Manual de Recursos. Rede de Proteção Social Básica. Parte III: Região do Médio Paraíba

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1 Atualização: CADSUAS/MDS e páginas eletrônicas do SEASDH/RJ e das Prefeituras Manual de Recursos Rede de Proteção Social Básica Parte III: Região do Médio Paraíba Coordenação: Professora Luzia Magalhães Cardoso Rio de Janeiro, setembro de

2 UNISUAM PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS COORDENAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL Projeto de Extensão: Acompanhamento do Processo de Implantação e de Execução da Política Nacional de Assistência Social no Estado do Rio de Janeiro REDE PÚBLICA DE RECURSOS DA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DA PNAS - ESTADO DO RIO DE JANEIRO: III Parte: REGIÃO DO MÉDIO PAAÍBA Coordenação: Profª Luzia Magalhães Cardoso Rio de Janeiro, setembro de

3 UNISUAM - Centro Universitário Augusto Motta Ana Cristina da Motta Cruz Chanceler Arapuan Medeiros da Motta Netto Reitor Cláudia de Freitas Costa Pró-Reitora de Extensão e Assuntos Comunitários Rosane de Barros Cordeiro Coordenação de Extensão e Assuntos Comunitários Ana Maria Branco Coordenação do Curso de Serviço Social Rede Pública de Recursos da Proteção Social Básica da PNAS Estado do Rio de Janeiro. Atual. e rev. 3ª Parte: Região do Médio Paraíba/ Luzia Magalhães Cardoso (Coordenação). Rio de Janeiro: UNISUAM, Vários colaboradores 1.Política Social 2.Assistência Social 3.Proteção Social 4. Rede Pública I. Luzia Magalhães Cardoso (coordenação) II. Título: Rede Pública de Recusrsos da Proteção Social Básica da PNAS/ Estado do Rio de Janeiro III Parte: Região do Médio Paraíba. Índices para catálogo sistemático: Polítca de Assistência Social: rede pública de recursos da proteção social básica: Política Social. 3

4 UNISUAM CENTRO UNIVERSITÁRIO AUGUSTO MOTTA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA COORDENAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL Avenida Paris, 72 - Bonsucesso Tel. (021) CEP: Rio de Janeiro, RJ Coordenação: Luzia Magalhães Cardoso (Coordenação) Atualização - Equipe 2009 Angélica Cristina da Silva Vieira Darléa Fidelis Sant Anna 8º período Josete Lima 5º período Jussara Santana dos Santos 5º período Sabrina Marinho de Oliveira 5º período Siomara de Azevedo 6º período Equipe Alunos da graduação. Curso de Serviço Social da UNISUAM: Darléa Fidélis Sant Anna Márcia Martins Pessoa Ricardo de Souza Protêncio Vânia de Carvalho Pinto Colaboradores: Danielle Arnaldo capa 4

5 AGRADECIMENTOS A todos os gestores e profissionais das Secretarias Municipais de Assistência Social e dos Conselhos Regionais de Assistência Social da Região do Médio Paraíba por contribuírem com as informações necessárias ao andamento do projeto; À Coordenação de Proteção Social Básica da Secretaria de Estado de Assistência Social do Rio de Janeiro; À Reitoria da UNISUAM, à Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários; às Coordenações de Extensão e Assuntos Comunitários e de Serviço Social; Agradecemos a todos os trabalhadores da UNISUAM que, direta e indiretamente, contribuem para esse trabalho. 5

6 ÍNDICE Nota à Edição Revisada Apresentação Necessidades Especiais Mapa Conceitual da Proteção Social Brasileira Rede de Proteção Social Básica da Assistência Social do Estado do Rio de Janeiro: Região do Médio Paraíba 3.1. Barra do Piraí Barra Mansa Itatiaia Pinheiral Piraí Porto Real Quatis Resende Rio Claro Rio das Flores Valença Volta Redonda Bibliografia Anexos: Hiperlinks

7 NOTA À EDIÇÃO REVISADA Nessa edição apresentamos os recursos da Proteção Social Básica, atualizados a partir de consultas às páginas governamentais das três esferas de governo (federal estadual e municipal). Nos dados coletados em 2008, observou-se a tendência para denominar a Secretaria gestora da PNAS como de Promoção Social, com seis dos doze municípios da Região, ou seja, 50% do total, enquanto apenas três Secretarias estavam denominadas por Secretaria de Assistência Social, 25%. Havia dois municípios com Secretarias compartilhadas com a de Trabalho e Habitação (16,7%). Na atualidade, a tendência é dar o nome da política de Assistência Social para a Secretaria, pois dos doze municípios pesquisados, verifica-se 06 Secretaria de Assistência Social (50%); 03 como Promoção Social (25%); 01 de Ação Comunitária; 01 de Desenvolvimento Social e Solidariedade; 01 de Ação Social. Com relação ao compartilhamento das Secretarias de governo, três estão compartilhadas (25%): 01 com a Secretaria de Trabalho e Habitação; outra com a Secretaria de Habitação e outra com a Secretaria de Esporte e Lazer. Esse dado talvez indique o aumento da tendência ao compartilhamento da Pasta de Assistência Social. A tendência ao compartilhamento da Assistência Social com outras políticas sociais pode levar a certa dificuldade no processo de controle social no que se refere ao financiamento da primeira. Também nessa região observamos que as informações presentes nas páginas eletrônicas governamentais são, por vezes, desencontradas. As informações acerca dos CRAS presentes na página eletrônica do MDS, no ambiente do CADSUAS, nem sempre conferem com as que coletamos na primeira edição deste Catálogo, no ano de 2008, quando fizemos contato telefônico com as Secretarias e com alguns Centros de Referência a Assistência Social (CRAS). No CADSUS há informações sobre a data de implantação dos CRAS, cujo processo nos Municípios da Região do Médio Paraíba data de 2000, distribuídas da seguinte forma: 04 CRAS implantados em 2000; 02 em 2002; 03 em 2003; 01 em 2004; 08 em 2005; 10 em 2006; 02 em 2007; e 01 CRAS em 2008, totalizando 31 CRAS. Contudo, nesse Catálogo reunimos 55 CRAS, distribuídos nos 12 municípios dessa 7

8 região. Somente na página eletrônica do município de Volta Redonda há informação sobre 25 CRAS, enquanto que o CADSUAS registra apenas seis para esse mesmo município. Talvez a falta de atualização do CADSUAS pelos gestores municipais explique o desencontro das informações. Observa-se um importante aumento na implantação de CRAS a partir da estruturação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), NOBSUAS/2005. Antes de 2005, segundo o CADSUAS, havia 10 CRAS na Região do Médio Paraíba, enquanto que a partir desse ano, foram implantados mais 21 CRAS, representando um aumento de 210%. Comparando o número de equipamentos da proteção social coletados em junho de 2008, apresentados na primeira edição desse Catálogo, com os coletados nesta edição, verifica-se um aumento de 17,78%, conforme a tabela abaixo: Tabela 01 Município Julho de 2008 Agosto de 2009 Variação % Barra do Piraí Barra mansa % Itatiaia Pinheiral % Piraí Porto Real % Quatis % Resende Rio Claro Rio das Flores Valença Volta Redonda ,66% Total ,78% 8

9 Apesar do processo de equipação dos municípios para a execução do SUAS, pelo menos no que se refere às informações presentes nas páginas governamentais, há ainda uma deficiência na divulgação de informações, apesar de sua importância no acesso da população aos recursos municipais. A ausência de informações precisas acerca do SUAS e dos equipamentos executores da PNAS existentes nos municípios, bem como o desencontro do dado é uma tendência que pode ser percebida nas páginas eletrônicas governamentais. Esse traço no formato da comunicação à população contribui também para dificultar a compreensão acerca das formas de acesso ao Sistema, como também nos programas executados, refletindo-se na capacidade de participação e controle social. Luzia M. Cardoso Setembro de

10 APRESENTAÇÃO O levantamento dos recursos da Região do Médio Paraíba ocorreu em um momento bastante singular que é o período que antecede as eleições municipais. Essa conjuntura política propicia mudanças nos cargos de Secretários, bem como gera certa insegurança no conjunto de profissionais das prefeituras. Contudo, com esse terceiro Manual levantamos recursos da rede pública de Proteção Social Básica de 43 municípios, correspondendo a 46,7% do total de municípios que compõem o estado do Rio de Janeiro. Nesse mês também foram anunciadas as novas iniciativas do governo federal visando o combate à pobreza, apontando a parceria com o SENAI para capacitar pessoas inseridas no Programa Bolsa Família para o trabalho na indústria de construção civil, buscando a porta de saída e a autonomia dos usuários do SUAS. O investimento na formação profissional como porta de saída dos programas governamentais de Assistência Social impõe um mapeamento das perspectivas do mercado de trabalho, daqueles que tendem à expansão e daqueles que se apresentam esgotados e em refluxo. Essa direção do trabalho implica também em melhor capacitação dos Recursos Humanos do SUAS para a investigação e o planejamento de programas nessa direção, além do trabalho em parceria com os gestores de todos os níveis de governo. A ampliação do mercado de trabalho, e evidentemente o aumento do valor do salário, são os meios pelos quais o cidadão, hoje assistido pelo SUAS, pode vir a viabilizar a sua independência dos programas e serviços do referido Sistema. Torna-se, no entanto, imprescindível a reflexão acerca da formação necessária aos gestores do SUAS, além de um planejamento e um trabalho integrado com os Secretários das pastas das outras políticas sociais. Parece se tornar indispensável à ruptura completa da Assistência Social com a benemerência, visto que o mapeamento das situações de risco e de vulnerabilidade, a avaliação das necessidades sociais dos demandatários do SUAS e a elaboração de estratégias para a intervenção a curto, médio e longo prazos necessitam de um olhar profissional, de uma capacitação teórica, técnica, metodologia e política. 10

11 Ao mesmo tempo, a avaliação para a inserção no Programa Bolsa Família precisa se desvincular do viés puramente economicista, cujo parâmetro parece ainda ser a renda bruta per capita de cada família. O deferimento da inserção no Programa Bolsa Família centralizado no governo federal limita o trabalho dos profissionais do SUAS que deveriam ter autonomia para avaliar e definir as necessidades sociais dos cidadãos que procuram os serviços e programas dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), de tal forma que seus pareceres possam também ser um instrumento importante para a definição do valor a ser destinado a cada grupo familiar. Embora seja indispensável possibilitar os meios de sobrevivência da população que se encontra em situação de indigência, torna-se importante entender melhor quem é o demandatário desse Sistema, redesenhar a árvore genealógica de cada cidadão assistido a partir da perspectiva do trabalho, a fim de se tentar compreender de que ramo de produção se origina essa parcela da população. Ou seja, além da execução dos programas do SUAS precisamos investir em pesquisa para entender a história de vida e de trabalho das famílias dos grupos assistidos, a partir da história de seus antepassados, a fim de identificar os fatores determinantes do processo de exclusão. Torna-se importante revelar em que ramo de produção se inseria os ascendentes desse grupo em situação de indigência e de pobreza, bem como o que aconteceu para que, apesar do trabalho, não tenham garantido condições de vida aos seus descendentes. Talvez um estudo dessa natureza venha a contribuir para entender a relação entre o trabalho e o processo de pauperização. Luzia Magalhães Cardoso Rio de Janeiro, julho de 2008

12 NECESSIDADES ESPECIAIS Torna-se urgente redefinir o conceito necessidades sociais, visto o contexto histórico apontar para a retração do mercado de trabalho, diminuindo-se as possibilidades de inserção de segmentos sociais que, embora vivam do trabalho, se encontram alijadom do trabalho protegido pelas legislações trabalhistas e previdenciárias. Nesse sentido, pergunta-se: o que são necessidades sociais? Como possibilitar que o cidadão que recorre aos serviços e programas do Sistema Único de Assistência Social consiga, em algum momento, pelo seu próprio trabalho, prover os meios para a sua existência e a de sua prole, sem ficar dependente de programas de renda mínima? A fim de contribuir para o debate, recorreremos a Marx e Engels que compreende o indivíduo como: (...) um produto histórico, o resultado da atividade de toda uma série de gerações, cada uma das quais aos ombros da anterior e desenvolvendo a sua indústria e o seu intercâmbio e modificando a sua ordem social de acordo com necessidades já diferentes. (Marx, 1984:26) Assim, todo o contingente de pessoas que se encontra hoje abaixo da linha da miséria, classificado pela PNAS como em situação de indigência, surge do movimento histórico constituinte da atual estrutura social, política e econômica da sociedade brasileira. Ou seja, a forma como se organizou o sistema de produção e de comercialização dos produtos e serviços contribuiu para a exclusão de uma imensa parcela da população. Os avanços da ciência e da tecnologia sofisticaram os instrumentos, dinamizando ainda mais a produção, ao mesmo tempo, os novos recursos tecnológicos necessitam de um número menor de trabalhadores para a sua operação, ao mesmo tempo demandam por uma melhor qualificação da mão de obra. Temos então recursos tecnológicos que viabilizam melhores condições de vida e de trabalho àqueles que tiverem acesso às suas inovações, mas tais avanços,

13 contraditoriamente, se transformaram também em fator de exclusão do trabalho e de aumento da pobreza. Criaram-se novos antagonismos, agora não apenas entre o campo e a cidade, entre o trabalho manual e intelectual, ou ainda entre o trabalho produtivo e o improdutivo, agora temos também a oposição entre os que têm trabalho e salário e os que não têm. Sem os meios para a obtenção dos recursos necessários à manutenção da própria vida: alimentação, habitação, vestuários, transporte etc. uma importante parcela da população brasileira perde a autonomia da condução e da construção de sua própria história, pois ainda está preocupada em garantir a necessidade primária: manter-se viva. (Marx e Engels, Op. cit: 31). Parece então ser coerente que, até conseguir mudanças significativas em suas reais condições de vida, o segmento social em situação de indigência fique, durante algum tempo, dependente de serviços e programas governamentais ou de grupos sociais voltados à filantropia. Somente após assegurar as condições para garantir as necessidades primárias é que outras necessidades poderão surgir como o acesso à informação, à cultura, à possibilidade de criação etc. Em seguida, a necessidade de renovação da própria vida pode se tornar uma prioridade, tanto de reprodução biológica, quanto de reprodução dos meios de existência. Assim, segundo Marx e Engels (Idem), as relações em família se intensificam e se fortalecem. Podemos pressupor, a partir das discussões dos autores citados, que a relação contrária também pode ser uma possibilidade: na medida em que gerações e gerações não conseguem garantir a satisfação de suas necessidades primárias, os laços familiares se fragilizam, pois cada indivíduo precisa cuidar da própria vida e, instintivamente, essa ação é individual. A situação de indigência e de pobreza em que se encontram inúmeras famílias e indivíduos decorreu de um processo histórico, provavelmente iniciado pela espoliação e exploração do trabalho de seus ancestrais, deixando para a geração atual, como herança, as precárias condições de vida e a luta diária e insana por sua preservação. Se as reflexões de Marx e Engels (Ibidem) acerca das determinações das condições materiais de vida, na formação da consciência (inclusive dos valores morais e relações sociais) forem verdadeiras, há que ser considerado o tempo necessário para cada cidadão, família e grupos, que hoje necessitam da política de Assistência Social,

14 possa alcançar autonomia de renda, a fim de que eles próprios consigam providenciar os recursos indispensáveis para a própria existência e de seu grupo familiar. Tanto a trajetória histórica de exclusão quanto às conseqüências do processo de espoliação dos segmentos em situação de indigência podem contribuir para determinar o tempo e o nível de dependência dos mesmos nos serviços e nos programas de Assistência Social. Nesse sentido, pode ser prematuro tentar definir, a priori, o tempo de permanência dos assistidos bem como a forma de desligamento. Provavelmente, a dependência inicial nos programa pode ser uma característica do próprio processo de independência, assim como as diferenças nas formas de saída e no tempo de permanência nos programas. Para que essa relação de dependência se rompa e não se perpetue, consideramos como determinantes importantes para a eficácia do Sistema a forma de relacionamento dos gestores e executores para com os cidadãos demandatários e a pertinência, a eficácia e a avaliação permanente dos programas e serviços ofertados. Luzia Magalhães Cardoso

15 2 - MAPA CONCEITUAL 1 DIREITOS SOCIAIS JUSTIÇA SOCIAL CIDADANIA D I R E I T O S C I V I S NECESSIDADES SOCIAIS D I R E I T O P O L Í T I C O S DIREITOS AMBIENTAIS 1 Os textos referentes aos conceitos que compõem este Mapa Conceitual estão ancoradoe (ou hiperlinkados) nos conceitos que compõem o mapa e encontram-se em anexo. 15

16 REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: REGIÃO MÉDIO PARAÍBA 16

17 MUNICÍPIO DE BARRA DO PIRAÍ Prefeitura Municipal de Barra Piraí Prefeito: José Luiz Anchite Endereço: Travessa da Assumpção, 69 Centro. Barra do Piraí, RJ. CEP: Tel. (024) / Ramal 223/ 307 / /Fax: Secretaria Municipal de Assistência Social Secretária: Thelma Nora Riskalla Anchite Endereço: Rua dos Pracinhas, 47. Centro CEP: Tel. (024) / / CRAS ENDEREÇOS CRAS 1 - Areal Rua Teresópolis, 52 - Bairro Areal CEP: Tel.: (024) CRAS 2 - Vargem Alegre Rua Elias Antonio, Bairro Santa Rosa, Vargem Alegre. CEP: Tel.: (024) CRAS 3 - Califórnia Rua Presidenta Costa e Silva, 1160 Morada do Vale. CEP: (024) / FAX: Segundo o CADSUAS, o número da rua é 26, contudo, tendo em vista que nosso Catálogo foi elaborado em 2008 com dados coletados por contato telefônico junto às Secretarias e a data de implantação do CRAS, informada no referido Cadastro seja de 01/05/2005, mantivemos a primeira informação. 17

18 MUNICÍPIO DE BARRA MANSA Prefeitura Municipal de Barra Mansa Prefeito: José Renato Bruno Carvalho Endereço: Rua Luis Ponce, 263, Centro. BarraMansa, RJ. CEP: Tel. (024) / / Fax: Secretaria Municipal de Promoção Social Secretária: Emiliana Melchior Carvalho Endereço: Rua Oscar da Silva Marins. 252, 2º andar. Centro CEP: Tel. (024) / Fax: CRAS3 ENDEREÇOS CRAS 1 - Centro4 Rua Cristóvão Leal, 36 Centro. Tel. (024) CRAS 2 Paraíso de Cima Estrada dos Mineiros s/nº - Bairro Paraíso de Cima. CEP: Tel. (024) / Tel. informado no CADSUAS (24) CRAS 3 Vila Coringa Rua H, 07 - Vila Coringa. CEP: Tel. (024) CRAS 4 Getúlio Vargas CRAS 5 Bom Pastor Rua Belo Horizonte, Bairro Getúlio Vargas. CEP: Não informado Tel. (24) Rua Francisco Amaral de Souza, 10 Bairro Bom Pastor. CEP: Tel. (24) Constam 4 CRAS no CADSUAS, mas os endereços diferem dos coletados por nossa equipe em O CRAS do Bairro Bom Pastor, embora conste no Cadastro com implantação em 01/04/2007, não foi informado à época que estabelecemos os contatos telefônicos. 4 Não consta na relação do CADSUAS 5 Segundo informações do CADSUAS, o número da rua é

19 MUNICÍPIO DE ITATIAIA Prefeitura Municipal de Itatiaia Prefeito: Luis Carlos Ferreira Bastos Endereço: Praça Mariana Rocha Leão, 20 Centro. Itatiaia, RJ. Cep: Tel. (24) / Fax: (24) Secretaria Municipal de Trabalho, Habitação e Assistência Social SMTHAS Secretária: Regina Mery Fialho de Barros Endereço: Rua São José, 210 Centro. Itatiaia, RJ Cep: Tel. (24) Ramais 222 e 206 / / / CRAS ENDEREÇOS CRAS 1 - Centro6 Rua São José nº Centro CEP: Referência: Situado dentro de escola. Tel. (24) CRAS 2 Jardim Martineli Avenida Arnaldo Marzotto s/nº - Bairro Jardim Martineli. CEP: Tel. (24) / Tel. informado no CDSUAS (24) Segundo o CADSUAS, o CRAS do Centro está situado à Rua Antônio Gomes de Macedo, nº 88. CEP: Tel. (24) , com data de implantação em 01/02/

20 MUNICÍPIO DE PINHEIRAL Prefeitura Municipal de Pinheiral Prefeito: Antônio Carlos Leite Franco Endereço: Rua Justino Ribeiro, 228 Ipê. Pinheiral, RJ. CEP: Tel. (24) / / Fax: (24) Secretaria Municipal de Governo Promoção Social e Cidadania Secretário: José Marcio Severo Endereço: Rua Marcolino Carelli de Oliveira, Centro, Pinheiral, RJ. CEP: Tel. (24) / CRAS7 ENDEREÇOS CRAS 1 Parque Maíra Rua Manaus nº 77 - Bairro Parque Maíra. CEP: Tel. (24) / Tel. Informados no CADSUAS (24) e FAX CRAS 2 - Cruzeiro 8 Rua Manoel Torres, nº Bairro Cruzeiro. CEP: Tel. (24) / FAX: (24) Constam dois CRAS no CADSUAS. 8 Segundo informações do CADSUAS, esse CRAS foi implantado em 01/01/2003, contudo, não foi informado à época que nossa equipe estabeleceu contato com a Secretaria. 20

21 MUNICÍPIO DE PIRAI Prefeitura Municipal de Pirai Prefeito: Arthur Henrique Gonçalves Ferreira Endereço: Rua Getúlio Vargas S/nº Centro. Piraí, RJ. CEP: Tel. (24) / / / Fax: (24) Secretaria Municipal de Promoção Social Secretária: Heloisa de Souza Lima Machado Endereço: Rua Santos Dumont, 156 Centro. Piraí, RJ. CEP: Tel. FAX: (24) CRAS9 ENDEREÇOS CRAS 1 ( Federal) - Centro Rua Santos Dumont, Centro. Tel. (24) CRAS 2 (Estadual) - Arrozal Praça São João Batista s/nº Arrozal. CEP: Tel. (024) CADSUAS: constam dois CRAS 1, sendo que o do Centro está informado como situado na Rua Manoel Teixeira Campos Junior, nº 88. Centro. CEP: Tel. (24) ; enquanto os dados do Bairro Arrozal foram confirmados. 21

22 MUNICÍPIO DE PORTO REAL Prefeitura Municipal de Porto Real Prefeito: Jorge Serfiotis Endereço: Rua Hilário Ettore, 442 Centro. Porto Real, RJ Cep: Tel. (24) / FAX: Secretaria Municipal de Ação Social Trabalho e Habitação Secretária: Valéria Sá Gonçalves Endereço: Estrado Floriano,109 Bairro de Fátima. Porto Real, RJ. CEP: Tel. (24) CRAS ENDEREÇOS CRAS 110 (Federal) Nossa Senhora de Fátima Rua Ceará, nº Bairro Nossa Senhora de Fátima. CEP: Tel. (24) CRAS 2 (Estadual) - Centro11 Rua Fernando Pernadelli, n 229-Centro. Tel. (24) CRAS (CADSUAS) Jardim Real 12 Rua Anselmo Martins, nº 142 Jardim Real. CEP: Tel. (24) CADSUAS, o número informado é 198. Não consta na relação do CADSUAS CADSUAS: Data de Implantação em: 01/05/

23 MUNICÍPIO DE QUATIS Prefeitura Municipal de Quatis Prefeito: José Laerte D Elias Endereço: Rua Faustino Pinheiro, 205 Centro, RJ. Cep: Tel. (24) / / Fax: (24) Secretaria Municipal de Assistência Social Secretária: Endereço: Avenida Euclides Alves Guimarães Cotia, 78. Centro Quatis, RJ. Cep: Tel. (24) /Fax: (24) CRAS ENDEREÇOS CRAS 1 (Federal) - Centro Av. Euclides Alves Guimarães Cotia, nº 78 Centro. CEP: Tel. (24) / Tel. Informado no CADSUAS (24) CRAS 2 (Estadual) Santo Antonio13 Rua Vereador Victor Marcondes Sampaio, 282 Bairro Santo Antonio Tel CRAS (CADSUAS) - Jardim Independência Rua: Vereador Victor Marcondes Sampaio, Bairro Jardim Independência. CEP: Tel. (24) / FAX: (24) Não consta no CADSUAS 23

24 MUNICÍPIO DE RESENDE Prefeitura Municipal de Resende Prefeito: José Rechuan Júnior Endereço: Rua Augusta Xavier de Lima, nº 251 Jardim Jalisco Centro. Resende, RJ CEP: Tel. (24) / (24) /0862 / FAX: (24) Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Solidariedade. Secretário: Marly Ceccoline Cortona Endereço: Rua Augusta Xavier de Lima, nº251 Jardim Jalisco Centro. Resende, RJ. CEP: Tel. (24) R: 8771 / (24) / Fax: (24) CRAS ENDEREÇOS CRAS 1 - Toyota Avenida Projetada s/nº - Bairro Toyota. CEP: Tel. (24) CRAS 2 Bom Jardim Esperança Rua Frei Tito s/nº - Bairro Jardim Esperança. CEP: Tel. (24) CRAS 3 - Elite Rua Willy Faustic nº 64 - Bairro Elite. CEP; Tel. (24) CRAS Lava Pés. Rua do Rosário, nº Bairro Lava Pés CEP: Tel. (24) / Tel. informado no CADSUAS (24) e FAX: Nos contatos estabelecidos por telefone em 2008, nos foi informado que a unidade era conhecida como Programa de Atenção Integral à Família (PAIF) 15 CADSUAS, o número informado e 45, com implantação em 01/08/

25 MUNICÍPIO DE RIO CLARO Prefeitura Municipal de Rio Claro Prefeito: Raul Fonseca Machado Endereço: Avenida João Baptista Portugal, nº 230 Centro. Rio Claro, RJ. CEP: Tel. (24) / / Fax: (24) Secretaria Municipal de Promoção Social Secretária: Stella Reis Machado Endereço: Praça Fagundes Varela nº 24 Centro. Rio Claro, RJ CEP: Tel. (24) / // Ramal: 246 / Fax: (24) CRAS ENDEREÇOS CRAS 1 - Centro Praça Fagundes Varela nº 24 Centro. CEP: Tel. (24) / Tel. Informado no CADSUAS (24) e FAX: FAX: CRAS 2 - Centro Rua Presidente Vargas s/nº.16 Centro. CEP: Tel. (24) Segundo o CADSUAS, o número é 89, com data de implantação do CRAS em 01/08/

26 MUNICÍPIO DE RIO DAS FLORES Prefeitura Municipal de Rio das Flores Prefeito: Luiz Carlos Ferreira dos Reis Endereço: Rua Leoni Ramos, 12 Centro. Rio das Flores, RJ. CEP: Tel. (24) / Fax: Secretaria Municipal de Promoção Social. Secretária: Beatriz Alvim Pessoa Endereço: Rua Ladislau Guedes, nº 03 Centro. Rio das Flores, RJ Tel. (24) / CRAS ENDEREÇOS CRAS 1 - Taboas (3º Distrito)17 End. Rodovia RJ, nº 145, Rua Alameda Antônio da Silva Ávila nº Distrito de Taboas. CRAS 2 - Centro Rua Coronel Ladislau Guedes, nº 0318 Centro. CEP: Tel. (24) Segundo o CADSUAS, o CRAS de Tabôas está localizado à Rua José Geraldo, nº 18. CEP: Tel. (24) , com data de implantação de 01/11/ Segundo informações do CADSUAS, o número da rua é 07, com implantação em 01/03/

27 MUNICÍPIO DE VALENÇA Prefeitura Municipal de Valença Prefeito: Vicente de Paula de Souza Guedes Endereço: Rua Doutor Figueiredo nº 320 Centro. Valença, RJ. CEP: Tel. (24) / / / Fax: (24) Secretaria Municipal de Assessoria de Promoção Social. Secretária: Endereço: Praça da República nº Tel. Fax: (24) / Ramal: CRAS ENDEREÇOS CRAS 1 (Federal) - Barão de Juparanã CRAS 2 Jardim Valença Rua Bernardino de Silva Rocha, nº Distrito de Valença, Bairro Barão de Juparaná. CEP: Tel. (24) Avenida Geraldo de Lima Bastos, nº 1970 Bairro Jardim Valença. CEP: Tel. (24)

28 MUNICÍPIO DE VOLTA REDONDA Prefeitura Municipal de Volta Redonda Prefeito: Antônio Francisco Neto Endereço: Praça Sávio Gama, 53 - Aterrado. Volta Redonda, RJ CEP: Tel. (24) / Fax: / Secretaria Municipal de Ação Comunitária Secretário: Munir Francisco Endereço: Rua Paulo Leopoldo Marçal, 103, 2º andar Aterrado. Volta Redonda, RJ. CEP: Tel. (24) / / Ramal: 265/266 Fax: (24) CRAS19 ENDEREÇOS CRAS 1 - Siderlândia End.: Rua 10, nº 20 - Bairro Siderlândia, CEP: Tel: (24) / (24) CRAS 2 Açude End.: Av. Francisco Antônio Francisco, s/nº - Bairro Açude. CEP: Tel. (24) / (24) CRAS 3 Retiro End.: Rua Grades Lojas nº Bairro Retiro. CEP: Tel / Ramal: 4842 / (24) CRAS 4 - Padre Jósimo End.: Rua 7, nº Bairro Padre Jósimo CEP: Tel. (24) Conforme a pesquisa realizada na página eletrônica da prefeitura, em 29 de julho de 2009, os CRAS estão distribuídos por Coordenações Regionais (CRE). Cada regional abrange os seguintes bairros: REGIONAL I: CRAS Centro de Referência da Assistência social Siderlândia, e suas abrangências; REGIONAL II: CRAS Centro de Referência da Assistência social - NAF - Vila Brasília, e suas abrangências; REGIONAL III: CRAS Centro de Referência da Assistência social Caieira, e suas abrangências; REGIONAL IV: CRAS Centro de Referência da Assistência social Santo Agostinho, e suas abrangências; REGIONAL V: CRAS Centro de Referência da Assistência social Monte Castelo, e suas abrangências; REGIONAL VI: CRAS Centro de Referência da Assistência social Rústico, e suas abrangências. No CADSUAS constam seis CRAS: Vila Brasília, Santo Agostinho, Caieiras, Monte Castelo, Rústico e Siderlândia. 20 CADSUAS informa CEP:

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