. The history of tectonic subsidence was determined by adopting the well-known method of Backstripping. Two different methods were employed in estimating the thermal subsidence: the uniform stretching model proposed by McKenzie (1978) s and the non-uniform stretching model of Royden e Keen (1980). The extension factors of the lithosphere are found to fall in the range of 1.1 to 1.6 in the case of uniform model. In the case of non-uniform model the extension factors fall in the range of 1.1 to 1.7. for the crust and 1.3 to 2.0 for the subcrustal lithosphere

7 The subsidence models have also provided information on paleothermal conditions for the earlier periods of basin evolution. Thus the results point to a systematic decrease in heat flow since the early rifting episode. The paleo heat flow values are in excess of 100mW/m 2 for the early periods, with duration of less than 20Ma. Such conditions are believed to be typical of periods immediately following the rifting episode. Heat flow is found to be relatively moderate (in the range of 60 to 90mW/m 2 ) during the intermediate phase, with duration of 40 Ma. For the remaining periods, with duration of 60Ma, the heat flow values are found to be comparable to the present day values. There are indications that geologic evolution of the Campos basin took place in two distinct stages: an initial stage of 130 to 68Ma, followed by a second stage lasting from 68 to the present. The time-temperature indices calculated on the basis of Lopatin method indicate that thermal maturation stage compatible with oil and gas generation was reached only during the last 30 Ma. Hence Campos basin should be classified as late generation basin, for hydrocarbon evaluation purposes.

8 SUMÁRIO Agradecimentos Resumo Abstract Sumário Índice de Figuras Índice de Tabelas 1. Introdução Importância Econômica da Área de Estudo Objetivos Desenvolvimento do Projeto Características da Área de Estudo Origem e Evolução da Plataforma Continental do Estado de Rio de Janeiro Geologia Regional da Bacia de Campos e Correlações Principais Diferenças entre as Bacias de Campos e de Santos Eventos Magmáticos na Região Sudeste Bases de Dados Geotérmicos Temperaturas do Mar B.H.T. de Poços de Petróleo Perfis Litológicos Perfis Geofísicos Raios Gama Resistividade Elétrica Densidade Perfil Sônico Condutividade Térmica Dados Experimentais e Tabelados Estimativas de Condutividade Térmica com base em Perfis Geofísicos Condutividade Térmica a partir de Perfis Sônicos Condutividade Térmica a partir de Perfis de Densidade, Raios Gama e Resistividade Porosidade e Densidade...46

9 4. Estado Térmico Atual da Plataforma Continental Temperaturas do Fundo do Mar Gradiente Geotérmico Fluxo Geotérmico Temperaturas no Topo do Embasamento Temperaturas na Base da Crosta Conceitos e Modelos Utilizados nos Estudos de Evolução Termotectônica de Bacias Sedimentares Modelos de Compensação Isostática Compensação Isostática Local Compensação Isostática Regional Modelos de Extensão Litosférica Extensão Uniforme Extensão Não-Uniforme Reconstrução Geológica Método Simplificado Método Backstripping Modelo de Evolução Térmica Métodos para Avaliação de Maturação da Matéria Orgânica Método Lopatin Método McKenzie Evolução Termo-tectônica da Bacia de Campos Subsidência Tectônica Subsidência Termal Subsidência Termal Segundo o Modelo de Extensão Uniforme Subsidência Termal Segundo o Modelo de Extensão Não- Uniforme Paleofluxo Geotérmico Paleofluxo Segundo o Modelo de Extensão Uniforme Paleofluxo Segundo o Modelo de Extensão Não-Uniforme Mudanças na Condutividade Térmica Evolução de Temperaturas Evolução da Maturação de Matéria Orgânica Discussão e Conclusões Desenvolvimento das Atividades...135

10 7.2. Inferências sobre a Evolução Geológica Relevâncias sobre a História Térmica da Plataforma Implicações para Ocorrência de Petróleo e Gás Considerações Finais Anexos A.1. Tabela de valores de condutividade térmica A.2. Tabela com parâmetros geotérmicos e dados dos poços utilizados Referências Bibliográficas Bibliografia Websites Consultados...162

11 ÍNDICE DE FIGURAS Figura (1.1) Mapa de localização dos principais campos de petróleo e gás na Bacia de Campos...2 Figura (2.1) Mapa de localização das bacias de Campos e Santos...5 Figura (2.2) Esquema da evolução geodinâmica de margens divergentes do tipo Atlântico...7 Figura (2.3 a) Carta estratigráfica da Bacia de Campos...12 Figura (2.3b) Carta estratigráfica da Bacia de Santos...13 Figura (2.4) Seções geológicas esquemáticas das bacias de Campos e Santos...15 Figura (3.1) Distribuição geográfica dos dados oceanográficos disponibilizados pelo B.N.D.O. (Quadrado Marsden 376)...18 Figura (3.2) Mapa batimétrico da plataforma continental na região sudeste e a localização das medidas oceanográficas. Isovalores em metros...18 Figura (3.3a) Distribuição de temperaturas da água do mar em áreas costeiras do estado do Rio de Janeiro. Plataforma D28, Figura (3.3b) Distribuição de temperaturas da água do mar em áreas costeiras do estado do Rio de Janeiro. Plataforma D28, Figura (3.4a) Variação da temperatura da água do mar, em áreas distantes da costa sudeste. Nota-se que as temperaturas mantêm-se relativamente constantes em lâminas d água superiores a 1000m. Plataforma H10, Figura (3.4b) Variação da temperatura da água do mar, em áreas distantes da costa sudeste. Nota-se que as temperaturas mantêm-se relativamente constantes em lâminas d água superiores a 1000m. Plataforma H42, Figura (3.5) Variações na temperatura induzidas pro correntes marinhas, no mês de junho de 1966, na Bacia de Campos...22 (Figura 3.6) Mapa batimétrico da plataforma continental na região sudeste e a localização das medidas de lâmina de água de 76 poços de petróleo. Os contornos de isovalores estão em metros...22 Figura (3.7) Representação esquemática de perturbações nas temperaturas, causadas pelas atividades de perfuração...24

12 Figura (3.8a) Perfis litológicos elaborados com dados de Relatórios Geológicos de Poços, com descrição de amostras de calhas, para os poços RJS_5B, RJS_13 e RJS_ Figura (3.8b) Perfis litológicos elaborados com dados de Relatórios Geológicos de Poços, com descrição de amostras de calhas, para os poços RJS_33, RJS_70 e RJS_ Figura (3.9a) Conjunto de perfis geofísicos do poço RJS_91: densidade, raio gama e resistividade...30 Figura (3.9b) Conjunto de perfis geofísicos do poço RJS_105: densidade, raio gama e resistividade...31 Figura (3.9c) Conjunto de perfis geofísicos do poço RJS_125: densidade, raio gama e resistividade...32 Figura (3.10) Perfis de condutividade térmica elaborados com dados experimentais e tabelados, para os seis poços na Bacia de Campos...37 Figura (3.11a) Perfis de temperatura, sônico, de condutividade térmica medida, em vermelho e de condutividade térmica obtida pela equação (3.7), em verde do Poço RJS_ Figura (3.11b) Perfis de temperatura, sônico, de condutividade térmica medida, em vermelho e de condutividade térmica obtida pela equação (3.7), em verde do Poço RJS_ Figura (3.11c) Perfis de temperatura, sônico, de condutividade térmica medida, em vermelho e de condutividade térmica obtida pela equação (3.7), em verde do Poço RJS_ Figura (3.12) Perfis de composição mineralógica obtidos pelo método de Doveton (1993), para os poços RJS_91, RJS_105 e RJS_ Figura (4.1) Gráfico da relação empírica entre a profundidade (Z, em metros) e a temperatura na base da coluna de água (BWT, em ºC), para 1360 locais nas bacias de Campos e Santos...48 Figura (4.2) Mapa de temperaturas do fundo do mar na região das bacias de Campos e de Santos. Os contornos dos isovalores estão em C...50 Figura (4.3) Mapa da distribuição dos 1360 locais de medidas de temperatura do assoalho oceânico (em azul) e dos 76 poços de petróleo (em preto). Os contornos em C...51 Figura (4.4) Mapa de gradiente geotérmico corrigido da área de plataforma continental da região sudeste. Os contornos estão em unidade de ºC/km...52

13 Figura (4.5) Mapa de distribuição de temperaturas no topo do embasamento, correspondente à Fm Cabiúnas da Bacia de Campos. Isovalores em ºC. Os círculos azuis representam a localização dos 76 poços...58 Figura (4.6) Temperaturas na base da crosta na região da plataforma continental sudeste. Isovalores em ºC...60 Figura (5.1) Esquema do modelo de compensação isostática local de Airy (1985), onde ρ w é a densidade da água, ρ c da crosta, ρ m, do manto litosférico e ρ s, dos sedimentos...62 Figura (5.2) Esquema do modelo de compensação isostática local de Pratt (1985), onde ρ c é a densidade da crosta e ρ m a do manto litosférico...63 Figura (5.3) Esquema do modelo de compensação isostática regional/flexural, onde ρ w é a densidade da água, ρ c da crosta, ρ m, do manto litosférico e ρ s, dos sedimentos...63 Figura (5.4): Configuração da crosta e manto litosférico em três situações: A) condição de equilíbrio térmico; B) no caso de extensão uniforme, levando a um aumento linear de gradiente térmico e C) no caso de extensão não-uniforme, onde se observam dois comportamentos distintos do gradiente térmico na crosta e no manto litosférico. y é a espessura da crosta, a é a espessura da litosfera, não-estirados, o grau de estiramento litosférico, o grau de estiramento da crosta e do manto litosférico (C)...65 Figura (5.5) Fases de subsidência inicial e termal do Modelo de Extensão Uniforme de McKenzie (1978)...67 Figura (5.6) Modelo de extensão não-uniforme de Royden e Keen (1980), onde: a é a espessura da litosfera, Tm a temperatura na base da litosfera e Si a subsidência inicial...69 Figura (5.7) Esquema do Modelo Simplificado para avaliação da evolução tectônica. À esquerda depressão crustal preenchida por sedimentos de densidade ρ 1 e ρ 2 e à direita, depressão crustal preenchida por água de densidade ρ w...71 Figura (5.8): Esquema ilustrativo de backstripping em uma camada sedimentar de volume unitário V T, sendo V T = V p + V s, onde V p é o volume de poros e V s o volume de sólidos. Z 1 e Z 2 são, respectivamente, topo e base atuais da camada e Z 1 e Z 2 topo e base da camada logo após sua deposição, ou seja, após a retirada da camada superior mais nova (em cor branca)...72 Figura (5.9) Curvas de paleoprofundidades associadas às isotermas, determinando o tempo em que uma camada permaneceu entre certo intervalo de temperaturas...79 Figura (6.1) Mapa de localização dos seis poços utilizados na determinação da história termotectônica da plataforma continental...82

14 Figuras (6.2a-f) Curvas de subsidência tectônica das camadas sedimentares e do embasamento.a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (6.3) Estágios de descompactação obtidos pelo processo de backstripping, destacando a variação de espessura das camadas e suas paleoprofundidades...90 Figura (6.4a-f) Curvas teóricas dos graus de estiramento β pelo método de McKenzie (1978) e os dados de subsidência termal ajustados. a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (6.5a-f) Curvas de subsidência tectônica obtidas pelo backstripping (em azul) e termal obtidas pelo método de extensão homogênea de McKenzie (1978) em vermelho. Os valores apresentados em vermelhos são os graus de estiramento β de cada fase. a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (6.6) Variação da taxa de sedimentação dos poços na bacia de Campos ao longo do tempo Figura (6.7a-f) Curvas teóricas dos graus de estiramento β e δ pelo método de Royden e Keen (1980) e os dados de subsidência termal ajustados. a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (6.8a-f) Curvas de subsidência tectônica obtida pelo backstripping e termal obtida pelo método de extensão não-homogênea de Royden e Keen (1980). Os valores apresentados em verde são os graus de estiramento β e δ de cada fase. a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (6.9) Variação temporal do fluxo térmico nos seis poços estudados, através do modelo de McKenzie (1978) Figura (6.10a-f) Curvas de subsidência termal em vermelho e curvas de paleofluxo em vinho, segundo o modelo de extensão de McKenzie (1978). a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (6.11a) Variação temporal do fluxo térmico nos seis poços estudados, através do modelo de Royden e Keen (1980), partir da equação (6.8), não corrigida Figura (6.11b) Variação temporal do fluxo térmico nos seis poços estudados, através do modelo de Royden e Keen (1980), a partir da equação (6.9), corrigida Figura (6.12a-f) Curvas de subsidência termal em verde e curvas de paleofluxo em laranja, segundo o modelo de extensão de Royden e Keen (1980). a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_

15 Figura (6.13a-f) Curvas de subsidência tectônica (linha preta) e isotermas (linha vermelha), a partir das paleotemperaturas das camadas, segundo o modelo de McKenzie (1978). a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (6.14a-f) Curvas de subsidência tectônica (linha preta) e isotermas (linha azul), determinadas a partir das paleotemperaturas das camadas sedimentares, segundo o modelo de Royden e Keen (1980). a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (6.15a-f) Índice TTI de Lopatin sobrepostos às curvas de subsidência tectônica e isotermas. a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (7.1a-f) Comparação entre as curvas de subsidência termal obtidas pelos modelos de estiramento litosférico uniforme em vermelho (McKenzie, 1978) e nãouniforme em verde (Royden e Keen, 1980). a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_ Figura (7.2a-f) Comparação entre as curvas de paleofluxo obtidas pelos modelos de estiramento litosférico uniforme em roxo (McKenzie, 1978) e não-uniforme em laranja (Royden e Keen, 1980). a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) RJS_33, e) RJS_70 e f) RJS_

16 ÍNDICE DE TABELAS Tabela (2.1) Descrição das fases de evolução de bacias de margem tipo Atlântico, com exemplos para a plataforma continental sudeste...9 Tabela (2.2) Correlação entre as formações geológicas das bacias de Campos e Santos...10 Tabela (2.3) Magmatismo na plataforma continental sudeste e suas ocorrências...16 Tabela (3.1) Dados de localização, BHT originais e BHT corrigidos pela equação (3.1), para os 76 poços...25 Tabela (3.2) Tipos de perfis geofísicos obtidos de cada poço. Legenda: PL: perfil litológico, DT: perfil sônico, GR: raios-gama, ILD: resistividade, LLD: resistividade média, RHOB: densidade...29 Tabela (3.3) Valores de condutividade térmica média para as unidades estratigráficas da plataforma continental...38 Tabela (3.4) Valores da constante a utilizada na equação (3.7)...39 Tabela (3.5) Dados característicos de densidade (RHOB), raio gama (GR) e resistividade (ILD) para os minerais selecionados quartzo (Q), argilominerais (A) e carbonato (C)...43 Tabela (3.6) Dados de GR, ILD e RHOB do poço RJS_91 e o resultado obtido após a implantação do método...44 Tabela (3.7) Dados de porosidade inicial (ρ 0), densidade inicial (ρ 0, em kg/m 3 ) e do decréscimo da porosidade (c em 1/m). Fontes: Viana (1999) em vermelho, Hamza (1982) em azul, Kappelmeyer et al (2000) em laranja, Carmichael (1984) em verde, Nelson (1995) em roxo, U.S.G.S. em cinza e A.N.L. em rosa. Em preto são valores médios de acordo com a composição litológica...47 Tabela (4.1) Valores de gradiente geotérmico para os 97 poços nas bacias de Campos (4.1a), Santos (4.1b) e Pelotas (4.1c). J - valores calculados por Janhert (1987); Corr - valores corrigidos determinados pela equação (4.4); σ - desvio padrão supondo erro médio de 20 % nas medidas; Diferença (%) diferença entre os valores utilizados por Janhert (1987) e os valores calculados neste trabalho (valor corrigido)...53 Tabela (5.1) Valores de fator de multiplicação no método Lopatin...78

17 Tabela (5.2) Valores de calibração para o índice TTI (Waples, 1980) e sua correlação com outros métodos...80 Tabela (6.1) Valores dos parâmetros utilizados...82 Tabela (6.2a-f) Variações nas espessuras, porosidades e densidades das formações geológicas. a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) poço RJS_33, e) poço RJS_70, f) poço RJS_ Tabela (6.3) Taxas de sedimentação para cada fase de subsidência para os seis poços na plataforma continental Tabela (6.4) Valores dos graus de estiramento obtidos pelos métodos de estiramento homogêneo (McKenzie, 1978) e não-homogêneo (Royden e Keen, 1980) Tabela (6.5a-f) Dados da variação da condutividade térmica das formações geológicas devido à porosidade.k m é a condutividade térmica média da formação, ρ a porosidade e k g a condutividade térmica do grão. a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) poço RJS_33, e) poço RJS_70, f) poço RJS_ Tabela (6.6a-f) Valores de TTI parcial e acumulado para os seis poços estudados. a) poço RJS_5B, b) poço RJS_13, c) poço RJS_23, d) poço RJS_33, e) poço RJS_70, f) poço RJS_

18 Capítulo 1 1 INTRODUÇÃO O trabalho realizado nesta dissertação de Mestrado é parte de um projeto geral de mapeamento do fluxo térmico terrestre da região sudeste do Brasil, iniciado pelo Observatório Nacional (ON/MCT) em As atividades realizadas no âmbito da dissertação englobam análises do campo geotérmico e evolução térmica da área da plataforma continental do estado do Rio de Janeiro e áreas emersas adjacentes. Essa região é de grande importância, pois abriga as maiores jazidas de petróleo e gás do país. As disponibilidades dos dados geotérmicos também são significativas diante dos resultados de gradiente geotérmico (Rossi Filho, 1981; Zembruscki e Kiang, 1989; Cardoso e Hamza 2003; Cardoso 2004) e de condutividade térmica (Marangoni e Hamza, 1983) das áreas de plataforma continental e dos dados de fluxo geotérmico das áreas emersas (Hurter, 1987; Hamza e Muñoz, 1996; Gomes, 2003). Estudos geotérmicos em bacias sedimentares do tipo margem passiva permitem a determinação do regime térmico crustal da zona de transição continente oceano, assim como a determinação das temperaturas atuais das camadas portadoras de hidrocarbonetos e avaliações dos efeitos de refração lateral de calor, sendo de importância significativa nas atividades de exploração geofísica das áreas de plataforma continental. Dados geotérmicos resultantes deste tipo de estudo servem como condições de contorno importantes nos modelos de simulação dos ambientes paleotermais e na obtenção das estimativas dos índices de maturação térmica das formações sedimentares. Estudos de avaliação da evolução tectônica e térmica de uma bacia sedimentar são de extrema importância no entendimento e conhecimento da situação geológica e econômica atuais de uma bacia. As informações resultantes destes estudos são de grande valia para a indústria de exploração de hidrocarbonetos, tendo em vista o alto custo e risco envolvidos neste processo. No entanto, vale ressaltar a grande dificuldade encontrada neste trabalho na obtenção de dados para a realização de um estudo mais abrangente. 1

19 Capítulo IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DA ÁREA DE ESTUDO A Bacia de Campos é responsável por cerca de 80% (10,3 bilhões de BOE) das reservas provadas de óleo do país. Até o ano de 2003, as reservas de óleo provadas nas bacias sedimentares brasileiras foram calculadas em 12,6 bilhões de barris de óleo equivalente (BOE). Quanto à produção de petróleo, no período de 2000 a outubro de 2006, cerca de 96% da produção nacional está na região do litoral do estado do Rio de Janeiro. A produção doméstica de petróleo neste período atingiu a marca de 3,24 bilhões de bep (barris equivalentes de petróleo). Em relação à produção de gás natural, neste mesmo período, a região sudeste contribuiu com cerca de 40 % da produção do país (aproximadamente 40,8 milhões de bep). As produções anuais de 2006 apresentadas são referentes a dados até o mês de outubro, explicando assim, a queda na produção apresentada nos gráficos. Recentemente, a Petrobrás atingiu a meta de alcançar a auto suficiência sustentável do Brasil em petróleo, reduzindo sua vulnerabilidade às flutuações internacionais do mercado. Isto se deve à descoberta do campo gigante de Albacora Leste, localizado a 120 quilômetros a partir do Cabo de São Tomé, no norte da Bacia de Campos. A Figura (1.1) apresenta o mapa de localização dos principais campos de hidrocarbonetos da Bacia de Campos. De acordo com a Petrobrás, estima-se que a produção média nacional chegará a barris diários, enquanto o consumo ficará na casa dos barris por dia, com investimentos de US$ 28 bilhões na área de exploração e produção para consolidar a auto-suficiência. Figura (1.1) Mapa de localização dos campos de petróleo e gás na Bacia de Campos. Fonte: BDEP/ANP. 2

20 Capítulo OBJETIVOS O objetivo principal deste projeto é fazer uma avaliação da evolução tectônica e da história térmica da região da plataforma continental do estado do Rio de Janeiro, em áreas das bacias de Campos e Santos. Na avaliação da evolução da plataforma foram aplicados dois modelos de extensão litosférica, para verificar a aplicabilidade de cada um, no contexto da plataforma continental sudeste. As atividades previstas incluem: - Reavaliação dos dados geotérmicos disponíveis da região de estudo e incorporação das correções necessárias para a determinação dos gradientes geotérmicos; - Medições de condutividade térmica de amostras representativas das principais formações geológicas da bacia de Campos; - Determinação do fluxo geotérmico com base nos dados de gradiente térmico corrigido e de condutividade térmica representativa; - Elaboração dos mapas geotermais em escalas apropriadas; - Avaliação da história térmica da bacia, com base em dados geotérmicos e de descompactação DESENVOLVIMENTO DO PROJETO Diante da grande abrangência das atividades propostas, o desenvolvimento do projeto foi dividido em etapas. A primeira etapa foi focalizada em pesquisas bibliográficas sobre a geologia regional das bacias de Campos e Santos, visando uma maior conhecimento e entendimento a respeito da origem e desenvolvimento da plataforma continental sudeste. A segunda etapa consistiu na aquisição de dados de temperatura da água do mar para determinação da temperatura do fundo oceânico. Foram realizadas análises de dados de propriedades térmicas de sedimentos marinhos e das formações geológicas profundas. Também foram obtidos dados de temperaturas de poços de petróleo, de gradiente geotérmico, além de perfis litológicos de poços. A terceira etapa teve os esforços dirigidos para a avaliação do campo térmico atual da plataforma continental, a partir da obtenção, análise e cálculo de dados de temperatura, gradiente, condutividade e fluxo térmico atuais. 3

21 Capítulo 1 Na quarta e última etapa, as atividades foram voltadas para o estudo do histórico de desenvolvimento da bacia, com base em dados estratigráficos e cronológicos das principais formações geológicas, além de perfis geofísicos. Nesta fase foram determinados os campos de paleotemperatura e paleofluxo, e suas implicações na geração de hidrocarbonetos, através da análise da evolução da maturação de matéria orgânica. 4

Estratigrafia das bacias costeiras do sul e sudeste do Brasil. Antonio Liccardo

Estratigrafia das bacias costeiras do sul e sudeste do Brasil. Antonio Liccardo Estratigrafia das bacias costeiras do sul e sudeste do Brasil Antonio Liccardo ESCOPO As Bacias Sedimentares Brasileiras As bacias costeiras do Sul e Sudeste Importância econômica e disponibilidade de

Leia mais

Quarta Rodada de Licitações Bacia de Campos

Quarta Rodada de Licitações Bacia de Campos Quarta Rodada de Licitações Bacia de Campos Orivaldo Bagni Superintendência de Definição de Blocos Apresentação Localização Generalidades Evolução Tectono-Estratigráfica Sistema Petrolífero Modelos de

Leia mais

EVOLUÇÃO GEOLÓGICA DO TERRITÓRIO NACIONAL

EVOLUÇÃO GEOLÓGICA DO TERRITÓRIO NACIONAL EVOLUÇÃO GEOLÓGICA DO TERRITÓRIO NACIONAL O Brasil apresenta, em seu território, um dos mais completos registros da evolução geológica do planeta Terra, com expressivos testemunhos geológicos das primeiras

Leia mais

- Principal agente das mudanças de estado: Tectônica Global.

- Principal agente das mudanças de estado: Tectônica Global. Classificação de bacias sedimentares: mecanismos de subsidência e contexto tectônico - Bacias sedimentares: áreas da superfície terrestre que sofrem ou sofreram subsidência continuada. - Subsidência resposta

Leia mais

Estrutura da Indústria do Petróleo

Estrutura da Indústria do Petróleo Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás Professora Elaine Ribeiro EMENTA NOÇÕES DE BACIA SEDIMENTAR PARTE 2 NOÇÕES BACIA SEDIMENTAR EXEMPLOS: Bacias sedimentares brasileiras Bacias de Campos, Tucano,

Leia mais

Bacia do Espírito Santo

Bacia do Espírito Santo Bacia do Espírito Santo Adoniran Bugalho Superintendência de Definição de Blocos Roteiro Localização Infraestrutura e condições operacionais Histórico exploratório Dados existentes Evolução tectonoestratigráfica

Leia mais

AULA 12: BACIAS SEDIMENTARES

AULA 12: BACIAS SEDIMENTARES GEOTECTÔNICA TECTÔNICA GLOBAL Prof. Eduardo Salamuni AULA 12: BACIAS SEDIMENTARES BACIAS SEDIMENTARES Depressão decorrente da subsidência do terreno, que passa a receber sedimentos provenientes das áreas

Leia mais

AULA 9: BORDAS DE PLACAS TRANSFORMANTES

AULA 9: BORDAS DE PLACAS TRANSFORMANTES GEOTECTÔNICA TECTÔNICA GLOBAL Prof. Eduardo Salamuni AULA 9: BORDAS DE PLACAS DIVERGENTES E TRANSFORMANTES EVOLUÇÃO DAS BORDAS DIVERGENTES A evolução se faz em 3 estágios Rifting: abertura de vale em rift

Leia mais

GEOLOGIA GERAL GEOGRAFIA

GEOLOGIA GERAL GEOGRAFIA GEOLOGIA GERAL GEOGRAFIA Segunda 7 às 9h Quarta 9 às 12h museu IC II Aula 2 Deriva continental e Tectônica de placas Turma: 2015/2 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Dinâmica da Terra Deriva

Leia mais

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Estrutura geológica é a base do território. Corresponde à sua composição rochosa. Já o relevo é a forma apresentada pelo território ao nossos olhos: montanhas

Leia mais

Bacia do Paraná: Rochas e solos. Almério Barros França Petrobrás Claudinei Gouveia de Oliveira Instituto de Geociências-UnBi

Bacia do Paraná: Rochas e solos. Almério Barros França Petrobrás Claudinei Gouveia de Oliveira Instituto de Geociências-UnBi Bacia do Paraná: Rochas e solos Almério Barros França Petrobrás Claudinei Gouveia de Oliveira Instituto de Geociências-UnBi Bacia Hidrográfica do Rio Paraná versus Bacia Sedimentar do Paraná = Bacia do

Leia mais

APRESENTAÇÃO PARA A RELOP

APRESENTAÇÃO PARA A RELOP APRESENTAÇÃO PARA A RELOP PRÉ-SAL E MUDANÇA NO MARCO LEGAL A.Muricy Novembro/2010 Depósitos Evaporíticos Os depósitos evaporíticos, donde designados como acumulações freqüentemente encontradas nos subsuperfície.

Leia mais

Modulo I Mudanças Climáticas

Modulo I Mudanças Climáticas Nome: Nº: Turma: Geografia 1º ano Exercícios Extras Silvia Set/09 Modulo I Mudanças Climáticas 1. (UFRJ) A maior parte do aquecimento da atmosfera é proveniente da radiação terrestre: a atmosfera deixa

Leia mais

Objetivo da aula: conhecer a estrutura interna da Terra, e os fenômenos associados a essa estrutura como os terremotos e vulcões.

Objetivo da aula: conhecer a estrutura interna da Terra, e os fenômenos associados a essa estrutura como os terremotos e vulcões. Professor: Josiane Vill Disciplina: Geografia Série: 1ª Ano Tema da aula: Estrutura Interna da Terra (pag. 59 a 69 Objetivo da aula: conhecer a estrutura interna da Terra, e os fenômenos associados a essa

Leia mais

OS DOMÍNIOS DA BACIA DA PARAÍBA

OS DOMÍNIOS DA BACIA DA PARAÍBA Copyright 2005, Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás - IBP Este Trabalho Técnico Científico foi preparado para apresentação no 3 Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás, a ser realizado no período

Leia mais

MARGEM RIFTEADA LESTE-NORDESTE DO BRASIL

MARGEM RIFTEADA LESTE-NORDESTE DO BRASIL MARGEM RIFTEADA LESTE-NORDESTE DO BRASIL LIMITES CONTINENTE-OCEANO, ADIÇÃO MAGMÁTICA, AFINAMENTOS CRUSTAIS E LITOSFÉRICOS Hamsi Jr., G.P. - PETROBRAS/UO-SEAL Kusznir, N. - Universidade de Liverpool Objetivo

Leia mais

ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO AULA 4

ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO AULA 4 ESTRUTURA GEOLÓGICA E RELEVO AULA 4 ESCALA DO TEMPO GEOLÓGICO Organiza os principais eventos ocorridos na história do planeta ERA PRÉ -CAMBRIANA DESAFIO (UEPG) ex. 1 p. 181 - A história e a evolução da

Leia mais

Nona Rodada de Licitações Bacia do Rio do Peixe

Nona Rodada de Licitações Bacia do Rio do Peixe Nona Rodada de Licitações Bacia do Rio do Peixe Cid Queiroz Fontes Superintendência de Definição de Blocos LOCALIZAÇÃO DA BACIA E CONDIÇÕES DE OPERACIONALIDADE Mapa de Localização Aspectos Gerais Pertence

Leia mais

Análise dos Fatores que Condicionam a Estrutura do Relevo em Piraí da Serra, PR

Análise dos Fatores que Condicionam a Estrutura do Relevo em Piraí da Serra, PR Análise dos Fatores que Condicionam a Estrutura do Relevo em Piraí da Serra, PR Rafael KÖENE e Mário Sérgio de MELO Universidade Estadual de Ponta Grossa A região de Piraí da Serra é um representante remanescente

Leia mais

2 Método sísmico na exploração de petróleo

2 Método sísmico na exploração de petróleo 16 2 Método sísmico na exploração de petróleo O método sísmico, ou sísmica de exploração de hidrocarbonetos visa modelar as condições de formação e acumulação de hidrocarbonetos na região de estudo. O

Leia mais

Estrutura e Composição da Terra. Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas. [Friedrich Nietzsche]

Estrutura e Composição da Terra. Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas. [Friedrich Nietzsche] Estrutura e Composição da Terra Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas. [Friedrich Nietzsche] Contornos do Mundo O interior terrestre é formado por várias camadas e as investigações sobre

Leia mais

Deriva Continental LITOSFERA

Deriva Continental LITOSFERA LITOSFERA Deriva Continental De acordo com determinadas teorias científicas, a crosta terrestre não é uma camada rochosa inteiriça, e sim, fragmentada. A primeira teoria a defender essa tese ficou conhecida

Leia mais

IMAGENS 3D DE POÇOS PETROLÍFEROS

IMAGENS 3D DE POÇOS PETROLÍFEROS Copyright 2005, Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás - IBP Este Trabalho Técnico Científico foi preparado para apresentação no 3 Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás, a ser realizado no período

Leia mais

Localização. - Margem continental do nordeste do Brasil. - Estados de Sergipe e Alagoas com porções terrestre e marítima.

Localização. - Margem continental do nordeste do Brasil. - Estados de Sergipe e Alagoas com porções terrestre e marítima. Décima Rodada de Licitações Bacia de Sergipe-Alagoas Geólogos Cid Fontes e Raphael Ranna Superintendência de Definição de Blocos Roteiro Localização Infra-estrutura Histórico Exploratório Geologia Sistemas

Leia mais

NONA RODADA DE LICITAÇÕES BACIA POTIGUAR. Geólogo Gustavo Barbosa Superintendência de Definição de Blocos

NONA RODADA DE LICITAÇÕES BACIA POTIGUAR. Geólogo Gustavo Barbosa Superintendência de Definição de Blocos NONA RODADA DE LICITAÇÕES BACIA POTIGUAR Geólogo Gustavo Barbosa Superintendência de Definição de Blocos Apresentação Localização, Área e Limites Geológicos Histórico Exploratório Infra-estrutura Geologia

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 2ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA Aluno(a): Nº Ano: 6º Turma: Data: 02/06/2012 Nota: Professor(a): Élida Valor da Prova: 40 pontos Orientações gerais: 1) Número de questões desta prova: 12 2) Valor das questões:

Leia mais

A história das pedras, do Guincho às abas da Serra de Sintra

A história das pedras, do Guincho às abas da Serra de Sintra A história das pedras, do Guincho às abas da Serra de Sintra Geologia no Verão 2012 Saída: 10.00 h no Restaurante Muchaxo, Guincho Regresso: +/- 16.00 h no mesmo local Ida e volta: aprox. 8 km 1/9 INTRODUÇÃO

Leia mais

Relevo GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Relevo GEOGRAFIA DAVI PAULINO Relevo GEOGRAFIA DAVI PAULINO Relevo É a forma da superfície terrestre, que apresenta variação de nível de um local para outro. Tem uma influência pesada em outros fenômenos, como a urbanização e as atividade

Leia mais

O QUE SÃO BACIAS SEDIMENTARES

O QUE SÃO BACIAS SEDIMENTARES BACIAS SEDIMENTARES O QUE SÃO BACIAS SEDIMENTARES Áreas com dimensões de 10 3-10 4 km 2 que representam um núcleo de acumulação de sedimentos durantes intervalos significativamente grandes de tempo (>10

Leia mais

A GEOTERMIA E SUA IMPORTÂNCIA NO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

A GEOTERMIA E SUA IMPORTÂNCIA NO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO A GEOTERMIA E SUA IMPORTÂNCIA NO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO O que é a geotermia? A terra não só é capaz de produzir energia de maneira passiva a partir de materiais fósseis acumulados ao longo de milhões

Leia mais

Estudos Geotérmicos em Bebedouro: Implicações para Ocorrência das Atividades Sísmicas

Estudos Geotérmicos em Bebedouro: Implicações para Ocorrência das Atividades Sísmicas Estudos Geotérmicos em Bebedouro: Implicações para Ocorrência das Atividades Sísmicas Relatório informativo das perfilagens geofísicas realizadas em setembro/2005 Marcelo Assumpção IAG/USP São Paulo Tereza

Leia mais

Evolução da Terra. Geografia Prof. Cristiano Amorim

Evolução da Terra. Geografia Prof. Cristiano Amorim Evolução da Terra Geografia Prof. Cristiano Amorim Estrutura interna da Terra A estrutura interna da Terra é composta de: Litosfera (50 a 60 km de espessura). Manto (4.600 km de espessura). Núcleo (1.700

Leia mais

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 C E E A A E C B C C

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 C E E A A E C B C C GABARITO 2ª CHAMADA DISCIPLINA: FÍS./GEO. COLÉGIO MONS. JOVINIANO BARRETO 53 ANOS DE HISTÓRIA ENSINO E DISCIPLINA QUEM NÃO É O MAIOR TEM QUE SER O MELHOR Rua Frei Vidal, 1621 São João do Tauape/Fone/Fax:

Leia mais

Figura 2.1. Baía de Todos os Santos (Grupo de Recomposição Ambiental/ Gérmen).

Figura 2.1. Baía de Todos os Santos (Grupo de Recomposição Ambiental/ Gérmen). 18 2 Área de Estudo A Baía de Todos os Santos (BTS) (figura 2.1), localizada no estado da Bahia, considerada como área núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica é a maior Baía do Brasil, com cerca

Leia mais

A) Ação global. B) Ação Antrópica. C) Ação ambiental. D) Ação tectônic

A) Ação global. B) Ação Antrópica. C) Ação ambiental. D) Ação tectônic Disciplina: Geografia Roteiro de Recuperação Ano / Série: 6º Professor (a): Gabriel Data: / / 2013 Matéria da recuperação. Superficie da Terra. Litosfera, solo e relevo 1- Analise a imagem. www.trabanca.com-acesso:

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO Nº 108.914-205

RELATÓRIO TÉCNICO Nº 108.914-205 Relatório Técnico Nº 108.914205 i RELATÓRIO TÉCNICO Nº 108.914205 CRITÉRIOS GEOGRÁFICOS VIGENTES E MUDANÇAS PROPOSTAS ACERCA LIMITES TERRITORIAIS PARA FINS DISTRIBUIÇÃO ROYALTIES PETRÓLEO E GÁS NATURAL:

Leia mais

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3.1. Localização O aproveitamento Hidrelétrico de Itumbiara, com potência instalada de 2080 MW, situa-se no rio Paranaíba, na divisa dos estados de Minas Gerais e Goiás,

Leia mais

GEOLOGIA GERAL CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

GEOLOGIA GERAL CIÊNCIAS BIOLÓGICAS GEOLOGIA GERAL CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Quarta 14 às 18h museu IC II Aula 18 Praias e Ambiente Marinho Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Praias Definição de praia zona de material

Leia mais

Capítulo 4 - ROCHAS CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS QUANTO À QUANTIDADE DE TIPOS DE MINERAL

Capítulo 4 - ROCHAS CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS QUANTO À QUANTIDADE DE TIPOS DE MINERAL Capítulo 4 - ROCHAS DEFINIÇÕES MINERAL: Toda substancia inorgânica natural, de composição química estrutura definidas. Quando adquire formas geométricas próprias, que correspondam à sua estrutura atômica,

Leia mais

Parte 1 Formação geológica

Parte 1 Formação geológica AULA 1 CONTINENTES Parte 1 Formação geológica O Planeta Terra é formado por seis continentes: África, América, Antártica, Ásia, Europa e Oceania. A Terra apresenta 149.440.850 quilômetros quadrados de

Leia mais

PROVA BIMESTRAL Ciências

PROVA BIMESTRAL Ciências 7 o ano 1 o bimestre PROVA BIMESTRAL Ciências Escola: Nome: Turma: n o : 1. Preencha as lacunas do esquema com as seguintes legendas: Planalto ocidental, Depressão periférica, Serra do Mar e Planície litorânea.

Leia mais

REVISÃO PARA AV1 Unidade 1 Cap. 1

REVISÃO PARA AV1 Unidade 1 Cap. 1 REVISÃO PARA AV1 Unidade 1 Cap. 1 Continente Americano Prof. Ivanei Rodrigues Teoria sobre a formação dos continentes Transformação da crosta terrestre desde a Pangeia até os dias atuais. A Teoria da

Leia mais

Figura 1 Fragmentação e evolução dos continentes desde a Pangeia até à atualidade: A Pangeia à 225 milhões de anos, B Continentes na atualidade.

Figura 1 Fragmentação e evolução dos continentes desde a Pangeia até à atualidade: A Pangeia à 225 milhões de anos, B Continentes na atualidade. 1. Dinâmica interna da Terra 1.1. Deriva dos Continentes e Tectónica de Placas 1.1.1. Teoria da Deriva Continental Esta teoria foi apresentada por Wegener em 1912, e defendia que os continentes, agora

Leia mais

45 mm INDICADORES DE PALEOLINHAS DE COSTA E VARIAÇÕES DO NÍVEL DO MAR NA PLATAFORMA CONTINENTAL SUL DE ALAGOAS

45 mm INDICADORES DE PALEOLINHAS DE COSTA E VARIAÇÕES DO NÍVEL DO MAR NA PLATAFORMA CONTINENTAL SUL DE ALAGOAS INDICADORES DE PALEOLINHAS DE COSTA E VARIAÇÕES DO NÍVEL DO MAR NA PLATAFORMA CONTINENTAL SUL DE ALAGOAS Fontes, L.C.S. 1 ; Santos, L.A. 1 ; Santos J.R. 1 ; Mendonça, J.B.S. 1 ; Santos, V.C.E 1 ; Figueiredo

Leia mais

A alternativa que contêm a afirmação que pode ser comprovada pelo texto é:

A alternativa que contêm a afirmação que pode ser comprovada pelo texto é: Disciplina: Geografia Atividade: Exercícios de revisão 1ª Série do Ensino Médio Professor: Roberto B. Reusing Data: / / 2011 Aluno (a): Nº: Turma: 1) Observe. Sobre as dobras pode-se afirmar que: A) São

Leia mais

45 mm CARACTERIZAÇÃO GEOMORFOLÓGICA DO FUNDO MARINHO DO TALUDE CONTINENTAL DA BACIA DE CAMPOS, RJ.

45 mm CARACTERIZAÇÃO GEOMORFOLÓGICA DO FUNDO MARINHO DO TALUDE CONTINENTAL DA BACIA DE CAMPOS, RJ. CARACTERIZAÇÃO GEOMORFOLÓGICA DO FUDO MARIHO DO TALUDE COTIETAL DA BACIA DE CAMPOS, RJ. Anderson Gomes de Almeida 1 ; Renato Oscar Kowsmann 2 andersongomes@petrobras.com.br 1 - PETROBRAS S. A. E&P-SERV

Leia mais

Bruno Rafael de Barros Pereira 1 Venerando Eustáquio Amaro 1,2 Arnóbio Silva de Souza 1 André Giskard Aquino 1 Dalton Rosemberg Valentim da Silva 1

Bruno Rafael de Barros Pereira 1 Venerando Eustáquio Amaro 1,2 Arnóbio Silva de Souza 1 André Giskard Aquino 1 Dalton Rosemberg Valentim da Silva 1 Análise de dados orbitais multitemporais para avaliação de linha de costa nas áreas adjacentes ao município de Areia Branca/RN, com enfoque na região próxima ao estuário do Rio Apodí-Mossoró. Bruno Rafael

Leia mais

Geologia da Bacia do Paraná. Antonio Liccardo

Geologia da Bacia do Paraná. Antonio Liccardo Geologia da Bacia do Paraná Antonio Liccardo A Bacia do Paraná Localização das bacias fanerozóicas no Brasil Bacia sedimentar Região recebe aporte de material por estar abaixo do nível regional, acumulando

Leia mais

A Geologia no litoral do Alentejo

A Geologia no litoral do Alentejo A Geologia no litoral do Alentejo Manuel Francisco Pereira (Prof. Auxiliar da Universidade de Évora) Carlos Ribeiro (Prof. Auxiliar da Universidade de Évora) Cristina Gama (Prof.ª Auxiliar da Universidade

Leia mais

GEOGRAFIA. Professora Bianca

GEOGRAFIA. Professora Bianca GEOGRAFIA Professora Bianca TERRA E LUA MOVIMENTO DA LUA MOVIMENTOS DA TERRA TEMPO E CLIMA Tempo é o estado da atmosfera de um lugar num determinado momento. Ele muda constantemente. Clima é o conjunto

Leia mais

Projeto Lagoas Costeiras

Projeto Lagoas Costeiras Projeto Lagoas Costeiras Curso de formação para multiplicadores Módulos 1 e 2: Ecologia da Restinga Águas Subterrâneas Formação da Água Subterrânea: Ciclo de água Ciclo de água e volumes distribuídos nas

Leia mais

ESCOLA FERREIRA CASTRO 13/14 PROFª SANDRA NASCIMENTO III TECTÓNICA DE PLACAS

ESCOLA FERREIRA CASTRO 13/14 PROFª SANDRA NASCIMENTO III TECTÓNICA DE PLACAS ESCOLA FERREIRA CASTRO 13/14 PROFª SANDRA NASCIMENTO III TECTÓNICA DE PLACAS Regresso à deriva continental O interesse pela Teoria da Deriva Continental reacendeu-se, por volta de 1950, quando se começou

Leia mais

LABORATÓRIO DE GEOPROCESSAMENTO DIDÁTIC

LABORATÓRIO DE GEOPROCESSAMENTO DIDÁTIC LABORATÓRIO DE GEOPROCESSAMENTO DIDÁTICO Professora: Selma Regina Aranha Ribeiro Estagiários: Ricardo Kwiatkowski Silva / Carlos André Batista de Mello DEFINIÇÃO DE DECLINAÇÃO MAGNÉTICA Muitas pessoas

Leia mais

CAPÍTULO 2 ELEMENTOS SOBRE A TERRA E A CROSTA TERRESTRE

CAPÍTULO 2 ELEMENTOS SOBRE A TERRA E A CROSTA TERRESTRE Definição CAPÍTULO 2 ELEMENTOS SOBRE A TERRA E A CROSTA TERRESTRE A Terra Esferóide achatado nos Pólos e dilatado no Equador. Diâmetro Polar: 12.712 Km. Diâmetro Equatorial: 12.756 Km. Maior elevação:

Leia mais

4º Seminário e Workshop em Engenharia Oceânica, FURG, Rio Grande/RS, novembro / 2010

4º Seminário e Workshop em Engenharia Oceânica, FURG, Rio Grande/RS, novembro / 2010 Alterações na tensão de cisalhamento de fundo e na mistura da coluna de água da plataforma continental interna do sul do Brasil devido à interação onda-corrente Pablo D. Silva 1 ; Wilian C. Marques 2 ;

Leia mais

PRH 08 Programa de Pós-Graduação e Graduação em Geofísica e Geologia para o Setor de Petróleo e Gás

PRH 08 Programa de Pós-Graduação e Graduação em Geofísica e Geologia para o Setor de Petróleo e Gás PRH 08 Programa de Pós-Graduação e Graduação em Geofísica e Geologia para o Setor de Petróleo e Gás Instituição Sigla Reitor Coordenadoria Endereço Universidade Federal da Bahia UFBA Naomar Monteiro de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UFF INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA E GEOFÍSICA MARINHA VICTOR HUGO GUIMARÃES PINTO

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UFF INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA E GEOFÍSICA MARINHA VICTOR HUGO GUIMARÃES PINTO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UFF INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA E GEOFÍSICA MARINHA VICTOR HUGO GUIMARÃES PINTO IMPORTÂNCIA DA MODELAGEM TERMOMECÂNICA PARA O SISTEMA PETROLÍFERO.

Leia mais

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 2º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor : Bruno Matias Telles 1ª RECUPERAÇÃO AUTÔNOMA ROTEIRO DE ESTUDO - QUESTÕES

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 2º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor : Bruno Matias Telles 1ª RECUPERAÇÃO AUTÔNOMA ROTEIRO DE ESTUDO - QUESTÕES COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 2º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor : Bruno Matias Telles 1ª RECUPERAÇÃO AUTÔNOMA ROTEIRO DE ESTUDO - QUESTÕES Estudante: Turma: Data: / / QUESTÃO 1 Analise o mapa

Leia mais

Quanto à sua origem, podemos considerar três tipos básicos de rochas:

Quanto à sua origem, podemos considerar três tipos básicos de rochas: O que são rochas? Usamos rochas para tantos fins em nosso dia-a-dia sem nos preocupar com sua origem que esses materiais parecem ter sempre existido na natureza para atender as necessidades da humanidade.

Leia mais

Reservas Brasileiras de gás convencional. e Potencial para gás não convencional

Reservas Brasileiras de gás convencional. e Potencial para gás não convencional Reservas Brasileiras de gás convencional e Potencial para gás não convencional Gás Natural Reservas Gás Natural Provada 459 bcm (16 tcf) Total 907 bcm (32 tcf) Em 10 anos: x 2 Produção Gás Natural 65,9

Leia mais

MAPEAMENTO DO PALEOLEITO DO CANAL DO ALBARDÃO, BACIA DE PELOTAS - BRASIL MAPEAMENTO DO PALEOLEITO DO CANAL DO ALBARDÃO, BACIA DE PELOTAS - BRASIL

MAPEAMENTO DO PALEOLEITO DO CANAL DO ALBARDÃO, BACIA DE PELOTAS - BRASIL MAPEAMENTO DO PALEOLEITO DO CANAL DO ALBARDÃO, BACIA DE PELOTAS - BRASIL MAPEAMENTO DO PALEOLEITO DO CANAL DO ALBARDÃO, BACIA DE Rocha, R. 1 ; Griep, G. 2 ; Weigert, S. 3 ; 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE Email:renatafranciscon@gmail.com; 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO

Leia mais

Introdução DESAFIOS DA PERFURAÇÃO EM CENÁRIOS PRÉ-SAL. Introdução. Introdução. Introdução

Introdução DESAFIOS DA PERFURAÇÃO EM CENÁRIOS PRÉ-SAL. Introdução. Introdução. Introdução DESAFIOS DA PERFURAÇÃO EM CENÁRIOS PRÉ-SAL DESAFIOS DA PERFURAÇÃO EM CENÁRIOS PRÉ-SAL MARCELO LEOPOLDO SILVA SIRLEY DONIZETE GONZAGA DA SILVA SYDNEY GONÇALVES DA SILVA ROBERTO NOGUEIRA DA SILVA s Histórico

Leia mais

Área total 606.234 km 2

Área total 606.234 km 2 Décima Rodada de Licitações Bacia do Amazonas Geólogos Andrei Dignart e Juliana Ribeiro Vieira Superintendência de Definição de Blocos Localização Arco de Purus Manaus Área total 606.234 km 2 Modificado

Leia mais

Estruturas da região continental emersa da Bacia de Campos, Estado do Rio de Janeiro, e sua continuação para a plataforma continental.

Estruturas da região continental emersa da Bacia de Campos, Estado do Rio de Janeiro, e sua continuação para a plataforma continental. Copyright 2004, Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás - IBP Este Trabalho Técnico Científico foi preparado para apresentação no 3 Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás, a ser realizado no período

Leia mais

Teoria da Deriva Continental - Alfred Wegener (1915)

Teoria da Deriva Continental - Alfred Wegener (1915) ESTRUTURA GEOLÓGICA Teoria da Deriva Continental - Alfred Wegener (1915) - Harry Hess (1960) Teoria da Tectônica de Placas Sismos A conseqüência do choque entre placas tectônicas são chamadas de abalos

Leia mais

Nona Rodada de Licitações Bacia do Parnaíba. Geóloga Eliane Petersohn,, M.sc. Superintendência de Definição de Blocos

Nona Rodada de Licitações Bacia do Parnaíba. Geóloga Eliane Petersohn,, M.sc. Superintendência de Definição de Blocos Nona Rodada de Licitações Bacia do Parnaíba Geóloga Eliane Petersohn,, M.sc. Superintendência de Definição de Blocos Localização Área total 668.858 km 2 Bacia paleozóica intracratônica Cobertura Cretácea

Leia mais

GEOGRAFIA. transformadas

GEOGRAFIA. transformadas GEOGRAFIA Disciplina A (currículo atual 2008) Disciplina B (currículos extintos) 1ª período 59480 Cartografia Geral 68 Geografia Cartografia B 136 37230 Geografia Contida Ementa: Aborda os fundamentos

Leia mais

"O que não está sendo divulgado na mídia"

O que não está sendo divulgado na mídia "O que não está sendo divulgado na mídia". Essa nova versão possui mais fotos e foi disponibilizada na internet por: Clélia Dahlem da Silva. Realmente não sabemos nada, ou muito pouco, sobre a transição

Leia mais

Bacia do Parnaíba. Geólogo Marcos André Rodrigues Alves Superintendência de Definição de Blocos

Bacia do Parnaíba. Geólogo Marcos André Rodrigues Alves Superintendência de Definição de Blocos Bacia do Parnaíba Geólogo Marcos André Rodrigues Alves Superintendência de Definição de Blocos Roteiro Localização Infraestrutura Histórico Exploratório Evolução Tectonoestratigráfica Bacia do Parnaíba

Leia mais

OS VENTOS, AS ONDAS E AS MARÉS COMO AGENTES GEOLÓGICOS DE SUPERFÍCIE MODELADORES DAS FAIXAS LITORÂNEAS ARTIGO 9. Pelo Geólogo Josué Barroso

OS VENTOS, AS ONDAS E AS MARÉS COMO AGENTES GEOLÓGICOS DE SUPERFÍCIE MODELADORES DAS FAIXAS LITORÂNEAS ARTIGO 9. Pelo Geólogo Josué Barroso OS VENTOS, AS ONDAS E AS MARÉS COMO AGENTES GEOLÓGICOS DE SUPERFÍCIE MODELADORES DAS FAIXAS LITORÂNEAS 1 Origens dos Agentes Geológicos ARTIGO 9 Pelo Geólogo Josué Barroso Inicialmente, como base para

Leia mais

Bacia de Sergipe Alagoas

Bacia de Sergipe Alagoas X. Recursos Minerais Energéticos: Petróleo 553 Bacia de Sergipe Alagoas A Bacia Sergipe Alagoas situa-se na margem continental do nordeste brasileiro, cobrindo cerca de 35.000 km 2, dos quais dois terços

Leia mais

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades Climatologia É uma parte da que estuda o tempo e o clima cientificamente, utilizando principalmente técnicas estatísticas na obtenção de padrões. É uma ciência de grande importância para os seres humanos,

Leia mais

EVENTOS TECTÔNICOS E SEDIMENTARES NAS BACIAS DE PERNAMBUCO E DA PARAÍBA: IMPLICAÇÕES NO QUEBRAMENTO DO GONDWANA E CORRELAÇÃO COM A BACIA DO RIO MUNI

EVENTOS TECTÔNICOS E SEDIMENTARES NAS BACIAS DE PERNAMBUCO E DA PARAÍBA: IMPLICAÇÕES NO QUEBRAMENTO DO GONDWANA E CORRELAÇÃO COM A BACIA DO RIO MUNI EVENTOS TECTÔNICOS E SEDIMENTARES NAS BACIAS DE PERNAMBUCO E DA PARAÍBA: IMPLICAÇÕES NO QUEBRAMENTO DO GONDWANA E CORRELAÇÃO COM A BACIA DO RIO MUNI Mário de LIMA FILHO 1, José A. BARBOSA 2, Ebenezer M.

Leia mais

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 7.º Ano

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 7.º Ano PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR Ciências Naturais 7.º Ano UNIDADES DIDÁTICAS CONTEÚDOS METAS DE APRENDIZAGEM 1º Período TERRA NO ESPAÇO Terra Um planeta com vida Condições da Terra que permitem a existência

Leia mais

ÁGUA: UMA VIAGEM NO MUNDO DO CONHECIMENTO

ÁGUA: UMA VIAGEM NO MUNDO DO CONHECIMENTO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE ASTRONOMIA, GEOFÍSICA E CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS Departamento de Geofísica EXPOSIÇÃO ITINERANTE DO MUSEU DE CIÊNCIAS DA USP ÁGUA: UMA VIAGEM NO MUNDO DO CONHECIMENTO

Leia mais

A TERRA É UM SISTEMA ABERTO QUE TROCA ENERGIA E MASSA COM O SEU ENTORNO

A TERRA É UM SISTEMA ABERTO QUE TROCA ENERGIA E MASSA COM O SEU ENTORNO PLANETA TERRA A Terra é um sistema vivo que abriga milhões de organismos, incluindo os humanos, e apresenta delicado equilíbrio para manter a vida. A Geologia é a ciência que estuda a Terra: sua origem,

Leia mais

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO PROFESSOR JULIO BESSA DISCIPLINA GEOGRAFIA SIMULADO: P4 Estrada da Água Branca, 2551 Realengo RJ Tel: (21) 3462-7520 www.colegiomr.com.br ALUNO TURMA 601 Questão 1

Leia mais

MODELAGEM QUANTITATIVA FLEXURAL E CINEMÁTICA DE BACIAS SEDIMENTARES. Ricardo Perez Bedregal

MODELAGEM QUANTITATIVA FLEXURAL E CINEMÁTICA DE BACIAS SEDIMENTARES. Ricardo Perez Bedregal MODELAGEM QUANTITATIVA FLEXURAL E CINEMÁTICA DE BACIAS SEDIMENTARES Ricardo Perez Bedregal TESE SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL DA UNIVERSIDADE

Leia mais

Fenômenos e mudanças climáticos

Fenômenos e mudanças climáticos Fenômenos e mudanças climáticos A maioria dos fenômenos climáticos acontecem na TROPOSFERA. Camada inferior da atmosfera que vai do nível do mar até cerca de 10 a 15 quilômetros de altitude. Nuvens, poluição,

Leia mais

ORIGEM, ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO DA TERRA E A TECTÔNICA DE PLACAS

ORIGEM, ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO DA TERRA E A TECTÔNICA DE PLACAS ORIGEM, ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO DA TERRA E A TECTÔNICA DE PLACAS BIG BANG PLANETESIMAIS FORMAÇÃO DOS PLANETAS A teoria da Grande Explosão (Big( Bang), considera que nosso Universo começou ou entre 13 a

Leia mais

AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE COALBED METHANE (GÁS NATURAL) DAS CAMADAS DE CARVÃO DA FORMAÇÃO RIO BONITO, MARACAJÁ, SC, BACIA DO PARANÁ.

AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE COALBED METHANE (GÁS NATURAL) DAS CAMADAS DE CARVÃO DA FORMAÇÃO RIO BONITO, MARACAJÁ, SC, BACIA DO PARANÁ. AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE COALBED METHANE (GÁS NATURAL) DAS CAMADAS DE CARVÃO DA FORMAÇÃO RIO BONITO, MARACAJÁ, SC, BACIA DO PARANÁ. Priscila Lourenzi, Janaina Lewandowski, Gustavo Simão, Wolfgang Kalkreuth.

Leia mais

Equipe de Geografia. Geografia

Equipe de Geografia. Geografia Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 3B Ensino Médio Equipe de Geografia Data: Geografia Geologia Quando se formou, a terra era constituída por um material pastoso devido às altas temperaturas. Atualmente

Leia mais

A Terra em Realidade Aumentada

A Terra em Realidade Aumentada A Terra em Realidade Aumentada www.constellatius.com Edmilson Souza Barreto Simone de Oliveira Tenório A Terra em Realidade Aumentada Edmilson Souza Barreto Simone de Oliveira Tenório Livro com aplicação

Leia mais

III - Geologia da região centro leste brasileira: O Cráton São Francisco

III - Geologia da região centro leste brasileira: O Cráton São Francisco III - Geologia da região centro leste brasileira: O Cráton São Francisco Principais crátons delimitados no território brasileiro e sua expressão no relevo. Notar que sobre os grandes crátons estão as grandes

Leia mais

PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA

PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA POTÁSSIO DO BRASIL INTERSECTA MINÉRIO DE POTÁSSIO COM TEOR DE 39.94% KCl A UMA PROFUNDIDADE DE 843.08 m CONFIRMANDO POTENCIAL DE JAZIDA NA BACIA AMAZÔNICA PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA Furo PB-AT-11-09 intercepta

Leia mais

Letícia Nigro Pereira Pinheiro

Letícia Nigro Pereira Pinheiro Universidade Federal Fluminense Instituto de Geociências Departamento de Geologia e Geofísica Marinha Projeto de conclusão do curso de graduação em Geofísica Letícia Nigro Pereira Pinheiro Caracterização

Leia mais

METODOLOGIAS ESTATÍSTICAS APLICADAS A DADOS DE ANÁLISES QUÍMICAS DA ÁGUA PRODUZIDA EM UM CAMPO MADURO DE PETRÓLEO

METODOLOGIAS ESTATÍSTICAS APLICADAS A DADOS DE ANÁLISES QUÍMICAS DA ÁGUA PRODUZIDA EM UM CAMPO MADURO DE PETRÓLEO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA CT CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CCET PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE PETRÓLEO - PPGCEP DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Leia mais

Quarta Rodada de Licitações Bacia do Recôncavo

Quarta Rodada de Licitações Bacia do Recôncavo Quarta Rodada de Licitações Bacia do Recôncavo Paulo de Tarso Araripe Superintendência de Definição de Blocos Localização Área: 10.200 km 2 Origem: Relacionada a esforços distensivos que atuaram no Gondwana

Leia mais

3 Geo/Sensoriamento Remoto

3 Geo/Sensoriamento Remoto 3 Geo/Sensoriamento Remoto Neste item, serão apresentadas pesquisas desenvolvidas em programas da Coppe/UFRJ relacionadas à temática geo/sensoriamento remoto. Alguns resultados parciais desta linha temática

Leia mais

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo GEOGRAFIA Professores: Marcus, Ronaldo Questão que trabalha conceitos de cálculo de escala, um tema comum nas provas da UFPR. O tema foi trabalhado no Módulo 05 da apostila II de Geografia I. Para melhor

Leia mais

Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás

Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás Professora Elaine Ribeiro EMENTA Origem do petróleo e do gás natural. Estrutura da Indústria do Petróleo, Gás e Biocombustível Origem do Petróleo e Gás Petróleo:

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Acerca de fundamentos de prospecção mineral e cartografia, julgue os itens a seguir. A abertura de trincheiras e de poços é recomendada para as investigações de subsuperfície em que o material a ser escavado

Leia mais

O que vemos aí? Continentes, vegetação: regiões mais claras (secas).

O que vemos aí? Continentes, vegetação: regiões mais claras (secas). 1 2 O que vemos aí? Continentes, vegetação: regiões mais claras (secas). África saariana: barreira à dispersão de espécies. Destaque em azul: estreito de Bering. Destaque em vermelho: Fendas Marianas.

Leia mais

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 1. INTRODUÇÃO A estação do verão inicia-se no dia 21 de dezembro de 2014 às 20h03 e vai até as 19h45 do dia 20 de março de 2015. No Paraná, historicamente, ela é bastante

Leia mais

2012 1ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA

2012 1ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 1ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA Aluno(a): Nº Ano: 7º Turma: Data: 24/03/2012 Nota: Professor(a): Valor da Prova: 40 pontos Orientações gerais: 1) Número de

Leia mais

Deriva Continental e Tectônica de Placas

Deriva Continental e Tectônica de Placas Deriva Continental e Tectônica de Placas 1 A teoria da tectônica de placas é muito recente, e tem trazido grande ajuda na compreensão dos fenômenos observados na Terra. Abraham Ortelius, um elaborador

Leia mais

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2012

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2012 PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2012 PROFa. JULIANA NOME N o 8 o ANO A compreensão do enunciado faz parte da questão. Não faça perguntas ao examinador. A prova deve ser feita com caneta azul ou preta.

Leia mais

OS ESTUÁRIOS NA MARGEM CONTINENTAL SUL dialética do acontecimento sedimentar

OS ESTUÁRIOS NA MARGEM CONTINENTAL SUL dialética do acontecimento sedimentar OS ESTUÁRIOS NA MARGEM CONTINENTAL SUL dialética do acontecimento sedimentar Publicado no site em 13/11/2014 Euripedes Falcão Vieira*/** Na margem continental sul-brasileira a presença de dois estuários

Leia mais

SEDIMENTAÇÃO QUATERNÁRIA NA BACIA DO RIO MACAÉ (RJ): ESPACIALIZAÇÃO E ANÁLISE DE TERRAÇOS FLUVIAIS

SEDIMENTAÇÃO QUATERNÁRIA NA BACIA DO RIO MACAÉ (RJ): ESPACIALIZAÇÃO E ANÁLISE DE TERRAÇOS FLUVIAIS SEDIMENTAÇÃO QUATERNÁRIA NA BACIA DO RIO MACAÉ (RJ): ESPACIALIZAÇÃO E ANÁLISE DE TERRAÇOS FLUVIAIS Renato de Lima Hingel 1;3 ; Mônica dos Santos Marçal 2 ; Telma Mendes da Silva 2 rengeografia@yahoo.com.br;

Leia mais

Clima e Formação Vegetal. O clima e seus fatores interferentes

Clima e Formação Vegetal. O clima e seus fatores interferentes Clima e Formação Vegetal O clima e seus fatores interferentes O aquecimento desigual da Terra A Circulação atmosférica global (transferência de calor, por ventos, entre as diferentes zonas térmicas do

Leia mais