O SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS JARDIM PARAÍSO

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1 O SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS JARDIM PARAÍSO RUTHES, Pamela C. Endler, (estágio II) BREINACK, Miriam, (supervisora), OLIVEIRA, Maria Iolanda (orientadora), Palavras-chave: CRAS, Proteção Social, CRAS Jardim Paraíso Resumo: Pela Política Nacional de Assistência Social (2004) a proteção social configura-se em Proteção Social Básica e Proteção Social especial de média e alta complexidade. Os serviços de proteção social básica são executados nos Centros de Referência da Assistência Social CRAS, o qual se constitui, para os usuários da política de assistência social, na porta de entrada aos serviços socioassistenciais, devendo estar localizado em áreas de maior vulnerabilidade social. Os serviços, programas, projetos e benefícios oferecidos no CRAS têm como objetivo a prevenção de situações que levem a rompimentos de vínculos familiares e comunitários. Isto posto, o CRAS Jardim Paraíso, campo do estágio curricular II, é um dos novw CRAS instalados e em funcionamento no município de Ponta Grossa que desenvolve ações e atividades de proteção básica às famílias referenciadas, seus membros e indivíduos em situação de vulnerabilidade social. O presente trabalho tem por objetivo apresentar o CRAS Jardim Paraíso, destacando as ações e atividades desenvolvidas, bem como ressaltar a prática profissional do assistente social e a importância do seu papel, no sentido de assegurar aos usuários o acesso aos direitos garantidos por lei. Relato da Prática Profissional Em seu artigo 1º a Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) define que, Assistência Social direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento as necessidades básicas. (BRASIL, 1993, p. 07 ) Para tanto, houve a implantação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) que organiza a oferta de serviços da assistência social por todo território brasileiro. Esses serviços são orientados pela Política Nacional de Assistência Social (PNAS/2004), organizados e normatizados pela Norma Operacional Básica do SUAS (NOB/SUAS-2005 revogada pela Resolução CNAS nº33/2012 que aprova a NOB/SUAS 2012), visando a operacionalização dos princípios e diretrizes de descentralização benefícios para a efetivação da gestão e execução os serviços, programas, projetos e Essas normativas têm como objetivo efetivar da Política de Assistência Social, garantido assim a proteção social aos seus usuários.

2 2 No âmbito da Proteção Social Básica os serviços são executados nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) que conforme a O Centro de Referência da Assistência Social CRAS é uma unidade pública estatal de base territorial, localizado em áreas de vulnerabilidade social, que abrange um total de até famílias/ano. Executa serviços de proteção social básica, organiza e coordena a rede de serviços socioassistenciais locais da política de assistência social.o CRAS atua com famílias e indivíduos em seu contexto comunitário, visando a orientação e o convívio sociofamiliar e comunitário. (BRASIL, 2004, p. 35) Desta forma, em consonância com os dispositivos legais, estão implantados no município de Ponta Grossa nove CRAS. CRAS JARDIM PARAÍSO O Centro de Referência de Assistência Social - CRAS Jardim Paraíso foi criado no dia 19 de junho de No espaço ocupado pelo CRAS era desenvolvido o projeto Casa Brasil, cujo objetivo era a inclusão digital e o desenvolvimento de atividades em grupo, desenvolvido pela Secretária Municipal de Qualificação Profissional. Pela territorialização do município, a área de abrangência do CRAS Jardim Paraíso compreende 52 Vilas, o distrito rural de Itaiacoca e o Préassentamento Emiliano Zapata. O público alvo do atendimento do CRAS Jardim Paraíso se constitui em (cinco mil) famílias, referenciadas, seus membros e indivíduos com demandas decorrentes das expressões da questão social que os colocam em situação de vulnerabilidade social (pobreza, privação, desemprego, violência, fragilização dos vínculos familiares e comunitários) e famílias beneficiárias de programas socioassistenciais. As ações e atividades executadas são referentes aos seguintes serviços, programas e projetos: Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família (PAIF), Programa Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada e Projovem Adolescente, além dos grupos de convivência e fortalecimento de vínculos: grupo de Crianças de 4 a 14 anos, grupo de Idosos "Café com Conversa, clube da amizade artesanato, cursos profissionalizantes e ação rural. O CRAS Jardim Paraíso executa ações referentes ao: Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família (PAIF), Programa Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada e Projovem Adolescente. Além dos grupos de convivência e

3 3 fortalecimento de vínculos : grupo de Crianças de 4 a 14 anos, grupo de Idosos "Café com Conversa, clube da amizade artesanato, cursos profissionalizantes e ação rural. O profissional de Serviço Social vai realizar atividades como: reuniões com a equipe, escuta qualificada, visitas domiciliares, planejamento das atividades interna e externas do CRAS, encaminhamentos para a rede sócio-assistencial. Neste artigo estão descritas as principais atividades realizadas pelo Assistente Social no CRAS Jardim Paraíso. Diante do exposto cabe ressaltar o papel do Serviço Social na instituição e a importância de refletir sobre a atuação profissional dentro dos CRAS. Atualmente a equipe técnica de referência é composta por 02 assistentes sociais, 01 psicóloga, 01 pedagoga, 01 agente social, 02 educadoras sociais e, administrativamente por 01 auxiliar administrativo, 01 auxiliar de serviços gerais, 01 motorista, 01 estagiária de Serviço Social e 03 estagiários de psicologia. E o horário de funcionamento é das 08:00 horas às 17:00 horas de 2ª a 6ª feira. Resultados e discussão social : O Serviço Social tem como objeto da sua prática profissional a questão aprendida como o conjunto das expressões das desigualdades da sociedade capitalista madura, que tem uma raiz comum: a produção social é cada vez mais coletiva, o trabalho torna-se mais amplamente social, enquanto a apropriação dos seus frutos mantém-se privada, monopolizada por uma parte da sociedade. (IAMAMOTO, 2012, p.27) Portanto, a população que é atendida pelo CRAS, normalmente busca os serviços, devido a situação de vulnerabilidade vivenciada com demandas decorrentes da: fome, baixa renda, drogadição, situação de risco pessoal ou estrutural, expressos em violência intrafamiliar, conflitos com os filhos (crianças ou adolescentes) e com a comunidade, bem como porque necessitam de informação e encaminhamento para acessar o Beneficio de Prestação Continuada (BPC) de inserir-se no Programa Bolsa Família e ainda por estarem interessados em cursos profissionalizantes, na orientação e informação em relação ao atendimento das políticas públicas. Desta forma, verifica-se que, Os assistentes sociais trabalham com a questão social nas suas mais variadas expressões quotidianas, tais como indivíduos as experimentaram

4 4 no trabalho, na família, na área habitacional, na saúde, na assistência social pública etc. Questão social que sendo desigualdade é também rebeldia, por envolver sujeitos que vivenciam as desigualdades e a ela resistem e se opõem. É nesta tensão entre produção de desigualdade e produção de rebeldia, que trabalham os assistentes sociais, situados nesse terreno movidos por interesses sociais distintos, aos quais não é possível abstrair ou deles fugir porque tecem a vida em sociedade. (IAMAMOTO, 2012, p. 28) Nesse sentido, tendo em vista que a assistência social, como política de proteção social e provisão de direitos de cidadania, através dos serviço socioassistenciais e da defesa e a defesa social e institucional, as constituem-se formas de atuação do Assistente Social no CRAS: Realização de reuniões e debates em equipe interprofissional que podem criar espaços de discussão e reflexão teórico-metodológica, bem como impulsionar o planejamento de ações inovadoras e criativas que garantam o acesso aos direitos e atenda a necessidades individuais e coletivas, considerando as especificidades das demandas, dos usuários e das equipes; realização de estudos e pesquisas, através de visitas domiciliares, abordagens individuais e grupais, estudos socioeconômicos, pareceres sociais, para a identificação de demandas e conhecimento da situação de vida dos usuários que subsidiem o planejamento, a organização e a sistematização das ações profissionais afinadas com as necessidades da população; execução e fortalecimento de serviços e benefícios para famílias e indivíduos na perspectiva dos direitos sociais e da articulação com outras políticas sociais; articulação com movimentos sociais e organizações populares, principalmente a partir de reuniões e ações comunitárias, estimulando a organização coletiva dos sujeitos e da comunidade na luta pela ampliação de direitos; acolhimento e orientação de famílias e indivíduos, por meio das abordagens individuais e grupais, na perspectiva da socialização de informações e do respeito aos usuários. (DUARTE, 2010, s/p) No CRAS Jardim Paraíso o assistente social realiza reuniões com a equipe, escuta qualificada, visitas domiciliares, planejamento das atividades interna e externas do CRAS e encaminhamentos para a rede sócio-assistencial. É importante ressaltar que é dever do profissional, para legitimação de sua prática profissional, conhecer as leis e normativas que regulamentam a política de assistência social e a profissão de assistente social, tais como: Lei Orgânica da Assistência Social (Lei n 8742/93, atualizada pela Lei /2011); Política Nacional de Assistência Social (PNAS/2004); Norma Operacional Básica do SUAS (NOB/SUAS revogada pela Resolução CNAS nº33/2012); Norma Operacional Básica- Recursos Humanos do SUAS (NOB-RH/SUAS/2006); Tipificação Nacional de Serviços Sociassistenciais (2009); Lei de Regulamentação da Profissão de assistente social (Lei nº 8.662/93) Código de Ética Profissional dos Assistentes Sociais (Res. CEFESS nº 273/93).

5 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS De acordo com Duarte (2010) ao assistente social cabe: Uma atuação profissional crítica e consistente (...) que possibilite inovar, ousar e intensificar estratégias profissionais que afirmem e, sobretudo, concretizem o Projeto Ético-Político [a qual deve pautar-se] na qualificação teórico-metodológica crítica e dialética sobre a realidade social, [considerando] as expressões da questão social e as contradições presentes na efetivação das políticas públicas no capitalismo contemporâneo; e na qualificação ético-política, por meio da afirmação de princípios e valores do Projeto Ético-Político, do reconhecimento de conflitos de classe no cotidiano profissional, assim como na identificação de formas de resistência e organização popular. (DUARTE, 2010, s/p) Logo entende-se que o profissional de Serviço Social deve manter-se comprometido com os direitos do usuário, buscando alternativas para que esses sejam assegurados. Como campo de estágio, o CRAS proporciona diversas vivências e conhecimento da realidade social e do território no qual está inserido, permitindo ao estagiário estabelecer a relação teoria-prática, refletindo e intervindo na realidade utilizando-se dos pressupostos teóricos e dos instrumentos pertinentes, bem como sistematizando o conhecimento produzido. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social. Política Nacional de Assistência Social. Brasília, DIAS, Jessica Eloise Volski. PEREIRA, Aline Dayane. RUTHES, Pamela Caroliny Endler. SOUZA, Jessica Cavalheiro de. Caracterização CRAS Jardim Paraíso. Ponta Grossa, DUARTE, Janaina Lopes do Nascimento. Serviço Social e CRAS- Possibilidade de atuação. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ASSISTENTES SOCIAIS, 13., 2010, Brasília. Anais... Brasília: UFSC, 2010, 1 CD-ROM. IAMAMOTO, M. V. O Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2012, 326 p.

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