MARGEM RIFTEADA LESTE-NORDESTE DO BRASIL

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1 MARGEM RIFTEADA LESTE-NORDESTE DO BRASIL LIMITES CONTINENTE-OCEANO, ADIÇÃO MAGMÁTICA, AFINAMENTOS CRUSTAIS E LITOSFÉRICOS Hamsi Jr., G.P. - PETROBRAS/UO-SEAL Kusznir, N. - Universidade de Liverpool

2 Objetivo Metodologia para determinação dos perfis de afinamentos crustais e litosféricos de seções geológicas Aplicação em 6 seções da Margem Leste- Nordeste Brasileira Maturação Térmica das Rochas Geradoras Evolução tectono-sedimentar Restauração Continental beta verdadeiro

3 3 - Determinação de Beta Verdadeiro Seção paralela à direção de transporte tectônico litosfera LCO L l 0 Precisão (?) l l crosta LCO C l 0 x1 x0 (1 x 1 x 0 ( x)) dx =1.8" =1.5"

4 Margem Rifteada Leste-Nordeste Brasileira Abertura da margem ortogonal a oblíqua predominantemente E-W a WSW-ENE, com forte herança estrutural

5 Fluxo de Trabalho Inversão Gravimétrica da Moho Anomalia Gravimétrica Ar- Livre Correção da Batimetria, Sedimentos e da Anomalia Térmica Inversão Gravimétrica Horizontes Objetivo: determinação dos perfis de afinamentos crustais e litosféricos de 6 seções da Margem Leste- Nordeste Brasileira para locar LCO Análise da Anomalia de Batimetria Oceânica Residual Seções Geológica Backstripping Flexural SubsidCarregÁgua Análise de Subsidência Moho ARBO ARBO Espessura Crustal TopoDin EspÍgnea CrostOcean Análise da Subsidência ABinamento Crustal Adição Magmática ABinamento Litosférico

6 Inversão Gravimétrica da Moho: workflow free air gravity bathymetry F z0 [ g] 2 e k n 1 n 1 ( k ) n F [ h ] n! (Parker 1972) Depth g Depth g mba mba Distance Distance crust crust Moho r Moho r mantle mantle tc tc ref ref sediments mantle residual gravity anomaly Moho depth crustal thickness age 3D spectral domain inversion lithosphere thermal gravity anomaly correction stretching factor β = tc init /(tc now tc va ) Greenhalgh & Kusznir (2007), Chappell & Kusznir (2008), Alvey et al. (2008) volcanic addition prediction Oceanic Crustal Thickness (km) Thinning factor

7 Inversão Gravimétrica da Moho com Correção da Amomalia Térmica do Manto P.O. Gomes, 2005 P.O. Gomes, 2005 F[ g] Depth g mba 2 crust mantle Moho e k z0 n Distance r 1 ( k ) n! n 1 F[ h (Parker 1973) z 0 tc ref n ] A inversão gravimétrica foi calibrada em trechos de crosta oceânica onde a Moho é claramente visualizada em seções sísmicas de reflexão, tendo sido assumida densidade média de 2850 kg.m -3, compatível com a média global.

8 Espessura da Crosta Continental Soares et al Pavão et al Espessura de crosta continental não afinada, parâmetro de referência para o cálculo de afinamento, foi obtida entre 39 e 41 km ao longo das subprovíncias tectônicas do embasamento.

9 Espessura da Crosta Oceânica Isócronas de Muller et al O'Connor & Le Roex 1992) (Cherkis et al.1992) Crosta oceânica com espessura próxima da média global, mais delgada ao sul, em Jequitinhonha, o que configura essa margem como normal a pobre em adição magmática. Feições com espessuras de crosta oceânica maiores do que à normal são claramente correlacionadas aos montes submarinos da Bahia e de Pernambuco.

10 Litosferas Iniciais N. Mar The image cannot be displayed. Your computer may not have enough memory to open the image, or the image may have been corrupted. Restart your computer, and then open the file again. If the red x still appears, you may have to delete the image and then insert it again. Geóide mantélico JEQ BIC JAC BIC SER ALA PEP CrOc Ant.? As espessuras litosféricas continentais dos domínios tectônicos do embasamento foram determinadas entre 139 e 148 (163) km, por equilíbrio isostático com o geoide mantélico, assumindo-se as espessuras crustais, o calor radiogênico superficial do embasamento e as elevações continentais médios.

11 Afinamento Litosférico por Análise de Subsidência a f Inversão do Afinamento Litosférico usando o Método de minimização de diferenças de Powell f m f n i 1 s obs i s cal ( i) n 1 2 i 1 i 1 2 i 2 i 1 x Minimização de diferenças e de curvatura do perfil de afinamento 2 II. Análise da Subsidência

12 Anomalia da Batimetria Oceânica Residual Flament et al BAT_CM = 3082*EXP(-idade /39) ABOR CM = Bat obs - Bat CM05 Evolução da Batimetria Oceânica ABOR IG t c 7.08 ρ ρ c w ρ ρ m m Winterbourne et al A Anomalia da Batimetria Oceânica Residual (no inglês RDA) é a diferença entre a batimetria oceânica predita por modelos globais e a corrigida da carga isostática dos sedimentos. A batimetria oceânica teórica é predita por modelos baseados em levantamentos globais.

13 Almada-Jequitinhonha EICO= 4.5 KM 34th IGC - August 2012 Brisbane, Australia

14 Sergipe-South litosférico crustal

15 Espessura Crustal Geodinâmica - CAGEO - Rio de Janeiro, Junho de

16 Conclusões Espessura de crosta continental não afinada foi obtida pela inversão gravimétrica da Moho como variável entre 39 e 41 km ao longo das sub-províncias tectônicas do embasamento. A inversão gravimétrica da Moho revela crosta oceânica com espessura próxima da média global ao longo da margem, com variação para delgada ao sul, em Jequitinhonha, o que configura essa margem como normal a pobre em adição magmática. Feições com espessuras de crosta oceânica maiores do que à normal são claramente correlacionadas aos montes submarinos da Bahia e de Pernambuco, magmatismo pós-ruptura. Espessuras litosféricas continentais médias das sub-províncias tectônicas do embasamento no pré-rifte foram determinadas entre 140 e 150 km. Os perfis de afinamento litosférico, calculados por inversão da subsidência tectônica, não diferem significativamente dos perfis de afinamento crustal, não permitindo a caracterização de afinamento dependente da profundidade. Diferenças entre as anomalias da batimetria oceânica residuais, calculadas pela inversão gravimétrica e pela análise de subsidência, sugerem topografia dinâmica positiva em torno de 200 metros.

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